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- Cerrado perdeu quase 30 milhões de ha em vegetação nativa em 35 anos
Vilhena está localizada em uma área de transição do cerrado para o bioma amazônico. Revista Imagem - 23/09/2020 10:01 O Cerrado perdeu 28 milhões de hectares de vegetação nativa, uma área equivalente ao estado do Rio Grande do Sul, entre 1985 e 2019. Foi um terço de toda a vegetação nativa que o Brasil perdeu no período. Essa área representa, em 35 anos, uma redução líquida de 21%, que é a diferença entre perda da vegetação original e ganho da vegetação recuperada. Com isso, hoje o segundo maior bioma do país tem 53,2% de cobertura de vegetação nativa, ou 19% do que é registrado nesta categoria em todo o Brasil. Os dados são da Coleção 5 do MapBiomas (mapbiomas.org), iniciativa multi-institucional que envolve universidades, ONGs e empresas de tecnologia, focada em monitorar as transformações na cobertura e no uso da terra no Brasil, e foram recém-divulgados em um evento para pesquisadores e público em geral no Dia do Cerrado (11 de setembro). O MapBiomas também mostra que atualmente 44% da área do Cerrado é ocupada por atividades agropecuárias, com um incremento de 25 milhões de hectares em 35 anos: 72% desse aumento foi para a agricultura, especialmente de grãos. “É possível perceber visualmente a mudança, em áreas no sul do Cerrado e no Matopiba (região que engloba o Cerrado nos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia)”, disse a diretora de Ciência do IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia), Ane Alencar. No MapBiomas, o instituto é responsável pelo mapeamento da vegetação nativa do bioma. Nesta conversão de vegetação nativa para outros usos, as formações florestais sofreram mais, por estarem em áreas com solos mais férteis, enquanto as formações savânicas têm visto o desmatamento aumentar, por causa da topografia. “Precisamos mudar nossa realidade para que o restante do Cerrado não tenha o mesmo destino do que foi destruído”, disse o professor da Universidade de Brasília Ricardo Machado, especialista em Cerrado, que participou do evento. “Não podemos deixar que o processo simplesmente continue para mostrar para os nossos netos quando determinado pixel foi desmatado, mas devemos provocar mais estudos e políticas públicas.” Nesse sentido, Machado afirma que o conhecimento hoje produzido sobre a conversão de outros tipos de vegetação nativa além das florestais é suficiente para que se amplie também a proteção do Cerrado. Na mesma direção, o coordenador de monitoramento da TNC Brasil, Mario Barroso, destaca a importância do MapBiomas na busca por soluções. “Antigamente, porque os dados oficiais olhavam somente para as formações florestais, parecia que o desmatamento só acontecia neste tipo de vegetação. O MapBiomas mudou essa percepção. O que importa é o que está acontecendo no campo de forma explícita”, afirma Barroso. “Para problemas complexos, as soluções também são complexas. Há de se discutir o papel das empresas, mas também a questão da grilagem e da titulação de terra, por exemplo.” Todos os dados do MapBiomas podem ser vistos e baixados gratuitamente na plataforma mapbiomas.org. Fonte Ipam
- MPRO não quer estágios ou aulas práticas nas unidades de saúde de Vilhena
Recomendação foi emitida para a Prefeitura e também para faculdades que mantem cursos na área de saúde. Revista Imagem - 23/09/2020 09:30 O Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio da Promotoria de Justiça de Vilhena (Curadoria da Saúde), expediu recomendação ao município de Vilhena, à Secretaria Municipal de Saúde e sua Coordenação da Vigilância Sanitária para não adotarem qualquer medida, que autorize o funcionamento de atividades acadêmicas práticas, enquanto durar o Estado de Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPIN) decorrente da epidemia de COVID-19, a fim de se adequar aos Decretos do Governo do Estado, sob pena de responsabilidade civil e criminal. Na recomendação subscrita pelo Promotor de Justiça Paulo Fernando Lermen, alerta-se, notadamente, para as atividades acadêmicas nos cursos da área de saúde, que disponibilizam estágios e/ou aulas práticas, desenvolvendo suas atividades nas Unidades Básicas de Saúde de Vilhena, no Hospital Adamastor Teixeira de Oliveira, na Central de Atendimento à COVID-19 e nos demais setores de saúde, que lidam diretamente com pacientes suspeitos e/ou positivados para a doença, tornando o risco de contágio ainda maior, entre os discentes, docentes, servidores, envolvidos diretamente nas atividades, além dos usuários da rede e dos munícipes de modo geral. Recomenda ainda aos demandados que revoguem, em caráter de urgência, a autorização para o funcionamento de atividades acadêmicas presenciais nos cursos da área de saúde, que disponibilizam estágios e/ou aulas práticas nas unidades de saúde do município. Também foi dirigida recomendação à Sociedade de Pesquisa Educação e Cultura, Dr. Aparício Carvalho de Moraes (FIMCA – Vilhena) e à Sociedade Educacional de Rondônia s/s LTDA (UNESC – VILHENA) que cancelem imediatamente em caráter de urgência o retorno das atividades acadêmicas presenciais para os cursos da área de saúde. Fonte MPRO
- Cerejeiras têm 120 dias para desativar lixão, determina Justiça
Cumprimento de sentença se dá quase 10 anos após a ação ter transitado em julgado. Revista Imagem - 23/09/2020 09:30 Os julgadores da 2ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), em agravo de instrumento, reformaram parcialmente a decisão do Juízo de 1° grau, ampliando de 60 para 120 dias a desativação completa do lixão do Município de Cerejeiras. Com relação à multa diária aplicada pelo Juízo da causa, que era de mil reais até o limite de 15 mil, foi reduzida para 500 reais até o limite de 10 mil reais. Segundo o voto do relator, desembargador Gilberto Barbosa, a determinação do Juízo foi sobre o cumprimento de sentença, relativa à desativação do referido lixão, transitada em julgado no dia 10 de fevereiro de 2011. Na ação originária foi determinado ao município recuperar a área degradada pelo funcionamento de depósito de lixo irregular; providenciar nova área, de acordo com as exigências ambientais, para instalação de aterro sanitário e impedir acesso de pessoas ao lixão. Segundo a defesa do Município de Cerejeiras está se buscando meios para cumprir a decisão judicial, porém a drástica queda na arrecadação de tributos impede a satisfação da obrigação de fazer no prazo de 60 dias. Além disso, informa que está, atualmente, levando os resíduos para o aterro da cidade de Vilhena. Deferindo parcialmente o pedido municipal, o voto narra que é possível a aplicação de multa contra fazenda pública em caso de teimosia a não cumprir determinação judicial, porém deve “ser fixada de forma a cumprir sua precípua função, que é de inibir o injustificado e reiterado descumprimento e, para além de garantir que sejam observados os princípios da razoabilidade e proporcionalidade, preservar a dignidade da Justiça”, como no caso em foi dado provimento parcial ao agravo de Instrumento. O Agravo de Instrumento n. 0800598-68.2019.8.22.0000 foi julgado no dia 17 de setembro de 2020. Fonte TJRO
- Rondônia é destaque com o melhor índice de segurança alimentar da região Norte
Dados são da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018 que traça o perfil da segurança alimentar nos lares brasileiros. Revista Imagem - 23/09/2020 09:24 Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018 que traça o perfil da segurança alimentar nos lares brasileiros. De acordo com os números, Rondônia tem andado na contramão do mapa da fome que se intensificou com a chegada da pandemia. O Estado alcançou um percentual de 63,7% e se destacou com o melhor índice de segurança alimentar da região Norte, seguido de Roraima (60,4%) e Tocantins (54,4%). Nesse sentido, a Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas) trabalha com políticas públicas voltadas à garantia do acesso à alimentação de qualidade. O conceito de segurança alimentar é definido na Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional do Estado de Rondônia (Losan-RO) Lei nº 2.221 de 21/12/2009 como sendo a garantia do acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, em quantidade suficiente, com base em práticas alimentares saudáveis, que respeitem a diversidade cultural sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais. Além de traçar o perfil das condições de vida da população brasileira, a Pesquisa de Orçamentos Familiares (Pof) determina ainda as estruturas de consumo, dos gastos, dos rendimentos e parte da variação patrimonial das famílias. Em relação aos alimentos consumidos pelas famílias brasileiras, a média brasileira de consumo é maior entre o grupo de carnes, vísceras e pescados com (20,2%), sendo a região Norte a maior consumidora destes alimentos com (27,1%) seguida das regiões Nordeste (22,3%) e Centro–Oeste (21,8%). A Seas, por meio da Gerência de Segurança Alimentar e Nutricional (GSAN), em parceria com demais órgãos desenvolve políticas voltadas à erradicação da fome e desnutrição familiar, acentuadas em famílias de baixa renda. A alimentação de qualidade é item essencial para garantir a sobrevivência e a saúde dessas famílias. PROGRAMA AMPARO Durante a pandemia, muitas famílias ficaram sem condições de adquirir alimentos básicos, por isso a Seas criou o Programa de Transferência de Renda Temporária (AmpaRO) para ajudar as famílias em situação de extrema pobreza, cadastradas no programa Bolsa Família e com renda per capta familiar declarada no Cadastro Único de até R$ 89. As famílias beneficiárias do programa recebem um benefício no valor de R$200 para auxiliar na compra de alimentos e garantir o sustento da família. COFINANCIAMENTO Uma das ferramentas mais utilizadas para garantir o funcionamento e manutenção dos serviços socioassistenciais é o cofinanciamento da assistência social. A Seas já repassou aos municípios, no primeiro semestre de 2020, cerca de R$ 3.267.300 (três milhões, duzentos e sessenta e sete mil e trezentos reais) sendo previsto para o próximo semestre o repasse de mais de R$ 2,7 milhões para atender exclusivamente benefícios eventuais, que podem ser usados pelos municípios para atender a população diretamente, como por exemplo na compra de cestas básicas, kits de higiene, dentre outros auxílios. A Seas está desenvolvendo projetos e ações para promover o acesso a alimentos saudáveis, na oferta de refeições nutricionalmente balanceadas e de baixo custo. Dessa forma, busca contribuir com a melhoria das condições de saúde e segurança alimentar e nutricional, auxiliando para a redução do índice de fome causada pela pobreza e desigualdade social, dando cumprimento à garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada (DHAA). A coleta dos dados da pesquisa foi realizada nas áreas urbana e rural em todo o território brasileiro, no período de junho de 2017 a julho de 2018. Por Anayr Celina
- Ações contra desmatamento em RO são apresentadas a jornalistas americanos
Na sala de situação de Rondônia é possível acompanhar as coordenadas geográficas de queimadas e outros delitos ambientais. Revista Imagem - 23/09/2020 09:19 Em entrevista para a equipe de jornalistas norte-americanos da produtora independente “Documist”, de Nova York (EUA), na manhã de terça-feira (22), técnicos da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) detalharam como são realizados os trabalhos de fiscalizações ambientais, direto da sala de situação de Rondônia, onde é possível acompanhar em tempo real, coordenadas geográficas e locais exatos de queimadas ou outros delitos ambientais, através de equipamentos tecnológicos que possibilitam o combate ao desmatamento e proteção ao Meio Ambiente. O documentário é produzido por uma extensa equipe, que desde 2018 estuda os ilícitos no Estado de Rondônia. Essa é a primeira vez que confere de perto, como os servidores da Sedam atuam. “São muitos equipamentos, e parecem que estão fazendo um trabalho grande, o Estado é muito grande, e a Secretaria faz de tudo para tentar combater crimes que acontecem, eu acho que é um trabalho muito impressionante por ser uma terra tão grande”, relata o norte-americano William Nelson, jornalista cinematográfico da Documist. O grupo afirma que o Estado foi escolhido para o longa metragem pelos fatos históricos e riquezas florestais, além das unidades de conservação e terras indígenas, e visa relatar no material o desenvolvimento de Rondônia, conflitos e progressos, além de mostrar o que de fato ocorre na Amazônia Legal como um todo. “Estamos centrados em Rondônia, porque vimos que tinha muito potencial, e para entender todos os lados das histórias e como o Governo do Estado está agindo, os ativistas, os indígenas, populações, ribeirinhas, população da floresta, produtores rurais, e todos envolvidos nas questões de terras na Amazônia”, finaliza o jornalista. Marcos Trindade é coordenador de Proteção Ambiental da Sedam e diz que trabalhos como esse ajudam a divulgar ações da Secretaria em nível mundial. “Nós temos compromisso, dedicação e todos os dias costumo falar que enfrentamos batalhas, a guerra talvez nunca chegue ao fim, porque a proteção do Meio Ambiente sempre vai existir, por mais que seja uma missão árdua, difícil, mas sempre haverá pessoas que irão procurar destruir o Meio Ambiente e nós estamos aqui para combater esse tipo de crime, para combater esse tipo de atividade ilegal, ou seja predatória, então isso é muito importante, a divulgação do nosso trabalho. É muito fácil as pessoas verem imagens de satélite, de fumaça chegando aos mais distantes estados, eu costumo dizer que poderia estar bem pior, nós estamos fazendo nossa parte, conseguimos diminuir? Sim. É o que nós gostaríamos? Não, nós gostaríamos de estancar totalmente, só que pelo menos conseguimos controlar, com a dedicação, empenho dos órgãos trabalhando em conjunto, como o Batalhão da Polícia Ambiental, os órgãos de fiscalização federal, e também municipais”, relata o servidor. Não há previsão do lançamento do documentário, devido aos atrasos gerados por causa da pandemia, mas a produtora norte-americana garante esforços para que ocorra em nível mundial para o ano de 2022. Por Marina Espíndola
- Onze escolas de RO alcançam o primeiro lugar no Ideb na região Norte
Em Vilhena a escola Marechal Rondon é uma das classificadas no topo do ranking. Revista Imagem - 23/09/2020 09:12 Com o melhor resultado em notas e taxas de aprovação do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) na região Norte, o Estado de Rondônia avança na qualidade em educação. Onze escolas estaduais de Ensino Médio em Tempo Integral de diferentes regiões, que adotaram o Programa Escola Novo Tempo, supervisionadas pela Gerência de Educação Básica e Sub-Gerência de Educação Integral da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), estão comemorando o sucesso de 2019. O programa do Ministério da Educação atende atualmente a 18 escolas, sete delas só aderiram a ele em 2020, ano marcado pela pandemia mundial do coronavírus. As que se classificaram este ano já haviam obtido notas significativas em 2017, como informa a Diretoria Geral de Educação da Seduc. O Ideb é avaliado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os estabelecimentos educacionais rondonienses classificados em 1º lugar foram: Escola Professor Alejandro Yague Mayo (Ji-Paraná), 6; Cândido Portinari (Rolim de Moura), 5,7; Juscelino Kubitschek de Oliveira (Alta Floresta d’Oeste), e Capitão Sílvio de Farias (Jaru), ambas 5,5; Marechal Cordeiro de Farias (Pimenta Bueno), 5; Sete de Setembro (Espigão d’Oeste), 5; Brasília (Porto Velho) e Josino Brito (Cacoal), ambas 4,9; Heitor Villa Lobos (Ariquemes), 4,8; Simon Bolívar (Guajará-Mirim), 4,5; e Marechal Rondon (Vilhena), 4,2. Os resultados divulgados pelo Ministério da Educação na primeira quinzena do mês de setembro, apresentam os níveis de aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática do 3º ano do Ensino Médio, que surpreenderam, e da mesma forma, a taxa de aprovação nos demais anos escolares. Desde 2005, quando foi criado o Ideb, os resultados apontam o Ensino Médio estadual com o melhor desempenho de todas as edições anteriores, evoluindo em 2019 no rendimento escolar e no desempenho da etapa, após anos em estabilidade. Na edição de 2017, o Estado possuía um Ideb de 4.0 no Ensino Médio, ficando em quinto lugar no cenário brasileiro. Nesta edição de 2019, o Estado obteve nota 4.3, faltando pouco para atingir a meta de 4.8 proposta pelo Inep. Os resultados ampliam as possibilidades de mobilização da sociedade e do Poder Público em favor da educação, pois indicam a necessidade de melhorias no sistema, difundindo e valorizando a cultura do aprendizado. Por Montezuma Cruz
- Fracasso do acordo UE-Mercosul vai agravar problemas ambientais, diz Brasil
Itamaraty e Ministério da Agricultura afirmam que não entrada em vigor pode ter impactos sociais, econômicos e ambientais. Revista Imagem - 23/09/2020 09:05 O governo brasileiro contestou nesta terça-feira (22), por meio de nota conjunta dos ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores, um relatório sobre desmatamento na Amazônia feito pela França e afirmou que os problemas ambientais na região podem se agravar se o acordo entre o Mercosul e a União Europeia (UE) não sair. Vários países europeus estão condicionando a assinatura do acordo ao respeito à proteção ambiental por parte do Brasil, em especial da Amazônia e do Pantanal, diante de números que mostram uma elevação no desmatamento e nas queimadas desde o início do governo do presidente Jair Bolsonaro. A nota foi divulgada pouco depois do discurso do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Geral da ONU, no qual ele acusou "instituições internacionais" de participarem de "uma das mais brutais campanhas de desinformação sobre a Amazônia e o Pantanal", movidas por "interesses escusos", sem nomear qualquer instituição. "A não entrada em vigor do Acordo Mercosul-UE passaria mensagem negativa e estabeleceria claro desincentivo aos esforços do país para fortalecer ainda mais a sua legislação ambiental", além de ter "implicações sociais e econômicas negativas, que poderiam agravar ainda mais os problemas ambientais da região", afirmam os ministérios. A nota contesta o governo francês, que, na semana passada, diante de um relatório sobre desmatamento no Brasil, comunicou que se opõe à atual versão do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. O relatório, de 184 páginas, avalia o impacto no desmatamento da Amazônia causado pelo aumento da produção de carne bovina e foi feito por uma comissão de avaliação presidida pelo economista francês Stefan Ambec. "O relatório apresenta argumentos não baseados em critérios técnicos, que sugerem que a entrada em vigor do citado Acordo terá impacto ambiental negativo, ao alegadamente ocasionar elevação do desmatamento e pôr em xeque os esforços para combater a mudança do clima ao amparo de acordos internacionais", afirma o governo brasileiro. Ao longo de uma extensa contestação, o governo assegura que o Brasil já mostrou "que é capaz" de aumentar a sua produção de carne, soja e milho e, ao mesmo tempo, diminuir o desmatamento. "De 2004 a 2012, o desmatamento da região chamada de Amazônia Legal caiu 83%, enquanto que a produção agrícola subiu 61%", argumenta o Executivo, referindo-se ao período dos governos do PT. Três declarações de Bolsonaro na ONU "Nesse mesmo período, o rebanho bovino cresceu em mais de 8 milhões de cabeças, chegando a 212 milhões em 2012. Esses dados inserem-se em tendência histórica de intensificação da agropecuária brasileira e dos decorrentes ganhos de produtividade, em sintonia com a preservação ambiental", afirmam os ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores. A nota não menciona qualquer dado sobre a Amazônia ou o Pantanal referente ao período do governo Bolsonaro, que é acusado no exterior, com base nos números divulgados pelas autoridades brasileiras, de incentivar o desmatamento e as queimadas nessas regiões. Para o governo Bolsonaro, o relatório francês revela interesses protecionistas. "O relatório da comissão de avaliação do citado acordo do governo francês revela as reais preocupações protecionistas daqueles que o encomendaram ao tratar das concessões agrícolas feitas pela UE ao Mercosul", diz a nota. Assinado em junho de 2019, o acordo comercial entre a UE e o Mercosul necessita da ratificação de todos os países-membros para entrar em vigor. Três parlamentos na Europa (Áustria, Holanda e o da região da Valônia, na Bélgica) já anunciaram que não darão seu aval ao acordo na sua redação atual. Outros países, como a Bélgica, a França, a Irlanda e Luxemburgo, mostraram-se reticentes. Em agosto, a chanceler federal alemã, Angela Merkel, cujo Executivo foi um dos grandes promotores do acordo, manifestou "sérias dúvidas" sobre o pacto devido aos atuais números sobre o desmatamento e as queimadas. O presidente francês, Emmanuel Macron, já havia ameaçado não ratificar o acordo se o Brasil não tomasse as medidas necessárias para proteger a maior floresta tropical do mundo. Em 2019, o primeiro ano do governo Bolsonaro, o desmatamento na Amazônia cresceu 85,3%, chegando a um recorde de 10.123 km², o que equivale ao tamanho de um país como o Líbano. Por Deutsche Welle
- Sicoob registra recorde de transações na história do sistema
Mais de 85% de todas as 506 milhões de transações se agosto foram digitais, segundo a entidade Revista Imagem - 22/09/2020 13:47 Em agosto, o Sicoob registrou mais de 506 milhões de transações, um recorde na história do sistema, e o que mais chama a atenção é que os canais digitais auxiliaram - e muito - esse crescimento. De acordo com a entidade, mais de 85% dessas transações foram realizadas via App Sicoob ou internet banking. De acordo com Antônio Vilaça Júnior, Diretor de tecnologia do Sicoob, os números provam que as novas ferramentas das cooperativas, focadas em facilitar o cotidiano dos cooperados de todo o Brasil, são realmente efetivas. "A transformação digital tem sido potencializada no Sicoob, principalmente durante a pandemia. Foram lançadas diversas soluções para possibilitar o acesso aos canais digitais e a realização de transações pelos cooperados sem a necessidade de deslocamento às agências físicas", explica. Além dos serviços tradicionais de pagamentos de convênios e títulos, transferências, consultas de saldos e extratos dos produtos, depósitos de cheques pelo celular, pagamento e antecipação de parcelas de crédito, nos canais digitais do Sicoob é possível realizar investimentos, solicitar um cartão virtual para utilização no e-commerce, gerar links de pagamentos, contratar crédito, financiar de veículos, consórcios, seguros e previdência. Entre as soluções criadas no App Sicoob, destaca-se a funcionalidade que permite o cadastro ou troca de senhas e a liberação de novos dispositivos para acesso aos canais digitais, de forma totalmente remota. Para isso, são utilizados recursos de inteligência artificial, como o reconhecimento facial com prova de vida e MFA - Múltiplos Fatores de Autenticação - com a positivação de dados/informações dos cooperados e envio de SMS para confirmação. Vilaça destaca que esse serviço possibilitou a habilitação de mais de um milhão de novos dispositivos para acesso aos canais digitais no período de março a julho deste ano. "Sem dúvida é mais uma comodidade e também proteção aos nossos mais de 4,8 milhões de cooperados durante este período de pandemia, pois permite o acesso e realização das transações no próprio ambiente do cooperado, com conveniência e comodidade, e evita o deslocamento físico". Outra solução que tem feito muito sucesso entre os cooperados é o aplicativo App Sicoob Moob. "Como o nosso cooperado está cada vez mais digital, vimos a necessidade de criar uma solução que possibilite à cooperativa manter o relacionamento ativo, mesmo durante esse período de pandemia", comenta Vilaça. A ferramenta permite que os cooperados estejam antenados com as informações das cooperativas, participem de eventos e reuniões virtuais, assembleias de prestação de contas votando em temas de seu interesse, participam da comunidade de negócios, uma espécie de marketplace onde os cooperados anunciam seus produtos, feirões virtuais com ofertas de produtos e serviços pelos parceiros, além da realização de cursos do Sicoob Universidade o que inclui a educação financeira. O Sicoob Moob já conta com mais de 120 mil usuários ativos e mais de 4 mil produtos anunciados. Somente este ano, possibilitou a realização de mais de 300 assembleias virtuais. Por Raphael Pozzi
- Polícia Federal combate comércio de cédulas falsas em Ji-Paraná
Operação Alto-relevo prende um homem durante o cumprimento dos mandados de busca. Revista Imagem - 23/09/2020 08:50 A Polícia Federal deflagrou no sábado (19) a Operação Alto-relevo, visando combater o comércio de cédulas falsas por meio de redes sociais. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão, na residência dos investigados. Às ordens judiciais foram expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal em Ji-Paraná/RO. As investigações demonstraram que os investigados, por intermédio de páginas criadas em uma rede social, ofertavam e vendiam notas falsas para pessoas localizadas em todo o Brasil. Durante as buscas foram encontrados o cartão bancário utilizado para movimentação das contas que recebiam os pagamentos, além de uma arma de fogo e munições. Um homem foi preso em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e será encaminhado ao presídio em Ji-Paraná/RO. O nome da operação faz referência a um dos itens de segurança de cédulas originais, como também ressalta a alta relevância que o combate a crimes desta natureza tem, visto que a disseminação de notas falsas na economia, sobretudo em pequenas cidades, tem impacto significativamente negativo à população, que sofre com os prejuízos financeiros inerentes a este tipo de ação criminosa. Fonte PF
- Universidade Federal de Rondônia lança 95 vagas para mestrado e doutorado
Oportunidades estão divididas em quatro áreas. Inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet. Revista Imagem - 22/09/2020 08:20 A Universidade Federal de Rondônia (Unir) está com vagas abertas para quatro cursos de pós-graduação. Ao todo, são 67 vagas para mestrado e 28 para doutorado. As inscrições para todos os processos são gratuitas e devem ser feitas pela internet. Devido a pandemia do novo coronavírus, o Conselho Superior Acadêmico (Consea) autorizou a entrega de componentes curriculares, atividades e realização de processos seletivos de modo remoto em caráter emergencial nos cursos de pós-graduação da Unir. Educação Escolar Estão disponíveis 15 vagas para o curso de doutorado em Educação Escolar com linhas de pesquisas em: formação de professores, trabalho docente e práticas pedagógicas na educação básica, e currículo, políticas e diferenças culturais na educação básica. O processo seletivo será feito através da análise do projeto de pesquisa, entrevista e análise de currículo. O período de inscrição vai de 21 de setembro até 13 de outubro. Filosofia Foram ofertadas 20 vagas para o curso de mestrado em Filosofia, sendo 10 para a linha de pesquisa Ética e Filosofia Política Moderna e 10 para a linha Ética e Filosofia Política Contemporânea. O processo seletivo será feito em duas etapas, avaliação do projeto de pesquisa e entrevista. As inscrições podem ser realizadas entre os dias 19 de setembro e 15 de novembro. Geografia Para os cursos de pós-graduação em Geografia foram abertas 23 vagas para mestrado e 13 para doutorado, com linhas de pesquisas em Paisagem, Processos do Meio Físico e Gestão Ambiental, e Território e Sociedade na Pan-Amazônia. O processo seletivo será feito através da análise do currículo, análise do projeto de pesquisa e da defesa oral do projeto. O prazo de inscrição vai do dia 19 de outubro até o dia 29. Letras O curso de mestrado em Letras, Línguas, Linguagens e Culturas Amazônicas possui 24 vagas, sendo 12 para a linha de pesquisa Estudos descritivos e aplicados de Línguas e Linguagens e 12 para Estudos de Diversidade Cultural. O processo seletivo será feito através da avaliação do projeto, entrevista e análise do currículo. As inscrições iniciam dia 19 de outubro e finalizam no dia 23 do mesmo mês. Saiba mais. Fonte G1
- Polícia Militar faz surpresa para pequeno fã da corporação em Vilhena
Militares surpreenderam a criança com a visita na residência, com direito à continência da tropa ao mini admirador da corporação. Revista Imagem - 22/09/2020 08:15 Na manhã desta segunda-feira (21), o pequeno Kauê Mendes, de 6 anos, recebeu uma surpresa dos Policiais Militares do 3º BPM, em Vilhena. Os militares surpreenderam a criança com a visita das guarnições até a residência dele, com direito à continência da tropa ao mini admirador da corporação. Admiração No mês de agosto, os Policiais Militares realizavam patrulhamento noturno próximo à praça Nossa Senhora Aparecida em Vilhena, quando o garotinho Kauê se aproximou e começou a conversar com o Sargento Walter. O menino pediu para tirar fotos e fez amizade com a guarnição de serviço, demonstrando ser fã da Polícia Militar. Motivados pela admiração do pequeno à Polícia Militar, os policiais que estavam na guarnição resolveram fazer uma surpresa para Kauê indo até a residência dele visita-lo, entregando presentes e prestando a continência ao pequeno - gesto que significa respeito e honra para os militares. A iniciativa voluntária e espontânea foi apoiada pelos empresários locais Anilton Santos, da Digitall Comunicação Visual que colaborou com um banner de fotografias e por Dione Bianchini, da Delta Artigos Militares que colaborou com uma camiseta da PMRO exclusiva para o Kauê. O dia da visita Cerca de um mês depois, chegado o dia da entrega, os policiais militares posicionaram-se enfileirados em frente à casa do Kauê, prestaram continência, entregaram os presentes e o pequeno ainda foi contemplado com o “Diploma Amiguinho do 3º BPM” pelo reconhecimento à admiração ao trabalho realizado pelos militares da corporação. “A alegria expressada no rosto do nosso amigo Kauê não tem preço e tenho certeza que esse momento ficará marcado positivamente na vida dele, será sempre nosso amigo”, finalizou o 3º Sargento Walter. Fonte: PMRO
- BR-319 que liga Porto Velho a Manaus ganha status de prioridade nacional
Pavimentação da BR-319 será feita de maneira a torná-la um modelo de sustentabilidade. Revista Imagem - 22/09/2020 08:07 Mais um grande passo foi dado para a tão esperada recuperação asfáltica da BR-319, rodovia que liga os estados do Amazonas e Rondônia, sendo considerada essencial para a integração da região Norte ao restante do Brasil. A rodovia ganhou status de prioridade nacional e será pavimentada. O anúncio do asfaltamento foi feito pelo ministro da Infraestrutura (MInfra), Tarcísio Gomes de Freitas, durante videoconferência na manhã de segunda-feira (21), com a participação do governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, e também dos governadores do Amazonas, Acre e Roraima. Durante a videoconferência foi ressaltado que a pavimentação da BR-319 será feita de maneira a torná-la um modelo de sustentabilidade, incluindo travessias para fauna, recuperação de áreas degradadas e com um esforço conjunto de governança ambiental. ‘‘Parabenizo ao ministro e toda equipe do Ministério da Infraestrutura e também ao presidente da República, Jair Bolsonaro, por essa iniciativa, pois a pavimentação da BR-319 é importante não só para Rondônia, Amazonas, Roraima e Acre, mas para todo o país, pois ela vai permitir a interligação, e isso é tratar as nossas populações com respeito. Eu honro essa atitude, e aqui em Rondônia estamos prontos para a união em prol dessa questão’’, afirma o governador. O ministro explicou as etapas para a pavimentação da BR-319 que terá a trajetória iniciada nesta terça-feira (22) quando será conhecido o resultado do edital para contratação de empresa que vai elaborar os projetos básico e executivo do lote Charlie, que corresponde a 52 quilômetros. ”Estamos contratando projeto e obra, a partir de amanhã vamos ter a assinatura do contrato, e aí inicia a atividade pelo projeto. Devemos estar atentos ao final desse ano e o período de chuvas do ano que vem na execução de projeto de engenharia, o que não impede alguns trabalhos como bueiros, pontes e travessias de fauna, e já queremos estar trabalhando com asfalto nele no próximo ano”. A reconstrução do trecho inclui novos dispositivos de drenagem, o plantio de mais 100 mil mudas de árvores nativas para recuperação de áreas degradadas, passagens de fauna aérea e subterrâneas para preservar os animais que cruzam a estrada. O ministro lembrou que a BR-319 já foi totalmente asfaltada na década de 70 e, atualmente é pavimentada nos trechos iniciais e finais. Os 198 quilômetros iniciais estão pavimentados e possuem contrato de conservação e manutenção, da mesma forma os 164 quilômetros finais estão asfaltados e estão sendo cuidados, mas carece de uma atenção especial no lote Charlie, alvo da licitação, e tem o principal desafio no trecho do meio, onde é necessário superar questões ambientais, o que já está sendo trabalhado pelo Ministério. ‘‘Estamos em tratativa do processo ambiental do trecho do meio, os 405 km. Já entregamos Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), e agora vai demandar análise pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), vamos fazer com a maior velocidade possível para obtermos a tão sonhada licença de instalação para que a gente também possa contratar a pavimentação do trecho do meio’’, esclarece o ministro. Ao mesmo tempo que avança para uma estruturação mais profunda, o Ministério já está com o serviço de manutenção da rodovia contratado para garantir a trafegabilidade. Por Sara Cicera
- Peixada do Rotary acontece no próximo domingo em formato inédito
Será a 16ª edição do evento beneficente realizado em Vilhena cujo objetivo é a manutenção do banco de cadeiras de rodas. Revista Imagem - 22/09/2020 07:59 A tradicional Peixada do Rotary Club de Vilhena acontece no próximo domingo (27). Será a 16ª edição do evento beneficente cujo objetivo é a manutenção do banco de cadeiras de rodas da entidade - um projeto que empresta e até doa cadeiras de rodas a pessoas carentes do município. Mas por causa da pandemia do novo coronavírus a 16ª Peixada do Rotary terá um formato diferente. Pela primeira vez o evento será realizado na forma de drive thru apenas para retirada. A partir das 11h as marmitas já poderão ser retiradas na sede social do Rotary, localizada próximo à Unir e ao Clube da AABB. O convite custa R$ 35,00 e inclui 1 marmita com peixe ao molho + 1 marmita com Arroz, Pirão e Peixe frito + 1 marmita com salada. Para informações e compras do convite os telefones são 69 98496-9223 e 99257-5512. "Lembrando que este é um evento beneficente, assim como o Carneiro no Buraco, e que toda a renda é revertida para o bem da sociedade vilhenense, praticando o amor ao próximo", relatam os organizadores. Por José Antonio Sant'Ana
- UE quer "compromisso claro" do Mercosul em relação ao meio ambiente
Países estão divididos sobre aprovação do acordo UE-Mercosul, citando preocupações com o desmatamento no Brasil. Revista Imagem - 22/09/2020 07:36 A União Europeia (UE) espera "um compromisso claro" dos países do Mercosul, especialmente o Brasil, de que respeitarão os pontos sobre desenvolvimento sustentável traçados no acordo comercial entre a União Europeia (UE) e o bloco sul-americano, antes que o pacto seja ratificado. A declaração foi feita nesta segunda-feira (21) pelo vice-presidente da Comissão Europeia e comissário europeu da Economia, Valdis Dombrovskis, após uma reunião entre os ministros da Economia dos 27 países-membros da UE em Berlim. A fala vem em meio à crescente preocupação de países europeus, incluindo a Alemanha, com a política ambiental do governo brasileiro e a explosão do desmatamento e das queimadas na Amazônia durante a gestão do presidente Jair Bolsonaro. "Um certo número de Estados-membros e partes interessadas [no acordo] destacam questões sobre o desenvolvimento sustentável nos países do Mercosul, a adesão ao Acordo de Paris e o desmatamento, em particular no Brasil", declarou Dombrovskis na capital alemã. "Está claro que devemos levar essas questões a sério, e a Comissão Europeia busca um compromisso claro dos países do Mercosul", completou o comissário europeu. Além do Brasil, fazem parte do bloco sul-americano Argentina, Paraguai e Uruguai. Já o comissário de Mercado Interno da União Europeia, Thierry Breton, afirmou que as nações europeias seguem divididas em relação à aprovação do acordo UE-Mercosul, devido a preocupações com o desmatamento na Amazônia e o respeito pelas normas europeias. "Nem todos estão alinhados nesse tópico, e nós definitivamente precisaremos ter mais discussões entre nós", declarou Breton após a reunião. Por sua vez, o ministro da Economia da Alemanha, Peter Altmaier, cujo país ocupa atualmente a presidência rotativa da UE, confirmou que houve divergências sobre o tema entre representantes dos Estados europeus durante as conversas, mas foi mais otimista. "Havia posições diferentes. [...] Há alguns pontos que ainda precisamos esclarecer, e que também podemos esclarecer", afirmou o alemão. Segundo ele, "mesmo sem abrir todo o pacote novamente", uma "solução sustentável" pode ser encontrada. "[Os europeus] estão claramente dispostos a evitar qualquer divisão sobre o Mercosul e a discutir o que podemos fazer, preenchendo as lacunas, sem antecipar ou apressar as coisas", completou. Mas Altmaier enfatizou que, desde a assinatura do acordo no ano passado, "muita coisa mudou, por exemplo na relação entre a UE e os países da Floresta Amazônica". "Então, é uma questão muito, muito difícil agora." Segundo o comissário Dombrovskis, o pacto está em processo de revisão legal, e a Comissão Europeia decidirá sobre o procedimento de ratificação em uma fase posterior. Resistência europeia ao acordo O acordo de livre-comércio entre a União Europeia e o Mercosul foi fechado em junho de 2019, após 20 anos de negociações. Para entrar em vigor, depende da ratificação de todos os países envolvidos. À época, o governo Bolsonaro celebrou o desfecho como um triunfo da política externa, mas não parou de antagonizar em questões ambientais com vários países do bloco europeu, reforçando rapidamente a resistência ao pacto comercial. A França, que nunca demonstrou entusiasmo com a iniciativa por temores em relação ao seu próprio setor agrícola, acabou liderando a reação. No ano passado, o presidente Emmanuel Macron colocou como condição para a implementação do acordo um reforço da proteção ambiental no Brasil. Entre julho e agosto do mesmo ano, diante do crescimento dramático do desmatamento e das queimadas no Brasil, Macron disse que pretendia bloquear a ratificação do acordo por causa da política ambiental de Bolsonaro. Na ocasião, o francês também acusou o brasileiro de mentir sobre compromissos firmados na área ambiental para garantir o sucesso do acordo. Na última sexta-feira, o governo da França declarou que mantém sua oposição ao pacto devido às questões ambientais, e formulou três "exigências" ao Mercosul: frear o desmatamento; o respeito ao Acordo de Paris sobre o clima; e que os produtos importados dos países do bloco sul-americano cumpram as normas ambientais e sanitárias europeias. Outros países europeus seguiram o exemplo francês, diante da falta de ações do governo brasileiro em conter o desmatamento. Três parlamentos na Europa (Áustria, Holanda e o da região da Valônia, na Bélgica) já anunciaram que não darão seu aval ao acordo. Os governos da Irlanda e de Luxemburgo também já se manifestaram nesse sentido. Até recentemente, a Alemanha ainda constava entre os defensores europeus do acordo. No ano passado, a chanceler federal Angela Merkel chegou a defender publicamente o pacto contra as críticas do Bundestag, a câmara baixa do Parlamento alemão. Mas no fim de agosto, Merkel, em um claro recado ao Brasil, disse ter "sérias dúvidas" sobre a implementação do pacto. Sua ministra da Agricultura, Julia Klöckner, já se posicionou contra. Por Deutsche Welle
- Covid-19: Vilhena soma 66 vítimas fatais e 3.489 casos confirmados
Nesta segunda-feira foi registrada mais 1 morte e 27 novos casos de infecção em Vilhena. Revista Imagem - 22/09/2020 07:31 Vilhena registrou um novo óbito por covid-19 nesta segunda-feira (21). O boletim municipal sobre o novo coronavírus confirmou também mais 27 casos de infecção em Vilhena. O óbito registrado foi de um homem de 82 anos morador do bairro Embratel. Vilhena soma 66 vítimas fatais provocadas pela covid-19, sendo 57 mortes de vilhenenses e 9 óbitos de moradores de outras cidades. Já as 27 novas infeções elevaram para 3.489, os casos confirmados no município, desde o primeiro diagnóstico há 167 dias (5 de abril). A secretaria municipal de Saúde ainda investiga 125 casos suspeitos de contaminação. E o número de casos ativos é de 344 pessoas. Segundo o boletim, 3.088 pessoas já se recuperaram da doença em Vilhena. A Central de Atendimento da Covid-19 em Vilhena tinha 7 pacientes internados, sendo 3 internações na UTI. A taxa de ocupação de leitos de UTI no município é de 30%. Vilhena é o terceiro município de Rondônia em número de casos confirmados de covid-19, atrás apenas de Porto Velho e Ariquemes; e o quinto em número de mortes pela doença. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, Rondônia tem 63,2 casos confirmados e 1.305 óbitos provocados pelo novo coronavírus. José Antonio Sant'Ana
- Brasil tem 377 mortes por covid-19 em 24 horas e 13 mil novos casos
Ao todo, mais de 4,55 milhões de pessoas já foram infectadas, e 137 mil pacientes morreram em decorrência da doença. Revista Imagem - 22/09/2020 07:23 O Brasil registrou 377 mortes em decorrência da covid-19 nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (21) pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde. Com o novo balanço, o total de óbitos pela doença oficialmente identificados chegou a 137.272. O país ainda registrou oficialmente mais 13.439 casos de coronavírus, elevando o total de infectados para 4.558.068. Ao todo, 3.887.199 pessoas se recuperaram da doença, segundo o ministério. O Conass não divulga número de recuperados. Diversas autoridades e instituições de saúde alertam que os números reais de casos e mortes devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação. As cifras reportadas nas segundas-feiras também costumam ser mais baixas, já que equipes responsáveis pela notificação funcionam em escala reduzida nos fins de semana. São Paulo é o estado brasileiro mais atingido pela epidemia, com 937.332 casos e 33.984 mortes. O total de infectados no território paulista supera os registrados em praticamente todos os países do mundo, exceto Estados Unidos (6,8 milhões), Índia (5,4 milhões) e Rússia (1,1 milhão). A Bahia é o segundo estado brasileiro com maior número de casos, somando 295.996, seguida de Minas Gerais (271.194), Rio de Janeiro (252.046), Ceará (234.120) e Pará (220.775). Já em número de mortos, o Rio é o segundo estado com mais vítimas, somando 17.727 óbitos. Em seguida vêm Ceará (8.834), Pernambuco (8.016), Minas Gerais (6.727), Pará (6.468) e Bahia (6.313). A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes subiu para 65,3 no Brasil, uma das maiores do mundo. A cifra fica bem acima da registrada em países vizinhos como Argentina (29,34) e Uruguai (1,33), e também supera a dos EUA, país mais atingido do planeta, que tem taxa de mortalidade de 60,98. Em números absolutos, o Brasil é o terceiro país do mundo com mais infecções, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam 6,83 milhões de casos, e da Índia, com 5,48 milhões. Mas é o segundo em número de mortos, depois dos EUA, onde mais de 199 mil pessoas morreram. A Índia, que chegou a impor uma das maiores quarentenas do mundo no início da pandemia e depois flexibilizou as restrições, é a terceira nação com mais mortos, somando 87,8 mil óbitos. Ao todo, o mundo já registrou mais de 31,1 milhões de pessoas infectadas pelo coronavírus, enquanto mais de 962 mil morreram em decorrência da doença, segundo contagem mantida pela Universidade Johns Hopkins. Por Deutsche Welle
- Sicoob Credisul inaugura segunda agência em Cuiabá-MT
Nova unidade é a 11ª no Mato Grosso e a 40ª da Sicoob Credisul, e fica no Jardim Aclimação, região histórica de Cuiabá. Revista Imagem - 21/09/2020 11:0 A capital cuiabana conta agora com mais uma agência Sicoob Credisul. A segunda unidade da cidade foi inaugurada na noite de quinta-feira (17), em cerimônia reservada, com a presença de colaboradores, membros do conselho e de delegados. Desta vez, em razão das medidas de segurança impostas pela pandemia do coronavírus, não foi possível reunir cooperados e autoridades, como sempre ocorre nos eventos da cooperativa. A nova unidade, a 11ª no Estado do Mato Grosso e a 40ª da Sicoob Credisul, fica no bairro Jardim Aclimação, próxima ao Centro Político Administrativo (CPA), região histórica de Cuiabá, que completou 40 anos em 2019 e onde concentram-se mais de 200 mil habitantes. Moderna e aconchegante, a agência tem à frente a gerente Auristela Cristina Picicaroli de Araujo, que, ao lado do conselheiro administrativo Nelson Soares Junior, recebeu os delegados William Vinaud e Clarett Faleiro, de Cuiabá; e Adnê Jordão, de Várzea Grande, além de gerentes e colaboradores das demais unidades da capital cuiabana e de Várzea Grande. Antes de cortar a fita, Nelson Soares destacou o crescimento da Sicoob Credisul, em especial no Estado do Mato Grosso, área de expansão da cooperativa nascida em Rondônia. Nelson, um dos maiores entusiastas da abertura da agência nesta região de Cuiabá, prevê que em breve os resultados da unidade irão surgir, pois acredita que o cooperativismo já se transformou em um forte aliado dos negócios na capital, especialmente nesta parte da cidade. A agência está localizada na Av. Historiador Rubens de Mendonça (conhecida como Av. do CPA), 1980, no Jardim Aclimação. Abre das 10 às 15h. Fone: (65) 3632-7100 Aline Rayane de Mattos Por Deutsche Welle
- Vilhenense perde de virada para o Bragantino-PA na estreia da Série D
Vilhenense, recebe o Ji-Paraná no próximo domingo e revive a final do Campeonato Rondoniense de 2019 em casa. Revista Imagem - 21/09/2020 10:00 Em casa, o Bragantino-PA impôs o ritmo de jogo desde o primeiro minuto. Mesmo perdendo um pênalti no primeiro tempo, o time da casa virou no segundo tempo e ia garantindo o domínio da partida com Bilau e Canga, que chegavam com perigo ao gol do goleiro Gil. Já o Vilhenense, que disputa uma competição de nível nacional pela primeira vez, não conseguiu chegar com muito perigo ao gol do Tubarão e volta pra casa com derrota. E AGORA? O Bragantino-PA viaja até o Acre para enfrentar o Atlético-AC, em jogo válido pela segunda rodada da fase de grupos. A partida acontece no dia 26 de setembro, na Arena Acreana. Já o Vilhenense, recebe o Ji-Paraná no dia 27 de setembro e revive a final do Campeonato Rondoniense de 2019 em casa. PRIMEIRO TEMPO O Bragantino teve mais posse de bola e chegou com mais perigo ao gol do Vilhenense. Aos 13 do primeiro tempo, o Bragantino desperdiçou uma cobrança de pênalti, com uma linda defesa do goleiro Gil. O time da casa construia muitas jogadas pelo lado esquerdo e obrigava o goleiro do time visitante a trabalhar mais. O Vilhenense, na única oportunidade de bola parada próxima ao gol, conseguiu converter e abrir o placar. Aos 37, Edilsinho bateu forte, o goleiro Axel espalmou e a bola sobrou no pé do camisa 3, Lucas Bahia, que mandou para dentro do gol. Depois de abrir o placar, o time de Rondônia diminuiu o ritmo e deixou o jogo mais lento. SEGUNDO TEMPO No segundo tempo, o Bragantino entrou com três mudanças que surtiram efeito no jogo e logo aos 10 minutos, Canga, camisa 9, recebeu a bola de Bilau e garantiu o gol do empate. Aos 33, o árbitro marcou um pênalti a favor do Bragantino e diferente do que aconteceu no primeiro tempo, o goleiro Gil não conseguiu defender e a bola girou no fundo da rede, ampliando o placar para o time da casa. O Bragantino continuou impondo o ritmo de jogo e aos 44, Tuquinha, do Vilhenense, foi expulso, após entrada forte em Bruno Limão, que ao cair, foi atacado por formigas e teve que trocar de uniforme. Na sequência, Túlio, camisa 10, fez o terceiro gol do Tubarão, em jogada trabalhada pela direita e garantiu a vitória do time da casa na estreia da Série D do Brasileirão. TABELA Com a vitória, o Bragantino-PA assume a liderança do grupo 1, somando três pontos e estreia na competição tendo o melhor saldo de gols. O Vilhenense fica na lanterna. Fonte GE
- Técnica em enfermagem pioneira de Vilhena morre em Porto Velho aos 71 anos
Irone Miranda Correia estava internada na UTI do hospital da Unimed há 54 dias tratando de uma série de infecções. Revista Imagem - 18/09/2020 23:55 Faleceu na noite desta sexta-feira (18) em Porto Velho a técnica de enfermagem aposentada Irone Miranda Correia, de 71 anos. Ela estava internada na UTI do hospital da Unimed há 54 dias tratando de uma série de infecções. Irone foi internada inicialmente para tratamento de covid-19 no dia 18 de julho em Vilhena. Recebeu alta no dia 20 e foi internada novamente no dia 22, já na UTI. Com o agravamento da condição de saúde foi transferida para a UTI do Hospital da Unimed em Porto Velho no dia 26. Ela foi curada da covid-19, mas outras infecções apareceram, nos rins e nos pulmões. No final de agosto ela apresentou melhoras e os médicos contavam com a possibilidade de saída da UTI em poucos dias, porém, a previsão não se confirmou e o quadro evoluiu para piora. Por último, bactérias provocaram uma fibrose pulmonar, que comprometeu 100% dos pulmões. O quadro era irreversível, segundo os médicos. Goiana de nascimento, mas vilhenense por adoção, Irone chegou a Vilhena no início da década de 1970. Ela trabalhou como técnica de enfermagem no Hospital Regional, quando era chamando de Cesp, e depois nos hospitais Padrão e Santa Helena até sua aposentadoria há cerca de 10 anos. Irone era mãe da cerimonialista Simone Miranda, do advogado Maguis Umberto e do agricultor Félis Correia. Casada com o agricultor Mauro Campoio, ela deixa esposo, três filhos, três netos, muitos familiares e amigos. O corpo está sendo transladado para Vilhena onde será sepultado. O velório acontecerá na Capela Municipal. O horário ainda não foi definido. Por José Antonio Sant'Ana
- Primeira onda da covid-19 deve acabar em outubro, diz estudo da UFF
Modelos matemáticos mostram que a segunda onda no Hemisfério Norte será muito mais forte do que a primeira. Revista Imagem - 18/09/2020 15:4 A transmissão da covid-19 segue a mesma sazonalidade de outras doenças respiratórias, como H1N1 e gripe Influenza. Com isso, o Brasil e o Hemisfério Sul devem passar por uma diminuição de casos a partir de outubro, com a aproximação do verão, enquanto o hemisfério norte vê o aumento nos registros, com a chegada do inverno. A análise está no estudo Detecção Precoce da Sazonalidade e Predição de Segundas Ondas na Pandemia da Covid-19, coordenado pelo professor Márcio Watanabe, do Departamento de Estatística da Universidade Federal Fluminense (UFF). “A sazonalidade de doenças significa que existe um padrão anual onde há um momento do ano em que a doença tem uma transmissão maior. No caso das doenças de transmissão respiratória, geralmente elas apresentam uma sazonalidade típica do período de outono e inverno, ou seja, elas têm uma transmissão maior e, portanto, uma quantidade maior de pessoas infectadas nos meses de outono e inverno”, explica Watanabe. Para ele, geralmente a sazonalidade de uma doença só é detectada após alguns anos de incidência, com o acúmulo das séries de dados ao longo de vários anos mostrando as taxas de contágio e internação, como no caso do Sistema InfoGripe do Brasil, que reúne dados sobre as internações e mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Porém, com a covid-19 foi possível verificar os picos em menos de um ano em razão da quantidade de informação produzida por todos os países durante a atual pandemia. Com isso, o professor diz que se comprovou a repetição da sazonalidade verificada na pandemia de H1N1 em 2009. “Isso acontece no mundo inteiro, mas como as estações do ano são invertidas entre o Hemisfério Norte e o Hemisfério Sul, os meses [da sazonalidade] também se invertem. Aqui no Brasil e no Hemisfério Sul, o padrão se estende dos meses de abril até julho. No Hemisfério Norte você tem um padrão da doença aparecendo de setembro-outubro até janeiro-fevereiro. Isso vale para praticamente todas as doenças respiratórias”, afirma. Segunda onda Segundo o professor Watanabe, os modelos matemáticos mostram que a segunda onda no Hemisfério Norte será muito mais forte do que a primeira. “A tendência é que essa segunda onda na Europa e na Ásia será maior para muitos países do que a primeira onda, porque o período de transmissão lá é de setembro até março e a primeira onda lá começou no final de fevereiro, já no final do período sazonal. E aí ela foi interrompida. Era para ser uma onda grande como no Brasil, mas foi interrompida logo no comecinho, com o efeito da sazonalidade, com um mês e meio. Aí a transmissão caiu muito e essa primeira onda ficou pela metade, por assim dizer”. Os gráficos do Observatório Fluminense Covid-19 mostram a curva de contágio em ascensão em países como Índia, Rússia, Reino Unido, Itália, Espanha e França, sendo que nesses dois últimos o número de casos atualmente já ultrapassa o pico alcançado em abril. No Brasil e no hemisfério sul, por outro lado, o pesquisador aponta que, se houver uma nova onda, ela será a partir da metade de março de 2021 e terá menor intensidade. “São vários fatores. Provavelmente, lá para abril a gente já tenha uma vacina disponível e tendo uma vacina provavelmente nós não vamos ter uma segunda onda. E caso o país tenha uma segunda [onda], ela com certeza vai ser menor do que essa primeira onda, porque a gente já teve um surto muito grande no país, que durou desde março até agora, com um número significativo de casos, então a tendência é que a próxima onda seja menor do que essa primeira”, diz. O Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), comprova que a tendência de queda nos casos de covid-19 permanece na segunda semana de setembro. Porém, os valores semanais ainda estão muito acima do nível de casos considerado muito alto e 97,5% dos casos e 99,3% dos óbitos em que há comprovação do vírus causador da SRAG (Síndrome Respiratória Aguda), são em consequência do novo coronavírus. Watanabe destaca que as medidas de restrição da mobilidade e isolamento social são fatores muito importantes na dinâmica da pandemia de covid-19 e, se por um lado a sazonalidade favorece a diminuição de casos a partir de agora, por outro o afrouxamento das medidas pode elevar o contágio. “A sazonalidade ajuda a reduzir a transmissão, mas se afrouxa as medidas restritivas, vai ter uma força puxando para cima e outra puxando para baixo. Então, é importante que as as medidas sejam tomadas com planejamento e responsabilidade”, finaliza. Por Akemi Nitahara
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