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  • OPINIÃO | Os crimes no BBB da pandemia, marcado por injúrias e discriminação

    Artigo por Francisco Gomes Júnior, Advogado graduado pela PUC/SP e Pós-graduado em Processo Civil e em Direito Regulatório das Telecomunicações. Revista Imagem - Vilhena-RO | 16/04/2021 - 13:44 A cada edição do BBB (Big Brother Brasil) os recordes de audiência são quebrados, o sucesso sempre aumenta, junto com o desafio da direção do programa em gestar a próxima edição com mais êxito ainda. A edição atual tornou-se líder de audiência por alguns fatores inesperados e outros não programados, segundo se pode apurar das declarações de seu diretor geral, Boninho e do apresentador Tiago Leifert. O primeiro fator que explica a ampliação de público desta edição está na triste pandemia que vivemos e que dá às classes mais abastadas a condição de permanecerem em casa, em home office. Isso faz com que essa elite assista o programa como nunca e repercuta os acontecimentos em todas as mídias tradicionais e sociais. O BBB é o assunto mais comentado do Twitter em dias de prova de liderança, votação e eliminação no paredão. Repercute em todas as redes sociais, com milhões de seguidores na torcida pelos participantes e inclusive com medição de popularidade através do ganho ou da perda de fãs nas plataformas como Instagram. A esse fator inicial soma-se a escolha e performance do “elenco” atual de participantes. De início, evidenciou-se a abertura de um maior espaço para militâncias de várias frentes e uma diversidade de pessoas representadas pelos arquétipos escolhidos. E o que deu certo são as reviravoltas do que se esperava. Os participantes “militantes” de quem se esperava um discurso de empatia mostraram uma face desconhecida, surtada e que transformou a primeira leva de vilões. Do ponto de vista jurídico, tivemos injúrias raciais, falta de tolerância religiosa, falas discriminatórias de pessoas nascidas em determinada região, dentre outros fatos que não podem ser tomados como bons exemplos. Mas há a máxima de que se trata de um jogo e uma vez acabado ou com o participante eliminado, esquece-se tudo e segue a vida. Nos últimos anos as autoridades policiais não pensaram assim. Várias investigações e inquéritos policiais foram abertos (alguns ainda em andamento) para apurar condutas cometidas dentro da casa. Não há na lei brasileira a permissão para que uma conduta deixe de ser crime quando cometida em determinado ambiente. Crime é crime em qualquer lugar e mesmo nesta edição investigação para apurar intolerância religiosa foi iniciada. Mas nesse primeiro momento, mocinhos se transformaram em vilões e prováveis vilões e aqueles que com fala rústica e uma cultura machista de formação poderiam ser vilões foram mais ponderados. Como dizem que o jogo reflete, de certa forma, as tensões sociais, o jogo mostrou-se polarizado, com uma agressividade extrema e com muita falta de empatia em sua primeira parte. Estamos na parte final e polêmicas ainda continuam existindo, como um comentário sobre determinado penteado, sobre termos politicamente incorretos etc. e o programa parece atento e buscando sempre evitar qualquer violação legal e ética. Mas em época de cancelamentos, qualquer conduta repercute fortemente aqui fora e produz danos à imagem. E concluindo com outra observação jurídica, devem as torcidas e pessoas em geral ter cuidado com postagens nas redes sociais e outros meios. Pode-se torcer à vontade, destacar as virtudes de seu preferido ou as mancadas do adversário, mas não se pode ofender, fazer falsas acusações, enfim, não se pode denegrir a honra dos participantes ou seus familiares. Isso também é crime. Por Revista Imagem - Autor: Francisco Gomes Júnior

  • Detran Rondônia disponibiliza cadastro on-line para leilões virtuais

    Interessados em leilões virtuais do Detran Rondônia devem efetuar cadastro on-line. Revista Imagem - Vilhena-RO | 16/04/2021 - 08:24 O Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran) está disponibilizando um cadastro on-line para leilões virtuais. Os interessados em efetuar lances precisam solicitar o registro de arrematante no site do Detran Rondônia. O cadastro de pessoas físicas ou jurídicas para participação em leilões virtuais que serão promovidos pelo Detran foi disponibilizado nesta quarta-feira (15), por meio do link: https://www.detran.ro.gov.br/category/editais-de-leilao. O primeiro evento da modalidade deve ocorrer nos próximos meses e irá disponibilizar veículos classificados como conservados, ou seja, aqueles que podem voltar a circular após a regularização. O diretor geral do Detran Rondônia, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga, esclarece que, em decorrência das restrições impostas pela pandemia do novo Coronavírus e da necessidade de implementar medidas preventivas ao seu contágio, os leilões públicos de veículos removidos ocorrerão somente de forma on-line. CADASTRO Para completar o cadastro, o interessado deve ativar a conta em um link que será enviado para o e-mail informado, preencher todos os dados pessoais solicitados no formulário eletrônico, cadastrar uma senha, além de anexar cópia de documento de identificação, CPF e comprovante de endereço. Após a conferência dos dados pessoais com os documentos enviados, o arrematante será informado que o cadastro foi habilitado. Assim, o interessado poderá acompanhar os editais de leilões disponíveis, visualizar imagens dos veículos ofertados, registrar e acompanhar os lances. Eventuais dúvidas quanto ao referido cadastro podem ser sanadas pelos seguintes contatos: Comissão de Leilão de Porto Velho: (69) 3226-6233 ou e-mail: cml@detran.ro.gov.br; Comissão de Leilão de Ariquemes: (69) 3516-2406 ou e-mail: leilao.ariquemes@detran.ro.gov.br; Comissão de Leilão de Ji-Paraná: (69) 3422-0987 ou e-mail: cml.jiparana@detran.ro.gov.br Comissão de Leilão de Cacoal: (69) 3443-2772 ou e-mail: cml.cacoal@detran.ro.gov.br Por Revista Imagem | Texto: Eleni Caetano

  • Ambulatório Covid-19 e posto de saúde Cristo Rei mudam horário de atendimento

    Redução na quantidade de sintomáticos de covid-19 e reforma motivam alterações. Revista Imagem - Vilhena-RO | 16/04/2021 - 07:28 A Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) informa que a partir da próxima segunda-feira, 19, o Ambulatório Covid-19, devido à redução na quantidade de sintomáticos atendidos, passará a funcionar das 7h às 17h durante a semana, e que o postinho do Cristo Rei, atualmente em reforma, atenderá pacientes das 7h às 19h. AMBULATÓRIO COVID-19 - Com queda de quase 65% no número de sintomáticos atendidos desde a abertura do Ambulatório Covid-19, a unidade passará a atender em horário reduzido durante os dias de semana, das 7h às 17h, enquanto permanecerá atendendo das 7h às 19h em sábados, domingos e feriados. Em janeiro, após a primeira semana de atendimento, a média de 7 dias de atendimentos diários ficou em 240 pessoas sintomáticas por dia. Nesta quarta-feira, 14 de abril, a média semanal apresentou seu menor valor desde o fim de fevereiro, marcando 87 atendimentos. “São números que mostram o resultado positivo no enfrentamento da pandemia em Vilhena, que combinam vacinação ágil, restrições de contato entre as pessoas e atendimento médico garantido. A missão é grande, mas agora estamos vendo a luz brilhar cada dia mais forte no fim deste túnel de sombras da covid-19 pelo qual o mundo todo passa”, comenta o prefeito Eduardo Japonês. A coordenação da unidade lembra que, independente do horário de atendimento do local, aqueles que apresentarem sintomas têm direito e dever de se ausentar do serviço para buscar atendimento médico imediato. POSTINHO CRISTO REI - Neste sentido, com o objetivo de reforçar a Atenção Básica, o postinho de saúde do Cristo Rei passa por ampla reforma. A obra está avaliada em R$ 373 mil, oriundos de emenda parlamentar do ex-senador Ivo Cassol, e é executada pela empresa Fatorial Construções, de Porto Velho, vencedora da licitação. Todas as dependências internas do postinho serão reformadas, envolvendo uma área total de 556 m², com fundações diretas em concreto armado, estrutura de concreto armado, paredes de alvenaria de tijolos cerâmicos furados, revestimento cerâmico de parede, proteção de selador, emassamento e pintura de paredes, instalação de esquadrias de alumínio (portas dos compartimentos de lixo), esquadrias de vidro temperado (janelas e portas), cobertura com telha termo acústica e estrutura da cobertura em madeira, instalações elétricas, hidráulicas, sanitárias e de combate a incêndio, pavimentação interna em piso granilite e calçamento externos. A obra deve ser concluída até o fim do terceiro trimestre de 2021 e, pelo menos enquanto isso, a unidade atenderá das 7h às 19h. “Hoje contamos com seis equipes médicas no postinho. Um dos médicos será transferido para o Hospital Regional de Vilhena, em reforço aos atendimentos no pronto-socorro. Salientamos que aquelas pessoas que precisarem de atendimento básico de saúde à noite, procurem o CEV, Centro de Especialidades Vilhenense, próximo da avenida Paraná, que continua atendendo normalmente até as 22h”, explica a enfermeira e secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV

  • Avenidas de Vilhena são contempladas com iluminação de LED

    Eficiência energética e economia de recursos públicos: LED deixa também a cidade mais bonita. Revista Imagem - Vilhena-RO | 16/04/2021 - 07:23 Em andamento desde o ano passado, a renovação da iluminação pública de Vilhena pela Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) com instalação de lâmpadas de LED nas principais avenidas de Vilhena já contemplou a Major Amarante, a Tancredo Neves, a Curitiba, e a Presidente Nasser, bem como o trecho que liga a BR-174 até o aeroporto. O projeto é fruto de um convênio com a JBS Friboi. Dentro dos próximos meses, novas avenidas serão contempladas com LED, que é mais econômico, eficiente e durável. “Como é bom passar por essas avenidas e observá-las mais iluminadas. Agora com LED nestas avenidas, economizamos recursos públicos para o município, pois elas consomem até 70% menos energia que as tradicionais. Além disso, a durabilidade é quatro vezes maior, sem contar a menor frequência de manutenção. São lâmpadas de um ótimo custo-benefício”, aponta Eduardo Japonês, prefeito de Vilhena. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), após a conclusão do projeto, serão 17 ruas e avenidas do município com lâmpadas de LED, com aproximadamente 1.619 novas lâmpadas instaladas, além de praças e outras áreas públicas. “Já concluímos algumas avenidas. Nossa cidade fica mais bela desta maneira e mais iluminada. A equipe da Semosp está focada em finalizar o projeto e a previsão é que tudo esteja feito ainda em 2021”, explica o secretário municipal de Obras, Carlos Schramm, popularmente conhecido como “Kalu”. Portanto, além das avenidas que já contam com o LED, outras avenidas que estão no planejamento para receber a iluminação nova são: José do Patrocínio (100 lâmpadas), Capitão Castro (95), Rondônia (78), Perimetral/Linha 135 (186), Marques Henrique (35), Brigadeiro Eduardo Gomes (88), Jô Sato (180) e as ruas 916 (18), 7601 (41), 7605 (59). Dayvit Faca, servidor responsável pelo setor de elétrica da Semosp, fala sobre a economia e a durabilidade destas novas lâmpadas. “As antigas, amarelas, consumiam cerca de 400 watts cada. Nestas novas, o consumo é bem menor. Utilizo de exemplo os postes que têm quatro lâmpadas cada, com as amarelas: o consumo era de cerca de 1.600 watts por poste. Agora, com as de LED, que oferecem a mesma capacidade de iluminação, o consumo é de 120 watts por lâmpada, que dá 480 watts para cada poste. São lâmpadas mais potentes, que geram menos manutenção e que duram muito mais”, explica Dayvit. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV

  • Vilhena registra mais 2 mortes por covid-19 e 14 novos casos na quinta-feira

    Pelo 3º dia consecutivo, o município segue sem leitos de UTI para covid-19. Ocupação é de 100% para UTI e 48% nas enfermarias. Revista Imagem - Vilhena-RO | 16/04/2021 - 07:13 Vilhena registrou mais 2 óbitos por covid-19 nesta quinta-feira (15). O município também registrou 14 novos casos da doença, 25 a menos que no dia anterior. Um dos óbitos foi de paciente morador de Cerejeiras do sexo masculino com 28 anos. A outra morte foi de paciente morador de Vilhena do sexo masculino com 52 anos. Desta forma Vilhena contabiliza 254 vítimas da doença que morreram no município desde o dia 5/4/2020. Desse total, 182 vítimas eram moradoras de Vilhena e 72 moravam em outros municípios. Já os novos casos de covid-19 no município aumentaram o total de diagnósticos para 10.400 infectados. Segundo a prefeitura de Vilhena, o números de casos ativos (pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros) diminuiu de 445 para 438. O número de pacientes recuperados é de 9.780 pessoas. O município já vacinou 9.054 pessoas contra o coronavírus com a primeira dose e 2.682 pessoas com a segunda dose da vacina. Até a noite de ontem, 32 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 20 de Vilhena. Destes, 20 estavam na UTI, sendo 19 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 100% na UTI e 48% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 4.704 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 201.848 pessoas. Nas últimas 24 horas foram registrados 38 mortes e 1.148 novos casos. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana

  • Estudo da UNB investiga cepas do novo coronavírus encontradas no DF

    No mundo todo cerca de mil cepas foram identificadas. Revista Imagem - Vilhena-RO | 15/04/2021 - 12:02 Pesquisa da Universidade de Brasília (UnB) está tentando entender melhor as variantes do novo coronavírus presentes no Distrito Federal (DF). Para isso, estão sendo feitos sequenciamentos dos genomas de cepas encontradas na capital. No mundo todo foram identificadas cerca de mil cepas do vírus. Nas amostras do Distrito Federal foram identificadas cinco cepas do vírus Sars-Cov-2, causador da covid-19. Entre as cepas já sequenciadas, três delas chamam atenção de pesquisadores e cientistas pela alta capacidade de replicação, pelo alto poder de transmissão e ainda pela possibilidade de causar quadros mais graves da covid-19. São elas: P-1, encontrada originalmente em Manaus e predominante no DF; a P-2, no estado do Rio de Janeiro; e a N9, em São Paulo. A professora do Departamento de Biologia Celular do Instituto de Ciências Biológicas (CEL/IB) e integrante da equipe na Universidade que tem sequenciado o vírus, Anamélia Lorenzetti, explica que a avaliação da diversidade genômica é importante para conhecer quais variantes virais estão circulando no Distrito Federal e poder correlacionar com a epidemiologia da doença. Segundo o coordenador do Laboratório de Microscopia Eletrônica e Virologia do Instituto de Ciências Biológicas da UnB, Bergmann Ribeiro, a partir do sequenciamento do genoma é possível desenvolver terapias e vacinas específicas para essas novas mutações, ainda podendo prever o nível de transmissão de cada cepa. “O sequenciamento é importante para conhecer o vírus e saber como ele está se adaptando e mudando”, Conhecendo o genoma do vírus, também é possível chegar a uma vacina direcionada às variantes. ”As plataformas de vacina podem ser modificadas rapidamente e eu consigo fazer vacinas para essas variantes, mesmo que elas mudem, se tornem mais patogênicas”, explicou o pesquisador. O cientista comparou com a vacina contra o vírus da gripe. “[Com o sequenciamento do genoma] eu consigo fazer vacinas específicas para cada variante, e essas vacinas vão ser provavelmente modificadas a cada ano para se adaptar ao vírus. Como o vírus está mudando, você vai produzir novas vacinas, como acontece hoje em dia com o vírus da gripe, no caso H1N1 e outros vírus, que surgem todo ano”. Segundo o pesquisador, todos os anos são feitos sequenciamentos dos genomas desses vírus para saber quais estão circulando e produzir a vacina para combatê-lo. Para este estudo das variantes do novo coronavírus, outro grupo fundamental é o da informática. Eles desenvolvem programas que ajudam na análise do sequenciamento e na comparação das sequências virais com as sequências que foram produzidas nos bancos de dados do mundo. Crise Ainda em março de 2020, um grupo de professores do Instituto de Ciências Biológicas (IB-UnB), realizou o primeiro sequenciamento do genoma do novo coronavírus no Distrito Federal. A UnB foi a terceira universidade brasileira a realizar o procedimento no país. Mas com a alta no consumo de insumos e a pequena oferta no mercado global, hospitais, laboratórios e centros de pesquisa do mundo inteiro tiveram de refazer seus cálculos para que a produção e os atendimentos aos sistemas de saúde não fossem totalmente paralisados. Levando em consideração o aumento do valor de insumos necessários para dar continuidade ao sequenciamento do Sars-Cov-2, os procedimentos foram pausados por um período em 2020 e retomaram em janeiro de 2021. “Os recursos são essenciais para a realização desta iniciativa, pois os insumos são importados. Para se ter uma ideia, o custo por amostra sequenciada sai entre 600 e mil reais. Não é barato. Além disso, é necessário ter pessoas especializadas na preparação das amostras e para a realização das análises dos dados gerados no sequenciamento”, pondera Bergmann Ribeiro. E ainda sinaliza a demora na chegada dos insumos no Brasil. “Nossa equipe realizou a compra de materiais ainda no começo de 2020, mas acabou sendo feita a entrega pelos fornecedores apenas no fim do ano em novembro.” Pesquisa De acordo com Bergmann Ribeiro, o Brasil ainda faz pouco sequenciamento do novo coronavírus. “O Brasil fez no máximo 5 mil sequências, e no mundo mais de 1 milhão de coronavírus já foram sequenciados”. O pesquisador salientou a importância de o país investir em pesquisa. “O país como nação deveria pensar mais na ciência e investir mais na formação de recursos humanos capazes de responder rapidamente a esses problemas”, ressaltou e completou: “nós conhecemos vários vírus novos nas últimas décadas, nós não sabíamos o que era zika vírus em 2015, não sabíamos o que era o chikungunya, surgiu o H1Ni, o coronavírus. Então esses vírus vão aparecendo ao longo do tempo e precisamos estar preparados, e para isso tem que ter gente boa, gente formada pelas universidade, e para isso tem que ter pesquisa científica, tem que ter dinheiro pra financiar essas pesquisas”, pontuou. Por Revista Imagem | Texto Lukas Augusto

  • Vilhena se despede de um dos mais conhecidos fotógrafos da cidade

    Natural do Peru, David Paul Vargas Rojas não resistiu ao agravamento da covid-19 e faleceu na manhã desta quinta-feira. Revista Imagem - Vilhena-RO | 15/04/2021 - 10:16 O fotógrafo e marqueteiro David Paul Vargas Rojas não resistiu ao agravamento da covid-19 e faleceu na manhã de hoje (15) em Vilhena. A morte aconteceu um dia após seu aniversário de 52 anos. David estava internado há 15 dias no Hospital Regional de Vilhena, sendo que passou os últimos 13 dias intubado na UTI-Covid-19. A infecção pelo coronavírus atingiu seus rins que começaram a entrar em falência. Por conta disso ele precisou a ser submetido a sessões de hemodiálise. No último sábado, a enfermeira Ariadne Vargas, filha de David, relatou que o estado de seu pai era muito grave. "Os pulmões comprometidos, a maior parte do tempo está pronado pois melhora a oxigenação, os exames laboratoriais não estão bons, esta com alteração nas enzimas dos rins e fígado! Gente só quem passa por essa situação sabe o quanto é difícil estar nela, eu não tinha noção do quanto é angustiante tudo isso", disse em uma postagem no Facebook. Radicado em Vilhena há 32 anos, David era natural de Pucalpa, no Peru. Ele era um dos fotógrafos mais conhecidos da cidade, tendo fundado com os irmãos a Foto Charme, estúdio de fotografias ainda em funcionamento. David deixa três filhas e uma neta. O sepultamento será hoje no cemitério Cristo Rei. Por Revista Imagem | Texto José Antonio Sant'Ana

  • No Dia Internacional do Ciclista, Detran-RO ressalta alterações do CTB

    As alterações no Código de Trânsito Brasileiro em 2021 ficaram mais rígidas; ciclistas devem ficar atentos às mudanças. Revista Imagem - Vilhena-RO | 15/04/2021 - 07:23 Nesta quinta-feira (15), comemora-se o Dia Internacional do Ciclista e o Governo de Rondônia, por meio do Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran) aproveita para destacar as alterações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que tratam do ciclismo, ressaltando as penalidades mais pesadas para os condutores que colocam a vida do ciclistas em risco. O condutor que parar o veículo em ciclovia ou ciclofaixa será autuado por infração grave, sujeito a multa de R$ 195,23 e 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Comparado ao veículo automotor, o ciclista é a parte mais frágil na via, assim como o pedestre . “A ideia é que haja uma sensibilidade dos atores que compõem o uso da via, evitando acidentes e mortes no trânsito”, destacou o diretor geral do Detran Rondônia, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga. O diretor geral explica também que “as alterações no CTB em 2021 ficaram mais rígidas. Quem deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma compatível com a segurança do trânsito e ultrapassar o ciclista estará cometendo infração gravíssima, sujeito a multa no valor de R$ 293,47”. Ciclistas também tem obrigações Os ciclistas também têm normas importantes a serem seguidas no trânsito. No artigo 58 do CTB, afirma que as bicicletas devem seguir sempre no mesmo sentido da via, nunca pela contramão. O ciclista também precisa realizar uma série de procedimentos para transitar com segurança na área urbana e nas rodovias. Equipamentos obrigatórios devem ser instalados na bicicleta como campainha, sinalização noturna dianteira, traseira e lateral, além de espelho retrovisor do lado esquerdo. Existem outros itens de proteção que não são obrigatórios, mas que são muito importantes para proteção do ciclista: o uso de luvas e capacete. O ciclista deve sinalizar com as mãos antes de realizar alguma mudança de sentido ou de via, fazendo com que os demais motoristas percebam seu deslocamento e evitem colisões, principalmente em cruzamentos. Os ciclistas devem respeitar a legislação de trânsito, com atenção especial aos semáforos e a faixa que deve ser atravessada empurrando a bicicleta. No Brasil, existem duas datas que celebram o Dia do Ciclista. A outra é o dia 19 de agosto que passou a fazer parte do calendário oficial desde 2017, para homenagear o biólogo e ciclista brasiliense Pedro Davison, que foi vítima da violência no trânsito em 2006, no Distrito Federal. Por Revista Imagem | Texto: Eleni Caetano

  • Vilhena tem mais 1 morte por covid-19 e registra 39 novos casos

    Leitos de UTI para covid-19 continuam com 100% de ocupação em Vilhena. Enfermarias estão com ocupação de 60%. Revista Imagem - Vilhena-RO | 15/04/2021 - 07:17 Vilhena registrou 1 novo óbito por covid-19 nesta quarta-feira (14). O município também registrou 39 novos casos da doença, 4 a mais que no dia anterior. O óbito registrado é de paciente de Vilhena do sexo feminino com 79 anos. Desta forma Vilhena contabiliza 252 vítimas da doença que morreram no município desde o dia 5/4/2020. Desse total, 181 vítimas eram moradoras de Vilhena e 71 moravam em outros municípios. Já os novos casos de covid-19 no município aumentaram o total de diagnósticos para 10.386 infectados. Segundo a prefeitura de Vilhena, o números de casos ativos (pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros) diminuiu de 468 para 445. O número de pacientes recuperados é de 9.760 pessoas. O município já vacinou 9.054 pessoas contra o coronavírus com a primeira dose e 2.682 pessoas com a segunda dose da vacina. Até a noite de ontem, 35 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 22 de Vilhena. Destes, 20 estavam na UTI, sendo 18 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 100% na UTI e 60% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 4.666 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 200.700 pessoas. Nas últimas 24 horas foram registrados 52 mortes e 868 novos casos. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana

  • ARTIGO | Não deixe seu negócio falir!

    Artigo por Marco Aurélio Mestre Medeiros, advogado especialista em Recuperação Judicial, com atuação em todo o país. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 17:40 Empreender no Brasil é sinônimo de ousadia e coragem! O país tem uma das maiores taxas de juros, infinitas burocracias, e ainda é conhecido internacionalmente pela falta de segurança jurídica. Quando o empresário consegue superar todos os obstáculos, e construir um negócio de sucesso, rentável, que gera emprego e fomenta a economia, pode ser surpreendido por diversas intempéries que ameaçam a sobrevivência do empreendimento. Um exemplo é a pandemia causada pelo Coronavírus, que deixou efeitos negativos na economia para a maioria dos setores. E se antes disso, a empresa já estava com dificuldades financeiras, agora deve estar prestes a falir, mas antes de dar mais um passo rumo ao encerramento da atividade, há um alerta quanto à solução de tais percalços: a recuperação judicial! De acordo com o Indicador de Falências e Recuperação Judicial da Serasa Experian, os pedidos de recuperação judicial subiram de 81 para 90 em fevereiro de 2021, um crescimento de 11,1% em comparação ao mesmo mês do ano anterior. Em relação a janeiro, também houve alta, essa de 83,7%. Nessa perspectiva, todo o esforço aplicado nas empresas/negócios, muitas vezes de uma vida inteira, não merece ser encerrado. A recuperação judicial ajuda na blindagem empresarial por aproximadamente 6 meses, podendo ser prorrogada por período igual. Durante esse período, o empresário/administrador negocia o passivo por meio do plano de recuperação judicial que conterá prazos e condições de acordo com a capacidade econômica-financeira da empresa, havendo redução do passivo, com aplicação de deságio sobre a dívida, ou alongamento da dívida com prazo variados de 5 a 20 anos dependendo da análise. Ademais, equalização dos juros de cada contrato e a carência para iniciar os pagamentos, poderão ser negociadas. Desta forma, a reestruturação e reorganização do passivo das empresas que momentaneamente passam por crise financeira é positiva. Todas as dívidas existentes até a data do pedido se sujeitam aos seus efeitos, ou seja, serão tratadas dentro do plano de recuperação judicial da empresa. Por Revista Imagem - Autor: Marco Aurélio Mestre Medeiros - Email: marcomedeiros@mestremedeiros.com.br - Escritório Mestre Medeiros – Advogados Associados

  • Ministério da Saúde anuncia 15,5 milhões de doses de vacina da Pfizer até junho

    Anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, após reunião do comitê da covid-19. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 14:14 O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou hoje (14) que a Pfizer vai antecipar, para o primeiro semestre, a entrega de 2 milhões de doses da vacina contra covid-19 para o Brasil. O governo brasileiro tem um contrato com a farmacêutica para a entrega 100 milhões de doses até o final do ano. Com a antecipação, segundo Queiroga, estão garantidos 15,5 milhões de doses da vacina da Pfizer para os meses de abril, maio e junho. No mês passado, o presidente Jair Bolsonaro se reuniu com o presidente da Pfizer, Albert Bourla, e pediu a antecipação dos imunizantes. “Trago para os senhores uma boa notícia: a antecipação de doses da vacina da Pfizer, fruto de ação direta do presidente da República, Jair Bolsonaro, com o principal executivo da Pfizer, que resulta em 15,5 milhões da Pfizer já no mês de abril, maio e junho”, disse em pronunciamento após participar da segunda reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, no Palácio do Planalto, em Brasília. Também participaram da reunião e do pronunciamento o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, o deputado federal Dr. Luizinho (PP-RJ), representando o presidente da Câmara, Arthur Lira, e a enfermeira Francieli Fantinato, que foi anunciada por Queiroga como secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde. Francieli é funcionária de carreira do Ministério da Saúde e atual coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI). “Com essa indicação, sinalizamos que o nosso objetivo principal é fortalecer nossa campanha de vacinação”, disse Queiroga. Imunização De acordo com Pacheco, o cronograma de vacinas apresentado hoje pelo ministério prevê 520 milhões de doses de vacina em 2021, a maioria produzidas pelo Instituto Butantan (CoronaVac) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Oxford/AstraZeneca). O senador pediu que o ministro atue junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para viabilizar a autorização de outros imunizantes, como a vacina russa Sputnik V, que será produzida no Brasil pela União Química. O comitê também discutiu a utilização de parques industriais de produção de vacina animal para produção do imunizante contra covid-19. Segundo Pacheco, essa é uma ideia do senador Wellington Fagundes (PL-MT) que vem sendo trabalhada pelo governo federal. “Embora não tenha apelo de curto prazo, é uma possibilidade de médio e longo prazo muito eficiente para a autossuficiência de vacinas no Brasil”, disse o senador. O deputado Dr. Luizinho apresentou ao comitê o projeto que está em tramitação na Câmara que prevê a criação da carteira de vacinação online. Segundo ele, a proposta é que o Ministério da Saúde crie um aplicativo que acabe com a distorção entre os números da vacina enviadas a estados e municípios e o número de doses aplicadas nos cidadãos. “O nosso sistema de informação, infelizmente é muito ruim”, disse. “Parece que estados e municípios não estão aplicando, quando estão”, destacou. Na primeira reunião do comitê, em março, o presidente da Câmara, Arthur Lira, cobrou que governadores e prefeitos melhorem a gestão da informação para transmitir com mais precisão a quantidade de vacinas contra covid-19 que já foram ofertadas à população. De acordo com Dr. Luizinho, entre a dose aplicada e a dose informada no sistema há um atraso de quase 15 dias, o que dá uma insegurança à população sobre os dados. A ideia é que, com o aplicativo, o próprio enfermeiro ou técnico que aplica a vacina faça a inserção da informação no ato da vacinação. Segundo o deputado, além de corrigir as distorções, a medida possibilitaria a criação do passaporte verde da imunidade. A União Europeia, por exemplo, já apresentou o chamado Passaporte Covid para facilitar as viagens na alta temporada e apoiar o setor de turismo, que sofre dificuldades em virtude das restrições da pandemia, da lentidão da campanha de vacinação no bloco e dos riscos que representam as novas variantes do novo coronavírus. Aquisição de vacinas e leitos O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse ainda que o projeto que autoriza a aquisição de vacinas pela iniciativa privada está encontrando resistência entre os senadores. “Estamos trabalhando no diálogo no Colégio de Líderes para avaliar a oportunidade de pauta do projeto no Senado”, disse. Na avaliação de alguns parlamentares, a matéria vai instituir uma fila dupla para vacinação no país. De acordo com a Lei nº 14.125/21, pessoas jurídicas de direito privado, como empresas, podem comprar imunizantes para serem integralmente doadas ao Sistema Público de Saúde (SUS), enquanto estiver em curso a vacinação dos grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde. Pelo novo projeto, que já foi aprovado na Câmara, o setor privado poderá ficar com metade das vacinas compradas desde que as doses sejam aplicadas gratuitamente; a outra metade deverá ser remetida ao Sistema Único de Saúde (SUS). Durante a reunião, Pacheco também pediu ao presidente Bolsonaro a sanção do projeto de criação do programa Pró-Leitos, que prevê a possibilidade de empresas contratarem leitos de entidades privadas para uso do SUS no tratamento da covid-19. Em troca, essas empresas e pessoas teriam isenção no Imposto de Renda. O texto já foi aprovado pelas duas Casas parlamentares. O presidente do Senado disse ainda que vai tratar com o governo sobre uma nova rodada de auxílio às santas casas e hospitais filantrópicos para o enfrentamento à pandemia. No ano passado, essas unidades, que participam de forma complementar do SUS, receberam um total de R$ 2 bilhões da União. Outra sugestão, apresentada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), na reunião, é a criação de um programa de distribuição de máscaras de proteção facial para pessoas de baixa renda. O comitê, criado em março deste ano, é composto pelos presidentes da República, Jair Bolsonaro, do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e, na condição de observador, por um representante do Judiciário. Também participaram do comitê o ministro da Saúde e outros integrantes do governo. Por Revista Imagem | Texto Andreia Verdélio

  • Sobe para 82,7% percentual de domicílios com internet, diz IBGE

    A Região Norte apresentou percentual de domicílios com banda larga fixa de 55,0%, resultado muito inferior ao das demais regiões. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 14:09 O percentual de domicílios brasileiros que usam a internet subiu de 79,1% para 82,7%, de 2018 para 2019, o que representa alta de 3,6 pontos percentuais (p.p.). Em 2019, no entanto, 12,6 milhões de domicílios ainda não tinham internet. Os motivos apontados foram falta de interesse (32,9%), serviço de acesso caro (26,2%) e o fato de nenhum morador saber usar a internet (25,7%). Em 6,8% das residências, os moradores citaram a indisponibilidade de rede na área do domicílio e 5% alegaram o alto custo do equipamento eletrônico para conexão. Os dados estão na Pnad Contínua (Pnad TIC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que analisou o acesso à tecnologia da informação e comunicação no quarto trimestre de 2019. Segundo o IBGE, o crescimento mais acelerado do uso da internet nos domicílios rurais, que saiu de 49,2% em 2018 para 55,6%, em 2019, ajudou a reduzir a diferença em relação à área urbana, onde o acesso à rede avançou de 83,8% para 86,7%. Conforme a pesquisa, houve crescimento em todas as grandes regiões, especialmente no Nordeste, com aumento de 5,2 pontos percentuais no período. Apesar disso, a região permanece como a que tem o menor percentual de domicílios com acesso à internet (74,3%). De acordo com a pesquisa, em 2019, entre os 183,3 milhões de pessoas com 10 anos ou mais de idade no país, 143,5 milhões, ou seja, 78,3%, usaram a internet nos últimos três meses do ano. Os jovens adultos entre 20 e 29 anos foram os que mais acessaram a rede. Os estudantes usaram mais a rede (88,1%) do que aqueles que não estudantes (75,8%). Jovens, mulheres e renda Em 2019, as mulheres que usaram a internet tinham percentual (79,3%) um pouco acima do apresentado pelos homens (77,1%). Nos grupos por idade, 77,7% estavam entre 10 e 13 anos. A pesquisa apontou crescimento sucessivo nas faixas seguintes chegando a quase 93,0% nas faixas de 20 a 24 anos e 25 a 29 anos. O percentual começa a cair até atingir 45% no grupo de 60 anos ou mais. Segundo o IBGE, entre 2018 e 2019, o maior crescimento foi nos grupos de 50 a 59 anos e de 60 anos ou mais de idade, com aumento de 6,3 p.p. em cada. O rendimento médio per capita dos domicílios com acesso à internet era de R$ 1.527, valor que é mais que o dobro da renda dos que não usavam a rede e tinham renda de R$ 728. A mesma relação foi observada no rendimento médio per capita dos que usavam tablet para acessar a internet, que atingia R$ 3.223, enquanto nos que acessavam a rede pelo celular ficou em R$ 1.526. Celular O celular continuou sendo o equipamento mais usado para acessar a internet, o que ocorria em 99,5% dos domicílios. Na sequência vieram o computador (45,1%); a televisão (31,7%) e o tablet (12,0%). No caso do computador, houve redução de 3 pontos percentuais e, no de tablet, de 1,4, mas no uso da televisão, a alta foi de 8,4 pontos percentuais. O percentual de domicílios do país em que o serviço de rede móvel celular funcionava, para internet ou para telefonia, passou de 89,2% para 89,9%, de 2018 para 2019. Na área urbana, cresceu de 92,4% para 93,2%, e na rural caiu de 68,5% para 68,2%. O percentual dos que tinham telefone móvel em 2019 para uso pessoal chegou a 81% entre os que tinham 10 anos de idade ou mais. Os menores percentuais foram registrados pelas regiões Norte (69,7%) e Nordeste (72,4%). Nas demais regiões, os percentuais variavam de 85,7% a 87,3%. As mulheres tinham mais aparelhos para uso pessoal (82,5%) do que os homens (79,3%). Banda larga O uso da conexão por banda larga móvel (3G/4G) cresceu de 80,2% em 2018 para 81,2% em 2019 e o da banda larga fixa avançou de 75,9% para 77,9%. Também na passagem de 2018 para 2019, a proporção de domicílios com os dois tipos de banda larga saiu de 56,3% para 59,2%, mas teve queda de 23,3% para 21,4% dentre os que só usam conexão móvel, o mesmo se repetindo entre os que usam só a banda larga fixa, que caiu de 19,0% para 18,1%. Conforme a pesquisa, a conexão discada tem sido cada vez mais irrelevante, saindo de 0,6%, em 2016, para 0,4% em 2017 e 0,2%, em 2018 e 2019. A Região Norte apresentou percentual de domicílios com banda larga fixa de 55,0%, resultado muito inferior ao das demais regiões, que variou de 77,3% a 81,4%. No uso da banda larga móvel, o menor percentual foi do Nordeste com 63,8% e o maior, da Região Norte, com 88,6%. Políticas Públicas Para o gerente de Projetos do Ministério das Comunicações, Hélio Maurício Miranda da Fonseca, a pesquisa do IBGE, que tem parceria com a pasta, é fundamental para vários trabalhos, como por exemplo os planos plurianuais e para a definição de políticas públicas do setor. “A mensuração feita pelo IBGE a partir desse trabalho da Pnad TIC é muito valiosa para que a gente possa ir medindo o efeito das políticas que o poder público federal da União tem estabelecido para os prestadores de serviços, sejam de pequeno ou maior porte”, disse Fonseca, que participou hoje da entrevista coletiva em que foram apresentados os resultados da pesquisa. Por Revista Imagem | Texto Por Cristina Indio do Brasil

  • Impacto da pandemia é maior para trabalhadores jovens, diz Ipea

    Desemprego também afetou mais as pessoas com ensino médio incompleto. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 13:59 Os trabalhadores com idade entre 18 e 24 anos foram os mais prejudicados pela pandemia de covid-29. A taxa de desocupação subiu de 23,8% no quarto trimestre de 2019 para 29,8% no mesmo período de 2020, o que corresponde a quase 4,1 milhões de jovens à procura de emprego. No recorte por escolaridade, o desemprego foi maior para os trabalhadores com ensino médio incompleto: alta de 18,5% para 23,7%, na mesma base de comparação. Em contrapartida, a ocupação dos que têm ensino superior continuou crescendo e houve alta de 4,7%, na comparação entre os números de trabalhadores nesta condição, nos respectivos trimestres de 2019 e 2020. Os dados constam da Carta de Conjuntura divulgada hoje (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), embora a ocupação tenha voltado a crescer após ter atingido, em julho do ano passado, o menor valor da série (80,3 milhões), em janeiro deste ano, havia 86,1 milhões de trabalhadores ocupados no país, bem abaixo do observado antes da pandemia (94 milhões em janeiro de 2020). Para a economista Maria Andréia Lameiras, autora do estudo, a crise sanitária potencializou as diferenças existentes no mercado de trabalho. “À medida que os dados das PNADs contínuas foram disponibilizados, o cenário de forte deterioração, que conjuga desemprego elevado e aumento da subocupação e do desalento, foi se tornando cada vez mais evidente, principalmente nos segmentos mais vulneráveis, os jovens e os menos escolarizados, cuja probabilidade de transitar da desocupação e da inatividade para a ocupação, que já era baixa, se tornou ainda menor”. Recortes analisados O documento da Carta de Conjuntura do Ipea mostra que, no quarto trimestre de 2020, a taxa de desemprego para o sexo feminino (16,4%) foi superior à do sexo masculino (11,9%). No recorte regional, ainda no último trimestre do ano, as regiões Nordeste e Sudeste tiverem maior incremento na taxa de desemprego: de 13,6% para 17,2% e 11,4% para 14,8%, respectivamente. Na análise do emprego setorial, o segmento de serviços foi o maior prejudicado, com queda de 28% da ocupação no quarto trimestre de 2020, fortemente impactado pela paralisação do setor em razão do distanciamento social imposto pela pandemia. A perspectiva para 2021 é de que, apesar da expectativa de aceleração da atividade econômica, as vagas geradas não devem ser suficientes para suprir o desemprego. Segundo o Ipea, a taxa de desocupação deve continuar elevada. A análise tem como base o cruzamento de diversos dados da Pnad Contínua e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia. Por Revista Imagem | Texto Ana Cristina Campos

  • Prefeitura aplica 2ª dose em idosos com 79 e 78 anos nestas quarta e quinta-feira

    Em formato de drive-thru, etapa acontece em frente à Câmara Municipal de Vereadores. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 13:57 Vilhena já tem 8.999 vacinados com a 1ª dose e 2.418 vacinados com a 2ª dose, totalizando 11.417 vacinas aplicadas, o que representa mais de 90% do estoque disponível. Parte das doses ainda não usadas estão sendo aplicadas como segunda dose nesta quarta e quinta-feira em idosos com 79 e 78 anos que já tomaram a primeira dose. Nesta etapa, todos aqueles que estão nestas duas faixas etárias e que receberam a primeira dose em 17 e 18 de março devem procurar o drive-thru da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) em frente à Câmara Municipal de Vereadores nesta quarta-feira, 14, ou quinta-feira, 15, das 8h às 13h. Todas as eventuais reações devem ser notificadas ao WhatsApp institucional do Setor de Imunização, 3322-4170, que também responde dúvidas em geral sobre a vacinação de Vilhena. MAIS VACINAS? - Devido à imprevisibilidade na entrega das vacinas pelos laboratórios, que constantemente têm publicado adiamentos nos prazos de entrega das doses, é impossível para a Prefeitura de Vilhena divulgar calendário de vacinação para os próximos meses ou semanas. “Quando a dose fica pronta no Butantan ou Fiocruz, ele já publicam na imprensa, no entanto, ela precisa ainda ser encaminhada para Guarulhos, em São Paulo, depois separada em lotes e enviada às capitais dos Estados, então catalogada novamente e enviada às regionais de Saúde, para então, ser catalogada novamente e enviada às secretarias municipais de saúde. Esse processo pode levar mais de uma semana e com atrasos possíveis em cada fase do transporte. Dessa maneira, só podemos definir datas exatas de vacinação quando as doses já estão aqui em Vilhena”, explica Sueli Aparecida da Silva, coordenadora do Setor de Imunização. Atualmente a Prefeitura aguarda a chegada de mais doses para dar continuidade na vacinação de 1ª dose. A expectativa é que um novo lote chegue no próximo fim de semana. O público de 63 anos de idade é o próximo a ser contemplado, dentre os idosos. Há ainda profissionais das forças de segurança e da saúde que devem receber a primeira ou segunda dose. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV

  • Povo Cinta Larga concilia produção de castanha e proteção da floresta

    A produção de castanha do povo Cinta Larga vai atingir 80 toneladas na safra 2020-2021, na Terra Indígena Roosevelt. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 08:43 "Agente tem tudo para abranger a agricultura familiar mantendo a cultura do nosso Povo Cinta Larga. E a Coocasin provou que tem esse legado de ensinar o índio a trabalhar, a ganhar seus R$ 1.500,00 por mês, a segurar o seu dinheiro. Então tem como ele viver melhor. E a nossa cooperativa vem provando isso, tirando indígenas da criminalidade, da bebida, das drogas." Com essas palavras, João Cinta Larga, presidente da Cooperativa Extrativista de Castanha Indígena (Coocasin), define a importância da coleta e beneficiamento da castanha produtiva para a autonomia de sua comunidade. A produção de castanha do povo Cinta Larga vai atingir 80 toneladas na safra 2020-2021, na Terra Indígena Roosevelt, localizada entre os estados de Rondônia e Mato Grosso. Para realizar a coleta da castanha nos milhares de hectares de castanhais, os indígenas Cinta Larga contam com o apoio da Fundação Nacional do Índio (Funai) para a aquisição de ferramentas, a instalação de maquinário para o beneficiamento da castanha, o transporte da produção e a capacitação dos indígenas. Para o presidente da Funai, Marcelo Xavier, o povo Cinta Larga soube desenvolver a atividade extrativista de forma a conciliar o ganho econômico com a preservação da floresta no território indígena. “É importante reconhecer a integração entre atividade sustentável, geração de emprego e renda e qualidade do produto. A conservação da floresta também agrega valor à castanha, o que confirma a força de projetos sustentáveis realizados pela comunidade indígena”, afirma Xavier. A produção da castanha gera emprego para cerca de 280 famílias indígenas que garantem sua renda com a comercialização do produto para os estados de São Paulo, Santa Catarina e Goiás, além dos municípios de Rondônia. Em 2020, os Cinta Larga venderam parte da produção para o Programa Estadual de Aquisição de Alimentos (PAA/RO). “A nossa expectativa para os próximos anos é ampliar ainda mais esse mercado. Nós já estamos com uma conversa bem avançada com os compradores dos Estados Unidos e temos certeza que essa conquista logo vai acontecer”, destaca o presidente da Coocasin, João Cinta Larga. “Foi a primeira vez que os indígenas entregaram parte da produção da castanha ao Programa de Aquisição de Alimentos do estado de Rondônia. Isso demonstra a necessidade dos povos indígenas em diversificarem sua produção. Nosso produto agrega valor, tem um preço justo e estamos com a documentação em dia, sendo possível a participação nos demais programas de governo ofertados”, ressalta João Cinta Larga. O coordenador-geral de Etnodesenvolvimento da Funai, Juan Negret Scalia, avalia ser fundamental o incentivo à inserção dos povos indígenas nas políticas de compras públicas e de preços mínimos. “Garantir um valor justo da produção, assim como garantir a possibilidade de venda aos mercados institucionais é fundamental para gerar renda a partir das cadeias produtivas sustentáveis e promover a conservação da biodiversidade”, conclui. Nos últimos dois anos, a Funai investiu aproximadamente R$ 30 milhões em projetos voltados para a geração de renda nas aldeias e fortalecimento cultural dos povos indígenas, atendendo aos preceitos constitucionais de respeito aos usos, costumes e tradições de cada etnia. Os recursos foram destinados para ações que visam a autossuficiência das comunidades indígenas, como a aquisição de materiais de pesca, sementes, mudas, insumos, ferramentas e maquinário agrícola. Desde o início da pandemia do novo coranavírus, em março de 2020, a Funai já investiu cerca de R$ 18 milhões em ações de etnodesenvolvimento nas aldeias de todo país. Os recursos foram destinados a atividades de piscicultura, roças de subsistência, colheita de lavouras, confecção de máscaras de tecido e artesanato, produção agrícola, casas de farinha, entre outros. O objetivo é fazer com que os indígenas mantenham a produção, além colaborar para que, no pós-pandemia, as etnias invistam em processos de geração de renda. Por Revista Imagem | Fonte Funai

  • Área plantada com grãos em Rondônia deve crescer 5,9% na safra 2021

    Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia alcançou R$ 18,3 bilhões de reais em fevereiro de 2021. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 08:40 Mesmo em meio ao cenário de pandemia, o agronegócio de Rondônia vem apresentando resultados positivos. Isso se deve ao incentivo do Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), para os plantios, colheitas e produções de grãos Estado. Segundo informações da gerência de Agrodados da Seagri, a área plantada com os principais grãos produzidos em Rondônia, sendo eles: o arroz, o caroço de algodão, o feijão, o milho e a soja, deve apresentar variação positiva de 5,9% na safra 2020/2021, com destaque para o aumento da área plantada de soja nos últimos cinco anos, que foi de 37,9%, enquanto a produção e produtividade cresceram 48,8% e 7,9%, respectivamente. “A expansão da área plantada de soja se deu, sobretudo, pela ocupação de áreas de pastagens degradadas, com o plantio avançando para as regiões central e norte do Estado. Atualmente a soja ocupa uma área de aproximadamente 400 mil hectares”, explicou o economista da Seagri, Alex Rilie. Conforme mostra o 6º levantamento de grãos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o algodão também se destacou na produção, com um aumento de 88,5% da área plantada, após a liberação, em 2019, pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), do plantio de algodão transgênico. Cabixi, Pimenteiras do Oeste e Vilhena são os principais municípios produtores de algodão do Estado. Estima-se para a safra 2020/2021 uma produção de 30 mil toneladas de algodão em caroço, 11,7 mil toneladas de algodão em pluma e 19,1 mil toneladas de caroço de algodão em uma área plantada de 7,9 mil hectares. O arroz plantado em uma área de aproximadamente 42 mil hectares, deve alcançar uma produção de 139,5 mil toneladas e produtividade média de 3.238 kg/ha. Crescimento de 0,1% em relação ao ano anterior. Toda a área prevista para semeadura do arroz já foi plantada e a oferta de água foi suficiente para o suprimento das plantas (os talhões já estabelecidos com a cultura se encontram em boas condições). De 2020 para 2021 Rondônia teve um crescimento de 1,3% na produção de milho e deve colher 981,4 mil toneladas na safra 2021; a área plantada é de aproximadamente 200 mil hectares. Já o feijão, a expectativa de colheita são de 3,8 mil toneladas com uma produtividade de 982 kg/ha nesta safra. O grão tem se destacado no Estado, com crescimento de 5,9% na área plantada, nos últimos anos. Outro destaque importante é o café, onde houve uma redução de 26% da área em produção, da safra de 2016 a 2020, mas com aumento de 37,3% da produção e 85,5% na produtividade neste período. Conforme disse Alex Rilie, isso se deve, principalmente, ao uso de tecnologias e condições climáticas favoráveis. A maior parte da produção de café no Estado está concentrada nos municípios de Alto Alegre dos Parecis, Alta Floresta do Oeste, Cacoal, Ministro Andreazza, Nova Brasilândia D’Oeste e São Miguel do Guaporé. Na produção agrícola, Rondônia também se destaca em outras culturas presentes, principalmente na agricultura familiar, como a mandioca e a banana. A produção estimada para a mandioca, na safra 2021, é de 536,5 mil toneladas, 7,2% menor da que foi obtida na safra 2019, porém a área colhida deve apresentar aumento de 0,2%. Já a banana, fruta produzida em quase todos os municípios, a área colhida estimada apresentou aumento de 5,4% na safra 2020, em relação à de 2019. Para a safra de 2021, Rondônia deve colher 84 mil toneladas, em uma área de 6.644 mil hectares com produtividade média de 12.657 kg/ha. O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia alcançou R$ 18,3 bilhões de reais em fevereiro de 2021, e foi 56,84% maior do que o obtido no mesmo período de 2020. Os produtos agrícolas de melhor desempenho foram o milho (R$ 1,2 bilhões), o arroz (R$ 412 milhões) e a soja (R$ 3,0 bilhões). Por Revista Imagem | Texto: Sara Cicera

  • Com grande potencial leiteiro, raça Sindi ganha espaço na pecuária de Rondônia

    Pecuaristas do Cone Sul, apostam na criação da raça originária do Paquistão, que tem dupla aptidão para corte e produção de leite. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 08:06 Rondônia apresenta atualmente um cenário de expansão da cultura de grãos, soja e milho, ação que beneficia diretamente o setor de pecuária da região. O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), superou somente neste trimestre de 2021 as expectativas voltadas às atividades do setor agropecuário. Uma das provas de bom desempenho é que o Estado alcançou R$ 18,3 bilhões no Valor Básico da Produção (VBP) garantindo um aumento de 56,84 % em relação ao ano anterior. Vivendo um panorama tendencial, pecuaristas de Rondônia vêm investindo em melhoramentos e registros genealógicos de bovinos. No Cone Sul, uma das raças que vem recebendo esse registro e gerando grandes expectativas é o gado ‘Sindi’. O superintendente técnico adjunto da Associação dos Criadores de Zebu (ABCZ), veterinário José Eduardo, esteve nesta semana em uma fazenda localizada em Vilhena, realizando um criterioso trabalho técnico sobre a raça existente no local, para mostrar que o rebanho é uma boa promessa para a produção de leite. O veterinário conta que a raça tem mostrado cada dia mais, crescimento em números de animais registrados, principalmente pelos criadores de Rondônia que vêm visualizando a qualidade e características extremamente produtivas e eficientes. Originária do Paquistão, o Sindi é a raça zebu leiteira mais nobre entre as demais leiteiras daquela região. Com dupla aptidão para corte e produção de leite, o gado é rústico e consegue se adaptar facilmente em condições negativas onde há falta de comida e água, pois tem capacidade de manutenção maior, além de ser uma raça dócil e resistente a parasitas. A fazenda conta hoje com uma linhagem exclusiva da raça, sendo uma filha da recordista mundial de leite e também com a bicampeã nacional de aptidão leiteira. O técnico realizou uma avaliação completa da raça, registrando os animais, avaliando o desenvolvimento e fazendo o Certificado de Superioridade Genética dentro do grupo de contemporâneos a nível nacional. No ano passado, a Associação, em parceria com a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater) ofereceu curso de qualificação para 32 técnicos extensionistas sobre avaliação de touros da raça zebuína, que prestam assistência aos criadores de gado bovino no Estado. O secretário da Seagri, Evandro Padovani, destaca a importância dos pecuaristas de investir em raças com melhor qualidade tanto para produção de leite quanto de corte, trazendo incentivo aos produtores rurais, pequenos e médios, por meio do Programa de Melhoria da Qualidade Genética do Rebanho Bovino. “O Estado conta com uma forte parceria com a Associação dos Criadores de Zebu, que visa dar assistência ao pequeno produtor que, por ter a produtividade de seus animais baixa, não consegue gerar lucro necessário para a sobrevivência. Programas que incentivam e fortalecem a produtividade e qualidade dos criadores de gado”, afirma. O proprietário da fazenda, Alexandre Martendal, colocou a unidade à disposição da Emater, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e faculdades do ramo para que possam realizar trabalhos de pesquisa e estudos referentes à raça. Por Revista Imagem | Texto Jesica Labajos

  • Governo de RO vai investir R$ 300 milhões em obras de mobilidade urbana

    Projeto “Tchau Poeira” tem por objetivo asfaltar, recuperar e sinalizar vias públicas urbanas nos 52 municípios de Rondônia. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 08:01 O Governo de Rondônia celebra a aprovação de um projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa do Estado (ALE) no valor de R$ 300 milhões que serão utilizados para financiar as ações do projeto “Tchau Poeira” que objetiva asfaltar, recuperar e sinalizar as vias públicas urbanas dos 52 municípios rondonienses. A proposta foi votada pela Casa de Leis e aprovada por unanimidade pelos deputados estaduais na noite desta terça-feira (13). O governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, participou da sessão ordinária do Poder Legislativo e agradeceu aos parlamentares pela celeridade na aprovação da proposta. “O projeto vai proporcionar um salto de qualidade na mobilidade urbana, aumento da segurança no trânsito, além de beneficiar à saúde da população em virtude do asfaltamento de ruas, evitando doenças respiratórias causadas pela poeira. O projeto também prevê sinalização urbana”, explica. Marcos Rocha relatou ainda que o “Tchau poeira” vai trazer mais conforto às famílias. “Isso sem contar na valorização imobiliária, melhora na posição do ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e um reforço na aparência visual de nossas cidades”, destacou. A próxima fase do projeto é a assinatura de parcerias com as prefeituras, para em seguida dar a ordem de serviço e iniciar as obras. “Todos os municípios de Rondônia serão contemplados com o projeto. Cada qual dentro da sua necessidade. Os moradores poderão se livrar de vez da poeira a beira de suas portas e dar um tchau para a lama no inverno. Somente trabalhando em conjunto com as prefeituras realizaremos os anseios da população”, finaliza Marcos Rocha. Por Revista Imagem | Texto Paulo Ricardo Leal

  • Campo sintético será construído na praça do antigo “Buracão da Curitiba”

    Vilhena poderá ser a sede dos JIR em novembro deste ano. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 07:55 O prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês, recebeu em seu gabinete membros da Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) para discutir projetos de desenvolvimento do Esporte e Cultura no município. Na oportunidade o Governo do Estado garantiu a instalação de um campo sintético na praça do antigo “Buracão da Curitiba”. Estiveram presentes na reunião, além do prefeito Eduardo, o secretário municipal de Esportes Silmar de Freitas, o presidente da Fundação Cultural de Vilhena (FCV), França Silva, e representantes da Sejucel, liderados pelo presidente Jobson Bandeira. Jobson entregou ao prefeito os troféus conquistados referentes aos Jogos Intermunicipais de Rondônia (JIR) de 2019, onde Vilhena obteve pódios nas categorias de futsal, basquete, karatê e tênis de mesa. "Não havíamos recebido os devidos troféus que contratamos da empresa em 2019, e devido à pandemia, não pudemos entregar em 2020. Então estamos entregando agora, e queremos que repassem para os atletas vilhenenses que os conquistaram com muito mérito”, aponta Jobson. Ainda na reunião, Jobson informou do projeto que o Estado está ofertando para serem implantadas quadras de grama sintética nos municípios. De prontidão, o prefeito Eduardo mostrou interesse e informou o local onde ela poderia ser instalada em Vilhena: a praça onde era o antigo “buracão da Curitiba”. “Revitalizamos completamente este local, que era fonte de muitos problemas, que agora é uma linda praça. Temos um campinho no local, mas com uma quadra de grama sintética, com iluminação, certamente será um dos locais de lazer mais belos da nossa cidade para a prática de esportes, assim que a pandemia acabar”, aponta Eduardo Japonês. Ainda na reunião, França Silva, endossou a ideia de apresentar projetos culturais do município para a Sejucel. A iniciativa foi bem aceita por Jobson, que lembrou que muitos municípios deixam de aplicar dinheiro por falta de projetos. “Somente em 2020 devolvemos R$ 11 milhões em recursos ao Governo Federal por falta de projetos. Tenho certeza que com o França, Vilhena nos enviará bons projetos para podermos destinar muitos recursos para fortalecer ainda mais a Cultura vilhenense”, conclui Jobson. INTERESSE – A pandemia da covid-19, suspendeu os Jogos Intermunicipais de Rondônia (JIR) em 2020. Para este ano, a Sejucel tem a expectativa que os jogos aconteçam em novembro, dependendo do avanço da vacinação no Estado. Foi ofertada a Vilhena a possibilidade de ser a sede dos jogos. Tanto o prefeito, quanto o secretário de Esportes, concordaram em colocar a estrutura municipal à disposição. “Já fomos sede em anos anteriores, e seguimos aptos e com condições de recebermos o JIR. Com a pandemia, estamos realizando a manutenção das estruturas, e se a vacinação continuar a avançar, poderemos sim, ser a sede dos jogos em novembro. Vou redigir a proposta e enviar para o Governo de Rondônia”, completou Silmar de Freitas, secretário municipal de esportes. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV

  • Posto de saúde do Setor 12 comemora um ano de inauguração e revela números

    Criado na pandemia, posto contabiliza mais de 50 mil atendimentos a pacientes de mais de 10 bairros. Revista Imagem - Vilhena-RO | 14/04/2021 - 07:50 O posto de saúde do Setor 12 completa nesta terça-feira um ano de atividade comemorando resultados positivos para a saúde municipal. De abril de 2020 até agora foram mais de 50 mil atendimentos realizados pelos profissionais da unidade, entre procedimentos, atendimentos individuais, vacinações, visitas domiciliares e atividades coletivas. Extraídos do E-Sus, os dados revelam a importância da unidade que hoje atende mais de 10 bairros na região. De acordo com o setor de tecnologia da informação da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), foram realizados neste primeiro ano de atividade do postinho um total de 242 atividades coletivas, 1.917 aplicações de vacina, 11.859 atendimentos individuais, 17.894 visitas domiciliares e 19.185 procedimentos. Isso resulta no total de 51.097 atendimentos ao longo dos últimos 12 meses, média de mais de 200 por dia útil. Responsável pelos bairros Assosete, Jardim Vitória, Setor 12 e 13, Parque São Paulo, Embratel, Belém, Hípica, Ipê, Iquê e Jardim Araucária, o postinho tem mais de oito mil pacientes sob sua supervisão. Importante para o controle da pandemia no município, a Atenção Básica e seus diversos postos de Saúde prestam atendimento aos casos suspeitos ou confirmados de covid-19 com prescrição de medicamentos, emissão de atestados médicos, avaliação de sintomas, acompanhamento de evolução do quadro clínico, apoio na coleta de exames, atendimento de sintomáticos no Ambulatório Covid-19 e outros. “Antes esses bairros eram atendidos pelo postinho do Setor Industrial, do outro lado da BR-364, e o Leonardo, também distante daqui, o que representava um desafio, especialmente para as gestantes e idosos. Agora esse público tem uma unidade de saúde mais próxima de suas casas. Estamos aqui para acolher a todos os pacientes”, explica a controladora do postinho, Weslaine Amorim. Além dos serviços relacionados à covid-19, os servidores do postinho prestam apoio na vacinação anti-rábica, realizam campanhas de prevenção a diversas doenças, como câncer e outras. Apesar de o prédio ter sido finalizado há vários anos, para torná-lo funcional foi necessário uma ampla reforma, que envolveu pintura, reparos na fiação elétrica, troca de vidros, limpeza, desinfecção, consertos de ferragens e outros reparos. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV

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