top of page

Resultados da busca

Buscar neste site

4857 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Vilhena tem mais 3 mortes por covid-19 e chega a 20 óbitos em 18 dias

    A quantidade de óbitos em 18 dias corresponde a 18,5% do total de mortes registradas em 288 dias de pandemia em Vilhena. Por Revista Imagem - 18/01/2021 20:30 Dois homens (49 e 88 anos) e 1 mulher (63 anos) morreram vítimas da covid-19 nesta segunda-feira (18) em Vilhena, aumentando para 20 o número de mortes provocadas pela doença somente nos primeiros 18 dias do ano. A quantidade de óbitos em 18 dias corresponde a 18,5% do total de mortes registradas em 288 dias de pandemia em Vilhena. Ao todo, 108 pacientes morreram por conta da doença no município (foram 92 óbitos de vilhenenses e 16 de moradores de outras cidades). Nesta segunda -feira foram registrados mais 86 casos de coronavírus elevando o número total de diagnósticos para 6.146. Segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura de Vilhena, há atualmente no município 1.022 casos ativos, ou seja, são pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. São 5.124 pacientes recuperados da doença até agora. Já a taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,49%, contra 1,85% no Estado e 2,48% no País. Há 37 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 35 de Vilhena e um de Cabixi. Destes, 20 estão na UTI, sendo 9 intubados. A taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 82,2% (sendo 100% na UTI e 68% nas Enfermarias). Brasil e Mundo Já em Rondônia, foram contabilizadas 26 mortes e 1.275 novos casos de covid-19 nesta quinta-feira. No total o estado tem 2.031 óbitos e 110.331 casos confirmados. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 8,511 milhões, com 210,2 mil mortes. No mundo são 95,9 milhões de casos confirmados e 2,048 milhões de mortes. Por Revista Imagem - Texto: José Antonio Sant'Ana

  • Brasil dá a largada para imunização contra o coronavírus

    Profissionais de saúde, idosos, pessoas com deficiência e indígenas aldeados serão os primeiros a receber vacina. Por Revista Imagem - 17/01/2021 18:20 Com o envio das 6 milhões de doses do imunizante do Instituto Butantan aos estados e o Distrito Federal, nesta segunda-feira (18/01), o Brasil dá a largada à sua campanha nacional de vacinação contra a Covid-19. Neste primeiro momento, profissionais de saúde, idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência vivendo em instituições e indígenas aldeados receberão as doses. Assim, nesta primeira etapa da vacinação, a população geral não deve procurar os postos de saúde. O cuidado foi lembrado pelo ministro Eduardo Pazuello, hoje, na presença dos governadores e visa evitar aglomerações e filas desnecessárias. “Os grupos prioritários são mais controlados. No caso da população indígena, vamos até as aldeias. Para as pessoas institucionalizadas, vamos até eles também. Por isso, nesta primeira fase, não há porque termos filas ou aglomeração em postos”, esclareceu o ministro da Saúde. Conforme os laboratórios disponibilizem mais doses das vacinas adquiridas pelo Ministério da Saúde, outras populações que integram os grupos prioritários serão chamadas, por campanha publicitária, a comparecerem às salas de vacinação. LOGÍSTICA Os primeiros aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) começaram a sair do Aeroporto de Guarulhos nesta manhã transportando cerca de 44 toneladas de vacinas, inicialmente para o Distrito Federal e para as capitais de 10 estados: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Piauí, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. Para o transporte terrestre, 100 veículos estão aptos para fazer o deslocamento das doses pelo país, com sistema de rastreamento e bloqueio via satélite. Até o final de janeiro, mais 50 caminhões serão incorporados a frota. Assim que as vacinas chegarem às capitais, os estados devem fazer a distribuição junto aos municípios que, por sua vez, executam a vacinação junto à população. Por Revista Imagem - Fonte: Ministério da Saúde

  • Pazuello: embarque de vacinas da Índia deve ter solução esta semana

    O Brasil tem uma aeronave da companhia aérea Azul disponível para buscar o lote com 2 milhões de doses. Por Revista Imagem - 17/01/2021 18:15 O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, declarou em entrevista coletiva hoje (18) no Palácio do Planalto que a conclusão da viagem para trazer um carregamento de vacinas importadas da Índia deve ter uma resolução ainda “nesta semana”. Até o momento não há uma definição entre os governos brasileiro e indiano sobre a data em que o embarque dos imunizantes pode ser feito. O Brasil tem uma aeronave da companhia aérea Azul disponível para buscar o lote com 2 milhões de doses, mas diante das dificuldades na conclusão da aquisição, a aeronave permanece no país enquanto o governo tenta resolver a situação. “Todos os dias temos tido reunião com a Índia. Nós estamos recebendo a sinalização de que isso deverá ser resolvido nos próximos dias desta semana, o embarque da carga pra cá. Não tenho resposta positiva até agora. Estamos contando com essas 2 milhões de doses para que a gente possa atender mais ainda a população”, informou Pazuello. A vacina é a desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório do Reino Unido Astrazeneca. O Brasil firmou um acordo de transferência tecnológica para a produção das doses pela Fundação Oswaldo Cruz. Uma parte das doses fabricadas na Índia está em tratativas para aquisição com o objetivo de acelerar a primeira etapa de vacinação no Brasil. Caso a importação seja viabilizada, as 2 milhões de doses serão somadas às 8 milhões da Coronavac importadas da China pelo Instituto Butantan, que atua em parceria com a farmacêutica chinesas Sinovac. Nesta tarde, o Palácio do Planalto tuitou que o presidente Jair Bolsonaro participou nesta segunda-feira de uma audiência com o embaixador da Índia no Brasil, Suresh Reddy. Por Revista Imagem - Texto: Jonas Valente

  • Litro da gasolina sobe R$ 0,15 nas refinarias da Petrobras

    O novo valor será de R$ 1,98 para as revendedoras e entrará em vigência a partir desta terça-feira. Por Revista Imagem - 17/01/2021 18:10 A Petrobras reajustou o preço médio do litro da gasolina vendida nas refinarias em R$ 0,15. O novo valor será de R$ 1,98 para as revendedoras e entrará em vigência a partir desta terça-feira (19). O preço final aos motoristas dependerá de cada posto de combustíveis, que tem suas próprias margens de lucro, além do pagamento de impostos e custos com mão de obra. “Os preços praticados pela Petrobras têm como referência os preços de paridade de importação e, desta maneira, acompanham as variações do valor do produto no mercado internacional e da taxa de câmbio, para cima e para baixo. No ano de 2020, o preço médio da gasolina comercializada pela Petrobras atingiu mínimo de R$ 0,91 por litro”, esclareceu a companhia. Segundo a Petrobras, dados do Global Petrol Prices, referentes ao último dia 11, indicavam que o preço médio ao consumidor de gasolina no Brasil era o 52º mais barato dentre 165 pesquisados, estando 21,6% abaixo da média de US$ 1,05 por litro. De acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), feito na semana entre os dias 10 e 16 de janeiro, o litro médio da gasolina comum no país custava R$ 4,572; o do diesel, R$ 3,685; o do etanol, R$ 3,202, e o botijão de 13 kg, R$ 76,50. Por Revista Imagem - Texto: Vladimir Platonow

  • Alta nos alertas de desmatamento em Rondônia chega a 55% em dezembro

    Aumento ocorre na comparação com o mesmo mês de 2019; Capital Porto Velho é a 2ª cidade mais crítica do bioma brasileiro. Por Revista Imagem - 17/01/2021 18:05 Dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) divulgados nesta segunda-feira (18) revelam que foram 45 km² de perda de floresta, enquanto que em 2019 houve 29 km² com sinais de desmate. No boletim mensal, a capital Porto Velho aparece como a segunda cidade mais crítica por causa da supressão florestal. A perda de floresta em dezembro foi 10% maior do que no mesmo mês de 2019 na Amazônia Legal, segundo o Imazon (são 276 km² ao todo). No levantamento anual do instituto, porém, a floresta teve pouco mais de 8 mil km² de área verde suprimida no ano passado, o que configura aumento de 30% em comparação com 2019 (foram 6,2 km² derrubados) e representa recorde dos últimos 10 anos. Reflexo em dezembro O Imazon mostra que Rondônia aparece em terceiro lugar no ranking (com 16% do total) das regiões com mais alertas de perda de floresta, ficando atrás somente de Pará (46%) e Mato Grosso (19%). O instituto também cita que a capital Porto Velho é a segunda cidade com maior número de alertas entre os municípios mais críticos: 15 km² de floresta foram destruídos em dezembro de 2020. Antes do município vem somente Pacajá (PA), com 16 km² de área verde perdida. No recorte das unidades de conservação, as reservas rondonienses Rio-Preto Jacundá e Jaci Paraná aparecem em segundo e terceiro lugar do ranking de dezembro com 8 e 1 km² perdidos, respectivamente. Rio Preto-Jacundá, inclusive, aparece no levantamento do ano como a unidade mais castigada pelo desmatamento em 2020: foram 321 km² de floresta derrubada. Como o Imazon mede o desmatamento O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon foi criado em 2008. Ele se baseia em imagens de satélites para captar a mudança do uso do solo. Com isso, afirma o Imazon, é possível detectar desmatamentos a partir de 1 hectare, mesmo sob condição de nuvens. O sistema de alertas do governo, chamado de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), usa imagens de satélite de 6 hectares. As imagens são captadas e analisadas pela ferramenta de monitoramento do instituto. O Imazon afirma que, atualmente, o SAD utiliza os satélites Landsat 7 (sensor ETM+), Landsat 8 (OLI), Sentinel 1A e 1B, e Sentinel 2A e 2b (MSI) com os quais é possível detectar desmatamentos a partir de 1 hectare mesmo sob condição de nuvens. Por Revista Imagem - Fonte: Rede Amazônica

  • Rondônia registra mais de 1,7 mil casos de covid-19 entre indígenas e 31 mortes

    No total, 16 povos já foram atingidos pela doença no estado. Segundo a Coiab 63 indígenas estão sob suspeita de infecção. Por Revista Imagem - 17/01/2021 17:45 O número de casos confirmados do novo coronavírus entre os indígenas de Rondônia chegou a 1.796. Isso corresponde ao levantamento computado até 14 de janeiro de 2021 pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab). Agora, são 31 mortes por causa da Covid-19 entre os povos na região. Outros 63 indígenas estão sob suspeita de infecção. O levantamento é feito baseado em informações de lideranças indígenas, notas de falecimento da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), organizações que fazem parte da rede da entidade e profissionais de saúde. Na Amazônia brasileira o estado com mais povos atingidos é o Amazonas com 8.137 casos confirmados e 229 mortes. Seguido do Pará com 6.246 diagnósticos positivos e 101 mortos. Por Revista Imagem - Fonte: G1

  • Vacinas contra covid-19 chegam na manhã desta terça-feira em Porto Velho

    Primeira remessa será de 49 mil doses. Vilhena deverá receber apenas 1 mil doses do imunizante. Por Revista Imagem - 17/01/2021 17:45 A primeira remessa com mais de 49 mil doses de vacina CoronaVac deve chegar ao solo rondoniense por volta das 6 horas da manhã desta terça-feira (19), informou o secretário da Saúde, Fernando Máximo, durante coletiva com a imprensa da Capital durante a tarde desta segunda-feira (18). Ele disse que iria pedir aos municípios que a vacinação começasse ao mesmo tempo, mas afirmou entender que, pela ansiedade e distância, acredita que isso não será possível. Na Capital, a vacinação está prevista para iniciar às 10 horas, segundo a Prefeitura, na sede do Samu. Antes de Máximo, o governador Marcos Rocha falou com os jornalistas e em um balanço geral disse que o problema atual do Estado não é com leitos, mas com a falta de médicos e por isso enviou projeto para a Assembleia criando um incentivo no valor de R$ 5 mil para os profissionais atuem em locais de difícil acesso. O governador afirmou que manteve contato com o presidente da República e conseguiu aumentar a quantidade de doses para o Estado. Destacou que o Governo Federal é que é responsável pela vacinação e que o Estado dá apoio. Conforme o Plano Estadual de Operacionalização da Vacinação Contra à Covid-19, a vacina deverá ser aplicada em duas doses com intervalo de 14 dias. Forte aparato O secretário Fernando Máximo explicou que esteve reunido com representantes da PF, PRF, Polícia Civil e PM, para falar sobre a segurança das vacinas no Estado. Disse que estarão envolvidos ainda a Abin e pediu apoio das Forças Armadas e justificou dizendo que o Estado está na região de fronteira. Máximo detalhou que serão os profissionais de saúde, que estarão na linha de frente e idosos com mais de 75 anos, os primeiros a serem vacinados. Sobre q a quantidade para cada município ele disse que não sabia precisar, uma vez que ainda participaria de reunião com representantes do Ministério da Saúde, que passarão detalhes. Ele explicou também que as pessoas que serão vacinadas receberão a segunda dose em duas semanas. Por Revista Imagem - Fonte: Rondoniagora

  • Isolamento Social Restritivo não é “confinamento”, explica especialista

    “Nunca existiu e é bem provável que não venha existir ‘lockdown’ em Rondônia, pois o Governo não vê como eficaz a adoção da medida”, enfatiza Caio Nemeth. Por Revista Imagem - 17/01/2021 17:55 Diante do atual cenário da pandemia, o Governo de Rondônia esclarece algumas dúvidas referentes ao atual momento vivido pelos rondonienses. Dessa forma, o estrategista de dados do Comitê Técnico-Científico, que integra o Comitê Interinstitucional de Prevenção, Verificação e Monitoramento dos Impactos da Covid-19, Caio Nemeth, ressalta a importância do isolamento social restritivo de 10 dias para frear a propagação do coronavírus e, consequentemente, desafogar os hospitais em todo Estado. O estrategista deixou claro que a providência priorizada pelo Governo não é um ‘lockdown’, até porque, a implementação nunca foi necessária. “Nunca existiu e é bem provável que não venha existir ‘lockdown’ em Rondônia, pois o Governo não vê como eficaz a adoção da medida, assim como o Comitê Técnico-Científico”, enfatiza Caio Nemeth. Para Nemeth, as duas medidas, são diametralmente diferentes. Enquanto o ‘lockdown’ isola todo mundo, o isolamento social restritivo distancia regiões específicas em horários pré-estabelecidos. O modelo adotado pelo Governo de Rondônia é uma estrategia, com tempo de duração predeterminado por estimativas numéricas, baseada em inteligência computacional, focada unicamente em desacelerar o crescimento da ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI´s), sendo esta, a última opção adotada pelo Estado. Alinhado com a visão do Governo, de sempre antecipar suas ações, o estrategista demonstra esperançoso que a medida surtirá efeitos positivos. “A gestão atual nunca pediu para maquiar informações, ao contrário, sempre fez questão que fossem apresentadas da maneira mais clara e fidedigna possível, prova disso, é que Rondônia figura em 1º lugar em transparência, posto esse que se mantém desde o início da pandemia”. Nemeth destaca que todas as medidas relacionadas à prevenção, como este caso, são pautadas em estudos técnicos e projeções de tendências de profissionais altamente capacitados, incluindo comparações com trabalhos acadêmicos publicados por doutores nas áreas da medicina, matemática e estatística da Universidade Federal de Rondônia (Unir). Segundo ele, o isolamento social restritivo não é suficiente para diminuir a incidência da Covid-19 no Estado. “É de fundamental importância a participação da população nesse processo para evitar o caos possível, uma vez que a ação de cada pessoa muda completamente a tendência. Imagine uma única pessoa contaminada que, por não sentir sintomas, decide tirar sua máscara no ambiente de trabalho, esse indivíduo está contaminando indiretamente dezenas de pessoas, pois cada colega de trabalho possui ao menos um contato direto. Nosso Estado tem uma das menores taxas de letalidade do país e estamos economicamente estáveis, portanto precisamos da cooperação de todos a fim de evitar o colapso nos hospitais”, conclui. CASOS ATIVOS NO ESTADO De acordo com Nemeth, Rondônia já presenciou dois picos de quantidade de casos ativos, mas nunca antes Porto Velho e o interior estiveram em crescimento ao mesmo tempo, inclusive o número atual já superou o máximo da onda anterior. No início do segundo semestre de 2020, em 29 de junho, o Estado registrou 11.827 pessoas circulantes em Rondônia com Covid-19. Em 30 de dezembro, esse número foi superado pela marca de 12.108 casos e agora, no dia 15 de janeiro de 2021, atingimos o recorde já registrado de pessoas ativas no Estado, 16.794 (42% superior ao primeiro pico) e os números não param de crescer. O estrategista de dados diz ainda que o crescimento do vírus ocorre em progressão geométrica com taxa variável e quando há aglomeração, a probabilidade fica muito mais elevada. Então, quanto mais as pessoas seguirem todas as ações de prevenção à risca, menos pessoas adoecem e poucas pessoas serão levadas aos hospitais para fins de internação, evitando assim, o colapso dos leitos de UTI no Estado. Por Revista Imagem - Texto: Emanuelle Pontes

  • Judiciário suspende o atendimento presencial e prazos em todo o estado

    Cumprimento do expediente será por meio do sistema de home office. Atendimento será feito remotamente por whatsapp ou e-mail. Por Revista Imagem - 17/01/2021 17:45 Em razão das medidas temporárias de isolamento social restritivo, visando a contenção do avanço da pandemia da Covid-19, decretadas pelo Governo do Estado, em 15 de janeiro, a Presidência do TJRO e a Corregedoria-Geral da Justiça editaram um novo Ato Conjunto (n. 3/2021), que suspende, no âmbito do Poder Judiciário, o atendimento ao público de forma presencial e o expediente interno nas dependências dos prédios de todas as comarcas de Rondônia, no período de 18 a 31 de janeiro de 2021. Os prazos dos processos físicos e eletrônicos e a realização de atos que necessitem da presença física das partes, advogados, membros da Defensoria Pública e do Ministério Público, servidores, testemunhas, auxiliares da justiça e magistrados, também foram suspensos, ressalvadas as situações de plantão. As medidas foram tomadas porque o Decreto do Governo de Rondônia reiterou a declaração de estado de calamidade pública em todo o território estadual, e intensificou as restrições de circulação em todos os municípios. Por isso, como já previsto no Ato Conjunto n. 20/2020, que instaurou Plano de Retorno Programado às Atividades Presenciais do Poder Judiciário do Estado de Rondônia, em caso de decretação de limitação à livre locomoção ou demais restrições sanitárias, os serviços judiciários atingidos pelo decreto funcionarão em regime restrito de atuação, e os prazos processuais em autos físicos e eletrônicos suspensos. Além disso, o setor de saúde do TJRO, diante da situação de emergência, em que os casos de Covid-19 chegam a números alarmantes, e a capacidade máxima de atendimento à população para pacientes infectados, tanto em leitos de UTI como leitos de internação atinge seus limites, deu parecer técnico favorável às medidas de isolamento, o que foi imediatamente acatado pelo Gabinete de Gerenciamento de Crise, do qual fazem parte o presidente do TJRO, Paulo Kiyochi Mori, e o corregedor-geral da Justiça, Valdeci Castellar Citton. O documento menciona, ainda, a limitação de insumos como o oxigênio, fornecido pela mesma empresa abastecedora de Manaus, que hoje vive situação sanitária dramática, reconhecida internacionalmente, inclusive com identificação de nova variante do vírus, ainda mais contagiosa. Sendo assim, o cumprimento do expediente, exceto os plantões, será, exclusivamente, por meio do sistema de home office. O atendimento aos advogados, aos membros do Ministério Público e da Defensoria Pública, às autoridades policiais, aos procuradores dos entes públicos e autarquias e às partes se dará exclusivamente por telefone ou por videoconferência. Os mandados já distribuídos terão seus prazos suspensos durante o período, salvo aqueles distribuídos com cláusula de urgência. As mesmas situações, previstas no art. 253, das Diretrizes Gerais Judiciais, valem para o plantão forense. O ato determina, ainda, que magistrados plantonistas poderão decidir remotamente (em home office), permanecendo de sobreaviso para comparecer pessoalmente ao fórum em situações excepcionais, quando houver indisponibilidade do sistema e a contingência idealizada não for possível de ser implantada, para decidir os processos físicos. Jornada Os servidores que estiverem em sistema de home office devem cumprir a mesma quantidade de horas da jornada de trabalho regular, estabelecida na Resolução 021/2012-TJRO, ou seja, 8 horas para os servidores que possuem DAS ou FG, e 7 horas para os demais servidores. O horário e o modo de cumprimento do expediente no sistema de home office permanecem conforme disposto no Ato n. 485/2020-PR. Veja os contatos do Fórum de Vilhena: 1ª Vara Cível E-mail: vha1civel@tjro.jus.br Telefone: 3316-3621 2ª Vara Cível E-mail: vha2civel@tjro.jus.br Sala virtual: https://meet.google.com/hdm-aqcx-ien WhatsApp: 3316-3622 3ª Vara Cível E-mail: vha3civel@tjro.jus.br Sala virtual: https://meet.google.com/ogm-vsjw-xtm Telefone: 3316-3623 4ª Vara Cível E-mail: vha4civel@tjro.jus.br Telefone: 3316-3624 1ª Vara Criminal E-mail: vha1criminal@tjro.jus.br Sala virtual: https://meet.google.com/xqk-bjpg-rma WhatsApp: 3316-3625 2ª Vara Criminal E-mail: vha2criminal@tjro.jus.br WhatsApp: 3316-3680 Juizado Especial E-mail: central_vha@tjro.jus.br Telefone: 3316-3610 Central de Atendimento e Distribuidor E-mail: central_vha@tjro.jus.br e vha1criminal@tjro.jus.br Sala virtual: https://meet.google.com/wif-ujnu-dym Telefone: 3316-3610 Por Revista Imagem - Fonte: TJRO

  • Rede municipal de Educação altera data de pré-matrícula escolar online

    Com a nova data, o processo será realizado entre os dias 27 a 29 de janeiro. Por Revista Imagem - 17/01/2021 17:35 A Secretaria Municipal de Educação (Semed) alterou os prazos para a realização da pré-matrícula online nas escolas da rede municipal para as turmas de Educação Infantil (Creche, Pré I e Pré II), Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA), para o ano letivo de 2021. O processo de reserva de vagas, que aconteceria de 25 a 27 de janeiro, agora será realizado entre os dias 27 a 29 de janeiro. De acordo com o secretário municipal de Educação, professor Ronaldo Alevato, a mudança se dá por causa das orientações do Decreto Municipal n° 51.168, publicado no último sábado, 16 de janeiro, referente às ações de enfrentamento à pandemia do Covid-19. “O processo para a reserva de vagas é realizado de forma online e, após a conclusão, o responsável pelo aluno tem até 48 horas para efetivar a matrícula na unidade de ensino escolhida. Com o novo decreto em vigor, tivemos que suspender o atendimento ao público nas escolas pelo período de 10 dias. Devido a isso, foi necessário a mudança da data e, caso o decreto se estenda, faremos uma nova alteração”, explicou Ronaldo. Quanto ao site para a realização das pré-matrículas, a Semed comunica que em breve divulgará o link nos canais oficiais da Prefeitura de Vilhena e da secretaria. Por Revista Imagem - Fonte: Semcom PMV

  • Ambulatório Covid-19 atende quase 1,7 mil sintomáticos em uma semana

    Unidade funciona das 7h às 19h, todos os dias, inclusive fins de semana e feriados, ao lado do CEV. Por Revista Imagem - 17/01/2021 17:22 Foram atendidas 1.683 pessoas com sintomas do novo coronavírus no Ambulatório Covid-19 durante os sete primeiros dias de funcionamento da unidade, que inaugurou na segunda-feira passada. Mantida pelos profissionais de Saúde da Atenção Básica, que deslocaram equipes dos postinhos de Saúde para o espaço, a nova unidade da Prefeitura de Vilhena tem ambulância de prontidão, médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e servidores administrativos. “O paciente é recebido pelos agentes e então é consultado pelo médico. Recebe orientações, emite atestado, receitas e encaminhamento para teste. Em seguida retira seus medicamentos ali mesmo. Uma ambulância com enfermeiro fica o tempo todo disponível para levar os pacientes que precisem de internação na Central de Atendimento à Covid-19. É um fluxo que tem funcionado bem, com média de atendimentos de 240 pacientes por dia”, explica Clair Cunha, coordenador da Atenção Básica da Saúde de Vilhena. De acordo com o coordenador do Ambulatório, João de Castro, nesta segunda-feira, 18, o fluxo de atendimentos reduziu em relação à segunda-feira passada. “No dia 11 tínhamos entregue 300 fichas até as 11h. Superlotou. Mas hoje até o mesmo horário foram entregues 115 fichas. Graças a Deus está diminuindo o fluxo. Esperamos que nesta semana tudo possa melhorar”, explica. A unidade funciona ao lado do CEV (Centro de Especialidades Vilhenense), na esquina da avenida Nadir Ereno Graebin com a rua Genival Nunes da Costa, no Parque São Paulo. O atendimento ocorre todos os dias, inclusive fins de semana e feriados, das 7h às 19h para pessoas com sintomas de covid-19. Por Revista Imagem - Fonte: Semcom PMV

  • 1 óbito e 92 novos casos de covid-19 são registrados em Vilhena no fim de semana

    Há atualmente em Vilhena 982 casos ativos; 5.078 pacientes se curaram da primeira infecção em Vilhena. Por Revista Imagem - 17/01/2021 07:55 Vilhena registrou 1 novo óbito por covid-19 e 92 novos casos confirmados da doença neste fim de semana. Forma 45 casos no sábado (16) e 47 no domingo (17). Já a morte foi registrada no sábado. O paciente do sexo masculino tinha 70 anos e era morador de Vilhena. O município totaliza 6.060 casos confirmados e 89 óbitos de vilhenenses e 16 óbitos de moradores de outros municípios. Há atualmente em Vilhena 982 casos ativos de pacientes que podem transmitir o vírus para outras pessoas. 5.078 pacientes se curaram da primeira infecção em Vilhena, segundo os números oficiais. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,46%. No Estado a taxa ficou em 1,85%, no Brasil em 2,48%, na América do Sul em 2,69% e no mundo em 2,14%. Há 39 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 38 de Vilhena e um de Cabixi. Destes, 19 estão na UTI, sendo 10 intubados. A taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 88,6% (sendo 100% na UTI e 84% nas Enfermarias). Por Revista Imagem - Fonte: Semcom PMV

  • Covid-19: Venda e consumo de bebidas alcoólicas tem restrições em Rondônia

    Decreto ficará em vigor por 10 dias, entre 17 a 26 de janeiro, e atinge 29 municípios do estado que também terão toque de recolher. Revista Imagem - 17/01/2021 10:25 Entra em vigor neste domingo (17) o decreto que proíbe a venda de bebidas alcoólicas em Rondônia. Das 52 cidades do estado, 29 se encaixam nas fases 1 e 2 do decreto de distanciamento social, são elas as que devem cumprir essa norma. O decreto ficará em vigor por 10 dias, entre 17 a 26 de janeiro. Segundo o documento, durante esse período fica proibida a venda de bebidas alcoólicas, em sistema delivery, de retirada, compra direta ou qualquer outro meio entre às 18h e 6h. E ainda, fica proibido o consumo de bebidas alcoólicas, em qualquer horário, em restaurantes, lanchonetes, padarias, supermercados, distribuidoras ou quaisquer outros estabelecimentos que vendam esse produto. A decisão foi tomada pelo governo estadual devido a tendência de alta no número de casos confirmados de Covid-19 nas últimas semanas. A nova regra foi publicada na edição do sábado (16) do Diário Oficial. Toque de recolher Conforme o decreto, fica estabelecida a restrição da circulação em espaços e vias públicas, em todos os municípios enquadrados nas fases 1 e 2, entre as 20h e 6h. Sendo liberados para circulação APENAS pessoas envolvidas em: transporte de cargas e produtos essenciais à vida, como alimentos e medicamentos e insumos médico-hospitalares; serviços de entrega, exclusivamente de produtos farmacológicos, medicamentos e insumos médico-hospitalares; para prestar assistência ou cuidado a doentes, idosos, crianças ou pessoas com deficiência ou necessidades especiais; o deslocamento dos profissionais de imprensa; e o deslocamento às unidades de saúde, para atendimento emergencial. Aqueles que eventualmente precisem sair de casa entre às 20h e 6h são obrigados a apresentar uma declaração, que pode ser feita de próprio punho com a justificativa da saída, impressa ou gerada eletronicamente e salva no celular. O modelo de declaração está disponível no site da Sefin. Por Revista Imagem - Fonte: G1

  • Estradas serão bloqueadas em 29 cidades de Rondônia por causa da pandemia

    Na prática, como Porto Velho e Vilhena estão incluídas nas medidas, o Estado será “fechado”. Revista Imagem - 16/01/2021 14:36 As entradas e saídas de 29 cidades de Rondônia, enquadradas no novo plano de distanciamento social terão acesso restrito a partir da próxima quarta-feira (20), de acordo com o decreto 25.728, que determinou uma série de medidas temporárias de isolamento social por 10 dias, entre 17 a 26 de janeiro, visando a contenção do avanço da pandemia. Na prática, como Porto Velho e Vilhena estão incluídas nas medidas, o Estado será “fechado”. A medida atinge as cidades de Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Vilhena, Ouro Preto do Oeste, Nova Brasilândia, Alto Alegre dos Parecis, Espigão do Oeste, Machadinho, Cabixi, Cacaulândia, Cerejeiras, Chupinguaia, Colorado do Oeste, Corumbiara, Monte Negro, Novo Horizonte, Rio Crespo, São Miguel, Vale do Anari, Ji-Paraná, Candeias do Jamari, Jaru, Guajará-Mirim, Urupá, Rolim de Moura, Buritis, Santa Luzia D’Oeste e Pimenta Bueno. De acordo com o decreto, nessas cidades, os transportes intermunicipais devem ser encerrados até terça-feira (19). Já os transportes interestaduais funcionarão até o dia seguinte. As rodoviárias dessas localidades serão fechadas. Outras restrições começam a valer na quarta-feira, quando somente serão admitidas entrada e saída da sede dos municípios, por rodovias e hidrovias as ambulâncias, viaturas policiais, veículos oficiais, residentes retornando para casa, profissionais da saúde, voluntários, técnicos da vigilância sanitária em deslocamento exclusivamente para desempenho de suas atividades, devidamente comprovadas, veículos destinados ao transporte de pacientes que realizam ou irão realizar tratamento de saúde fora de seu domicílio, caminhões e veículos a serviço das atividades essenciais e balsas e barcos com carga. Por Revista Imagem - Fonte: Rondoniagora

  • Empresa protocola na Anvisa pedido para uso emergencial da Sputnik Vr

    União Química prevê a disponibilização de dez milhões de doses do imunizante neste primeiro trimestre do ano. Revista Imagem - 16/01/2021 14:09 A empresa União Química informou hoje (16) que protocolou na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) pedido para uso emergencial no Brasil da vacina Sputnik V, contra a covid-19. O pedido, feito em conjunto com o Fundo de Investimentos Diretos da Rússia (RDIF), prevê a disponibilização de dez milhões de doses do imunizante neste primeiro trimestre do ano. "A Sputnik V (...) será produzida em nossas fábricas de Brasília e de Guarulhos, através de acordo de transferência de tecnologia firmado entre a companhia e o RDIF", afirmou a União Química, em comunicado. Neste domingo, a diretoria da Anvisa deve se reunir para decidir sobre pedidos de aval para uso emergencial das vacinas contra covid-19 do Instituto Butantan e da Fiocruz, respectivamente a CoronaVac e a AstraZeneca-Oxford. Por Revista Imagem - Texto: Aluísio Alves

  • Mini lockdown: Rondônia terá isolamento restritivo e toque de recolher

    Rodovias serão fechadas por 10 dias. Medidas visam frear a nova onda de contaminação do coronavírus e vigora a partir desse domingo. Revista Imagem - 16/01/2021 13:03 A fim de evitar um colapso na saúde pública no Estado e visando a contenção do avanço da pandemia do coronavírus, o Governo de Rondônia, por meio do Decreto N° 25.728 de 15 de janeiro de 2021, estabelece medidas temporárias de isolamento social restritivo por 10 dias para os municípios enquadrados nas Fases 1 e 2. A medida entra em vigor a partir deste domingo (17) e segue até o dia 26 de janeiro de 2021. O prazo poderá ser prorrogado, com a reclassificação dos municípios, observando requisitos técnicos. Os municípios envolvidos, por intermédio dos órgãos de trânsito ou fiscalização, atuarão de forma conjunta, em cooperação com o Estado, visando o cumprimento das medidas propostas. Nos municípios classificados nas Fases 3 e 4 serão mantidas as determinações do Decreto nº 25.470 de 2020. No ato normativo, ficou estabelecido, nos municípios das Fases 1 e 2, toque de recolher com restrição provisória da circulação de pessoas em espaços e vias públicas das 20 horas às 6 horas, mas há exceções. O cidadão que, eventualmente, necessite transitar ficará obrigado a apresentar uma declaração com a devida justificativa, que difere entre trabalhadores da rede privada, servidores públicos ou à sociedade em geral. A declaração pode ser feita de próprio punho, impressa ou gerada eletronicamente e salva no celular, por meio do formulário eletrônico disponível no site da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin). A declaração falsa enseja a aplicação das sanções penais e administrativas cabíveis. De acordo com o novo decreto, será permitida a circulação no horário restrito já mencionado, o transporte de cargas e produtos essenciais à vida, como alimentos e medicamentos e insumos médico-hospitalares, o deslocamento para serviços de entrega, exclusivamente de produtos farmacológicos, medicamentos e insumos médico-hospitalares, o deslocamento de pessoas para prestar assistência ou cuidado a doentes, idosos, crianças ou pessoas com deficiência ou necessidades especiais, o deslocamento dos profissionais de imprensa e o deslocamento às unidades de saúde, para atendimento emergencial. As novas medidas em vigor tratam sobre os transportes intermunicipais que vão ter 48 horas para encerrar suas rotas entre os municípios enquadrados nas Fases 1 e 2, já os transportes interestaduais terão 72 horas. Após estes prazos as rodoviárias ficarão fechadas. O transporte urbano nas localidades enquadradas por este decreto deve obedecer o horário de 6h01 às 19h59. Após os horários estabelecidos, serão admitidas apenas a entrada e saída nos municípios das Fases 1 e 2, através de rodovias e hidrovias, as ambulâncias, viaturas policiais e veículos oficiais, residentes retornando para casa, profissionais da saúde, voluntários, técnicos da vigilância sanitária em deslocamento, veículos destinados ao transporte de pacientes, caminhões e veículos a serviço das atividades essenciais e balsas e barcos com carga. Às pessoas físicas e jurídicas que descumprirem as regras do novo decreto estarão sujeitos às infrações, sem prejuízo de outras medidas administrativas como a apreensão, interdição e cassação de alvará. Por meio do emprego de força policial, podem ser responsabilizadas penalmente pela caracterização de crime contra à saúde pública, tipificado no art. 268 do Código Penal, bem como de alguns incisos do art. 10 da Lei Federal n° 6.437 de 1977. NOVA RECLASSIFICAÇÃO No decreto, fica suspensa a eficácia das Portarias Conjuntas n° 28, de 08 de janeiro de 2021 e n° 29, de 11 de janeiro de 2021, de forma a reenquadrar os 52 municípios. Fase 1: Porto Velho, Ariquemes, Cacoal, Vilhena, Ouro Preto D’Oeste, Nova Brasilândia D’Oeste, Alto Alegre dos Parecis, Espigão D’Oeste, Machadinho D’Oeste, Cabixi, Cacaulândia, Cerejeiras, Chupinguaia, Colorado D’Oeste, Corumbiara, Monte Negro, Novo Horizonte D’Oeste, Rio Crespo, São Miguel do Guaporé e Vale do Anari. Fase 2: Ji-Paraná, Candeias do Jamari, Jaru, Guajará-Mirim, Urupá, Rolim de Moura, Buritis, Santa Luzia D’Oeste e Pimenta Bueno Confira as atividades privadas e públicas permitidas no art 4º, do inciso 1 ao 29 do novo decreto. Por Revista Imagem - Texto: Emanuelle Pontes

  • Pesquisa traça panorama da qualidade do leite em Rondônia e Acre

    Estudos epidemiológicos contínuos geram informações confiáveis para tomadas de decisão e evolução da cadeia do leite nestes estados. Revista Imagem - 16/01/2021 08:15 Informações geradas pela pesquisa têm subsidiado a tomada de decisão por indústrias e agroindústrias e também a definição de políticas públicas para o setor, com foco na melhoria da qualidade do leite e adequação da produção da matéria prima aos limites dos indicadores higiênico-sanitários definidos na legislação. São sete anos de trabalhos em estudos epidemiológicos contínuos e que são inéditos nos estados de Rondônia e Acre, gerando dados confiáveis e um panorama da qualidade do leite da região. Segundo Juliana Dias, pesquisadora da Embrapa Rondônia que conduz estas ações, os estudos realizados demonstram as regiões e perfis de propriedades que devem ser priorizados em programas de melhoria da qualidade pela iniciativa privada e pública. Aponta que os maiores desafios para a qualidade do leite nestes estados são a adoção de boas práticas de ordenha e adequação das condições de resfriamento do leite, principalmente em tanques coletivos. Neste caso, o fator de risco é quando a entrega do leite no tanque coletivo é realizada por intermediários, resultando em atraso na refrigeração do leite e falhas no manejo dos latões. Ela reforça que as tecnologias e conhecimentos já disponíveis precisam chegar aos produtores e serem adotados para a melhoria deste cenário. “A conscientização sobre a adoção de boas práticas exige esforço conjunto de todas as instituições e indústrias que fazem parte da cadeia produtiva do leite”, acrescenta Juliana Dias. Estas boas práticas nada mais são que recomendações que podem ser aplicadas em qualquer sistema de produção, com foco principal na segurança alimentar e na qualidade higiênico-sanitária do leite produzido. Ou seja, é a prevenção ou a redução da contaminação do leite durante a sua produção e também no armazenamento. Uma boa ordenha é essencial para a obtenção de leite de maneira rápida, higiênica e sem causar lesões nos tetos ou espalhar doenças entre as vacas. Também é preciso assegurar que o leite será adequadamente armazenado, pois ele precisa ser resfriado imediatamente após a ordenha. A Embrapa dispõe de cartilhas com as recomendações que precisam ser adotadas e tem realizado treinamentos com esse foco. A boa qualidade dos produtos lácteos está diretamente associada à qualidade e composição do leite cru. Nenhum processo industrial é capaz de alterar isso. Matéria prima com qualidade garante um alimento seguro e livre de contaminantes, maior valor nutricional para o consumidor, melhor rendimento na produção industrial e aumento da vida de prateleira. Da “porteira pra dentro”, significa mais renda e qualidade de vida para os produtores. Além disso, normas para qualidade do leite foram estabelecidas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em 2002 e, em maio de 2019, entraram em vigor as Instruções Normativas 76 e 77/2018, revogando as normativas anteriores e estabelecendo novas diretrizes para o atendimento aos padrões de qualidade, exigindo do setor atuação direcionada e ágil. “A produção de leite com maior eficiência e qualidade é fundamental para a permanência dos produtores nos sistemas produtivos e fortalecimento do agronegócio leite na região”, aponta a pesquisadora Juliana Dias. Cadeia do leite em Rondônia e Acre Rondônia é o maior produtor de leite da região Norte e o sétimo do país. A atividade tem grande importância econômica e social no estado. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE demonstram que, nos últimos dez anos, a produção desta matéria prima no estado cresceu 51%, maior que a taxa de crescimento da região Norte (33,8%) e do Brasil (19,8%), no mesmo período. Em 2019, essa produção foi de 1,129 bilhão de litros de leite, sendo as microrregiões de Ji-Paraná e Porto Velho as maiores produtoras de leite do estado. De acordo com os dados da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia - IDARON, em 2019 aproximadamente 29 mil estabelecimentos rurais conduzidos por 31 mil produtores estão envolvidos na atividade leiteira, sendo caracterizados como de base familiar. O estado apresenta ainda a melhor produtividade da região, em torno de 1.355 kg/vaca/ano em 2019. Dados do IBGE apontam que as indústrias lácteas com Serviço de Inspeção Federal (SIF) são responsáveis pelo processamento de 94,8% do leite industrializado de Rondônia e, de acordo com os dados do Sistema de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (SIGSIF, 2019), estão instaladas no estado 37 indústrias lácteas SIF, contribuindo para a modernização do setor. Avanços estruturais com foco na melhoria da qualidade do leite foram observados nos últimos anos em Rondônia, como a aquisição de tanques de resfriamento, melhoria das estradas e qualidade de energia elétrica. No entanto, ainda há predominância de produtores com baixo nível tecnológico para a produção de leite, o que resulta em baixa produtividade – média de 5,0 litros de leite por vaca por dia – e alta sazonalidade de produção. De acordo com os dados da Idaron (2019), 57% dos produtores produzem até 50 litros de leite/dia, e o estrato de produção de leite até 100 litros leite/dia corresponde à 85% dos produtores e 59% do volume total produzido. Em Rondônia, devido à predominância de produtores com baixa escala de produção, a estratégia adotada para o resfriamento do leite produzido é o uso de tanques coletivos. De acordo com os dados da Idaron, em novembro de 2019, o número de tanques de resfriamento utilizados em Rondônia era de 6921 e 20.542 produtores vinculados, sendo 88% destes ligados à tanques coletivos. As indústrias lácteas com Serviço de Inspeção Estadual e Municipal em Rondônia são caracterizadas predominantemente como agroindústrias familiares. O estado vizinho, o Acre, tem pouca representatividade em volume de leite produzido – 1,9% da produção da região Norte –, a atividade também é de base familiar e caracterizada como de baixo nível tecnológico. Esta cadeia produtiva tem grande importância econômica e social e envolve 6.514 famílias na atividade. Segundo dados do IBGE, o estado produziu, em 2018, 43,3 milhões de litros de leite. De acordo com os dados do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (IDAF), estão instaladas no estado 11 indústrias lácteas com Serviço de Inspeção Estadual. Em trabalhos realizados pela Embrapa Rondônia, de 2016 a 2019, foram utilizados resultados de análises de amostras de leite de tanques de refrigeração vinculados às indústrias com Sistema de Inspeção Federal (SIF) de Rondônia e em rebanhos fornecedores de agroindústrias com Serviço de Inspeção Estadual (SIE) de Rondônia e Acre. Para o estudo realizado em parceria com indústrias SIF, foram obtidos os resultados de análises de leite no período seco e chuvoso. Nas agroindústrias de leite SIE foram avaliadas amostras de leite total dos rebanhos e aplicado questionário epidemiológico aos produtores de leite para análise dos fatores de risco. Os indicadores avaliados nos estudos foram: Contagem Padrão em Placas (CPP), Contagem de Células Somáticas (CCS), gordura, proteína, lactose, extrato seco total e extrato seco desengordurado. Em Rondônia, foram avaliados indicadores de qualidade do leite de 566 tanques de refrigeração vinculados às indústrias SIF, representando 2.209 produtores e 23.772 dados de análise. Os dados mostraram as áreas de baixa e alta CCS, CPP e componentes do leite nas microrregiões avaliadas, indicando a região de Machadinho D’Oeste como área prioritária para o controle da mastite, e a microrregião de Ariquemes e a oeste da microrregião de Porto Velho, como área de intervenção para redução da contagem bacteriana. Segundo a pesquisadora Juliana Dias, dentre os indicadores avaliados, o atendimento aos limites de contagem bacteriana de tanques é o maior desafio, sendo a CPP significativamente mais elevada nos tanques coletivos com mais de cinco produtores, indicando que o uso deste tipo de tanque deve ser desestimulado. Também foi observada redução significativa dos teores de componentes do leite no período seco comparado ao chuvoso, exceto para lactose, demonstrando a importância de suplementação das vacas em lactação no período seco. No estudo, a caracterização de produtores fornecedores de agroindústrias SIE de Rondônia e Acre demonstraram características similares, com predomínio de produtores familiares e baixa adoção de tecnologias e boas práticas. Outra característica comum é o predomínio da entrega do leite na agroindústria em latões, indicando a necessidade de adequação aos procedimentos definidos na legislação, como entrega do leite em latões na indústria até duas horas após a conclusão da ordenha, ou o resfriamento do leite em tanques instalados na propriedade. O trabalho realizado em agroindústrias SIE de Rondônia foi executado pela Embrapa Rondônia em parceria com a IDARON, em que foram avaliados 178 produtores vinculados à 16 agroindústrias localizadas em seis microrregiões do estado. Os resultados demonstraram um retrato da situação da qualidade do leite nas agroindústrias do estado e as práticas que devem ser priorizadas para a melhoria da qualidade da matéria prima, como a adequação dos procedimentos de lavagem e manutenção de ordenha mecânica, adoção de desinfecção dos tetos antes da ordenha dos animais e lavagem/acondicionamento adequado de latões por produtores e indústria. Os fatores de risco associados à mastite subclínica estavam relacionados ao maior grau de tecnificação dos rebanhos, caracterizados por possuírem raça especializada para leite e adoção de ordenha mecânica, indicando que este perfil de propriedade deve ser priorizado em ações de controle e prevenção da mastite. Nas agroindústrias SIE no Acre, foram avaliados 92 produtores fornecedores de cinco indústrias localizadas em três microrregiões do estado. Neste estudo, foram observadas altas contagens de bactérias em todas as microrregiões, demonstrando a importância de adoção de boas práticas e adequação à logística de entrega do leite na indústria. O estudo de fatores de risco associados à qualidade microbiológica do leite indicou que devem ser priorizados: o uso de água de boa qualidade na ordenha, lavagem e acondicionamento adequado de baldes/latões e realizar a desinfecção dos tetos antes da ordenha. Este estudo foi realizado numa parceria entre as Unidades da Embrapa de Rondônia e Acre e possibilitou caracterizar as propriedades e identificar os principais fatores associados aos indicadores higiênico-sanitários do leite, fornecendo subsídios para o direcionamento das ações nas regiões avaliadas. De acordo com o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Acre, Bruno Pena, com o diagnóstico da qualidade do leite do Acre em mãos, é possível que as instituições do setor atuem de forma mais direcionada e com mais eficiência. Os dados mostram que a mastite não é um problema grave no estado, no entanto, a contagem bacteriana do leite foi alta, o que pode ser solucionado com ações, junto aos produtores, de práticas de higiene na ordenha. “Esse é o maior levantamento, dos últimos dez anos, na cadeia do leite do Acre. Unindo forças com parceiros foi possível fazer essa radiografia da condição sanitária do leite produzido no estado e agora é agir com base nos apontamentos”, comenta Bruno Pena. Do diagnóstico da pesquisa à transformação no campo Os trabalhos envolvendo estudos epidemiológicos de indicadores de qualidade do leite em Rondônia e Acre têm envolvido esforços e a interação de elos da cadeia como produtores, pesquisa, extensão rural, indústria, empresas e o poder público e os resultados obtidos têm sido constantemente compartilhados com toda a cadeia por meio de reuniões técnicas, palestras, cursos e oficinas. Nesse processo, foram integradas Unidades da Embrapa, agroindústrias lácteas, Secretaria de Estado da Agricultura de Rondônia – SEAGRI, IDARON, Mapa, EMATER-RO, Fundação Rondônia de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia – FAPERO, entre outros parceiros. As atividades de pesquisa tiveram o apoio financeiro da Embrapa e SEAGRI/FAPERO e envolveu a formação de alunos de graduação e pós-graduação. Para os produtores vinculados a indústrias e agroindústrias, localizados nas áreas prioritárias de atuação, foi adotado o modelo de oficinas com foco em estratégias para a melhoria da qualidade do leite. “Tivemos uma melhora significativa na qualidade do leite produzido já nos primeiros meses após as oficinas, isso com o incentivo de adoção de práticas simples pelo produtor. A qualidade do leite é algo contínuo e vamos continuar investindo nisso”, comenta um dos proprietários de uma agroindústria familiar do município de Candeias do Jamari, Nanderson Klein. Para indústrias SIF, parceiras nas ações de pesquisa, como o exemplo do Laticínio Joia, localizado no município de Ministro Andreazza, Rondônia, os trabalhos de pesquisa orientaram a definição de estratégias para atuação em áreas prioritárias, na adequação da logística de resfriamento e armazenamento do leite e na sensibilização da adoção de boas práticas. Os estudos realizados também demonstraram o impacto na redução da contagem de bactérias no leite a partir das estratégias adotadas pela indústria, dentre elas a bonificação por qualidade do leite implantada em julho de 2015. Bonificação: Iniciativa para melhoria da qualidade do leite em RO A prática da indústria de um pagamento extra para produtores que entregam leite com qualidade comprovada tem motivado a adoção de boas práticas no campo e de tecnologias para o aumento da qualidade e também da produção de leite, beneficiando tanto a indústria quanto o produtor e o setor lácteo como um todo. No quesito qualidade, são avaliadas, principalmente, a contagem bacteriana(CPP) e contagem de células somáticas (CCS). Em Rondônia, esta iniciativa foi tomada pelo laticínio Joia. Além do pagamento de bonificação pelos indicadores de qualidade do leite, outros requisitos como infraestrutura e adoção de tecnologias também são considerados visando melhorar a produção de matéria prima de qualidade. Estudos realizados pela Embrapa Rondônia, no primeiro ano da implantação da bonificação por qualidade na indústria, demonstraram redução significativa da contagem bacteriana do leite de tanques comparando os resultados de análise do período chuvoso dos anos de 2015 e 2016. No período, também foram observadas mudanças no padrão espacial da CPP indicando novas áreas prioritárias de atuação. Com a entrada em vigor da IN76 e IN77, a indústria definiu novos critérios para bonificação por CPP, visando estimular o atendimento à legislação. Esta estratégia refletiu na redução de 74,4% da média geométrica de CPP (MGCPP) dos tanques de refrigeração captados pela indústria no período chuvoso de 2019 para 2020, sendo observada mediana da MGCPP de 66.000 UFC/mL no período chuvoso de 2020. Em cinco anos do sistema de bonificação (2015 - 2020), o laticínio aumentou em 75% o volume de leite captado e obteve aumento de 65% de produtores associados. Além disso, o número de funcionários foi de 34 para 53. No ano de 2020, a indústria captou média de 33 mil litros leite por dia em oito municípios de Rondônia. Atualmente, o programa de bonificação da indústria pode chegar a R$ 0,29, incluindo a bonificação pelos resultados da análise dos indicadores de qualidade do leite, uso de ordenha mecanizada, adoção de sistema rotacionado (piquetes), estrutura de acesso ao tanque e melhoria das casinhas dos tanques de refrigeração. São centavos a mais que fazem a diferença na renda da família. O produtor Valcir Zuqueto, do município de Cacoal, Rondônia, investe na qualidade do leite há quatro anos e tem sido beneficiado pela indústria por boas práticas adotadas. A produção de leite em sua propriedade varia de 2.300 a 3.000 litros por mês. Em julho ele recebeu o máximo de bonificação oferecida pelo laticínio Joia, 29 centavos por litro de leite. Ele é um dos que sempre ganha bonificação e, ao longo do ano, segundo o produtor, este pagamento extra significa mais renda para que possa investir na propriedade, no rebanho e também na família. Em valores, Valcir recebe, em média, R$ 660 por mês apenas em bonificação. Isso resulta em, aproximadamente, R$8 mil a mais por ano para a família. “Vale a pena investir na qualidade. A gente se esforça mais, capricha mais na limpeza e ganha com isso. Não só a gente, mas a indústria e os consumidores também, que vão ter na mesa um produtor melhor, é mais saúde”, comenta o produtor. Para o proprietário da indústria, Alessandro Rodrigues, este incentivo é uma questão de justiça. “O produtor capricha, se dedica mais e recebe por isso”, explica. Com este trabalho de bonificação é possível identificar onde está o leite de qualidade e trabalhar formas de incentivo e conscientização destes produtores para que atendam aos critérios exigidos. Por Revista Imagem - Texto: Renata Silva

  • 60 novos casos de covid-19 são registrados em Vilhena que tem 915 casos ativos

    Há atualmente em Vilhena 915 casos ativos; 5.864 pacientes se curaram da primeira infecção em Vilhena. Por Revista Imagem - 15/01/2021 22:30 Vilhena registrou um novo óbito de morador de Cabixi com covid-19 e 60 novos casos confirmados nesta sexta-feira (15). O município totaliza 5.968 casos confirmados e 88 óbitos de vilhenenses e 16 óbitos de moradores de outros municípios. Há atualmente em Vilhena 915 casos ativos de pacientes que podem transmitir o vírus para outras pessoas. 5.864 pacientes se curaram da primeira infecção em Vilhena, segundo os números oficiais. O óbito registrado hoje é de paciente morador de Cabixi do sexo masculino com 87 anos. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,47%. No Estado a taxa ficou em 1,85%, no Brasil em 2,48%, na América do Sul em 2,69% e no mundo em 2,14%. Há 36 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 35 de Vilhena e um de Cabixi. Destes, 18 estão na UTI, sendo 10 intubados. A taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 83,7% (sendo 100% na UTI e 72% nas Enfermarias). O Estado registrou até hoje 107,3 mil casos confirmados e 1.993 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 8,394 milhões, com 208,2 mil mortes. No mundo são 94,2 milhões de casos confirmados e 2,016 milhões de mortes. Por Revista Imagem - Fonte: Semcom PMV

  • Prefeitura revoga "cancelamento" do Enem em Vilhena, após decisão judicial

    Decisão da Justiça Federal de Rondônia remete a questão à ação ainda em curso em São Paulo. Por Revista Imagem - 15/01/2021 19:16 A Prefeitura de Vilhena acaba de revogar o decreto emitido na manhã desta sexta-feira, que cancelava a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no município. Dessa forma, fica autorizada a aplicação das provas, respeitadas as normas sanitárias. A Procuradoria Geral do Município (PGM), explica a situação. De acordo com a PGM, em Rondônia, o Ministério Público Federal ingressou com pedido na noite de ontem tentando obter liminar para suspender a prova no estado. O juiz, na tarde de hoje, às 17h42, publicou decisão se declarando incompetente para julgar, visto que já existe ação em curso na Justiça Federal de São Paulo (SP). Ou seja, o Juízo em SP decidiu pelo não adiamento em relação à ação da Defensoria Pública de São Paulo, é possível que a decisão se mantenha a mesma no caso de Rondônia. Em reunião por videoconferência com todos os municípios do Estado nesta tarde, o prefeito Eduardo Japonês acertou com as demais Prefeitura e com o Governo do Estado que a decisão do governo estadual será o parâmetro para que em Rondônia haja liberação ou não das provas nos municípios, inclusive em Vilhena. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (Sesau) a decisão do Estado deve ser tomada ainda hoje. Por isso, com a expectativa de novo decreto com restrições severas e, ao mesmo tempo, de decisão sobre a liberação ou não do Enem em Rondônia pelo Governo do Estado, a Prefeitura de Vilhena alerta que esta norma poderá sofrer alterações conforme as decisões ainda a serem tomadas pela Sesau. Link para o Diário Oficial de Vilhena. Por Revista Imagem - Fonte: Semcom PMV

  • Covid-19: Hospital de Campanha da Prefeitura terá mais 20 leitos em Vilhena

    Unidade vai desafogar atendimento no Hospital Regional e na Central de Atendimento à Covid-19. Por Revista Imagem - 15/01/2021 16:50 A Prefeitura de Vilhena está habilitando um Hospital de Campanha para atender os pacientes que necessitem de atendimento e tenham sintomas de covid-19. A unidade vai contar com 20 leitos de Enfermaria ao lado da Central de Atendimento à Covid-19 e atenderá pacientes com sintomas do novo coronavírus que apresentem casos leves ou moderados da doença. O total de leitos clínicos do município passará a ser 45, enquanto o número de leitos de UTI segue em 16, com um leito instalado nesta semana de maneira emergencial devido à lotação. Afonso Emerick, secretário municipal de Saúde, revela a estrutura do novo prédio para atender as vítimas da doença. “Estamos preparando esses novos leitos clínicos para o Hospital de Campanha. Está quase tudo finalizado e seguiremos trabalhando para que consigamos inaugurar nos próximos dias. Diversos municípios do Estado entraram em colapso, mas aqui estamos fazendo de tudo para que todos que precisarem de leitos consigam ser atendidos”, relata Afonso. NOVO AMBULATÓRIO - Também foi inaugurado nesta semana um novo local de consultas para pacientes suspeitos ou confirmados de covid-19. A diretora do Hospital Regional de Vilhena (HRV), Siclinda Raasch, relata como está sendo atendimento para estes pacientes, que agora acontece no ambulatório anexo ao CEV. “O atendimento para pacientes com suspeita de covid-19, que acontecia aqui (Hospital Regional) foi direcionado para o CEV. Lá eles passarão por uma avaliação dos médicos e se houver a necessidade da internação, será encaminhado para o Hospital de Campanha. Assim conseguimos desafogar o pronto atendimento, podendo atender melhor a todos. No ambulatório também são emitidas receitas para medicamentos, atestados médicos e encaminhamentos para teste”, destaca a diretora. No ambulatório há profissionais adequados e meios para a detecção da doença, além de ambulância de prontidão para transferir os pacientes, caso seja necessário. Por Revista Imagem - Fonte: Semcom PMV

bottom of page