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  • Vídeo: harpia, maior ave de rapina do mundo, é encontrada morta em Vilhena

    Carcaça do animal será enviada ao Projeto Harpia para estudo. Assista o vídeo e saiba mais sobre o animal. Revista Imagem - Vilhena-RO | 27/01/2021 - 10:28 Na última segunda-feira (25), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Vilhena atendeu a um chamado para resgatar a carcaça de um animal com o auxílio de uma veterinária que atua em uma universidade de nosso município. Para a surpresa dos profissionais, a carcaça era de uma ave rara conhecida popularmente como Harpia ou Gavião Real, a maior ave de rapina do mundo! Além do debate sobre a possibilidade de haver mais aves da espécie na nossa região, a carcaça do animal será enviada ao Projeto Harpia para estudo. Assista e saiba mais sobre o animal no vídeo produzido pela Semma. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Pré-matrícula escolar da rede municipal de Educação inicia nesta quarta-feira

    Reservas de vagas devem ser feitas online até a próxima sexta-feira. Revista Imagem - Vilhena-RO | 27/01/2021 - 08:55 A Secretaria Municipal de Educação (Semed) abre nesta quarta-feira (27), o período de pré-matrícula escolar online para as turmas de Educação Infantil (Creche, Pré I e Pré II), Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA), para o ano letivo de 2021. O processo de reserva de vaga deve ser realizado até o dia 29 de janeiro através do link: www.tagnos.com.br/educacao/vilhena ou clicando no banner “Pré-Matrículas” em destaque no site oficial da Prefeitura de Vilhena. Ao acessar o link, o responsável terá que criar um login para entrar na plataforma. Feito esse processo, ele deverá selecionar a escola e a série desejada e então terá de preencher alguns dados sobre o aluno. “É importante que os pais fiquem atentos, pois algumas unidades de ensino mudaram de nome e no formulário de reserva de vagas estarão os novos nomes das escolas, e não os antigos”, ressalta o secretário municipal de Educação, professor Ronaldo Alevato. Veja em uma tabela em anexo as unidades de ensino que tiveram os nomes alterados. Após reservar a vaga no site, o responsável deve aguardar a escola entrar em contato para agendar a entrega dos documentos e efetivar a matrícula. Na confirmação presencial, os pais ou responsáveis devem apresentar os seguintes documentos (cópia e originais): certidão de nascimento, CPF do aluno, cartão do SUS, tipagem sanguínea, comprovante de endereço, cartão do bolsa família (caso seja inscrito no programa), RG e CPF do responsável e uma foto 3x4. Quanto àqueles que não têm acesso à internet, Ronaldo informa que a comunidade poderá contar com o auxílio da Semed que estará com uma equipe disponível no auditório da Prefeitura de Vilhena. “Tínhamos colocado as escolas municipais à disposição para atender os pais, mas devido ao novo decreto isso não será possível. Por isso, uma equipe estará na Prefeitura de quarta a sexta-feira das 7h30 às 17h para dar apoio a quem precisar, seguindo todos os protocolos de segurança”, explicou Ronaldo. Confira aqui, um vídeo com um passo a passo de como realizar a reserva de vagas online para matrícula nas escolas da rede municipal de Vilhena, para o ano letivo de 2021. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Governo impede entrada de estrangeiros no país por terra e água

    Voos vindos do Reino Unido e África do Sul também foram proibidos. Revista Imagem - Vilhena-RO | 27/01/2021 - 08:25 A Presidência da República publicou nesta terça-feira (26) uma portaria restringindo a entrada de estrangeiros no país por terra e por água. A restrição vale para todas as nacionalidades, conforme recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Para adoção da medida, o governo brasileiro considerou o surgimento de variantes do novo coronavírus no Reino Unido, Irlanda do Norte e na África do Sul. “Considerando o impacto epidemiológico que a nova variante do coronavírus, identificada no Reino Unido e na República da África do Sul, pode causar no cenário atual vivenciado no País […] Fica restringida a entrada no País de estrangeiros de qualquer nacionalidade, por rodovias, por outros meios terrestres ou por transporte aquaviário”, diz um trecho da portaria Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o número de países e territórios onde já foi detectada a variante britânica pode passar de 50 e a variante identificada na África do Sul surgiu em 20, mas a organização considera que esta avaliação pode estar subestimada. Existem exceções, como no caso de imigrante com residência fixa no Brasil; cônjuge, companheiro, filho, pai ou curador de brasileiro e estrangeiro a serviço de organismo internacional, residentes fronteiriços de cidades-gêmeas. Essas exceções não se aplicam aos venezuelanos. Aeroportos A chegada de estrangeiros pelos aeroportos não está proibida, salvo de voos que tenham origem ou passagem pelo Reino Unido, Irlanda do Norte e África do Sul. Para o caso de voos vindos de outros países, deverão ser cumpridos os requisitos migratórios. O estrangeiro que quiser vir de avião para o Brasil deverá apresentar documento provando a realização de teste RT-PCR realizado em até 72 horas antes do embarque, com resultado negativo ou não-reagente. Por Revista Imagem | Texto: Marcelo Brandão

  • Inep divulga hoje gabarito oficial do Enem 2020

    Os participantes poderão conferir as respostas corretas do exame no site do Inep e no aplicativo do Enem. Revista Imagem - Vilhena-RO | 27/01/2021 - 08:20 O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulga hoje (27) os gabaritos oficiais das provas objetivas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Os participantes poderão conferir as respostas corretas do exame no site do Inep e no aplicativo do Enem. O Enem impresso foi aplicado nos dois últimos domingos, dias 17 e 24 de janeiro. Os participantes resolveram questões objetivas de matemática, ciências da natureza, ciências humanas e linguagens. Fizeram também a prova de redação, a única subjetiva do exame. Mesmo com os gabaritos em mãos, não é possível saber a nota no exame. Isso porque o Enem é corrigido com base na chamada teoria de resposta ao item (TRI), que leva em consideração, entre outros fatores, a coerência de cada estudante na própria prova. Ou seja, se ele acertar questões difíceis, é esperado que acerte também as fáceis. Se isso não acontecer, o sistema entende que pode ter sido por chute. O estudante, então, pontua menos que outro candidato que tenha acertado as mesmas questões difíceis, mas que tenha acertado também as fáceis. Notas finais A previsão para a divulgação dos resultados finais é dia 29 de março. Nessa data os participantes saberão também quanto tiraram na redação. Mas, apenas depois da divulgação do resultado, em data ainda a ser definida, os candidatos terão acesso à correção detalhada da prova de redação. Ao todo, segundo o Inep, cerca de 2,5 milhões de candidatos fizeram as provas este ano, número que representa menos da metade dos participantes inscritos nas provas. O Enem 2020 terá ainda uma versão digital, que será aplicada nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. As notas poderão ser usadas para acessar o ensino superior e participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) - que oferece vagas em instituições públicas - Programa Universidade para Todos (ProUni) - que oferece bolsas de estudo em instituições privadas - e, Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que oferece financiamento a condições mais vantajosas do que as de mercado. Logística Após a aplicação do exame no último domingo (24), começou a chamada etapa de logística reversa. Nela, os chefes de sala conferem os cartões-resposta e as folhas de redação e de rascunho dos candidatos presentes e ausentes. Esse material é colocado em malotes que são enviados para as centrais de correção do consórcio aplicador. Segundo o Inep, o processo é feito com escolta militar. Os veículos usados no transporte dos malotes são monitorados por satélite e contam com um sistema de segurança máxima da carga transportada. A realização do Enem, antes e após a aplicação, envolve o Exército, a Polícia Civil, Polícia Militar, Bombeiros, a Polícia Federal, as secretarias de Segurança e a Polícia Rodoviária Federal. Quando recebe os malotes, o consórcio aplicador digitaliza os cartões com as respostas e as folhas de redação. Os arquivos digitalizados das redações são repassados às equipes responsáveis pela correção dos textos. O Inep explica que, para garantir isonomia na correção, as redações são enviadas aos mais de 9 mil corretores sem a identificação dos participantes. A correção das provas objetivas é feita por meio de uma tecnologia de reconhecimento do cartão-resposta. O cálculo da nota, usando a TRI, é feito pelo consórcio aplicador e pelos pesquisadores do Inep, que também são responsáveis pela conferência e a solução de eventual discrepância. Reaplicação O Enem ocorreu em meio à pandemia do novo coronavírus e, por isso, adotou uma série de medidas de segurança, como o uso obrigatório de máscaras. Os participantes que estivessem com sintomas de covid-19 ou outra doença infectocontagiosa não deveriam comparecer aos locais de prova. Esses estudantes poderão fazer o exame na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Para isso, aqueles que ainda não o fizeram têm até o dia 29 para solicitar a reaplicação na Página do Participante. Podem também pedir para participar da reaplicação os candidatos que foram prejudicados por questões logísticas, como falta de água ou luz e aqueles que foram impedidos de fazer o exame porque as salas estavam lotadas e era preciso garantir o distanciamento entre os participantes. Segundo o Inep, isso ocorreu em pelo menos 37 escolas de 11 cidades. As provas foram canceladas no estado do Amazonas, em Rolim de Moura (RO) e em Espigão D'Oeste (RO) por causa da pandemia. Esses estudantes também deverão fazer o exame na data da reaplicação. Eles não precisarão solicitar a participação. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais em todo o país contrárias à realização do exame. Por Revista Imagem | Texto: Emanuelle Pontes

  • Rondônia prorroga medidas de isolamento social restritivo até sábado

    Novo decreto apresenta novas determinações a serem aplicadas no Estado, com vigor a partir desta quarta-feira. Revista Imagem - Vilhena-RO | 27/01/2021 - 07:50 O Governo de Rondônia, por meio do Decreto n° 25.754 de 2021, prorroga por mais quatro dias, até sábado (30), as medidas temporárias do Isolamento Social Restritivo para os municípios que se encontram nas Fases 1 e 2 do Plano Todos por Rondônia. As medidas do novo decreto é bem semelhante ao anterior, tais como a manutenção do toque de recolher entre 20h e 6h, com ressalvas; proibição da venda de bebidas alcoólicas entre 19h e 6h, bem como o consumo em qualquer horário, entre outros. O ato normativo também apresenta novas determinações a serem aplicadas, com vigor a partir desta quarta-feira (27). Neste ato normativo, os órgãos estaduais de fiscalização poderão realizar o acompanhamento do número de emissão de notas fiscais por hora nos estabelecimentos, bem como qualquer agente com poder de polícia poderá realizar a autuação necessária para cumprimento das medidas descritas no decreto. Ficam permitidas neste novo decreto, os serviços de transportes por aplicativos, táxi e mototáxi com autorização a transitar fora do horário do toque de recolher para realizar o transporte de passageiros pertencentes às atividades permitidas, como também o transporte de táxi e motoristas de aplicativos, sem exceder à capacidade de um motorista e dois passageiros que fizerem uso de máscaras, exceto nos casos de pessoas da mesma família, como ainda fica liberado o transporte de mototáxi. A farmácia, a distribuição e a comercialização de gêneros alimentícios, tais como supermercados, atacarejos, açougues, padarias, armazéns e estabelecimentos congêneres poderão continuar a funcionar, desde que com a limitação de 40% da capacidade total e marcação da quantidade de pessoas permitidas, esteja fixada na entrada do local de forma visível. Sobretudo, será permitida a entrada nos supermercados, hipermercados e congêneres de apenas um membro da família, cabendo aos gestores dos estabelecimentos o devido controle. Na nova determinação foram liberados os transportes intermunicipais que funcionarão com 50% da capacidade de passageiros em qualquer horário. Ainda, por esse período de quatro dias, continua proibida a abertura de balneários, boates, casas de shows e congêneres, inclusive o aluguel de propriedades ou edificações com a mesma finalidade, bem como a realização de festas privadas, independente da fase em que o município se encontre, como também atividades recreativas coletivas, compreendendo esportes em geral, bem como atividades em vias públicas que acarretem aglomeração. Já os servidores, empregados públicos e estagiários em teletrabalho deverão permanecer em ambiente domiciliar, evitando contato externo, sob pena das sanções impostas no Código Penal e as demais penalidades administrativas. Aquele que não detenha de condições de atuação nesta modalidade, como não atender o desempenho funcional, poderá ser concedida antecipação de férias. Cumpre ressaltar que os casos omissos no decreto serão supridos pelo Decreto n° 25.470, de 2020. Por Revista Imagem | Texto: Emanuelle Pontes

  • Vilhena tem mais 2 mortes e 100 novos casos de covid-19 nesta terça-feira

    Vilhena registrou mortes por covid-19 pelo 9ª dia consecutivo. Somente em janeiro 42 pessoas em tratamento morreram no município. Revista Imagem - Vilhena-RO | 27/01/2021 - 07:29 Nesta terça-feira (26) Vilhena registrou mais 2 mortes de pacientes em tratamento contra a covid-19 . Os óbitos foram de 2 mulheres (66 e 82 anos) moradoras do município. Vilhena registrou mortes por covid-19 pelo 9ª dia consecutivo. Nos últimos 17 dias, só não foi registrado óbito por covid-19 no dia 17. Somente nos primeiros 26 dias do ano, 42 pessoas, sendo 33 vilhenenses, vieram a óbito em Vilhena por causa da covid-19, o que corresponde a 32,3% do total de mortes registradas nos 296 dias de pandemia no município. Até agora foram registrados 130 óbitos provocados pela doença na cidade (foram 109 óbitos de vilhenenses e 21 de moradores de outras cidades). Ontem também foram registrados mais 100 infectados pelo coronavírus elevando o número total de diagnósticos para 6.843. O mês de janeiro já corresponde com 28,8% dos casos registrados em todo o período de pandemia no município: são 1.971 casos de covid-19 nesses 26 dias. Segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura de Vilhena, o número de casos ativos (pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros) caiu de 879 para 790. São 6.053 pacientes recuperados da doença até agora. O município já vacinou 580 pessoas contra o coronavírus. O plano de vacinação vilhenense pode ser acessado aqui. Até a noite de ontem, 30 pacientes estavam internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 23 de Vilhena. Destes, 15 estão na UTI, sendo 10 intubados. A taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 80% (sendo 100% na UTI e 75% nas Enfermarias). Rondônia e Brasil Já em Rondônia foram contabilizadas 22 mortes e 1.239 novos casos de covid-19. No total o estado tem 2.149 óbitos e 119.336 casos confirmados. No Brasil o total de pessoas que morrem de covid-19 desde o início da pandemia no país chegou a 218.878. O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia subiu para 8.933.356. Somente ontem foram registradas 1.214 mortes e 61.963 novos infectados. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana

  • Intubado há 21 dias, vilhenense vence a covid-19 e deixa a UTI em Cuiabá

    O comerciante Claudinei Corozzola estava internado na capital mato-grossense desde o dia 30 de dezembro. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 16:26 O comerciante Claudinei Corozzola recebeu alta da UTI do Hospital Santa Rosa, em Cuiabá, nesta terça-feira (26). Ele estava internado na capital mato-grossense desde o dia 30 de dezembro, onde permaneceu em coma e intubado até o dia 20 de janeiro, devido a complicações da covid-19. Claudinei continuará internado no hospital, porém na enfermaria, em observação. Segundo sua esposa Eliz Kameya, ele passou meio dia respirando sem necessidade de balão de oxigênio, mantendo a saturação em bons níveis. "Vencemos a covid", disse emocionada. "Quero agradecer a todos que estiveram conosco em oração", completou. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana

  • RO fraudou número de vagas de UTI para evitar decreto de isolamento, diz MP

    A denúncia foi feita pelo Ministério Público estadual, que inicia hoje um inquérito civil público para aprofundar as investigações. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 14:25 O governo de Rondônia incluiu leitos clínicos e de UTI (unidades de terapia intensiva) inativos em relatórios diários de ocupação de hospitais com pacientes com covid-19 durante os meses de dezembro e janeiro. O objetivo teria sido o de evitar que, por falta de leitos, o estado fosse obrigado a decretar medidas de isolamento social mais rígidas. Hoje, Porto Velho enfrenta um colapso na saúde pública pelo excesso de casos e precisa transferir pacientes por falta de vagas em unidades. A denúncia foi feita pelo MP (Ministério Público) estadual, que inicia hoje um inquérito civil público para aprofundar as investigações e apontar os responsáveis pela inclusão dos números nos documentos. O site procurou ontem, no fim da tarde, o governo de Rondônia para que se posicionasse sobre a apuração, mas até o momento não obteve retorno. Se enviado, seu posicionamento será publicado. Os dados incluídos nos relatórios se referem a 30 leitos de UTI e 23 clínicos do Hospital de Campanha da Zona Leste, que foi desativado em 14 de outubro, ao fim da primeira fase da pandemia. No local, hoje, até existem camas e equipamentos, mas não há médicos para abrir os leitos aos pacientes. Para poder camuflar os dados do relatório eles continuavam lançando esses leitos, mesmo estando inativos. E não só estavam inativos, como não havia nem sequer a possibilidade de ativá-los a qualquer momento por absoluta falta de profissionais médicos. Em vídeo divulgado ontem pela assessoria de imprensa, o secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, confirma —sem citar local— que possui leitos que não podem ser operados por falta de profissionais. "Seguimos aguardando médicos, porque temos leitos de UTI prontos com todos os equipamentos e demais profissionais aguardando somente os médicos", afirma. Estado entrou em colapso Sem medidas de isolamento mais rígidas entre dezembro e janeiro, o estado viu o número de casos crescer e enfrenta hoje um colapso na rede pública de saúde. Há ainda fila de espera de pacientes, que aguardam uma vaga em um hospital para iniciar o tratamento. "As adulterações já evidenciadas fizeram com que perdêssemos tempo precioso para nos prepararmos para o pior", afirma Guimarães. O promotor explica que, logo que assumiu as promotorias de saúde no dia 20 de dezembro, detectou que os relatórios diários apontavam mais leitos do que a rede possuía. A partir daí, o MP iniciou um monitoramento dessas divulgações. Guimarães conta que, no dia 1º, teve uma "segunda evidência" de que a fraude no número de leitos estava ocorrendo. "O promotor de plantão detectou duas ou três pessoas na fila de espera na madrugada, sendo que no relatório diário apontava a existência de 15 leitos vagos. Foi quando eu conversei com o secretário [de Saúde, Fernando Máximo] e falei: 'Olha, tem alguma discrepância aí. Os leitos que os senhores indicam no relatório diário não estão coincidentes com a realidade.' Eu inclusive o alertei da consequência do crime de falsidade ideológica. Eles estavam adulterando um relatório que poderia levar, de uma hora para outra, o nosso estado a uma situação caótica, a exemplo de Manaus", diz. Fraude seria para evitar medidas Para o promotor, a fraude teve como objetivo principal evitar que a cidade de Porto Velho regredisse de fase nas medidas de isolamento. Segundo o plano estadual de medidas, quanto maior a ocupação de UTIs, mais ações de isolamento são previstas. "Procurei o secretário de novo e fiz outro alerta: vocês estão adulterando o relatório para não ter que regredir Porto Velho, ou seja, para não contrariar os interesses dos comerciantes, dos empresários. Foi quando eu dei um 'xeque-mate' neles. Eu falei: os senhores vão responder por falsidade ideológica se continuarem adulterando o relatório", assegura. Com os dados de leitos ampliados artificialmente, no dia seis de janeiro o governo do estado fez uma reunião com seu comitê para reclassificar Porto Velho —que ali já apresentava alta de casos de covid-19. Eles, aproveitando-se dos resultados fraudados, regrediram Porto Velho apenas para a fase dois, que permite ficar quase tudo aberto. Naquele dia, com os dados fraudados, estava 67% de ocupação dos leitos, contando os 30 leitos. Se tirássemos os leitos fraudados, iria para ocupação de UTI de 87,5%, o que teria levado automaticamente para a fase um —e era isso que eles não queriam. No dia seguinte à reunião, diz o MP, o estado corrigiu os dados nos relatórios. "Eles fizeram isso depois da decisão da mudança de fase. Foi quando eu percebi e falei: 'Nossa, isso é gravíssimo'", conta. Diante da explosão de novos casos, um decreto com isolamento social restritivo foi publicado apenas no último dia 16, quando o governo regrediu Porto Velho para a fase 1. "Antes disso, nós nos reunimos novamente, e eles regrediram para a fase um após a cobrança do MP. Só que daí já era tarde demais", revela. Por Revista Imagem | Fonte: UOL

  • Semas realiza reforma no centro médico do Centro do Idoso

    Reparos estão sendo realizados pelos próprios servidores da Secretaria e darão mais conforto a idosos quando retornarem as atividades. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 14:30 Os servidores da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) estão realizando nesta semana pequenos reparos no centro médico do Cati (Centro de Atendimento ao Idoso), em parceria com as secretarias municipais de Trânsito, que doou a tinta específica para a pintura nas calçadas, e de Educação, que disponibilizou massa corrida e tinta para as paredes. A ação tem como principal objetivo oferecer um ambiente mais confortável aos idosos assim que os atendimentos no local retornarem. A coordenadora do Centro, Cleivete Lucas, explica que, após os reparos, apenas o atendimento médico voltará a funcionar. “Devido à pandemia do novo coronavírus os atendimentos do Cati estão suspensos, com isso iniciamos uma pequena forma no centro médico para que, pelo menos, os atendimentos médicos sejam realizados. Lembrando que apenas essa atividade será retomada, por ser essencial. As outras infelizmente, só poderemos reativar quando as restrições de Saúde permitirem”, explicou a Cleivete. A coordenação do Cati está analisando também detalhes no orçamento e abrindo processo para que reforma geral no ambiente de todos os atendimentos. Ao final desses reparos feitos nesta semana, o Centro emitirá um comunicado informando como será a retomada dos atendimentos médicos para a terceira idade. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Prefeitura fará tomada de preço para construção do Centro de Castração de Vilhena

    Unidade vai incluir diversas salas de atendimento e deve reduzir a população de cães soltos nas ruas. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 14:30 No dia 1° de fevereiro está prevista para acontecer a tomada de preço para a construção do Centro de Castração Municipal de Vilhena, a ser coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semus), que visa controlar a população animal de rua e prevenir algumas doenças importantes para a saúde pública. A obra tem um valor estimado de R$ 349 mil e terá diversas salas de atendimento. “Agradeço ao deputado estadual Luizinho Goebel que destinou o recurso para a implantação dessa unidade tão importante para a cidade. É anseio de diversas entidades e pessoas que amam seus cães e gatos que a cidade, de fato, consiga controlar a população de rua de animais. O local deve começar a atender este ano e poderemos ver a cada ano uma redução na quantidade de animais soltos que causam acidentes, transmitem doenças e atacam pessoas”, explica o prefeito Eduardo Japonês. O projeto do centro envolve um pavimento térreo com área de 133,6 metros quadrados, que será composto por salas de cirurgia, esterilização e higienização, bem como depósitos, copa, sala de pré e pós-operatório, consultório, recepção e banheiros. Luizinho Goebel lembra que esta a iniciativa “certamente terá impacto positivo na sociedade vilhenense e colocará Vilhena num patamar mais elevado no que diz respeito ao sistema sanitário”. A emenda foi destinada no fim de 2019 e após a elaboração e revisão do projeto em 2020 pela Secretaria Municipal de Planejamento, agora a licitação deve acontecer para que as obras possam começar neste ano. A empresa que for contratada tem o prazo previsto para a execução de 150 dias corridos, após a emissão da ordem de serviço. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Bolsa família tem atendimento suspenso, mas benefício continuará sendo pago

    Portaria do Ministério da Cidadania suspendeu atendimento presencial por 90 dias. Em Vilhena atendimento será por WhatsApp. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 14:25 O Ministério da Cidadania publicou portaria no dia 15 de janeiro suspendendo todos os atendimentos presenciais do Bolsa Família e Cadastro Único por 90 dias em todo o país devido à pandemia do novo coronavírus. Mesmo assim, o Governo Federal garante que nenhum benefício será bloqueado. O secretário de Assistência Social, Rafael Reis, explica que o recadastramento, feito anualmente na Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), não será realizado neste período. “O pagamento é suspenso quando o cadastrado apresenta alguma ocorrência do tipo: falta na escola, falta na pesagem do posto de saúde e atualização do Cadastro Único, mas neste momento delicado o Governo Federal suspendeu essas atualizações e com isso, durante esse período, o benefício não será cortado pela falta desses itens”, explica Rafael. Depois desses 90 dias, caso a situação ainda esteja crítica, serão utilizados os dados mais recentes disponíveis da Taxa de Atualização Cadastral (TAC) e da Taxa de Acompanhamento da Frequência Escolar (TAFE), mantendo suspensa a atualização da Taxa de Acompanhamento de Saúde (TAS), por mais 90 dias. Para mais informações a Semas disponibilizou o número 3321-1232 como Whatsapp oficial da secretaria para atendimento on-line no setor do Bolsa Família. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV

  • Após doações ao Amazonas, governadores pedem vacinas para Rondônia e Pará

    Sistema de saúde dos dois estados também está prestes a entrar em colapso. Proximidade com o Amazonas também preocupa. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 08:45 Após um acordo entre governadores garantir para o Amazonas, 5% a mais de doses de vacina contra covid. Os estados do Pará e Rondônia pediram que o Ministério da saúde também libere uma remessa extra do imunizante para ajudar no combate à doença. Isso porque o sistema de saúde dos dois estados também está prestes a entrar em colapso. Vários hospitais já registram falta de leitos e oxigênio, como aconteceu em Manaus. O governador do Piauí, Wellington Dias, que representa o Fórum de Governadores, explica que os estados criaram uma espécie de fundo de reserva ao doar 5% de suas doses para situações especiais. Ele defende que os estados recebam as doses, uma vez que o Amazonas já foi beneficiado com quantidade suficiente para imunizar 20% de sua população. Ele também chama a atenção para a proximidade do Pará e de Rondônia com o Amazonas, o que aumenta o risco de a cepa encontrada aqui está se disseminando pelos vizinhos. O Ministério da Saúde ainda não se pronunciou sobre o assunto, mas o governador do Piauí acredita que a liberação vai acontecer como uma espécie de "política nacional". Por Revista Imagem | Da Redação

  • Em Vilhena, PRF apreende 9 mil maços de cigarro contrabandeados

    Mercadoria, produzida no Paraguai, teria como destino a cidade de Ariquemes. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 08:24 A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Vilhena, durante fiscalização na BR 364, interceptou um veículo de carga, conduzido por um homem, que transportava cigarros ilegais no interior da cabine. A ocorrência foi registrada nesta segunda-feira (25). Conforme relatos do infrator, o carregamento foi realizado na cidade de Cascavel/PR e teria como destino final a cidade de Ariquemes. O condutor do veículo iria receber a quantia de R$ 2.500,00 para realizar o transporte ilegal. No total, foram apreendidos e encaminhados à Polícia Federal cerca de 450 pacotes de cigarro, somando 9000 maços, avaliados em aproximadamente R$ 45 mil, além do veículo utilizado para o transporte da mercadoria ilegal. Por Revista Imagem | Fonte: PRF

  • Começam hoje as inscrições para o Fies 2021

    De acordo com o MEC, este ano o Fies vai oferecer 93 mil vagas. Resultado será divulgado no dia 2 de fevereiro. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 08:10 Começam hoje (26) e vão até o dia 29 de janeiro as inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) 2021. De acordo com o Ministério da Educação (MEC), este ano o Fies vai oferecer 93 mil vagas As inscrições podem ser feitas no portal do Fies. O resultado da seleção será divulgado no dia 2 de fevereiro. Em caso de pré-seleção para uma vaga na chamada única do Fies, o candidato terá o período de 3 a 5 de fevereiro de 2021 para complementar sua inscrição. Quem não for pré-selecionado vai automaticamente para a lista de espera. A convocação por meio da lista de espera ocorrerá de 3 de fevereiro até 18 de março de 2021. Pelo regulamento do programa, os candidatos pré-selecionados na lista de espera deverão complementar a inscrição no prazo de três dias úteis, contados do dia subsequente ao da divulgação de sua pré-seleção no FiesSeleção. Criado em 1999, o Fies tem como meta facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas. Pode se inscrever no processo seletivo do Fies o candidato que participou do Enem, a partir da edição de 2010, e tenha obtido média aritmética nas provas igual ou superior a 450 pontos e nota superior a 0 na redação. Também é necessário ter renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos. O programa é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies tem regras específicas e funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros. Fies segundo semestre Ontem (25), o MEC publicou, no Diário Oficial da União, as regras para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao segundo semestre de 2021. O cronograma de seleção, entretanto, ainda será publicado em edital específico. A portaria dessa segunda-feira trata dos procedimentos e regras de oferta de vagas pelas instituições de educação superior, seleção das vagas a serem ofertadas, inscrição dos candidatos, classificação e pré-seleção dos candidatos, complementação da inscrição pelos candidatos pré-selecionados e redistribuição das vagas entre os grupos de preferência. Por Revista Imagem | Texto: Luciano Nascimento

  • Mundo perdeu 255 milhões de empregos na pandemia

    OIT estima que a renda caiu em US$7 trilhões em todo o mundo, o equivalente a 8,3% da renda global do trabalho, ou 4,4 %do PIB global. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 08:05 Um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) mostrou que a pandemia de covid-19 causou a perda de 8,8% das horas de trabalho em todo o mundo, o equivalente a 255 milhões de empregos em tempo integral. O cálculo da OIT foi feito em horas de trabalho perdidas, considerando as jornadas de trabalho reduzidas e também aquelas pessoas que perderam o emprego. A comparação foi com o último trimestre de 2019. A OIT estima que a renda caiu em US$7 trilhões em todo o mundo, o equivalente a 8,3% da renda global do trabalho, ou 4,4 % do Produto Interno Bruto (PIB) global. As mulheres foram mais afetadas que os homens na pandemia. Para elas, a perda de emprego ficou em 5% e, para eles, em 3,9%. Entre os jovens, também houve forte impacto, ou por saírem do mercado de trabalho, ou por adiarem sua entrada nele. A perda de emprego entre os jovens (15-24 anos) foi de 8,7% e de 3,7 % na população adulta. De acordo com o relatório, 71% das perdas de emprego ocorreram por causa da inatividade, e não pela falta de vagas. Ou seja, 81 milhões de pessoas deixaram o mercado por não conseguirem trabalhar, seja por restrições impostas durante a pandemia, seja por terem parado de procurar uma ocupação. No total, 114 milhões de pessoas foram afetadas. Setores Os setores mais afetados foram os de hospedagem e alimentação. Nas duas áreas, houve redução de mais de 20% do emprego. Os setores do varejo e da indústria aparecem em seguida. Por outro lado, houve aumento de emprego nos setores de informação e comunicação e finanças e seguros nos segundo e terceiro trimestres de 2020. Recuperação As últimas projeções da OIT mostram que “a maioria dos países experimentará uma recuperação relativamente forte no segundo semestre do ano”, considerando o início da vacinação em vários países. A entidade apresentou três cenários, um pessimista, um otimista e um de referência. No cenário pessimista, de vacinação lenta, a jornada de trabalho diminuiria 4,6%, enquanto no cenário otimista, a queda seria de 1,3 %. No cenário de referência (que se baseia nas previsões do Fundo Monetário Internacional de outubro de 2020), projeta-se perda de 3% das horas de trabalho globalmente em 2021 (em comparação com o quarto trimestre de 2019), o que equivale a 90 milhões de empregos em tempo integral. Tudo dependerá de a pandemia estar sob controle e de haver uma renovada confiança entre consumidores e empresas, alerta a Organização Internacional do Trabalho. A OIT faz recomendações para a recuperação do emprego, entre as quais destacam-se a manutenção de “políticas macroeconômicas flexíveis” em 2021 e em anos subsequentes, com incentivos fiscais e a adoção de medidas que estimulem a renda e o investimento; e a adoção de medidas específicas de apoio aos setores mais afetados e promoção do emprego nos setores em que os avanços são mais rápidos. Por Revista Imagem | Fonte Agência Brasil

  • Máscaras e isolamento continuam essenciais, dizem especialistas

    Especialistas reforçam recomendação: vacinados também usam máscara. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 07:58 O início da vacinação no Brasil e em outros países não significa que as pessoas devem retomar uma rotina semelhante à de antes da pandemia. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) já indicou que a imunização de rebanho pela vacinação não deverá ser atingida em 2021. A declaração foi feita este mês pela dra. Soumya Swaminathan, da OMS. “Mesmo que as vacinas comecem a proteger os mais vulneráveis, não atingiremos nenhum nível de imunidade na população ou imunidade de rebanho em 2021. Mesmo que aconteça em alguns países, não vai proteger as pessoas ao redor do mundo”, disse ela, em entrevista coletiva, no dia 11 de janeiro. Soumya elogiou o esforço dos cientistas na produção de não apenas uma, mas várias vacinas contra a covid-19, algo que, na sua opinião, era impensado há um ano. Ela acrescentou que as medidas de contenção da pandemia devem continuar sendo praticadas até o fim deste ano, “pelo menos”. Esse raciocínio é acompanhado por especialistas aqui no Brasil. Segundo eles, a população não pode relaxar porque a vacinação começou. “Quando observamos nossa realidade no Brasil e as dificuldades que estamos tendo, a gente realmente passa a pensar que isso [o fim da pandemia] vai ser talvez em 2022 e olhe lá”, disse a médica infectologista e professora de medicina Joana D'arc Gonçalves. “A gente está vendo a guerra que é com essas poucas doses disponíveis no Brasil e nem temos a perspectiva de ter mais doses, por causa de todos esses conflitos, as dificuldades internacionais”, acrescentou. Ela lembra que as vacinas apresentam particularidades que, de uma forma ou de outra, são entraves para sua distribuição. Seja uma necessidade de armazenamento em temperaturas muito baixas, seja a dificuldade de produção de insumos aqui no país. A médica recomenda que a população não veja a chegada da vacina como algo muito próximo e mantenha os cuidados tomados em 2020. “A gente teve uma gota de esperança neste oceano de problemas. Temos que segurar a nossa onda, saber que o insumo existe, mas que precisaremos de um pouco mais de paciência. Não é tão fácil produzir rapidamente [uma vacina]”. Vacinados e com máscara De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Juarez Cunha, a imunização de rebanho só deverá ser alcançada se o mínimo de 60% da população estiver vacinada. Mas ele destaca que, mesmo que o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Sistema Único de Saúde (SUS) seja sólido e consigamos vacinar parte da população brasileira até o fim do ano, o vírus ainda estará em circulação. E faz um alerta: mesmo os vacinados devem continuar adotando isolamento social, álcool em gel e máscara. “Nenhuma vacina é 100% eficaz. Com a vacina, a pessoa tem uma chance muito grande de se proteger das formas moderadas e graves, mas não elimina a possibilidade de contrair a doença. Estando com a doença, ela vai transmitir para outros. Não dá para correr esse risco”. Existe ainda o componente social dessa medida. Se todas as pessoas vacinadas pararem de usar máscara, isso pode, na visão de Cunha, desmobilizar a população como um todo para o uso dessa barreira contra a covid-19. Veremos mais pessoas sem máscara, estimuladas pelos vacinados. “E como as pessoas vão saber se aquela pessoa já foi vacinada?”, questiona. Além disso, mesmo que parte da população do país se vacine ainda este ano, existirão “bolsões de vulneráveis”. São comunidades, bairros ou grupos de pessoas com poucos ou nenhum vacinado, onde haverá circulação do vírus. Esse conceito pode ser reproduzido em escala mundial. Afinal, em um cenário onde ainda há pouca vacina disponível, os países que saem na frente são os que têm mais dinheiro para comprá-las mas, em algum momento, os demais entrarão na partilha. “Para termos uma proteção coletiva, precisamos ter ótimas coberturas vacinais em todos os países. Isso vai levar um tempo porque os países mais pobres terão que receber muitas vacinas no momento em que elas começarem a ser distribuídas para eles. Essas vacinas vão demorar ainda mais, provavelmente começam a ser distribuídas no segundo semestre”, analisou o presidente da SBIm. Cunha reiterou a importância dessas medidas “não farmacológicas”, como uso de máscara, distanciamento social e higienização constante das mãos. Medidas simples, mas eficientes, no combate ao novo coronavírus. “São as únicas medidas que temos até agora que demonstram que diminuem a doença, a hospitalização e a morte. Independentemente de começarmos a vacinar, de vacinar um percentual grande da população, vamos ter que continuar com essas medidas por muito tempo”. Imunização de Rebanho Especialistas estimam que para tirar um vírus de circulação, é necessário ter em torno de 60% a 70% de pessoas vacinadas. “Depende da eficácia da vacina”, diz Joana D'arc. “Quanto maior a eficácia, pode-se até ter um número de imunizados menor que 70%”. Por meio da vacinação em massa, o Brasil já conseguiu imunizar sua população contra uma série de doenças perigosas. Varíola, sarampo, rubéola, caxumba e meningite são alguns dos casos. A poliomielite, que ainda tem surtos em vários países, foi controlada no Brasil. No passado, inúmeras crianças morreram de catapora, hoje controlada. “Teve país que erradicou o câncer de colo de útero só por meio da vacina contra o HPV”, destacou a infectologista. Por Revista Imagem | Texto: Marcelo Brandão

  • Mais 4 pacientes da Central da Covid-19 morrem em Vilhena

    Vilhena registrou mortes por covid-19 pelo 8ª dia consecutivo. Nos últimos 16 dias, só não foi registrado óbito no dia 17. Revista Imagem - Vilhena-RO | 26/01/2021 - 07:56 Nesta segunda-feira (25) Vilhena repetiu o número de óbitos do domingo e registrou mais 4 mortes de pacientes em tratamento contra a covid-19 . Os óbitos foram de 1 homem (57 anos) e 2 mulheres (72 e 86 anos) moradores de VIlhena, e 1 uma adolescente (17 anos) moradora de Chupinguaia. Segundo a Secretária Municipal de Saúde da Prefeitura de Vilhena, o óbito da adolescente foi registrado no boletim Epidemiológico do Coronavírus seguindo o protocolo do Ministério da Saúde, no entanto, a equipe médica informou que o quadro de cetoacidose causada pela diabetes avançada da paciente já era bem grave quando de sua entrada na Central de Atendimento à Covid-19, tendo contribuído de maneira importante como causa do óbito. Vilhena registrou mortes por covid-19 pelo 8ª dia consecutivo. Nos últimos 16 dias, só não foi registrado óbito por covid-19 no dia 17. Somente nos primeiros 25 dias do ano, 40 pessoas, sendo 31 vilhenenses, vieram a óbito em Vilhena por causa da covid-19, o que corresponde a 31,3% do total de mortes registradas nos 295 dias de pandemia no município. Até agora foram registrados 128 óbitos provocados pela doença na cidade (foram 107 óbitos de vilhenenses e 21 de moradores de outras cidades). Ontem o número de novos casos voltou a subir. Foram registrados mais 113 infectados pelo coronavírus elevando o número total de diagnósticos para 6.743. O mês de janeiro já corresponde com 27,7% dos casos registrados em todo o período de pandemia no município: são 1.871 casos de covid-19 nesses 25 dias. Segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura de Vilhena, há atualmente no município 879 casos ativos, ou seja, são pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. São 5.864 pacientes recuperados da doença até agora. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,58%, A do estado é de 1,80% e a do país é de 2,48%. Até a noite de ontem, 32 pacientes estavam internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 25 de Vilhena. Destes, 12 estão na UTI, sendo 8 intubados. A taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 80% (sendo 80% na UTI e 76% nas Enfermarias). Rondônia e Brasil Já em Rondônia foram contabilizadas 17 mortes e 996 novos casos de covid-19. No total o estado tem 2.128 óbitos e 118.097 casos confirmados. No Brasil o total de pessoas que morrem de covid-19 desde o início da pandemia no país chegou a 217.664. O número de pessoas infectadas desde o início da pandemia subiu para 8.871.393. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana

  • MEC anuncia regras para o Fies do segundo semestre de 2021

    Portaria foi publicada no Diário Oficial da União. Cronograma de seleção, entretanto, ainda será publicado em edital específico. Revista Imagem - Vilhena-RO | 25/01/2021 - 17:52 O Ministério da Educação publicou hoje (25), no Diário Oficial da União, as regras para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao segundo semestre de 2021. O cronograma de seleção, entretanto, ainda será publicado em edital específico. A portaria desta segunda-feira trata dos procedimentos e regras de oferta de vagas pelas instituições de educação superior, seleção das vagas a serem ofertadas, inscrição dos candidatos, classificação e pré-seleção dos candidatos, complementação da inscrição pelos candidatos pré-selecionados e redistribuição das vagas entre os grupos de preferência. Para ter acesso ao fundo, é necessário ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos e ter participado de uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010, obtendo no mínimo 450 pontos na média das cinco provas do exame e não ter zerado a prova de redação. A seleção assegura apenas a expectativa de direito à vaga, já a contratação do financiamento está sujeita às demais regras e procedimentos de formalização do contrato. O Fies é o programa do governo federal que tem o objetivo de facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas aderentes ao programa. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies tem regras específicas e funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros. Por Revista Imagem | Texto: Andreia Verdélio

  • Arrecadação federal cai 6,91% em 2020

    Desonerações para enfrentar pandemia contribuíram para queda. Revista Imagem - Vilhena-RO | 25/01/2021 - 17:49 A queda da atividade econômica provocada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), aliada às desonerações para ajudar pessoas físicas e empresas, fez a arrecadação federal cair no ano passado. Segundo a Receita Federal, a União arrecadou R$ 1,479 trilhão em 2020, recuo de 6,91% em relação ao ano anterior, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O valor veio acima do esperado pelas instituições financeiras. Segundo o relatório Prisma Fiscal, pesquisa mensal divulgada pelo Ministério da Economia, os analistas de mercado esperavam que a arrecadação fechasse 2020 em R$ 1,461 trilhão. Com o resultado em 2020, a arrecadação federal registrou o nível mais baixo desde 2010, em valores também corrigidos pelo IPCA. Apesar da queda no acumulado do ano, a arrecadação federal reagiu em dezembro. No mês passado, a União arrecadou R$ 159,065 bilhões, com alta de 3,18% em relação a dezembro de 2019. O resultado foi o melhor para o mês desde 2013, descontada a inflação. O valor foi superior ao projetado pelas instituições financeiras, que estimavam arrecadação de R$ 150,068 bilhões, de acordo com o Prisma Fiscal. Fatores A Receita Federal listou quatro fatores para explicar a queda na arrecadação no ano passado. O primeiro foi a crise econômica decorrente da pandemia do novo coronavírus. Nos 12 meses terminados em novembro de 2020, fator levado em conta para a arrecadação de dezembro, a produção industrial recuou 5,32%, a venda de bens caiu 1,07%, e as vendas de serviços encolheram 7,41%. Essas retrações impactam a arrecadação de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), relacionado ao desempenho da indústria, e do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), relacionados às vendas. A receita de IPI caiu 7,01%; e a de PIS/Cofins, 11,92%, no ano passado, descontado o IPCA. O aumento do desemprego reduziu em 7,16% a arrecadação da Previdência Social em 2020, também descontada a inflação. O segundo fator que contribuiu para a queda da arrecadação foi o crescimento nominal (sem correção pela inflação) de R$ 62,1 bilhões nas compensações tributárias no ano passado. Por meio das compensações, os contribuintes abatem tributos a mais pagos anteriormente. Antes da pandemia, várias empresas pagaram Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) baseadas em previsões de lucros que não se cumpriram. Dessa forma, conquistaram direito a desconto nos pagamentos seguintes. Adiamentos O terceiro fator foram os adiamentos do pagamento de tributos nos primeiros meses da pandemia. O governo permitiu o diferimento (adiamento) do recolhimento de até R$ 85 bilhões no ano passado. No entanto, segundo estimativas da própria Receita, R$ 20,76 bilhões que deveriam ter sido quitados até dezembro deixaram de ser pagos. O quarto fator que ajudou a derrubar a arrecadação em 2020 foi a redução a zero do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) em operações de crédito. Tomada para ajudar pessoas físicas e empresas durante a pandemia, a medida vigorou por cerca de oito meses e fez o governo deixar de arrecadar R$ 19,7 bilhões no ano passado. O pagamento atípico de R$ 8 bilhões de Imposto de Renda e de CSLL em 2020 reduziram a perda, mas não em ritmo suficiente para reverter a queda na arrecadação. Por Revista Imagem | Texto: Wellton Máximo

  • Brasil tem quase 30 mil novos casos de hanseníase por ano

    19% dos casos estão na Região Norte; Semana Mundial de Luta contra a doença começa hoje. Revista Imagem - Vilhena-RO | 25/01/2021 - 17:45 Manchas brancas ou avermelhadas pelo corpo, sensação de dormência e não sentir calor ou frio são sintomas de uma doença que tem cura, mas ainda é estigmatizada e negligenciada por muitos brasileiros: a hanseníase. No Brasil, foram 312 mil novos casos registrados nos últimos dez anos, o que coloca nosso país na segunda posição no ranking mundial da doença, atrás da Índia. Aqui, a média é de 30 mil novos casos por ano. O número vem se mantendo com uma discreta queda, mas ela ainda não é considerada significativa para se dizer que a doença está em declínio, destacou o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Heitor Gonçalves, em entrevista à Agência Brasil. Atenção aos sintomas O presidente da SBD, diz que, mesmo áreas sem manchas, em que a pessoa se queime e não perceba, ou que se machuque e não sinta dor, indicam falta de sensibilidade no local. Isso é provocado por lesões nos nervos causadas pela hanseníase. “Esses casos de mancha, dormência ou insensibilidade são suspeitos e necessitam formalmente de uma assistência para diagnóstico médico clínico”, observou. O período de incubação da hanseníase, desde o momento em que a pessoa entra em contato com a micróbio até a doença aparecer, vai de dois até dez anos pois a bactéria responsável pelos sintomas se multiplica muito lentamente. Por isso, a doença atinge muitas crianças e jovens. “Quanto mais jovem a pessoa, mais anos ela vai viver e mais chances tem de adoecer”, afirma Gonçalves. Do total dos 312 mil registros feitos de 2010 até 2019, 30% foram diagnosticados com algum grau de incapacidade física, ou seja, apresentavam perda de força ou da sensibilidade ou ainda deformidades visíveis nas mãos, pés ou olhos, o que compromete o trabalho ou a realização de atividades do dia a dia, alertou o especialista. Para o presidente da SBD, Mauro Enokihara, a detecção e o tratamento precoces da doença são fundamentais para que o paciente possa se tratar e não apresente sequelas, além de diminuir a chance de transmissão para outras pessoas, em especial aquelas com as quais convive. Incidência e transmissão Heitor Gonçalves explicou que o maior fator de risco para a hanseníase são condições socioeconômicas de aglomerações. Um exemplo são as deficiências de habitação que fazem com que mais pessoas morem juntas e acabem transmitindo a doença por meio da tosse. A aglomeração no transporte é outro fator. Contribuem ainda o baixo nível educacional e a dificuldade de acesso a sistemas de saúde. Eles dificultam diagnóstico precoce e facilitam a transmissão. Gonçalves informou que a maior incidência da hanseníase no Brasil está nas regiões com menor índice de desenvolvimento humano (IDH). O maior número de casos novos identificados na última década está na Região Nordeste (43% do total, ou o equivalente a 132,7 mil pacientes). Em seguida, vêm o Centro-Oeste, com 20% dos casos; o Norte (19%); e o Sudeste (15%). Apenas 4% dos novos pacientes registrados nos últimos dez anos apareceram na Região Sul do país. O vice-presidente da SBD chamou a atenção, entretanto, que, no Rio Grande do Sul, se perdeu a cultura de buscar casos de hanseníase e de se divulgar a doença no estado. Com isso, pacientes chegam nos médicos para diagnóstico já com incapacidade física. “Essa é uma sequela da falsa eliminação”. Preconceito O presidente da SBD esclareceu que menos da metade dos pacientes com hanseníase transmite a doença, mesmo sem tratamento, porque mais de 50% têm imunidade razoável contra o micróbio. A transmissão também não é tão fácil como muitos pensam. Segundo Gonçalves, “o bacilo não salta de dentro da pele do doente para fora”. Isso significa que tocar a mão de uma pessoa doente não transmite hanseníase. É preciso que o doente tenha um ferimento na pele, bem como a outra pessoa, e que esses ferimentos se encontrem para que o bacilo passe de um para o outro. Por isso, o dermatologista afirmou que é difícil a transmissão pela pele. O principal fator de transmissão é a tosse, reiterou. De acordo com o Ministério da Saúde, a hanseníase acomete mais os homens do que as mulheres. Nos dez anos compreendidos entre 2010 e 2019, foram detectados 172.659 casos novos entre pessoas do sexo masculino e 139.405 em mulheres. Essa diferença, contudo, está diminuindo, indicou o vice-presidente da SBD. O que ocorre, “provavelmente, é que o homem ainda se expõe mais que as mulheres”, avaliou. Os homens, além disso, não têm costume de ir ao médico, como as mulheres. Considerando as classes sociais mais desfavorecidas, os homens saem mais do que as mulheres. “Esse talvez seja o motivo”, estimou o dermatologista Campanha Gonçalves afirmou que a SBD tem como princípio e missão resgatar seu papel na abordagem das doenças negligenciadas que acometem a pele. A principal delas é a hanseníase. Há também a leishmaniose, sífilis, entre outras. Em apoio à mobilização do Ministério da Saúde, os dermatologistas brasileiros farão circular entre médicos, pacientes e outros profissionais da saúde informações de utilidade pública preparadas por especialistas da SBD, descrevendo sinais e sintomas da hanseníase e orientando sobre onde buscar diagnóstico e iniciar o tratamento. A campanha do Janeiro Roxo, criada no Brasil em 2016, aborda também a necessidade de se combater o estigma e o preconceito contra as pessoas que têm a doença. O tratamento para a hanseníase é gratuito no país e oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os pacientes podem se tratar em casa, com supervisão periódica nas unidades básicas de saúde. A coordenadora do Departamento de Hanseníase da SBD, Sandra Durães, salientou que apesar de ser uma doença infecciosa que pode levar a incapacidades físicas, seu tratamento precoce promove a cura. Segundo enfatizou, a prevenção consiste no diagnóstico e tratamento precoces, porque isso ajuda a evitar a transmissão e o surgimento de novos casos. Por Revista Imagem | Texto: Alana Gandra

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