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  • Rondônia recebe mais vacinas contra a covid-19 para segunda dose

    Vacinas atenderão com a 2ª dose da AstraZeneca pessoas de 60 a 69 anos, e todos que necessitam completar a 2ª dose de CoronaVac. Revista Imagem - Vilhena-RO | 19/05/2021 - 07:44 O Governo de Rondônia recebeu nesta terça-feira (18), na Central Estadual da Rede de Frio, em Porto Velho, 51.200 doses de vacinas contra a covid-19, sendo 25.600 do laboratório Butantan/CoronaVac e 25.600 da Fio Cruz/AstraZeneca. Com a 23ª remessa de vacinas contra a doença enviadas pelo Ministério da Saúde (MS) ao Estado, o Poder Executivo alcançou o total de 578.968 doses distribuídas para todos os municípios rondonienses. Desse número já foram entregues 331.308 doses de CoronaVac, 235.950 AstraZeneca e 11.700 Pfizer. As vacinas vão atender com a 2ª dose da AstraZeneca para pessoas de 60 a 69 anos, e todos os grupos que necessitam completar o esquema vacinal com a 2ª dose de CoronaVac. A previsão de entrega para às Regionais de Saúde que atendem os 52 municípios é nesta quarta-feira (19). Segundo o mapa de distribuição da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), a Regional de Ji Paraná receberá 12.010 doses; Cacoal 5.600 doses; Vilhena 5.070 doses; Ariquemes 7.330 doses; Rolim de Moura 6.050 doses e Porto Velho 15.140 doses. A diretora-geral da Agevisa, Ana Flora Camargo Gerhardt, anunciou que nesta quarta-feira (19) Rondônia receberá mais 4.680 doses da vacina da Pfizer/BioNTech, que segundo determinação do Ministério da Saúde (MS) serão distribuídas para capital. Gestantes e puérperas Ana Flora Camargo Gerhardt afirmou que em atendimento a orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Ministério da Saúde permanece suspensa a aplicação de vacina AstraZeneca em gestantes e puérperas, “no entanto as demais vacinas CoronaVac e Pfizer podem ser aplicadas em gestantes e puérperas com comorbidades”. A diretora orientou que em caso de atendimento de 100% de outros grupos prioritários, as vacinas para esse público devem ser priorizadas, inclusive com reserva da 2ª dose. Por Revista Imagem | Texto: Aurimar Lima

  • Idosa recebe 3ª dose da CoronaVac no lugar da vacina contra gripe em Vilhena

    Família teme que erro atrapalhe saúde da mãe. Idosa chegou a passar mal, mas teve melhora. Revista Imagem - Vilhena-RO | 19/05/2021 - 07:52 A idosa Juraci Rocha, de 82 anos anos, foi tomar a vacina contra Influenza em Vilhena, mas acabou recebendo a dose da CoronaVac pela terceira vez. A filha, Luziani Rocha, registrou um boletim de ocorrência na segunda-feira (17) denunciando o caso. Segundo a família, a idosa tomou a primeira dose da vacina contra Covid no dia 13 de fevereiro e completou a proteção com a segunda dose no dia 13 de março. Em abril a idosa, sozinha, teria se programado para ser imunizada também com a vacina contra a gripe, mas a enfermeira aplicou outra vez a CoronaVac. "Registrei o boletim para que as coisas sejam mais controladas. Enquanto um está recebendo três doses, o outro está sem nenhuma. As vacinas são contadas e estão em falta. Saúde pública é coisa séria!", disse a filha. A denúncia foi feita quase um mês depois da terceira dose, pois a idosa começou a passar mal e a filha percebeu o erro no cartão de vacina da mãe. Na noite desta terça-feira (18) a idosa teve uma melhora e passa bem. "E se acontecer alguma coisa com a minha mãe? Graças a Deus ela está bem", comentou. O G1 entrou em contato com a assessoria da Prefeitura de Vilhena para saber se o caso é investigado e, até a última atualização desta reportagem, não obteve resposta. Por Revista Imagem | Fonte G1RO

  • Vilhena registra nova morte por covid-19 e mais 36 novos casos da doença

    Número de pacientes internados aumentou. Até a noite de ontem, 32 pacientes estavam internados na Central de Atendimento à Covid-19. Revista Imagem - Vilhena-RO | 19/05/2021 - 07:14 Vilhena registrou 1 óbito por covid-19 e 36 novos casos da doença nesta terça-feira (18). O óbito registrado foi de uma mulher de 45 anos, moradora de Vilhena. Os números totais desde o início da pandemia em Vilhena em 5/4/2020 são de 297 vítimas fatais da doença - 207 vítimas eram moradoras de Vilhena e 90 moravam em outros municípios. Já o total de pessoas infectadas é 11.318 casos. Segundo a prefeitura de Vilhena o número de casos ativos caiu de 524 para 401. Esses são casos de pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. O número de pacientes recuperados é de 10.709 pessoas. O município já vacinou 11.819 pessoas contra o coronavírus com a primeira dose e 5.996 pessoas com a segunda dose da vacina. Já o número de pacientes internados aumentou. Até a noite de ontem, 32 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 24 moradores de Vilhena. Destes, 18 estavam na UTI, sendo 11 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 100% na UTI já que 2 leitos estão bloqueados aguardando a transferência de pacientes e 41% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 5.527 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 222.676 pessoas. Nas últimas 24 horas foram registrados 26 mortes e 805 novos casos. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana

  • Abuso sexual infantil: como identificar, prevenir e combater

    Maio Laranja conta com campanhas, lives e cartilha atualizada. Revista Imagem - Vilhena-RO | 18/05/2021 - 14:36 Há exatos 48 anos, a pequena Araceli desapareceu em Vitória, no Espírito Santo. Só foi encontrada seis dias depois. Espancada, estuprada, drogada e morta. Seu corpo foi desfigurado com ácido. Os suspeitos foram absolvidos e o crime, arquivado. A data do assassinato ficou marcada e, no ano 2000, foi instituído o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, lembrado hoje (18). O assassinato brutal de Araceli é apenas a faceta de um crime que acontece diariamente dentro dos lares. Nem todos terão esses requintes de crueldade e nem todos serão cometidos por psicopatas ou pessoas fora da lei. A maioria deles vai ocorrer com quem já tem a confiança da criança. “Infelizmente o pedófilo, o abusador, ele está dentro de casa ou frequenta a casa ou faz parte do núcleo familiar em que aquele menor convive”, afirma Raquel de Andrade, presidente do Instituto Infância Protegida, organização não governamental (ONG) do Espírito Santo que dá amparo jurídico e psicológico a crianças, adolescentes e adultos vítimas de violência sexual. Foi exatamente o que aconteceu com M.C, hoje com 31 anos. “Não sei ao certo em qual idade começaram os abusos, tenho alguns flashes de cenas aos 8 ou 9 anos. Um amigo do meu pai, devia ter seus 60 anos, alcoólatra e fumante (digo isso porque o cheiro dele não esqueço) me pegava em um canto, em churrascos nos finais de semana, onde todos os adultos estavam, sem condições de zelar pelo bem-estar das crianças. Fazia isso comigo e com a minha irmã ao mesmo tempo”, lembra. Infelizmente, esse não foi o único episódio de abuso pelo qual ela passou: “Pouco tempo depois, um professor particular me dava aulas de violão em casa. Eu com 11, ele com 35. Ele me disse, depois de uma aula, que eu era muito bonita, que tinha um estilo legal e me pediu um beijo”, relata. Os abusos deixaram marcas. “Aos 11, eu me cortava e pensava bastante em suicídio”. Mesmo assim, seu pai não acreditou. Obrigou M.C. a conviver com o amigo abusador até que ele morresse. “Me levou ao velório, inclusive.” Aos 13, mais uma vez, M.C. foi vítima de quem mais confiava. Dessa vez, uma amiga, com 25 anos, que a convidou para passar a semana em sua cidade. “Quando cheguei, ela me mostrou vídeos pornôs e prostitutas na rua, me explicou o que era sexo porque eu ainda não sabia bem. Me oferecia bebidas e drogas, fazia com que eu me sentisse descolada e importante. Tive relações com o seu irmão, foi a minha primeira vez. Chorei assim que acabou.”, lembra. Depois disso, a amiga a convenceu a manter relações com outras pessoas. Mesmo traumatizada, M.C. acreditava que tinha se tornado adulta e experiente. Só anos depois, percebeu que havia sido aliciada. “Sinto que um pedaço de mim, que me trazia inocência e vivacidade, foi roubado antes que eu tivesse consciência dele”, lamenta. A presidente do Instituto Infância Protegida vai além quando diz que não existe perfil de abusador: embora a maioria seja do sexo masculino, mulheres também abusam, como babás, funcionárias de creche, mães, avós. “Um caso em especial que estamos cuidando é o de uma que mãe precisava trabalhar e deixou a criança com a avó. A avó estava abusando da criança”, conta. Para se ter uma ideia do volume de abusos, de 2011 ao primeiro semestre de 2019, foram registradas mais de 200 mil denúncias de violência sexual contra crianças e adolescentes, segundo dados da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, por meio do serviço Disque 100. Como perceber De acordo com Elaine Amazonas, assistente social e gerente de projetos na Bahia da ONG Plan International, que promove os direitos das crianças, identificar os sinais de um abuso não é fácil pois, na grande maioria das vezes, o abusador não deixa sinais físicos. Segundo ela, é preciso estar atento às mudanças repentinas de comportamento: “Muitas vezes a criança se apresenta mais irritadiça, apresenta ansiedade, dores no corpo, na cabeça, barriga, sem uma explicação mais lógica. [Apresenta] alterações gastrointestinais. Raiva, rebeldia. Muitas crianças ficam mais introspectivas, não querem conversar, têm pesadelos constantes voltam a fazer xixi na cama, chupar dedos”, enumera. Raquel Andrade acredita que importantes formas de prevenção são a cumplicidade e o diálogo constante com os filhos: “Que os pais se esqueçam um pouco deles e se doem mais aos filhos. Tem pai que acha que é perder tempo sentar junto com o filho. Não é perder tempo, é qualidade de vida, é salvar o seu filho, é salvar a sua filha. Então senta, conversa, mostra os perigos que eles estão correndo. Quem sabe isso seja uma forma de evitar um mal pior”, diz. Ela orienta que, durante essas conversas, os pais expliquem às crianças que não é qualquer pessoa que pode tocar nelas, que não devem conversar com estranhos nem mesmo pela internet. A presidente do Instituto Infância Protegida lembra que hoje já existem aplicativos para computadores e dispositivos móveis que podem rastrear tudo que a criança vê e com quem ela conversa: “Os pedófilos muitas vezes se escondem atrás da tela de um computador, de um celular, de um tablet achando que internet é terra de ninguém. Então, a prevenção é muito importante”. Cartilha A Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do governo federal atualizou a cartilha com informações sobre abuso sexual. Nela constam informações como os conceitos de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, mitos e verdades sobre esses crimes, métodos do agressor e perfil das vítimas. “O conhecimento sobre a rede de proteção dos menores de idade também é muito importante para estabelecer o vínculo entre o Estado e a sociedade para o enfrentamento dos casos.”, diz o secretário nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maurício Cunha. A iniciativa é uma das ações do Maio Laranja, criado exatamente para incentivar a realização de atividades que possam conscientizar, prevenir, orientar e combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes durante todo o mês de maio. Como parte das ações programadas, ontem (17) o governo lançou o Programa Nacional de Enfrentamento à Violência Contra Crianças e Adolescentes. Tanto o Instituto Infância Protegida quanto a ONG Plan International estão com uma série de lives com profissionais para esclarecer os principais temas referentes ao abuso infantil. Ajuda O governo federal disponibiliza diversos de canais para atendimento às vítimas do abuso infantil. Entre eles está a Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, que funciona por meio do serviço Disque 100 e que conta agora com números no WhatsApp e Telegram (basta apenas digitar Direitoshumanosbrasilbot no aplicativo). “São aplicativos onde se pode passar áudios, fotos e vídeos. A vítima pode gravar os abusos e passar por esses canais. É uma forma de denunciar e inibir a ocorrência de mais casos.”, afirma Maurício Cunha. Outra forma de denunciar é buscar o conselho tutelar. Eduardo Rezende de Carvalho, conselheiro tutelar no Distrito Federal há cinco anos, conta como funciona o trâmite dessas denúncias. “A partir do registro, levamos ao conhecimento da autoridade policial para fazer o corpo de delito, depois identificamos o possível agressor, solicitamos ao Judiciário o afastamento como medida de proteção, caso se configure o fato, e encaminhamos ao programa de atendimento às vítimas”. Segundo o secretário, o Brasil dispõe de uma rede de proteção preparada e capaz de lidar com diversos graus de abusos e exploração sexual de meninos e meninas. “Desde o ano passado, 672 conselhos tutelares já receberam veículos zero quilômetro e equipamentos para a melhoria da infraestrutura no atendimento a crianças e adolescentes de todo o país. Os kits foram entregues pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) nas cinco regiões do país. O conjunto de equipamentos inclui, além dos automóveis, computadores, refrigerador, bebedouro, smart TV, ar condicionado portátil, cadeirinha para automóvel e impressora”, afirma. De acordo com a gerente de Projetos da Plan International, toda criança e todo adolescente que sofreram violência sexual precisam receber um acompanhamento psicológico para ajudá-los a entender e ressignificar o que aconteceu. “A gente precisa lembrar o tempo todo que a vítima não é a culpada”, diz. Segundo ela, cada criança vai reagir de uma forma. Algumas terão o poder de se refazer, conseguindo deixar o trauma para trás, e outras vão apresentar problemas psiquiátricos, psicológicos, terão dificuldades em suas relações interpessoais. “Nenhuma criança ou adolescente passa por isso incólume”, diz. Por Revista Imagem | Texto: Luciano Nascimento

  • Saúde diz que já distribuiu 90 milhões de doses de vacina contra covid

    A produção de imunizantes contra a covid-19 no país, contudo, tem sofrido com a falta de ingrediente farmacêutico ativo (IFA). Revista Imagem - Vilhena-RO | 18/05/2021 - 14:32 O Brasil atingiu hoje (18) a marca de 90 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 distribuídas no país, informou o Ministério da Saúde em mensagem no Twitter. Segundo a pasta, no período entre a última quinta-feira (13) e esta quarta-feira (19), o total é de 13 milhões de doses de vacinas distribuídas aos estados e municípios. Destas doses, 8,3 milhões são da AstraZeneca; 4 milhões, da CoronaVac e 647 mil,da Pfizer. De posse das vacinas, os estados são os responsáveis pela divisão e entrega dos lotes aos municípios.De acordo com o Ministério da Saúde, já foram enviadas doses para vacinação de 15 dos 28 grupos prioritários estabelecidos pelo Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 (PNO). Até agora, mais de 53,6 milhões de doses foram aplicadas. Produção A produção de imunizantes contra a covid-19 no país, contudo, tem sofrido com a falta de ingrediente farmacêutico ativo (IFA). Ontem (17), o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) informou que deve receber no próximo sábado (22) uma nova remessa de IFA para a produção de vacinas contra a covid-19. Os carregamentos do insumo são importados da China, onde são produzidos pela Wuxi Biologics. Após a próxima entrega, está prevista para o dia 29 deste mês a chegada de mais uma remessa. Com o desembarque dos dois carregamentos de IFA no Brasil, a Fiocruz afirma que estará garantida a entrega de vacinas ao Programa Nacional de Imunizações nas três primeiras semanas de junho. Já o Instituto Butantan informou que um carregamento de matéria-prima para a CoronaVac chegará ao Brasil no próximo dia 26 de maio. A produção de vacinas contra a covid-19 no Butantan está paralisada desde a última sexta-feira (14) por falta de insumos. Segundo o instituto, está prevista a chegada de um lote com 4 mil litros de IFA, suficientes para a produção de 7 milhões de doses da vacina contra covid-19. De acordo com a instituição, a falta de matéria-prima ocorreu por problemas burocráticos, provocados por declarações de membros do governo brasileiro sobre a China. Por Revista Imagem | Texto: Luciano Nascimento

  • Cadastro “Não Perturbe” será implantado em RO para bloqueio de telemarketing

    O projeto entrou em vigor em janeiro e a previsão é que, em meados de junho, o sistema operacional esteja em pleno funcionamento. Revista Imagem - Vilhena-RO | 18/05/2021 - 14:27 Foi pensando no consumidor, que o Governo do Estado de Rondônia, por meio do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) implementou as determinações atribuídas pela Lei nº 4.403, de 31 de outubro de 2018, que regulamenta o cadastro “Não Perturbe”, com a finalidade de bloqueio do recebimento de ligações de telemarketing, no Estado de Rondônia. O projeto entrou em vigor no mês de janeiro deste ano e a previsão é que, em meados de junho, o sistema operacional esteja em pleno funcionamento. O Procon está fazendo o preparo da estrutura lógica (compras de computadores e elaboração de um software que possa recepcionar esse sistema) e de recursos humanos, com o intuito de atender da melhor forma possível, a população em geral. De acordo com o coordenador, Ihgor Jean Rego, “o serviço impedirá as ligações inoportunas, de serviços de telemarketing”. Os consumidores passarão a contar com esse atendimento em breve, inicialmente de forma remota através do site (https://procon.ro.gov.br/), além do contato já existente, pelo telefone 151 e via WhatsApp (69) 98491-2986, para auxiliar o consumidor em qualquer dificuldade. “As ligações de hora em hora para venda de serviço ou produto tornou-se um grande inconveniente. O consumidor precisar dispor do seu tempo de trabalho, em família, estudo ou lazer e muitas vezes não deseja parar e atender um serviço de telemarketing. A ideia do cadastro é justamente evitar que o consumidor tenha esse dissabor”, declarou Jean Rego. Sobre o cadastro Assim que estiver disponibilizado, o consumidor poderá acessar a plataforma on-line do Procon e fazer o registro do número telefônico. As empresas serão notificadas sobre os números que devem evitar entrar em contato. O consumidor poderá exigir que a empresa deixe de fazer qualquer tipo de telefonema. “O consumidor irá declarar que não tem interesse de recebimento de qualquer tipo de ligação, seja para anúncios, vendas, produtos ou serviços”, esclareceu o coordenador. Caso a empresa, mesmo com o cadastro do consumidor realizado, retornar a fazer a ligação para o consumidor, poderá ser considerada uma infração, inclusive, com aplicação de multa pelo Procon. Posteriormente, o consumidor poderá, individualmente, pleitear algum tipo de indenização no Poder Judiciário em virtude da quebra de sossego. O Procon já entrou em contato com as empresas do Estado para informar sobre a regulamentação da Lei. No prazo máximo de 30 dias, após a efetuação desse cadastro do consumidor, as ligações são interrompidas. Na visão de Jean Rego, a perspectiva do impacto desse serviço para as empresas de telemarketing será mínima. “A divulgação desse cadastro é importante para que a população possa ter ciência do direito de exigir a interrupção das ligações”. Atendimento remoto Buscando primar pela saúde e segurança tanto do cliente quanto de seus colaboradores diante do cenário pandêmico, o Procon segue realizando os demais atendimentos, por agendamento e de forma remota. O consumidor pode buscar o atendimento remoto, iniciando o processo de sua própria casa, com a indicação do fornecedor e do problema acessando procon.ro.gov.br ou consumidor.gov.br. Por Revista Imagem | Texto: Jaqueline Malta

  • Governo de Rondônia debate retomada da economia com empresários de Vilhena

    Empresários e membros do setor econômico debateram assuntos voltados à economia do setor produtivo. Revista Imagem - Vilhena-RO | 18/05/2021 - 14:15 O Governo de Rondônia, por meio do Comitê de Desenvolvimento Socioeconômico das Ações de Recuperação Econômica do Estado, realizou no último dia 14 um encontro com os empresários vilhenenses para discutir medidas que possam impulsionar a economia e minimizar as dificuldades do setor empresarial da região. Coordenado pela Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), as reuniões estão sendo realizadas por todo Estado, em busca de entender as realidades locais e debater medidas que possam alavancar a economia e minimizar os impactos negativos causados pela pandemia no setor produtivo. A reunião aconteceu no auditório de uma cooperativa de crédito e contou com a presença do superintendente da Sedi, Sergio Gonçalves, e da coordenadora consultiva de indústria e comércio, Mirna de Bellis que, juntamente com o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Vilhena (Aciv), Dirceu Hoffmann, que representou os empresários locais, apresentou as principais preocupações do setor. Segundo o secretário regional do Governo em Vilhena, Nilton Gomes, o encontro foi muito produtivo e a presença do governador Marcos Rocha trouxe mais segurança aos empresários envolvidos no debate. O governador defendeu o diálogo com os grupos empresariais e, antes de se manifestar, fez questão de ouvir as demandas e a realidade do que o Cone Sul do Estado vem enfrentando. Destacou também que, desde o início da pandemia, foi contra o fechamento do comércio, “nosso maior objetivo é salvar vidas, mas também a economia e milhares de empregos. Com esse novo decreto não é para população deixar de se cuidar. Todos precisam ter consciência de que esse vírus mata e se todos fizerem sua parte, tudo vai correr bem. A economia não pode parar”. A agenda do comitê ainda seguirá pelo Cone Sul do Estado na próxima semana, realizando reuniões com empresários dos municípios de Colorado D’Oeste, Cabixi e Cerejeiras. Por Revista Imagem | Texto: Jesica Labajos

  • OPINIÃO| O desmonte da ciência

    Artigo de opinião por Gaudência Torquato, jornalista e professor titular da USP, consultor político e de comunicação. Revista Imagem - Vilhena-RO | 18/05/2021 - 14:08 É crise puxando crise. Mais uma se desenvolve, ameaçando jogar a ciência brasileira ou, em outros termos, seus entulhos, no fundo do poço. As instituições de ensino superior e técnico estão recebendo apenas 2,22% dos recursos anuais a que têm direito, deixando perplexos reitores das universidades federais, apavorando o alunado que recebe bolsas de iniciação científica, comprometendo a assistência estudantil, deixando pesquisadores frustrados ante a descontinuidade de suas tarefas, enfim, enterrando descobertas da ciência em profundo fosso. O desmonte é coisa nunca vista, o que, de pronto, lança a pergunta: alguém sabe o nome do ministro da Educação? É triste constatar que, em paralelo ao negacionismo com que nossos gestores públicos, a partir do mais poderoso, o presidente da República, administram a pandemia da Covid 19, assiste-se ao desmoronamento do ensino público no país. Os impactos podem ser sentidos não apenas nos cortes de recursos que paralisam atividades, mas na própria estética dos campi, como o da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que já foi celebrada como um centro de excelência em ensino e pesquisa, figurando entre as melhores do mundo. Eram os saudosos tempos da Universidade do Brasil. O que diriam deste descalabro alguns de seus reitores do passado, como Benjamin Franklin Ramiz Galvão, primeiro reitor da universidade e ex-membro da Academia Brasileira de Letras (ABL); o médico Raul Leitão da Cunha, o ex-ministro da Educação e Saúde Pedro Calmon; o também imortal da ABL Deolindo Couto; o ex-ministro da Educação Raymundo Augusto de Castro Moniz de Aragão; e o economista Carlos Lessa, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)? Teriam vergonha do Brasil. Que decepção ver que nem serviços de vigilância, limpeza e higiene são pagos por carência de recursos. A energia e a água ainda não foram desligadas por concessão das companhias. As rachaduras nos prédios e a falta de conservação assustam visitantes. Na Bahia, no Paraná, no Rio, as evidências de descaso até foram expostas, mas o feio retrato é o mesmo em todos os espaços ocupados por universidades federais. O que se pode alegar? Cortes para viabilizar o chamado “teto de gastos”. Mesmo assim, justifica-se esse corte brutal de gastos? A imagem é dura, porém necessária: para salvar a vida de uma pessoa, ao invés de amputar um dedo, um braço, extirpam-se as veias. É claro que não haverá salvamento. Assim agem os burocratas, esses que, em seus compartimentos na Esplanada dos Ministérios, com a lâmina afiada, cortam as veias do corpo nacional. Ora, a educação é a base matricial de uma Nação. Sem educação, não há processo civilizatório, não há avanços, progresso, vida saudável. Sem educação, um território deixa de ser Nação para continuar a ser um pedaço bruto de terra. A maior revolução de uma Nação é a da educação. Sem ela emerge aquela moldura descrita pelo filósofo argentino José Ingenieros: “em certos períodos, a nação adormece dentro do país. O organismo vegeta; o espírito se amodorra. Os apetites acossam os ideais, tornando-os dominadores e agressivos. Não há astros no horizonte, nem auriflamas nos campanários. Não se percebe clamor algum do povo; não ressoa o eco de grandes vozes animadoras. Todos se apinham em torno dos mantos oficiais, para conseguir, alguma migalha da merenda. É o clima da mediocridade....O culto da verdade entra na penumbra, bem como o afã de admiração, a fé em crenças firmes, a exaltação de ideais, o desinteresse, a abnegação — tudo o que está no caminho da virtude e da dignidade.” E onde está a esfera política nessa crise de mediocridade? Preocupada com outras coisitas que podem lhe render recompensas, retorno, resultados, votos. Verbas para comprar tratores, articulações para conseguir inserir emendas no Orçamento, participar de foros que conferem maior visibilidade midiática. Assim é a vida nos espaços da representação parlamentar. Será que suas excelências, em postos nos Ministérios, autarquias e casas congressuais, não devem nada ao motor educacional que impulsionou suas vidas? No momento de decidir, usam a balança do pragmatismo. Pensam: o que pode ser melhor para mim nesse momento? E assim, a ciência, mesmo sob loas e aplausos de alguns, acaba sacrificada por “outras prioridades”. O que diz o MEC? Os recursos, infelizmente, estão “condicionados”. Não podem ser usados. Ou seja, a educação está “condicionada”. A esta altura, alguém sabe responder à pergunta acima: como é mesmo o nome do ministro da Educação? P.S. O clamor foi tão intenso que o governo acabou dando um pouco mais de recursos às Universidades. Por Revista Imagem - Autor: Gaudêncio Torquato - Twitter@gaudtorquato

  • Saae orienta população sobre ataque de animais e acesso aos hidrômetros

    Responsáveis devem seguir algumas ações preventivas para garantir acesso seguro aos servidores. Revista Imagem - Vilhena-RO | 18/05/2021 - 13:53 Com objetivo de auxiliar os servidores que realizam a leitura e entrega das faturas, o Serviço Autônomo de Águas e Esgotos (Saae) de Vilhena pede a conscientização da população sobre a importância dos cuidados que devem ser tomados em relação aos animais, obstruções nos cavaletes e caixas de correspondência. Para que o leiturista faça seu trabalho e o contribuinte possa receber sua fatura regularmente, a Autarquia recomenda algumas ações preventivas, como: sinalizar a presença de animal através de placa de identificação; colocar tela de proteção nas grades; instalar o cavalete em local acessível e não veda-lo com tampas de cimento; as caixas de correspondência devem estar bem conservadas e visíveis, viradas para fora, evitando que o leiturista coloque a mão dentro da grade ou portão. Entulhos, lixeiras ou animais não devem ficar próximos ao cavalete ou caixas de correspondência. Conforme explica Maciel Wobeto, diretor geral do Saae, caso ocorra algum acidente ao servidor, o mesmo poderá ser afastado de suas funções e o proprietário poderá ser responsabilizado civil e criminalmente, conforme previsto em legislação. “Para que as leituras e manutenções sejam realizadas pelos nossos servidores, é preciso que todos fiquem cientes, pois a conservação desses aparelhos é de responsabilidade do proprietário. Além disso, os donos de animais podem ser responsabilizados por dano ao animal ou aquilo que ele causa a outras pessoas, estando sujeito a multa, prestação de serviços comunitários ou até detenção”, ressalta Maciel. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV

  • Obras do aeroporto são finalizadas e voos serão restabelecidos em junho

    Com iluminação da pista e obras da cerca em reta final, antigos problemas de segurança que impediam os voos foram solucionados. Revista Imagem - Vilhena-RO | 18/05/2021 - 13:52 A Prefeitura de Vilhena tem acompanhado a resolução das obras do aeroporto Brigadeiro Camarão, para o restabelecimento dos voos e o aumento das operações. Durante todo o processo a Prefeitura atuou junto a execução das melhorias, através da articulação da Secretaria Municipal de Turismo, Indústria e Comércio – Semtic com o Governo do Estado e a iniciativa privada. Município voltará a receber voos já no próximo mês. Um dos antigos problemas, que era a falta de sinalização da pista de pouso e decolagem, já foi solucionado. Em sua reabertura Vilhena estará apta para receber voos noturnos e ter o aumento da rota. Já as obras da cerca patrimonial de 7.063 metros, foi realizada pelo Departamento de Estradas e Rodagem – DER, e está prestes a ser concluída. O DER também foi o responsável pela instalação do sistema PAPI (Precision Approach Path Indicator), chamado no Brasil de “Indicador de Percurso de Aproximação de Precisão” nas cabeceiras das pistas. O prefeito Eduardo Japonês destaca a importância do aeroporto para o desenvolvimento do município. “Aqui sempre é um ponto de idas e vindas e novas oportunidades, porém foram estabelecidos termos para os voos voltarem. Foi um trabalho árduo, que foi feito mesmo nos períodos chuvosos, e em breve tudo será resolvido. A cerca traz segurança para as operações aeroportuárias e evita a entrada de animais na pista que possam causar acidentes em pousos ou decolagens.”, destaca o prefeito Eduardo. Adilson de Oliveira, secretário da Semtic, lembra que o funcionamento do aeroporto em períodos noturnos, pode salvar vidas. “Em visita ao aeroporto, o ex-secretário Marcondes Cerrutti me inteirou sobre o que já vinha sendo realizado. O gestor aeroportuário, Leandro Nascimento, nos acompanhou e apresentou as melhorias que são bem visíveis, com a cerca já em fase final. Fiquei impressionado com a qualidade da iluminação da pista, que agora nos proporcionará voos noturnos e em condições de menor visibilidade. E é extremamente importante salientar que esse balizamento noturno é fundamental no salvamento de vidas, pois muitas vezes temos pacientes em estado grave que precisam se deslocar para fora da cidade de forma urgente e sem essa iluminação da pista ficava inviável”, aponta o secretário Adilson Oliveira. Marcondes Cerutti, antigo secretário da Semtic, lembra das ações da Prefeitura e dos apoios para o restabelecimento dos voos. “Não posso deixar de parabenizar ao Sicoob, representado pelo Ivan Capra e pelo Vilmar Saúgo que custearam o projeto de balizamento noturno, sem essa participação do setor empresarial, seria muito mais difícil chegar até aqui. Também a dedicação do prefeito Eduardo Japonês, que desde que assumiu, tem buscado melhorias ao aeroporto. Vilhena é o Portal da Amazônia, com a ampliação da rota de voos, aumenta o turismo e fomenta o comércio local”, conclui Marcondes. Com a finalização das obras, Vilhena deverá ser a primeira cidade do interior do Estado a ter os voos da Azul restabelecidos. A partir do dia 7 de junho, o trajeto entre Vilhena e Cuiabá voltará a ser realizado. De acordo com a empresa Azul, um novo tipo de aeronave fará o trajeto, o E-195 irá substituir o ART 72-600. A empresa reitera que novo modelo proporcionará mais assentos e uma diminuição do tempo de viagem. Neste primeiro momento, as operações aéreas irão ocorrer quatro vezes por semana, segunda, quarta, quinta e sexta-feira. Já no mês de julho, as operações serão diárias. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV

  • Vilhena tem nova morte por covid-19 e registra 57 novos casos da doença na segunda

    Número de casos ativos aumentou para 524 pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. São 52 casos a mais que no dia anterior. Revista Imagem - Vilhena-RO | 18/05/2021 - 07:14 Vilhena registrou 1 óbito por covid-19 e 57 novos casos da doença nesta segunda-feira (17). O óbito registrado foi de um rapaz de 24 anos, morador de Vilhena. Os números totais desde o início da pandemia em Vilhena em 5/4/2020 são de 296 vítimas fatais da doença - 206 vítimas eram moradoras de Vilhena e 90 moravam em outros municípios. Já o total de pessoas infectadas é 11.282 casos. Segundo a prefeitura de Vilhena o número de casos ativos aumentou. São 524 pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. O número de pacientes recuperados é de 10.551pessoas. O município já vacinou 11.660 pessoas contra o coronavírus com a primeira dose e 5.689 pessoas com a segunda dose da vacina. Até a noite de ontem, 28 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 21 moradores de Vilhena. Destes, 18 estavam na UTI, sendo 11 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 90% na UTI e 41% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 5.501 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 221.871 pessoas. Nas últimas 24 horas foram registrados 13 mortes e 484 novos casos. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana

  • Covid: O que ciência já descobriu sobre maior agressividade de variante P.1 em jovens?

    Após evidências de que a linhagem P.1 seria mais mortal em jovens, vários fatores confundem e jogam incertezas sobre essas observações. Revista Imagem - Vilhena-RO | 17/05/2021 - 19:10 Manaus era uma das únicas cidades do mundo onde se acreditava que o pior já havia passado. Após uma onda avassaladora de casos e mortes em 2020, os estudos indicavam que mais de 75% da população da cidade já havia se infectado com o coronavírus e, portanto, não haveria mais motivos para grande preocupação. Mas o começo de 2021 provou que essa ideia estava absolutamente errada. Alta de infecções em vacinados na Índia alerta mundo para risco de variantes Baixa vigilância sobre variantes na América Latina vira ameaça ao mundo O número de afetados pela covid-19 explodiu de maneira dramática, o que desembocou num colapso do sistema de saúde, na falta de oxigênio e numa situação de calamidade pública que causou comoção nacional e internacional. Enquanto esse drama começava a se desenrolar nas ruas da capital do Amazonas, os cientistas faziam uma importante descoberta na bancada dos laboratórios: Manaus parece ter sido palco do desenvolvimento de uma nova variante do coronavírus, que passaria a ser conhecida como P.1. Pelas informações disponíveis naquele momento, tudo levava a crer que essa nova versão do agente infeccioso era mais transmissível e teria capacidade de driblar a imunidade obtida anteriormente, o que ajudaria a explicar o quadro crítico na capital do Amazonas. Mas será que essa linhagem atualizada do vírus também é mais mortal, especialmente entre indivíduos mais jovens e sem doenças prévias? Por ora, esse campo ainda está cheio de perguntas sem respostas. Mas algumas pesquisas publicadas nas últimas semanas ajudaram a entender um pouco melhor essa história. O ovo ou a galinha? Para começo de conversa, é preciso observar que o surgimento de novas variantes está diretamente relacionado ao comportamento das pessoas e à falta de políticas públicas claras e bem definidas. Em outras palavras, não é o surgimento dessas cepas "atualizadas" que gera a piora da pandemia: o problema começa muito antes, quando as medidas de controle são relaxadas e as pessoas começam a transitar livremente pelas ruas, sem tomar os cuidados básicos, como o uso de máscaras e o respeito ao distanciamento físico. Quanto maior for a circulação, maior a transmissão do coronavírus — e quanto mais o vírus "pula" de uma pessoa para outra, maior o risco de ele sofrer mutações vantajosas para sua replicação e potencialmente danosas e preocupantes para nós, seres humanos. E esse fenômeno, por sua vez, agrava ainda mais o problema de saúde pública e contribui para o colapso que vivemos em várias cidades brasileiras. "Não há como culpar só a P.1 por esse grande aumento de casos e mortes que vimos nos últimos meses. A variante só surgiu por causa do descontrole nas medidas restritivas capazes de inibir a transmissão", concorda o virologista e pesquisador em saúde pública Tiago Gräf, do Instituto Gonçalo Moniz, da FioCruz Bahia. Esse raciocínio se aplica perfeitamente ao que ocorreu em Manaus: com a noção de que a cidade já estava livre da pandemia, as atividades foram retomadas com força total a partir de setembro e outubro de 2020. As aglomerações fizeram o vírus circular com grande intensidade novamente e ganhar uma nova versão: tudo indica que a P.1 se desenvolveu a partir de novembro do ano passado e, em dezembro, dominou geral. Suspeita confirmada Esse temor de que a P.1 seria mais transmissível era praticamente um consenso entre os cientistas da área logo após a descoberta da nova variante. Isso porque ela trazia algumas mutações muito parecidas ao que já havia sido encontrado com outras cepas novas, especialmente aquelas detectadas no Reino Unido e na África do Sul. Muitas dessas mudanças genéticas mais preocupantes se concentram justamente na espícula, estrutura que fica na superfície do vírus e faz com que ele "se grude" nas células humanas para dar início a uma infecção. Essas alterações no genoma tornaram essa tal de espícula ainda mais sofisticada, o que facilita a invasão viral no nosso organismo. "A variante P.1 necessita de uma quantidade menor de vírus para causar uma infecção", explica Gräf. Ou seja: se antes a pessoa precisava ter contato com uma boa quantidade de coronavírus para desenvolver um quadro de covid-19, a nova linhagem passa a exigir uma carga bem menor, o que facilita as coisas (pelo menos do ponto de vista do vírus). Essas observações iniciais ganharam mais exatidão no dia 14 de abril, após a publicação de um estudo na revista Science que envolveu mais de 30 instituições e dezenas de pesquisadores, muitos deles brasileiros. Após uma vasta análise dos dados, os autores concluíram que a P.1 é de 1,7 a 2,4 vezes mais transmissível e um quadro de covid-19 prévio, causado por outra linhagem, dá uma proteção de 54 a 79% em relação a uma probabilidade de reinfecção por essa nova variante. Diante dos achados, os autores reforçam a necessidade de uma "vigilância genômica global aprimorada sobre as novas variantes de preocupação", como é o caso da P.1, e entendem que essa ação é "crítica para acelerar a capacidade de resposta à pandemia". O surgimento de novas variantes do coronavírus ajuda a explicar o colapso, mas essas novas versões não são as principais culpadas pela crise Essa maior "ganância" do vírus é fácil de ser observada num acompanhamento que é feito pelo time da Rede Genômica da Fiocruz, do qual Gräf faz parte: segundo as análises do grupo, a P.1 rapidamente se tornou a linhagem dominante em todas as regiões do país. No mês de abril de 2021, ela estava presente em 92% de todas as amostras colhidas de pacientes com covid-19 confirmada. Três meses antes, ela representava apenas 29% do total das análises. Subida nos óbitos Mas será que essa maior virulência e a capacidade de driblar a resposta imune prévia contribuiriam para o aumento da mortalidade por covid-19? Por aqui, as respostas são um pouco mais nebulosas. "Já temos dados robustos na Inglaterra demonstrando que a letalidade da variante B.1.1.7 é maior. A gente pode imaginar que a P.1 também seja mais letal, mas ainda precisamos de estudos", analisa o virologista Fernando Spilki, professor da Universidade Feevale, no Rio Grande do Sul. Um trabalho, ainda em pré-print (que ainda não foi revisado por outros especialistas e publicado num período científico), aponta que a P.1 está relacionada a uma maior taxa de óbitos, especialmente em indivíduos mais jovens e sem doenças prévias. Para chegar a essas conclusões, os cientistas compararam os dados das notificações de casos de covid-19 no Rio Grande do Sul em dois momentos: entre novembro e dezembro de 2020 e em fevereiro de 2021. Os especialistas selecionaram justamente esses dois períodos (dezembro de 2020 e fevereiro de 2021) para entender como a evolução da crise de saúde pública pode ter impactado nos números de acometidos em diferentes faixas etárias. "Nós pegamos os dados da primeira onda e comparamos com fevereiro de 2021, num momento em que ainda não tinha acontecido o colapso do sistema de saúde no estado gaúcho", diz o médico André Ribas Freitas, professor de epidemiologia e bioestatística da Faculdade São Leopoldo Mandic, em Campinas. "Ao compararmos o total de casos com aqueles que evoluíram para óbito, é possível notar um aumento na proporção de mortalidade em faixas etárias mais jovens", resume o especialista, que também é consultor científico do HubCovid. No trabalho, a proporção de indivíduos com menos de 60 anos internados com covid-19 que morreram saltou de 18% em novembro e dezembro para 28% em fevereiro de 2021. O aumento também ocorreu em indivíduos sem doenças pré-existentes: nos números do ano passado, 13% deles morreram. Neste ano, a taxa ficou em 22%. Maior taxa de mortalidade por covid-19 entre indivíduos abaixo dos 60 anos e sem doenças prévias chamou a atenção de pesquisadores brasileiros Na conclusão, os autores da pesquisa entendem que a culpa por essa mudança está diretamente relacionada à P.1. "Até onde sabemos, essas são as primeiras evidências de que essa variante pode aumentar desproporcionalmente a gravidade e a taxa de mortalidade entre a população sem doenças prévias e os mais jovens, sugerindo um aumento no perfil de virulência", escrevem. "Novos estudos ainda precisam confirmar e aprofundar esses achados", concluem. Mais transmissível ou mais transmitido? Essas observações de maior mortalidade relacionadas à P.1, porém, são vistas com reservas por outros especialistas. Eles entendem que são necessários novos estudos para ratificar esses achados iniciais e determinar realmente se essa linhagem é mais mortal mesmo. "Precisaríamos replicar essas investigações em laboratórios, com material de necrópsia e comparar como as diferentes variantes se comportam no organismo das pessoas", aponta o virologista Paulo Eduardo Brandão, da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo. O especialista acredita que existem outros fatores que contribuem para o cenário que vivemos. "Todas as pesquisas sobre a P.1 ou qualquer outra variante sempre esbarram na mesma dúvida: será que elas são mais transmissíveis ou foram mais transmitidas?", questiona. "Por ora, tudo nos indica que o nosso comportamento é preponderante para isso. Quanto mais pessoas vulneráveis, sem os cuidados preventivos básicos e sem vacinação, maiores as chances de as novas linhagens se espalharem pela comunidade", conclui Brandão. E esse maior espalhamento, por sua vez, gera uma verdadeira bola de neve: mais transmissão significa mais gente infectada, novas cadeias de contágio, maior procura por atendimento, falta de leitos em ambulatórios e UTIs, cuidados inadequados, aumento de mortes... A médica Suzane Lobo, diretora-presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira concorda e detalha os ingredientes extras desta equação: o colapso do sistema de saúde e a falta de vagas para atender a enorme demanda de novos infectados. "Como é que eu posso dizer que a variante é mais letal se há outros fatores envolvidos? Demora no atendimento, falta de leitos…", pensa. "Se tivéssemos leitos para os pacientes e todos eles fossem atendidos rapidamente, seria possível dizer que existe uma grande chance de a linhagem ser mais letal do ponto de vista epidemiológico", completa a especialista. Não é exagero afirmar que, nos últimos meses, muita gente morreu no Brasil à espera de um atendimento adequado: com os serviços de saúde absolutamente abarrotados, não existiam as condições mínimas para prestar socorro adequado a todo mundo que chegava nos hospitais. E esse colapso, claro, influencia nos números de hospitalização e de mortalidade por covid-19. Será que pacientes mais jovens e com mais chance de sobreviver não foram privilegiados quando abriam novas vagas na UTI? Será que os mais velhos não foram mandados para casa, onde se recuperaram ou morreram sem entrar para as estatísticas oficiais? Outro ponto fundamental: será que a faixa etária de 20 a 59 anos não é mais afetada atualmente por se expor mais ao risco? "Os mais jovens estão se encontrando mais e muitas vezes sem respeitar as medidas não-farmacológicas, como o uso de máscaras. Isso aumenta o risco de ter contato com o vírus", raciocina Brandão. Avanço da vacinação ajudou a proteger os mais velhos. É necessário que a campanha avance mais rápido para evitar o espalhamento ou o surgimento de novas variantes Por fim, é preciso considerar que a vacinação contra a covid-19 no Brasil já cobriu uma boa parcela da população idosa que, portanto, está protegida das formas mais graves da doença. "E a mensagem de que a infecção costuma ser grave neles, que eles constituem um grupo de risco, fez com que indivíduos mais velhos se cuidassem mais quando chegou a segunda onda", diz Gräf. Essas e outras dúvidas permanecem sem respostas e podem "poluir" as conclusões que foram acumuladas sobre o impacto que a variante P.1 teve no Brasil durante os últimos meses. Então, o que fazer? Enquanto a ciência evolui e conhece mais a fundo os detalhes da P.1 e de outras linhagens que se desenvolvem em todo mundo, uma coisa continua igual: os cuidados necessários para prevenir a covid-19. "O vírus não liga para frio, calor, umidade… Ele gosta mesmo é de proximidade entre as pessoas", ensina Brandão. "E, para qualquer variante, o uso de máscaras, o distanciamento físico e a limpeza das mãos seguem válidos e efetivos", orienta. Para evitar que as variantes se espalhem mais (ou surjam outras linhagens que tragam um perigo ainda maior), é essencial acelerar também a vacinação. "Quanto mais gente vulnerável, maior o risco de proliferação do vírus, o surgimento de novas linhagens e todos os problemas relacionados a isso", completa o virologista. Por Revista Imagem | Fonte BBC News - Texto André Biernath

  • MP pede providências sobre denúncia de ratos no Hospital Regional de Vilhena

    Vídeo de um roedor caminhando sobre uma cadeira no Pronto Socorro do hospital viralizou e chegou ao conhecimento da Promotoria. Revista Imagem - Vilhena-RO | 17/05/2021 - 18:20 O Ministério Público de Rondônia expediu Ofício Recomendatório à Secretaria Municipal de Saúde de Vilhena e à Direção-Geral do Hospital Regional Adamastor Teixeira de Oliveira, solicitando que sejam adotadas providências, em caráter de urgência, quanto a denúncias sobre a existência de roedores no hospital. Conforme explica o Promotor de Justiça Paulo Fernando Lermen, circula na internet um vídeo, que também foi encaminhado à Promotoria, em que é possível visualizar um roedor caminhando sobre uma cadeira no Pronto Socorro do Hospital Adamastor Teixeira. No documento, o MP afirma que, ainda no ano passado, já havia requisitado informações quanto ao controle de vetores e pragas no local. Assim, diante da recente denúncia, pede que a Secretaria e o hospital expliquem como o trabalho vem sendo executado, destacando que o controle de pragas e vetores deve ser efetuado periodicamente, atendendo às normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Saúde. Ainda no ofício, o Ministério Público solicita que seja informado o nome da empresa especializada em prestar o serviço, com a devida certificação, remetendo à Promotoria cópia do respectivo contrato. O MP requer ainda que a secretaria e o hospital prestem esclarecimentos acerca da denúncia, mediante relatório das medidas adotadas no caso; que seja apresentado um parecer técnico elaborado pela empresa responsável por executar o controle de vetores e pragas quanto às ações que têm sido efetuadas, a fim de garantir que sejam cumpridas as normas da Anvisa e do Ministério da Saúde, notadamente no que se refere à presença de roedores no interior do hospital. Vigilância Sanitária À Coordenação da Vigilância Sanitária de Vilhena, o Ministério Público solicita, em caráter de urgência, a adoção de providências quanto ao teor da denúncia e pede que seja empreendida visita in loco no Hospital Regional Adamastor Teixeira de Oliveira, a fim de apurar a veracidade da denúncia, sendo adotadas as medidas cabíveis. Por Revista Imagem | |Fonte MPRO

  • OMS: longas horas de trabalho aumentam risco de morte

    Estudo concluiu que em 2016, 745 mil pessoas morreram por AVC ou por doenças cardíacas em consequência das longas horas de trabalho. Revista Imagem - Vilhena-RO | 17/05/2021 - 18:19 Um estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) concluiu que, em 2016, 745 mil pessoas morreram por acidente vascular cerebral (AVC) ou por doenças cardíacas em consequência das longas horas de trabalho. No momento em que a pandemia mudou profundamente o mundo laboral, os especialistas alertam para um aumento dos riscos associados às longas horas de trabalho e apelam à adoção de uma legislação que limite a carga horária. No primeiro estudo global sobre os efeitos dos horários excessivos na saúde dos trabalhadores, a OMS e a OIT concluíram que trabalhar 55 ou mais horas por semana aumenta em 35% o risco de morte por AVC e em 17% por doença cardíaca, em comparação com uma semana de trabalho de 35 a 40 horas. Em 2016, o estudo estima que 745 mil pessoas foram vítimas de doenças provocadas pelo excesso de horas de trabalho: 398 mil morreram de AVC e 347 mil de doenças cardíacas. Entre 2000 e 2016, o número de mortes por doenças cardíacas devido a longas horas de trabalho aumentou 42% e por AVC, 19%. A pesquisa, publicada nesta segunda-feira (17) na revista científica Environmental International, mostrou ainda que 72% das mortes em consequência da jornada extensa correspondiam a homens com idades entre 60 e 79 anos, que trabalharam 55 ou mais horas por semana entre os 45 e 74 anos. Segundo o estudo, as pessoas que vivem no Sudeste Asiático e na região do Pacífico Ocidental foram as mais afetadas. Nas regiões com mais leis regulamentadas que limitam as horas de trabalho, como a Europa ou a América do Norte, a incidência de mortes por problemas cardiovasculares é menor. A OMS e a OIT estimam que quase um em cada dez trabalhadores em todo o mundo (cerca de 480 milhões) tem de trabalhar mais de 55 horas por semana e esse número está aumentando, pondo ainda mais pessoas em risco de invalidez e morte precoce. Pandemia Essa tendência pode ser ainda mais agravada devido à pandemia de covid-19, que mudou profundamente o mundo laboral. Embora o estudo não tenha incluído o período da pandemia, a OMS lembra que o recurso ao teletrabalho e a desaceleração econômica podem ter aumentado os riscos associados às longas horas de trabalho. “Temos provas que demonstram que quando os países entram em confinamento, o número de horas de trabalho aumenta em cerca de 10%”, explica Frank Pega, funcionário da OMS envolvido no estudo. “A pandemia de covid-19 mudou significativamente a maneira como muitas pessoas trabalham”, disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom. Para ele, o teletrabalho passou a ser adotado em vários setores e, muitas vezes, vai além das fronteiras entre casa e trabalho. “Além disso, muitas empresas foram forçadas a reduzir ou encerrar atividades para economizar dinheiro e as pessoas que permanecem empregadas acabam por trabalhar mais horas. Nenhum trabalho compensa o risco de acidente vascular cerebral ou de doença cardíaca. Governos, entidades patronais e trabalhadores precisam trabalhar juntos para chegar a um acordo sobre limites e proteger a saúde dos trabalhadores”, pediu Tedros Adhanom. Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública, Ambiente e Determinantes Sociais da OMS, alerta que “trabalhar 55 horas ou mais por semana é um sério risco para a saúde” e afirma que “está na hora de acordarmos para o fato de que longas horas de trabalho podem levar à morte prematura”. Diante das conclusões do estudo, a Organização das Nações Unidas (ONU) apelou esta segunda-feira a todos os países do mundo para que adotem uma legislação que limite as jornadas em todos os setores. Frank Pega explica que o limite de horários seria inclusivamente benéfico para a entidade patronal, uma vez que demonstrou aumentar a produtividade. “É realmente uma escolha inteligente não aumentar a carga horária de trabalho durante uma crise econômica”, diz o funcionário da OMS. Por Revista Imagem | |Fonte Agência Brasil

  • Covid-19: homens e idosos são principais vítimas de casos graves

    Estudo que avaliou 178 mil pacientes no Brasil, sendo 33 mil com diagnóstico confirmado para a doença. Revista Imagem - Vilhena-RO | 17/05/2021 - 18:06 Homens e idosos são as principais vítimas de casos graves e mortes por covid-19, segundo estudo que avaliou 178 mil pacientes no Brasil, sendo 33 mil com diagnóstico confirmado para a doença. Embora já fosse sabido que esses dois grupos eram mais suscetíveis ao novo coronavírus, é a primeira vez que essas constatações são apresentadas de maneira sistematizada, com análise de parâmetros laboratoriais de amostras de uma grande quantidade de pessoas em uma única pesquisa. Os resultados do estudo, liderado pelo professor da Universidade de São Paulo (USP), Helder Nakaya, e com a participação do pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Bahia, Bruno Bezerril, foram descritos em artigo publicado no International Journal of Infectious Diseases. Além deles, a pesquisa também contou com especialistas de diversas instituições nacionais e internacionais. Os resultados do estudo foram divulgados nesta segunda-feira (17) na página da Fiocruz. Os cientistas estabeleceram um perfil laboratorial dos pacientes, com a contagem completa de células sanguíneas, eletrólitos, metabólitos, gases no sangue arterial, enzimas, hormônios, biomarcadores de câncer, dentre outros. Os resultados revelaram que pacientes idosos do sexo masculino têm valores laboratoriais significativamente anormais, incluindo marcadores inflamatórios mais elevados, em comparação com mulheres idosas. Biomarcadores de inflamação, como a proteína C reativa e ferritina, eram mais altos especialmente em homens mais velhos, enquanto outros marcadores, como testes de função hepática anormais, eram comuns em várias faixas etárias, exceto para mulheres jovens. Segundo os autores do estudo, por ser uma infecção multissistêmica, os pacientes com a forma grave da covid-19 passam por um processo chamado tempestade de citocinas, que é um indicativo de descontrole da inflamação. Isso acontece quando o corpo perde a capacidade de parar esse processo que combateria a doença, desencadeando problemas gravíssimos. Uma hipótese levantada pelo estudo é de que pacientes mais idosos e do sexo masculino têm tendência a ter um descontrole maior da inflamação por conta dessa tempestade de citocinas. Homens e mulheres apresentaram alterações no sistema de coagulação e níveis mais elevados de neutrófilos, proteína C reativa, lactato desidrogenase, entre outros. Estas alterações foram substancialmente afetadas com o aumento da idade, e o impacto da idade se mostrou mais relevante em homens do que em mulheres. Por Revista Imagem | Texto Vladimir Platonow

  • Com 80% dos casos de sarampo no país, Amapá registra 2 morte de crianças pela doença

    O Brasil havia obtido o certificado de país livre de sarampo em 2016, mas perdeu o título em 2019. Revista Imagem - Vilhena-RO | 17/05/2021 - 18:04 O governo do Amapá confirmou a morte de duas crianças por sarampo, uma na capital Macapá e outra no município de Pedra Branca do Amapari. Óbitos por sarampo não ocorriam há pelo menos duas décadas no estado. Nos dois casos, as crianças não estavam vacinadas, pois a imunização começa apenas aos 6 meses e as crianças eram mais novas quando contraíram a doença. Os diagnósticos foram confirmados pela Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro. O caso na capital do estado ocorreu no dia 28 de março. Já a criança de Pedra Branca do Amapari era indígena e vivia em uma aldeia. Entre janeiro e maio, o Amapá registrou 320 casos de sarampo. O estado é responsável por 80% dos casos do país em 2021. O governo do estado afirma que possui um plano de ação para combater o surto da doença nos municípios. As principais frentes de ação são o reforço da vigilância, as campanhas de conscientização da população e a promoção da vacinação. Segundo o governo, apesar de ações de vacinação que atenderam mais de 50 mil pessoas, o índice de imunização em relação à população é baixo, especialmente se considerada a situação de surto. Nesses casos, a indicação do Ministério da Saúde é a aplicação de três doses: uma entre 6 e 11 meses, outra com 12 meses e uma terceira aos 15 meses. Brasil De acordo com o Boletim Epidemiológico 12 do Ministério da Saúde sobre a situação epidemiológica do sarampo no Brasil, em 2020 foram registrados 8.448 casos da doença. Em 2020, o país teve dez mortes por sarampo. Em 2021 até a Semana Epidemiológica (SE) 13, foram registrados 318 casos de sarampo em três estados, Amapá, Pará e São Paulo. O Brasil havia obtido o certificado de país livre de sarampo em 2016, mas perdeu o título em 2019. Por Revista Imagem | Texto Jonas Valente

  • Sefin disponibiliza programas para pagamento dos tributos estaduais

    Além do meio eletrônico, o cidadão pode comparecer a uma agência da Receita Estadual, para solicitar a adesão aos programas. Revista Imagem - Vilhena-RO | 17/05/2021 - 17:58 O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin), busca reforçar o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Pública (Refaz), um instrumento que facilita aos contribuintes a liquidação de débitos em atraso de competência estadual (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS, Imposto sobre a propriedade de veículos automotores – IPVA, Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação – ITCD), que podem ser quitados à vista ou parcelados, com sensível redução de encargos adicionais de multas e juros. O Refaz se insere nas ações do Governo do Estado, destinadas a minorar os efeitos da pandemia sobre as atividades econômicas e a situação financeira de pessoas físicas ou jurídicas contribuintes. Em vigor desde 19 de janeiro de 2021, a Lei nº 4953 instituiu o Programa de Recuperação de Créditos de ICMS da Fazenda Pública Estadual (Refaz ICMS), que assegura aos contribuintes reduções substanciais dos valores de multas e juros devolvidos relativamente a débitos decorrentes de fatos geradores, que tenham ocorrido até 30 de junho de 2020. Com a edição da Lei nº 4983, de 28 de abril de 2021, foi lançado o Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Pública Estadual (Refaz IPVA-ITCD), estabelecendo a possibilidade de quitação de débitos relativos ao IPVA e ao ITCD, cujos fatos geradores tenham ocorrido até 31 de dezembro de 2020, também com substancial redução dos valores de multas e juros, seja para pagamento à vista ou parcelado. A gerente de arrecadação da Sefin, Darlene Amaral de Souza, esclarece que a verificação do débito consolidado e adesão dos programas, inclusive em casos de parcelamento, podem ser realizadas por meio virtual (www.sefin.ro.gov.br), mesmo quando se tratar de pessoas físicas. Darlene destaca ainda que, “o cidadão poderá comparecer a uma das unidades da Receita Estadual, que são as agências de rendas, para solicitar a adesão aos programas”. O coordenador-geral da Receita Estadual e auditor fiscal, Antônio Carlos Alencar do Nascimento, ressaltou a intenção de atender a pedidos recebidos para solicitação de autorização do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), em Brasília, para a prorrogação do Refaz por mais três meses, em razão da pandemia do coronavírus. Nascimento lembra que o Refaz ICMS “prevê uma redução entre 50% e 85% do valor das multas e juros para as empresas em geral, com maiores facilidades ainda para pequenas empresas, com redução de até 90% e para Microempreendedores Individuais (MEI), quando a redução pode ser de até 95%, conforme o pagamento seja efetuado de uma única vez, ou seja, parcelado em até 120 meses, podendo chegar a 180 meses nos casos de empresas em recuperação judicial”. O coordenador-geral ainda destacou que, no caso do IPVA e/ou ITCD, “o imposto poderá ser parcelado em até 15 meses, desde que o valor de cada parcela não seja inferior a R$ 100 (cem reais)”. Antônio Carlos ainda alertou para os prazos finais de adesão aos programas e fruição dos benefícios. “No caso do Refaz-ICMS, não havendo autorização para a prorrogação, o prazo se encerra em 30 de junho de 2021, e nos casos do Refaz IPVA-ITCD), em 25 de outubro de 2021. LINKS DE ACESSO ICMS: Pagamento à vista – https://dare.sefin.ro.gov.br/adm Pagamento parcelado (é necessário senha de acesso ao portal) – https://det.sefin.ro.gov.br IPVA: Pagamento à vista – https://portalcontribuinte.sefin.ro.gov.br/Publico/ConsultaRenavam.jsp Pagamento parcelado (é necessário senha de acesso ao portal) – https://portalcontribuinte.sefin.ro.gov.br/Publico/refazVIII/ ITCD: Pagamento parcelado – https://portalcontribuinte.sefin.ro.gov.br/Publico/refazVIII/ Por Revista Imagem | Fonte Governo de Rondônia

  • Professores de Vilhena podem se vacinar contra a influenza nesta terça-feira

    Vacinação contra a gripe acontece em dois horários na Unesc e é importante para a saúde pública. Revista Imagem - Vilhena-RO | 17/05/2021 - 17:52 Desde o mês de abril, Vilhena realiza campanha de vacinação contra a gripe com a expectativa de atender 12 mil pessoas. A Prefeitura convoca para esta terça-feira (18), os professores da rede pública e privada. A vacinação para este grupo acontecerá na faculdade Unesc em dois horários, das 8h às 11h e das 14h às 16h30. A vacinação contra a gripe protege contra três tipos de vírus: Influenza B, Influenza A (H1N1) e Influenza A (H3N3) e vem sendo realizada através de grupos prioritários. Desta vez serão os professores que receberão a vacina. A Faculdade Unesc, está localizada na Rua Cleber Mafra de Souza, n° 8735, no Residencial Orleans. As pessoas que já foram vacinadas contra a covid-19 devem respeitar intervalo mínimo de 15 dias para receber a vacina contra influenza. De acordo com o governo federal, a recomendação é que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário, tomem primeiro a vacina contra a covid-19 e depois a vacina contra a gripe. A expectativa do Ministério da Saúde é vacinar quase 80 milhões de pessoas. Embora a vacina contra a gripe não proteja as pessoas do novo coronavírus, quanto menos pessoas gripadas, menor a probabilidade de transmissão do sars-cov-2 entre aqueles que, além de gripados, estão com a covid-19. “As pessoas que já se vacinaram contra a covid-19 ou ainda irão, dentro do cronograma previsto, devem buscar ser imunizados contra a gripe. Com a chegada das frentes frias, há um aumento de pessoas infectadas pelos vírus respiratórios. A vacinação serve para a redução e proliferação destas doenças. Assim a demanda de atendimentos nos postinhos e hospitais diminui, principalmente agora, durante da pandemia, que estamos trabalhando com esforço redobrado”, explica a secretária municipal de Saúde, Siclinda Raasch. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV

  • Prazo para inscrição on-line no processo seletivo do DER encerra amanhã

    Seleção será constituída de duas etapas, sendo obrigatória a participação dos candidatos que tiveram suas inscrições homologadas. Revista Imagem - Vilhena-RO | 17/05/2021 - 17:50 O Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), está contratando profissionais na área de Engenharia Civil com especialidade em Infraestrutura Rodoviária para garantir celeridade e padronização dos serviços executados diretamente pelo Departamento, como também, apoio aos municípios. O prazo de inscrição encerra nesta terça-feira (18), de forma on-line, por meio do site: http://psseng2021.der.ro.gov.br/. Os profissionais serão lotados nos municípios de Ariquemes, Ouro Preto D’Oeste, Cacoal, Rolim de Moura, Machadinho D’Oeste, Alvorada D’Oeste, Ji-Paraná, Vilhena, Pimenta Bueno, Jaru, Porto Velho e Buritis. Realizado por meio do Edital nº 6/2021/DER-CGP, com retificação do Edital nº 7/2021/DER-CGP, o processo seletivo visa contratar temporariamente 18 profissionais que vão atuar com carga horária de 40 horas semanais. São cinco vagas para cadastro reserva, sendo duas para Pessoas com Deficiência (PCD). De acordo com o diretor-geral do DER, Elias Rezende, “mesmo em meio à pandemia, o governador Marcos Rocha solicitou a seleção e a contratação destes profissionais para garantir que os trabalhos sejam executados com qualidade, eficiência e economicidade em todas as regiões do Estado, tanto nas rodovias sob responsabilidade do Governo, quanto nas ações em apoio às prefeituras municipais, como exemplo, o projeto “Tchau Poeira”, lançado em Ariquemes, Pimenta Bueno e Vilhena para recuperar, asfaltar e sinalizar vias públicas urbanas”, destaca. A seleção será constituída de duas etapas, sendo obrigatória a participação dos candidatos que tiveram suas inscrições homologadas. Em caso de não comparecimento do candidato em qualquer uma das fases, o mesmo será desclassificado. A data e horários das entrevistas técnicas serão comunicadas ao candidato por meio de edital, que será disponibilizado no mesmo link da inscrição. Por Revista Imagem | Texto Gabriela Mourão

  • Idosos que receberiam 2ª dose no início do mês podem se vacinar nesta terça

    Segunda dose da coronavac atenderá idosos que seriam vacinados nos dias 03, 04 e 05 de maio. Revista Imagem - Vilhena-RO | 17/05/2021 - 10:55 Acontece nesta terça-feira (18), a segunda etapa da imunização dos idosos que estavam com os retornos marcados para o início deste mês de maio. Seis locais receberão os pacientes das 8h às 12h: Centro de Atendimento ao Idoso, as creches Mario Grasso e Penha Rosendo (antiga Antonio Donadon), bem como as escolas Machado de Assis, Álvares de Azevedo e Ivete Brustolin. Serão atendidos nesta terça-feira os idosos que receberam a primeira dose da coronavac e estavam agendados para receber a segunda dose da imunização nos dias 3, 4 e 5 de maio. Para a vacinação, é necessário levar o cartão de vacina que comprove o recebimento da primeira dose, documento pessoal com foto, CPF, comprovante de residência e cartão do SUS. “Estamos trabalhando com as remessas de vacinas que chegam até nós, com previsões de entrega sendo atualizadas semanalmente. Sendo assim, não conseguimos no momento, montar um calendário a longo prazo. Então, sempre que recebermos novos lotes, informaremos com a maior antecipação possível à toda a população quais serão os grupos, datas, locais e horários para a vacinação”, aponta Sueli Aparecida, coordenadora do Setor de Imunização. A Secretaria Municipal de Saúde lembra que a proteção alcança 100% para casos graves da doença somente após duas semanas da aplicação da segunda dose. Por isso, os cuidados devem continuar, como uso correto da máscara, distanciamento social, higienização do ambiente de trabalho e das mãos com frequência, dentre outros cuidados. Nenhuma reação adversa grave foi registrada até o momento na vacinação em Vilhena. Porém, qualquer reação deve ser comunicada à Secretaria Municipal de Saúde através do WhatsApp institucional 3322-2945. Por Revista Imagem | Semcom PMV

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