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- Vilhena: Asfalto na avenida 1° de Maio recomeça no maior trecho da via
Obras agora acontecem no trecho de 1,6 km entre as ruas Quintino Cunha e Jamari Revista Imagem | 04/06/2020 18:29 Após finalizada a terraplanagem, a avenida 1° de Maio recebeu nesta terça-feira (3) as máquinas para início das primeiras camadas de asfaltamento da via. O prefeito Eduardo Japonês esteve no local em visita rápida ao local durante a tarde para conferir o andamento da obra, que vai encerrar um período de cerca de 40 anos dos moradores de parte da via que pediam por pavimentação. “Esta é a última rua do Centro e os moradores sofriam com alagamentos aqui. Sabíamos que era importante resolver esse problema, por isso nos esforçamos para iniciar as obras o quanto antes. Agora em cerca de dois meses poderemos ter mais 1,6 quilômetros de asfalto com sarjeta, meio-fio, calçadas e veremos esses moradores livres da lama, da poeira e dos buracos”, assegura o prefeito Eduardo. Diversos moradores saíram em frente aos portões ou assistiram pelas janelas as máquinas trabalhando na avenida. O mesmo aconteceu quando da realização do asfalto na primeira etapa da obra, ainda em 2019, que pavimentou 500 metros da avenida Marques Henrique até a rua Domingos Linhares. Na época os moradores do local agradeceram à Prefeitura e ao prefeito pela obra. De acordo com os engenheiros e fiscais da Secretaria Municipal de Planejamento, depois de aplicada a imprimação, são necessárias 24 horas, pelo menos, para o início da aplicação do asfalto. Portanto, nos próximos dias as demais camadas, inclusive a capa selante, deverão já ser aplicadas na via. O início das obras de sarjeta e meio-fio, porém, precisam começar somente uma semana após a finalização do asfalto, para que o material esteja bem assentado e seco, tanto no centro como nas bordas. Por sua vez a calçada poderá começar a ser feita depois de 30 dias do concreto da sarjeta e meio-fio estarem prontos. Inclusive, devido ao pequeno espaço disponível entre muros e sarjeta, em alguns trechos da avenida será impossível aplicar calçamento, já que a avenida não foi planejada quando de sua concepção e ocupação com vistas às benfeitorias que chegam hoje, cerca de quatro décadas após o primeiro morador se instalar no local. A drenagem já existente nas ruas e avenidas acima permitirão que a obra de drenagem da 1° de Maio seja uma continuação simples destas, sem contratempos nos trabalhos. Fonte Semcom PMV
- Testes rápidos começam a ser feitos em servidores da Saúde em Vilhena
Protocolo do Governo do Estado determina testagem em bairros dispersos na cidade a partir de amanhã Revista Imagem | 03/06/2020 20:55 Nesta quarta-feira, 3 de junho, teve início em Vilhena a testagem rápida para a covid-19. Foram realizados mais de 150 testes em servidores municipais da saúde e pessoas abordadas em frente ao Hospital Regional de Vilhena (HRV). Os exames foram entregues pelo Estado e serão aplicados conforme a determinação da Secretaria de Estado de Saúde por meio de drive-thru em diversos bairros da cidade conforme seleção da Vigilância Epidemiológica. A equipe da Saúde conta com apoio do Exército para a abordagem das pessoas e realização dos testes. De acordo com o diretor do Hospital Regional, Faiçal Akkari, as pessoas que testarem positivo para a covid- 19 já deverão iniciar o tratamento. “Se a pessoa estiver infectada e não estiver sentindo nenhum sintoma, será feito o tratamento em casa. Lembrando que essa pessoa deverá ficar em isolamento social com atestado médico. Aqueles que precisarem de internação, já vão ficar na unidade que foi preparada unicamente para tratamento da covid-19 aqui em Vilhena. Os familiares dessas pessoas também devem ser testados e ficar em isolamento social”, afirma Akkari. Durante a testagem, servidores da saúde usam aparato de EPIs, que são os equipamentos de proteção individual. Além disso, as pessoas que aguardam para realizar o exame devem respeitar o distanciamento entre si para evitar contaminação. Nesta primeira fase de testagem, Vilhena conta com 1.598 testes rápidos para a covid-19. O objetivo é agilizar diagnósticos e tratamentos de possíveis infectados. “Nós estamos preocupados em fazer um diagnóstico rápido e seguro junto com o Governo do Estado de Rondônia. Dentro de 30 dias teremos testado cerca de 5 mil pessoas. A ação começa amanhã em diversos pontos da cidade por meio de drive-thru. Os pontos dispersos de testagem vão nos revelar um cenário mais próximo da realidade epidemiológica do município”, ressalta o secretário municipal de Saúde, Afonso Emerick. A Secretaria Municipal de Saúde orienta que todos os vilhenenses que apresentarem sintomas de gripe devem ligar para os números: 3321-4338 (das 7h às 13h e das 15h às 17h) ou 98442-1163. Denúncias de descumprimento de normas de Saúde podem ser feitas pelos números: 190 (24h) ou 3322-1936 (7h às 17h30). Fonte Semcom PMV
- Vilhena registra primeiro óbito de paciente com covid-19
Paciente era portador de Síndrome de Marfan, que gera complicações cardiovasculares Revista Imagem | 03/06/2020 20:42 A Secretaria Municipal de Saúde (Semus) de Vilhena registrou nesta quarta-feira (3), o primeiro óbito de paciente com covid-19 no município. A Vigilância Epidemiológica está, desde cedo, alertando os possíveis contatos para que o rastreio de novos casos suspeitos seja estabelecido. A direção clínica do Hospital Regional de Vilhena (HRV) emitiu nota explicando a rápida evolução do quadro delicado de Síndrome de Marfan do paciente, que ficou apenas 48 horas internado na unidade. De acordo com a nota, “o paciente de 23 anos deu entrada no HRV dia 29 de maio, às 18h10, com quadro clínico de insuficiência cardíaca descompensada, evoluindo com piora clínica e óbito às 19h10 do dia 31 de maio”. O documento revela ainda que o paciente era portador da “Síndrome de Marfan, doença do tecido conjuntivo de origem genética, e não apresentou sintomas e/ou sinais de síndrome gripal antes ou durante a internação”. A direção clínica revela ainda que, apesar disso, a Vigilância Epidemiológica procedeu à coleta de “exames de covid-19 como parte do protocolo de todos os casos de insuficiência respiratória aguda” que são registrados no Sistema Único de Saúde. A vítima é o jornalista Abel Labajos, filho do também jornalista Osias Labajos. Ele faleceu no domingo, porém o resultado positivo de seu exame foi revelado na manhã de hoje pelo Governo do Estado, através do Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública) de Porto Velho. Os dados do último boletim, divulgado na noite desta terça-feira, dia 2, mostram que a idade média dos pacientes em Vilhena é baixa: 38,1 anos. De todos os 59 casos confirmados no município, apenas 3 têm 60 anos ou mais, sendo que o grupo mais representativo é o de pacientes com 30 a 39 anos, que somam 30,5% do total. A Prefeitura de Vilhena e o Comitê Gestor Municipal de Prevenção e Enfrentamento ao Coronavírus em Vilhena reforçam os pedidos de cuidado de todos com o uso de máscaras assim que sair de casa, higienização constante das mãos, evitar aglomerações, não tocar em outras pessoas e demais precauções necessárias para diminuir a possibilidade de contaminação do novo coronavírus. Os mais de 5 mil testes que a Prefeitura deve realizar até o fim do mês deverão revelar muitos novos casos confirmados no município e, por isso, as medidas de prevenção são mais importantes a cada dia. Fonte Semcom PMV
- Brasil vive pior dia da pandemia e registra 1,3 mil novos óbitos por Covid-19
Total é de 32.548 mortes; levantamento do Ministério da Saúde aponta 584.016 casos da doença Revista Imagem | 03/06/2020 21:33 O Ministério da Saúde divulgou nesta quarta-feira (3) que 1.349 óbitos causados pela Covid-19 foram registrados no Brasil em 24 horas, sendo um novo recorde. Agora o total é de 32.548 mortes motivadas pela doença. A alta corresponde a um crescimento de 4,1 %. Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, os novos casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil são 28.633, totalizando 584.016. O aumento foi de 4,9 %. Já a taxa de letalidade se manteve em 5,6 %. São Paulo continua sendo o estado que tem mais mortes, com 8.276 ocorrências. O Rio de Janeiro fica em segundo lugar, com 6.010 mortes. Como 256 novos registros, o estado do Rio teve hoje novo recorde de mortes em 24 horas. São Paulo também segue na liderança em número de casos, com 123.483 infectados pelo novo coronavírus. O estado do sudeste é seguido por Rio de Janeiro (59.240), Ceará (56.056), Pará (44.774) e Amazonas (44.374). Divulgação/Ministério da SaúdeTabela de dados sobre progressão da Covid-19 no Brasil O estado menos afetado é o Mato Grosso do Sul, que tem registro mantido em 20 mortes e 1.802 casos confirmados de Covid-19 desde o início da pandemia. Ainda segundo o Ministério da Saúde , 312.851 pacientes com Covid-19 estão em acompanhamento, 238.617 estão recuperados e 4.115 óbitos ainda estão sob investigação. Fonte IG
- Governo destina verba publicitária a canais de conteúdo inadequado, diz CPMI
Propagandas foram veiculadas em páginas de fake news e até canal do youtube em russo. Governo nega irregularidades. Revista Imagem | 04/06/2020 09:26 Em apenas 38 dias, o governo de Jair Bolsonaro publicou mais de 2 milhões de anúncios em canais na internet com "conteúdos inadequados", segundo mostrou um relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News divulgado nesta quarta-feira (03/06) pelo jornalO Globo. Verba pública foi usada para veicular propaganda em sites que divulgam notícias falsas, que publicam pornografia e promovem jogos de azar proibidos ou investimentos ilegais. O relatório tem como base dados fornecidos pela Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), que repassou apenas informações sobre publicidade feita entre 6 de junho e 13 de julho do ano passado, apesar de o pedido ser referente aos dez primeiros meses de 2019. Mesmo sem o período completo, o relatório mostra que o governo publicou 2.065.479 anúncios em 843 canais considerados inadequados, ou seja, 4,37% do volume total veiculado neste período. O relatório afirma que entre os canais estão 47 que divulgam notícias falas, 741 que foram removidos do YouTube por descumprir o regulamento da rede social, 12 que publicam informações sobre jogos de azar e quatro que promovem a pornografia. Entre os propagadores de fake news que receberam anúncios do governo citados no documento estão os sites bolsonaristas Jornal da Cidade Online, Folha do Brasil, Terça Livre – do blogueiro investigado pela Polícia Federal (PF) Allan dos Santos – e até páginas alinhadas com o PT como Diário do Centro do Mundo e Revista Fórum. Somente Allan dos Santos, que negou em novembro à CPMI receber dinheiro público, teve seu canal no YouTube beneficiado por 1.447 anúncios do governo federal no período analisado. O blogueiro, por exemplo, já publicou informações falsas sobre jornalistas que fizeram reportagens investigativas sobre o governo Bolsonaro. Seu site também é um repositório permanente de difusão de teorias conspiratórias sobre temas como a pandemia de coronavírus. No topo dos sites que mais receberam dinheiro público para divulgar publicidade do governo está a página "Resultados Jogo do Bicho". Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, o site conta com 319.082 impressões – a quantidade de vezes que o anúncio foi exibido aos usuários da página. O jogo do bicho é proibido no Brasil. Já um dos sites que recebeu mais de 66 mil impressões publica conteúdos como "múmias alienígenas escondidas em pirâmides do Egito, colisores de átomos que abrem portais para o inferno e baleias encontradas em fazendas a centenas de quilômetros do litoral". Outro em russo recebeu mais de 101 mil anúncios pagos com recursos federais. O governo direcionou propaganda até mesmo para fanpages do presidente Jair Bolsonaro, como o canal de YouTube "Bolsonaro TV" e aplicativos para celular “Brazilian Trump”, “Top Bolsonaro Wallpapers” e “Presidente Jair Bolsonaro”, segundo o Estadão. A CPMI ainda apontou que dos 20 canais no YouTube que mais veicularam anúncios da campanha Nova Previdência no ano passado, 14 são tem como alvo o público infanto-juvenil. Um deles tem até seu conteúdo todo em russo, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo. Esses anúncios são veiculados por meio do programa Google Adsense, que administra e destina anúncios publicitários a sites cadastrados, cujo pagamento é baseado na quantidade de cliques e visualizações. O relatório afirmou que o uso da ferramenta pela Secom gerou "incorreções na condução da política de publicidade oficial", incluindo veiculação de anúncios em canais inadequados, falta de transparência e desperdício de dinheiro público. O que diz o governo Em nota, a Secom afirmou que destina as verbas publicitárias ao Google Adsense e que o programa é o responsável pela distribuição dos anúncios. "Ou seja, cabe à plataforma as explicações pertinentes sobre a ocorrência. Os veículos que constam na lista citada pela matéria foram selecionados pelo desempenho aferido pelo algoritmo do Google, e não pela Secom", ressaltou. A denúncia Aberta em agosto de 2019, a CPMI começou investigando a disseminação de notícias falsas na campanha eleitoral de 2018 e se estendeu a atuação do atual governo. Em dezembro, em depoimento, a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo no Congresso, denunciou um esquema de propagação de notícias falsas que funcionaria na sede da Presidência. Segundo ela, os mentores da rede são os filhos do presidente Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro. Fonte DW
- Brasil foi responsável por um terço da perda de florestas virgens no mundo em 2019
No ano passado, o Brasil perdeu cerca de 1.361.000 hectares de floresta tropical virgem segundo relatório do Global Forest Watch Revista Imagem | 04/06/2020 09:08 | Reportagem especial por BBC Brasil As florestas primárias, ou virgens, são aquelas que se encontram em seu estado original — não afetadas, ou afetadas o mínimo possível, pela ação humana. Por serem mais antigas, elas têm mais diversidade de espécies, armazenam mais carbono e são consideradas essenciais no combate à mudança climática. Especialmente as tropicais. Em 2019, segundo o novo relatório da Global Forest Watch, o mundo perdeu 3,8 milhões de hectares de florestas primárias tropicais — uma área quase do tamanho da Suíça, ou o equivalente a um campo de futebol a cada 6 segundos. O Brasil, que tem 33% das florestas primárias tropicais do mundo, foi responsável por 36% do total perdido no ano passado. E 95% desta perda ocorreu na Amazônia de acordo com a organização, que utiliza dados do monitoramento por satélite feito pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, em parceria com o Google, a Nasa e o Serviço Geológico dos Estados Unidos. Analistas do Global Forest Watch apontaram, como principais razões da perda, para o desmatamento por ação humana (criação de pastos, especulação de terra) e incêndios. Em segundo e terceiro lugar, a República Democrática do Congo e a Indonésia tiveram pequenas reduções na área de floresta virgem que perderam no ano passado. E a Bolívia chegou ao quarto lugar da lista, por causa dos incêndios que devastaram áreas de alta biodiversidade no país em agosto de 2019. Incêndios foram 'sintoma' de desmatamento As florestas tropicais virgens costumam ter espécies muito antigas de árvores, que armazenam mais carbono. Segundo especialistas, elas podem levar centenas de anos para se recuperar. Isso se forem deixadas intocadas após processos de desmatamento ou de degradação — resultantes de eventos climáticos, como secas, ou da ação humana, como queimadas e corte de árvores — que podem deixar a floresta gradualmente mais vulnerável e incapaz de funcionar. No entanto, ao contrário do que ocorreu na Bolívia, os incêndios no Brasil em 2019 não tiveram uma grande contribuição na perda de floresta virgem, segundo a analista da Global Forest Watch Mikaela Weisse. "A maior parte dos incêndios que vimos no Brasil no ano passado não aconteceu nas florestas virgens, mas, sim, em áreas que já estavam desmatadas e que fazendeiros estavam preparando para o pasto e para a agricultura", disse à BBC News Brasil. Segundo o órgão, as queimadas que chamaram a atenção do mundo a partir de agosto de 2019, "parecem ter sido um sintoma da perda de florestas primárias, mais do que uma causa direta". "Na Amazônia, só 20% dos incêndios que observamos ocorreu em florestas ainda virgens, 30% ocorreu em áreas onde já havia acontecido perda de mata e os outros 50% aconteceram em áreas que já não tinham florestas ou onde a floresta era secundária (em processo de recuperação)." As perdas brasileiras sinalizam uma expansão das fronteiras do desmatamento, que estão de acordo com o que cientistas do Brasil também estão observando, especialmente próximo a áreas de conservação e territórios indígenas. "Desde 2013 vemos um aumento do ritmo da abertura da mata virgem. E nos últimos anos, especialmente, isso se acelerou", disse à BBC News Brasil o especialista em sensoriamento remoto Cláudio Almeida, coordenador do programa de monitoramento da Amazônia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). "Mas também houve uma mudança. Lá na década de 80 o sujeito passava o correntão, derrubava as árvores e pronto. Nos últimos 10 anos ele vai degradando a área. Começa a tirar madeira em um ano, queima um pouco em outro. Só no final faz um corte raso e, por fim, queima tudo." Na segunda metade de 2019, segundo Almeida, um cruzamento de dados feito por analistas do Inpe mostrou que entre os dez municípios com o maior número de queimadas, nove tinham também o maior número de alertas de desmatamento contabilizados no sistema Deter. "Isso mostra que existe uma relação forte entre um e outro. O incêndio era o ponto final do processo de desmatamento. No período seco, a pessoa derruba a área, ela fica secando e em agosto, setembro, aquela biomassa é queimada." Diferenças na medição O monitoramento de perda de floresta primária da Global Forest Watch detecta perturbações em trechos de mata maiores que 0,09 hectares (0,0009 km²), com vegetação a partir de 5 metros de altura, com causas que vão desde o corte seletivo de madeira até o fogo rasteiro. Não há diferenciação entre os processos de desmatamento, que é como se considera o corte raso de um trecho de floresta, e de degradação. Por isso, os números divulgados pelo órgão costumam ser diferentes dos dados obtidos pelo sistema Prodes, do Inpe, no Brasil. Ambas as medições, no entanto, podem ser consideradas importantes, e até mesmo complementares, segundo Cláudio Almeida, do Inpe. "O Prodes é um sistema bastante preciso, mas só mede o final do processo, o desmatamento total de um trecho de floresta primária. Ao longo desse processo ocorrem vários estágios de degradação. Enquanto existe algum tipo cobertura florestal, o Prodes não pega", explica. Isso significa que, em muitos casos, a perda de floresta virgem apontada pelo Global Forest Watch é ainda o início de um processo de desmatamento que o sistema brasileiro só vai contabilizar mais adiante. O Prodes detecta, por imagens de satélite, áreas maiores que 6,25 hectares (0,0625 km²) em que houve desmatamento por corte raso. Os dados são contabilizados entre julho de um ano e agosto do ano seguinte. Já a Global Forest Watch contabiliza a perda de florestas entre janeiro e dezembro de um determinado ano. Uma destas diferenças entre os dois sistemas pode ser observada nos dados de 2016 e 2017. A Global Forest Watch registra uma perda recorde de florestas virgens no Brasil, causada principalmente por incêndios em larga escala. "Nesse caso, no entanto, eles eram de fogo rasteiro, que queima por debaixo das árvores e, muitas vezes, é menos visível para os satélites. E estavam mais relacionados à seca provocada pelo El Niño de 2015, uma das piores já registradas. E causaram degradação nas florestas", disse à BBC News Brasil o botânico Jos Barlow, professor da Universidade de Lancaster, no Reino Unido, e pesquisador da Rede Amazônia Sustentável (RAS). O Prodes também mostra aumento do desmatamento nestes anos, mas não um pico tão grande. Em parte, por causa da diferença no período analisado e também porque nem todos aqueles trechos de floresta virgem que sofreram incêndios terminaram por ser completamente desmatados. Desmatamento continua em tendência de aumento Os dados do Prodes mostram que, entre agosto de 2018 e julho de 2019, o Brasil perdeu 1,01 milhão de hectares (10,1 mil km²) de Amazônia, o maior volume dos últimos 11 anos. Ainda não há números consolidados para o período seguinte, mas o Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter), que emite os alertas de desmatamento e orienta as ações de fiscalização, mostra que entre agosto de 2019 e março de 2020, 507 mil hectares (5 mil km²) foram desmatados — quase o dobro do mesmo período no ano anterior. Ambientalistas atribuem o aumento às políticas do presidente Jair Bolsonaro, que afirmou em algumas ocasiões que atividades como agricultura e mineração, inclusive em áreas protegidas e territórios indígenas, poderiam tirar a região da pobreza. Em resposta a críticas dentro e fora do país após os incêndios em 2019, Bolsonaro autorizou o envio das Forças Armadas para combater os incêndios florestais na região, e criou o Conselho da Amazônia, coordenado pelo vice-presidente, general Hamilton Mourão. No entanto, um decreto recente do governo foi criticado por colocar as rédeas das ações de fiscalização e combate ao desmatamento nas mãos das Forças Armadas — tirando-as do Ibama, que passou a ser subordinado aos militares. "Mandar o Exército parece contraintuitivo se você está deixando de financiar as agências ambientais que faziam bem o trabalho há tantos anos. Mandar o Exército parece uma medida de curto prazo pra ter impacto na mídia internacional, mas não parece algo que vá resolver o problema da degradação e do desmatamento na Amazônia", diz Jos Barlow, da Universidade de Lancaster. O governo anunciou que, até o dia 21/05, "26 pessoas foram presas por delitos ambientais e outros crimes durante as ações do Exército, e que foram aplicadas multas no valor de R$ 8,7 milhões". Além disso, foram apreendidos motosserras, tratores, caminhões e embarcações. O Exército, no entanto, descartou a destruição do equipamento apreendido, que críticos dizem ser uma sinalização de que o governo não estaria realmente disposto a combater as atividades ilegais. Segundo o engenheiro agrônomo André Guimarães, diretor-executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), os dados indicam que o desmatamento deste ano vai superar o do ano anterior, mesmo com as ações do governo. "No ano passado o governo começou a agir em outubro, no fim do ciclo de desmatamento. Esse ano, parece que começou a agir mais cedo, vamos ver se terá resultado", disse à BBC News Brasil. "No ano passado, por conta da comoção com os incêndios, viu-se alguma ação de comando e controle que ajudou a baixar a taxa de desmatamento em outubro e novembro. Mas você precisa criar as condições para incentivar quem quer produzir sustentavelmente. Colocar o Exército na floresta ajuda, mas não é suficiente." A reportagem questionou a vice-presidência sobre os planos para o desenvolvimento da região e sobre as críticas às ações de fiscalização, mas não recebeu resposta. Por Camilla Costa Da BBC News Brasil
- Petrobras reajusta o preço do gás de cozinha em 5%
Distribuidoras são as responsáveis pelo envase e, junto com as revendas, são responsáveis pelos preços ao consumidor final Revista Imagem | 04/06/2020 07:50 A Petrobras informou que vai reajustar em 5% o preço médio do gás liquefeito de petróleo (GLP) vendido pela companhia às distribuidoras a partir desta quinta-feira (4). Com isso, o preço médio da Petrobras será equivalente a R$ 24,08 por botijão de 13 quilos (kg). No acumulado do ano, a redução é de 13,4%, ou R$ 3,72 por botijão de gás de cozinha de 13 kg. A Petrobras esclarece que igualou desde novembro de 2019, os preços do gás liquefeito de petróleo para os segmentos residencial e industrial/comercial e que o GLP é vendido pela Petrobras a granel. As distribuidoras são as responsáveis pelo envase em diferentes tipos de botijão e, junto com as revendas, são responsáveis pelos preços ao consumidor final. Por Douglas Corrêa (AB)
- Ficha Limpa faz dez anos; Sociedade vê avanço, mas não suficiente
Norma proíbe a eleição a cargos públicos de candidatos condenados por decisão transitada em julgado ou por órgãos colegiados da Justiça Revista Imagem | 04/06/2020 07:43 Esta quinta-feira (4) marca a passagem dos dez anos de assinatura da Lei Complementar nº 135, mais conhecida como Lei da Ficha Limpa, que proíbe a eleição a cargos públicos de candidatos condenados por decisão transitada em julgado ou por órgãos colegiados da Justiça. A lei foi criada com grande apoio popular, a partir da iniciativa de juristas, e chegou a somar 1,6 milhão de assinaturas. A proposta começou a ser articulada no fim da década de 1990 pela Comissão Brasileira de Justiça e Paz, ligada à Igreja Católica, e foi apresentada ao Congresso Nacional em setembro de 2009. “Foi uma das poucas propostas de iniciativa popular que conseguiram se concretizar em uma legislação. O processo de coleta de assinaturas foi uma mobilização da sociedade civil bastante importante, em resposta aos escândalos de corrupção que iam acontecendo com a reiterada tentativa de pessoas condenadas em concorrer a cargos eletivos”, lembra Guilherme France, coordenador de pesquisa da organização não governamental (ONG) Transparência Internacional. “Essa lei é de extrema importância. Ao longo dos anos tem impedido que vários candidatos ou políticos avancem na carreira e consigam obter mandato, seja qual for o cargo público”, afirma Gil Castelo Branco, secretário-geral do Contas Abertas, site especializado que acompanha a aplicação de recursos públicos. Desde a Constituição O diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), Antônio Carlos Queiroz, acompanhou a tramitação da lei no Congresso Nacional, aprovada por unanimidade no Senado. Ele lembra que essa lei era esperada desde a promulgação da Constituição Federal (1988) e considera que a “Ficha Limpa vem cumprindo a sua missão” e tem funcionado como “bloqueio” para candidatos com condenações na área cível ou criminal. Manoel Galdino, diretor executivo da Transparência Brasil, concorda que a lei tem sido “efetiva em barrar candidatos”, mas afirma que “ainda há certa impunidade” a crimes praticados por políticos e gestores públicos por “pouca fiscalização” do uso de recursos públicos, especialmente nos níveis estaduais e municipais. O baixo acompanhamento é grave, em sua opinião, porque ainda “existe muita discricionaridade por parte dos gestores do Poder Executivo de como usar recursos públicos, que podem direcionar para favorecer empresários e desviar”. Galdino entende que a diminuição da corrupção também depende da presença da imprensa, da atuação da sociedade civil organizada e da população. “O eleitor acaba não recompensando adequadamente os gestores que são honestos e competentes”, acrescenta. Para Castelo Branco, do Contas Abertas, “uma lei só não faz verão” e “o ideal é que o combate à corrupção fosse política de Estado, envolvendo os Três Poderes”. Ele espera a aprovação de um conjunto de leis e a adoção das 70 medidas de combate à corrupção propostas ao Congresso Nacional antes da eleição de 2018. Em sua avaliação, “nos últimos anos houve retrocesso no combate à corrupção”, e outras leis podem desestimular delitos e desvio de dinheiro público se houver garantia de punição. “A corrupção é uma doença social. O corrupto é um sociopata. Ele não tem remorsos, mas ele faz análise de riscos”. Percepção da corrupção “O correto seria estender a ficha limpa para todas as instituições que recebam recurso público de algum modo”, acrescenta Antônio Carlos Queiroz (Diap), que há mais de 30 anos acompanha o dia a dia do Congresso. Ele lamenta, por exemplo, o fato de ter “gente com condenação judicial exercendo liderança partidária fora do Parlamento”. “Chama a atenção o fato de figuras com comprovado envolvimento de corrupção continuarem desempenhando papéis-chave dentro de partidos políticos”, diz Guilherme de France, da Transparência Internacional. “Isso demonstra que os partidos políticos ainda estão longe de se adequar a normas de transparência, probidade e democracia”. France prevê que impunidade e retrocesso no combate a ilegalidades praticadas por políticos podem piorar a imagem que os brasileiros têm do próprio país. A Transparência Internacional mede em 180 países o Índice de Percepção da Corrupção (IPC). Nos últimos cinco anos, o Brasil cai seguidamente no índice. Em 2019, o Brasil ocupou a 106ª posição no grupo de países avaliados. Por Gilberto Costa
- Primeiro dia de testagem ampla para coronavírus mobiliza todo o estado
Nesta primeira etapa, o público alvo abrange todas as pessoas sintomáticas, que apresentam síndrome gripal por mais de sete dias. Revista Imagem | 04/06/2020 07:28 Começou nesta quarta-feira (3) a Ação Mapeia Rondônia. A iniciativa é do governo do Estado, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), em parceria com os 52 municípios para realizar a testagem simultânea na população rondoniense. Nesta primeira etapa, o público alvo abrange todas as pessoas sintomáticas, que apresentam síndrome gripal por mais de sete dias. Nas regiões Madeira Mamoré, Vale do Jamari, Central, Zona da Mata, Café e Cone Sul, as testagens aconteceram de forma tranquila. Centenas de pessoas procuraram as unidades e postos de atendimentos para a realização do teste rápido. Na capital, Porto Velho, os testes estão disponíveis em todas as unidades de saúde e nos Prontos Atendimentos. Segundo a Sesau, não foram registradas longas filas e nenhum tipo de tumulto. A testagem também iniciou nos distritos ao longo da BR- 364, e na quinta-feira (4) será realizada nos distritos ribeirinhos. “As pessoas entenderam a importância desta ação e atenderam ao chamado de comparecimento nas unidades, espaçadamente, sem aglomerações”, destacou a secretária municipal de saúde, Eliana Pasini. Em Ariquemes, o secretário-executivo do governo do Estado na regional do município, Euclides dos Santos, a gerente Regional de Saúde, enfermeira Joseany Carvalho e técnicos da IV Gerência Regional de Saúde (GRS), estiveram acompanhando o início da ação. A Ação Mapeia Rondônia em Ji-Paraná começou pelos profissionais de saúde. Na quinta-feira (4), será a vez dos profissionais da área de segurança pública a submeterem-se ao teste rápido. Na sexta-feira (5), a testagem será aplicada aos funcionários do comércio. Os maiores de 60 anos e demais pessoas de grupo de risco (hipertensos, diabéticos e outros) serão testados, respectivamente, nos dias seguintes. A estratégia de convocação dos públicos-alvo é uma iniciativa da Secretaria Municipal de Saúde de Ji-Paraná. “Separamos por público, para facilitar o acesso e o trabalho, inibindo possíveis contaminações”, explicou o secretário de saúde, Rafael Papa, acrescentando que a prefeitura já havia testado outras mil pessoas na cidade. Em Guajará-Mirim, a testagem aconteceu em cinco pontos de atendimentos, sendo três em Unidades Básicas de Saúde e em duas estruturas nos distritos de Surpresa e da Lata. Em Vilhena, o teste rápido neste primeiro dia foi realizado em frente ao Hospital Regional. A Ação Mapeia Rondônia contou com o apoio logístico da 17ª Brigada de Infantaria de Selva para realização das etapas de testagem da população. De acordo com secretário de estado de saúde, Fernando Máximo, todos os municípios foram orientados para que as ações acontecessem de forma estratégica e organizada, com o objetivo de que a testagem seja realizada de forma eficiente e sem promover contágio, destacando ainda que essas ações tem o apoio da Defesa Civil, Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa), 17ª Brigada, Conselho de Secretários Municipais de Rondônia (Cosems). Por Sângela Oliveira
- Vilhena soma 66 casos de covid-19; Mais 7 foram registrados ontem
Três positivados de outros estados também foram identificados em Vilhena; Rondônia soma 5.714 infectados pelo coronavírus com 180 mortes Revista Imagem | 04/06/2020 07:12 Vilhena registrou 7 novos casos confirmados de covid-19 de vilhenenses nesta quarta-feira (3), bem como identificou um caso de morador do Estado do Mato Grosso. Além disso, foram identificados 20 novos casos suspeitos e o primeiro óbito de paciente com covid-19. O município soma 66 casos confirmados de vilhenenses, 3 positivados moradores de outros estados, 74 casos suspeitos e 424 descartados. Há atualmente 25 casos ativos de moradores de Vilhena e mais 3 de outros estados. Estes são os pacientes que podem transmitir a doença, visto que 40 já estão recuperados. Os seis novos casos positivos de Vilhena são 3 do sexo feminino com 15 anos (Jardim Eldorado), 39 anos (Jardim América) e 47 anos (Jardim Eldorado), bem como 3 do sexo masculino, com 37 anos (Residencial Solar), 50 anos (Centro) e 55 anos (Jardim Eldorado). Foi identificado ainda como positivo um morador do Estado do Mato Grosso, de 33 anos. Foram registrados também 20 novos casos suspeitos na cidade, sendo 13 do sexo feminino com 5, 8, 17, 23, 28, 30, 33, 33, 34, 34, 35, 45 e 51 anos, bem como 7 do sexo masculino com 26, 27, 35, 38, 42, 42 e 47 anos. Além disso, foram considerados recuperados da covid-19 dois pacientes, sendo um do sexo feminino com 37 anos (Residencial Solar) e um do sexo masculino com 42 anos (Jardim das Oliveiras). Estão internados 5 pacientes em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19. Continuam com necessidade de respiradores os pacientes do sexo masculino de 40 e 52 anos. O outro positivado internado também é do sexo masculino, tem 65 anos e está na enfermaria comum de isolamento. Há ainda dois casos suspeitos na enfermaria comum de isolamento: um do sexo feminino com 40 anos e outro do sexo masculino com 51 anos. Todos os demais casos suspeitos e confirmados estão com recomendações expressas de cumprir isolamento domiciliar, pois não apresentam sintomas ou têm apenas sintomas leves. O Estado registrou até o momento 5.714 casos confirmados e 180 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 584 mil, com 32,5 mil mortes. No mundo são 6,5 milhões de casos confirmados e 387 mil mortes. Leia também: Brasil vive pior dia da pandemia e registra 1,3 novos óbitos por Covid-19 Vilhena registra primeiro óbito de paciente com covid-19 Testes rápidos começam a ser feitos em servidores da Saúde em Vilhena Fonte Semcom PMV
- Sicoob promove doações em mais de 460 municípios brasileiros
Doações e ações em combate ao coronavírus e auxílio a famílias necessitadas somam R$ 7,4 milhões Revista Imagem | 03/06/2020 21:20 Desde março deste ano, quando se iniciou a recomendação de isolamento social em diversas regiões do Brasil, o Sicoob - sistema de cooperativas financeiras - realizou quase 600 ações em diferentes frentes para minimizar os impactos da pandemia do novo coronavírus no cotidiano dos cooperados e das comunidades em que as cooperativas estão inseridas. A instituição registra que, em quase dois meses, repassou mais de R$ 7,4 milhões em forma de doações para comunidades, hospitais, fundações e cooperados. Desse total, quase R$ 4 milhões foram em insumos hospitalares, enquanto o investimento em equipamentos de proteção individual chegou a R$ 2,5 milhões. As doações referentes a alimentos chegaram a R$ 713 mil, enquanto o valor aportado em produtos de higiene e limpeza repassados a comunidades alcançou R$ 118 mil. As ações foram realizadas em 460 municípios diferentes. Locais afastados dos grandes centros, como o interior dos estados, que são menos impactados por ações beneficentes, também ganharam espaço com as doações do Sicoob. As regiões Centro-Oeste (R$ 1,5 milhão), Norte (R$ 523 mil) e Nordeste (R$ 221 mil), que contam com forte atuação do Sicoob em comunidades em que o sistema bancário tradicional não atende, representaram, juntas, mais de 30% de todas as doações realizadas. Logo no início da pandemia, o Sicoob criou um comitê para estudar as consequências da Covid-19 em todo o País e os próximos passos para ajudar de forma efetiva a população por meio do cooperativismo. Além das doações, como primeiro passo, houve a reestruturação de suas operações de crédito, com prorrogação de prazos a partir de avaliações individuais de cada cooperativa. Assim, promovendo maior flexibilidade para que os cooperados viabilizem o pagamento de seus vencimentos. O Sicoob também deu liberdade para que as cooperativas criassem suas próprias linhas de crédito de acordo com a necessidade das comunidades locais. Adotando o que há de mais novo em tecnologia, o Sicoob também expandiu as funcionalidades do já existente Sicoob Moob, aplicativo voltado para facilitar a experiência dos cooperados, para que ele passe a possibilitar acesso remoto a palestras, seminários e, principalmente, assembleias. Desta forma, o cooperado não deixa de participar do dia a dia da cooperativa mesmo em sua própria casa. "Do ponto de vista do cooperativismo, a pandemia reforçou nosso propósito de servir à população com a cooperação e a solidariedade. São nos momentos de dificuldade que essas virtudes mais se destacam", afirma Marco Aurélio Almada, presidente do Bancoob. Para os cooperados que possuem o cartão Sicoobcard, o Sicoob anunciou um bônus de 50% na troca de pontos por crédito na fatura, válido até 30 de junho. O cooperado que trocava 1.254 pontos por R$ 25, no período promocional passa a ter direito a R$ 37,50, por exemplo. Hoje o Sicoob conta com mais de 4,7 milhões de cooperados, que estão sendo orientados a utilizar os canais digitais sempre que possível, seja pelo aplicativo ou pelo Internet Banking. "Mesmo neste momento difícil, estamos ao lado dos nossos cooperados para atenuar as dificuldades financeiras que podem surgir", fala Reposse Junior, diretor de Desenvolvimento e Supervisão do Sicoob Confederação. Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Por Raphael Pozzi
- Menos de 25% das ocupações no Brasil têm potencial de teletrabalho
As desigualdades regionais também influenciam no home office. Enquanto no DF o percentual chega 31,6%, em Rondônia é de apenas 16,7% Revista Imagem | 03/06/2020 12:33 O teletrabalho, também chamado de home office, é possível para 22,7% das ocupações no Brasil, estima um estudo que reuniu pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado consta na nota técnica “Potencial de Teletrabalho na Pandemia: Um Retrato no Brasil e no Mundo”, divulgada hoje (3) pelo Ipea. A pesquisa internacional aponta Luxemburgo, na Europa, como o país com maior potencial de trabalho remoto, que poderia se aplicar a 53,4% das ocupações. O patamar é muito superior ao de economias menos desenvolvidas, como as da América Latina. Na região, o maior percentual é o do Chile, com 25,7%, e o do Brasil, calculado por pesquisadores brasileiros, é o segundo maior. O menor potencial de teletrabalho entre os 86 países pesquisados está em Moçambique, na África, com apenas 5,24%. O estudo é assinado pelos pesquisadores Felipe Martins e Geraldo Góes, do Ipea, e José Antônio Sena, do IBGE, que usaram metodologia internacional adotada por pesquisadores da Universidade de Chicago. As desigualdades regionais do Brasil também se refletem no potencial de teletrabalho de cada estado. No Distrito Federal, estado com a maior renda média, o percentual chega a 31,6%. São Paulo e Rio de Janeiro também ficam acima do potencial nacional, com 27,7% e 26,7%, assim como os três estados da Região Sul. O restante do país tem percentuais menores que a média de 22,7%, sendo os menores no Piauí, com 15,6%, Pará, com 16%, e Rondônia, com 16,7%. Ocupações As ocupações analisadas foram agrupadas seguindo critérios internacionais, e os maiores percentuais de probabilidade de teletrabalho estão nos grupos profissionais das ciências e intelectuais (65%), diretores e gerentes (61%) e trabalhadores de apoio administrativo (41%). Já para membros das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares, a probabilidade de teletrabalho foi estimada em 0%, assim como para operadores de instalações e máquinas e montadores, para ocupações elementares e para trabalhadores qualificados da agropecuária, florestais, da caça e pesca. Outros grupos que têm um baixo potencial de teletrabalho são os trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados, com 12%, e os trabalhadores qualificados, operários e artesãos da construção, das artes mecânicas e outros ofícios, com 8%. Nas conclusões do estudo, os pesquisadores destacam que a nota técnica "revela as desigualdades regionais e as diferenças no acesso a essa modalidade no território nacional". O texto também destaca que a incorporação de tecnologias relacionadas ao mercado de trabalho depende, em grande parte, da renda e dos investimentos no processo produtivo. "As perspectivas da retomada das atividades econômicas após a pandemia devem levar em conta as novas modalidades de trabalho que emergiram e foram marcantes no período de isolamento e que, muito provavelmente, serão mais utilizadas", afirmam. Por Vinícius Lisboa (AB)
- Governo intensifica ações para conter avanço da malária em Rondônia
O estado registrou nos primeiros quatro meses do ano, 3.199 casos de malária, 38% a mais que no mesmo período de 2019 Revista Imagem | 03/06/2020 12:06 Para conter o avanço da malária em Rondônia, equipes do Programa Estadual de Controle da Malária da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) estão em campo e já realizaram ações de combate ao mosquito vetor da malária nos municípios de Mirante da Serra e Candeias do Jamari. As ações constam de instalação de mosquiteiros impregnados (MILDs), borrifação residual e espacial, busca ativa do mosquito transmissor da malária, além de diagnóstico e tratamento de casos da doença. Candeias do Jamari é o segundo município com maior incidência de malária em Rondônia, registrou 755 casos no primeiro quadrimestre. Juntamente com Porto Velho, que registrou 1.659 casos da doença, estes dois municípios concentram 76% da malária do estado de Rondônia. Valdir França, coordenador estadual do Programa de Controle da Malária da Agevisa, lembra que o controle da malária é um desafio constante, devido a diversas dificuldades, mas afirma que os técnicos que vão a campo implementam além das ações de combate. “Fazemos a busca ativa de casos, ofertando um diagnóstico rápido. Isso é oportuno e fundamental, principalmente na atuação em áreas de difícil acesso”, pontua. O coordenador explica que, nos casos em que há reincidência da doença, é importante que ocorra um trabalho mais minucioso através de tratamento supervisionado, seguindo as diretrizes do Novo Guia de Tratamento da Malária no Brasil de 2020. “Além da ampliação da instalação e monitoramento de mosquiteiros impregnados, conforme as recomendações e protocolos do Programa Nacional da Malária do Ministério da Saúde (MS). Ana Flora Camargo Gerhardt, diretora geral da Agevisa, explica que em Rondônia a malária está concentrada nos municípios de Porto Velho e Candeias do Jamari. Mas lembra que nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada. O estado registrou nos primeiros quatro meses do ano, 3.199 casos de malária, o que representa acréscimo de 38% no número de casos comparando com o mesmo período em 2019. MALÁRIA A malária é uma doença infecciosa febril aguda, não contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir a doença diretamente à outra pessoa, é necessária a participação de um vetor, que no caso é a fêmea do mosquito Anopheles (mosquito prego), infectado por Plasmodium, um tipo de protozoário. Estes mosquitos são mais abundantes ao entardecer e ao amanhecer. Todavia são encontrados no período noturno, porém em menor quantidade. Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma no caso de uma nova infecção. No Brasil, a maioria dos casos de malária se concentra na região Amazônica, nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Por Mineia Capistrano
- Covid-19: ANTT atualiza medidas sanitárias no transporte interestadual
A resolução, que atualiza regras já determinada pela agência, vale até o dia 31 de agosto deste ano. Revista Imagem | 03/06/2020 12:15 A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou hoje (3), no Diário Oficial da União, resolução com medidas sanitárias a serem adotadas nos serviços de transporte rodoviário interestadual de passageiros e no ferroviário, para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. A resolução, que atualiza regras já determinada pela agência, vale até o dia 31 de agosto deste ano. De acordo com a norma, as empresas que operam os serviços têm de adotar medidas para limpeza e desinfecção dos veículos por meio de métodos que impeçam a proliferação de microrganismos nocivos à saúde, como vírus, fungos e bactérias. As empresas também devem adotar estratégias para minimizar o contato entre os passageiros no veículo. No caso de veículos não climatizados, a ANTT recomenda que as janelas permaneçam abertas durante a viagem. Segundo a ANTT, A frequência de viagens das linhas de transporte rodoviário interestadual poderá ser reduzida e ficar abaixo do mínimo prevista na legislação. Caso o passageiro queira pedir o reembolso do valor da passagem, as empresas devem reembolsar o valor do bilhete em até 120 dias, contados da data do pedido de devolução, sem cobrança de comissão de venda e multa compensatória. O prazo máximo para o pedido de reembolso é de 90 dias de antecedência contados da data prevista para a viagem, ou 90 dias após a data de compra do bilhete, no caso de viagem sem data determinada. Quanto ao transporte ferroviário interestadual, a ANTT determinou a suspensão das autorizações vigentes "para a prestação não regular e eventual de serviços de transporte ferroviário de passageiros, com finalidade turística, histórico-cultural e comemorativa". A agência também determinou que as empresas de transporte ferroviário de passageiros enviem semanalmente uma planilha contendo os dados diários de demanda dos serviços operados. Em março, a ANTT já havia determinado que, após cada viagem, fossem higienizados ou esterilizados pega-mãos, corrimãos, catracas, equipamentos de bilhetagem e demais superfícies onde há constante contato das mãos de passageiros, do motorista e do cobrador. Na ocasião, também foi recomendado que as empresas disponibilizassem álcool em gel 70% para motoristas, cobradores e passageiros e, se possível, máscaras. Na resolução publicada nesta quarta-feira, a ANTT manteve a proibição do transporte rodoviário internacional de passageiros, regular, semiurbano e de fretamento, das empresas brasileiras e estrangeiras que têm licenças originárias, complementares e ocasionais. "Excepcionalmente, a Agência Nacional de Transportes Terrestres poderá autorizar o transporte de passageiros, com a finalidade de garantir o retorno de brasileiros ou estrangeiros aos seus respectivos países de origem, o transporte de profissionais que atuem em serviços públicos e atividades essenciais e o deslocamento de pessoas com enfermidades para tratamento de saúde", diz ainda a resolução. Por Luciano Nascimento (AB)
- PF acaba com grupo que extraia e vendia madeira ilegal em Rondônia
Operação Ninametsa cumpre 30 ordens judiciais; madeira era extraída ilegalmente de áreas de preservação da Terra Indígena Kaxararí Revista Imagem | 03/06/2020 09:09 A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (3) a denominada Operação Ninametsa, visando a desarticulação da organização criminosa dedicada à extração e comercialização ilegal de madeira e transferências de créditos virtuais pelo sistema oficial do IBAMA, conhecido como SISDOF. Estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão e 15 mandados de bloqueio e sequestro de bens, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho/RO, nas cidades de Ariquemes/RO e Porto Velho/RO, nos distritos de Extrema/RO e Candeias do Jamari/RO. As investigações iniciaram a partir de denúncias e relatórios de fiscalização dos órgãos ambientais, além de informações obtidas e compartilhadas no âmbito de operações anteriores (Deforest 1 e 2), relatando a prática reiterada da extração ilegal de madeira de áreas de preservação na Ponta do Abunã, em especial da Terra Indígena Kaxararí. A partir da notícia crime encaminhada à Polícia Federal, foi possível a identificação de pessoas físicas, madeireiros, interpostas pessoas e toreiros, bem como pessoas jurídicas (madeireiras), que criaram uma estrutura criminosa para a retirada ilegal de madeira, falsificação de créditos florestais e lavagem de dinheiro decorrente dessas infrações. Durante as investigações da Operação Ninametsa, constatou-se que os produtos florestais beneficiados por serrarias situadas no distrito de Extrema/RO vinham, em sua maioria, de áreas ambientalmente protegidas, localizadas na região da tríplice divisa dos estados de AM, AC e RO. Depois de beneficiadas, as madeiras extraídas ilegalmente eram comercializadas para o consumidor final, baseadas em DOF´s que continham informações falsas acerca de sua origem. Os indiciados serão interrogados e responderão, na medida de sua participação, pelos crimes de organização criminosa, extração ilegal de madeira, falsidade ideológica, inserção de dados falsos e lavagem de capitais. O nome da Operação Ninametsa tem origem na língua indígena karaxarí e significa “bosque/mata” em português. Fonte PF RO
- Isolamento social provoca queda de 31,8% nas vendas do varejo em abril
É a maior retração desde o 2001. A maior queda havia sido em janeiro de 2002, quando as vendas do varejo reduziram 16,5%. Revista Imagem | 03/06/2020 12:20 As vendas no varejo tiveram queda de 31,8% em abril, na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo levantamento da Serasa Experian. Essa é a maior retração desde o início da série histórica iniciada em 2001, baseada no número de consultas feitas à base de dados da consultoria. A maior queda havia sido em janeiro de 2002, quando as vendas do varejo reduziram 16,5%. No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, a atividade do varejo apresenta uma retração de 10,1% em relação ao período de janeiro a abril de 2019. Entre os setores que mais sofreram em abril, está o de eletrodomésticos e eletroeletrônicos, com uma queda de 39,9% na comparação com o mesmo mês do ano passado. O varejo de vestuário e calçados registrou uma redução de 39,6% nas vendas; o de veículos, motos e autopeças, 33,1%; e o de material de construção, 32,1%. O ramo de supermercados, alimentos e bebidas foi um pouco menos afetado, com uma redução de 24,3% no movimento de abril. Os estabelecimentos que comercializam combustíveis e lubrificantes tiveram queda de 19,3% no mês. Para o economista da Serasa Luiz Rabi, a queda no movimento é influenciada diretamente pela adoção das medidas de distanciamento social contra a pandemia do novo coronavírus (covid-19). “Com estabelecimentos comerciais de portas fechadas, lojistas viram seus estoques aumentarem e a demanda por produtos diminuir”, disse. O economista também destaca o impacto da crise na estabilidade financeira das famílias. “Nesse momento de instabilidade em que muitos ficam inseguros em seus empregos, o brasileiro se retrai para o consumo não essencial. Até mesmo quem tem um poder de compra mais elevado acaba direcionando seus recursos para uma reserva de emergência”, explicou Rabi. Por Daniel Mello
- Vilhena tem novo caso e pode adotar novas medidas contra coronavirus
Com aumento do número de testes a quantidade de casos deverá aumentar consideravelmente nos próximos dias Revista Imagem | 02/06/2020 21:59 Vilhena registrou apenas 1 novo caso confirmado de covid-19 nesta segunda-feira (2). É um homem de 52 anos, morador do bairro Moisés de Freitas. A Secretaria Municipal de Saúde também identificou 26 novos casos suspeitos. Por outro lado, a cidade recebeu 13 resultados negativos e registrou 9 pacientes como já recuperados. Ao todo Vilhena já registrou 59 casos confirmados de vilhenenses e 2 positivados moradores de outros estados. Outros 419 casos suspeitos foram descartados. Atualmente há 21 casos ativos de moradores de Vilhena e mais dois de outros estados. Estes são os pacientes que podem transmitir a doença, uma vez que 38 já estão recuperados. Cinco pacientes, todos homens, estão internados na Central de Atendimento à Covid-19. Três deles estão confirmados para covid-19: um de 40 anos com necessidade de respirador e outro de 52 anos também com necessidade de respirador. O outro positivado tem 65 anos e está na enfermaria comum de isolamento. Há ainda dois casos suspeitos com 33 e 50 anos também na enfermaria comum de isolamento. Todos os demais casos suspeitos e confirmados estão com recomendações expressas de cumprir isolamento domiciliar, pois não apresentam sintomas ou têm apenas sintomas leves. Comitê O Comitê Gestor Municipal de Prevenção e Enfrentamento ao Coronavírus em Vilhena se reuniu na tarde desta terça-feira por meio de videoconferência para deliberar sobre as medidas que poderão ser necessárias nos próximos dias tendo em vista a escalada nos casos na cidade. Mais fiscalização, ações mais importantes para exigir uso de máscaras e higienização por todos, soluções para contratação de mais servidores para a Saúde e detalhes sobre a testagem dos casos de covid-19 foram debatidos. É consenso entre os membros que, com o aumento do número de testes, a quantidade total de casos identificados na cidade deverá aumentar consideravelmente nos próximos dias. Por isso, os pedidos de cuidado à população, para que evitem aglomerações, festas particulares e contato físico, é intensificado pelo Comitê. Fonte Semcom PMV
- Foragidos são presos tentando sacar auxílio emergencial em Rondônia
As prisões ocorrem nos municípios de Cacoal, Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Buritis e Pimenta Bueno Revista Imagem | 02/06/2020 20:05 Onze pessoas com mandados de prisão em aberto foram presas na operação denominada Lockdown desencadeada nesta terça-feira (2) pela Polícia Civil, em Rondônia. As prisões ocorrem de forma simultânea nos municípios de Cacoal, Ji-Paraná, Ouro Preto do Oeste, Buritis e Pimenta Bueno. Os foragidos tentavam receber o auxílio emergencial do Governo Federal. Além das prisões, foram cumpridos dez mandados de busca e apreensão. De acordo informações da Polícia Civil, os foragidos eram procurados pela prática de crimes como homicídio, tráfico de drogas, estupro, entre outros. Durante a ação a polícia encontrou munições e um pé de maconha o que originou a prisão em flagrante. A Polícia informou que as investigações iniciaram após informações de que foragidos da justiça estariam tentando receber o auxílio emergencial do Governo Federal. A operação Lockdown iniciou na semana passada e culminou em prisões em diversos municípios de Rondônia, sendo deflagrada de forma efetiva nesta terça-feira, em Cacoal. Fonte PC/RO
- Covid-19: Em novo recorde, Brasil ultrapassa 1.200 mortes em 24h
Os novos casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus no Brasil são 28.936, totalizando 555.383. A taxa de letalidade se manteve em 5,6 % Revista Imagem | 02/06/2020 18:44 Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta ter-feira (2), sobre a pandemia da Covid-19 , o Brasil chegou aos 31.199 óbitos registrados, sendo 1.262 novas mortes, novo recorde de registros em 24 horas. Dos óbitos, 367 foram nos últimos três dias. Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, os novos casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Brasil são 28.936, totalizando 555.383. A taxa de letalidade se manteve em 5,6 %. No levantamento da pasta da última segunda-feira, o número de óbitos chegou a 29.937, com 623 novos registros. Já a quantidade de pessoas com a Covid-19 saltou 526.447, sendo que o aumento foi de 12.247. São Paulo continua sendo o estado que tem mais mortes, com 7.994 ocorrências. O Rio de Janeiro fica em segundo lugar, com 5.686 mortes. São Paulo também lidera a lista de casos confirmados. O estado tem 118.7.994 pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Em segundo lugar vem o Rio de Janeiro, com 56.732 vítimas de contaminação, seguido por Ceará (53.073), Amazonas (43.195) e Pará (41.207). O estado menos afetado é o Mato Grosso do Sul, que tem registro mantido em 20 mortes e 1.646 casos confirmados de Covid-19 desde o início da pandemia. Ainda segundo o Ministério da Saúde , 300.546 pacientes com Covid-19 estão em acompanhamento, 222.638 estão recuperados e 4.312 óbitos ainda estão sob investigação. Fonte IG
- Rondônia registra 12 mortes por covid-19 nesta terça e soma 172 óbitos
Uma mulher de 45 anos é a segunda moradora de Cerejeiras a morrer por complicações da doença. Ambas faziam tratamento contra câncer em Porto Velho. Revista Imagem | 02/06/2020 18:44 O Boletim Diário sobre o coronavírus em Rondônia, divulgado pelo Governo do Estado, confirmou 12 óbitos por Covid-19 nesta terça-feira (2). Foram oito mortes em Porto Velho - sendo três mulheres (60, 63 e 73 anos) e cinco homens (45, 48, 79, 80 e 81 anos) - um homem de 53 anos de Cacoal, um homem de 74 anos de Alto Paraíso, um homem de 75 anos de Guajará-Mirim e uma mulher de 45 anos de Cerejeiras. É a segunda morte registrada em moradores de Cerejeiras, mas como no primeiro caso, a nova vítima também estava em tratamento médico na capital, onde provavelmente foi contaminada. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Cerejeiras, informou que a mulher viajou para Porto Velho no dia 1º de maio em busca de tratamento médico oncológico e para outras complicações que vinha sofrendo. Ela foi internada no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro e nos últimos dias, começou a apresentar sinais e sintomas compatíveis com Covid-19. Ontem (1) ela testou positivo para Coronavírus. E ainda ontem, não resistiu e veio a óbito. O caso foi lançado para o município de Cerejeiras devido ser esse seu local de residência da vítima. Cerejeiras soma 4 casos confirmados e 2 mortes por convid-19. Apenas Chupinguaia, Colorado do Oeste, Cabixi e Corumbiara, não tem casos de covid-19 no Cone Sul de Rondônia. Ainda segundo o boletim estadual foram confirmados 305 novos casos de Covid-19 em Rondônia, nesta terça-feira, o maior número em Porto Velho com 176 casos. O estado totaliza 5.477 casos de covid-19 e 172 óbitos. Estão recuperados, 2.555 pacientes. Outros 321 estão internados. Rondônia testou até então apenas 17.834 pessoas, pouco mais de 1% da população. Confira os números de cada município em covid19.sesau.ro.gov.br/ Por José Antonio Sant'Ana
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