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- Enem Digital vai ofertar mais de 100 mil vagas
Modalidade digital contará com atendimentos especializados. Revista Imagem - Vilhena-RO | 02/06/2021 - 07:23 O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) informou, nesta terça-feira (1º), à Agência Brasil, que a versão digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano ofertará 101.100 vagas e terá novos recursos disponíveis como prova ampliada, prova superampliada, prova com contraste e locais de prova com acessibilidade para pessoas com deficiência. Ontem (31) o Inep anunciou a realização das provas do Enem 2021 para os dias 21 e 28 de novembro. Segundo o instituto, os editais das duas versões do exame – impressa e digital – estão prontos e serão publicados nesta semana. O período de inscrições para o Enem 2021 será de 30 de junho a 14 de julho. De acordo com a instituição, nesta edição, as provas da modalidade impressa e digital serão aplicadas no mesmo dia. Ainda de acordo com o Inep, a participação dos “treineiros” na versão impressa está garantida. Pandemia Tanto o Inep quanto o consórcio aplicador das provas estão monitorando os locais de realização do exame a fim de garantir o cumprimento das medidas sanitárias de prevenção contra a covid-19, como o distanciamento social. Os aplicadores estudam o aumento do número de municípios onde o exame é realizado. Por Revista Imagem | Fonte Agência Brasil
- Vilhena registra mais 70 casos de covid-19 e está com UTI 100% lotada
Município registrou 400 infectados em 9 dias. Apesar da alta, as autoridades não se movimentam. Revista Imagem - Vilhena-RO | 02/06/2021 - 07:15 Vilhena registrou 70 novos casos de covid-19 nesta terça-feira (1º). São 400 novos casos registrados nos últimos 9 dias. Apesar da alta, as autoridades não tomam nenhuma providência quanto as aglomerações em muitos bares e lanchonete que continuam desrespeitando as normas de funcionamento durante a flexibilização. Os números totais desde o início da pandemia em Vilhena em 5/4/2020 são de 315 vítimas fatais da doença - 222 vítimas eram moradoras de Vilhena e 93 moravam em outros municípios. Já o total de pessoas infectadas é de 11.964 casos. Segundo a prefeitura de Vilhena o número de casos ativos voltou a aumentar, passando de 630 para 643. Esses são casos de pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. O número de pacientes recuperados é de 11.098 pessoas. O município vacinou 11.999 pessoas contra o coronavírus com a primeira dose e 8.013 pessoas com a segunda dose da vacina. Há 3 dias os números de vacinados não é atualizado. Até a noite de ontem, 30 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 23 moradores de Vilhena. Destes, 20 estavam na UTI, sendo 14 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 100% na UTI e 41,6% nas Enfermarias. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 5.777 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 230.646 pessoas. Nas últimas 24 horas foram registrados 19 mortes e 1.080 novos casos. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana
- Covid: ineficácia do ensino na pandemia pode atingir geração inteira de jovens
Economista calcula que jovens perderam, em 2020, cerca de 2/3 de tudo o que aprenderiam em matemática ao longo de todo o ensino médio. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 15:11 As circunstâncias impostas pela covid-19 à educação no mundo inteiro, junto à falta de engajamento dos jovens com o ensino remoto e a evasão escolar no Brasil, estão provocando perdas significativas de ensino que - se não mitigadas rapidamente - vão se traduzir em perdas econômicas bilionárias para uma geração inteira de crianças brasileiras. A estimativa é do estudo Perda de Aprendizagem na Pandemia , publicado nesta terça (1º) pelo Insper e pelo Instituto Unibanco - e seus autores pedem ações urgentes tanto no controle da pandemia quanto em um compromisso social para evitar que a defasagem da educação da geração atual se converta em um problema permanente, tanto na vida futura dessas crianças quanto na produtividade de todo o país. Liderado pelo economista Ricardo Paes de Barros, o estudo traça um modelo, a partir de parâmetros nacionais e internacionais de aprendizagem tradicional versus remota e a partir do engajamento dos alunos com o ensino, para estimar o quanto os estudantes brasileiros perderam (e seguem perdendo) em conhecimento e renda futura, por conta das disrupções causadas pela pandemia de covid-19. 'Nativos digitais' não sabem buscar conhecimento na internet, diz OCDE O foco principal da pesquisa é nos estudantes que concluíram o 2° ano do ensino médio em 2020 e iniciaram o 3° ano em 2021 - e que, portanto, têm pouco tempo restante na educação básica para que possam ter sua aprendizagem recuperada. A conclusão é de que esses jovens perderam, ao longo de 2020, proficiência em matemática equivalente a 10 pontos na escala Saeb (avaliação nacional que mede, periodicamente, o desempenho dos alunos). Em língua portuguesa, a perda estimada é de 9 pontos. Isso equivale a quase a metade do que um aluno tipicamente aprende em português ao longo de todos os três anos de ensino médio e a dois terços de tudo o que ele aprende em matemática nessa etapa de ensino. Se nada for feito, a perda dos alunos que cursam o 3° ano em 2021 pode chegar, ao final de 2021, a mais da metade de todo o aprendido em português e praticamente à totalidade do que seria aprendido em matemática no ensino médio. A consequência direta disso é uma perda econômica futura. "As pessoas serão menos produtivas, e vão ganhar menos porque vão produzir menos", explica Paes de Barros à BBC News Brasil. "Portanto, o PIB (Produto Interno Bruto, ou total de bens e serviços produzidos pelo país) vai ser menor. Elas perdem e o país perde." O tamanho dessa perda vai depender de o quanto o país investir e agir para recuperar a aprendizagem perdida, diz ele. Mas, caso nada seja feito, os cálculos de Paes de Barros estimam que cada criança com ampla defasagem de aprendizagem na pandemia poder [a ter uma perda de renda de R$ 20 mil a R$ 40 mil ao longo de sua vida. Extrapolando isso para todo o conjunto de estudantes dos ensinos fundamental e médio que estão tendo seu ensino descontinuado, chega-se a uma perda coletiva futura de renda de R$ 700 bilhões, podendo chegar a R$ 1,5 trilhão caso nada seja feito para mudar essa trajetória. "Mas é uma perda potencial", ressalta Paes de Barros, que é um dos maiores especialistas do Brasil em estudo de desigualdade social e na educação. Para impedi-la, diz ele, será necessário "um compromisso da sociedade brasileira com essa geração por uma ou duas décadas". Esses R$ 700 bilhões potenciais equivalem, nos valores atuais, a muito mais do que o país já perdeu economicamente com a crise sanitária da covid-19 no ano passado. "O valor da queda na remuneração futura decorrente da perda de 10 pontos de proficiência durante a pandemia em 2020 é o dobro do valor social (R$ 350 bilhões) dos quase 200 mil óbitos por covid-19 também ocorridos em 2020 no país", diz o estudo. Como minimizar as perdas Embora algumas perdas ocorridas em 2020 tenham sido consideradas por Paes de Barros inevitáveis - no Brasil e no mundo inteiro - por conta da necessidade de interromper o ensino presencial e da tradicional menor eficiência do ensino remoto, outras poderiam (e ainda podem) ser mitigadas. Os cálculos do economista estimam que ainda será possível evitar de 35% a 40% das perdas de ensino (e consequentemente de renda) caso se dobre o envolvimento dos alunos com o ensino remoto, se promovam ações mais intensas para evitar que os alunos desistam da escola e se aumentem as oportunidades de aprendizagem - por exemplo, com iniciativas de recuperação dos alunos, ações criativas para otimizar o ensino, além da adoção, a partir do segundo semestre, do ensino híbrido (ou seja, abrir as escolas para o ensino presencial, mesmo que apenas parcialmente, desde que haja circunstâncias sanitárias viáveis para tal). "Entender o tamanho do desastre é o primeiro passo para não condenar essa geração", opina à BBC News Brasil Ricardo Henriques, superintendente-executivo do Instituto Unibanco, que participa do estudo. Por Revista Imagem | Fonte BBC News
- VÍDEO: Redemoinho gigante assusta moradores no interior de Goiás
Com mais de 30 metros de altura, fenômeno impressionou os locais; Especialistas dizem que este tipo de evento é comum na região. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 15:03 Um fenômeno da natureza chamou a atenção de moradores de Bom Jesus de Goiás, em Goiás. Isso porque um redemoinho gigante - de 30 metros de altura - foi avistado na região sul da cidade e assutou os moradores locais. As informações são do portal G1. Assista o momento do registro: O comerciante Elton José, de 45 anos, trabalhava quando se deparou com o redemoinho e disse que "nunca tinha visto nada parecido e naquela proporção. O pessoal ficou assustado com a força e tinha gente até correndo." Especialistas como André Amorim, gerente do Centro de Informações Meteorológicas e Hidrológicas de Goiás (Cimehgo), diminuem a periculosidade do evento e atestam que o fenômeno é comum nessa região. "A terra está exposta, e as condições do tempo, temperatura elevada e umidade baixa, propiciam a ocorrência desse fenômeno. O redemoinho começa a formar e logo perde a intensidade. Não levanta gente, mas pode danificar telhas ou derrubar outdoors. Ele gera velocidade, mas um ou dois minutos depois, morre", explica Amorim. Por Revista Imagem | Fonte IG
- Secretaria de Saúde inicia vacinação de gestantes e puérperas em Vilhena
Imunização com doses da Pfizer acontece nesta terça e quarta-feira. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 14:56 Começou na manhã desta terça-feira (1°), a vacinação das gestantes e puérperas que se cadastraram para tomar a primeira dose da vacina contra a Covid 19. A vacinação acontece na Casa da Gestante na avenida Rosalinda Adélia Marangoni, 3652, no Jardim América, nesta terça e quarta-feira das 8h às 12h. Estão aptas para serem vacinadas, gestantes com prescrição para vacina contra a covid-19 e mães com bebês de até 45 dias de idade. “É muito gratificante poder ver a alegria dessas mulheres, de saber que estavam aguardando esse momento. Mesmo aquelas que não conseguirem tomar a vacina hoje e amanhã, podem ficar tranquilas, pois a previsão é que toda semana recebamos lotes de vacinas da Pfizer para continuarmos esse processo de imunização”, finalizou a secretária de Saúde Siclinda Raasch. Para Paula Schilke, uma das primeiras gestantes imunizadas, foi um momento de muita alegria e esperança por dias melhores. "É um sentimento de alívio, de alegria e de muita esperança que os dias sejam melhores. Estava aguardando muito por isso e só posso agradecer aos profissionais de saúde ao Poder Executivo Municipal, é muito bom podermos estar sendo imunizadas”, garante. A vacinação continua até esta quarta-feira e terá novos chamamentos de acordo com a chegada de mais doses da vacina da Pfizer, que foi o imunizante escolhido pelo Ministério da Saúde para atender a este grupo prioritário. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV
- PGR pede que STF abra inquérito contra o ministro Ricardo Salles
Ministro teria atuado em favor de madeireiros ilegais e tentado obstruir investigação sobre maior apreensão de madeira da história, diz PGR. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 14:56 A Procuradoria Geral da República (PGR) enviou nesta segunda-feira (31) um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja aberto um inquérito para investigar o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, e o senador Telmário Mota (Pros-RR). A relatora do caso será a ministra Cármen Lúcia. O requerimento tem como base uma notícia-crime apresentada pelo delegado Alexandre Saraiva, da Polícia Federal do Amazonas, que diz que Salles defenderia o interesse de madeireiros ilegais e teria tentado atrapalhar a investigação sobre a maior apreensão de madeira da história. O documento assinado pelo vice-procurador-geral, Humberto Jaques de Madeiros, pede autorização para que seja coletado depoimento de Ricardo Salles; de proprietários rurais e agentes de fiscalização do Ibama e da PF relacionados à Operação Handroanthus; e uma cópia digitalizada da integralidade dos procedimentos de fiscalização e investigação relativos aos ilícitos ambientais. A PGR diz que, em manifestação ao MP, Salles chamou a notícia-crime de "infundada", mas confirmou participação em reunião com empresários para tratar de assuntos relativos a uma operação da PF. Plataforma viabiliza seu comércio online sem cobrança de comissão "O comparecimento, in loco, da mencionada autoridade, bem como as suas manifestações públicas quanto a uma investigação em curso, são dados exaustivamente documentados pela autoridade policial, com registros fotográficos, a merecer os devidos esclarecimentos." Por Revista Imagem | Fonte IG
- Balança comercial tem melhor saldo da história para meses de maio
No mês passado, o país exportou US$ 9,291 bilhões a mais do que importou. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 14:49 Beneficiada pelo início da safra e pela alta das commodities (bens primários com cotação internacional), a balança comercial registrou o melhor saldo da história para meses de maio, desde o início da série histórica, em 1989. No mês passado, o país exportou US$ 9,291 bilhões a mais do que importou. O saldo é 35,9% maior que em maio de 2020. No último mês, as exportações somaram US$ 26,948 bilhões, alta de 46,5% sobre maio de 2020 pelo critério da média diária. As exportações bateram recorde histórico para todos os meses desde o início da série histórica, em 1989. As importações totalizaram US$ 17,657 bilhões, alta de 57,4% na mesma comparação. Além da alta no preço das commodities, as exportações também subiram por causa da base de comparação. Em maio de 2020, no início da pandemia de covid-19, as exportações tinham caído por causa das medidas de restrição social. O volume de mercadorias embarcadas, segundo o Ministério da Economia, aumentou 9%, enquanto os preços subiram, em média, 38,5% em relação ao mesmo mês do ano passado. Com o resultado de maio, a balança comercial acumula superávit de US$ 27,529 bilhões nos cinco primeiros meses do ano. O resultado é 74,3% maior que o dos mesmos meses de 2020, também pelo critério da média diária, e também é o maior da série histórica para o período. Setores Em maio, todos os setores registraram crescimento nas vendas para o exterior. Com o início da safra de grãos, as exportações agropecuárias subiram 43,4% em relação a maio do ano passado. Os principais destaques foram frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (+41,2%), soja (+48,8%) e algodão bruto (+82,5%). Beneficiada pela valorização de minérios, as exportações da indústria extrativa aumentaram 85,8%, com destaque para minério de ferro e seus concentrados (+143,8%), minérios de alumínio e seus concentrados (+40,4%) e óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (+46,4%). As vendas da indústria de transformação subiram 34,6%, impulsionada por combustíveis (+142,9%), produtos semiacabados de ferro ou aço (+91,4%) e veículos automóveis de passageiros (+1.084,8%). Do lado das importações, as compras do exterior da agropecuária subiram 36,8% em maio na comparação com maio do ano passado. A indústria extrativa registrou alta de 107,5% e a indústria de transformação teve crescimento de 56,5%. Os principais destaque foram soja (+325,4%), óleos brutos de petróleo (+504,3%); combustíveis (+213%) e partes e acessórios de veículos automotivos (+118,8%). Em abril, o governo elevou para US$ 89,4 bilhões a previsão de superávit da balança comercial neste ano, o que garantiria resultado recorde. A estimativa já considera a nova metodologia de cálculo da balança comercial. As projeções estão mais otimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 68 bilhões neste ano. Metodologia Em abril, o Ministério da Economia mudou o cálculo da balança comercial. Entre as principais alterações, estão a exclusão de exportações e importações fictas de plataformas de petróleo. Nessas operações, plataformas de petróleo que jamais saíram do país eram contabilizadas como exportação, ao serem registradas em subsidiárias da Petrobras no exterior, e como importação, ao serem registradas no Brasil. Outras mudanças foram a inclusão, nas importações, da energia elétrica produzida pela usina de Itaipu e comprada do Paraguai, num total de US$ 1,5 bilhão por ano, e das compras feitas pelo programa Recof, que concede isenção tributária a importações usadas para produção de bens que serão exportados. Toda a série histórica a partir de 1989 foi revisada com a nova metodologia. Por Revista Imagem | Texto: Wellton Máximo
- Ipem reforça fiscalização em postos de combustíveis e estabelecimentos comerciais
Município de São Francisco do Guaporé registrou o maior número de bombas medidoras reprovadas. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 14:40 O Governo de Rondônia, por meio do Instituto de Pesos e Medidas de Rondônia (Ipem), realizou um balanço das as ações de fiscalização executadas no Estado no período de 17 a 28 de maio. De acordo com o levantamento, foram reprovadas: 57 bombas medidoras de combustível; 21 balanças comerciais de supermercados: nove impressoras de etiquetas de preços: além de cinco irregularidades na aferição do volume de combustível. A atividade do Ipem tem o intuito de evitar que o consumidor seja lesado no ato da compra de determinadas mercadorias, seja em supermercados, postos de combustíveis, indústrias e demais estabelecimentos comerciais. Nas fiscalizações em postos de combustíveis em Rondônia, o município de São Francisco do Guaporé aparece em primeiro lugar com 16 bombas medidoras reprovadas, seguido por Seringueiras com 10 reprovações; e Ji-Paraná com sete irregularidades. Também aparecem na relação de reprovações as cidades de Alta Floresta do Oeste, Guajará-Mirim, Machadinho D’Oeste, Nova Brasilândia D’Oeste, Nova Mamoré, São Miguel do Guaporé, Theobroma e Vilhena. Dentre as irregularidades encontradas estão: vazamento de combustível, vazão baixa da bomba, bombas com LED queimado e ainda mangueiras quebradas. Nas ações em balanças comerciais, foram constatadas 12 infrações no município de Alta Floresta do Oeste, sete em Pimenta Bueno, uma em Espigão D’Oeste e outra em Nova Mamoré. Já os problemas encontrados em impressoras de etiquetas de preços foram constatados todos em Alta Floresta do Oeste com oito irregularidades. “A intenção é intensificar o trabalho com ações rotineiras por todo Estado garantindo com que se cumpram as normas do Instituto de Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), assim como atendendo à solicitação do governador, Marcos Rocha. Com isso, estamos garantindo com que o consumidor possa adquirir o que realmente está comprando nos estabelecimentos e promovendo uma concorrência justa entre as empresas”, destacou o presidente do Ipem, Aziz Rahal Neto. Em duas semanas de intensas ações, 1.071 instrumentos foram verificados pelas equipes de fiscalização do Ipem em 16 municípios, dentre eles: Alta Floresta do Oeste, Espigão D’Oeste, Guajará-Mirim, Ji-Paraná, Machadinho D’Oeste, Nova Brasilândia D’Oeste, Nova Mamoré, Pimenta Bueno, Porto Velho, São Francisco do Guaporé, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, Theobroma, Vale do Anari e Vilhena. As fiscalizações do Ipem cumprem todos os requisitos de segurança contra a covid-19, com as equipes mantendo o distanciamento necessário, utilizando máscaras de proteção e álcool gel. O consumidor que encontrar ou suspeitar de alguma irregularidade, pode informar à Ouvidoria do Ipem, pelo e-mail ouvidor@ipem.ro.gov.br ou pelo telefone 0800 647 7277. Por Revista Imagem | Texto: Alexandre Almeida
- Seagri de Rondônia abre inscrições para o 6º Concafé
Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia é o maior concurso de café robusta do Brasil. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 14:37 Os cafeicultores interessados em participar do 6º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (Concafé), maior concurso de café robusta do Brasil, já podem realizar a inscrição e concorrer a R$ 346.800 mil em prêmios. O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), abriu na segunda-feira (31) as inscrições para o concurso que seguem até 13 de agosto de 2021. A cerimônia de premiação está prevista para acontecer no dia 5 de novembro. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas on-line, pelo site da Seagri (http://www.rondonia.ro.gov.br/seagri/concafe-2020/) e em todos os escritórios da Entidade de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) nos 52 municípios de Rondônia. A ficha de inscrição segue anexa ao regulamento e deve ser preenchida. Conforme consta no edital, o produtor deve entregar uma amostra representativa do lote de café participante, com o volume de 3 kg de café pilado, onde deverá estar acondicionada em embalagem de saco plástico transparente, identificada com o nome completo do produtor, Cadastro de Pessoa Física (CPF), telefone de contato e município. O participante também deve disponibilizar em sua propriedade ou armazém um lote contendo no mínimo cinco sacas de 60 kg de café pilado, homogêneo e equivalente à amostra inscrita neste concurso, e cada participante só poderá inscrever uma amostra (lote) de café, mesmo que possua mais de uma propriedade/lavoura. Sobre os critérios de avaliação da qualidade do café, todas as amostras inscritas no concurso serão recepcionadas pela organização e passarão por um processo de triagem, em que serão codificadas, com a finalidade de manter em sigilo as informações de origem e nome dos produtores inscritos. A classificação das amostras será realizada por técnicos indicados pela Agência de Defesa Sanitária, Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron). As amostras poderão enquadrar-se até, no máximo, o tipo 6 (86 defeitos). Já o teor de umidade deverá estar entre 11 e 13%. Nesta edição de 2021, a avaliação de sustentabilidade consistirá somente na aplicação de um formulário contendo questões eliminatórias e classificatórias. De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, o Concafé é aberto para cafeicultores que produzirem lotes de café robusta (Coffea canephora) no Estado de Rondônia, na safra de 2021. “Estamos iniciando mais uma edição do Concafé, com recordes em premiações e com expectativa de maior número de participação. O intuito é premiar e promover os cafés robustas de qualidade, produzidos com sustentabilidade no Estado. Será mais uma edição de muito sucesso”, discorreu. O Concafé é uma realização do Governo do Estado, por meio da Seagri, Emater e Idaron, com o apoio de vários parceiros ligados à cafeicultura, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Câmara Setorial do Café, Federação de Agricultura e Pecuária do Estado de Rondônia (Faperon) e entidades representativas dos cafeicultores, como a Cafeicultores Associados da Região Matas de Rondônia (Caferon). PREMIAÇÃO 1º Lugar: Trator Cafeeiro LSR65 Cabinado no valor de R$ 185.500 (cento e oitenta e cinco mil e quinhentos reais); 2º Lugar: Estufa de Secagem de Café, 12.000 litros, secagem estática, fogo indireto no valor de R$ 110.000 (cento e dez mil reais); 3º Lugar: Torrador 5kg Standard no valor de R$ 19.000 (dezenove mil reais); 4º Lugar: R$ 15.000 (quinze mil reais) em crédito para aquisição de produtos na empresa Pinhalense; 5º Lugar: R$ 10.000 (dez mil reais) em dinheiro; 6º Lugar: 50 toneladas de Calcário; 7º Lugar: 50 toneladas de Calcário. Por Revista Imagem | Texto: Sara Cícera
- Prova de vida do INSS volta a ser obrigatória a partir de hoje
Procedimento evita fraudes e garante pagamento do benefício. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 09:28 A partir de hoje (1º), a prova de vida para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que moram no Brasil volta a ser obrigatória. A exigência estava suspensa desde maio de 2020 por causa da pandemia de covid-19 e não causava a suspensão do benefício. Com o retorno da obrigatoriedade, os aposentados e pensionistas que não realizarem a confirmação do cadastro terão o benefício suspenso. A prova de vida é obrigatória para todos que recebem benefícios por meio de conta-corrente, poupança ou cartão magnético. De acordo com o INSS, cerca de 36 milhões de beneficiários devem realizar a prova de vida anualmente para continuar a receber. O procedimento serve para evitar fraudes e garante a manutenção do pagamento. “É importante que os segurados que não fizeram a prova de vida, realizada uma vez por ano, façam o procedimento”, destacou o INSS. De acordo com a Portaria 1.299, que retomou a obrigatoriedade da prova de vida para os residentes no Brasil, ela começará com os benefícios em que não houve a realização por nenhum canal disponibilizado para esse procedimento. Eles integram o primeiro lote do processo de comprovação de vida por biometria facial. Esses beneficiários selecionados para fazer a prova de vida por biometria facial e que ainda não realizaram o procedimento, devem fazê-lo pelo aplicativo Meu Gov.br ou Meu INSS, disponível para baixar na Play Store e na Apple Store. Após realizar a prova de vida por biometria facial, o segurado pode consultar o resultado pelo Meu INSS. Os segurados aptos a realizar o procedimento online, serão informados por SMS no celular, ou ainda por e-mail, ou aplicativo Meu INSS. O instituto alerta que enviará o SMS somente pelo número 280-41, qualquer outra mensagem referente à prova de vida de outro número deve ser desconsiderada. "O INSS identificou cerca de 160 mil beneficiários que deveriam ter feito a prova em fevereiro de 2020. Esses beneficiários podem fazer o procedimento de forma remota nos aplicativos Meu INSS e Meu gov.br, evitando dessa forma o bloqueio de seus benefícios". Além dos aplicativos Meu Gov.br e Meu INSS, alguns bancos permitem que a prova de vida seja feita por meio de biometria, nos caixas eletrônicos ou nos seus próprios aplicativos. Também é possível realizar a prova de vida normalmente em uma agência do banco em que recebe o benefício. Nesse caso, o segurado deverá levar um documento de identidade com foto. Esse documento pode ser o RG, a carteira de motorista ou a Carteira de Trabalho. Para evitar aglomerações nas agências, o INSS elaborou um calendário. O cronograma começa em junho para quem deveria ter feito a prova de vida em março e abril de 2020. No mês seguinte, julho, para os beneficiários que deveriam ter feito a prova de vida em maio e junho. O calendário segue até dezembro com a prova de vida para quem deveria ter feito em março e abril de 2021. Os beneficiários que têm dúvida sobre a realização da prova de vida ou dificuldade de locomoção podem buscar ainda atendimento pela Central 135 e agendar a visita de um servidor do INSS. A central funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h. Também é possível cadastrar uma pessoa como procuradora para realizar o exame. Essa opção, contudo, somente está disponível para os beneficiários que têm dificuldade de locomoção. O procedimento deve ser feito pelo aplicativo Meu INSS.O instituto informou ainda que para os beneficiários residentes no exterior, a "retomada do processo de bloqueio dos créditos, suspensão e cessação dos benefícios por falta de comprovação de vida" será divulgada em outra portaria. Por Revista Imagem | Texto: Luciano Nascimento
- Em Vilhena número de novos casos de covid-19 é maior que o de novos vacinados
Na última semana, município registrou 330 novos casos da doença, enquanto vacinou apenas 60 pessoas com a primeira dose. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 08:49 Vilhena registrou 61 novos casos de covid-19 nesta segunda-feira (31). Na última semana epidemiológica (dia 24 a 31) foram 330 novos casos. O que chama atenção é o motivo da contaminação estar em um ritmo muito mais acelerado que a vacinação. Nesse mesmo período Vilhena registrou apenas 60 novas aplicações de vacina em primeira dose, segundo o boletim diário divulgado pela prefeitura local. O número de novos casos de covid-19 foi 5,5 vezes maior que o número de vacinados com a primeira dose. No total apenas cerca de 12% da população de Vilhena recebeu pelo menos 1 dose da vacina, enquanto a média nacional é de 21,58%. Não à toa, Rondônia figura como o estado que menos vacinou sua população contra a covid-19, com apenas 12,82%. Os dados são preocupantes, e apontam para uma terceira onda ainda mais violenta que a segunda no município. Médicos ouvidos pela reportagem de Imagem, atribuem o alto número de novos contágios em Vilhena não apenas à vacinação lenta no município, mas também à falta de fiscalização em bares e lanchonetes onde as normas de flexibilização não são respeitadas e as aglomerações são flagrantes. Os números Os números totais desde o início da pandemia em Vilhena em 5/4/2020 são de 315 vítimas fatais da doença - 222 vítimas eram moradoras de Vilhena e 93 moravam em outros municípios. Já o total de pessoas infectadas é de 11.894 casos. Segundo a prefeitura de Vilhena o número de casos ativos aumentou de 575 para 630. Esses são casos de pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. O número de pacientes recuperados é de 11.041 pessoas. O município vacinou 11.999 pessoas contra o coronavírus com a primeira dose e 8.013 pessoas com a segunda dose da vacina. Até a noite de ontem, 26 pacientes estavam internados em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 19 moradores de Vilhena. Destes, 17 estavam na UTI, sendo 12 intubados. As taxas de ocupação de leitos para covid-19 em Vilhena eram de 85% na UTI e 37,5% nas Enfermarias. Dentre os 12 pacientes intubados, 3 tem menos de 30 anos de idade. Rondônia Em todo o estado o total de óbitos desde o início da pandemia é de 5.758 mortes. Já o número total de infectados pelo coronavírus é de 229.566 pessoas. Nas últimas 24 horas foram registrados 32 mortes e 377 novos casos. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana
- Lira diz que reforma tributária será a possível e melhorará sistema
Presidente da Câmara dos Deputados defendeu a aprovação da reforma administrativa, cujo texto foi recentemente aprovado pela CCJ. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 08:23 A reforma tributária não deverá ser grande, mas melhorará o sistema de cobrança e de arrecadação de tributos no país, disse nesta segunda-feira (31) o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Em debate promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), ele voltou a defender o fatiamento da proposta em textos que começarão a ser discutidos pela Câmara ou pelo Senado, dependendo da matéria. Na avaliação de Lira, o desmembramento da proposta de reforma tributária deverá aumentar as chances de aprovação de algum trecho. “A reforma tributária possível não pode ser a maior, mas será melhor do que o sistema atual. Temos que fazer a melhor reforma possível, não a maior reforma tributária impossível”, declarou. Lira também defendeu a aprovação da reforma administrativa, cujo texto foi recentemente aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. O presidente da Câmara reiterou que a proposta vale apenas para os futuros servidores federais e que nenhum direito dos trabalhadores atuais será retirado. Apesar do acordo para o fatiamento da reforma tributária, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, defendeu uma reforma tributária ampla. Diferentemente da proposta defendida pelo governo, que prevê a unificação apenas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), Andrade pediu que a proposta englobe a modernização de todos os impostos federais, estaduais e municipais. “A reforma do Ministério da Economia é boa, mas não vai resolver o problema. E corremos o risco de aumentar o nosso contencioso na Justiça, que é quase um PIB brasileiro. Precisamos da reforma tributária ampla e da reforma administrativa, assim como precisamos muito trabalhar a questão da insegurança jurídica. Temos inúmeros investidores querendo vir para o Brasil, mas é quase impossível entender o sistema tributário brasileiro”, disse o presidente da CNI. Vacinação e planejamento Também presente ao debate, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que ele e Lira estão “absolutamente comprometidos” com a pauta de reformas. Pacheco cobrou planejamento ao Brasil para lidar com novas ondas da pandemia e para traçar condições que permitam a retomada do crescimento. “Algo que tem faltado ao Brasil é o planejamento. Temos que estar preparados para a eventualidade de uma terceira onda. O sistema de saúde precisa ter condições de abarcar o agravamento da crise”, disse o presidente do Senado. Pacheco cobrou o avanço da vacinação contra a covid-19. Segundo o parlamentar, a imunização em massa representa condição essencial para a recuperação da economia. Por Revista Imagem | Texto: Wellton Máximo
- Estudo da CoronaVac em Serrana mostra que pandemia pode ser controlada
A cidade viu reduzir em 95% o número de mortes por covid-19. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 08:17 O estudo feito com a vacina CoronaVac na cidade de Serrana, no interior paulista, demonstrou que, com 75% da população vacinada, a pandemia do novo coronavírus pode ser controlada. O dado foi apresentado hoje (31) em entrevista coletiva no Instituto Butantan, um dos fabricantes da vacina. “O estudo indica que com 75% da população imunizada com duas doses da vacina, a pandemia foi controlada em Serrana e isso pode se reproduzir em todo o Brasil”, disse João Doria, governador de São Paulo. A CoronaVac é uma vacina contra a covid-19 produzida pelo laboratório chinês Sinovac e pelo Instituto Butantan e faz parte do Programa Nacional de Imunizações (PNI). A vacina é aplicada em duas doses. O estudo, chamado de Projeto S, teve início no dia 17 de fevereiro e o objetivo era vacinar toda a população adulta da cidade para avaliar a efetividade da CoronaVac. Serrana tem cerca de 45 mil habitantes, dos quais 38% são menores de 18 anos, que ainda não podem ser vacinados por falta de estudos clínicos para essa faixa etária. O Projeto S previa vacinar 28.380 adultos com mais de 18 anos que vivem na cidade. Desse total populacional, 97,7% tomaram a primeira dose do imunizante (o que corresponde a 27.722 pessoas) e 95,7% completaram seu esquema vacinal, tomando também a segunda dose (27.160 pessoas). Serrana foi escolhida porque apresentava alto índice de prevalência de infecções por covid-19, além de estar perto de um centro universitário e ter um hospital regional. Para o estudo, a cidade foi dividida em quatro áreas, que foram vacinadas com uma semana de diferença entre elas. A primeira área a ser vacinada, definida por sorteio, foi a verde, seguida pelas áreas amarela, cinza e azul. Com o fim da vacinação em massa, a cidade viu reduzir em 95% o número de mortes por covid-19. Já o número de casos sintomáticos da doença caiu 80%. A quantidade de hospitalizações teve uma queda de 86%. Segurança Além da efetividade, o estudo apresentou dados sobre segurança, ou seja, se a vacina produz efeitos adversos nas pessoas que a tomam. Segundo Marcos Borges, diretor do Hospital Estadual de Serrana, durante a vacinação em Serrana foram observados 67 eventos adversos graves, nenhum deles relacionado à vacina. Nesse estudo, todos os eventos adversos graves que ocorrem após a vacinação são relatados. Entre eles, Borges citou acidentes de trânsito. Após a primeira dose, foram observadas 4,4% de reações adversas, sendo somente 0,02% considerados de grau 3, como mialgia ou cefaleia. Já após a segunda dose ocorreram 0,2% de relatos de reações adversas, nenhuma de grau 3. Entre a aplicação da primeira e segunda doses, ocorreram 15 internações e cinco mortes entre as pessoas com idade acima de 60 anos e 28 internações e dois óbitos na população abaixo de 60 anos. Até 14 dias da aplicação da segunda dose, ocorreram duas internações e um óbito na população acima de 60 anos e três internações na população abaixo dos 60 anos. Passados mais de 14 dias da aplicação da segunda dose, esses números caíram para duas internações na população até 60 anos. Não houve registro de internações ou mortes de pessoas acima de 60 anos passados 14 dias da vacinação. Proteção dos não imunizados A pesquisa mostrou ainda que a vacinação protege tanto os adultos imunizados quanto crianças e adolescentes que não receberam a vacina. Segundo o estudo, a imunização gerou uma espécie de cinturão imunológico em Serrana, reduzindo drasticamente a transmissão do coronavírus no município. “A redução de casos em pessoas que não receberam a vacina indica a queda da circulação do vírus. Isso reforça a vacinação como uma medida de saúde pública, e não somente individual”, destacou Ricardo Palácios, diretor de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan. “Crianças e adolescentes menores de 18 anos não poderiam tomar a vacina por falta de estudos. Mas houve redução dos casos também em crianças. Não vimos, nesse estudo, o efeito de empurrar o aumento de casos para os não vacinados. O que vimos foi proteção também para eles”, disse Palácios. Isso indicaria, segundo ele, que não será necessário vacinar as crianças, neste momento, para o retorno das atividades escolares presenciais. Outro efeito observado no estudo, segundo ele, foi a diminuição de casos inclusive entre os idosos não vacinados. “O efeito da vacina é tão forte que consegue proteger até aqueles que não foram vacinados, mesmo nas faixas etárias mais avançadas. E, quando acabamos a vacinação, acabaram casos de hospitalizações e óbitos entre os vacinados. E ainda conseguimos controlar também entre os casos não vacinados, não importando faixa etária. Isso nos traz esperança e alegria”, disse Palácios. Por isso, disse ele, não é importante oferecer uma terceira dose de vacina aos idosos neste momento como tem sido cogitado. O que o estudo deixa claro é que é importante aumentar o número de vacinados para que os idosos também tenham mais proteção contra a doença. “Temos que aumentar a escala de vacinação para ofertar aos idosos os benefícios indiretos da vacinação [em vez de aumentar doses]”, destacou Palácios. Veja os dados de Serrana no infográfico: Cidades vizinhas Serrana está dentro de uma região que, neste momento, enfrenta elevação no número de casos e de internações. Há cidades nessa região que tiveram recentemente que decretar lockdown, com fechamento de comércio e proibição de circulação de pessoas. Mas a incidência da covid-19 em Serrana foi bem menor do que nas cidades vizinhas. Enquanto a região apresenta alta nos casos de covid-19, Serrana manteve taxas baixas de contágio graças à vacinação. Mesmo com cerca de 10 mil moradores que transitam por outras cidades diariamente, ela alcançou um cenário de controle da pandemia. “Sem vacinação, talvez Serrana hoje estaria em colapso”, disse Palácios. Apesar disso, a cidade ainda não vai liberar o comércio ou permitir que as pessoas circulem nas ruas sem máscaras. “Ela [Serrana] não pode dar um passaporte verde só porque participou de estudo e as pessoas foram vacinadas. É preciso tomar os mesmos cuidados vigentes. O fato de ter esse resultado de vacinação, vai ajudar lá na frente, no plano de flexibilização. Por enquanto, ela segue em obediência ao Plano São Paulo”, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan. Segundo Covas, esse estudo não foi encerrado e a cidade de Serrana vai continuar sendo monitorada pelo prazo de um ano. Variantes Segundo Palácios, a vacinação em massa em Serrana não provocou o surgimento de novas variantes na cidade. A vacina, segundo ele, mostrou-se efetiva com relação à variante P.1, que surgiu em Manaus e que é a mais predominante na região onde Serrana está inserida. “Todos esses dados que estamos demonstrando de efetividade são resultados que ocorrem na vigência de uma pandemia predominantemente pela variante P.1. E isso é reconfirmação de que a vacina é efetiva em relação a essa variante P.1”, disse ele. “Podemos sonhar com o controle da pandemia. Mas as pessoas devem parar de pensar na pandemia como um problema individual. É a comunidade que vai me proteger; é a somatória da minha vacinação com a vacinação do outro [que vai controlar a pandemia]”, explicou Palácios. O detalhamento da pesquisa está disponível na página na internet. Os dados, segundo Dimas Covas, ainda serão publicados em uma revista científica para avaliação dos pares. Um outro estudo, semelhante a este, está sendo desenvolvido na cidade paulista de Botucatu, com a vacina Oxford/AstraZeneca/Fiocruz. Por Revista Imagem | Texto: Elaine Patricia Cruz
- Inca: cigarro eletrônico aumenta dependência da nicotina
Alerta marca Dia Mundial sem Tabaco, comemorado na segunda-feira. Revista Imagem - Vilhena-RO | 01/06/2021 - 08:00 Estudo feito por pesquisadores da Coordenação de Prevenção e Vigilância do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) aponta para os riscos à saúde pelo uso de cigarros eletrônicos. O artigo foi aceito para publicação na revista Ciência & Saúde Coletiva, da Associação Brasileira de Saúde Coletiva e divulgado na segunda-feira (31), quando se comemora o Dia Mundial sem Tabaco. Os pesquisadores analisaram 22 estudos de diferentes países sobre o tema, totalizando 97.659 participantes. Sobre o uso do cigarro convencional, nos últimos 30 dias foram analisados nove estudos com 33.741 indivíduos. Todas as pesquisas foram publicadas entre 2016 e 2020, informou o Inca, por meio de sua assessoria de imprensa. A coordenadora de Prevenção e Vigilância do Inca, médica epidemiologista Liz Almeida, disse à Agência Brasil que em um primeiro momento os cigarros eletrônicos foram criados para ajudar os fumantes a deixar de fumar. “Que eles seriam menos tóxicos que o cigarro comum, teriam menos riscos. Com o tempo, a gente foi vendo que ele não era tão bonzinho assim. Tem riscos porque tem substâncias que também são cancerígenas.” Liz Almeida ressaltou que os cigarros eletrônicos foram pensados como substitutos dos cigarros comuns para aquelas pessoas que não conseguem parar de fumar de jeito nenhum. Essa foi a ideia inicial. “Só que com o passar do tempo não foi isso que se viu. A indústria passou a investir de forma muito tensa em fazer novos usuários. A maior adesão que esse produto teve em todo o mundo foram os jovens que nunca tinham fumado. Nos Estados Unidos isso foi uma epidemia”. Dependência O problema é que o cigarro eletrônico contém nicotina, que é uma substância que desenvolve dependência. “Uma vez que você passa a ficar dependente da nicotina, você pega qualquer produto do tabaco que estiver ao seu alcance”, disse a médica do Inca. Muitas pessoas que nunca haviam fumado antes começaram a fumar cigarro eletrônico e, de repente, passaram a experimentar e usar o cigarro comum. Segundo Liz, muita gente passou a usar o cigarro eletrônico em ambiente fechado e o cigarro tradicional em ambiente externo. Para a médica, isso ocorreu porque muitos desses aparelhos têm um formato super discreto, como o de um pendrive e outros têm formatos de material escolar, o que não era percebido pelos pais. A ideia inicial de ajudar fumantes a parar de fumar com o uso de produto que oferecesse menor risco foi ficando para segundo plano. Então, o que ganhou volume foi o cigarro eletrônico, mais consumido na faixa etária menor, de maior poder aquisitivo e do sexo masculino. Depois, as meninas também começaram a utilizar, disse a médica. A revisão sistemática feita pelo Inca, no final do processo, mostrou que o uso de cigarro eletrônico aumenta em três vezes e meia mais o risco de experimentação de cigarro convencional e mais de quatro vezes o risco de uso do cigarro. “Nossos resultados mostram que o cigarro eletrônico aumenta a chance de iniciação do uso do cigarro convencional entre aqueles que nunca fumaram, contribuindo para a desaceleração da queda no número de fumantes no Brasil”. Todos os estudos foram unânimes em mostrar essa associação. Alerta “Para nós, isso é um tremendo alerta, pois o desastre que aconteceu nos Estados Unidos: um bando de meninos que nunca botaram cigarro na boca começando a usar porque é descolado, carrega com USB, tem sabor, ou seja, tem tudo para fazer o indivíduo passar a ser dependente da nicotina. O Brasil conseguiu um feito fantástico que foi derrubar a incidência de casos de câncer no país, graças ao trabalho hercúleo para diminuir o número de fumantes no país”, afirmou a médica. Para a médica, tratar uma dependência severa é difícil e o custo disso para o país também é alto. “O que esse conjunto de estudos revelou foi que os meninos que começaram a usar cigarros eletrônicos tiveram uma maior experimentação do cigarro comum em três vezes e meia e mais de quatro vezes passaram a uso regular. Esse alerta é que o Inca está fazendo, no sentido de não aumentar o número de fumantes no Brasil”, disse a coordenadora de Prevenção e Vigilância do Inca. Segundo a médica, o tabaco provoca câncer de pulmão de 16 tipos, que estão associados a infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e doença coronariana grave. “São muitas doenças para a gente se arriscar. A proposta deles é vender na praça”, afirmou a epidemiologista, referindo-se à indústria do tabaco. Segundo Liz Almeida, existe uma pressão imensa hoje da indústria do tabaco para liberação da comercialização do cigarro eletrônico, principalmente em ambientes fechados. O estudo do Inca mostra o risco da iniciação do fumo comum a partir do cigarro eletrônico. Coronavírus A médica epidemiologista lembrou que, devido à pandemia do novo coronavírus, em função do estresse do isolamento social, as pessoas passaram a fumar mais em casa e a beber mais, a não fazer atividade física, aumentando em muito os fatores de risco para doenças crônicas. Outro alerta do Inca é no sentido de as pessoas fazerem um esforço concentrado para pararem de fumar, porque estão fumando em casa e expondo a família aos riscos da fumaça. De acordo com ela, existe tratamento na rede do Sistema Único de Saúde (SUS) e muita gente pode deixar de fumar seguindo dicas do Inca. O instituto fez oito mini vídeos baseados na história de pessoas fumantes que estão em tratamento e que podem ser vistos na página do Inca na internet. Para os não fumantes, o risco também é bem grande. Em criança, há morte súbita. Outra coisa são doenças respiratórias em crianças também, por conta do tabagismo dentro de casa. E, nos adultos, há maior risco dos não fumantes desenvolverem câncer de pulmão, terem acidente vascular cerebral (AVC) e doença coronariana (infarto). Campanha Em celebração ao Dia Mundial sem Tabaco, a campanha do Inca tem como tema este ano “Comprometa-se a parar de fumar”. O câncer de pulmão tem como principais fatores de risco o tabagismo ativo e passivo. No Brasil, estimam-se 17.760 novos casos de câncer pulmonar em homens e 12.440 em mulheres, para este ano. Em comparação aos não fumantes, é estimado um risco 23 vezes maior de desenvolver câncer de pulmão para homens fumantes e 13 vezes mais em mulheres. O Dia Mundial sem Tabaco foi criado em 1987 pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com objetivo de abordar as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo. No Brasil, o Inca é o Centro Colaborador da OMS para controle do tabaco e o órgão responsável pela divulgação e comemoração da data. Por Revista Imagem | Texto: Alana Gandra
- Pessoas com sintomas de covid-19 em Vilhena têm novo local para atendimento
Secretaria Municipal de Saúde centralizou serviços relacionados ao novo coronavírus para facilitar logística de pacientes. Revista Imagem - Vilhena-RO | 31/05/2021 - 11:31 Vilhenenses que tenham sintomas de covid-19 devem procurar atendimento no Ambulatório Covid-19, localizado na avenida Rony de Castro, aos fundos da Câmara Municipal de Vereadores, ao lado do Instituto do Rim, próximo à Prefeitura Municipal. A unidade de saúde é mantida pela Atenção Básica da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) que funciona todos os dias, inclusive fins de semana e feriados. De segunda a sexta-feira o atendimento é das 7h às 17h e nos sábados e domingos das 7h às 19h. “Agora os pacientes poderão realizar suas consultas, fazer testes e ter acesso ao tratamento na Central de Atendimento à Covid-19 no mesmo ponto, que fica ali, atrás da Câmara. Isso permite que a população se desloque menos e que não precisemos mais disponibilizar ambulância para levar os pacientes do ambulatório para a internação, já que serão um ao lado do outro”, explica o prefeito Eduardo Japonês. Siclinda Raasch, secretária municipal de Saúde, revela a importância de a população estar atenta ao aparecimento de sintomas para que procure atendimento rapidamente. “Estruturamos nosso serviço de saúde em Vilhena para dar total assistência imediata a quem estiver com sintomas de covid-19, emitindo atestado médico, receitas, encaminhamentos para testes, orientações de prevenção ou até mesmo pedido de internação. Isso permite que aqueles que estejam contaminados fiquem mais alertas e não transmitam para os demais, além de aumentar a probabilidade de casos leves não evoluírem para casos graves”, conta. Desde que iniciou o funcionamento, em 17 de janeiro, o Ambulatório já fez mais de 15,1 mil atendimentos, média de 108 por dia. Neste período foram identificados 5,7 mil casos confirmados do novo coronavírus em Vilhena, média de 43 por dia. Por Revista Imagem | Fonte Semcom PMV
- Novo Fórum de Vilhena terá concorrência eletrônica para retomada da obra
Processo licitatório foi adaptado para garantir mais segurança e celeridade. Revista Imagem - Vilhena-RO | 31/05/2021 - 09:46 O Tribunal de Justiça de Rondônia anuncia que vai retomar obra do novo Fórum da Comarca de Vilhena, para isso fará uma nova concorrência, desta vez com a inovação de ser em formato eletrônico. O contrato com a empresa anterior foi rescindido em 2021 por não cumprimento de seus termos, por isso a obra será objeto de um novo processo licitatório na modalidade concorrência pública, realizada conforme a nova legislação, a lei 14.133/21, para garantir mais segurança e celeridade na contratação. É a primeira vez que o TJRO realizará licitação de obra nesse formato. Dentre as inovações trazidas pela legislação nova está prevista a realização da sessão pública totalmente de forma eletrônica. Para a participação, os licitantes devem estar previamente credenciados no Portal Compras Governamentais do Governo Federal para envio de propostas e documentos habilitatórios, o qual pode ser acessado por meio deste link. Outra mudança no certame foi a inversão de fases. Como no pregão eletrônico, a fase de lances e abertura de propostas (julgamento) antecede a fase habilitatória, sendo analisada somente a habilitação da licitante que estiver classificada em primeiro lugar, havendo apenas uma única fase recursal. Os aspectos relacionados a garantias contratuais e exequibilidade das propostas dão maior segurança à administração, uma vez que os dispositivos contidos na norma permitem uma análise mais apurada e limita a oferta de preços que comprometam a execução do objeto. Para Marcelo Lino, diretor do Departamento de Aquisições e Gestão do Patrimônio (Deagesp), a dinâmica dada à concorrência pelo novo normativo de licitações traz maior celeridade ao processo de contratação, e sua realização totalmente por meio eletrônico amplia a participação e garante a isonomia do certame. A secretária administrativa, Elaine Piacentini Bettanin, esclarece que, “com o cenário pandêmico, torna-se ainda mais oportuna a adoção imediata do novo normativo, além de diminuir significativamente os prazos da concorrência pública. Isso proporcionará ainda mais transparência, sendo desnecessário o comparecimento dos representantes da empresa à sessão”, explicou. A Comarca de Vilhena abriga sete varas do Judiciário rondoniense. A edificação terá área construída de 4.235,70 m². Segundo o projeto, o prédio terá um pavimento térreo com guarita, subestação/grupo gerador, casa de bombas, estacionamento e demais atendimentos necessários diretos e indiretos ao jurisdicionado, visando proporcionar aos magistrados, servidores, operadores do direito e à população todas as condições necessárias para um bom atendimento. O valor estimado da despesa é de quase 16 milhões de reais. Por Revista Imagem | Fonte TJRO
- Projeto de extensão apresenta fatos e curiosidades sobre a história de Vilhena
O projeto do IFRO conta com a participação de 10 professores e 5 bolsistas. No total, 53 alunos estão envolvidos com as atividades. Revista Imagem - Vilhena-RO | 31/05/2021 - 08:51 O projeto de extensão “Conhecer Vilhena: incursões na história, memórias e lugares”, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Vilhena, vem realizando um trabalho de registro histórico sobre o munícipio de Vilhena. A iniciativa busca preservar memórias regionais por meio da digitalização e criação de um banco de dados de fontes primárias históricas (jornais, revistas, fotografias, acervos particulares, institucionais e de órgãos oficiais), visando aglutinar a dispersão das fontes históricas, em forma digital, para facilitar o acesso dos interessados. De acordo com o professor Juliano Fischer Naves, coordenador do projeto, a ideia é explorar os documentos históricos e ir além. “O intuito é abranger histórias não contadas, por meio das memórias dos munícipes mais antigos, além de fatos que não foram relatados em periódicos, ou que a divulgação tenha sido muito restrita. Explorar memórias relevantes para a história de Vilhena e do povo vilhenense, natos ou acolhidos”, explica Juliano. Juliano conta que parte da captação é feita através dos documentos digitalizados pelo NIMPI (Núcleo Informatizado de Memória e Pesquisa do IFRO). Outra parte é oriunda da proatividade dos alunos, que buscam e encontram as informações em outras fontes. O projeto conta com a participação de 10 professores colaboradores, 5 bolsistas. No total, 53 alunos estão envolvidos com as atividades. O professor relata que a idealização do projeto partiu de um interesse pessoal em saber mais sobre a história dos lugares. “Nunca tinha vindo a Rondônia antes de tomar posse no concurso em 2012. Quando cheguei em Ji-Paraná, entrei em contato com a história do estado. Mas no momento estava envolvido no doutorado, que é em computação. O que soube foi através de conversas entre amigos, entre eles, o professor Lourival, professor de História de Ji-Paraná. Este interesse me fez pensar que mesmo a história do estado sendo relativamente recente, há um desinteresse em conhecê-la e preservá-la. Esse interesse nos moveu (eu e o Lourival) e iniciamos o NIMPI (nimpi.ifro.edu.br). A ideia é digitalizar documentos históricos para pesquisa e preservação”, declarou Juliano. Juliano menciona que o projeto está organizado em cinco grupos de trabalho, que de modo articulado, fazem o levantamento, documentam e publicizam sobre os aspectos da história de Vilhena, levando essas informações para o acesso digital. As ações iniciaram-se em 2020 e perdurarão durante 2021. Segundo o docente, a pandemia tem sido um fator limitante na condução de pesquisas que levariam a histórias inéditas. “A ideia seria passear pelo município, visitar antigos moradores, fazer exposições, mas tudo isso foi limitado pela pandemia”, pontua Juliano. O projeto visa alcançar todos os cidadãos que possuem interesse na história do município de Vilhena, munícipes ou não. Estudantes, historiadores e pesquisadores podem se beneficiar dos resultados do projeto. O trabalho busca democratizar as informações, além de promover o incentivo pelo estudo da história local. A aluna Lorena Parlotti, do 7º período de Arquitetura e Urbanismo, contou como está sendo participar do projeto. “Eu colaborava com o Juliano faz algum tempo, mesmo antes de a iniciativa se tornar um projeto de extensão. No início a gente só escaneava os jornais antigos da Folha do Sul e Extra de Rondônia. Quando se concretizou como projeto abriu um leque de possibilidades para garantir a história de Vilhena viva e a salvo das deteriorações do tempo de quem pudesse ter em mãos os documentos, as fotos, os jornais, os registros das ruas e edificações. Não sou do município, me mudei apenas para fazer o curso de Arquitetura, mas amo a cidade e me empenho para que essa história esteja acessível a todos. Ainda tem muito a se fazer. Atualmente está sendo gravado um percurso virtual pelos pontos mais interessantes de Vilhena, digitalização de fotos, de projetos da cidade, de jornais, dentre outros documentos”. O Diretor-Geral do Campus Vilhena, Aremilson Oliveira, relatou que levou a conhecimento do prefeito de Vilhena a ação desenvolvida pelo campus, bem como as demais atividades voltadas à comunidade promovidas pela instituição. Ressaltou a boa receptividade pela gestão do município. “Nosso objetivo é contribuir com a comunidade vilhenense, ofertando um ensino de qualidade, e ainda, desenvolver projetos como esse. Com parcerias e acordos firmados com a Prefeitura, fortalecemos a prestação de serviços públicos em nosso município”, pontuou o gestor. O material produzido pelo projeto pode ser acessado através de sua página no Instagram e canal no YouTube. Instagram: https://instagram.com/conhecervha?utm_medium=copy_link YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCqlDUjaSFXzn7polTKkk7aA Por Revista Imagem | Fonte IFRO
- Assassinatos no Brasil caem 11% no primeiro trimestre de 2021
País registra diminuição em homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte; No último ano houve aumento nos casos. Revista Imagem - Vilhena-RO | 31/05/2021 - 08:31 O Índice Nacional de Homicídios apresentou uma queda de 11% no número de homicídio , latrocínio e lesão corporal seguida de morte ocorridos no primeiro trimestre deste ano, no Brasil. Os dados foram comparados com o mesmo período do ano passado. As informações são do portal G1. Foram contabilizadas 10.663 mortes violentas entre janeiro, fevereiro e março de 2021. No último ano, haviam sido 12.007 vítimas de crimes violentos - com feminicídio incluso. O especialista em violência, Bruno Paes Manso, questiona a circunstâncias na queda dos casos. "Será que a tendência de queda vai permanecer ou vai ficar restrita ao primeiro trimestre? Não custa lembrar que esse trimestre está sendo comparado com dois meses do ano passado que não registraram epidemia. Em compensação, no ano passado, apesar da pandemia, os homicídios cresceram." Apenas Maranhão, Paraíba e Piauí - do Nordeste - Pará e Roraima - do Norte - registraram uma alta nos números de assasinatos. O Distrito Federal apresentou a maior queda nos casos, com -37% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já Roraima registrou o maior crescimento, com aumento de 19% nos números. Por Revista Imagem | Fonte G1
- Aviões da FAB eram utilizados para tráfico internacional de drogas, segundo PF
Militar que havia sido preso com cocaína no avião oficial já havia praticado tráfico internacional em outras viagens. Revista Imagem - Vilhena-RO | 31/05/2021 - 08:26 Manoel Silva Rodrigues, sargento do Força Aérea Brasileira (FAB) que foi preso em junho de 2019 por ter traficado cocaína em um avião militar oficial, já havia praticado o mesmo crime em outras seis oportunidades. É o que indicam os dados investigados pela Polícia Federal . As informações são do portal Uol. O inquérito inicial aponta para a participação de outros militares brasileiros e a continuidade do esquema após a prisão de Manoel. Nas sete viagens oficiais analisadas pela PF , o sargento conversa com a mulher Wilkelane Nonato Rodrigues e indica a conclusão positiva do crime. Entre a escala São Paulo e Recife, foram realizados quatro voos. Em três oportunidades a droga foi despachada para Espanha - destino final da droga. Manoel chega a enviar uma foto para Wilkelane com um terço em determinado momento na troca de mensagens. Segundo o Ministério Público Militar (MPM), a atitude não configura 'ato de fé' e sim um aviso: o militar havia tido sucesso no crime após uma missão oficial - em abril de 2019 - ao Azerbaijão, que passou pela Espanha anteriormente. O órgão atesta para a participação de outros militares além de Manoel. Ao menos quatro oficiais da Aeronáutica estão sendo investigados por utilizar as aeronaves para a realização de tráfico nacional e internacional durante missões da Força Aérea Brasileira. Ednilson Pires, promotor de Justiça Militar, argumenta que "Colocaram o Estado brasileiro, as Forças Armadas e o próprio presidente da República em posição vexatória perante a sociedade e a comunidade internacional." De acordo com o Superior Tribunal Militar (STM), outros envolvidos estão em liberdade através de medidas cautelares. Wilkelane foi solta dias após sua detenção e não respondeu a reportagem. O sargento Manoel foi condenado pelo Superior Tribunal da Andaluzia, na Espanha e atualmente cumpre pena em uma prisõa espanhola após confessar o crime de tráfico internacional. Por Revista Imagem | Fonte UOL
- Lula e Bolsonaro ignoram manifestações de 29 de maio contra o atual presidente
Principais nomes do cenário político brasileiro e favoritos para disputar o segundo turno em 2022 preferiram se manter alheios aos atos. Revista Imagem - Vilhena-RO | 31/05/2021 - 08:18 Desafetos e rivais políticos, os dois principais nomes do cenário político brasileiro, o ex-presidente Lula e o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro , ignoraram as manifestações deste sábado, 29 de maio, contra Bolsonaro e em defesa de vacinas e a retomada do auxílio emergencial de R$ 600 . Nas redes sociais, nenhum dos dois favoritos para as eleições presidenciais de 2022 se manifestaram sobre os atos contra Bolsonaro . Promovidas por lideranças da esquerda, as manifestações não tiveram participação direta do PT e de Lula, embora camisas, bandeiras e cartazes em apoio ao petista tenham sido vistas pelo País. O atual presidente, foco central dos atos, também preferiu ignorá-los, sem nenhum comentário sobre o assunto até a manhã deste domingo (30). Nas redes sociais, bolsonaristas e petistas tiveram outra reação, rejeitando ou apoiando as manifestações, mas nunca as ignorando. Principal mobilização da oposição contra Bolsonaro desde o início da pandemia do novo coronavírus, os atos de 29 de maio ocorreram em pelo menos 170 cidades brasileiras e quase todas as capitais, além do Distrito Federal. Em muitas delas, o grande número de pessoas chamou atenção e marcou a "virada" anti-Bolsonaro, com inevitáveis comparações às recentes e mais frequentes manifestações de apoiadores do atual presidente, mais esvaziadas. A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann , adotou postura diferente de Lula. Se o ex-presidente não fez nenhuma convocaação nem tampouco comentou os atos, Gleisi esteve presente em uma das maiores manifestações nacionais, realizada na Avenida Paulista, em São Paulo. "Acompanhamos a situação crítica da pandemia e do nosso povo. Decidimos um ato extremo, um ato de rua, com todos os cuidados, para mostrar solidariedade ao povo brasileiro. Quem está errado não é quem está aqui. Quem está errado é Jair Messias Bolsonaro", disse a petista. Nas redes sociais e nos próprios atos, a ideia de que Bolsonaro representa um perigo maior do que o vírus foi bastante difundida, mas Lula, principal liderança da oposição, como mostram as pesquisas eleitorais para 2022, optou por outra estratégia. Por Revista Imagem | Fonte IG
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