top of page

Resultados da busca

Buscar neste site

4857 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Conab e Sefin renovam regime especial para Programa de Aquisição de Alimentos

    Inicialmente formalizado em 2011 e com vigência até este ano, o Ato Concessório passa a ter prazo indeterminado. Revista Imagem - 09/12/2020 17:58 Os agricultores familiares de Rondônia que participam do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) poderão continuar comercializando seus produtos com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio de suas associações. A medida é possível após a renovação do Regime Especial - Ato Concessório nº 100/2011, entre Conab e Secretaria de Estado de Finanças (Sefin). “A renovação do acordo é de suma importância para o fortalecimento da agricultura familiar do estado. Sem esse entendimento não haveria possibilidade das associações acessarem o PAA, apenas as Cooperativas, que são minorias em se tratando de organizações de agricultores familiares”, ressalta o superintendente da Conab em Rondônia, Anderson Gomes. Outra facilidade possibilitada pelo Regime Especial é a circulação de produtos a partir da utilização da Guia de Remessa de Alimentos, que cobre o transporte das mercadorias do local de produção até o endereço de entrega, que pode ser a rede socioassistencial do estado, escolas, creches, bancos de alimentos ou outros. Diante deste cenário, na impossibilidade das associações emitirem notas fiscais, a Conab emite as notas de entrada e de saída dos produtos nos estoques, englobando todas as operações lançadas nas Guias, em cumprimento à legislação tributária. Além disso, o Ato renovado também disciplina o cumprimento de obrigações relativas ao Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS). Inicialmente formalizado em 2011 e com vigência até este ano, o Ato Concessório passa a ter prazo indeterminado. Em Rondônia, atualmente, 11 associações de agricultores familiares operam projetos do PAA e outras 14 estão com propostas aprovadas pela Companhia e, nos próximos meses, iniciarão a comercialização dos produtos. Por Revista Imagem - Fonte Conab

  • Bolsonaro demite Marcelo Álvaro Antônio, ministro do Turismo

    Ele é pivô de um escândalo de candidaturas laranjas no PSL de MG, mas demissão teria sido motivada por discussão com Secretário de Governo. Revista Imagem - 09/12/2020 17:55 O presidente Jair Bolsonaro demitiu nesta quarta-feira (09) o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, segundo revelou a imprensa brasileira. O titular foi informado da decisão durante uma reunião no Palácio do Planalto, que não fazia parte da agenda do presidente. O estopim para a demissão teria sido uma mensagem enviada por Álvaro Antônio a um grupo no Whatsapp formado por ministros do governo, afirmando que Luiz Eduardo Ramos, titular da Secretaria de Governo, pressionou Bolsonaro a removê-lo do cargo. No texto, ao qual a imprensa teve acesso, o ministro do Turismo dizia que Ramos pediu "sua cabeça" para que a chefia da pasta fosse entregue ao Centrão, que agora apoia o governo na Câmara. "Não me admira o Sr Ministro Ramos ir ao PR [presidente da República] pedir minha cabeça, a entrega do Ministério do Turismo ao Centrão para obter êxito na eleição da Câmara dos Deputados", escreveu Álvaro Antônio. O ministro prossegue dizendo que Ramos – amigo de Bolsonaro desde a época do Exército – "deveria ter aprendido na sua própria formação militar que não se joga um companheiro de guerra aos inimigos, não se pode atirar na cabeça de um aliado". "Ministro Ramos, o Sr é exemplo de tudo que não quero me tornar na vida, quero chegar ao fim da minha jornada EXATAMENTE como meus pais me ensinaram, LEAL aos meus companheiros e não um traíra como o senhor", conclui a mensagem, citada pela emissora CNN. Segundo o jornal O Globo, Bolsonaro teria se irritado com a exposição na mídia de mais uma desavença entre membros de seu gabinete. O jornal Folha de S. Paulo afirmou que a demissão de Álvaro Antônio já estava prevista na reforma ministerial que Bolsonaro planeja realizar no início de 2021. Até lá, ele estaria avaliando nomear o presidente da Embratur, Gilson Machado, como ministro interino do Turismo, diz o veículo. Mas segundo apurou O Globo, Machado se reuniu com o presidente nesta mesma quarta-feira e já aceitou assumir o ministério de forma definitiva. Pivô de escândalo Deputado federal licenciado pelo PSL de Minas Gerais, Álvaro Antônio era aliado de Bolsonaro desde a Câmara dos Deputados, participou ativamente da campanha presidencial e atuava como ministro do Turismo desde o início do governo. Até então, o presidente vinha relutando em removê-lo do cargo, mesmo o titular estando no centro de um escândalo de candidaturas laranjas no PSL de Minas Gerais, pelo qual foi denunciado pelo Ministério Público. A denúncia foi apresentada em outubro de 2019, depois de a Polícia Federal ter indiciado Álvaro Antônio pelos crimes de falsidade ideológica eleitoral, apropriação indevida de recurso eleitoral e por associação criminosa. Após o escândalo ter sido revelado pela Folha, as investigações concluíram que o ministro comandou um esquema de arrecadação ilegal de fundos para a campanha eleitoral de 2018, enquanto ainda exercia o mandato de deputado federal. Candidaturas femininas teriam sido usadas de fachada nas eleições para o desvio de verbas eleitorais, com uma parte desse dinheiro público destinada a empresas ligadas a assessores do gabinete dele na Câmara. O inquérito descreve Álvaro Antônio como o "dono do PSL mineiro". Até hoje, a Justiça ainda não decidiu se aceita a denúncia do Ministério Público e transforma o agora ex-ministro em réu. O caso tramita atualmente no Supremo Tribunal Federal (STF), enquanto o ministro Gilmar Mendes analisa um pedido da defesa para que a ação seja anulada. Segundo argumentam seus advogados, Álvaro Antônio foi investigado de maneira ilegal pelas autoridades de Minas Gerais, uma vez que ele tem direito a foro privilegiado. Por Revista Imagem - Fonte DW

  • Tribunal de Justiça de Rondônia lança o Juízo 100% Digital

    Expertise tecnológica do TJRO facilita acesso e reduzirá custos por processo. Revista Imagem - 09/12/2020 17:35 Para um Tribunal que não só manteve suas atividades como aumentou a produtividade no período de pandemia, o uso da tecnologia moderna é uma constante para dar mais celeridade, transparência e efetividade às ações e serviços realizados. O Poder Judiciário de Rondônia deu mais um passo importante nessa direção com o lançamento do projeto Juízo 100% Digital no dia último dia 3. O presidente do TJRO, desembargador Paulo Kiyochi Mori, recepcionou os representantes do CNJ, na segunda parte da cerimônia que contou também com repactuação do Judiciário de Rondônia ao programa Fazendo Justiça, voltado ao público dos sistemas prisional e socioeducativo. A apresentação do Juízo 100% Digital foi realizada pelo secretário-geral do CNJ, juiz Valter Shuenquener de Araújo, que também falou do trabalho incansável do Tribunal de Justiça de Rondônia em colaborar com a importante e fundamental iniciativa do Sinapses, ferramenta da inteligência artificial que não existiria sem o apoio do desembargador presidente, por meio da cedência dos servidores de TI do Judiciário de Rondônia ao CNJ, parceria que deve ser fortalecida, já que o juiz Shuenquener trouxe mensagem do presidente do CNJ, ministro Luiz Fux, de agradecimento por esse projeto conjunto, e pela continuidade do sistema Sinapses, para que o mesmo seja uma plataforma perene para todo o Judiciário brasileiro. O presidente Paulo Mori destacou que a parceria é de longa data e tem rendido outros bons frutos. “Desde o projeto piloto para a implantação do Primeiro Juizado Especial da Fazenda Pública no país, na época tendo como Corregedor Nacional o Ministro Gilson Dipp, ao mais recente, o Sinapses, Inteligência Artificial criado no âmbito deste Tribunal e encampada pelo CNJ”. O secretário-geral do CNJ descreveu que com o projeto 100% Digital, todos os atos processuais, como audiências e sessões, são exclusivamente realizados por videoconferência, utilizando-se a Internet. E enalteceu iniciativas de Rondônia que já contam com essa tecnologia, motivo pelo qual parabenizou ao corregedor-geral, desembargador Valdeci Castellar Citon. “Contem com o CNJ para viabilizar eventuais dificuldades ou dúvidas que possam advir da leitura da Resolução 345/2020, que criou o projeto no âmbito do Judiciário brasileiro. Além de modernizar o acesso, ainda será possível reduzir custos e assim permitir um investimento em outras áreas sensíveis, algo fundamental em tempos de restrições orçamentárias”, afirmou Shuenquener. Para o secretário-geral do TJRO, juiz de Direito Rinaldo Forti, o uso do Juízo 100% Digital irá ampliar a capacidade de atendimento, tal como na comarca de Porto Velho, em que há localidades a 300 km de distância da sede. “Isso facilita para a população. Isso é acesso e celeridade para a Justiça. Citações e intimações são feitas de forma eletrônica. Aumenta o acesso da população ao Judiciário. É algo absolutamente positivo”, destacou. Em Rondônia o Juízo 100% Digital será implementado em todas as comarcas, com início pela capital, a partir de um projeto piloto nos Juizados Especiais Cíveis da comarca. Já aderiram ao Juízo 100% Digital: TJRN, TJCE, TJES, TJGO, TJMG, TJMA, TJMS, TJPE, TJRJ e TJSP, Além do TRT14 e TRF5. Expertise O desembargador presidente destacou que os analistas do Sinapses, servidores da Justiça de Rondônia, “estão à disposição do Conselho Nacional de Justiça para a sua sedimentação e implementação nacional”, projeto citado pelo secretário-geral do CNJ. “Recentemente fomos agraciados pela segunda vez com o Selo de Qualidade Diamante CNJ e, sem dúvida, o investimento em tecnologia e informação por este Tribunal em muito contribuiu para o alcance deste premiado nível de atendimento jurisdicional”, afirmou Paulo Mori. Essa visão é corroborada pela fala do juiz auxiliar da Presidência, Álvaro Kalix Ferro, ao destacar a área de Tecnologia e Informação do Judiciário de Rondônia pela excelência dos serviços realizados. Kalix reforçou que o Juízo 100% Digital é o futuro da tramitação dos processos: “esse tempo de pandemia revelou a importância, de forma ainda mais contundente, do uso da tecnologia para o funcionamento eficiente do Poder Judiciário”. Para ele, com mais razão ainda, se percebe que essas ferramentas tecnológicas facilitam a tramitação processual, tornando-a mais segura e eficaz, com maior economicidade; “isso faz com que haja um custo menor por processo, o que é extremamente importante em se tratando de poder público”, afirmou o magistrado. Participaram da solenidade, que foi encurtada e seguiu protocolos de saúde em decorrência da pandemia, como distanciamento mínimo, uso de máscaras e álcool em gel, diversas autoridades do Estado e do âmbito federal, representando o CNJ, como a conselheira do CNJ, desembargadora Tânia Regina Reckziegel, dos desembargadores Daniel Lagos e José Antônio Robles; do defensor público Kelsen Henrique Rolim dos Santos; do advogado Fernando Maia, representante da OAB/RO; juízes estaduais de Rondônia e os juízes auxiliares do CNJ, Luis Geraldo Sant´Ana Lanfredi, Fábio Porto, Dorotheu Barbosa Neto e Valter Godoy dos Santos Júnior; além da secretária de Tecnologia da Informação e Comunicação do TJRO, Ângela Carmen Szymczak, entre outras autoridades e convidados. Por Revista Imagem - Fonte TJRO

  • Ministério, Conass e Conasems discutem vacinação contra covid-19

    Autoridades discutiram estratégias de imunização em seminário virtual. Revista Imagem - 09/12/2020 17:30 Representantes do Ministério da Saúde do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) discutiram as estratégias de vacinação contra a covid-19 em seminário virtual hoje (9) promovido pelas entidades de representação das autoridades de saúde estaduais e municipais. O presidente do Conass, Carlos Lula, defendeu a meta de universalização da imunização contra a convid-19 e destacou que as estratégias de vacinação não podem ser prejudicadas por disputas políticas mirando eleições. “Nosso horizonte neste momento tem que ser imunizar a todos o quanto antes. A vida das pessoas deixa de lado as eleições. Graças a Deus as municipais passaram. Mas as próximas não podem estar no horizonte deste enfrentamento que a gente faz hoje. Agora o que importa é o cuidado com a população”, declarou. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo de Medeiros, disse que a equipe está atenta às vacinas em desenvolvimento e que aquelas com segurança e eficácia poderão ser incorporadas no Programa Nacional de Imunização. Ele citou os dois acordos já firmados, com a Universidade de Oxford e o laboratório Astrazeneca e com o consórcio Covax Facility, que abarca empresas e governos de outros países para acesso a doses. O secretário acrescentou que o órgão tem dialogado com outras empresas e centros de pesquisas. “Temos constituído memorandos de entendimento. Fizemos com Dimas [Covas, do Instituto Butantan, que desenvolve a Coronavac], com a Covaxx norte-americana e estamos terminando com a Pfizer. Assim que a primeira vacina estiver pronta e registrada na Anvisa, quer no normal ou de emergência, e que nós tivermos a disponibilidade de adquirirmos, o Ministério da Saúde irá sim adquirir essas vacinas”, declarou Medeiros. A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, destacou que o acordo da entidade com o consórcio Oxford/Astrazeneca prevê 30 milhões de doses até fevereiro, 70,4 milhões entre março e agosto e mais 100 milhões após este período, totalizando 210 milhões de doses, que poderão atender 100 milhões de brasileiros (a imunização demanda duas doses). O grande desafio, assim como no caso de todas as vacinas, é o registro ou autorização, prerrogativa da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Trindade informou que na última sexta-feira (4) foram enviados à agência dados dos estudos clínicos que embasaram artigo publicado em importante periódico científico nesta semana sobre a vacina. “Estamos numa fase avançada de submissão. Confiantes no cronograma da validação da vacina pela Anvisa, mas é claro que Anvisa tem seu processo autônomo”, disse a presidente da Fiocruz. Coronavac O diretor do Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo, Dimas Covas, apresentou a situação da vacina Coronavac, desenvolvida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac e que começou a ser produzida no Brasil. Segundo ele, o Instituto pretende fabricar até 40 milhões de doses até fevereiro e chegar a 100 milhões de doses até maio do ano que vem. Ele apontou que ainda não houve incorporação da vacina ao Programa Nacional de Imunização (PNI). “Precisamos lutar para a incorporação da vacina no PNI e que nosso Ministério se convença disso”, pontuou. Por Revista Imagem - Texto Jonas Valente

  • Japonês conquista complexo esportivo e comercial com Onyx Lorenzoni

    Reunião no Ministério da Cidadania revelou interesse do Governo Federal em investir R$ 1,2 milhão na cidade. Revista Imagem - 09/12/2020 16:00 O prefeito de Vilhena, Eduardo Japonês, conquistou na tarde desta terça-feira, em Brasília, a implantação do projeto “Brasil em Campo”, após reunião com o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, com apoio do deputado federal Coronel Chrisóstomo. O projeto prevê a construção de um grande complexo esportivo e comercial avaliado em R$ 1,2 milhão parte de iniciativa recente do Governo Federal no estímulo à prática esportiva e convívio comunitário. “Essa é uma parceria da União com o município de Vilhena. Vamos disponibilizar a área, eles vão implementar a estrutura e durante os primeiros cinco anos tudo será administrado pela iniciativa privada. Depois o complexo vai passar para o poder público municipal, que poderá também realizar mais investimentos no local”, conta Japonês. Agradecendo ao apoio do deputado federal Chrisóstomo na reunião, Japonês recebeu a garantia de Lorenzoni em vídeo gravado pelo ministro em seu gabinete, na companhia também do prefeito eleito de Buritis Roni “Irmãozinho”. Na gravação, Onyx explica detalhes do projeto. “Os dois serão contemplados no próximo ano com esse belíssimo programa, que vai permitir, não só a prática de esportes, mas vai reunir a comunidade, oferecer espaço para as crianças, para os adolescentes e também para idosos. Será um local muito bonito de convivência. Queria parabenizar as duas comunidades e o Coronel Chrisóstomo pela iniciativa. Este será um grande presente de Natal que com certeza vai ser realidade no ano que vem, com obras marcantes para 2021 nas duas cidades”, assegurou Lorenzoni. O deputado federal elogiou os resultados da reunião e destacou o papel do Governo Federal no apoio às duas cidades. “”Foi uma ótima reunião com o ministro e os prefeitos. Um dia em que definimos projetos e grandes investimentos para Rondônia. O apoio do Governo Federal é muito importante para o nosso povo e vai trazer grandes benefícios a todos”, ressaltou. O PROJETO Os municípios interessados devem fornecer os terrenos de 24 mil metros quadrados já terraplanados, cercados e iluminados. A construção da estrutura será feita com verbas de emendas parlamentares e será de responsabilidade do Ministério da Cidadania. De acordo com o ministro, ao final dos primeiros cinco anos o Governo Federal fará a inspeção e análise. Se o equipamento estiver em perfeito estado de conservação, imediatamente, a União transferirá todo equipamento e gestão para o município. A previsão de prazo para construção do Governo Federal é de cem dias do início da obra, à prestação de contas e inauguração. O complexo contará com campos de futebol de grama sintética com medidas oficiais, pista de atletismo, quadras poliesportivas, espaços para eventos, vestiários, área de administração, loja e lanchonete. Haverá marcação para o futebol de 5, quadra de bocha, sinalização tátil e vestiários adaptados. Placas fotovoltaicas serão usadas para a iluminação, enquanto cisternas garantirão o melhor aproveitamento da água da chuva. Por Revista Imagem - Fonte Assessoria

  • Aneel reduz tarifa de energia em Rondônia em quase 12%

    Os índices negativos resultam da redução dos custos com pagamento de encargos setoriais e da diminuição dos gastos com compra de energia. Revista Imagem - 09/12/2020 07:30 A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou, nesta terça-feira (8), o resultado da Revisão Tarifária Extraordinária Contratual da Energisa Rondônia, a vigorar a partir do dia 13 de dezembro. Com a decisão, as tarifas de energia elétrica dos consumidores atendidos pela distribuidora terão redução média de -11,29%. A empresa atende cerca de 660 mil unidades consumidoras no estado de Rondônia. Os índices negativos resultam da redução dos custos com pagamento de encargos setoriais e da diminuição dos gastos com compra de energia. Essas reduções ocorreram em razão das alterações promovidas pela Medida Provisória nº 998 de 2020, conhecida como MP do Consumidor. Já o empréstimo da Conta-covid proporcionou amortecimento de -1,59% na presente proposta. O pedido de Revisão Tarifária Extraordinária da Energisa Rondônia foi discutido em consulta pública no período de 16 de setembro a 03 de novembro 2020 e contou ainda com uma audiência pública virtual, realizada no dia 8 de outubro. Saiba mais em www.aneel.gov.br/audiencias-publicas. Por Revista Imagem - Fonte Aneel

  • Embrapa Rondônia fortalece pesquisas para oferecer opções de grãos e pulses

    Ensaios acontecem no campo experimental de Vilhena que tem altitude e condições climáticas adequadas para diversas culturas. Revista Imagem - 09/12/2020 08:15 As atividades no campo experimental da Embrapa Rondônia em Vilhena estão em pleno vapor para a safra 2020/2021. Praticamente todos os ensaios da safra de verão estão instalados, como a soja e o arroz. Em breve, as áreas de sorgo devem ser implantadas, já que é cultivado na interface entre a safra de verão e a safrinha, ou segunda safra. “Nosso objetivo é oferecer novos materiais da Embrapa que atendam as necessidades dos produtores de Rondônia e região, como soja, arroz, milho, sorgo, girassol, algodão, pulses e algumas forrageiras de interesse de uso como planta de cobertura”, explica o pesquisador da Embrapa Rondônia, Vicente Godinho. Este campo experimental está situado em uma posição geográfica estratégica, com altitude e condições climáticas adequadas para diversas culturas de grãos para safra e safrinha e também pulses, auxiliando em programas de melhoramento nacional para o lançamento de cultivares. “As pesquisas que são feitas aqui servem para as regiões produtoras de Rondônia e de Mato Grosso, maior produtor de soja e grãos do Brasil”, complementa o engenheiro agrônomo e supervisor do campo de Vilhena, Bruno Lemos. Godinho diz que a safra 2020/2021 sofreu atraso no plantio, em função da demora no início das chuvas e de sua irregularidade em todo o estado. “Mesmo com esse problema no início do plantio, que já era para ter sido encerrado em Rondônia, mas ainda tem muitos produtores finalizando esta etapa à espera da chuva, devemos ter novamente uma safra recorde de soja. O que pode ficar comprometida é a safra de milho, em função do atraso da safra de soja”, alerta o pesquisador. Ele complementa dizendo que se as chuvas forem normalmente distribuídas até maio, a previsão é de uma boa safra de milho, caso contrário, esta safra deverá ser menor que a dos últimos anos. Para a safra de verão, foram instalados no campo da Embrapa ensaios de soja com nove cultivares convencionais, do Instituto Soja Livre, e quatro transgênicas, assim como outras promissoras e que estão em avaliações pela pesquisa. Os plantios de arroz têm foco em maior produtividade, qualidade de grãos e maior tolerância aos estresses hídricos. Na sequência, serão plantados os ensaios de sorgo sacarino, biomassa e silagem. E, entre dezembro e janeiro, será instalado um ensaio de Valor de Cultivo e Uso (VCU) de algodão. A equipe está preparando estas áreas também como espaço para a realização de dias de campo, em que os produtores poderão conhecer opções para a primeira safra. Cabe destacar que a cultura do algodão representa uma grande oportunidade para a pesquisa, principalmente no Cone Sul do estado, uma vez que a principal região produtora do país está localizada no Mato Grosso e se expandindo para Rondônia. “Devemos ter, em breve, novos materiais de algodão da Embrapa no mercado, inclusive transgênicos, que incorporam resistência a pragas e herbicidas”, destaca Godinho. Para a safrinha, serão implantados os ensaios de milho, sorgo granífero, girassol, gergelim e os pulses, como o feijão-caupi e o feijão-mungo. Estes pulses são sementes secas comestíveis de várias leguminosas, consideradas como importante fonte de proteína. Eles já estão sendo produzidos no Mato Grosso, com áreas expressivas, e se destinam ao mercado interno e externo. O Estado de Rondônia está começando a investir em pulses. O engenheiro agrônomo Bruno Lemos acredita que, em função da seca e do ciclo curto, o feijão-mungo será uma grande opção do produtor na área de replantio de soja. Pulses são as novidades para a safrinha Há uma expectativa muito grande com os projetos de melhoramento das pulses. O pesquisador explica que elas são tratadas de forma especial, por serem culturas de segunda safra e que possuem uma janela de plantio mais abrangente, podendo ser plantadas mais no final do período. “Atualmente, estamos desenvolvendo pesquisas com o feijão mungo-verde, com boas perspectivas de disponibilizar cultivares aos produtores. É a grande novidade da pesquisa, por não termos ainda variedades registradas no mercado brasileiro”, destaca Godinho. No caso do gergelim, o estado do Mato Grosso já tem lavouras implementadas e os produtores de Rondônia já estão focando suas atenções para esta cultura. O pesquisador atenta para o fato de que há a necessidade de materiais certificados (legalizados) à disposição dos produtores. A cultura do gergelim vem crescendo muito e tem alta demanda para o mercado interno e, principalmente, para exportação. O feijão-caupi é também uma boa opção para a segunda safra e para o mercado interno, principalmente para a região nordeste. A Embrapa Rondônia deve participar do lançamento de algumas cultivares que estão bastante avançadas no programa de melhoramento, do qual o campo experimental de Vilhena faz parte. Programa de melhoramento de soja, arroz e sorgo A região de Vilhena representa boa parte da área de soja plantada em Rondônia. As pesquisas de melhoramento genético desta cultura são conduzidas pelo pesquisador da Embrapa Soja, Rodrigo Brogin e atendem as necessidades de resultados de desenvolvimento de cultivares para os estados de Rondônia e Mato Grosso. No campo de Vilhena estão sendo avaliadas cinco linhagens de soja convencionais e seis transgênicas, do plantio à colheita, para verificação do rendimento dos materiais e, futuramente, podem chegar aos produtores. O programa de melhoramento de arroz em Rondônia tem 45 anos e conta com parceiros de instituições estaduais, universidades e de outras Unidades da Embrapa. Os trabalhos são de responsabilidade da pesquisadora da Embrapa Rondônia, Marley Utumi, que atua em parceria no projeto Melhor Arroz 3 – Inovações para a sustentabilidade produtiva e excelência da qualidade do arroz brasileiro, liderado pela Embrapa Arroz e Feijão. A pesquisadora conta que, geograficamente, o arroz está em todo o Brasil e é cultivado, geralmente, de forma irrigada (terras baixas). A Embrapa Rondônia participa há muitos anos dos ensaios de arroz não irrigado (terras altas), que usa apenas a água das chuvas. Este sistema de produção é pouco usado no mundo e exige variedades de alta qualidade para competir com o produto das lavouras irrigadas. “O trabalho em Vilhena é importante, pois contribui para que os produtores tenham variedades estáveis para uso em alta ou baixa tecnologia, obtenham boa produção e de alta qualidade”, afirma Marley. A pesquisadora comemora o lançamento da cultivar de arroz de terras altas - BRS A502, variedade com alta produtividade, alta qualidade de grão e resistência ao acamamento. A cultivar para o sistema de terras altas (sequeiro), destaca-se pela tolerância ao acamamento e alta estabilidade de rendimento de grãos inteiros, que permite ao produtor uma maior flexibilidade de colheita. Essas características, associadas ao alto potencial produtivo e à excelente qualidade industrial e culinária de grãos, fazem dessa cultivar uma excelente opção para sistemas de produção de grãos e de renovação de pastagens. A BRS A502 é indicada para Rondônia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Piauí. Mais informações sobre esta cultivar, no portal da Embrapa: https://bit.ly/2I53IbG. O pesquisador da Embrapa Rondônia, Vicente Godinho, é responsável pelos quatro programas de melhoramento genético de sorgo desenvolvidos em Vilhena. Os materiais estão sendo enviados pela Embrapa Milho e Sorgo, que lidera o projeto. Os primeiros ensaios que irão a campo serão o sorgo biomassa e o sorgo sacarino, por serem muito exigentes quando ao fotoperíodo. O sorgo biomassa possui alta capacidade de produção de carbono, servindo para a produção de energia e etanol de segunda geração. Por sua alta capacidade de produção, pode ser colhido mais cedo e transformado em sorgo para silagem ou para cobertura de solo, em plantio direto. Já o sorgo sacarino tem a qualidade de produzir caldo e a capacidade de produzir açúcar, que se transforma em álcool, com níveis de sólidos solúveis (brix) igual ou superior à maioria das canas de açúcar que estão sendo cultivadas, com a vantagem de ter um ciclo menor. O pesquisador instalará, também, ensaios de sorgo silageiro, que tem boa capacidade de rebrota, alta capacidade de produção de silagem para alimentação animal e pode ser usado para pastejo. Já o sorgo granífero, considerado um dos programas mais importantes por ser utilizado para a produção de grãos e apresentar teores de proteínas em torno de 30% mais elevado que o milho, é mais tolerante ao estresse hídrico. A farinha de sorgo não contém glúten, é de cor clara, sabor neutro e textura bem macia, que se assemelha à farinha de trigo. Pode ser utilizada, por exemplo, para substituir o uso das farinhas de trigo em bolos, pães, tortas, biscoitos, broas e mingaus. Por Revista Imagem - Fonte Embrapa

  • Brasil promete neutralizar emissões de gases do efeito estufa até 2060

    Meta pode ser adiantada diante do recebimento de verbas pelo Brasil. Revista Imagem - 09/12/2020 07:48 A nova meta do Brasil no Acordo de Paris, a chamada Contribuição Nacional Determinada (NDC, da sigla em inglês), será a neutralidade nas emissões de gases do efeito estufa até 2060. O anúncio foi feito na noite desta terça-feira (8) pelo Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. "A nossa contribuição nacional determinada a ser apresentada, agora que aprovada pelo governo brasileiro, reafirmando os nossos compromissos, colocando o compromisso brasileiro com a neutralidade de emissões até 2060. E destacando também a possibilidade de este prazo ser reduzido consoante sejam implementados os mecanismos de mercado previstos no Acordo de Paris", afirmou Salles após reunião do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima, no Palácio do Planalto. Ele estava acompanhado dos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Teresa Cristina (Agricultura) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), que fazem parte do comitê. Os detalhes da nova meta brasileira, aprovada por unanimidade entre os ministros, serão informados em um comunicado oficial a ser emitido pelo Itamaraty nesta quarta-feira (9). Neutralizar a emissão de gases de efeito estufa, segundo o Acordo de Paris, significa mudar a matriz energética para fontes sustentáveis que não dependem de queima de combustíveis fósseis e que façam com que o clima não exceda a média atual em 1.5 grau Celsius (estimativa agressiva) ou 2.0 graus Celsius (estimativa conservadora). É uma mudança na economia, eliminando combustíveis fósseis e outras fontes de emissões de gás carbônico onde for possível nos setores de transporte, geração de energia e na indústria. Para outras fontes, a cada tonelada de gás carbônico emitida, uma tonelada deve ser compensada com medidas de proteção climática, com o plantio de árvores, por exemplo. Até o anúncio desta terça-feira, a NDC ratificada pelo governo brasileiro, em vigor desde 2015, previa que até 2025 as emissões de gases de efeito estufa seriam reduzidas a 37% em relação a 2005, ano em que o país emitiu aproximadamente 2,1 bilhões de toneladas de gás carbônico. Para 2030, a meta seria uma redução de 43%. Ainda de acordo com Salles, durante o pronunciamento no Palácio do Planalto, esse prazo de neutralidade até 2060 poderá ser antecipado, desde que o Brasil receba verbas anuais de US$ 10 bilhões para projetos de preservação ambiental já a partir de 2021. Essas verbas são contribuições financeiras de nações desenvolvidas para o atingimento das metas previstas no acordo do clima. "Em anexo à nossa NDC, nas questões do questionário que vai em anexo, nós explicitamos a forma que entendemos ser necessária, do ponto de vista de crédito e mercado, para o recebimento dos recursos. Recebimento este que pode ser através dos mecanismos do artigo 6º do Acordo de Paris, e do programa já em funcionamento do governo federal, de pagamento por serviços ambientais, o Floresta+, à razão de US$ 10 bilhões por ano, a partir do ano que vem. Portanto, em havendo o recebimento, neste fluxo, de recursos financeiros para estas destinações, nós consideraremos a hipótese de tornar o nosso compromisso de neutralidade, hoje assumido para 2060, em prazo anterior", afirmou o ministro. Ele não informou, no entanto, em quanto poderia ser reduzido o prazo da nova meta, que dependerá de avaliações posteriores, de acordo com a aplicação dos recursos. A chamada "neutralidade carbônica" a ser buscada pelo governo brasileiro é a mesma meta definida, em setembro, pela China, que é o maior emissor mundial de gases do efeito estufa. O Brasil figura como o sexto maior emissor de gases poluentes na atmosfera. Acordo de Paris Em 2015, o Brasil se juntou a mais de 190 países que integram a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima na assinatura do chamado Acordo de Paris. Pelo acordo, que foi resultado de mais de 20 anos de negociação, as nações definiram objetivos de longo prazo para limitar o aquecimento da temperatura global em níveis abaixo de dois graus Celsius, se possível a 1,5 grau, até o final deste século. A partir dos compromissos do Acordo de Paris, o Brasil definiu a sua NDC. A meta considera os níveis pré-revolução industrial (1750) implementada a partir de 2020. A redução significativa do aquecimento global e o cumprimento dos compromissos do Acordo de Paris ainda estão entre as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), com o qual o Brasil também se comprometeu até 2030. Por Revista Imagem - Texto: Pedro Rafael Vilela

  • Anvisa publica alerta de risco após confirmar caso de Candida auris

    Doença grave foi identificada na Bahia. Agência informa que força-tarefa para combater o fungo já está organizada. Revista Imagem - 09/12/2020 07:43 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou hoje (8) uma nota de alerta sobre o diagnóstico de um caso de infecção por Candida auris (C. auris) em território brasileiro. Segundo informa o boletim, o diagnóstico ocorreu em um adulto internado no estado da Bahia e foi confirmado pelo Laboratório do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A Anvisa destaca que o fungo “representa uma grave ameaça à saúde global”, e que já havia emitido um alerta de risco anteriormente, em 2017. O alerta foi feito em função de relatos de surtos da doença causada pelo C. auris na América Latina comunicados pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), da Organização Mundial da Saúde (OMS). A Anvisa trabalha para revisar o comunicado de risco emitido anteriormente e informa que uma força-tarefa nacional já está organizada. “A Agência está trabalhando para contemplar a nova situação epidemiológica do país, a inclusão de outros laboratórios como referência para a rede nacional e as novas evidências científicas disponíveis. Recomendamos que os serviços de saúde e laboratórios de microbiologia estejam alertas às orientações”, registra a nota. Por Revista Imagem - Fonte Agência Brasil

  • Governo e prefeitura perfuram poços tubulares na área rural de Vilhena

    Com perfuração de poços tubulares, setor produtivo tem economia e maior produção agrícola. Revista Imagem - 09/12/2020 07:38 Assim como acontece com a política de distribuição e barateamento de calcário e nitrogênio, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com a Prefeitura de Vilhena está incentivando a produção rural no sul do Estado com a perfuração de poços tubulares profundos em Vilhena. Para tanto, o Governo disponibilizou uma perfuratriz que fará o trabalho na região, garantindo o barateamento de preço e mais produção do segmento rural. A informação foi reforçada na segunda-feira (7) pelo secretário de Estado da Agricultura, Evandro Padovani, após participar de uma reunião com servidores da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e Prefeitura de Vilhena. Na ocasião, o secretário informou que a meta para 2021 é atender cerca de 100 produtores no município, garantido água e alavancando ainda mais a produção agrícola. Padovani disse ainda que, entre outras ações, o trabalho já está em andamento, seguindo todos os trâmites para a seleção dos produtores que serão assistidos pelo Governo e a Prefeitura. De acordo com o representante da Seagri no Cone Sul, engenheiro agrônomo Ariel Gomes, inicialmente foram selecionados 10 produtores rurais e cinco agroindústrias. Segundo ele, as visitas estão ocorrendo nas propriedades rurais selecionadas, inclusive com o acompanhamento técnico do geólogo do Governo, Cleudson Eduardo e da secretária adjunta da Secretaria Municipal de Agricultura de Vilhena, Micaela Bolsoni. Sobre o incentivo do Governo, Gomes ressalta a importância da economia que os produtores terão ao serem assistidos pelo trabalho. “É mais uma demonstração de que o Governo de Rondônia se preocupa com a melhoria da produção e, consequentemente, com a geração de renda das famílias rondonienses”, destaca o agrônomo. Um exemplo da necessidade de água, no entanto, é o caso da produtora rural Suzana Pereira, de 44 anos, moradora na Linha 165, km 50, que recebeu a visita dos técnicos do Governo e Prefeitura para avaliar a perfuração de um poço em sua propriedade. “Precisamos de água para dar conta da produção. Hoje temos que pegar essa água racionada na Associação, pois o consumo é limitado. Com o poço, iniciaremos uma nova etapa de vida, com mais abundância e bem estar para todos”, comemorou a produtora. Outro que também espera a chegada da água é o dono de uma pequena agroindústria de leite, Waldebranio da Silva. Dono de uma propriedade de 57,00 hectares e produz 180 litros de leite/dia, Silva recebeu a visita dos técnicos, oportunidade em que destacou a importância do trabalho que está sendo realizado pelo Estado. “Água é vida. Sem ela, não há produção. Com ela, tudo acontece e a nossa produção ganha novo impulso, pois ela é essencial para qualquer tipo de atividade rural”, disse ele, ao agradecer a iniciativa e o apoio do Governo de Rondônia. “Sem essa ajuda, não seria possível alavancar a produção da nossa propriedade, até porque furar um poço com uma empresa particular é muito caro. Só tenho que a agradecer”, finalizou. Por Revista Imagem - Texto: Eraldo Erick

  • Governo de Rondônia registra redução de crimes

    Roubo à pessoa teve queda de 26% no mês de novembro. Revista Imagem - 09/12/2020 07:33 A Polícia Civil identificou por meio do Sistema de Ocorrência do Estado de Rondônia redução significativa de registros de crimes praticados, relacionando o mês de novembro de 2019 com o mesmo período em 2020. Foram registrados os percentuais de queda dos respectivos crimes: Roubo Consumado: -21,1%; Furto Consumado: -14%; Estupro: -22%; Roubo a Pessoa: -26%; Homicídio: -8,3%; Roubo e Furto de Veículos: -14,9%; e Roubo de Celular: -13%. Segundo as informações do Sistema de Monitoramento da Gerência de Estratégia e Inteligência (GEI) da Polícia Civil, o motivo da redução se deve, sobretudo, ao trabalho articulado de repressão e investigação das polícias Civil e Militar. “O relatório indica onde estamos melhorando e onde precisamos avançar”, afirmou a coordenação da equipe de inteligência do GEI ao lembrar que o crime de furto à residência reduziu 5% no comparativo dos meses de novembro 2019/2020. Em razão das compras de Natal, festas e mais circulação de dinheiro e pessoas, os delitos são mais frequentes. Por isso que, a queda nos índices de crimes em pleno mês de novembro, segundo a Polícia Civil, demonstra um trabalho efetivo e articulado das polícias do Estado. Nesse sentido, o secretário da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), coronel Hélio Pachá, ressaltou que os últimos três meses do ano são os meses de mais ocorrências e trabalho, onde as polícias estão devidamente estruturadas para dar uma resposta contundente aos delitos nesse período natalino. Por Revista Imagem - Texto: Fabio Arantes

  • Vilhena recebe Selo Unicef; Apenas 431 cidades brasileiras foram certificadas.

    Município foi certificado como uma das melhores cidades brasileiras na garantia de direitos às crianças e adolescentes. Revista Imagem - 09/12/2020 07:20 Na manhã desta terça-feira (8) a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) acompanhou por videoconferência o resultado da seleção de cidades no prêmio de reconhecimento do “Selo Unicef”. Dos 5.570 municípios brasileiros, apenas 431, ou seja, 7,7%, receberam o selo nesta edição. Vilhena foi uma delas. O certificado garante que as ações de Assistência Social, Saúde e Educação da Prefeitura de Vilhena produziram avanços reais e positivos na garantia de direitos da criança e do adolescente na cidade. “Em Rondônia apenas 5 dos 52 municípios foram certificados. Isso mostra que nosso município é reconhecido nacionalmente nas políticas públicas para crianças e adolescentes. Isso é comprometimento com a população que mais precisa do poder público”, revela o secretário municipal de Assistência Social, Rafael, Reis. Não é a primeira vez que a cidade recebe o reconhecimento. Outros dois prêmios semelhantes foram entregues pela Unicef à Prefeitura de Vilhena nos anos de 2009 a 2012 e de 2013 a 2016. Atualmente a Semas mantém ativos 17 programas sociais voltados para diversos públicos. Às crianças e adolescentes são oferecidos diversos serviços, como aulas especiais de karatê, balé, natação, dança, esportes, além de oferecido leite, cursos profissionalizantes, profissionais para acompanhamento no desenvolvimento intelectual e social, auxílio na obtenção de registros e direitos no Governo Federal, cestas básicas, eventos diversos, entre outros. Dois avanços importantes que ocorrerão em breve na área são a ampliação das ações do Cras (Centro de Referência de Assistência Social), com a construção de uma nova unidade no Embratel e também com a implantação do Cras Itinerante, que funcionará como veículo tipo motorhome. Além disso, a construção da sede própria da Semas permitirá à secretaria economizar com aluguel para investimentos maiores no setor. Por Revista Imagem - Fonte Semcom PMV

  • Potência econômica: Vilhena gera quase mil novos empregos em ano de pandemia

    De janeiro a outubro de 2020 Vilhena apresentou saldo positivo de empregos 60% maior que o estado inteiro. Revista Imagem - 09/12/2020 07:05 Vilhena enfrentou a pandemia com preocupação dupla: manter as atividades econômicas funcionando enquanto se salva o maior número de vidas possível. Dados compilados pela Secretaria Municipal de Turismo, Indústria e Comércio (Semtic), através de relatório do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram que apesar de ostentar de uma das menores taxas de letalidade de covid-19 em Rondônia, Vilhena é também a cidade que teve o maior saldo positivo de empregos com carteira assinada de janeiro a outubro de 2020, gerando 968 novos postos de trabalho a mais, enquanto o Estado ficou com somente 598. Monitorados pelo secretário municipal de Turismo, Indústria e Comércio, Marcondes Cerrutti, os números revelam o bom momento econômico da cidade. “Fomos a cidade de Rondônia com o maior saldo positivo neste ano tão difícil. O reflexo dos investimentos públicos na cidade, com diversas obras em andamento, dando condições de as empresas se instalarem e ampliarem seus negócios, certamente foi fator de impulsionamento do mercado local”, explica o secretário. De acordo com o MTE, Vilhena tinha 18.861 empregos formais em 1° de janeiro e chegou a 31 de outubro com 19.629 empregos formais, uma diferença positiva de quase mil empregos. Isso coloca Vilhena no primeiro lugar do ranking. A importância do número fica evidente nos outros quatro primeiros colocados, distantes de Vilhena: Pimenta Bueno (315), Espigão do Oeste (190), Cacoal (184) e São Miguel do Guaporé (122). O destaque negativo em Rondônia ficou por conta de cinco cidades que tiveram redução no total de empregados formais em 2020: Ji-Paraná (-915), Porto Velho (-846), Jaru (-218), Ouro Preto do Oeste (-85) e Alvorada do Oeste (-34). “Importante notar que se Vilhena não tivesse ido tão bem, o Estado teria ficado negativo. Vilhena assim, mostra que é uma potência econômica, que puxa Rondônia com vários setores em pleno desenvolvimento, como o agronegócio, construção civil, serviços e outros”, complementa Marcondes. E A PANDEMIA? - Vilhena percebeu a queda no número de empregados formais em dois meses, abril e maio, quando houve saldo negativo de -247 e -134, respectivamente. Os meses foram os mais severos nas restrições sanitárias no Estado e no município. O movimento foi acompanhado pelo Estado, que apresentou saldo negativo em março, abril e maio, com -608, -4.517 e - 1.1184 empregos formais, respectivamente. Mesmo assim, embora o Portal da Amazônia tenha sido a cidade que melhor se saiu na Economia, a Saúde não ficou para trás. Vilhena é a 30ª no ranking de cidades com maior letalidade de covid-19, registrando mortes de apenas 1,63% dos pacientes contaminados. O município tem índice melhor que cidades de mesmo porte ou maiores, como Ji-Paraná (2,34%), Porto Velho (2,16%) e Ariquemes (1,69%), perdendo neste grupo de cidades apenas para o município pólo da Macrorregião de Saúde do Sul do Estado de Rondônia, que é Cacoal, que ostenta taxa não muito inferior à de Vilhena, com 1,34%. Inclusive, foi também justamente a iniciativa privada forte em Vilhena que contribuiu para números melhores no combate à covid-19 na cidade, visto que boa parte dos respiradores, equipamentos de proteção individual e outros materiais foram doados por empresas de grande porte ou cooperativas de crédito da cidade. O prefeito Eduardo Japonês revela que a administração que conduziu pesou todos os prós e contras de cada situação para todos os afetados pelo surto da doença. “Foram decisões muito difíceis, mas o nosso modelo de gestão compartilhada, criando o Comitê Gestor Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus com diversos setores da sociedade foi até mesmo copiado pelas demais cidades do Estado. Considerando todos os lados, desde a Justiça até os mais humildes, desde a Economia local até a preservação de vidas, nós agimos em todas as frentes para que a cidade passasse pela pandemia com o menor sofrimento possível”, comenta o prefeito. Por Revista Imagem - Fonte Semcom PMV

  • Covid-19: Brasil registra 51 mil casos e 842 mortes em 24 horas

    Há 5.854.709 pessoas recuperadas do novo coronavírus. Revista Imagem - 08/12/2020 19:45 Nas últimas 24 horas foram registradas 842 novas mortes pela covid-19 e 51.088 novos casos da doença no Brasil. Há 642.131 pacientes em acompanhamento e 5.854.709 pessoas já se recuperaram. A atualização foi divulgada pelo Ministério da Saúde no início da noite desta terça-feira (8). Os óbitos em consequência da pandemia do novo coronavírus totalizaram 178.159 hoje. Ontem, o sistema de dados da pasta sobre a covid-19 marcava 177.317 óbitos. Ainda há 2.230 falecimentos em investigação, dados relativos a ontem. O número de pessoas infectadas pelo vírus desde o início da pandemia atingiu 6.674.999. Ontem, o painel do Ministério da Saúde trazia 6.623.911 casos acumulados. O balanço do ministério é divulgado diariamente a partir de notificações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde. Normalmente, os casos são menores aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação pelas secretarias estaduais de Saúde. Já às terças-feiras, eles podem subir em função do acúmulo de registros atualizado. Estados A lista dos estados com mais mortes pela covid-19 é encabeçada por São Paulo (43.282), Rio de Janeiro (23.270), Minas Gerais (10.345), Ceará (9.738) e Pernambuco (9.186). As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (737), Roraima (744), Amapá (834), Tocantins (1.187) e Rondônia (1.610). Por Revista Imagem - Texto: Jonas Valente

  • Ministro diz que vai adquirir todas as vacinas seguras contra covid-19

    Apesar da pressa dos governadores, a data de início da vacinação ainda não está definida, já que ainda depende do registro na Anvisa. Revista Imagem - 08/12/2020 19:32 “Todas as vacinas que tiverem sua eficácia e registros da maneira correta na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária], se houver necessidade, vão ser adquiridas. O presidente Jair Bolsonaro já deixou isso de forma clara”. A declaração foi feita pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, em uma reunião, nesta terça-feira (8), com os governadores de 15 estados para discutir a compra de vacinas contra a covid-19, no Palácio do Planalto. Ao grupo que participou do encontro – parte presencialmente e parte por videoconferência –, Pazuello lembrou os acordos já feitos pelo governo federal com o laboratório AstraZeneca para a compra de 260 milhões de doses e insumos para fabricação, e a entrada no consórcio Covax Facility, para compra de 42 milhões de doses de vacinas. “O SUS já tem capacidade [para compra] de 300 milhões de doses para 2021”, disse. Críticas Os governadores criticaram o anúncio feito ontem (7) pelo colega de São Paulo, João Doria, que começaria a imunizar os paulistanos a partir do dia 25 de janeiro com a CoronaVac, vacina contra a covid-19 desenvolvida pela empresa chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Doria se comprometeu a iniciar a vacinação antes da aprovação do imunizante pela Anvisa e causou mal-estar entre os colegas, que cobraram do ministro da Saúde que nenhum estado saia na frente na imunização da população. “Isso é algo que coloca em jogo a credibilidade dos demais governadores. O plano nacional não é responsabilidade dos governadores”, ressaltou Ronaldo Caiado, governador de Goiás. Os governadores disseram que o Ministério da Saúde se comprometeu que a vacinação seria nacional, sem privilégios para determinados estados. “O [Plano Nacional de Imunização] PNI é nacional. Não pode ser paralelo. A gente tem que falar a mesma linguagem. Nós só temos um inimigo, o vírus. Temos que nos unir”, disse Pazuello. Data Apesar da pressa dos governadores, a data de início da vacinação ainda não está definida, já que ainda depende do registro na Anvisa. “A AstraZeneca e Oxford estão concluindo a Fase 3. Algumas etapas da Fase 3 serão concluídas para, aí sim, submeter à Anvisa para registro. Qual é a previsão? Até o final de dezembro. E a Anvisa, dentro da sua responsabilidade para analisar o registro dessas vacinas, precisa de tempo para concluir essa ação. E, pelo que demonstrou, tempo próximo a 60 dias. Pode ser menos, um pouco. Se tudo estiver redondo, sem recomendações incompletas. Se isso acontecer, vamos ter o registro definitivo da AstraZeneca no final de fevereiro. Mesmo que tenha chegado às 15 milhões de doses em janeiro”, explicou Pazuello. Logística Enquanto o registro não sai, o ministro disse aos governadores que o Ministério da Saúde já elaborou a logística de distribuição nacional das vacinas, que será apresentada em breve. “É muito importante que se sigam todos os passos. Quando falamos de saúde, não podemos abrir mão de eficácia, segurança e responsabilidade. Quando nós colocarmos uma vacina, seremos nós os responsáveis”, disse o ministro aos governadores. Na reunião, também foram destacadas as tratativas do Ministério da Saúde com o laboratório Pfizer e com o Instituto Butantan, além dos prazos para o início da campanha de vacinação no Brasil conduzida pelo PNI, que será dividida em quatro fases. Pazuello destacou que 15 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca – das 100 milhões acordadas – já começam a chegar em janeiro de 2021. “Nós vamos vacinar todo mundo na maior velocidade possível”, garantiu o ministro da Saúde. Por Revista Imagem - Texto: Karine Melo

  • Senado aprova MP que cria programa habitacional Casa Verde e Amarela

    A meta é atender 1,6 milhão de famílias de baixa renda com financiamento habitacional até 2024. Revista Imagem - 08/12/2020 19:24 O Senado aprovou nesta terça-feira (8) a Medida Provisória (MP) que institui o programa Casa Verde e Amarela. A MP foi editada em 25 de agosto e o programa é uma reformulação do Minha Casa Minha Vida, com foco na regularização fundiária e na redução da taxa de juros. O governo quer aumentar o acesso dos cidadãos ao financiamento da casa própria. O texto vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro. O Casa Verde Amarela é voltado para famílias de áreas urbanas e rurais com renda mensal de até R$ 7 mil. A meta é atender 1,6 milhão de famílias de baixa renda com financiamento habitacional até 2024, um incremento de 350 mil residências em relação ao que se conseguiria atender com os parâmetros atuais. Isso será possível em função de negociações com o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), que subsidia o programa, e com a Caixa Econômica Federal, que é o agente financeiro. De acordo com o Ministério do Desenvolvimento Regional, as Regiões Norte e Nordeste serão contempladas com a redução nas taxas em até 0,5 ponto percentual para famílias com renda de até R$ 2 mil mensais e 0,25 ponto para quem ganha entre R$ 2 mil e R$ 2,6 mil. Nessas localidades, os juros poderão chegar a 4,25% ao ano e, nas demais regiões, a 4,5% ao ano. Um dos objetivos do Casa Verde Amarela também é aperfeiçoar pontos do programa habitacional anterior. Além da redução dos juros, haverá atenção na qualidade dos imóveis construídos no âmbito do programa. Para isso, o texto aprovado garante a conservação das unidades mesmo após a entrega. “O empreendedor permanecerá responsável pela manutenção e conservação das edificações, evitando-se, assim, sua deterioração após a entrega das chaves”, disse o relator, Márcio Bittar (MDB-AC). Bittar, no entanto, reconheceu os avanços sociais conquistados pela população mais vulnerável com o Minha Casa, Minha Vida, lançado em 2009. Ao mesmo tempo, ele entende que o novo programa é um passo além para promoção de moradias dignas. “Não negamos a importância dos programas implementados até aqui. A produção de unidades foi, de fato, importante para que muitas famílias tivessem condições de adquirir um imóvel próprio, mas, como já destacado, não foi nem será suficiente para promover moradia com dignidade”, ressaltou. Por Revista Imagem - Texto: Marcelo Brandão

  • Vídeo: Governador de Rondônia anuncia que está com coronavírus

    O anúncio foi feito durante uma transmissão ao vivo no Facebook. Marcos Rocha disse que continuará participando de reuniões à distância. Revista Imagem - 08/12/2020 10:16 O governador Marcos Rocha (PSL) anunciou na manhã desta terça-feira (8), durante uma live no Facebook, que foi diagnosticado com Coronavírus. A esposa dele, Luana Rocha, já teve infecção pela doença no mês de julho. Marcos Rocha disse que passa bem, que está tomando medicamentos e que iniciou o isolamento. Afirmou que o puder fazer a distância “vou fazendo”. Ao final do anúncio pediu operações por sua vida. Veja o vídeo: Por Revista Imagem - Da Redação

  • Mortes por covid-19 chegam a 177,3 mil e casos, a 6,62 milhões

    Nas 24 horas desde o boletim desse domingo, foram registradas 376 novas mortes. Revista Imagem - 08/12/2020 10:13 As mortes em consequência do novo coronavírus atingiram 177.317 nesta segunda-feira (7) . Nas 24 horas desde o boletim desse domingo, foram registradas 376 novas mortes. Ontem, o painel do Ministério da Saúde sobre a covid-19 marcava 176.941 óbitos. Ainda há 2.196 falecimentos em investigação, dados relativos a ontem. Os dados estão no balanço diário do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta segunda-feira (7). A atualização é feita a partir de notificações enviadas pelas secretarias estaduais de saúde. O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia atingiu 6.623.911. Entre ontem e hoje, as autoridades de saúde notificaram 20.371 novos diagnósticos positivos de covid-19. Ontem, o painel do Ministério da Saúde trazia 6.603.540 casos acumulados. Ainda conforme a atualização do órgão, há 645.527 pacientes em acompanhamento. Outras 5.801.067 pessoas se recuperaram da doença. Normalmente, os casos são menores aos domingos e segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação pelas secretarias estaduais de saúde. Já às terças-feiras, eles podem subir mais em função da atualização dos registros acumulados. Estados A lista dos estados com mais mortes pela covid-19 é encabeçada por São Paulo (43.040), Rio de Janeiro (23.151), Minas Gerais (10.341), Ceará (9.704) e Pernambuco (9.170). As Unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (736), Roraima (744), Amapá (831), Tocantins (1.184) e Rondônia (1.604). Por Revista Imagem - Texto Jonas Valente

  • Momento histórico: Reino Unido inicia plano de vacinação contra covid-19

    País europeu mais afetado pela pandemia, o Reino Unido é o primeiro país no mundo a autorizar a utilização da vacina anticovid-19. Revista Imagem - 08/12/2020 09:50 O Reino Unido inicia nesta terça-feira (8) o plano de vacinação da população contra a covid-19. O ministro da Saúde britânico, Matt Hancock, diz que se trata de um “momento histórico", referindo-se à data como o "Dia V" [uma referência ao Dia da Vitória da II Guerra Mundial]. País europeu mais afetado pela pandemia (com mais de 61 mil mortos e mais de 1,7 milhão de casos de infeção), o Reino Unido é o primeiro país no mundo a autorizar a utilização da vacina anticovid-19 desenvolvida pelo grupo farmacêutico norte-americano Pfizer e pela empresa alemã BioNTech, e será o primeiro país ocidental a iniciar a sua campanha de vacinação. Em comunicado divulgado no fim de semana, Matt Hancock informou que os primeiros grupos que vão receber a vacina serão “os mais vulneráveis e aqueles com mais de 80 anos”, bem como os funcionários de lares e residências seniores e do serviço de saúde público britânico (NHS, na sigla em inglês). As especificidades da vacina Pfizer/BioNTech, que necessita de conservação a 70 graus negativos, representam um desafio logístico, disseram as autoridades sanitárias britânicas, acrescentando que as doses têm de ser transportadas por uma empresa especializada e que o descongelamento demora várias horas. O Reino Unido encomendou 40 milhões de doses da vacina Pfizer/BioNTech, o que permite proteger 20 milhões de pessoas, uma vez que esta vacina se administra com duas doses. Numa primeira fase, estarão disponíveis 800 mil doses no país. Apesar da rapidez com que a agência reguladora britânica aprovou a vacina Pfizer/BioNTech, a diretora executiva do organismo, June Raine, reiterou que "os mais elevados padrões” internacionais foram aplicados. Por Revista Imagem - Fonte Agência Brasil

  • MEC muda para 1º de março aulas presenciais nas universidades federais

    A nova data foi definida em portaria publicada na edição extra do Diário Oficial da União, nessa segunda-feira. Revista Imagem - 08/12/2020 09:50 O Ministério da Educação (MEC) mudou, de 4 de janeiro para 1º de março, o início das aulas presenciais nas instituições federais de ensino superior. A nova data foi definida em portaria publicada na edição extra do Diário Oficial da União, nessa segunda-feira (7). O documento recomenda que, para a realização das aulas presenciais, as instituições deverão observar os protocolos de biossegurança para o enfrentamento da pandemia da covid-19. A portaria anterior, publicada no Diário Oficial no dia 2 de janeiro, que determinava a retomada das aulas em janeiro, não foi revogada, mas alterada no trecho que trata do início das aulas presenciais. O texto da nova portaria dia, ainda, que "os recursos educacionais digitais, tecnologias de informação e comunicação ou outros meios convencionais poderão ser utilizados em caráter excepcional, para integralização da carga horária das atividades pedagógicas", no cumprimento das medidas para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. Por Revista Imagem - Fonte Agência Brasil

bottom of page