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- USP: novo coronavírus infecta e se replica em glândulas salivares
É o primeiro relato de vírus respiratório capaz de infectar e se replicar nas glândulas salivares, dizem os pesquisadores. Revista Imagem - Vilhena-RO |05/07/2021 - 09:52 Estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) mostra que o novo coronavírus (SARS-CoV-2), causador da covid-19, infecta e se replica em células das glândulas salivares. Os resultados da pesquisa foram publicados no Journal of Pathology. As informações são da Agência Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O estudo constatou, por meio de análises de amostras de glândulas salivares, obtidas na autópsia de pacientes que morreram em decorrência de complicações da covid-19, que os tecidos especializados na produção e secreção de saliva funcionam como “reservatórios” do novo coronavírus. “É o primeiro relato de vírus respiratório capaz de infectar e se replicar nas glândulas salivares. Até então, acreditava-se que apenas vírus causadores de doenças com prevalência muito alta, como o da herpes, usavam as glândulas salivares como reservatório. Isso pode ajudar a explicar por que o SARS-CoV-2 é tão infeccioso”, disse à Agência Fapesp o primeiro autor do estudo, Bruno Fernandes Matuck, doutorando na Faculdade de Odontologia da USP. As biópsias foram guiadas por ultrassom em 24 pacientes que morreram em decorrência da covid-19, com idade média de 53 anos, para extração de amostras de tecidos das glândulas parótida, submandibular e menores. O material então foi submetido a análises moleculares para identificação da presença do vírus. De acordo com a pesquisa, os resultados indicaram a presença do vírus em mais de dois terços das amostras. “Observamos vários vírus aglomerados nas células das glândulas salivares, um indicativo de que estão se replicando em seu interior. Não estavam presentes nessas células passivamente”, disse Matuck. A partir dos resultados do estudo, os pesquisadores pretendem avaliar, agora, se a boca pode ser uma porta de entrada direta do novo coronavírus nos humanos. Por Revista Imagem | Texto: Bruno Bocchini
- Vilhena teve 1 óbito e 7 novos casos de covid-19 no domingo
Casos ativos caem de 427 para 325. O total de pessoas infectadas é de 13.357 casos. Revista Imagem - Vilhena-RO |05/07/2021 - 08:15 Vilhena registrou 1 óbito por covid-19 e 7 novos casos da doença neste domingo (4). O óbito registrado foi de um homem, morador de Vilhena, de 59 anos. Na sexta-feira (2), uma mulher de 63 anos também faleceu vítima da covid-19. Desde o início da pandemia em Vilhena em 5/4/2020, o município registrou 342 vítimas fatais da doença - 247 vítimas eram moradoras de Vilhena e 95 moravam em outros municípios. Já o total de pessoas infectadas é de 13.357 casos. Segundo o Boletim Diário da Prefeitura de Vilhena, existem 325 casos ativos, de pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. São 102 casos a menos que na sexta-feira. O número de pacientes recuperados é de 12.780 pessoas. O município vacinou 27.364 pessoas contra o coronavírus com a primeira dose e 8.951 pessoas com a segunda dose da vacina. Até a noite de ontem, 22 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 15 moradores de Vilhena. Destes, 13 estavam na UTI, sendo 7 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 65% na UTI e 37% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 6.173 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 249.547 pessoas. Ontem o governo de Rondônia registrou 1 óbito no seu boletim informativo, que apresentou 51 novos casos. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana
- OMS diz que variante Delta já está em 98 países
Organização alerta que mundo enfrenta período perigoso da pandemia. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/07/2021 - 18:00 A variante Delta, predominante em Portugal, já está presente em 98 países, anunciou hoje (2) a Organização Mundial da Saúde (OMS), alertando que o mundo está diante de um "período muito perigoso da pandemia" de covid-19. "A Delta foi detectada pelo menos em 98 países, propagando-se rapidamente em países com baixa e com alta cobertura de vacinas", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, em entrevista coletiva virtual partir de Genebra. Segundo ele, o mundo enfrenta atualmente um "período muito perigoso da pandemia", com "cenas terríveis de hospitais superlotados" em países com baixa cobertura de vacinação e com a variante Delta, detectada inicialmente na Índia, a "continuar a mutação", o que requer uma avaliação constante com ajustes na resposta de saúde pública. O representante da OMS adiantou que pediu aos líderes mundiais para trabalharem em conjunto, no sentido de garantir que, em julho de 2022, 70% da população mundial estejam vacinados contra o SARS-CoV-2. "Essa é melhor maneira de controlar a pandemia, de salvar vidas e de levar à recuperação econômica global, evitando que as variantes conseguiam se disseminar", defendeu Tedros Adhanom, reiterando o objetivo de, em setembro deste ano, ter 10% da população do mundo já vacinada, o que permite proteger os trabalhadores da saúde e os grupos mais vulneráveis. Para incrementar a vacinação global, o líder da OMS adiantou que estão sendo criadas novas instalações de produção em várias partes do mundo, mas que esse objetivo pode ser acelerado com a partilha de conhecimento e de tecnologia por parte das empresas farmacêuticas. Nesse sentido, Tedros Adhanom disse que desafiou a BioNTech, a Pfizer e a Moderna a partilharem o conhecimento para "poder acelerar o desenvolvimento de novas produções" de vacinas. Na mesma entrevista, a epidemiologista Maria Van Kerkhove, responsável técnica da resposta da OMS à covid-19, considerou que a organização "não tem uma bola de cristal para fazer previsões" sobre quanto tempo ainda demorará a pandemia. Lembrou que, neste momento, existem quatro variantes de preocupação - Alpha, Beta, Gama e Delta -, que também estão em circulação em Portugal. "A trajetória das variantes em cada país depende dos planos que estão sendo implementados", afirmou a especialista, ao destacar a necessidade de manter a vigilância, a testagem, o isolamento dos casos, a quarentena dos contatos e uma boa taxa de vacinação, assim como as medidas de proteção individual. "Todos esses fatores são parte da equação sobre quando essa pandemia vai acabar". A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 3.957.862 mortes em todo o mundo, resultantes de mais de 182,5 milhões de casos de infecção, segundo balanço recente da agência AFP. Em Portugal, morreram 17.108 pessoas e foram confirmados 884.442 casos de infeção, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde. A doença respiratória é provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detectado no final de 2019 em Wuhan, cidade do centro da China. Por Revista Imagem | Fonte Agência Brasil
- Rondônia reforça fiscalização sanitária em bovinos e bubalinos em áreas estratégicas
São postos de fiscalização, em regiões estratégicas, com servidores em plantão para que a vigilância sanitária não pare. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/07/2021 - 17:58 A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), tem reforçado as medidas sanitárias que garantem a saúde dos animais e a qualidade e segurança dos produtos de origem animal que são produzidos na região. Com isso, o resultado é uma pecuária em franco crescimento, com mais de 14 milhões de cabeças de bovinos e bubalinos, colocando o Estado no cenário mundial como um dos grandes exportadores de carne do Brasil. No último dia 27 de maio, houve a conquista do reconhecimento internacional de área livre de febre aftosa sem vacinação, condição indispensável para acessar os grandes mercados consumidores de carne bovina. Dentre as atividades de defesa sanitária animal desenvolvidas pelo Estado destaca-se a fiscalização do trânsito de animais e de seus produtos que, atendendo às exigências do Plano Estratégico do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa (Pnefa), foi ampliada na divisa com o estado do Mato Grosso, com a instalação de mais dois postos de fiscalização e a implantação de câmeras de videomonitoramento em estradas onde não há postos fixos da Agência. Hoje, são sete postos de fiscalização, em regiões estratégicas, com servidores em plantão permanente, para que a fiscalização seja ininterrupta. Os postos de fiscalização estão localizados no quilômetro 130 da BR-319, na divisa de Porto Velho com Humaitá/AM; na divisa de Machadinho d’Oeste com o município de Colniza/MT; em Nova Colina, na divisa de Ji-Paraná com Rondolândia/MT; na BR-364, em Vilhena, na divisa com Comodoro/MT; no quilômetro 74 da RO-174, na divisa de Vilhena com Juína/MT e em Cabixi, que faz divisa com Comodoro/MT. “Esses dois últimos postos foram criados ano passado, como parte das ações estratégicas que possibilitaram o pleito do reconhecimento internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação”, destacou Ney Carlos Dias de Azevedo, coordenador do controle de trânsito animal da Idaron. “O controle do trânsito de animal é medida basilar para qualquer Estado que alcance o status sanitário conquistado por Rondônia. Há regras e normas sanitárias que regulam a movimentação de animais e produtos de origem animal, para que possa ser feita com segurança. Essas regras tornaram-se ainda mais rigorosas com o reconhecimento de Rondônia como zona livre de aftosa sem vacinação, pela Organização Mundial da Saúde Animal (OIE). O principal objetivo é impedir a difusão de doenças dos animais e garantir o correto transporte de produtos de origem animal que são voltados ao consumo humano”, explica o presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres. VIGILÂNCIA A preocupação do Governo de Rondônia com o fluxo de animais suscetíveis à febre aftosa, dentro do território rondoniense, é justificado pelo grande volume de negócios envolvendo a compra e a venda de gado no Estado. De janeiro à dezembro do ano passado (2020), por exemplo, a Idaron registrou o trânsito de mais de 350 mil animais suscetíveis à febre aftosa. Foram 270,2 mil saídas e 98,3 mil ingressos. Toda movimentação foi inspecionada e registrada por técnicos da Idaron, um controle rigoroso e sanitariamente necessário, visto que o gado oriundo de áreas que ainda vacinam contra a febre aftosa não podem ser incorporados ao rebanho rondoniense. “Das regiões que ainda vacinam contra aftosa, apenas suínos, caprinos e ovinos podem ser incorporados aos rebanhos de Rondônia. Contudo, para que esses animais ingressem em território rondoniense, o caminhão que os transporta deve ter sido lacrado na origem e, acompanhando a GTA (Guia de Trânsito Animal), deve ser apresentado comprovante de exame laboratorial que ateste a sanidade das reses. Ou seja, os animais devem estar comprovadamente livre da febre aftosa”, destaca Julio Cesar. “Bovinos e bubalinos oriundos de áreas que ainda vacinam contra a febre aftosa, de forma alguma podem ser incorporados aos rebanhos dentro do Estado. Porém, essas duas espécies podem ingressar para o abate direto, com carga lacrada na origem. Mas, para isso, o frigorífico tem que estar apto para receber esses animais, já que, após o abate, a região da língua e faringe passam por um tratamento de inativação do vírus da febre aftosa e o frigorífico tem que estar preparado para fazer esse tratamento”, acentua. BARREIRAS Além dos postos fixos de fiscalização, com apoio da Polícia Militar, regularmente a Idaron realiza barreiras sanitárias volantes. As barreiras são montadas em pontos estratégicos, onde é registrado maior trânsito de animais. Além de garantir a saúde do rebanho e a qualidade dos alimentos que chegam à mesa do consumidor, o objetivo das barreiras também é coibir fraudes e trânsito irregular de animais. “A fiscalização de trânsito animal é a barreira primária para impedir que animais enfermos ingressem no estado e comprometam a sanidade de nosso rebanho e, consequentemente, o potencial econômico da pecuária”. PARCERIA Além das operações desenvolvidas individualmente, a Idaron firmou parceria com a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf) e com o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), como parte das ações integradas do Bloco I do Pnefa, para colaboração no compartilhamento de dados e disponibilização de pessoal para atuação nos postos de fiscalização localizados nas divisas comuns dos estados. Recentemente, o Estado do Amazonas designou técnicos veterinários e agropecuários para dar suporte aos servidores da Idaron nos distritos de Nova Califórnia, Extrema, Vista Alegre do Abunã e em Porto Velho. O trabalho integrado será aplicado na vigilância das propriedades localizadas nos municípios de Lábrea e Canutama, região onde a Idaron faz o controle sanitário do rebanho. Integração também no posto da comunidade do Tucandeira, na divisa do distrito de Nova Califórnia com o município de Acrelândia/AC, onde técnicos da Idaron e do Idaf/AC trabalham em conjunto na fiscalização do trânsito de animais. FISCALIZAÇÃO Dentro da Idaron existe a Coordenação de Controle de Trânsito Animal, setor que gerencia, acompanha e coordena as atividades de fiscalização sanitária do trânsito de animais e de produtos de origem animal. Na fiscalização, seja no posto fiscal ou na barreira volante, existe um procedimento padrão: abordagem de qualquer veículo que possa transportar animal ou produto de origem animal. É feita fiscalização da carga e os animais são vistoriados para descartar sintomas de alguma doença de notificação obrigatória. Caso seja identificado algum sinal clínico que sugira doença de controle oficial, o animal é desembarcado em local apropriado e submetido a análise clínica mais aprofundada. Se descartada a doença, a carga tem o trânsito permitido e a Idaron monitora o destino. Também é realizada a conferência da documentação sanitária, com foco na validade e autenticidade da GTA, e é verificado se os animais descritos no documento são realmente os que estão na carga. De acordo com o gerente de Defesa Sanitária Animal da Idaron, Fabiano Alexandre dos Santos, há casos específicos em que, durante a fiscalização de trânsito, outros documentos são exigidos. “Por exemplo, para o trânsito interestadual de bovinos e bubalinos com a finalidade de reprodução, além da GTA, deve ser apresentado o exame de brucelose e tuberculose dos animais. É feito ainda o trabalho de educação sanitária, com entrega de folhetos sobre a importância do transporte de animais com documentação regular exigida. A medida visa mostrar que o trabalho realizado pela Idaron é benéfico ao produtor, para garantir a sanidade dos animais produzidos no estado, resguardando o interesse econômico do pecuarista”. Por Revista Imagem | Texto: Toni Francis
- Ausência de fungos fortalece e impulsiona a produção de cacau em Rondônia
Monitoramento da Idaron foi feito em mais de 1 mil propriedades, em todo o estado de Rondônia. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/07/2021 - 17:58 Com a implantação de projetos voltados à revitalização da lavoura cacaueira, de iniciativa do Governo do Estado, por meio da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado (Idaron), em parceria com entidades ligadas a cadeia produtiva do cacau, Rondônia volta a tomar fôlego na produção da fruta. Hoje, segundo dados da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), já são 12 mil hectares plantados em todo o Estado. Um dos fatores que tem favorecido o cultivo do cacau em Rondônia é a ausência da ‘Monilíase do cacaueiro’, uma doença causada pelo fungo Moniliophthora roreri, que ataca tanto o cacau quanto o cupuaçu, em qualquer fase do desenvolvimento, podendo causar perdas de 30% a 100% na produção dos frutos. Nesta semana, a Idaron divulgou informações do levantamento que é realizado, anualmente, no período de janeiro a junho, sobre o controle da ‘Monilíase do cacaueiro’ no Estado. De acordo com o levantamento realizado em 1.010 propriedades rurais rondonienses, não foi detectado sinal do fungo Moniliophthora roreri nas lavouras. “Esse trabalho é realizado sempre no primeiro semestre do ano, porque é o período de maior frutificação da cultura”, explica João Paulo de Souza Quaresma, coordenador de vigilância e controle de pragas. Segundo ele, o trabalho de vigilância segue os procedimentos definidos pelo Ministério da Agricultura e contempla as propriedades que possuem cacaueiros e/ou cupuaçuzeiros, com inspeção das plantas em áreas comerciais, lavouras abandonadas, quintais produtivos e em quintais agroflorestais. “Além do levantamento, a Idaron realiza outras ações para prevenir a doença, como fiscalização do trânsito de frutas e mudas e educação sanitária”, destaca. Orientação Os técnicos da Idaron estão preparados para atuar de forma emergencial nos focos iniciais da praga, tanto na detecção do fungo quanto na contenção de focos, mas, para que o trabalho seja ainda mais eficaz, de acordo com João Paulo, é fundamental a colaboração de todos. “Caso haja algum fruto com suspeita da doença, ele (fruto) não deve ser tocado ou retirado da planta. O local deve ser isolado e o produtor deve comunicar o caso a Agência Idaron o mais rápido possível”, orienta o coordenador. Monilíase A ‘Monilíase do cacaueiro’ pode ser dispersada pelo vento, chuva, insetos e animais silvestres, mas é por meio do homem que a praga pode ser levada para novas áreas, através de material contaminado, como roupas, utensílios, sementes, frutos etc. Os sintomas da praga nos frutos são: manchas de coloração chocolate ou castanho-escuro, que aparecem entre 45 e 90 dias após a infecção e, posteriormente, um pó branco que aparece de 5 a 12 dias e se solta dos frutos em grande quantidade. “Além do cacaueiro, o cupuaçuzeiro e outras espécies silvestres podem ser afetados e transmitir a doença”. A praga ainda não foi detectada no Brasil, mas está presente na América Central, Caribe e na América do Sul, inclusive em países que fazem fronteira com o Brasil como, Bolívia, Peru, Colômbia e Venezuela, aumentando o risco de entrada no país. Por Revista Imagem | Texto: Toni Francis
- Festival do Tambaqui vai acontecer em 30 municípios de Rondônia e nas capitais do país
Festival tradicional do estado se tronou nacional e está previsto para acontecer simultaneamente no dia 19 de setembro. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/07/2021 - 17:55 O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), já está se preparando para realizar o tradicional Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia em 2021, em parceria com a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar), com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Rondônia (Sebrae), Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura de Rondônia (Sedi). O intuito do Festival é promover, divulgar e incentivar o consumo do tambaqui dentro e fora do Estado, além de abrir novos mercados e gerar novas oportunidades de negócios. Neste ano de 2021, o Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia deve acontecer em todo o território brasileiro, incluindo mais de 30 municípios de Rondônia e as 26 capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. A expectativa é assar, só aqui no Estado, mais de 15 mil bandas do pescado, totalizando aproximadamente 24 mil quilos de peixe nativo da região amazônica. O evento está previsto para acontecer simultaneamente no dia 19 de setembro nos municípios de rondonienses e nas capitais do país. Todo o pescado para a realização do evento será de Rondônia, adquirido por meio de doações e processado em parceria com frigoríficos e agroindústrias. Os tickets serão vendidos antecipadamente para a retirada no dia do festival, e os interessados devem procurar os comitês organizadores de cada município. De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, já está em andamento o processo de licitação para aquisição das embalagens, tendas, banners, lonas, entre outros para a realização do Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia. “Já estamos trabalhando para realizar o maior festival de peixe do país. Somos referência na produção de tambaqui, somos o maior produtor de peixe nativo de cativeiro do Brasil, e agora vamos conquistar as capitais com o festival, onde teremos a oportunidade de mostrar a beleza, a grandeza e o sabor do nosso tambaqui. Em breve vamos levar nosso tambaqui para o mercado externo”. Rondônia é o maior produtor de peixes nativos do país, sendo o tambaqui a principal espécie produzida em cativeiro, com 90% de toda a produção. Conforme apontam os dados Anuário Peixe BR 2020, da Associação Brasileira da Piscicultura, são mais de 80 mil toneladas de peixes produzidas anualmente no Estado. Por Revista Imagem | Texto: Sara Cicera
- Governo de RO alerta produtores rurais sobre proibição de queimadas controladas
O objetivo é prevenir o alastramento de incêndios em propriedades rurais. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/07/2021 - 17:46 Com base no decreto federal nº 10.735, o Governo de Rondônia, por meio Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), alerta aos produtores rurais regionais que estão proibidas por 120 dias, com ressalvas específicas, as queimadas controladas. De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente (https://bityli.com/K6xvm), “considera-se queima controlada o emprego do fogo como fator de produção e manejo em atividades agropastoris ou florestais, e para fins de pesquisa científica e tecnológica, em áreas com limites físicos previamente definidos”. O secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, relembrou que a queima “é prejudicial ao solo” e “ao meio ambiente como todo”. Também foi ressaltado pelo titular que as novas tecnologias disponíveis nos setores de produção do agronegócio são suficientes para afastar a possibilidade do uso de fogo como método. “A matéria orgânica sobre o solo é altamente necessária para a proteção da produção. Hoje, o fogo foi banido das boas práticas agropecuárias”. Instrução A Seagri sugere ainda a realização de aceiros como forma eficaz de contenção de incêndios. “Pedimos que os produtores reforcem os cuidados fazendo os aceiros preventivos nas divisas com os lotes, cercas, estradas”, pontuou Padovani. O secretário concluiu que “caso haja, porventura, um foco com potencial incendiário, o desbaste deve impedir eventual alastramento nas propriedades”. Por Revista Imagem | Texto: Vinicius Canova
- Novo decreto municipal estabelece quatro fases de restrições em Vilhena
Atualmente ocupação em estabelecimentos comerciais é limitada a 30% da máxima. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/07/2021 - 17:35 A Prefeitura de Vilhena publicou na tarde desta sexta-feira (2), novo decreto municipal que entra em vigor hoje com novas regras sanitárias para controle da pandemia de covid-19. A partir de agora o município revisará a situação epidemiológica a cada 10 dias, alternando as restrições conforme as quatro fases estabelecidas pelo decreto n° 52.943. A regulamentação local específica passou por consulta aos membros do Comitê Municipal de Enfrentamento à Covid-19. Ficam estabelecidos 4 (quatro) níveis para retomada das atividades, econômicas segundo critérios epidemiológicos-sanitários de proteção à saúde, econômicos e sociais, sendo: Nível 1, Emergência em Saúde Pública: os estabelecimentos comerciais deverão reduzir para 30% a ocupação de pessoas em seus espaços físicos. Nível 2, Perigo Iminente: os estabelecimentos comerciais deverão reduzir para 50% a ocupação de pessoas em seus espaços físicos. Nível 3, Alerta: os estabelecimentos comerciais deverão reduzir para 70% a ocupação de pessoas em seus espaços físicos. Nível 4, Cuidados Permanentes: reabertura comercial total com os critérios de proteção à saúde coletiva, desde que exista medida de proteção efetiva (imunização) e as regras mencionadas no artigo 25. É responsabilidade do Poder Executivo Municipal, através da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), em prazo mínimo de 10 dias, a avaliação para a classificação do município nos níveis. Está permitido o funcionamento, respeitadas as condições contidas na Licença de Localização e Funcionamento, de todas as atividades, serviços, estabelecimentos, industrias e comércios de segunda-feira a domingo, com seu funcionamento até 00h00min (zero hora). Cada atividade, no entanto, tem regras específicas que devem ser observadas na íntegra do decreto. São exceções às limitações de horário: borracharias, postos de combustíveis (não incluídas suas conveniências), serviços funerários, transporte de táxi, como também de motoristas de aplicativos e mototáxi, hoteis e hospedarias (não incluídas as áreas recreativas), farmácias e drogarias, clínicas de atendimento médico hospitalar, clínicas veterinárias, restaurantes e lanchonetes localizados em rodovias (desde que não localizados em perímetro urbano), escritórios de advocacia e serviços de entrega e retirada de alimentos. Fica liberada a realização de eventos em locais autorizados para este fim com a participação de no máximo 100 pessoas, até o limite de horário de 00h00min (zero hora), respeitando ainda a capacidade máxima de 30% do espaço usado, verificação de temperatura, bem como vedadas as interações dançantes. Além disso, nos eventos com mais de 50 pessoas, será exigido teste de covid-19. Atividades e competições esportivas profissionais e amadoras podem acontecer, sem público e respeitando os protocolos sanitários das suas respectivas Confederações. Já as atividades desportivas recreativas estão permitidas desde que obedecidos os protocolos e medidas sanitárias permanentes descritas no decreto, também sem público. Fica proibida também a venda de bebidas alcoólicas de 00h00min (zero hora) às 06h00min (seis horas), todos os dias, em todos os estabelecimentos que as comercializem. Consulte a íntegra em: www.bit.ly/decretocovid19vilhena . Por Revista Imagem | Fonte: Semcom
- Motorista que não fizer exame toxicológico será punido a partir de agora
Descumprimento passou a ser considerado infração gravíssima (7 pontos na carteira), com multa no valor de R$ 1.467,35. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/07/2021 - 08:55 O Departamento Estadual de Trânsito (Detran), alerta que desde ontem (1) o exame toxicológico passou a ser obrigatório em todo o país para os motoristas com CNH nas categorias C, D e E com idade inferior a 70 anos de idade, que devem realizar o exame a cada dois anos e seis meses. Com as alterações do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), por meio da Lei 14.071 de 2020 que entrou em vigor no dia 12 de abril deste ano – estabeleceu novas regras para o exame toxicológico para motoristas de categorias C, D e E, como a obrigatoriedade do Toxicológico Periódico a cada 30 meses, independente do prazo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O período de vencimento já era previsto pela lei que estava em vigor anteriormente, no entanto, não havia penalidades previstas em caso de descumprimento. O motorista que não realizar o Toxicológico Periódico previsto em lei e for flagrado nas fiscalizações vai sofrer penalidades, sendo: infração gravíssima (7 pontos na carteira), será multado no valor de R$ 1.467,35 ( um mil, quatrocentos e sessenta e sete reais e trinta e cinco centavos) e a suspensão do direito de dirigir por 90 dias, condicionado o levantamento da suspensão à inclusão no Registro Nacional de Carteira de Habilitação (Renach) de resultado negativo em novo exame. Os motoristas com mais de 70 anos, o exame deverá ser realizado somente na renovação da CNH. O exame toxicológico é exigido para identificar condutores que façam uso regularmente de alguma substância psicoativa, caracterizando, assim fator de risco para o exercício da atividade e para a ocorrência de acidentes de trânsito. O condutor deve realizar o exame em laboratórios credenciados pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), junto ao posto de coleta contratado pelo laboratório. O exame é realizado a partir da coleta de uma pequena amostra de pelos ou cabelos, sendo um procedimento rápido e indolor. Rondônia têm 152.322 mil motoristas nas três categorias que são exigidas o exame toxicológico, sendo 36 mil condutores na categoria C, 79.194 mil na categoria D e 37.128 mil na categoria E. Lembrando que os motoristas têm até 30 dias após o vencimento do prazo estabelecido no §2º artigo 148-1 do CTB para fazer o exame toxicológico. Por Revista Imagem | Texto: Eleni Caetano
- Vilhena registra 21 novos casos de covid-19 nesta quinta-feira
Casos ativos caem de 586 para 427. O total de pessoas infectadas é de 13.317 casos. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/07/2021 - 08:06 Vilhena registrou 21 novos casos de covid-19 nesta quinta-feira (1) e nenhum óbito pela doença. Desde o início da pandemia em Vilhena em 5/4/2020, o município registrou 340 vítimas fatais da doença - 245 vítimas eram moradoras de Vilhena e 95 moravam em outros municípios. Já o total de pessoas infectadas é de 13.317 casos. Segundo o Boletim Diário da Prefeitura de Vilhena, existem 427 casos ativos, de pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. O número de pacientes recuperados é de 12.640 pessoas. O município vacinou 27.364 pessoas contra o coronavírus com a primeira dose e 8.951 pessoas com a segunda dose da vacina. Até a noite de ontem, 18 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 12 moradores de Vilhena. Destes, 14 estavam na UTI, sendo 11 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 70% na UTI e 16,6% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 6.149 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 248.173 pessoas. Ontem o governo de Rondônia registrou 13 óbitos no seu boletim informativo, que apresentou 566 novos casos. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana
- Um terço das mortes registradas em cartório no 1º semestre é por covid
Segundo dados dos cartórios, em 2020 o índice foi de 13,6%. Revista Imagem - Vilhena-RO |01/07/2021 - 14:18 Dos 927.568 registros de óbito no primeiro semestre no país, 314.036 foram por covid-19. Os números estão no Portal da Transparência do Registro Civil e foram atualizados até a madrugada de hoje (1º). Os dados do portal são atualizados duas vezes por dia e seguem os prazos legais. A família tem até 24 horas após o falecimento para registrar o óbito em cartório, porém esse prazo foi estendido para 15 dias por causa da pandemia. O cartório tem até cinco dias para efetuar o registro de óbito e depois até oito dias para enviar o ato à Central Nacional de Informações do Registro Civil, que atualiza a plataforma online. Portanto, os números ainda podem mudar. Até o momento, os dados oficiais do Ministério da Saúde somam 518.066 mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil desde o início da pandemia. O registro de óbitos por covid-19 vem caindo. Em março, a média móvel de mortes dos últimos sete dias chegou a 3.357 no dia 30. Foi o ponto mais alto do primeiro semestre. Em junho, essa média ficou entre 1.600 e 2.000 óbitos. O mês termina com uma média móvel de 592 mortes. Apesar da incidência de casos continuar acima de 70 mil novos casos diários. No pico da pandemia no ano passado, entre o fim de maio e o fim de agosto, a média móvel de óbitos ficou em torno de 1.000 registros por dia. O presidente da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado do Rio de Janeiro (Arpen/RJ), Humberto Costa, disse que esse número não leva em conta as mortes causadas por outras doenças que podem ser associadas ao agravamento da covid-19, principalmente a síndrome respiratória aguda grave (SRAG), responsável por 16.868 óbitos em 2020 e 8.613 este ano. Em 2019, antes da pandemia portanto, foram registrados 1.512 óbitos por SRAG. “Houve um aumento exacerbado no número de óbitos. No cartório em que eu sou titular, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, por exemplo, a gente passou de um total de 300 a 400 óbitos mensais para 600 a 700 óbitos mensais. Isso em razão da pandemia, antes o número máximo que a gente tinha feito era de 400 óbitos”, explicou Costa. Excedente de óbitos No ano passado, dos 1.460.991 registros de óbito emitidos no país, 198.547 tiveram como causa a covid-19, o que equivale a 13,59% do total. Foram cerca de 190 mil mortes a mais em 2020 do que em 2019 no país. Para Costa, a única explicação para esse excedente de óbitos é a pandemia. “Morreu um número muito maior de pessoas. A única diferença dos anos anteriores para o ano passado e este ano é o coronavírus. Nossos números são muito altos, espero que com a vacinação eles diminuam”, disse. Somente no primeiro trimestre deste ano, o aumento no número de registros de óbitos no país foi de 40%. Segundo a Arpen, em maio de 2021, apesar da queda nos registros em relação a março e abril, os óbitos ainda ficaram 70% acima da média de registros mensais da pandemia, iniciada em março de 2020. O professor e pesquisador Cássio Turra, do Departamento de Demografia da Universidade Federal de Minas Gerais, destaca que medidas sanitárias e o avanço do conhecimento científico e tecnológico propiciaram um aumento linear no crescimento populacional desde o século 19. “O aumento só foi interrompido por grandes crises como a gripe espanhola de 1918-1919, que matou 50 milhões de pessoas, e a 2ª Guerra Mundial, que deixou 40 milhões de civis e 20 milhões de soldados mortos entre 1939 e 1945. Agora, o mundo passa por um novo impacto de aumento exacerbado da mortalidade, causado pela pandemia de covid-19, que já se aproxima de 4 milhões”, disse Turra. “O cálculo do excesso de mortalidade é feito com a extrapolação a partir dos óbitos do ano anterior com o que era esperado para cada país. Os países tiveram comportamento muito diferente, no Brasil teve um excesso de mortalidade de 22% no ano de 2020 e, em 2021, até aqui está com um excesso de 67%, em função do agravamento da crise em março e abril”, disse o professor. Turra explicou que esse excesso de mortalidade é uma combinação de efeitos diretos e indiretos, resultantes tanto dos óbitos por covid-19 como por outras causas como o estrangulamento do sistema de saúde e mudança de comportamento dos indivíduos. As informações foram dadas pelo professor no evento online UFMG Talks em Casa. Idosos No mesmo evento, a professora e pesquisadora Sandhi Barreto, do Departamento de Medicina Preventiva da UFMG, lembrou que o Brasil tem despontado pelos piores indicadores de mortes por milhão de habitantes nessa pandemia, ultrapassando a média de uma morte por minuto em 2021. “Essa desproporção fica evidente quando a gente compara a relação população mundial e o percentual de mortes. O Brasil responde por 2,7% da população mundial e 13% das mortes por covid-19 estão aqui no país. A prevalência e a gravidade da pandemia foram ampliadas porque, diferente de outros vírus respiratórios que enfrentamos, a covid afeta os mais velhos e aqueles com doenças crônicas”. Disse a professora. Entre as quase 520 mil vítimas da covid-19 no Brasil, 29.145 tinham 90 anos ou mais, sendo que desse total 1.576 tinham 100 anos de idade ou mais. Com base nas projeções da população para 2021 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), isso equivale a 3,40% dos brasileiros com 90 anos ou mais perdidos para a pandemia. Por faixas etárias, o Brasil perdeu 0,69% das pessoas de 60 a 69 anos de idade, 1,28% entre 70 e 79 anos de idade e 2,30% dos idosos de 80 a 89 anos de idade, segundo os óbitos registrados por idade no site dos cartórios especial da covid-19. Para a população total, a pandemia levou 0,24% dos brasileiros entre 16 de março de 2020 e 28 de junho de 2021. Com o avanço da vacinação, a faixa etária das vítimas tem diminuído, como destaca o presidente da Arpen-RJ, Humberto Costa. “O número de óbitos que a gente teve é bem expressivo, morreu gente de todas as faixas etárias. No início da pandemia, quando os idosos não estavam vacinados, a faixa etária que a gente mais registrava óbito era entre 70 e 80 anos de idade. Me parece que é bem claro que a vacinação faz com que o número de óbitos caia radicalmente. Se a gente tivesse com um percentual maior da população vacinada, com certeza não teria tantos óbitos quanto estamos registrando”, disse Humberto Costa. Cai a expectativa de vida Com a perda dos idosos pela covid-19, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer diminuiu em, pelo menos, dois anos, segundo aponta um estudo da UFMG em colaboração com as universidades norte-americanas de Harvard, do sul da Califórnia e de Princeton, publicado na plataforma MedRxiv. O estudo foi baseado nos dados do ano passado, mas com o recrudescimento da pandemia, em 2021 o índice será ainda pior. Segundo o levantamento, pessoas nascidas no ano passado viverão, em média, 1,94 ano a menos do que se esperaria, de volta aos patamares de 2013. Essa é a primeira queda desde a década de 1940. De acordo com o IBGE, uma pessoa nascida no Brasil em 2019 tinha expectativa de viver, em média, até os 76,6 anos de idade. Para os homens eram 73,1 anos de idade e para as mulheres 80,1 anos de idade. O estudo indica que, na faixa etária dos 65 anos de idade, a redução da expectativa de vida no ano passado foi de 1,58 ano, o que coloca o Brasil de volta aos níveis de 2009. Entre as unidades da federação, a queda na expectativa de vida ao nascer foi maior no Distrito Federal, com uma diminuição de 3,68 anos. Cássio Turra explica que esse efeito na expectativa de vida traduz, de forma simples, o impacto do excesso de óbitos. Para os nascidos em 2021, o cálculo já indica uma redução de 1,78 anos na expectativa de vida em relação a 2019. Para ele, essa flutuação tende a ser temporária e é possível que o nível seja recuperado no próximo ano. “Eu sou um otimista cauteloso com relação a 2022, imaginando o seguinte: se a vacinação em 2021 avançar para patamares que permitam a redução da mortalidade de forma significativa, certamente a expectativa deve voltar aos níveis de 2019 ou para o que estava projetado para 2022. No médio prazo, depende de quais as marcas diretas e indiretas que a doença vai deixar nas pessoas, como de outras doenças que deixaram de ser acompanhadas nesse período”, disse. De acordo com Turra, é preciso analisar também a seletividade da mortalidade, já que no excesso de óbito está contida também a perda da população que inicialmente já poderiam ser mais suscetível à morte. “Isso pode ter um efeito no médio prazo. Acho que os ganhos anuais vão voltar, mas num ritmo menor. No longo prazo, os efeitos seculares predominam. A gente vai ter um ritmo de aumento na expectativa de vida quanto mais profundas forem as mudanças estruturais que já estão acontecendo no Brasil, como o aumento da escolaridade e a melhoria da saúde preventiva. Se olharmos um pouco além da nossa conjuntura atual, são movimentos que vem favorecendo a nossa expectativa de vida”, explicou. Efeitos no envelhecimento A pesquisadora Sandhi Barreto destaca que, além do meio milhão de mortes, o país teve mais de 18,5 milhões de pessoas infectadas e ainda são necessários mais estudos para estimar os efeitos de longo prazo no envelhecimento saudável. “Mais ou menos 20% dos hospitalizados por covid vão desenvolver complicações graves como insuficiência respiratória, disfunção de múltiplos órgãos, internações prolongadas, prejuízos motores, cognitivos e mentais. A gente sabe que quanto mais grave o adoecimento por covid, maior o risco de sequelas e necessidade de reabilitação e cuidados com os sobreviventes”, disse a pesquisadora. A pesquisadora explica que estudos já mostraram que um em cada três sobreviventes da covid-19 apresentaram doença mental ou neurológica após 6 meses. “No curto prazo, a pandemia acentuou as desigualdades que já existiam, além de piorar as condições das pessoas idosas e que tinham doenças crônicas”. De acordo com Sandhi Barreto, entre os problemas causados pela covid-19 nos sobreviventes já foram identificados a redução da autonomia nos idosos, que pode levar à dependência, o atraso em diagnósticos de outros problemas, atraso em tratamentos, cancelamento de procedimento, modificação de comportamentos importantes para o controle de doenças crônicas, como exercício e alimentação, deterioração na qualidade do sono e diminuição da rede de apoio social. Por Revista Imagem | Texto Akemi Nitahara
- Governo de Rondônia denunciou à PF oferta de vacinas pela Davati
Empresa é a mesma do vendedor ouvido na CPI da Covid, que diz ter recebido pedido de propina por servidor do Ministério da Saúde Revista Imagem - Vilhena-RO |01/07/2021 - 13:59 O governo de Rondônia denunciou à Polícia Federal (PF) uma oferta feita pela Davati Medical Supply de 2 milhões de doses da vacina da Janssen ao estado. O Executivo estadual pediu a apuração de eventuais crimes de estelionato, falsificação de documento e falsificação de produto destinado a fins medicinais pela empresa. O vendedor da empresa, Luiz Paulo Dominguetti Pereira, disse à Folha de S.Paulo ter recebido uma oferta de propina do então diretor de logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias. A empresa ofereceu 400 milhões de doses de AstraZeneca ao Ministério da Saúde, sem autorização da farmacêutica para a negociação. A Davati procurou o governo de Rondônia pedindo que assinasse uma carta de intenção ("letter of intent" ou LOI em inglês) para se credenciar para o pedido junto à farmacêutica, mesmo procedimento que adotou junto ao Ministério da Saúde. Segundo o governo estadual, a SENAH (National Secretariat for Humanitarian Affairs), citada no depoimento de Dominguetti à CPI da Covid nesta quinta-feira, também participou da oferta de 2 milhões de doses da vacina da Janssen. "Os laboratórios nos quais, supostamente, se originaram as vacinas, negam de maneira expressa a existência de canais paralelos de negociação. Havendo, neste caso, comprovação de que as vacinas oferecidas não são vendidas pelo canal que oferece a administração pública Rondoniense", disse Fábio de Sousa Santos, Procurador do Estado, em ofício à Polícia Federal. Procurada, a Polícia Federal não informou a providência que tomou sobre o caso. Por Revista Imagem | Texto Natália Portinari - Yahoo
- 3 mil pessoas morreram por complicações de câncer nos últimos 2 anos em Rondônia
Tipos de câncer que mais afetam a população rondoniense são os de pulmão, traqueia, cólon e reto e pele não melanoma. Revista Imagem - Vilhena-RO |01/07/2021 - 13:54 Um total de 3.033 pessoas morreram devido a alguma complicação provocada por câncer em Rondônia. Esse número é referente aos anos de 2019, 2020 e o início de 2021. Os dados foram solicitados pelo G1 via Lei de Acesso à Informação (LAI) à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Ao que se refere a pacientes em tratamento neste período, a pasta justificou que o sistema "não dispunha de dados tão atualizados e mensurados mês a mês", mas que trabalham com ano a ano de diagnósticos. Ainda de acordo com o levantamento, no total de óbitos, os homens são os que mais perderam a vida para a doença: 1.732. Já as mulheres correspondem a 1.300 no período solicitado. Uma morte é de criança. Também foi pedido à pasta informações do quantitativo de pacientes que fizeram e estão em tratamento contra a doença. No entanto, foi respondido que os Registros Hospitalares de Câncer (RHC) e o Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) não dispunham de dados tão atualizados e mensurados mês a mês. Segundo os dados, os cânceres mais presentes na população rondoniense são de: pulmão, traqueia, cólon e reto, pele não melanoma. Nos homens ainda estão os cânceres de próstata e estômago. Já específico nas mulheres são de mama, colo do útero e brônquios. Entre as crianças, com o câncer pediátrico (0 a 18 anos de idade), estão a doença no sangue, como a leucemia e o linfoma, tumores do sistema nervoso central, neuroblastomas, tumores de Wilms, dos rins, tumores de partes moles, tumores ósseos, retinoblastoma nos olhos. Tratamento Segundo o cirurgião oncológico, Rafael Brito, os trabalhos começam no momento do diagnóstico e só terminam com a alta do paciente. "O combate contra o câncer é um termo bem complexo, pois envolve muitas etapas. A luta começa quando os pacientes têm os sinais e sintomas referentes à doença e vai terminar no fim do segmento, que é quando o paciente está de alta do tratamento", explica. O câncer, segundo o especialista, é definido como uma célula normal do organismo que recebeu algum tipo de modificação durante o ciclo. Na doença as células anormais se dividem e destroem o tecido do corpo. Uma rede de apoio é oferecida pelo estado quando o paciente é diagnosticado com algum câncer. O estado também possui uma unidade habilitada como Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), onde trata todos os tipos de câncer, duas unidades habilitadas como Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), para tratamento do câncer nas duas macrorregiões de Rondônia. Porto Velho Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), fica no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, na Avenida Governador Jorge Teixeira, 3766, bairro Industrial Instituto São Pellegrino, localizado na Estrada de Santo Antônio, 5843, bairro Triângulo Hospital de Amor Amazônia, que fica no quilômetro 15, na BR-364, Cacoal Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), no Hospital Regional de Cacoal Associação Assistência à Saúde São Daniel Comboni, que fica localizada na Avenida Rosilene Xavier Transpadini, nº 2200 no bairro Jardim Eldorado. Por Revista Imagem | Fonte: G1
- Pelo menos 9 municípios de Rondônia suspendem vacinação contra a Covid
Nova remessa de vacinas enviada pelo Ministério da Saúde chegou ontem ao estado, no entanto, as doses ainda não chegaram nos municípios. Revista Imagem - Vilhena-RO |01/07/2021 - 13:39 Pelo menos nove municípios suspenderam a vacinação contra a Covid-19 nesta quinta-feira (1º) para primeira dose em Rondônia. Dois municípios paralisaram ainda a aplicação da 2ª dose. O motivo é a falta de vacinas para continuar imunizando a população. Estão com imunização suspensa apenas para aplicação da 1º dose: Ariquemes, Cerejeiras, Itapuã do Oeste, Jaru, Pimenta Bueno, Presidente Médici, Urupá e Vilhena. Nesses locais, as vacinas para a aplicação da segunda dose estão garantidas. Em Alvorada do Oeste foram suspensas as imunizações com a dose de reforço, no entanto, os atendimentos continuam normalmente para os que vão iniciar o processo de imunização. Já Porto Velho é a única cidade do estado que teve a vacinação suspensa para 1ª e 2ª dose por falta de imunizantes. Uma nova remessa de vacinas da AstraZeneca enviada pelo Ministério da Saúde chegou ao estado na última quarta-feira (30), no entanto, as doses ainda não chegaram nos municípios. Por Revista Imagem | Fonte: G1
- Vilhena interrompe vacinação contra covid-19 por falta de doses
Apenas a aplicação da 2ª dose da vacina continua no município. Retorno se dará após recebimento de nova remessa, ainda sem data. Revista Imagem - Vilhena-RO |01/07/2021 - 08:57 A Secretaria Municipal de Saúde informou na manhã desta quinta-feira (01) que suspendeu a imunização de primeira dose da vacina contra a covid-19, até a chegada de mais doses nós próximos dias. A notícia frustrou muita gente, como a comerciária Juliane Leite, de 44 anos. "Eu tinha me programado para vacinar nesta sexta-feira [dia 2], mas aí a prefeitura dividiu a vacinação para quem tem 48 anos em 2 dias, vacinou ontem quem tem 47 anos e empurrou o pessoal da minha idade (44) para a segunda-feira. Agora avisam sobre essa suspensão em cima da hora, já nem sei mais quando vou vacinar. Isso é muito frustrante. Ainda mais quando vejo que se eu morasse em outras cidades do estado eu já teria me vacinado", desabafa a vendedora. Ao falar da vacinação avançada em outros municípios, Juliane, se referia à Jaru, que vacinou o público da faixa etária dela (44 anos) na semana passada, e nesta semana vacina o público acima de 40 anos de idade. Mas em Porto Velho, a vacinação também está mais adiantada que em Vilhena. Na capital, os moradores de 40 a 44 anos estavam sendo vacinados desde a segunda-feira (28). Porém, nesta quarta-feira (30), a vacinação na capital também foi suspensa por falta de vacinas. Segundo a prefeitura de Vilhena, a interrupção na vacinação em Vilhena se deve a falta de imunizante para aplicação em primeira dose. A Secretaria Municipal de Saúde informou que aplicou todas as doses de vacinas disponíveis e que aguarda o recebimento de nova remessa para continuar com a campanha de imunização. "Já aplicamos mais de 36 mil doses em Vilhena e continuamos em ritmo acelerado, dividindo nossos carregamentos de doses entre os grupos prioritários e pacientes por idade sem comorbidades", informou a Secretaria de Saúde em nota. Por enquanto, apenas a aplicação das segundas doses de Coronavac e Astrazeneca continuam. A segunda dose é administrada de segunda a sexta-feira das 8h às 17h na Central de Imunização, no posto de saúde Afonso Mansur, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana
- Uso correto da máscara é importante mesmo após vacinado ou infectado, alerta Semus
Baixas temperaturas coincidem com sazonalidade de vírus respiratórios: Secretaria de Saúde de Vilhena destaca motivos para se proteger. Revista Imagem - Vilhena-RO |01/07/2021 - 08:47 Os profissionais de saúde da Prefeitura de Vilhena emitem alerta para que a população já vacinada ou contaminada anteriormente pelo vírus continue usando máscara e cumprindo os protocolos de saúde, que envolvem distanciamento, higienização e evitar aglomerações. A Secretaria Municipal de Saúde listou os sete motivos principais pelos quais a proteção é importante, mesmo com a vacinação em andamento. Veja abaixo. 01 - A VACINA NÃO EVITA 100% DAS INFECÇÕES Nenhuma das vacinas disponíveis até agora evita que todos deixem de se contaminar. Nos estudos preliminares, ficou comprovado que a vacina da Pfizer reduz em 54% a taxa de infecções, a Coronavac 50,38% e a Astrazeneca 67%. Portanto, você pode, sim, pegar a doença mesmo vacinado e transmiti-la a outros. As vacinas protegem você com maior eficácia de casos graves, mas os casos leves continuarão a acontecer, mesmo que todos estejam vacinados. 02 - VARIANTES NOVAS SÃO AMEAÇA REAL Ainda não é possível afirmar de forma conclusiva que todas as vacinas protegem os pacientes contra todas as variantes, muitas vezes circulando no país sem que saibamos, devido à dificuldade na realização em massa de exames que identifiquem os tipos de vírus em cada pessoa. Por isso, mesmo vacinado contra o sars-cov-2, é possível que você seja contaminado por alguma variante ainda mais agressiva. 03 - MESMO SEM ESTAR DOENTE, VOCÊ PODE TRANSMITIR Caso você esteja imunizado pela contaminação ou vacinação, o vírus entrará em seu corpo e poderá ser derrotado pelos anticorpos que a vacina ou a infecção motivaram seu sistema imunológico a produzir. Até que essa batalha microscópica esteja finalizada, mesmo sem sintomas, você pode transmitir a covid-19 enquanto fala, espirra por irritação do nariz, compartilha objetos de uso pessoal ou toca na boca, nariz e olhos, deixando suas mãos contaminadas com o vírus. 04 - QUEM JÁ SE CONTAMINOU, PODE SE REINFECTAR São comuns, e você deve conhecer alguém, que já se contaminou mais de uma vez na pandemia. Isso significa que, mesmo após ter pegado a covid-19 uma vez, seu sistema imunológico não guarda os anticorpos por muito tempo. Assim, caso você não se proteja com a máscara, suas chances de se infectar novamente são grandes. Geralmente, inclusive, a reinfecção é mais severa pois o corpo já carrega sequelas da primeira contaminação. 05 - ALGUMAS PESSOAS NÃO DESENVOLVEM ANTICORPOS Por uma falha no sistema imunológico, algumas pessoas não desenvolvem anticorpos nem através da contaminação, nem através da vacinação. Essas pessoas devem usar máscara para se proteger, pois nunca estarão imunizadas contra a covid-19. 06 - VÍRUS RESPIRATÓRIOS ESTÃO NA SAZONALIDADE Todos esses fatores acima são agravados pela sazonalidade dos vírus respiratórios, ou seja, neste período em que as temperaturas caem em boa parte do país, é historicamente registrado aumento considerável no número de casos de doenças respiratórias em geral. O frio motiva todos a fecharem as janelas e portas de seus ambientes, além de gerar aglomerações familiares. Riscos à saúde por essas atitudes durante à pandemia são evidentes. Por isso, muitos especialistas alertam ainda para a possibilidade de uma terceira onda. 07 - SÓ 11% DA POPULAÇÃO ESTÁ PROTEGIDA Até o momento, somente 12% da população brasileira recebeu a segunda dose da vacina. É uma taxa muito baixa para que deixemos de lado as medidas de prevenção e, por isso, a Saúde de Vilhena reforça: mantenha o distanciamento, uso correto da máscara, higienização das mãos e do ambiente de trabalho, janelas abertas e festinhas suspensas. A maior estratégia de Saúde é a prevenção de cada um. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV
- Projeto quer desburocratizar abertura de novas empresas em Vilhena
Desde o início de junho Semfaz estuda Lei de Liberdade Econômica, após receber sugestão do Profaz Revista Imagem - Vilhena-RO |01/07/2021 - 08:42 Desde 2020 o Programa de Modernização e Governança das Fazendas Municipais do Estado de Rondônia e do Desenvolvimento Econômico Sustentável dos Municípios (Profaz) incentiva os municípios do Estado a aplicar instrumentos da Lei de Liberdade Econômica nº 13.874/2019. Assim, a Secretaria Municipal de Fazenda abriu em 9 de junho deste ano processo para elaborar lei municipal que facilite a abertura de novas empresas na cidade, desburocratizando a emissão de alvarás e diminuindo em vários dias o tempo necessário para um CNPJ entrar em atividade, de fato. “Entre os benefícios que implantaremos estão o fim da autorização prévia para atividades econômicas de baixo risco, liberdade de horário e dia da semana para produzir, empregar e gerar renda, bem como o princípio da boa-fé. Tudo isso é previsto como possibilidade pela lei n° 13.874, mas precisa de regulamentação municipal. É o que estamos fazendo agora. Nossa expectativa é apresentar o projeto na próxima semana à Câmara Municipal de Vereadores”, explica Jovino Lobaz, secretário municipal de Fazenda. O Profaz é uma iniciativa do Tribunal de Contas (TCE-RO) e do Ministério Público de Contas (MPC-RO), em parceria com instituições públicas e privadas. Recentemente o programa enviou sugestões de aplicação da lei a todos os municípios e tem feito também rodadas de orientação desde o ano passado. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que de 2018 a 2019 o número de empresas na cidade aumentou 12,8%, saindo de 2.885 para 3.255, o que siginficou 370 empresas a mais na cidade. Recorde estadual, o número pode indicar que centenas de novos empresários poderão ser beneficiados no município com a implantação da lei. O estudo mais recente sobre o tema no país, elaborado pelo Centro Mackenzie de Liberdade Econômica (CMLE), em São Paulo, mostra que em 2020 Rondônia ocupava o 5º lugar no Índice de Liberdade Econômica Estadual (IMLEE) do Brasil, dentre os 26 estados. Eduardo Japonês, prefeito de Vilhena, revela que a ação vai contemplar especialmente as micro e pequenas empresas, maioria no município. “Sou empresário e recebo demandas diárias a respeito do incentivo que a Prefeitura pode dar à economia local. Pontuo sempre que nossa atuação, enquanto poder público, é para beneficiar principalmente quem tem poucas condições financeiras. Essa lei vai impactar positivamente para os pequenos empreendedores, que precisam com urgência ter renda e sustentar suas famílias”, completa Japonês. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV
- Semed prepara escolas para possível retorno das aulas presenciais em setembro
Aulas serão em modelo híbrido, dividindo a turma entre aulas presenciais e não-presenciais. Revista Imagem - Vilhena-RO |01/07/2021 - 08:37 A Secretaria Municipal de Educação (Semed) em parceria com a Vigilância Sanitária, Ministério Público e o Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) estão acompanhando a execução do Plano de Retorno às Aulas Presenciais com preparativos para que, ainda para neste ano, as aulas presenciais sejam retomadas, de modo híbrido. Com programação do retorno para o dia 27 de setembro, todas as escolas da rede municipal estão passando por adequações, como espaçamentos entre as mesas, sendo utilizado apenas 30% da sua capacidade, implantação de dispenser de álcool em gel em cada sala, tapetes apropriados para a limpeza dos calçados, entre outras várias adequações. Todos os profissionais das escolas, além de estarem vacinados contra a covid-19, receberão EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) que incluem máscaras e face-shield (protetor facial). Os alunos também receberão máscaras para serem trocadas durante o período em que estiverem na escola visto que, neste primeiro momento, as aulas serão em modo híbrido. O departamento Pedagógico da Semed está elaborando um protocolo de retorno com normas e vídeos explicativos para auxiliar os professores e alunos neste processo. O secretário municipal de Educação, Ronaldo Alevato, explica que o retorno não será obrigatório. “Para os pais e responsáveis que ainda não se sentem seguros em mandar a criança para escola, neste momento, ainda não será obrigatório, porém, será necessário que assinem um documento se responsabilizando em buscar as atividades e manter o aluno com suas obrigações escolares em dia durante as aulas remotas, evitando que sofra algum prejuízo educacional", explica Ronaldo. O Comitê de Retorno às Aulas Presenciais, que inclui diversas entidades do município, elaborou um sistema de monitoramento, o Simed, que visa acompanhar o surgimento de algum caso de contaminação dentro da escola, possibilitando um retorno seguro para todos. A Semed aconselha também que os responsáveis pela criança que retornará às aulas presenciais devem começar, desde agora, a orientar o aluno sobre as medidas de higiene e segurança que devem ser tomadas durante o tempo em que estiver na escola, evitando um possível contágio. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV
- Vilhena registra 30 novos casos de covid-19 nesta quarta-feira
O total de pessoas infectadas é de 13.296 casos. O número de vítimas fatais é de 245 vilhenenses e 95 moradores de outros municípios Revista Imagem - Vilhena-RO |01/07/2021 - 07:55 Vilhena registrou 30 novos casos de covid-19 nesta quarta-feira (30) e nenhum óbito pela doença. Desde o início da pandemia em Vilhena em 5/4/2020, o município registrou 340 vítimas fatais da doença - 245 vítimas eram moradoras de Vilhena e 95 moravam em outros municípios. Já o total de pessoas infectadas é de 13.296 casos. Segundo o Boletim Diário da Prefeitura de Vilhena, existem 586 casos ativos, de pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. O número de pacientes recuperados é de 12.460 pessoas. O município vacinou 27.364 pessoas contra o coronavírus com a primeira dose e 8.951 pessoas com a segunda dose da vacina. Até a noite de ontem, 22 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 16 moradores de Vilhena. Destes, 15 estavam na UTI, sendo 11 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 75% na UTI e 29% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 6.136 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 247.607 pessoas. Ontem o governo de Rondônia registrou 5 óbitos no seu boletim informativo, que apresentou 202 novos casos. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana
- Campanha arrecada agasalhos e cobertores após queda abrupta de temperatura em Vilhena
Em semana de recordes de baixas temperaturas, Semas recebe doações de agasalhos e cobertores. Revista Imagem - Vilhena-RO |30/06/2021 - 13:12 A massa de ar polar que atingiu o país derrubou a temperatura também em Vilhena. Em alguns pontos da cidade a temperatura chegou a cair para 7° durante a madrugada, a menor já registrada em Rondônia em todo o ano. Com isso, parte da população em situação de vulnerabilidade foi pega de surpresa, sem ter condições para se proteger do frio. Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) organizou de maneira emergencial uma campanha de arrecadação de agasalhos e cobertores em todas as suas unidades. Veja os locais de doação ao fim do texto. O secretário municipal de Assistência Social, Rafael Reis, pede para que aqueles que possuem condições ajudem com doações de agasalhos, cobertas, luvas, toucas, cachecóis, meias ou mantas que possam proteger alguém. A Semas fará o contato com as famílias acompanhadas por seus programas assistenciais e encaminhará a doação para quem realmente precisa. “É uma situação muito difícil para quem está em vulnerabilidade social. Temos moradores de rua e famílias que não têm condições de comprar um cobertor melhor ou agasalho que possa protegê-los do frio. Então, se você pode, se não vai lhe faltar, que ajude a essas pessoas. Doe. É só levar à Semas ou a um dos órgãos de Assistência Social da cidade”, garante. As temperaturas devem continuar em baixa ainda pelos próximos dias e a secretaria explica que a doação é muito importante para várias famílias que estão em necessidade. Veja abaixo os endereços e horários para fazer doações. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV
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