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- Homem que estava desaparecido há 10 dias é resgatado na margem de rio
Francisco Mendes Nogueira, de 62 anos, desapareceu na selva em uma região próxima ao Distrito de Surpresa, em Guajará-Mirim. Por Revista Imagem - 29/12/2020 10:20 Francisco Mendes Nogueira, de 62 anos, que desapareceu no dia 18 de dezembro, foi localizado nesta segunda-feira (28) nas margens do Rio Mamoré. Ele se perdeu na selva após ter saído para caçar e pescar em uma região próxima ao Distrito de Surpresa, na zona rural de Guajará-Mirim (RO). Segundo o Corpo de Bombeiros, Francisco foi encontrado por volta do meio dia por um pescador. Após encontrar com os bombeiros, seu Francisco foi transportado de helicóptero para Guajará em um voo de aproximadamente 35 minutos. Ele já reencontrou os familiares (veja no vídeo acima) e foi levado para um hospital para receber os devidos atendimentos médicos. Busca e salvamento Segundo a corporação, no dia 19 de dezembro agentes de busca e salvamento chegaram ao local onde seu Francisco tinha desaparecido — foram necessárias seis horas de navegação até a localidade que não tem acesso por terra. A busca enviou seis militares, dois cães farejadores, duas viaturas e dois barcos do quartel de Guajará-Mirim. Na última quarta-feira (23), por volta das 21h, o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) foi acionado, o helicóptero de resgate decolou pela primeira vez no dia 24 de dezembro e no dia 26 foi solicitado reforço de pessoal, então foram enviados mais três militares para a região. Somente no dia 28 seu Francisco foi encontrado por um pescador na margem do Rio Mamoré. O barco do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia foi ao encontro da embarcação que estava o pescador e Francisco, levando para o encontro de seus familiares. Por Revista Imagem - Fonte G1
- Rondônia tem a segunda menor taxa de desocupação do país, segundo o IBGE
Das 750 mil pessoas com uma ocupação no estado, 41,7% estão na informalidade. Por Revista Imagem - 29/12/2020 10:16 Rondônia registrou a segunda menor taxa de desocupação em todo o país no mês de novembro, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento, realizado pela Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD) Covid-19, aponta que o estado teve uma taxa de desocupação de 9,4% em novembro, ficando atrás apenas de Santa Catarina com 7,6%. Das 750 mil pessoas com uma ocupação no estado, 41,7% estão na informalidade, não tendo carteira assinada ou registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ). Entre os ocupados, 37,6% (282 mil) eram trabalhadores do setor privado - independente de ter carteira assinada ou não - 34,6% (239 mil) trabalhavam por conta própria e 13% (98 mil) eram militares ou servidores estatutários. A PNAD COVID19 também apontou que 50,5% dos domicílios rondonienses tinham pelo menos uma pessoa beneficiada pelo Auxílio Emergencial ou alguma assistência do Governo. O índice foi menor que o do mês anterior, que apresentou uma taxa de 53,7% domicílios. Por Revista Imagem - Fonte G1
- Homem é assassinado ao tentar defender mulher que apanhava do marido
Boletim de ocorrência foi registrado como homicídio doloso, quando há a intenção de matar. Por Revista Imagem - 29/12/2020 10:12 Um homem foi morto a facadas depois de tentar defender uma mulher que apanhava do marido em Ji-Paraná (RO) no domingo (27). O boletim de ocorrência foi registrado como homicídio doloso, quando há a intenção de matar. Segundo os policiais que atenderam a ocorrência, ao chegarem no local do crime testemunhas narraram a situação. De acordo com os relatos, a esposa do agressor estava na varanda de casa conversando com um homem identificado como Guilherme. Até que o marido dela chegou e começou a agredi-la com empurrões, socos e tapas. Pois, segundo o boletim de ocorrência, ele pensou "que ela estava lhe traindo". Guilherme tentou separar a briga e nesse momento o agressor pegou uma faca e o atingiu nas costas, braço direito e tórax. Guilherme morreu no local. Conforme três testemunhas, o agressor pegou sua motocicleta e fugiu. Após colher os depoimentos, os policiais fizeram contato com o delegado de plantão e a perícia técnica, que compareceram no local e após os trabalhos de praxe, o corpo da vítima foi liberado para a funerária de plantão. Por ter apanhado, a esposa do agressor foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros para receber cuidados médicos. De acordo com a Polícia Civil, já foi dada ordem de prisão preventiva contra o suspeito que está foragido. Por Revista Imagem - Fonte Rede Amazônica
- Adolescente é torturada e executada na Zona Leste de Porto Velho
Os peritos constataram que a vítima foi morta com pelo menos três tiros e teve seu cabelo cortado. Por Revista Imagem - 29/12/2020 10:07 Uma adolescente identificada como Luana Gomes, foi morta a tiros na madrugada desta terça-feira (29), na Rua Plácido de Castro, na entrada do condomínio Orgulho do Madeira, na Zona Leste de Porto Velho. Policiais militares foram até o endereço após serem acionados por moradores, informando que teriam ouvido barulho de disparos de arma de fogo. No local, os policiais encontraram a vítima caída no meio da rua ensanguentada. Uma equipe do Samu também foi acionada, mas quando chegou Luana já estava sem vida. Os peritos constataram que a vítima foi morta com pelo menos três tiros e teve seu cabelo cortado. Na ocorrência, os policiais militares relataram que horas antes do crime outra equipe teria recebido uma denúncia informando que em um dos blocos do condomínio havia integrantes de uma facção criminosa torturando uma mulher, mas quando a equipe chegou nada foi encontrado. Investigadores da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (DECCV) de Porto Velho já iniciaram as investigações para identificar e prender os autores do crime. Também será apurado se a morte tem ligação com briga entre facções criminosas. Por Revista Imagem - Fonte Rondoniagora
- Fiocruz deve pedir registro de vacina contra a covid-19 até a próxima semana
Laboratório pretende entregar 210,4 milhões de doses no País ao longo de 2021. Por Revista Imagem - 28/12/2020 15:05 A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), laboratório público ligado ao Ministério da Saúde, deve pedir até a próxima semana o registro da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e o grupo farmacêutico AstraZeneca. O imunizante é a principal aposta do governo federal para combater a pandemia. A Fiocruz pretende entregar 210,4 milhões de doses no País ao longo de 2021, soma suficiente para vacinar mais de 105 milhões de pessoas. A ideia de levar o pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) entre o fim de 2020 e o começo do ano seguinte já havia sido anunciada pela Fiocruz e citada pelo Ministério da Saúde. Em entrevista à Rádio Gaúcha, nesta segunda-feira, 28, o vice-presidente de Produção e Inovação em Saúde da fundação, Marco Krieger, confirmou que o calendário está mantido. A Fiocruz pretende, no começo de janeiro, começar a produzir as doses da vacina. A previsão é receber o registro da Anvisa até fevereiro e, na sequência, liberar as doses já fabricadas. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirma que a vacinação no Brasil deve começar em meados de fevereiro. O laboratório brasileiro irá pedir o registro definitivo do produto. Com este tipo de aval é possível entregar as doses em massa à população e até mesmo usá-las na rede privada. A Fiocruz, porém, vende as suas doses apenas à rede pública. A Anvisa tem até 60 dias para avaliar o pedido de registro. A expectativa do laboratório público é que a análise seja mais célere, pois já foram entregues à agência os dados iniciais (fases 1 e 2) de desenvolvimento do imunizante. Uma opção é tentar o aval para uso emergencial e temporário da vacina. Neste caso, a Anvisa estima finalizar a análise em até 10 dias, mas o produto só poderia ser aplicado em grupos pequenos, como de profissionais de saúde. A Fiocruz não deve tentar este tipo de autorização. Krieger disse que a documentação só será levada à agência após a publicação dos dados finais (fase 3) da pesquisa de desenvolvimento do imunizante. Ele disse que o pedido será feito "no máximo" até a próxima semana. A AstraZeneca afirma ter encontrado, após pesquisas adicionais, "a fórmula vencedora" para sua vacina contra covid-19. Em entrevista ao jornal Sunday Times, o CEO da farmacêutica, Pascal Soriot, disse que o imunizante garantiu "proteção de 100%" contra formas graves de covid-19. O percentual citado por Soriot se refere ao poder de evitar a forma grave da covid-19. Já os dados sobre a eficácia da vacina, ou seja, de impedir o desenvolvimento da doença a partir da proteção criada pelo produto, ainda são desconhecidos. As vacinas desenvolvidas por Pfizer/BioNTech e Moderna apresentaram eficácia de 95% e 94%, respectivamente. "A gente não viu esses dados ainda, mas quem falou foi o CEO da empresa. Minha convicção era de que essa evolução acontecesse. Não imaginava que seria tão rápido", disse Krieger sobre a fala de Soriot. O representante da Fiocruz também afirma que as novas vacinas são uma "revolução" no combate a doenças infecciosas. "Há ansiedade, mas a perspectiva é boa. O Brasil pode ter mais de uma vacina em tempo rápido. Estamos animados com os resultados dessas novas tecnologias", disse Krieger. A Anvisa já certificou a fábrica da AstraZeneca, localizada na China, que produz o insumo farmacêutico entregue à Fiocruz. O laboratório brasileiro, no primeiro semestre, deve realizar fases finais de preparação da vacina. A ideia é que todo o produto seja fabricado no Brasil a partir da segunda metade de 2021. Segundo o plano nacional de imunização do Ministério da Saúde, a produção das doses na Fiocruz está prevista para começar em janeiro. A entrega do primeiro lote, de 15 milhões de doses, será feita no mês seguinte. No primeiro semestre, a ideia é fabricar 100,4 milhões. No segundo semestre, mais 110 milhões de doses com produção totalmente nacional. O cronograma de vacinação dos grupos prioritários foi montado a partir da previsão de doses disponíveis em 2021 desta vacina. Por Revista Imagem - Fonte MSN/Estadão
- Expectativa de vida no Brasil deve cair até dois anos por causa da covid-19
Será a primeira queda desse indicador registrada no País desde 1940, de acordo com dados do IBGE. Por Revista Imagem - 28/12/2020 14:57 O ano marcado pela pandemia e o confinamento chega ao fim com a esperança da vacina. Mas os impactos da covid-19 se farão sentir por muito tempo e poderão ser ainda mais profundos do que se imaginava. A expectativa de vida do brasileiro ao nascer deve cair em até dois anos por conta das 190 mil mortes pela doença. Será a primeira queda desse indicador registrada no País desde 1940, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Especialistas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) estimam que a pandemia vai reverter a tendência observada nas últimas décadas. O brasileiro perderá pelo menos um ano de expectativa de vida, podendo chegar a até dois anos. Dependendo da capacidade do governo de vacinar a população no ano que vem, reduzindo drasticamente o número de mortes pela doença, essa queda pode ainda se perpetuar por mais um ano. Em 1940, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer era muito baixa, de 45,5 anos. Desde então, com a redução da mortalidade infantil e os avanços na medicina, o número vem crescendo consistentemente. Em 1980 chegou a 62,5 e, no ano 2000, a 69,8. Nos últimos vinte anos, os ganhos foram um pouco mais lentos, mas, mesmo assim, nunca se registrou um decréscimo. De acordo com os últimos números divulgados pelo IBGE, em novembro, a expectativa de vida do brasileiro ao nascer era de 76,6. E poderia ser ainda mais alta se não fosse a violência urbana, que costuma vitimar homens jovens. Tanto que a expectativa de vida das mulheres era de 80,1 anos, contra 73,1 anos dos homens. “Historicamente, a cada três anos, nós ganhamos um ano de expectativa de vida ao nascer”, explica o economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social. “Agora, vamos perder em um ano o que levamos seis anos para conseguir. Ou seja, não só vamos deixar de avançar como vamos também retroceder.” Do ponto de vista demográfico, o impacto é muito grande, sobretudo porque 75% da letalidade da doença se concentra entre os idosos. Em geral, as mortes de crianças e jovens têm um impacto muito maior na expectativa de vida média da população do que entre os mais velhos. “Mas o número de mortos foi tão grande, foi uma quantidade tão desproporcional, que acabou tendo todo esse impacto na expectativa de vida”, avalia Neri. “Este número, 190 mil, equivale a quatro vezes as taxas anuais de homicídios no Brasil; por isso tem esse efeito demográfico gigantesco.” 'Geração covid' Outro retrocesso importante que deve se perpetuar segundo os especialistas diz respeito à educação. A desigualdade educacional que vinha caindo há pelo menos 40 anos voltou a subir durante a pandemia, por conta das dificuldades que muitos alunos tiveram, sobretudo os mais pobres, para estudar. “Entre os jovens de 6 a 15 anos, a média de estudo durante a pandemia foi de duas horas e dezoito minutos, muito abaixo das quatro horas mínimas exigidas pela LBDE (Lei de Diretrizes Básicas da Educação)”, afirma Neri. “E a redução foi muito maior entre os alunos de escolas públicas, de renda mais baixa e das áreas mais remotas; no Pará, por exemplo 42% dos alunos não receberam material, não fizeram estudo remoto por falta de material. Isso reverte totalmente a tendência de redução de desigualdade educacional que vinha caindo há 40 anos.” O acesso a internet é outro problema. Estimativas de 2018 do IPEA apontam que cerca de 16% dos alunos do ensino fundamental (4,35 milhões) e 10% dos alunos do ensino médio (780 mil) não têm acesso à internet. E praticamente todos eles eram da rede pública. “Muitas dessas perdas são irreversíveis e podem gerar um efeito permanente”, analisa Neri. “Teremos uma geração covid.” Sem trabalho Embora a renda per capita tenha se mantido elevada por conta do pagamento do auxílio emergencial, o nível de ocupação da população nunca foi tão baixo. A taxa era de 49,7% em maio, passou para 49,3% em outubro e chegou a 49,6% em novembro. Ou seja, metade das pessoas em idade de trabalhar está fora do mercado de trabalho. “Desde que começamos a medir essa taxa nunca tínhamos observado uma ocupação abaixo de 50%”, afirmou a coordenadora da pesquisa PNAD-Covid, do IBGE, Maria Lúcia Vieira. “Neste sentido, foi um ano muito atípico e complicado para o mercado de trabalho porque houve rendimento efetivo, mas tivemos esse comportamento do nível de ocupação.” O fim do auxílio emergencial em 31 de dezembro preocupa os especialistas, pois deve marcar a volta de um grande número de pessoas para a situação de extrema pobreza. “Neste aspecto 2021 me preocupa muito mais do que 2020”, afirmou Marcelo Neri. Para Maria Lucia Vieira, tudo vai depender dos desdobramentos da pandemia e das respostas oferecidas pelo governo no ano que vem. “Não tem como prever muito porque não sabemos o que vai acontecer em termos de pandemia, se a situação vai se agravar ou se vamos ter uma vacinação para minimizar os problemas”, diz Maria Lúcia. “O comportamento do mercado de trabalho vai se dar muito em função das questões pandêmicas; se tudo estiver terminando e se revertendo poderíamos entender que estamos voltando para um comportamento já conhecido, com a ocupação aumentando até o final do ano. Mas não temos como prever a situação da pandemia, muitos lugares já estão ensaiando um fechamento novamente, São Paulo voltou a adotar horários de expediente limitado.” Por Revista Imagem - Fonte MSN/Estadão
- Mostra de cinema promove conscientização ambiental em Vilhena
A 4ª Mostra de Cinema: Verde na Tela conta com a exibição de 20 filmes com a temática ambiental e está sendo transmitida através de lives. Por Revista Imagem - 28/12/2020 09:08 A “4ª Mostra de Cinema: Verde na Tela” está sendo realizada de forma virtual em Vilhena e tem como objetivo contribuir com a reflexão crítica sobre as questões ambientais, utilizando o audiovisual como ferramenta geradora de informação e transformação socioambiental na educação. A mostra conta com a exibição de 20 filmes com a temática ambiental e palestras sobre a importância de se preservar o meio ambiente oficinas de produção de cinema. A mostra é patrocinada pelo Banco da Amazônia e coordenada pelo fotógrafo e Washington Kuipers que faz parte do Ponto de Cultura e Mídia Livre Serpentário Produções, e da Associação Cultural, Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Diversidade Amazônica (ACEMDA). O coordenador da mostra informou que por conta da pandemia do COVID 19 este ano a mostra está sendo realizada através de lives, mas também durante a mostra foram realizados pit stops com a distribuição de material da mostra para alunos de várias escolas de Vilhena. A mostra começou no dia 22 de dezembro e encerra nesta segunda-feira (28). “Acreditamos no poder de sensibilização e conscientização da arte. Os filmes oferecem uma imersão única nos desafios do mundo hoje; conseguem comunicar e mobilizar a população sobre temas importantes para promover o desenvolvimento sustentável”, afirma Washington Kuipers. Para a produtora cultural Andréia Machado, a Mostra de Cinema Verde na Tela permite que o público não apenas assista aos filmes, como entretenimento, mas que também discuta os temas coletivamente. “Quanto mais discussão conjunta das pessoas, maior é a capacidade da sociedade de resolver os problemas que enfrenta”, ressalta Andréia Machado. Opinião compartilhada pelo produtor cultural Marcio Guilhermon que salienta que pensar sobre as questões ambientais é responsabilidade de todas as pessoas. “A mostra foi criada não apenas como uma janela de exibição para filmes com a temática ambiental, mas um espaço de reflexão e debate envolvendo toda a sociedade sobre a importância de todos contribuírem com a preservação do meio ambiente”, explica Marcio. Marcio Guilhermon informou que a meta do projeto é atender cerca de 1000 alunos, nas atividades do projeto. “O projeto tem como público-alvo estudantes crianças e adolescentes e jovens de Vilhena”, ressalta Marcio. LIVES As lives da mostra estão sendo transmitidas a partir das 14h na página do Facebook do Ponto de Cultura e Mídia Livre Serpentário Produções e estão sendo realizadas na galeria da Fundação Cultural de Vilhena. Por Revista Imagem - Fonte Assesoria
- Mourão faz balanço de ações na Amazônia e põe inovação nas prioridades
Vice-presidente diz que Amazônia sofria ausência do Estado, tinha projetos inconsistentes e crenças ambientais equivocadas. Por Revista Imagem - 28/12/2020 08:53 O vice-presidente Hamilton Mourão fez neste domingo (27) um balanço da atuação do governo na Amazônia Legal desde o início de sua gestão e elencou o que o aguarda ano que vem. Segundo Mourão, em 2021 as prioridades para a região serão o monitoramento e combate a crimes ambientais e fundiários; fortalecimento das agências ambientais; incremento de fontes de financiamento; regularização fundiária e ordenamento territorial; e estímulo à inovação e à bioeconomia. “A Amazônia sofria com ausência do Estado, projetos inconsistentes e crenças ambientais equivocadas que, por anos, foram deliberadamente plantadas e cultivadas na mente dos brasileiros como verdadeiras. Por ser uma região distante e de difícil acesso que poucas pessoas de fato conheciam, muitas acabaram aceitando essas verdades criadas por especialistas de suas vontades, plantadas como “boas sementes” e cuidadosamente regadas até criarem raízes”, argumentou o vice-presidente. Mourão destacou a recriação do Conselho Nacional da Amazônia Legal (CNAL) em fevereiro deste ano e a sua atuação na presidência do conselho. “Com exceção do Tocantins, visitei todos os estados da Amazônia Legal para conhecer as suas realidades, ouvir as preocupações e demandas dos governadores e sociedade e alinhar ações. Apresentei a embaixadores estrangeiros os verdadeiros índices brasileiros de preservação ambiental (84% da vegetação nativa na Amazônia e 66% em todo o território nacional) e os levei para verificar in loco a complexidade, desafios, oportunidades e projetos da região”, destacou. O vice-presidente ressaltou ainda a atuação diante do Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima, com a criação da Comissão Brasileira da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica como comissão permanente do CNAL. Outra linha de atuação destacada por Mourão foi a Operação Verde Brasil 2, realizada em parceria com as Forças Armadas em apoio aos órgãos de segurança e fiscalização estaduais e federais. “Avançamos no combate a crimes ambientais e outros ilícitos, obtendo resultados expressivos, como na apreensão de madeira ilegal (187,147 m3), embarcações (1.518), minerais (154.050.045 kg), drogas (392 kg), tratores (261); e nos índices de desmatamento, que estão em queda desde junho, na faixa de 20% a 30%, com exceção de outubro que teve um pico, mas voltando a cair 44% em novembro em relação ao mesmo período de 2019”, afirmou. Por Revista Imagem - Fonte AB
- TST lança publicação explicativa sobre modalidades de teletrabalho
Na cartilha, o tribunal detalha os conceitos de teletrabalho, trabalho remoto, home office e trabalho externo. Por Revista Imagem - 28/12/2020 08:45 Em 2020, a pandemia de covid-19 obrigou milhões de pessoas a trabalharem em casa para cumprir as medidas de isolamento social e evitar a contaminação pelo novo coronavírus. Diante de dúvidas que surgiram sobre a forma de trabalho, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) criou um material educativo, disponível na internet, para dar as informações sobre o tema. Na cartilha Teletrabalho – o trabalho de onde você estiver, o tribunal detalha os conceitos de teletrabalho, trabalho remoto, home office e trabalho externo. O documento detalha, por exemplo, a diferença entre teletrabalho e trabalho externo. O teletrabalho é a modalidade na qual as tarefas são realizadas fora das dependências do empregador, podendo ser na residência ou não, e com a utilização de recursos tecnológicos. O trabalho externo é desempenhado nas ruas por motoristas, vendedores, representantes. A publicação também cita as vantagens e desvantagens do teletrabalho, como aumento da produtividade, escolha do local para realização de tarefas e aumento de despesas com energia elétrica e água. A publicação cita pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que revelou que cerca de 8,5 milhões de pessoas trabalharam remotamente nos primeiros meses da pandemia. A modalidade foi destinada principalmente a pessoas que exercem funções de diretores, gerentes e profissionais das ciências e intelectuais. Os trabalhadores das áreas de serviços e comércio foram os que menos conseguiram realizar o teletrabalho em suas funções. Por Revista Imagem - Texto André Richter
- AGU cobra mais de R$ 2,6 bilhões de desmatadores da Amazônia
Força-Tarefa da AGU obteve bloqueio de R$ 776 milhões de infratores ambientais, R$ 68,8 milhões em Rondônia. Por Revista Imagem - 28/12/2020 08:35 A Advocacia-Geral da União tem atuado, de forma contundente, para garantir a proteção da Floresta Amazônica. Nos últimos meses, a Força-Tarefa em Defesa da Amazônia da AGU tem acumulado resultados expressivos no combate ao desmatamento. Desde que foi criada, em setembro de 2019, a Força-Tarefa da AGU ajuizou 114 ações civis públicas na cobrança de mais de R$ 2,6 bilhões de infratores ambientais. Os processos são movidos contra, aproximadamente, 230 acusados pela devastação de 135 mil hectares da Amazônia Legal, nos estados de Mato Grosso, Pará, Amazonas, Roraima, Rondônia, Maranhão e Acre. Com base nessas ações, a justiça já determinou o bloqueio de bens e valores de mais de R$ 776 milhões de grandes desmatadores. A atuação da Força-Tarefa tem o objetivo de garantir recursos para a recuperação dos danos ambientais causados, além do pagamento de indenização por danos morais coletivos, caso os infratores venham a ser condenados. “Os valores bloqueados são garantia para a futura execução da sentença, para evitar que os réus se desfaçam do patrimônio e aleguem que não podem executar o projeto de recuperação. Então, a justiça bloqueia esses bens que ficam como garantia”, explica a Procuradora Federal Gabriela Ayres Furtado, integrante da Força-Tarefa em Defesa da Amazônia. Os processos foram ajuizados nas Seções Judiciárias da Justiça Federal dos Estados de Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Acre e Maranhão. O estado de Mato Grosso tem o maior valor cobrado. São 35 ações, na cobrança de R$ 1.1 bilhão, pelo desmatamento de 52,1 mil hectares. Desse valor, R$ 226,8 milhões já foram bloqueados pela justiça. Em segundo lugar está o Pará, com 33 ações, na cobrança de R$ 876,5 milhões, pela degradação de 44,1 mil hectares. Parte desse valor, R$ 80,7 milhões, também já foi bloqueado. Em terceiro, segue o Amazonas, com 21 ações, na cobrança de R$ 478,6 milhões, pela devastação de 24,6 mil hectares. No estado amazonense, a equipe da Força-Tarefa obteve o maior volume de recursos bloqueados, com R$ 458,3 milhões. Completam a lista, os estados de Roraima (R$ 121,1 mi), Rondônia (R$ 68,8 mi), Maranhão (R$ 3,1 mi), Acre (R$ 1,7 milhão). Bloqueios milionários A Força-Tarefa da AGU obteve vitórias importantes na justiça.Em uma delas, assegurou a indisponibilidade de bens de R$ 169,7 milhões de três réus acusados de desmatar 8,4 mil hectares da Floresta Amazônica, do município de Novo Aripuanã, no Amazonas. Desse total, R$ 113,1 milhões visam garantir a execução do Projeto de Recuperação Ambiental (PRAD) e R$ 56,6 milhões, para o pagamento posterior dos danos morais coletivos decorrentes do desmatamento ilegal. Além disso, a justiça determinou também a suspensão de incentivos e benefícios fiscais e o acesso às linhas de crédito concedidas com recursos públicos em nome dos réus. Em outra ação, a equipe da Força-Tarefa garantiu o bloqueio de R$ 130,7 milhões de quatro infratores ambientais, no município de Gaúcha do Norte, no Mato Grosso, pelo desmatamento de mais de nove mil hectares da Amazônia. Para a Procuradora Federal Gabriela Ayres Furtado, ao propor as ações civis públicas no âmbito da força-tarefa, em casos definidos como prioritários pelas Autarquias Ambientais, como o IBAMA e o ICMBio, a AGU fortalece a execução da política ambiental no país. “A propositura das ACPs garante a recuperação do dano ambiental de forma mais abrangente e célere, uma vez que trata não apenas dos danos diretos ao meio ambiente, mas também dos danos morais, indiretos e residuais, além de cobrar dos infratores os lucros que tiverem obtido com a exploração irregular da área”, reforça. Em defesa da Amazônia A Força Tarefa em Defesa da Amazônia da AGU, formada por Procuradores Federais e Advogados da União, propõe ações na Justiça contra grandes desmatadores da Floresta Amazônica. As ações civis públicas têm como base autos de infração e multas emitidas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A AGU solicita o bloqueio de bens móveis e imóveis dos infratores na quantia necessária para garantir a recuperação da área degradada. Todas as ações são referentes a danos ambientais ocorridos em municípios inseridos na Amazônia Legal, vários deles incluídos nas Listas de Municípios Prioritários ou com Desmatamento Monitorado da Amazônia. Por Revista Imagem - Fonte Gov.BR
- Vilhena tem 4 mortes e 54 novos casos de covid-19 no fim de semana
Mesmo com o aumento de casos, pessoas, muitas sem máscaras, continuam se aglomerando em diversos locais de entretenimento da cidade. Por Revista Imagem - 28/12/2020 07:35 Bares e lanchonetes lotadas. Baladas acontecendo em boates e danceterias. Supermercados e lojas com gente se esbarrando nos corredores. Esse é o cenário de Vilhena em meio ao aumento de casos e de mortes por covid-19 no município. Já acostumados com os números, e anestesiados pela sensação de imunidade ao coronavírus, a maioria dos vilhenenses, assim como a maioria dos brasileiros, tem baixado a guarda e vivido como se não existisse pandemia, o que não é verdade. A pandemia ainda não acabou, e os números e os próprios decretos estadual e municipal atestam isso. Em Vilhena neste fim de semana foram registradas 4 novos óbitos. Foram 3 vilheneneses (duas mulheres de 81 e 70 anos, e um home de 35 anos) e uma paciente de Cerejeiras de 75 anos. Já no sábado foram registrados 54 novos casos de infecção pelo coronavírus. No domingo não foram feitas notificações d novos casos. Com isso, o município soma 85 óbitos - sendo 75 de moradores da cidade e 10 de moradores de outros municípios - e 4.663 casos de infeção pelo coronavírus. Ontem haviam 17 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19, sendo 7 deles na UTI. Enquanto isso, centenas se aglomeravam sem máscaras e sem distanciamento em bares, lanchonetes e boates. Nem parece, que estamos vivendo em Estado de Calamidade Pública, conforme Decreto da Prefeitura de Vilhena, que segundo o documento visa "resguardar a saúde pública e o interesse da coletividade na prevenção do contágio e no controle da propagação do Coronavírus-COVID-19." A verdade é que, por falta de fiscalização, muito pouco ou quase nada tem sido cumprido nos decretos do município e do estado em relação à prevenção da covid-19. Município e Governo afrouxaram as regras apostando na consciência das pessoas, o que se provou que não está dando certo. Por Revista Imagem - Texto José Antonio Sant'Ana
- 72% dos brasileiros tiveram um ano ruim em 2020, aponta pesquisa
O índice teve um aumento de 10 pontos percentuais em relação ao levantamento do ano anterior, quando 62% terminaram o ano insatisfeitos. Por Revista Imagem - 28/12/2020 07:26 A grande maioria dos brasileiros chega ao fim de 2020 querendo esquecer definitivamente o ano que passou e com a esperança de que 2021 será bem melhor. É o que aponta uma pesquisa do instituto Ipsos, na qual 72% dos participantes disseram que 2020 foi ruim para si e suas famílias. O índice teve um aumento de 10 pontos percentuais em relação ao levantamento do ano anterior, quando 62% terminaram o ano insatisfeitos. Foi um patamar quase igual à da média global — de 70% — da pesquisa, feita com 23 mil pessoas, com idades entre 16 e 74 anos, em 31 países, entre 23 de outubro e 6 de novembro. Mas o aumento no mundo, na comparação de 2020 com 2019 foi ainda maior, de 20 pontos percentuais. As piores avaliações de 2020 foram feitas na Turquia (89%), Índia (81%) e Itália (80%). Já Suécia (54%), Holanda (55%) e Israel (56%) fizeram as avaliações mais positivas. Otimismo e confiança Em relação a 2021, 81% dos brasileiros disseram esperar um ano melhor para si e suas famílias. O otimismo no Brasil ficou acima da média global: 77% do total dos participantes responderam que 2021 vai ser melhor. Os países mais otimistas foram China (94%), Peru (92%) e México (91%), enquanto o Japão (44%) foi o mais pessimista. Os outros dois menores índices foram os da França (53%) e da Alemanha (63%). Entre os brasileiros, 60% disseram ainda que o desempenho da economia global será melhor no próximo ano, acima da média mundial, de 54%. A confiança é maior na China (86%), na Arábia Saudita (76%), na Índia (76%) e no Peru (72%). França (31%), Bélgica (37%) e Espanha (40%) tiveram os menores índices de confiança em uma desempenho econômico global melhor em 2021. Por Revista Imagem - Fonte BBC
- Prefeitura de Nova Brasilândia abre concurso público com quase 80 vagas
Inscrições começam no dia 4 de janeiro de 2021. Salários chegam a R$ 8,5 mil. Por Revista Imagem - 24/12/2020 10:59 A prefeitura de Nova Brasilândia D'Oeste (RO) lançou nesta semana o edital de um concurso público com 77 vagas para preenchimento de cargos efetivos. O concurso também vai selecionar agentes de controle interno e contadores para a Câmara Municipal e o Nova Previ. Os salários vão de R$ 833 para vigia a R$ 8,5 mil para médico clínico geral. Há vagas para: agente administrativo, agente de endemias, agente de saúde, agente de controle interno, agentes fiscais, analista de sistema, auxiliar de serviços diversos, contador, eletricista automotor, enfermeiro, engenheiro civil, fisioterapeuta, intérprete de libras, mecânico, médico clínico geral, médico veterinário, nutricionista, odontólogo, operador de máquinas, orientador educacional, professor de ciências biológicas, professor de história, professor de língua portuguesa, professor de matemática, professor de educação física, professor de inglês, pedagogo, psicólogo, psicopedagogo, técnico educação cuidador, técnico de segurança no trabalho, técnico em enfermagem, técnico em radiologia e vigia. As inscrições começam no dia 4 de janeiro de 2021 e vão até o dia 29 do mesmo mês e podem ser feitas pela internet. A taxa de inscrição é de R$ 80 para nível fundamental, R$ 100 para nível médio e técnico e R$ 120 para nível superior. A isenção de pagamento da taxa poderá ser solicitada nos dias 4 e 5 de janeiro. As provas objetivas estão marcadas para o dia 14 de fevereiro de 2021. Para alguns cargos há também prova prática e avaliação de títulos. A previsão é que o resultado final seja divulgado em 7 de abril de 2021. Por Revista Imagem - Fonte G1
- Pazuello diz que cronograma de vacinação é “mutável”
Constantes mudanças de cenário dificultam cronograma de vacinação. Por Revista Imagem - 24/12/2020 10:52 O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta quarta-feira (23) que as constantes mudanças de cenário dificultam a definição de um cronograma de vacinação contra o novo coronavírus. Segundo ele, o governo está negociando “todos os dias” com as diversas empresas que desenvolveram imunizantes contra a doença. “O cronograma de distribuição e imunização é mutável”, ressaltou após visitar o Centro de Distribuição de Insumos Críticos da Saúde em Guarulhos, na Grande São Paulo. “Empresas que apresentam novas propostas. Fabricação que é interrompida ou acelerada. Registro na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]. Toda e qualquer vacina que seja distribuída pelo Sistema Único de Saúde [SUS] estará registrada com a garantia de segurança e eficácia”, enumerou sobre os fatores que dificultam estabelecer um calendário para a vacinação em massa no país. O ministro voltou a dizer que na melhor das hipóteses a vacinação pode começar a partir de 20 de janeiro e em uma perspectiva mais pessimista, somente no final de fevereiro. De acordo com Pazuello, o governo federal defende que a imunização seja “voluntária”. O ministro destacou ainda que o SUS está preparado para fazer a vacinação tão logo o medicamento esteja disponível. “Nós temos a estrutura e a capacidade para distribuir: receber, armazenar, manusear, transportar e entregar em cada ponto do Brasil a vacina contra o coronavírus”, destacou. Por Revista Imagem - Texto Daniel Mello
- Especialistas recomendam cuidado com festas de fim de ano
Saiba o que fazer para reduzir os riscos de contágio do coronavírus ao máximo. Por Revista Imagem - 24/12/2020 10:48 Natal e ano-novo são sinônimos de festa, reunião familiar com mesa farta, abraços e conversas longas madrugada adentro. Mas, com a pandemia do novo coronavírus que atingiu o mundo inteiro, e ainda faz vítimas todos os dias, esse momento tradicional pode custar caro. Especialistas não recomendam reuniões neste período, ao mesmo tempo em que sabem que muita gente não deixará essa tradição de lado. Por isso, saiba o que fazer para reduzir ao máximo os riscos de ir a uma celebração de fim de ano e sair de lá contaminado pela covid-19. Máscara, álcool e distanciamento Infectologistas ouvidos pela Agência Brasil foram taxativos: apenas um meio de proteção não é eficaz. Então, não adianta usar máscara e não higienizar as mãos com frequência. Tampouco resolve tomar essas providências mas sair abraçando, apertando mãos e se aglomerando em rodas de conversa. “A pessoa deve tentar restringir o risco de infecção, saindo o menos possível. Manter a máscara e retirar apenas na hora de se alimentar. Todas as estratégias são falhas, mas a soma delas ajuda, diminui o risco”, afirma Joana D'arc Gonçalves, médica infectologista e professora de medicina do UniCeub, em Brasília. Ela também ressalta a importância de manter distância das outras pessoas e não compartilhar objetos como copos e talheres. Joana D'arc vai além e recomenda que dias antes da festa de natal ou réveillon, caso seja possível, a pessoa faça o teste RT-PCR, que identifica a presença do vírus no organismo e confirma a covid-19. De acordo com os especialistas, a maioria das pessoas tem transmitido o vírus sem sequer apresentar sintomas. Por isso, estar assintomático no dia da festa não garante que a pessoa esteja sem o vírus no organismo. Sem abraços na virada do ano O próximo ano já chegará exigindo um esforço de todos. Quando o relógio marcar 0h do dia 1º de janeiro de 2021, evite dar o tradicional abraço de feliz ano-novo. “O contato próximo, de abraçar, beijar e apertar as mãos, deve ser evitado”, diz Marcus Antônio Cyrillo, diretor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). “Porque a gente sabe que esse vírus se propaga por gotículas respiratórias, secreções. E abraçando outras pessoas, colocando a mão no rosto delas, ou mesmo no seu rosto, você tem a possibilidade de transmitir o vírus”, completa Cyrillo. “Este momento é sofrido, mas a gente não recomenda”, acrescenta Joana D'arc. Ambientes abertos e arejados A Organização Mundial da Saúde (OMS) não se posicionou em relação às festas de Natal e ano-novo, apenas deu diretrizes para que os órgãos sanitários, como o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), do Brasil, orientem os governos locais sobre como a população deve se prevenir. Em meio às recomendações e protocolos, não há meias-palavras: reuniões devem ser evitadas. “A OMS não recomenda aglomeração. E quando você fala em celebração, você fala em aglomeração. Aqui no Brasil a gente está relaxando demais e podemos ter consequências ruins”, afirma a infectologista. Caso a reunião da família no fim do ano seja inevitável, os anfitriões devem promover ambiente o mais seguro possível para os convidados. A festa deve acontecer, se possível, ao ar livre. No quintal ou na varanda de casa, por exemplo. Nesses ambientes bem arejados, o vento tende a levar o vírus para longe. Outra possibilidade é um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas. “Em lugares fechados existem condições de umidade, temperatura, de matéria orgânica onde o vírus pode se depositar. Ao ar livre essas condições são menos propícias para o vírus se multiplicar ou ser transmitido para alguém. Mas se você estiver em um ambiente fechado, mas arejado, com portas e janelas abertas, a chance diminui”, explica Cyrillo. Para Joana D'arc e Cyrillo, o número de convidados não é tão importante quanto as medidas de segurança. Ou seja, é mais seguro estar em uma festa com muita gente, mas todas se prevenindo em um espaço adequado, do que em uma festa com dez pessoas, sem máscara, sem ventilação e sem cuidados prévios. Embora pareça uma obviedade, não custa reforçar: em caso de sintomas do novo coronavírus, como tosse, dor de cabeça, nariz escorrendo, dor de garganta, febre, diarreia, é melhor evitar as festas. O cuidado também vale para pessoas do grupo de risco, como idosos, diabéticos, obesos ou portadores de doença imunossupressora. Por Revista Imagem - Texto Marcelo Brandão
- CoronaVac apresenta eficácia suficiente para registro, afirma Butantan
No entanto, divulgação dos dados de eficácia foi adiada a pedido da Sinovac que solicitou mais prazo para comparar com dados de outros países. Por Revista Imagem - 24/12/2020 10:43 O Instituto Butantan e o governo de São Paulo informaram hoje (23) que a vacina CoronaVac apresentou eficácia superior a 50%, percentual mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para registro de um imunizante, e terá o registro pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, a divulgação dos dados de eficácia foi adiada. A justificativa foi que o laboratório Sinovac – parceiro do Butantan no desenvolvimento da vacina – pediu mais 15 dias de avaliação para que os dados sejam comparados a resultados de pesquisas em outros países, evitando que a vacina tenha diferentes índices de eficácia anunciados. “Atingiu-se os índices exigidos tanto pela Anvisa quanto pela OMS nos estudos de Fase 3”, disse o secretário de estado da Saúde, Jean Gorinchteyn. Segundo informações do governo, ontem foram recebidas as primeiras análises do estudo clínico de Fase 3, com 13 mil voluntários em 16 centros científicos no Brasil. “Nós atingimos o limiar da eficácia, que permite o processo de solicitação de uso emergencial, seja aqui no Brasil, seja na China. Temos um contrato com a Sinovac que especifica que o anúncio desse número precisa ser feito em conjunto no mesmo momento. Ontem mesmo apresentamos esses números à nossa parceira, que, no entanto, solicitou que não houvesse a divulgação do número pelo motivo de que eles necessitam de analisar cada um dos casos para poder aplicar à NMPA [agência de saúde da China]”, disse o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas. A Sinovac solicitou o envio da base de dados, que foi transferida na manhã de hoje, segundo Covas, para que possam realizar a análise. Após o prazo de até 15 dias, os resultados finais serão encaminhados à Anvisa e à National Medical Products Administration, agência de saúde da China. Segundo o diretor do Butantan, essa solicitação do laboratório chinês está prevista no contrato. Covas afirmou, no entanto, que isso não terá nenhuma influência no programa de desenvolvimento da vacina. O governo paulista diz que, até o final do mês, 10,8 milhões de doses da vacina chegarão ao país. Amanhã (24), um carregamento com insumos para 5,5 milhões de doses desembarca no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas. De acordo com o diretor do Instituto Butantan, a CoronaVac é a vacina mais segura de todas as que estão em teste no momento. “Quer dizer, um excelente perfil de segurança, com manifestações adversas leves, com uma frequência muito baixa, sendo que a reação mais presente foi dor no local da injeção. Mesmo essa manifestação não foi substancialmente diferente entre o grupo vacinal e o grupo placebo.” Por Revista Imagem - Texto Camila Boehm
- Congresso entra em recesso com pauta cheia de pendências para 2021
Parlamentares voltam às casas dia 1º de fevereiro com uma eleição quente para as presidências das duas Casas. Por Revista Imagem - 24/12/2020 10:40 Depois de um ano atípico por causa da pandemia do novo coronavírus, o Congresso Nacional entra em recesso oficialmente nesta quarta-feira (23) com pendências importantes para 2021. Apesar dos apelos de parlamentares como o senador Renan Calheiros (MDB-AL) e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para que o recesso parlamentar fosse suspenso em janeiro para apreciação de propostas consideradas essenciais para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, as próximas votações no Congresso ficaram para fevereiro, quando os trabalhos na Câmara e no Senado serão retomados a partir do dia 1º com uma eleição quente para as presidências das duas Casas. Pautas Entre as matérias que não tiveram consenso para votação estão, por exemplo, pautas econômicas tidas pelo Planalto como prioritárias e urgentes. Na lista estão matérias do chamado Plano Mais Brasil, como a PEC Emergencial, que prevê medidas de controle de despesas e de reequilíbrio fiscal, além da criação de um novo programa para substituir o auxílio emergencial. As discussões em torno de propostas para as reformas tributária e administrativa também não avançaram. No caso da tributária, apenas uma das quatro partes do texto foi enviada ao Congresso. Já a administrativa, enviada em setembro, ficou parada. Também estão na lista de pendências para 2021 as privatizações de estatais importantes. Até agora, só a proposta de venda da Eletrobras foi enviada ao Congresso, onde aguarda discussão na Câmara. Flordelis e Rodrigues Tanto na Câmara quanto no Senado, os parlamentares também deixaram para 2021 a análise de denúncias contra colegas por seus respectivos conselhos de Ética. Responsáveis por analisar punições e orientar a cassação de mandatos, nas duas Casas, os colegiados estão parados. Na Câmara, uma das representações paradas é a da deputada Flordelis (PSD-RJ), acusada pelo Ministério Público de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo de Souza. Há dois meses, a Mesa Diretora já determinou que o caso seja analisado pelo Conselho de Ética, mas o colegiado não foi reinstalado. O crime aconteceu em junho de 2019, a deputada nega as acusações. No Senado, também está sem definição o caso do senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado no dia 14 de outubro com dinheiro na cueca. O parlamentar foi acusado de desviar recursos que seriam destinados para o combate da covid-19 em Roraima. Assim que a Polícia Federal flagrou o senador em uma operação, ele pediu licença do cargo por 121 dias. O presidente do Conselho de Ética, senador Jaime Campos (DEM-MT), alega que aguarda o parecer da advocacia do Senado, mas que a Mesa Diretora da Casa não se reuniu devido à pandemia do novo coronavírus. Sem o encaminhamento do caso, o senador terá o direito de reassumir o cargo em fevereiro e pedir nova licença. Comissão representativa Todos os anos, durante o recesso parlamentar, uma comissão representativa do Congresso Nacional, com deputados e senadores, é eleita para atuar em situações emergenciais durante o recesso e pode ser convocada, se for necessário. A comissão terá mandato de 23 de dezembro até 1º de fevereiro de 2021. São dez senadores – sete titulares e três suplentes - 17 deputados titulares e o mesmo número de suplentes. No passado, o grupo já foi convocado, por exemplo, para discutir o acidente com o avião da TAM no aeroporto de Congonhas em 2007, votar o envio de tropas para a força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, em 2010, e tomar ações emergenciais para ajudar a região serrana do Rio de Janeiro, devastada por enchentes e deslizamentos em 2011. Portanto, caso a vacina contra o coronavírus seja liberada, o colegiado pode ser chamado para debater o início da campanha de imunização. Por Revista Imagem - Texto Karine Melo
- Pessoas que tiveram casos leves de covid-19 podem ser reinfectadas
Pesquisa mostra que casos brandos podem não produzir memória imune. Por Revista Imagem - 24/12/2020 10:35 Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) observaram que a primeira exposição ao coronavírus pode não produzir memória imune em casos brandos, o que significa que uma pessoa que teve covid-19 pode ser reinfectada pelo vírus. Para comprovar a tese, pesquisadores fizeram o sequenciamento dos genótipos do novo coronavírus de quatro indivíduos assintomáticos. A pesquisa foi coordenada pelo virologista Thiago Moreno, pesquisador do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde da Fiocruz (CDTS/Fiocruz). Quatro pessoas assintomáticas foram acompanhadas semanalmente pelos pesquisadores a partir do início da pandemia, em março, com testes sorológicos e RT-PCR (exame considerado o padrão ouro no diagnóstico da covid-19) nos indivíduos acompanhados. Todos testaram positivo para covid-19. No sequenciamento dos genomas, os pesquisadores confirmaram que uma pessoa contraiu o vírus associado a um genoma importado para o país e outra apresentou uma estrutura viral associada ao genoma que já circulava pelo Rio de Janeiro. Ambiente familiar No final de maio, uma das pessoas acompanhadas procurou o grupo de pesquisa dizendo estar com sinais e sintomas mais fortes de covid-19, como febre e perda de paladar e olfato, informou Thiago Moreno. “Quando fizemos o RT-PCR mais uma vez, os quatro indivíduos testaram positivo. O que observamos foi uma reinfecção dentro do ambiente familiar. Contudo, a pessoa que apresentou em março o genótipo associado a casos importados no Brasil, agora estava infectada por uma outra cepa.” Também foi observado, no sequenciamento, que “o outro indivíduo, que tinha sido infectado com o genótipo que circulava no Rio, continuava com o mesmo genótipo, mas tinha um acúmulo de mutações que permitiu a interpretação de que era uma reinfecção e não uma persistência de infecção”, esclareceu o pesquisador. Moreno avaliou que o trabalho reforçou a noção de que a reinfecção pelo novo coronavírus é possível, e que é algo comum entre vírus respiratórios, o que quer dizer que a primeira exposição ao vírus não é formadora de memória imune. “Casos assintomáticos ou muito brandos, se forem reexpostos ao vírus, poderão ter novamente uma infecção. Desta vez, pode ser que o quadro se agrave e que essa infecção seja mais severa do que a primeira, como demonstrado na pesquisa. Por esse motivo fez o alerta à população sobre a imunidade para o coronavírus. Em alguns casos, as respostas imunes podem ser fortes num primeiro momento, mas não significa que elas sejam duradouras”, disse o virologista da Fiocruz. O resultado da pesquisa Viral Genetic Evidence and Host Immune Response of a Small Cluster of Individuals with Two Episodes of Sars-Cov-2 Infection foi publicado no periódico 'Social Science Research Network' (SSRN). Por Revista Imagem - Texto Alana Gandra
- Rematrícula será automática para estudantes da rede estadual no Cone Sul
Para estudantes oriundos da rede municipal, particular, transferidos de outros estados, as matrículas serão em janeiro. Por Revista Imagem - 24/12/2020 10:25 A Secretaria de Estado da Educação (Seduc), por meio da Coordenadoria Regional de Educação de Cerejeiras (CRE), informa o calendário de matrículas para os estudantes da rede estadual de ensino de quatro municípios e distritos do Cone Sul. Para o ano de 2021, as matrículas serão automáticas para aqueles alunos que já estão estudando regularmente. Segundo explica a coordenadora Regional de Cerejeiras, professora Marlene Ribeiro, os pais e responsáveis não vão precisar ir às escolas, uma vez que as secretarias das unidades farão o processo de rematrícula automaticamente. A CRE de Cerejeiras, por outro lado, faz um chamamento para os pais de alunos que moram na zona rural dos municípios de Cerejeiras, Cabixi, Corumbiara e Pimenteiras do Oeste, bem como dos distritos dessas regiões para se atentarem aos prazos do calendário de matrículas e rematrículas. Em relação aos estudantes oriundos da rede municipal, particular, transferidos de outros estados e os que não estudaram em 2020, as matrículas estarão sendo realizadas de 25 a 29 de janeiro, conforme mostra o calendário elaborado pela Seduc. “De 20 a 24 será o cadastro no sistema dos pais ou responsáveis, e de 25 a 29 de janeiro, será a reserva e matrícula online, que será feita por meio do seguinte endereço eletrônico: reservadevagaonline.seduc.ro.gov.br”, explica a coordenadora. Por Revista Imagem - Texto Eraldo Erick
- Vilhena tem mais 23 resultados positivos para o coronavírus
No estado foram registrados 739 novos casos nesta quarta-feira. Por Revista Imagem - 24/12/2020 08:15 Vilhena registrou 23 resultados positivos para covid-19 e 41 novos suspeitos. Dessa forma, Vilhena registrou até as 19h desta quarta-feira: 4.568 casos confirmados de vilhenenses, nove positivados moradores de outras cidades, 72 óbitos de vilhenenses e nove óbitos de moradores de fora. Há atualmente no município 285 casos ativos de moradores de Vilhena, 100 casos suspeitos, bem como 4.211 já recuperados e 15 transferidos. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,58%. No Estado a taxa ficou em 1,90%, no Brasil em 2,51%, na América do Sul em 2,79% e no mundo em 2,19%. Há 14 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19: quatro na UTI, sendo dois com necessidade de respirador, ambos com 75 anos, um do sexo masculino e um do sexo feminino. Na UTI ainda há dois pacientes sem necessidade de respirador, ambos do sexo feminino com 62 e 70 anos. Na Enfermaria há 10 pacientes: seis do sexo masculino com 34, 40, 52, 52, 67 e 75 anos e quatro do sexo feminino com 43, 59, 66 e 81 anos. A taxa de ocupação de leitos da Central de Atendimento à Covid-19 é de 30,4% (sendo 20% na UTI e 38,4% na Enfermaria). O Estado registrou até hoje 91,5 mil casos confirmados e 1.728 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 7,366 milhões, com 189,2 mil mortes. No mundo são 79 milhões de casos confirmados e 1,737 milhão de mortes. Por Revista Imagem - Fonte Semcom
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