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  • Covid-19: sintomas de longa duração são raros nas crianças, diz estudo

    Pesquisa do King's College London mostra que após oito semanas, 98,2% dos que apresentavam sintomas tinham se recuperado. Revista Imagem - Vilhena-RO |04/08/2021 - 08:49 A maioria das crianças que contrai covid-19 se recupera em menos de uma semana e apenas algumas ainda têm alguns dos sintomas mais comuns após um mês, mostra estudo publicado na revista The Lancet. A pesquisa, liderada por peritos do King's College London (UK), analisou 1.734 pacientes sintomáticos com idade entre 5 e 17 anos, com base em dados colhidos numa aplicação móvel por pais e prestadores de cuidados envolvidos no projeto "Zoe Covid". A principal conclusão é que os casos com sintomas duradouros são "raros", diz uma das autoras do estudo, Emma Duncan, professora do King's College. "É reconfortante saber que o número de crianças que experimentam sintomas de covid-19 de longa duração é baixo. No entanto, um pequeno número de crianças sofre de doenças prolongadas", acrescentou. Dos 1.734 positivos relatados na aplicação móvel, apenas 77 (4,4%) ainda tinham pelo menos dois dos três sintomas mais comuns (fadiga, dor de cabeça e perda de cheiro/paladar) após quatro semanas. Além disso, o estudo concluiu que após oito semanas, praticamente todos (98,2%) os que apresentavam sintomas tinham se recuperado. A fadiga foi o sintoma mais prevalente nesse grupo (84%), enquanto 77,9% também sentiram dor de cabeça e perda de cheiro/paladar, respectivamente, em alguma fase da doença. Os peritos indicam que a dor de cabeça é o sintoma mais comum no início da doença, enquanto a perda de cheiro/gosto aparece mais tarde e permanece por um período de tempo mais longo. O estudo encontrou diferenças na duração média da doença entre crianças do ensino primário (5 a 11 anos de idade) e do ensino secundário (12 a 17 anos de idade): nas crianças mais velhas, a covid-19 durou em média sete dias, em comparação com cinco dias nas crianças mais novas. Por Revista Imagem | Fonte: Agência Brasil

  • Feira “Agroartes” acontece no estacionamento da Prefeitura de Vilhena

    Evento acontece na sexta-feira e é resultado de parceria entre várias entidades e beneficia agroindústrias e artesãos. Revista Imagem - Vilhena-RO |04/08/2021 - 08:44 Mais de 30 agroindústrias e artesãos participam nesta sexta-feira (6), das 8h às 17h, no estacionamento da Prefeitura de Vilhena, da primeira feira de agroindústrias e artesanato do Cone Sul de Rondônia, a “Agroartes”. O evento é fruto de parceria entre várias entidades e visa beneficiar as duas classes, afetadas pela pandemia, através de uma ação que estimule o público local a conhecer o trabalho local, tanto de alimentos como de artesanato. A feira é organizada pela Prefeitura de Vilhena, através da Secretaria Municipal de Turismo, Indústria e Comércio (Semtic), bem como pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), Idaron (Agência de Defesa Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia), Fundação Cultural de Vilhena, Secretaria de Estado de Agricultura e Emater (Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia). Entre as agroindústrias estarão disponíveis para compra produtos como iogurte, queijo, cosméticos, peixes, vinagre, mel, café, bolachas, salame, já os expositores de artesanato levarão tapetes, roupas, imagens sacras, bolsas, carteiras, laços, cutelaria, quadros decorativos, panos de prato, produtos em MDF, acessórios para cabelo, brinquedos em madeira, crochê, artigos para bebê, esculturas, jóias, pintura em tecido, macramê e pintura em telas. Apoiam a iniciativa o Ifro (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia), Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), Aciv (Associação Comercial e Empresarial de Vilhena), a cooperativa de crédito Sicoob Credisul e as secretarias municipais de Obras, Saúde, Trânsito, Comunicação, Agricultura, Educação e Planejamento. Planejado desde o início de junho, o evento seguirá as normas de distanciamento para evitar contaminações devido à pandemia da covid-19. Haverá dispensadores de álcool 70% e cuidados redobrados com a higiene. Pedidos, sugestões, críticas e mais informações podem ser enviadas ao WhatsApp institucional da Prefeitura, no número 3919-7081. Além disso, enviando a palavra “Notícias” pelo aplicativo para este mesmo número, a pessoa passa a fazer parte da maior lista de transmissão de notícias da cidade, que já conta com mais de 2.200 pessoas, que recebem diariamente as notícias, alertas, comunicados, boletins da covid-19, datas de vacinas e dados em geral dos serviços prestados pelo poder público municipal. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Crescimento do setor agrícola impulsiona culturas na pecuária rondoniense

    Com 397 mil hectares plantados, a produção de soja em Rondônia, fechou 2020 com uma colheita superior a 1,3 mil toneladas. Revista Imagem - Vilhena-RO |04/08/2021 - 08:38 Há algum tempo, Rondônia saiu da condição exclusiva de importador de alimentos para se tornar um grande provedor para o restante do Brasil. O Estado conquistou aumentos significativos no plantio e na produtividade agrícola, despontando entre os três maiores produtores de grãos da região Norte e conquistando o 14° lugar no ranking de produção de grãos do Brasil. Destaque para a soja que, com 397 mil hectares plantados, em mais 1.7 mil propriedades rondonienses, fechou 2020 com uma colheita superior a 1,3 mil toneladas, o que resultou em mais de R$ 3.3 milhões em exportações, segundo divulgou a edição de julho do boletim Agro da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri). Com aumento de 0,79% na produção, em relação a maio do ano passado, a exportação de milho também deu um leve salto em 2020, fechando o período com R$ 1.425,6, milhões em vendas e mais 1,07 mil toneladas produzidas. Vale destacar que o crescimento do setor produtivo agrícola tem impulsionado outras culturas na pecuária rondoniense, como a suinocultura, a produção de aves e aquicultura, com foco especial na criação de peixes. Dados do Governo do Estado apontam que, no ano passado, a comercialização de suínos e derivados do animal rendeu R$ 1,17 milhões a Rondônia. No mesmo período, o comércio de frangos movimentou mais de R$ 320 milhões, com ênfase também na produção de ovos, que teve rendimento anual de R$ 51,7 milhões em 2020. AQUICULTURA Dentro da piscicultura, Rondônia vem destacado-se na produção de tambaqui em regime semi-intensivo. No ano passado, de acordo com a Seagri, o Estado produziu 65.500 toneladas do pescado. A produção tem enorme potencial de crescimento devido a grande disponibilidade de recursos hídricos na região e a participação massiva dos pequenos produtores. Nos últimos três anos, por exemplo, Rondônia ampliou a área destinada à piscicultura e, atualmente, conta com cerca de 16 mil hectares de espelho d’água, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam). Componente importante na alimentação desses animais, tanto a soja quanto o milho tem influência direta no desempenho dessas culturas, orientando, de certa forma, os custos da produção e o valor de mercado da carne e derivados. “Daí a importância do trabalho desenvolvido pela Idaron. Combatendo e prevenindo pragas quarentenárias, como a ferrugem asiática ou ferrugem da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, a Agência impede o colapso no setor produtivo e o eventual aumento dos preços das commodity’s pela possível escassez do produto no mercado”, explica o presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres. SUINOCULTURA O Estado possui 310 propriedades cuja atividade comercial inclui a criação de suínos. Outras 22.676 explorações pecuárias trabalham com suinocultura, mas com a finalidade de subsistência. Todas essas iniciativas pecuárias são acompanhadas de perto pela Idaron. Além do monitoramento sorológico semestral, a Agência mantém o serviço de vigilância ativa nas propriedades em que há atividades ligadas à suinocultura. “O Governo tem uma meta mensal que é cumprida rigorosamente pelos servidores da Idaron, em apenas seis meses, de janeiro a junho desse ano, já foram realizadas quase mil visitas aos criadores de suínos”, destaca Julio Peres. Para fomentar ainda mais o setor, o Executivo Estadual, por meio da Seagri, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), vai qualificar 10 técnicos, que serão multiplicadores, para atuar no fomento da suinocultura no Estado. O objetivo da iniciativa é multiplicar os conhecimentos adquiridos aos micro, pequenos e médios avicultores e suinocultores de Rondônia. PUJANÇA DA PECUÁRIA O crescimento da produção agropecuária também inclui a criação de bovinos e bubalinos, maior filão de negócios dentro da pecuária rondoniense. Em 2015, o rebanho geral do Estado, incluindo gado de leite e de corte, era formado por 13,4 mil cabeças de gado, hoje, em 2021, esse número saltou para 15,1 mil cabeças, o que torna Rondônia a região com maior rebanho do Brasil dentro das áreas que são reconhecidas internacionalmente como livre de febre aftosa sem vacinação. “É certo lembrar que esse crescimento não indica exatamente que mais áreas de pasto foram formadas, muito desse crescimento se deve a ‘tecnificação’ das propriedades, com mais áreas de confinamento e melhoria no sistema de produção”, avalia Julio Peres. Segundo, o presidente da Idaron, Rondônia exporta carne para 48 países. Os quatro maiores compradores, ordenados por volume de compras, é Hong Kong, China, Egito e Chile. Juntos, esses quatro países consomem 83% de toda carne exportada pelo Estado. Israel também já abriu o mercado para o criador rondoniense, em 2019 o país importou 2,8 milhões de dólares em carne. Esse acesso aos grandes mercados consumidores de carne, devido ao reconhecimento mundial, exigiu que Rondônia adotasse medidas mais drásticas de fiscalização e prevenção contra a doença, com reforço da fiscalização nas áreas de fronteira e investimento em tecnologia, tanto para fins de combate às doenças como de apoio ao produtor, oferecendo praticidade e comodidade ao cidadão na emissão de documentos importantes, como a Guia de Trânsito Animal (GTA) e a Permissão de Trânsito de Vegetal (PTV). Por Revista Imagem | Texto: Toni Francis

  • Rondônia deve produzir 4,4 mil toneladas de feijão na safra 2020/2021

    O volume da produção mantém uma estabilidade, apesar do mau tempo. Área plantada é de 3,9 mil hectares. Revista Imagem - Vilhena-RO |04/08/2021 - 08:30 Rondônia deve produzir 4,4 mil toneladas de feijão na safra 2020/2021, em uma área de 3,9 mil hectares. O volume da produção mantém uma estabilidade, apesar do mau tempo, com questões de ordem meteorológica fora do convencional, e a própria pandemia do coronavírus, a exemplo do que ocorreu com o milho. A estimativa é do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), que baseia-se nos dados aportados ao Agrodados, setor de validação das referências da pasta estadual envolvendo todas as espécies de lavouras. Conforme os dados, a área plantada de feijão no Estado na safra 2020/2021 não deve apresentar alteração em relação à de 2019/2020, mantendo os mesmos 3,9 mil hectares, com estabilidade tanto da produção quanto da produtividade. No entanto, ainda que tenha apresentado o mesmo desempenho nesta safra em relação à anterior, o cultivo do feijão vem diminuindo ao longo dos anos e a tendência é que se torne basicamente uma cultura de subsistência para os produtores que ainda o cultivam. Almiro Caldeira dos Santos, por exemplo, é um desses agricultores. Trabalha, há 36 anos, em Alto Alegre dos Parecis com diversos tipos de itens relacionados à lavoura, como os feijões preto e carioquinha. Do seu plantio, colhe 105 sacas com 60 quilos cada; em um alqueire e meio de terra, sua margem total na colheita da leguminosa chega a seis toneladas. “Aqui vendemos para os cerealistas, que são considerados intermediadores com o comércio, indústrias, feiras livres, entre outros. Mas também temos contato direto com consumidores”, destaca o pequeno produtor, que, em sua visão, a produção contribui sobremaneira “com a renda familiar”, mas, o grão também ajuda na alimentação, com o autoconsumo. O produtor relata que sua produção é diversificada, mas o feijão é a fonte de renda exclusiva de muitos moradores da região. “E o plantio é feito com a plantadeira manual no período de 20 de fevereiro a 15 de março. O Estado de Rondônia auxilia a nossa produção por meio das compras feitas via Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e Banco do Povo”, esclarece. Sobre o PAA, o agricultor pontua que a Seagri intermediou a compra do feijão recentemente a fim de possibilitar a distribuição a famílias em Porto Velho. VALOR NUTRICIONAL Segundo informações científicas da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indicam não haver grandes diferenças nos valores nutricionais relacionados ao consumo, uma vez que a quantidade de nutrientes é parecida. Estudos registrados no órgão mostram que tanto o feijão preto quanto o carioca são alimentos saudáveis e nutritivos. São ricos em carboidratos e fibras, muito importantes tanto no fornecimento de energia quanto no bom funcionamento do trânsito intestinal, e fontes importantes também de proteínas. Além disso, os dois tipos contêm minerais como ferro, zinco, cálcio, fósforo, potássio, cobre e manganês. Por Revista Imagem | Texto: Vinicius Canova

  • Vilhena tem mega vacinação contra covid-19 nesta quarta-feira

    Serão vacinadas pessoas sem comorbidades a partir dos 29 anos. Vacinação acontece no Ginásio de Esportes. Revista Imagem - Vilhena-RO |04/08/2021 - 08:15 Nesta quarta-feira (4) a vacinação em Vilhena continua no ginásio municipal Jorge Teixeira de Oliveira, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, das 8h às 17h, para vilhenenses com 29 anos ou mais sem comorbidades. A imunização continuará enquanto houver estoque de doses. É vital apresentar CPF, documento pessoal com foto, cartões do SUS e de vacinas, e comprovante de residência. Todas as marcas de vacina protegem contra casos graves e morte. Para essa eficácia estar garantida, no entanto, são necessárias duas doses e período de 15 dias após a segunda aplicação. Até que todos cheguem lá, os profissionais de saúde recomendam que os cuidados continuem, como uso correto da máscara, distanciamento, higienização das mãos e do ambiente de trabalho, entre outros. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Vilhena registra mais 1 óbito de morador de fora por covid-19 e 4 novos casos

    O óbito registrado foi de um homem, morador de Corumbiara, de 78 anos. Revista Imagem - Vilhena-RO |04/08/2021 - 07:48 Vilhena registrou 1 novo óbito por covid-19 e mais 4 novos casos de covid-19 nesta terça-feira (3). O óbito registrado foi de um homem, morador de Corumbiara, de 78 anos. Desde o início da pandemia em Vilhena em 5/4/2020, o município registrou 355 vítimas fatais da doença - 255 vítimas eram moradoras de Vilhena e 100 moravam em outros municípios. Já o total de pessoas infectadas é de 13.922 casos. O número de pacientes recuperados é de 13.632 pessoas. Vilhena tem 30 casos ativos de covid-19, ou seja, pessoas que ainda podem transmitir o vírus. O município vacinou 38.823 pessoas contra a covid-19 com a primeira dose e 14.003 pessoas com a segunda dose da vacina ou dose única. Até a noite de ontem, 15 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 3 moradores de Vilhena. Destes, 12 estavam na UTI, sendo 9 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 60% na UTI e 12% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 6.384 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 258.508 pessoas. Ontem o governo de Rondônia registrou 8 óbitos no seu boletim informativo, que apresentou 365 novos casos da doença. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana

  • Vilhena retoma vacinação de segunda dose contra a covid-19; veja cronograma

    Central de Imunização na UBS Afonso Mansur abre das 8h às 13h, de segunda a sexta-feira. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/08/2021 - 11:54 A Secretaria Municipal de Saúde abre vacinação para segunda dose nesta semana, de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h, na UBS Afonso Mansur, onde funciona a Central de Imunização. No local poderão se vacinar nesse período todos que tenham a segunda dose agendada entre 31 de julho e 8 de agosto. “De acordo com a nossa Regional de Saúde do Governo do Estado aqui no Cone Sul, a previsão é que a Prefeitura receba mais doses amanhã. Ainda não sabemos a quantidade nem para quais públicos, mas provavelmente consigamos avançar rapidamente na imunização, até porque a adesão tem sido muito grande e ficamos felizes com isso. É sinal de que o vilhenense sabe como acabar com a pandemia: se vacinando”, explica a enfermeira e secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch. É imprescindível apresentar originais de CPF, documento pessoal com foto, comprovante de residência e cartões do SUS e de vacinas. Entregues semanalmente, as vacinas de todas as marcas protegem contra casos graves e mortes por covid-19. Para essa eficácia estar garantida, no entanto, são necessárias duas doses e período de 15 dias após a segunda aplicação. Até que todos cheguem lá, os profissionais de saúde recomendam que os cuidados continuem, como uso correto da máscara, distanciamento, higienização das mãos e do ambiente de trabalho, entre outros. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Punições contra violações da proteção de dados entram em vigor

    Entre as sanções estão advertência, multa e bloqueio de dados violados. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/08/2021 - 08:46 Quem desrespeitar a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709) poderá ser punido. A norma foi aprovada em 2018, teve sua vigência iniciada no ano passado mas só agora, a partir de agosto, as sanções para quem violar os direitos dos titulares de dados e as obrigações para quem coleta e trata registros entram em vigor. A LGPD lista como possíveis sanções advertência, multa (diária ou com limite de até 2% do faturamento da empresa), bloqueio dos dados pessoais objeto da violação, suspensão parcial do funcionamento do banco de dados e proibição parcial ou total do exercício da atividade relacionada ao tratamento de dados. A Lei fixa um conjunto de direitos para os titulares de dados, como informar quais dados estão sendo coletados e para quais finalidades, ou não reutilizar os registros coletados para outros propósitos, com algumas exceções. As empresas também têm um conjunto de exigências, como informar uma pessoa em caso de incidente de segurança. A fiscalização e aplicação das punições fica a cargo da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), estrutura vinculada à Presidência da República. Mas a execução depende ainda da publicação de um regulamento sobre o tema, que definirá a forma como será feita a fiscalização e os critérios para aplicação das sanções. A ANPD colocou uma proposta em consulta pública entre maio e junho e recebeu mais de 1.800 contribuições. Segundo a diretora da Autoridade Miriam Wimmer, a proposta de regulamento trouxe uma perspectiva gradual que vai do acompanhamento de possíveis violações até diferentes graus de intervenção por parte do órgão. “A gente previu determinados procedimentos que devem ser observados, começando de uma etapa de monitoramento das reclamações para identificar os principais problemas, passando por etapas de orientação, prevenção e repressão de infrações, culminando na aplicação de sanções”, explica. A minuta coloca, por exemplo, os procedimentos para o início, avaliação, decisão e recurso dos processos de sanções. Segundo o documento, a ANPD pode encerrar um processo caso o tratador de dados que cometa a violação se arrependa e demonstre que interrompeu a prática. Outro instrumento é o firmamento de termos de ajustamento de conduta. A aplicação de multas será objeto de uma norma específica, cuja proposta ainda está em estudo dentro da ANPD. Segundo Wimmer, apenas após a aprovação desse regulamento o uso de multas em punições poderá ser adotado. A presidente da Comissão de Proteção de Dados e Privacidade da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro, Estela Aranha, lembra que os cidadãos que tiverem constatado uma violação em relação aos seus dados podem procurar a empresa ou órgão com a reclamação, que deverá indicar o encarregado de proteção de dados e o responsável pela comunicação com os titulares de dados. A pessoa também pode recorrer à ANPD. “Para fazer uma reclamação perante a ANPD é necessário primeiro que o titular dos dados faça sua solicitação para o agente de tratamento. Uma vez não atendido, o titular de dados pode apresentar à ANPD petições contendo comprovação da apresentação de reclamação ao controlador não solucionada”, explica. O canal de reclamações da ANPD foi disponibilizado em um site específico. Aplicação das sanções Na avaliação da Associação de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais (Brasscom), em meio à possível atuação de vários órgãos que poderiam aplicar punições, a ANPD deve ser o principal deles a realizar a fiscalização e atividades de prevenção e sanção. A entidade entende que a Autoridade deve ter um papel indutor com vistas a promover segurança jurídica na atividade de tratamento de dados e buscar estimular confiança social sobre o uso de dados pessoais. “A autoridade precisa se valer das competências educativas para instruir o que fazer em vez de uma atuação inibidora. Os casos de dano levam depois de processo administrativo e verificado dano que haja de fato a sanção respectiva. Mas antes de se chegar a esse processo sancionador haja escalonamento”, diz o gerente de Relações Governamentais da entidade, Daniel Stivelberg. Para o diretor da Associação Data Privacy Brasil de Pesquisa, Rafael Zanatta, um problema ainda existente é a ausência de tipificação das infrações (como leves, médias e graves). Também não há clareza ainda sobre elementos que podem atenuar ou agravar uma eventual sanção. O pesquisador alerta que há um discurso propagado por empresas que visa colocar um pânico com riscos de altas multas e possíveis prejuízos da punição aos negócios, o que não deve ocorrer. Além disso, há pressões do setor privado para aliviar as sanções, vinculando-as a um eventual dano material. “Defendemos a importância de trazer a centralidade da proteção dos direitos e do tipo de violação na perspectiva dos direitos das pessoas, dos direitos coletivos. A ideia seria identificar um ilícito a partir do grau de lesão aos direitos das pessoas, e não à consequência de dano material”, defende Zanatta. Bia Barbosa, integrante da Coalizão Direitos na Rede e do Comitê Gestor da Internet no Brasil destaca que a fiscalização e as sanções são fundamentais para que a LGPD seja efetivamente respeitada. Segundo ela, fato da entrada em vigor somente agora, mais de dois anos após a aprovação da Lei, mostra como houve pressão para que essa capacidade de aplicação da lei não seja plenamente utilizada. A criação da ANPD de forma tardia, no segundo semestre de 2020 também dificultou a implantação da lei, como o fato da entrada das sanções em vigor sem que o regulamento da Autoridade esteja publicado. A representante da Coalizão tem receio das declarações de integrantes da ANPD de que as sanções devem ser evitadas. “É fundamental que a ANPD trabalhe para uma cultura de proteção de dados pessoais, tanto educativa quanto de que os agentes de tratamento de fato incorporem as determinações na lei para cessar danos contínuos ou mitigar episódios. Muitas vezes, somente a partir de uma sanção mais dura que determinados atores podem adequar seus comportamentos à LGPD”, argumenta Bia Barbosa. Por Revista Imagem | Texto: Jonas Valente

  • Médicos apontam aumento da miopia durante a pandemia

    Total de pessoas míopes chega a 2,6 bilhões em todo o mundo. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/08/2021 - 08:39 Sete em cada dez médicos entrevistados em um levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) identificaram progressão de miopia em crianças durante a pandemia. Outros três em cada dez não constataram esse problema entre pacientes. A pesquisa entrevistou 295 médicos oftalmologistas com diversas subespecialidades, como pediatria, córnea, catarata, glaucoma e retina. O estudo foi realizado em abril e junho deste ano. Entre os que verificaram aumento dos graus de miopia, 6% apontaram o problema em 75% dos pacientes, 27% relataram a situação em 50% dos pacientes e 67% registraram o quadro em cerca de 25%. Dos profissionais ouvidos, 75,6% avaliaram que o uso de diversos dispositivos eletrônicos pode agravar o quadro de miopia. Outros 22% entenderam que esse fator pode influenciar, mas apenas com uso de tablets e celulares. Apenas um pequeno percentual não viu relação entre os dois fenômenos. Celular, televisão e videogames Quase todos os profissionais ouvidos (98,6%) disseram que a redução do tempo gasto em telas (como celular, televisão e videogames) pode ajudar no caso de crianças míopes. Seis em cada dez entrevistados defenderam as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) sobre o tema. A SBP orienta que seja evitada a exposição de menores de dois anos a telas, mesmo que passivamente. Para crianças entre dois e cinco anos, o limite deve ser de uma hora de tela, com supervisão. Para a faixa entre seis e dez anos, o tempo não deve ser superior a duas horas, também com supervisão. Também quase a totalidade dos médicos consultados (96,3%) respondeu que considera o aumento de atividades fora de casa como um fator que pode contribuir para reduzir os graus de miopia em crianças. Já quanto ao tempo ideal em atividades externas, os entrevistados se dividiram, com a maioria (43,2%) indicando pelo menos duas horas por dia, 31% considerando pelo menos uma hora diária adequada e 10% recomendando pelo menos quatro horas por dia. O que é a miopia Miopia é o nome dado a um erro de refração, quando a imagem se forma antes da retina. Ela causa uma visão embaçada, prejudicando a visualização de objetos e imagens que estão mais longe do indivíduo. Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), há 59 milhões de pessoas com essa condição no Brasil, mais de 25% da população. Em todo o mundo, o número de pessoas com miopia chega a 2,6 bilhões. Por Revista Imagem | Texto: Jonas Valente

  • Avião com 324 kg de cocaína é interceptado pela FAB e PF em Rondônia

    Avião foi abordado por caças da FAB na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Droga estava em sacos e foi apreendida pela PF. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/08/2021 - 08:30 Um avião que transportava 324 kg de cocaína foi interceptado enquanto fazia um voo clandestino entre Machadinho D'Oeste (RO) e Colniza (MT). A interceptação foi feita pela Polícia Federal (PF) e Força Aérea Brasileira (FAB). Segundo informações da PF, a FAB identificou que uma aeronave sem plano de voo havia entrado no espaço aéreo rondoniense e os caças da Força Aérea passaram, então, a seguir o avião e determinaram que o piloto pousasse. O avião, do modelo Cessna 182P, pousou em uma pista localizada no meio da floresta em Rondônia. Ao revistarem a aeronave, os policiais encontraram 324 quilos de cocaína (em formato de tabletes) dentro de sacos. A droga foi então apreendida e o piloto conseguiu fugir da polícia pelo meio da mata. A suspeita é que a aeronave tenha vindo da Bolívia. Segundo a PF, a ação também teve o apoio do GEFRON de Mato Grosso. "Essa atividade faz parte de esforço conjunto e integrado das forças envolvidas para a repressão a voos ilícitos de pequenas aeronaves carregadas com drogas oriundas dos Países produtores vizinhos", informou a PF. Por Revista Imagem | Fonte: G1RO

  • Pandemia: Servidora do TJ-RO é demitida após falsificar exame de gravidez

    Mulher teria falsificado o exame para se enquadrar no grupo de risco da Covid. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/08/2021 - 08:27 Uma servidora efetiva do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) foi demitida após apresentar um exame de gravidez falso para se enquadrar no grupo de risco da Covid-19. A exoneração da servidora foi assinada pelo presidente do TJ e publicada no Diário de Justiça na última semana. Segundo o Tribunal de Justiça, a fraude foi descoberta no fim do ano passado, após o judiciário verificar o exame de gravidez apresentado pela servidora junto ao laboratório. Com isso, constou-se que o documento foi adulterado e que, na verdade, o resultado era negativo. Diante do possível crime de falsificação de documento, o TJ abriu um processo administrativo disciplinar contra a servidora, no mês de dezembro de 2020. A partir daí, iniciou-se a apuração de uma eventual irregularidade cometida pela servidora. De acordo com o TJ, a mulher apresentou o teste de gravidez porque tinha o interesse de ser enquadrada no grupo de risco da Covid-19. Após meses apurando as infrações funcionais cometidas pela servidora, o Poder Judiciário acabou decidindo pela demissão como "penalidade". Em regra, o processo administrativo disciplinar é constituído pela instauração (quando se cria a comissão que vai apurar as irregularidades), a abertura do inquérito (quando há audiência de instrução, defesa e relatório) e, por último, ocorre o julgamento. Não foi divulgado qual cargo a servidora efetiva ocupava no TJ-RO e também nem qual era sua remuneração. Ainda sobre o caso, através de nota, o TJ-RO informou que o "Poder Judiciário de Rondônia atua nos Processos Administrativos Disciplinares em face de servidores e servidoras em cumprimento estrito à legislação e à Constituição Federal, assim como às normas internas de conduta ética, efetivando o devido processo legal e chegando, em algumas situações, a penas que vão de desde a advertência, suspensão (sem remuneração) e demissão, nos termos da Lei Estadual 68/1992". Home office Desde o começo da pandemia de Covid-19, a maioria dos servidores do TJ-RO trabalhava através do modelo home office (de casa). A suspensão do atendimento presencial durou até 30 de maio de 2021. Por mais de um ano, os servidores fizeram atendimento por meio de sala virtual, telefones e-mails das unidades judiciais e administrativas no horário de funcionamento das unidades. O Ato Conjunto determinava apenas a presença física de um servidor por setor e os magistrados plantonistas podiam decidir remotamente, além de ficar de sobreaviso para comparecerem pessoalmente ao fórum em situações excepcionais. Por Revista Imagem | Fonte: G1RO

  • Aneel: bandeira tarifária de agosto se manterá vermelha

    Segundo a agência, não houve mudança nos cenários hidrológicos do país. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/08/2021 - 08:04 A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu manter a bandeira vermelha, patamar 2, para o mês de agosto. Com isso, o custo de cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumido continua sendo de R$9,492. Segundo a agência, não houve mudança nos cenários hidrológicos do país. Ou seja, os reservatórios das usinas hidrelétricas ainda sofrem com o período de seca, forçando o uso de fontes de energia mais caras. “Agosto inicia-se com igual perspectiva hidrológica, com os principais reservatórios do SIN [Sistema Interligado Nacional] em níveis consideravelmente baixos para essa época do ano. Essa conjuntura sinaliza horizonte com reduzida capacidade de produção hidrelétrica e necessidade de acionamento máximo dos recursos termelétricos”, explicou a Aneel. Em períodos de seca e consequente baixa nos níveis dos reservatórios, é necessário captar energia de outros tipos de usina, como as termelétricas. Esse tipo de usina gera energia a partir de combustíveis fósseis, como diesel e gás. Além de ser mais poluente, é mais cara. Por isso, quando as termelétricas são acionadas, o custo da geração de energia aumenta e a bandeira tarifária muda. Dentre as dicas trazidas pela Aneel para reduzir o valor da conta de luz, estão o uso racional do chuveiro elétrico (banhos mais curtos e em temperatura morna), do ar condicionado (manter os filtros limpos e reduzir ao máximo seu tempo de utilização) e do ferro de passar (juntar roupas para passar de uma só vez e começar por aquelas que exigem menor temperatura). Por Revista Imagem | Fonte: Agência Brasil

  • Governo de RO aprova expansão do “Prato Fácil” para mais cinco municípios

    Famílias em situação de vulnerabilidade de Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Ji-Paraná e Vilhena vão ser beneficiadas. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/08/2021 - 07:42 Os proprietários de restaurantes dos municípios de Ariquemes, Cacoal, Guajará-Mirim, Ji-Paraná e Vilhena devem estar atentos ao regulamento do programa “Prato Fácil”, que em breve será expandido pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas). O atendimento para a população destas cinco localidades foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), vinculado à Seas, em reunião. O próximo passo agora será a publicação do edital para credenciamento dos estabelecimentos que atenderem à proposta do Governo de atender às famílias em situação de vulnerabilidade oferecendo alimentação saudável e a baixo custo. As refeições serão ofertadas nas modalidades para viagem e consumo no local, como já ocorre na Capital. Têm direito famílias inseridas no Cadastro Único (CadÚnico) do Governo Federal, com renda de até três salários mínimos. No ato de recebimento da marmita ou prato é exigida documentação de cada beneficiário da família. Em Porto Velho, o programa está sendo executado desde o dia 17 de maio em cinco restaurantes, com a oferta de 1.500 refeições diárias ao preço de R$ 2, cada. Em um mês foram 17.910 refeições ofertadas, subindo para 25.709, em dois meses, totalizando 43.619 refeições, de 17 de maio a 16 de julho. Por Revista Imagem | Texto: Veronilda Lima

  • Vilhena registra novo óbito pela covid-19 e tem mais 6 novos casos

    O óbito registrado foi de um homem, morador de Cabixi, de 76 anos. Revista Imagem - Vilhena-RO |02/08/2021 - 07:40 Vilhena registrou 1 novo óbito por covid-19 e mais 6 novos casos de covid-19 nesse domingo (1). O óbito registrado foi de um homem, morador de Cabixi, de 76 anos. Desde o início da pandemia em Vilhena em 5/4/2020, o município registrou 353 vítimas fatais da doença - 254 vítimas eram moradoras de Vilhena e 99 moravam em outros municípios. Já o total de pessoas infectadas é de 13.896 casos. O número de pacientes recuperados é de 13.574 pessoas. O município vacinou 38.823 pessoas contra a covid-19 com a primeira dose e 14.003 pessoas com a segunda dose da vacina ou dose única. Até a noite de ontem, 16 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 4 moradores de Vilhena. Destes, 13 estavam na UTI, sendo 11 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 65% na UTI e 12% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 6.368 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 257.999 pessoas. Ontem o governo de Rondônia não registrou nenhum óbito no seu boletim informativo, que apresentou 154 novos casos da doença. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana

  • Obras para instalação da usina de asfalto de Vilhena começam, veja cronograma

    Terreno cedido pela Prefeitura de Vilhena recebe equipes do DER e da Prefeitura para executar instalações. Revista Imagem - Vilhena-RO |30/07/2021 - 13:33 A implantação da usina de asfalto de CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente) em Vilhena começou. O DER (Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes) e a Prefeitura de Vilhena firmaram parceria na preparação do local. Atualmente, os trabalhadores se dedicam na limpeza do terreno, no cascalhamento do espaço onde será instalada a usina e no cercamento do terreno com palanques de concreto. “Essa usina será um grande avanço para a cidade e agradeço ao governador coronel Marcos Rocha pela parceria com o município. Temos muitos projetos de asfalto para executar e, agora, com o Tchau Poeira também, Vilhena vai virar uma das cidades com o maior número de obras de pavimentação em andamento do Estado”, conta o prefeito Eduardo Japonês. Prestam apoio à instalação da usina as secretarias municipais de Obras e Planejamento. De acordo com o secretário municipal de Obras, Marcelo “Boca”, a preparação do terreno é a primeira etapa. “Estamos oferecendo cascalho, máquinas e o terreno neste momento inicial, mas várias edificações serão feitas em parceria com o DER. É uma iniciativa muito importante que estamos dispostos a ajudar no que for possível”, explica Marcelo. Diego Delani, engenheiro do DER, explica que o Governo do Estado trabalha atualmente na limpeza, cascalhamento e cercamento do terreno com palanques de concreto. “As próximas etapas já estão planejadas, com projeto em fase final de elaboração para a instalação completa e posterior compra dos materiais de construção. Será construída uma rampa de alimentação da usina, salas administrativas, de engenharia e outras, além de um barracão de oficina com depósito para armazenamento dos agregados”, comenta Diego. A preocupação da equipe também é em realizar as benfeitorias necessárias para atender as exigências ambientais que culminarão na liberação da licença ambiental municipal e estadual. Por sua vez, a Secretaria Municipal de Planejamento é responsável pelo projeto elétrico, atualmente em elaboração. “Vamos instalar a energia com um transformador da Prefeitura para que o motor estacionário do Governo alimente a usina. Vamos disponibilizar também carregadeira, vigilante e alguns servidores, conforme pedido do DER. Além disso, está previsto a instalação de uma segunda usina de asfalto no espaço, de nossa propriedade”, revela Faiçal Akkari, secretário-adjunto de Planejamento. OUTRA USINA - Todos os equipamentos, aparelhos, materiais, veículos e servidores que trabalham com pavimentação serão deslocados para o local, a fim de centralizar as atividades de melhorias no asfalto da cidade em um único espaço. “Temos uma usina de asfalto PMF, Pré-Misturado a Frio, que produz material para tapa-buraco e ela também será instalada no local. Contaremos em breve também com a ajuda dos outros municípios conforme a usina de CBUQ começar a atender o Cone Sul”, explica Marcelo “Boca”. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Reforma do postinho Leonardo pela Unesc começa: investimento de mais de R$ 700 mil

    90 dias é o prazo previsto para conclusão anunciado pela faculdade. Revista Imagem - Vilhena-RO |30/07/2021 - 13:26 Parte do programa de melhorias na estrutura física de todas as unidades de saúde do município, a reforma do postinho Leonardo Alves começou nesta semana, através da Unesc, que realiza a obra como contrapartida por utilizar as unidades públicas de saúde para o curso de medicina. O investimento é de R$ 730 mil envolvendo ampliação e reparos em todo o prédio. A secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch, visitou a obra junto do coordenador de Atenção Básica do município, José Aparecido, da diretora da UNESC, Juliana da Costa e do diretor do Hospital Regional de Vilhena, Clair Cunha. A reforma teve início na última terça-feira e irá substituir toda a cobertura por estrutura metálica, incluindo ainda colocação de telhas termo-acústicas e forro em placa de gesso. Será também trocado o piso, bem como promovida ampliação para adequação às normas da Agevisa. Um pequeno auditório será construído para treinamentos e reuniões das equipes da unidade, além de realizadas correções em instalações hidráulicas e elétricas, incluindo construção de nova fossa, novo sumidouro e implantação de projeto completo de prevenção e combate de incêndio. Está prevista também a pintura interna e externa, requalificação urbanística do local com nova fachada, transformando a estrutura do postinho de saúde em um conceito arquitetônico aberto, sem muros na frente, com gramado na frente unidade, de maneira a promover maior integração da comunidade com o posto de saúde. Ao mesmo tempo, todas as portas estarão protegidas, haverá cerca elétrica e paisagismo semelhante à unidade Afonso Mansur. A Unesc prevê que a obra dure 90 dias, a partir de quando a unidade passará a receber também alunos de medicina. "É um momento de muita alegria ver essa obra em andamento, será de grande benefício para a população da região e também para os servidores. O postinho Leonardo irá contar com uma estrutura física de muita qualidade, teremos mais servidores a disposição e contando também com o apoio da Unesc", assegura Siclinda. "Lembramos que mesmo com este prédio fechado, a população dessa região não está desassistida, pois o postinho funciona atualmente no antigo prédio da Crepad, do Governo do Estado. Levamos toda a estrutura do Leonardo para esse local mantendo os pacientes sempre com acompanhamento e prestando os atendimentos necessários", informou José Aparecido. Para a diretora do campus da Unesc em Vilhena, Juliana da Costa, a parceria entre a Prefeitura de Vilhena e a universidade tende a trazer cada vez mais benefícios à população. "Nossos acadêmicos de medicina vão auxiliar no atendimento aqui, sendo um reforço para as equipes da saúde municipal. Temos esse compromisso junto ao Executivo e sabemos que após o fim dessa reforma teremos um espaço que valoriza o paciente e os profissionais que atuam junto a comunidade vilhenense”, garante. MAIS REFORMAS - Além do Leonardo Alves, passam por reforma atualmente o Hospital Regional de Vilhena, o posto de saúde do Cristo Rei e, em breve, deve começar a reforma do postinho do São José. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Pecuária de Rondônia investe na suplementação de qualidade e gestão profissional

    Na quarta e quinta-feira o Confina Brasil visitou Pimenta Bueno, Chupinguaia e Vilhena. Hoje estarão em Corumbiara, Cerejeiras e Colorado. Revista Imagem - Vilhena-RO |30/07/2021 - 13:09 A primeira propriedade visitada pela expedição do Confina Brasil em Rondônia, no município de Ji-Paraná, busca os bezerros no mercado, faz recria a pasto e termina em semiconfinamento. “A fazenda recebe assessoria de uma empresa de nutrição, que a ajuda a fazer a dieta para o gado confinado, que inclui o uso de DDG”, informa Olavo Franco Bottino, médico veterinário e técnico do Confina Brasil. “Além disso, destaque para a qualidade do pasto. Entre os planos da propriedade está a engorda dos bovinos em sistema de confinamento. A empresária entende a importância da intensificação da produção”, reforça Bottino. Importante organização empresarial de Rondônia, o Grupo Rovema iniciou recentemente seu projeto de terminação intensiva de bovinos na Fazenda Serra Verde, em Porto Velho. Vindo do Paraná para atuar na manutenção de máquinas pesadas, o grupo cresceu, tem sua rede de concessionárias, inclusive a Fiat, patrocinadora da expedição, e adquiriu grande volume de terras, nas quais desenvolve seu projeto pecuário. “O investimento avança, com planos de expansão de uma unidade de confinamento para 5.200 cabeças. O grupo faz recria e engorda, além de investir na seleção de gado Nelore PO e CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção). A dieta inclui soja integral. O grupo criou sua própria marca de nutrição animal, para formulação de núcleo e ração para o confinamento”, explica Eduardo Henrique Seccarecio, engenheiro agrônomo e analista de mercado da Scot Consultoria. “Todo o milho produzido nas propriedades do grupo é usado na fábrica própria. O negócio cresce e avança para fora do estado”. Em Rolim de Moura, o Confina Brasil visitou um confinamento que presta serviços para pecuaristas da região, como boitel, remuneração por arroba produzida, porcentagem e outras modalidades de parceria para engorda dos animais. A dieta é de alto grão. “A gestão é diferenciada. Mesmo enxuta, a estrutura é funcional e produtiva”, destaca Felipe Araújo Dahas, médico veterinário e coordenador do Confina Brasil. “Como verificamos em outras propriedades de Rondônia, a propriedade também conta com assessoria de uma indústria de nutrição animal”. Em Ariquemes, o confinamento Pignaton, da fazenda Nossa Senhora, tem na pecuária um complemento do negócio, cujo forte é a agricultura. “A área de terminação é relativamente pequena para os padrões da região. O confinamento existe há sete anos, tem área estática para 1.300 animais, porém os proprietários analisam readequação do projeto, devido à dificuldade de obtenção de terras para crescer”, aponta Eduardo Seccarecio. Na quarta-feira (28) e quinta-feira (29) o Confina Brasil visitou os município de Pimenta Bueno, Chupinguaia e Vilhena. Nesta sexta-feira (30) a equipe estará em Corumbiara, Cerejeiras e Colorado do Oeste. Mapeamento do confinamento bovino no país Em sua segunda edição, o Confina Brasil viaja por 11 estados, com a visita a 120 propriedades, e atualiza, de forma remota, os dados dos confinamentos visitados em 2020, totalizando a pesquisa em 14 estados. O estudo contemplará informações de propriedades responsáveis pela terminação de mais de 2 milhões de bovinos em confinamento. A equipe é formada por engenheiros agrônomos, médicos veterinários e zootecnistas da equipe da Scot Consultoria, todos especialistas em pecuária e preparados para coletar os dados e interpretá-los com o olhar na evolução constante da atividade. Por Revista Imagem | Fonte: Texto Assessoria

  • DNIT inicia novo ciclo de dragagem no Rio Madeira

    Serviços devem garantir manutenção adequada do canal navegável do trecho de 620 km entre Porto Velho (RO) e Manicoré (AM). Revista Imagem - Vilhena-RO |30/07/2021 - 08:28 O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) iniciou, na última semana, as obras de dragagem no Rio Madeira, no trecho de 620 km entre Porto Velho (RO) e Manicoré (AM). Com estimativa de dragar 1,2 milhão de m³ por ano, o objetivo dos serviços é garantir a manutenção do canal de navegação com largura e profundidade adequados, mesmo durante período de estiagem. Por meio do trabalho, o DNIT busca assegurar a fluidez e um maior carregamento dos comboios, mantendo a capacidade de carga das barcaças compatível com o planejamento de transporte das empresas - o que evita a migração de cargas para modais de transporte mais onerosos e favorece a redução do custo de frete. O contrato de dragagem da hidrovia, assinado pelo DNIT no mês de junho, tem duração estimada de quatro anos. Serão quatro meses no ano para execução da dragagem de sucção e recalque, método já usado nos contratos anteriores; e dois meses para a dragagem de draga com autotransportadora de cisterna, que garante maior produtividade e precisa operar com o rio mais cheio. O volume contratado de dragagem no Rio Madeira é de 1.260.000 m³ de sedimentos por ano, podendo chegar a 1.570.000 m³. Para realização dos serviços, devem ser usadas três dragas de sucção e recalque. A previsão é que sejam dragados os passos críticos Curicacas, em Rondônia, e Miriti, no Amazonas, além de trechos que eventualmente apresentem dificuldade para a navegação. Os pontos de dragagem são definidos em planejamento executivo antes do início dos serviços, consultando batimetrias mais atuais e dialogando com os usuários da hidrovia. Hidrovia - O Rio Madeira é um dos principais eixos logísticos do norte do país e integra o Arco Norte. A região compreende os estados do Acre, Rondônia, Amazonas, Pará, Mato Grosso e Tocantins, e permite o escoamento de safras pelo rio Amazonas e seus afluentes da margem direita - que correm na direção sul-norte, dos cerrados do centro do país para a floresta Amazônica. Pelo Rio Madeira é feito o escoamento de produção agrícola, principalmente soja e milho de Mato Grosso e Rondônia, e de insumos como combustíveis e fertilizantes com destino a Porto Velho e Manaus. Além disso, são transportados alimentos e produtos produzidos na Zona Franca de Manaus. Só em 2020, foram movimentadas 10,4 milhões de toneladas pela hidrovia - volume 10% maior do que no ano anterior, quando a movimentação foi de 9,5 milhões de toneladas. O tráfego de embarcações no Rio Madeira cresceu exponencialmente a partir da década de 1990. Em função da implantação da nova fronteira agrícola de soja e milho na região Centro-Oeste do Brasil, a produção dessas matérias-primas passou de praticamente zero para um volume que exige para seu transporte, atualmente, um fluxo de comboios de balsas e empurradores de grande porte, além dos barcos mistos de passageiros e pequenas cargas. PADMA - O serviço de dragagem do Rio Madeira é feito por meio do novo método de contratação de serviços de dragagem nas hidrovias brasileiras. O sistema, implantado neste ano, tem como base o modelo de contratação de serviços de manutenção já utilizado no modal rodoviário. O plano busca mais agilidade na execução, medição e fiscalização dos contratos desse serviço. Por Revista Imagem | Fonte: DNIT

  • Vídeo: Incêndio atinge galpão da Cinemateca Brasileira

    Os bombeiros informaram que não houve vítimas e que 17 viaturas foram deslocadas para atender a ocorrência. Revista Imagem - Vilhena-RO |30/07/2021 - 08:22 Um incêndio atingiu galpão da Cinemateca Brasileira, localizado na Vila Leopoldina, zona Oeste da capital paulista, no final da tarde de quinta-feira (29). Os bombeiros informaram que não houve vítimas e que 18 viaturas foram deslocadas para atender a ocorrência. No total, cerca de 70 bombeiros atuaram na operação. Segundo o Corpo de Bombeiros, houve um chamado para fogo em edificação comercial por volta das 18h na Rua Othão, 290. O incêndio foi controlado, mas por volta das 20h os bombeiros ainda continuavam trabalhando na ocorrência para que o fogo fosse extinto. No endereço, fica guardado parte do acervo da Cinemateca Brasileira. O prédio principal da instituição está localizado na Vila Mariana. Em 12 de abril, os trabalhadores da Cinemateca divulgaram manifesto em que fizeram um alerta sobre os riscos que corriam o acervo, os equipamentos, as bases de dados e a edificação da instituição. “A possibilidade de autocombustão das películas em nitrato de celulose, e o consequente risco de incêndio frequentemente recebem mais atenção da mídia e do público. A instituição enfrentou quatro incêndios em seus 74 anos, sendo o último em 2016, com a destruição de cerca de 500 obras. O risco de um novo incêndio é real. O acompanhamento técnico contínuo é a principal forma de prevenção”, dizia o manifesto. A Secretaria Especial da Cultura disse em nota que “lamenta profundamente” e acompanha de perto o incêndio que atinge o galpão da Cinemateca Brasileira. “Cabe registrar que todo o sistema de climatização do espaço passou por manutenção há cerca de um mês como parte do esforço do governo federal para manter o acervo da instituição”, diz a nota. A secretaria solicitou apoio à Polícia Federal para investigação das causas do incêndio e informou que, só após seu controle total pelo Corpo de Bombeiros, poderá determinar o impacto e as ações necessárias para uma eventual recuperação do acervo e do espaço físico. Por Revista Imagem | Texto: Camila Boehm

  • Presidente defende voto auditável nas eleições durante live semanal

    Bolsonaro disse que contagem pública dos votos é um instrumento de cidadania e paz social. O TSE questionou afirmações de Bolsonaro. Revista Imagem - Vilhena-RO |30/07/2021 - 08:15 O presidente Jair Bolsonaro voltou nesta quinta-feira (29) a defender a utilização do voto impresso nas eleições durante a realização de live semanal, que nesta quinta-feira, excepcionalmente, durou 2 horas e 49 minutos. Normalmente, a live presidencial tem a duração de cerca de 1 hora. Durante transmissão realizada pelas redes sociais, e que teve, entre outros, a participação do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, foram apresentados vídeos de eleitores que foram às urnas em eleições anteriores apontando supostos indícios de fraudes na utilização da urna eletrônica. “Voto impresso auditável e contagem pública dos votos é um instrumento de cidadania e paz social, garantia de paz e prosperidade, de harmonia entre os Poderes. Nenhum Poder é absoluto, todos nós temos limites. O que o povo quer, e nós devemos atendê-lo, é exatamente um sistema de votação onde se possa ter a garantia de quem se votou, o voto vai para aquela pessoa. Assim, nós conseguiremos, com toda certeza, uma paz no Brasil, conseguiremos antecipar possíveis problemas e nós partiremos para a normalidade”, afirmou. Bolsonaro desafiou aqueles que cobram que ele apresente provas de que há fraude na urna eletrônica a mostrarem que o sistema não pode ser fraudado. “Será que se fazer eleições é seguro, é blindado? Os que me acusam de não apresentar provas, eu devolvo a acusação. Me apresente provas [de que a urna eletrônica] não é fraudável”. O presidente também disse que defende a realização das eleições. “Eu quero eleições no ano que vem, vamos realizar eleições ano que vem, mas eleições limpas, democráticas, sinceras”, afirmou. TSE Mais cedo, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, voltou a defender a segurança da urna eletrônica. Durante um evento no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Acre, o ministro voltou a reafirmar que jamais foi registrada nenhuma fraude desde a implantação das urnas eletrônicas, em 1996. De acordo com o ministro, antes das urnas eletrônicas, urnas de lona desapareciam, votos em branco viravam votos para candidatos e “toda eleição tinha a suspeição da fraude”. Barroso disse que a decisão sobre a adoção do voto impresso no país é do Congresso Nacional, mas considera que a medida não é segura. “Ele [voto impresso] precisa ser transportado. Estamos falando de 150 milhões de votos em um país em que muitas regiões têm problemas de roubo de carga, milícias e facções criminosas. Vamos criar um mecanismo de auditoria que vai trazer insegurança, riscos para o sistema”. O ministro reafirmou que o voto eletrônico é auditável. “Gostaria de desfazer a crença de que voto impresso e voto auditável sejam a mesma coisa. O voto eletrônico é auditável quando tudo começa, porque o programa tem seu código-fonte aberto a todos os partidos. A urna produz um arquivo digital chamado registro digital do voto e qualquer partido pode pedir e imprimir os votos. O sistema é seguro, transparente e auditável em muitas de suas etapas”. Pela sua conta oficial no Twitter, o TSE respondeu à live do presidente. Entre outras postagens, o tribunal postou que “investigadores da edição de 2019 do Teste Público de Segurança (TPS), entre os quais, peritos da @policiafederal, admitem que novas barreiras de segurança da urna eletrônica são eficazes”. Veja a live Por Revista Imagem | Fonte: Agência Brasil

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