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  • Rondônia chega a 409 mortes por Covid-19 e soma quase 15 mil casos

    De acordo com a Sesau, a taxa de ocupação dos leitos de UTI era de 75% Revista Imagem - Da Redação - 20/06/2020 20:44 A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) registrou 18 novas mortes pelo novo coronavírus neste sábado (20) em Rondônia. O total de óbitos pela doença no estado chegou a 409. O número de infectados pela Covid-19 também subiu: há 14.952 confirmações até o momento, 599 diagnósticos a mais do que na sexta-feira (19). As 18 mortes registradas neste sábado (20) foram em Porto Velho, sendo: nove mulheres (48, 49, 54, duas de 56 anos, 58, 74, 80 e 89 anos) e nove homens (36, 49, 62, 64, 69, 76, dois de 82 anos e 86 anos.) As estatísticas apontam que, até este sábado (20), os casos estão divididos da seguinte forma: 5.768 pessoas recuperadas; 409 óbitos; 392 pacientes internados; 52.344 testes feitos; 2.097 casos suspeitos aguardando resultado. Ainda de acordo com a pasta, a taxa de ocupação dos leitos de UTI até a última sexta-feira (19) era de 75%. Casos por município Porto Velho é a região com o maior número de infectados: são 9.306 confirmações. Depois vem Guajará-Mirim: 938, Ariquemes: 907, São Miguel do Guaporé: 677, Candeias do Jamari: 369, Ji-Paraná: 353, Jaru: 309, Vilhena: 305, Cacoal: 208. Ainda segundo a Sesau, "após investigação epidemiológica foi constatado dois registros a mais para os seguintes municípios: Nova Mamoré, Buritis, Pimenteiras do Oeste, Novo Horizonte do Oeste, Castanheiras e Teixeirópolis. Havendo duplicidade no registro de casos e casos que pertencem a outros municípios. Estatisticamente, deve-se considerar que há registros a mais na edição anterior, referente a tais municípios". Fonte Sesau RO

  • Brasil tem 49.976 mil mortes e 1,06 milhão de casos de Covid-19

    Do total de casos registrados, 520.734 se recuperaram da doença Revista Imagem - Por Felipe Pontes - 20/06/2020 20:13 O Brasil teve 1.022 novas mortes por covid-19 registradas nas últimas 24 horas, de acordo com atualização do Ministério da Saúde divulgada hoje (20). Com a soma dos novos números às estatísticas, o país chegou a 49.976 falecimentos em função da pandemia do novo coronavírus. O balanço da pasta contabilizou também 34.666 novos casos da doença, totalizando 1.067.579 de casos confirmados. A marca de 1 milhão de infectados foi ultrapassada ontem (19). Do total de casos confirmados de covid-19 no Brasil, 496.869 pacientes estão em observação e 520.734 foram recuperados. Há ainda 3.415 mortes em investigação. A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,7%. A mortalidade (falecimentos por 100 mil habitantes) foi de 23,8. Já a incidência (casos confirmados por 100 mil habitantes) ficou em 508. Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (12.494), Rio de Janeiro (8.824), Ceará (5.518), Pará (4.519) e Pernambuco (4.148). Entre outras unidades da federação com altos índices de vítimas fatais em função da pandemia estão Amazonas (2.650), Maranhão (1.684), Bahia (1.350), Espírito Santo (1.297), Alagoas (866) e Paraíba (743). Os estados com mais casos confirmados de covid-19 são São Paulo (215.793), Rio de Janeiro (95.537), Ceará (92.156), Pará (82.881) e Maranhão (69.673). Fonte Agência Brasil

  • Campus da UNIR Vilhena fará Live com participações do Reitor e Vice-Reitor

    Live será transmitida ao vivo pelo canal do campus no YouTube Revista Imagem - Da Redação - 20/06/2020 19:55 Campus da UNIR Vilhena fará Live com participações do Reitor e Vice-Reitor, dia 25 de junho O campus da Fundação Universidade Federal de Rondônia em Vilhena fará uma Live no dia 25 de junho, às 19 horas (horário de Rondônia) com participações do reitor da UNIR, professor doutor Ari Miguel Teixeira Ott e do vice-reitor, professor doutor Juliano Cedaro.  A Live será transmitida ao vivo pelo canal do YouTube UNIR campus Vilhena e nela serão discutidos assuntos como: Diferença entre suspensão e cancelamento do calendário acadêmico. Por que a UNIR não está realizando aulas em sistema EAD? A importância da Universidade Pública para a Região Norte e para o Estado de Rondônia. Fonte Unir

  • Vilhena registrou mais 2 casos de coronavírus; total é de 309 infectados

    Há atualmente no município 157 casos ativos de moradores de Vilhena e 147 já recuperados Revista Imagem - Da Redação - 20/06/2020 19:44 Vilhena registrou 2 novos casos confirmados de vilhenenses com covid-19 neste sábado (20), ambos por teste rápido. A cidade não recebeu nenhum resultado. Dessa forma, Vilhena registra 309 casos confirmados de vilhenenses, 3 óbitos, 4 positivados moradores de outros estados e 154 casos suspeitos. Há atualmente no município 157 casos ativos de moradores de Vilhena e 4 de outros estados, bem como 147 já recuperados e 2 transferidos. INTERNADOS - Estão internados 10 pacientes em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19, sendo 6 na UTI com necessidade de respirador (dois do sexo feminino com 46 e 61 anos e quatro do sexo masculino com 47, 54, 74 e 78 anos) e outros quatro pacientes estão internados na Enfermaria da Central, um do sexo masculino com 49 e três do sexo feminino com 50, 56 e 60 anos. Destes internados 4 são confirmados e 6 são suspeitos. Todos os demais casos, sejam suspeitos ou confirmados, estão com recomendações expressas de cumprir isolamento domiciliar, pois não apresentam sintomas ou têm apenas sintomas leves. ATENDIMENTO - Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar os postos de Saúde em Vilhena. O novo protocolo da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) passa a valer a partir desta semana. Baseado no guia de enfrentamento da pandemia do Ministério da Saúde, o documento foi elaborado por médicos do Hospital Regional (HRV), da Atenção Básica e profissionais da Semus. De acordo com a equipe responsável, o novo método de atendimento é dividido em quatro etapas e atende as necessidades da crescente quantidade de casos suspeitos e confirmados no município. DENÚNCIAS - O descumprimento de normas de Saúde pode ser denunciado pelos números: 190 da Polícia Militar (24h) ou 3322-1936 da Vigilância Sanitária (7h às 17h30, de segunda a sexta-feira). MAPA - Dados adicionais sobre os casos em forma de gráficos, mapa e tabelas estão disponíveis no Painel Covid-19 Vilhena disponível no site da Prefeitura, no menu “Serviços” e também pelo link direto: www.bit.ly/painelcovidvilhena. MAIS DADOS - O Estado registrou até o momento 14,9 mil casos confirmados, 409 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 1.067 mil, com 50 mil mortes. No mundo são 8,9 milhões de casos confirmados e 466 mil mortes. Fonte Secretaria Municipal de Saúde

  • Pandemia afetou tratamento de câncer, aponta Instituto Oncoguia

    Mais de 40% dos pacientes tiveram o tratamento impactado pela pandemia Revista Imagem - Por Alex Rodrigues - 20/06/2020 13:47 Além de ter causado 445.535 mortes em todo o mundo até sexta (19), o novo coronavírus impôs cuidados que, se por um lado ajudam a conter a disseminação da covid-19, por outro criaram desafios adicionais ao enfrentamento de outras doenças. Uma das consequências da pandemia foi o atraso no diagnóstico e a interrupção do tratamento de casos de câncer. Situações que, segundo especialistas, podem contribuir para o agravamento da enfermidade. Uma pesquisa que o Instituto Oncoguia realizou entre os dias 29 de março e 10 de maio revelou que 43% dos 429 pacientes oncológicos que responderam ao questionário foram impactados pela pandemia, contra 55% de entrevistados que disseram não ter sido prejudicados. Entre os que declararam ter sido afetados pela crise sanitária, 15% afirmaram que seus tratamentos tinham sido adiados. Dez por cento relataram que não conseguiam agendar consultas e 6% que seus tratamentos haviam sido cancelados, sem previsão de retorno. Os 12% restantes relataram diferentes efeito da pandemia sobre suas rotinas. Quarenta e três por cento dos pacientes afetados responderam que o adiamento ou a interrupção dos tratamentos ou procedimentos foi decidido por clínicas e hospitais, unilateralmente, por necessidade de priorizar o atendimento a pacientes infectados pelo novo coronavírus; incertezas quanto ao risco de propagação da covid-19; falta de profissionais de saúde ou outros fatores associados à pandemia. Apenas 12% dos que responderam ao questionário disseram ter decidido eles próprios interromper a rotina de cuidados médicos. Em geral, por medo do contágio da covid-19. Em 3% dos casos a decisão foi compartilhada entre médico e paciente. Dois por cento dos pesquisados não tinham uma justificativa e 10% apresentaram outras razões. Seis em cada dez dos pacientes oncológicos que responderam ao questionário e que utilizam o Sistema Único de Saúde (SUS) declararam que seu tratamento sofreu impacto, contra 33% dos usuários de hospitais particulares. Analisadas por regiões, as respostas indicam que os entrevistados da Região Norte (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) foram mais impactados que a média (43%) nacional: 63% deles responderam que seus tratamentos foram sim afetados em razão do contexto. A presidente do Instituto Oncoguia, Luciana Holtz, acredita que a situação se alterou após o fim da coleta das respostas, em 10 de maio, quando a sociedade já tinha mais clareza quanto aos riscos da doença e a forma como o novo coronavírus se propaga. Mesmo assim, ela sustenta que os resultados são preocupantes e merecem atenção. “Os resultados comprovam os relatos de suspensão e cancelamentos que vínhamos recebendo e, em parte, refletem o que foram os dois primeiros meses [da doença no Brasil]. Tudo virou de ponta cabeça. As pessoas tinham muito medo de sair às ruas e tivemos que nos organizar para compreender o real impacto do novo coronavírus nos hospitais”, disse Luciana. “Agora que já estamos vendo pessoas e serviços se reorganizando, modificando padrões e comportamentos e, pouco a pouco, retomando os tratamentos, estes dados servem de alerta para os gestores”, acrescentou Luciana, defendendo que hospitais devem informar seus pacientes sobre os protocolos de segurança adotados para garantir a integridade de todos. “Isso será importante para a reconquista da confiança.” Diagnósticos A partir de um levantamento realizado junto a serviços especializados de todo o país, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica e a Sociedade Brasileira de Patologia estimam que ao menos 70 mil pessoas com câncer deixaram de receber o diagnóstico da doença entre março e o fim de maio. As duas entidades calculam que cerca de 70% das cirurgias oncológicas deixaram de ser realizadas nos primeiros três meses após a Organização Mundial de Saúde (OMS) decretar a situação de pandemia. Além disso, em alguns lugares, o número de biopsias realizadas em determinados períodos chegou a cair 80% em comparação ao mesmo período de um ano antes. Questionado, o Ministério da Saúde se limitou a informar que a organização e o controle da Rede de Atenção às Pessoas com Câncer são de responsabilidade dos estados e municípios. “Quanto ao impacto nos tratamentos desse grupo [pacientes oncológicos], o gestor tem quatro meses de prazo para lançar os dados de atendimentos nos Sistemas de Informação Hospitalar (SIH) e no Sistema de Informação Ambulatorial (SIA), do Ministério”, acrescentou a pasta. Doenças crônicas Desde que o primeiro caso da covid-19 no Brasil foi confirmado, em 26 de fevereiro deste ano, entidades médicas e profissionais de saúde vêm manifestando preocupação com pacientes com doenças crônicas. Conforme a Agência Brasil noticiou em abril, enquanto os números de casos e de mortes causadas pelo novo coronavírus aumentavam dia após dia, hospitais, laboratórios e clínicas públicas e privadas registravam o esvaziamento de setores destinados a pacientes com outras doenças. Fosse pelo medo dos próprios pacientes que temiam sair de casa e serem infectados, fosse pelas dificuldades de agendar consultas ou seguir com seus tratamentos, pacientes cardíacos, diabéticos, imunodeprimidos, oncológicos, entre outros, deixaram de procurar ou receber a adequada assistência médica. Segundo a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp), o número de exames gerais caiu cerca de 80% entre fevereiro e março, enquanto o total de cirurgias caiu pela metade. No mesmo período, as clínicas de diagnóstico por imagem registraram uma redução de 70% na realização de exames. Ainda em meados de abril, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou uma nota reafirmando que, apesar da recomendação para as pessoas manterem o distanciamento social, permanecendo o máximo de tempo possível em suas casas, tratamentos contínuos não deveriam ser interromper sem orientação médica. A recomendação da ANS se aplica não só a pessoas com doenças crônicas, mas também àquelas que necessitam de atendimentos associados ao pré-natal e pós-parto; revisões pós-operatórias; tratamentos psiquiátricos e outros “cuja não realização ou interrupção coloque em risco o paciente”. Fonte Agência Brasil

  • Especialistas alertam para impactos de pagamento pelo WhatsApp

    O novo serviço pode facilitar atividades como compras online, mas também pode provocar prejuízos aos consumidores Revista Imagem - Por Jonas Valente - 20/06/2020 13:47 O Whatsapp anunciou que passará a permitir transações financeiras entre os usuários, utilizando a plataforma de finança digital da empresa controladora do app, o serviço Facebook pay. O serviço, com grande potencial de se tornar popular em um país com mais de 130 milhões de usuários do app, traz impactos e cuidados, segundo especialistas e pesquisadores. Na avaliação da especialista em direitos digitais do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Juliana Oms, o novo serviço pode facilitar atividades como compras online, pagamentos e transferência de recursos para muitas pessoas. Mas a novidade também pode provocar prejuízos aos consumidores. “O Facebook, embora seja uma rede social, tem seu negócio centrado na publicidade. Lucra a partir da exploração dos dados de seus usuários, que são utilizados para permitir envio de publicidades direcionadas aos consumidores. Esta nova funcionalidade permite ao Facebook adentrar em um novo meio de informações, ou seja, saber com quem você realiza transações financeiras, o que você compra, com qual frequência etc. Tudo isso pode ser integrado às demais informações que o Facebook possui sobre cada consumidor”, analisa a especialista do Idec. "Isso é preocupante", continua Juliana Oms, "se considerado que o Facebook tem um histórico de uso abusivo e vazamento de dados dos usuários. Por isso é importante tomar cuidado quanto à segurança das informações. O controle de uma grande base de dados reforça também, completa a representante do Idec, o domínio de mercado da empresa, dificultando a entrada de novos competidores". Mercado O professor de sociologia econômica da Universidade Federal do Ceará e autor de livros sobre finanças digitalizadas, Edemilson Paraná prevê um impacto no mercado de carteiras digitais brasileiro, que já conta com serviços semelhantes de grandes empresas de tecnologia, como o Samsung Pay, Apple Pay e Google Pay. “Certamente, devido a sua dimensão, escala e capilaridade há um potencial para causar um enorme impacto nesse mercado, reconfigurando-o por completo. A enorme base de usuários previamente cadastrados e utilizando ativamente a plataforma dá, sem dúvida alguma, uma posição privilegiada e desigual ao Facebook na concorrência com outros serviços de pagamento digital”, disse. A capacidade de integração dos serviços informacionais e agora financeiros do Facebook e de suas aplicações, acrescenta Paraná, abre novas possibilidades à empresa “para a customização na divulgação e venda de produtos, tornando esse um espaço em que estar de fora - tanto para consumidores, mas sobretudo para as empresas - será cada vez mais difícil e custoso”. Segurança Em termos de segurança, o Whatsapp tem se tornado foco de golpes que clonam o app do usuário para pedir dinheiro a amigos. Com a possibilidade de fazer transações, esse tipo de procedimento abre espaço para acesso indevido aos recursos movimentados pela pessoa pelo aplicativo. Por isso, cuidados com a segurança envolvendo seus smartphones e programas são fundamentais. Fonte Agência Brasil

  • Aumenta número de divórcios durante a pandemia, afirma advogada

    Cerca de 70% dos pedidos de divórcio são iniciados pelas mulheres Revista Imagem - Por Heloisa Cristaldo - 20/06/2020 13:37 A procura por divórcio tem aumentado durante o período de isolamento social provocado pela pandemia da covid-19. Segundo a advogada da área de Família e Sucessões, Débora Guelman, o convívio intenso em virtude da quarentena tem sobrecarregado física e emocionalmente as famílias brasileiras. “Esse isolamento social forçado pela pandemia aumenta o convívio entre os casais e justamente esse aumento do convívio gera conflitos. Por conta disso, a probabilidade de haver mais divórcios é muito maior”, disse Débora Guelman. A advogada afirma que cerca de 70% dos pedidos de divórcio são iniciados pelas mulheres, e a reclamação mais frequente é a tripla jornada. “Essas mulheres trabalham, cuidam dos filhos e cuidam da casa. Então, elas não aguentam relacionamentos machistas”, afirmou. No Brasil há dois tipos de divórcios. No mais simples, chamado de “extrajudicial”, casais podem se separar de forma mais rápida, pelo cartório, amigavelmente. Já o divórcio judicial ou litigioso é realizado diante de um juiz e envolve questões mais complexas como falta de consenso entre o casal, partilha de bens, pensão e guarda de filhos. “Se divorciar não é um processo rápido, pelo contrário. É um processo demorado e muito doloroso. Principalmente no aspecto emocional e no aspecto financeiro. Então, essa decisão de se divorciar envolve diversos fatores, que são impedimentos até para pessoa efetivar esse divórcio. Normalmente, a pessoa pensa por um ano e meio, até dois anos, antes de se efetivar o pedido”, explicou Débora Guelman. Apoio Em Belo Horizonte, um grupo terapêutico formado por três psicólogas e a advogada Gabriela Sallit foi criado para auxiliar mulheres que estão passando por esse momento. O grupo se reúne por meio de uma plataforma online, com participação de três a seis pessoas. “O isolamento causado pela pandemia acirrou os conflitos nas relações, mas, por outro lado, dificultou o acesso aos advogados e ao Judiciário; e a recursos essenciais em uma separação, como mudar de casa, por exemplo”, explicou a psicóloga Lívia Guimarães, uma das responsáveis pela condução do grupo. O grupo reúne mulheres que passam pelo momento pós-divórcio e aquelas que ainda estão se preparando para tomar essa decisão. “Muitas vezes elas não têm com quem compartilhar suas angústias, suas dores, não tem o conhecimento de outras para aprenderem, não tem o acolhimento de quem passou pelo que elas estão vivendo”, disse a psicóloga. Segundo Lívia Guimarães, depois do atendimento em grupo, as mulheres passam por uma escuta individual para orientações específicas. “A posteriori do grupo, ofereceremos um plantão de acolhimento individual para essas mulheres entrarem em contato e para que possamos escutá-las na sua singularidade. Não é um dispositivo terapêutico. Mas um espaço para acolher alguma demanda ou sofrimento que por ventura o grupo possa ter desencadeado”, acrescentou a psicóloga. Fonte Agência Brasil

  • Receita Federal recebe 149 mil declarações de IRPF em Rondônia

    Volume esperado é de 207 mil declarações em todo o estado; prazo de entrega termina no dia 30 Revista Imagem - Da Redação - 20/06/2020 13:27 A Receita Federal recebeu até as 17h30 desta sexta-feira (19) no estado de Rondônia, 149.588 declarações, o que corresponde a 72,3% de um total de 207 mil previstas. Na 2ª Região Fiscal (AC, AP, AM, PA, RO e RR) foram entregues 1.008.536 declarações, 72,9% do esperado que são 1.383.000. A Receita alerta que os contribuintes não deixem a entrega para última hora. Se perderem o prazo, estarão sujeitos ao pagamento de uma multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido. Período de entrega termina no próximo dia 30 de junho. Mais orientações sobre a Declaração do IRPF/2020 estão disponíveis em: http://receita.economia.gov.br/interface/cidadao/irpf/2020 Fonte Receita Federal

  • Consulta sobre nova data do Enem começa neste sábado

    Estudantes têm três opções de data para escolher, entre 6 de dezembro desse ano a 23 de maio de 2021 Revista Imagem - Da Redação - 20/06/2020 10:12 A consulta sobre a nova data do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 poderá ser feita a partir deste sábado (20) na página do participante. Para participar, é preciso acessar a página, com CPF e senha utilizados no cadastro do portal único do Governo Federal, o gov.br, e indicar o período em que prefere fazer as provas. São três opções disponíveis: Enem impresso: 6 e 13 de dezembro de 2020/Enem Digital: 10 e 17 de janeiro de 2021, Enem impresso: 10 e 17 de janeiro de 2021/Enem Digital: 24 e 31 de janeiro de 2021 e Enem impresso: 2 e 9 de maio de 2021/Enem Digital: 16 e 23 de maio de 2021. A edição 2020 do Enem recebeu 6,1 milhões de inscrições e 5,7 milhões já estão confirmadas. As próximas etapas do Enem incluem a divulgação do resultado do recurso relacionado à solicitação de tratamento pelo nome social e a divulgação do resultado do recurso relacionado à solicitação de atendimento especializado do Enem impresso, ambas previstas para o dia 25. Sisu, ProUni e Fies Além do Enem, o Ministério da Educação (MEC) alterou a data das inscrições aos principais programas de acesso à universidade para atender a uma solicitação das instituições de ensino superior públicas e privadas. As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do segundo semestre, que deveriam ter sido feitas entre os dias 16 e 19 deste mês, agora estão previstas para o período de 7 a 10 de julho. O prazo para inscrições no Programa Universidade Para Todos (Prouni), que seria de 23 a 26 de junho, agora será aberto no dia 14 de julho. E o Financiamento Estudantil (Fies), que teria inscrições efetuadas de 30 de junho a 3 de julho, passou para 21 a 24 de julho. A mudança ocorre devido à suspensão de algumas atividades acadêmicas e administrativas nas universidades por causa da pandemia de covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. Fonte e foto Agência Brasil

  • Saae recupera mais de 300 pontos críticos em ruas de Vilhena

    Recuperação é feita em pontos danificados pelo trabalho de ligação inicial e extensão da rede de abastecimento de água Revista Imagem - Da Redação - 20/06/2020 10:12 Através de um levantamento prévio dos pontos que necessitam de recuperação, a direção do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) adquiriu massa asfáltica pronta para retomada da 2ª etapa de recuperação de pontos que foram danificados pelo trabalho de ligação inicial e extensão da rede de abastecimento de água. Com mais de 300 pontos recuperados desde março, o  diretor geral, Maciel Wobeto, informou que, até o momento, dez bairros do município de Vilhena já foram atendidos: Jardim América, Centro, Marcos Freire, Setores 8 e 9, Cidade Verde I, II, III, Alphaville e Orleans. “Estamos também montando uma equipe permanente para realizar este trabalho de recuperação. A equipe atuará para colocar a massa asfáltica quando for feito a ligação inicial e extensão de rede, evitando transtornos e melhorando a trafegabilidade”, explicou. Ainda de acordo com o diretor adjunto, Flávio Goldbeck, todos os pontos críticos serão reparados até o fim do mês. “A primeira etapa começou em março e deu um resultado muito positivo. Agora estamos expandindo a ação, pois adicionamos uma equipe para cuidar apenas da recuperação de calçadas. Este é mais um serviço que será realizado de forma contínua na cidade pelo Saae”, informou. Fonte e foto Semcom Vilhena

  • OAB-RO também pede retomada do lockdown em Porto Velho

    Entidade alerta para necessidade de maior fiscalização por parte dos entes públicos quanto ao cumprimento das medidas restritivas Revista Imagem - Da Redação - 20/06/2020 09:29 A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rondônia (OAB/RO) enviou ofício ao governador de Rondônia e ao prefeito do município de Porto Velho, com a recomendação para que seja adotado novamente o isolamento social ampliado na Capital do Estado. Que neste período sejam mantidas somente as atividades essenciais, porém com maior fiscalização por parte dos entes públicos quanto ao cumprimento das medidas restritivas. Recomenda ainda a OAB, que no período de isolamento ampliado sejam efetivados o aumento do número de leitos hospitalares, principalmente de UTI´s; aquisição de EPI’s e remédios; bem como reforço da equipe médica para atendimento aos doentes. Entre os pontos elencados para propor as recomendações, a OAB enumera o relatório 71 da Sala de Situação Integrada Covid-19 (do dia 13/09/20), que indica que Porto Velho possui uma assustadora taxa de incidência de 1.379 casos para cada 100 mil habitantes. Esse índice, impõe uma taxa de ocupação média de leitos de UTI para adultos em perigosos 83,91%. “O que mais assusta ante esses dados é que o governo autorizou o funcionamento de diversas atividades, outrora restringidas, por meio do último decreto (25.138) mesmo sem implementar a estrutura de leitos hospitalares para atender a demanda de ampliação de casos esperada com o relaxamento das regras de isolamento social”, destaca o presidente da OAB/RO, Elton Assis. O documento cita ainda a recomendação externada dos Conselhos Estadual e Municipal de Saúde na qual “rogam” pela adoção de medidas de achatamento da curva, com o fim específico do Estado se aparelhar para a progressiva retomada das atividades, as quais recomendam os Conselhos que “sejam suspensas”. A OAB reforça que desde o mês de março, não tem poupado esforços em alertar aos gestores públicos de que as recomendações sanitárias preconizadas pelos organismos mundiais de saúde, quanto às restrições de contato social, têm a única finalidade de “possibilitar ao Poder Público que adote as medidas necessárias para que o sistema de saúde consiga suportar a alta demanda esperada pelo contágio em massa”. “Enquanto isso, o Governo vem publicando decretos para o enfrentamento ao coronavírus com medidas que contradizem as próprias diretrizes, sem apresentar embasamento técnico adequado”, comenta Elton Assis. Ao final, a OAB ainda mantém sua total disponibilidade de estar ao lado do Estado e esclarecer quaisquer pontos que gerem dúvidas, sempre imbuída no espírito colaborativo e, para tanto, aguardará o prazo de 48 horas para obter resposta ao ofício. Caso contrário, irá adotar as medidas que entender ser pertinentes a consecução do seu requerimento. Fonte e foto OAB-RO

  • Recuperação da RO-370 viabiliza escoamento da produção agrícola

    A região soma uma área plantada de soja e milho de aproximadamente 450 mil hectares Revista Imagem - Da Redação - 20/06/2020 09:22 A união entre o Governo de Rondônia, proprietários rurais e entidades representativas, como a Asprosoja (Associação de Produtores de Soja e Milho) e o Sindicato Rural de Vilhena, tem resultado na recuperação de 42 quilômetros da RO-370, no trecho entre o município de Parecis e Vila Bosco, no interior de Rondônia. A rodovia é de grande importância para o escoamento da produção de soja e de diversos outros produtos agrícolas da região, atendendo, inclusive, a pecuária. A parceria entre o setor público e privado promete fazer toda a diferença para a manutenção da estrada. “É gratificante para nós do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER-RO) ter o apoio dos produtores rurais na manutenção das rodovias. A Asprosoja, o Sindicato Rural e todos os produtores entenderam algumas dificuldades que o Governo tem enfrentado e ofereceram ajuda para a manutenção de uma rodovia tão importante para o escoamento da produção de Rondônia”, destacou o residente regional em Pimenta Bueno, Thiago Fajardo. De acordo com o residente do DER, os serviços que se iniciaram nesta semana na RO-370 incluem a reconformação da plataforma (patrolamento), revestimento primário (cascalhamento), recuperação de processos erosivos com a construção de bacias de contenção e limpeza lateral de toda a rodovia. “A nossa intenção é fazer algo bom pelo Estado, é colaborar, por isso as entidades e propriedades rurais se colocam a disposição para contribuir. Esta é a primeira etapa de uma parceria que se inicia. Em outros anos, tivemos muitas dificuldades, mas a idéia agora é colaborar com o DER e com o Governo para a manutenção das estradas e termos assim uma parceria a longo prazo e benéfica para todos”, destaca o diretor administrativo da Asprosoja, João Bosco. Conforme explicou, além do maquinário, muitos moradores da região se disponibilizaram também a doar a mão de obra para garantir a preservação das estradas que são utilizadas no dia-a-dia por todos eles. “Muitas vezes os produtores têm dentro da propriedade um caminhão, uma máquina, e agora vamos nos organizar para poder contribuir com o Governo do Estado e juntos buscarmos uma melhoria para todos. E essa parceria continuará em mais 70 quilômetros desta rodovia. A partir do dia 15 de julho iniciaremos, em parceria com o DER de Vilhena, a manutenção do trecho entre a Vila Bosco e o Trevo da Pedra”, adianta João. Importância da Rodovia A RO-370 é uma importante via para o escoamento de toda a produção agro da região, atendendo municípios do Cone Sul do Estado, como Vilhena, Cabixi, Pimenteiras D’Oeste, Colorado D’Oeste, Cerejeiras, Corumbiara e Chupinguaia. Ao todo, a região soma uma área plantada de soja e milho de aproximadamente 450 mil hectares. Além disso, a criação de gado está presente em 7.567 propriedades rurais desta região do estado de Rondônia. São mais de um milhão e trezentas mil cabeças de gado. “Houve um contingenciamento, devido à pandemia do novo coronavírus que está afetando não só o País, mas o mundo inteiro. No nosso Estado, os produtores rurais sensíveis a esta realidade, estão contribuindo ainda mais, no sentido de recuperar e garantir a manutenção das nossas rodovias por onde circulam as riquezas de Rondônia. São parcerias que mostram a confiança no Estado e fortalecem toda a produção rural”, finalizou Thiago Fajardo. Fonte e foto DER-RO

  • MP's pedem fim de autorizações para uso de fogo controlado

    Queimadas em meio à pandemia da covid-19, ampliam o risco de mortes e de colapso no sistema hospitalar por doenças respiratórias Revista Imagem - Da Redação - 20/06/2020 09:18 Em recomendação conjunta expedida no último dia 10, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado de Rondônia (MP/RO) orientam a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) a suspender a emissão de autorizações para uso de fogo controlado para a limpeza de áreas, ainda que pequenas, de modo a evitar que queimadas eventualmente autorizadas alcancem proporções maiores, uma vez que já houve a propagação das chamas e pode ocorrer novamente no estado de Rondônia, principalmente, no período de estiagem. A medida recomendada pelo MPF e pelo MP/RO considera a informação de que a Sedam já vem emitindo tais autorizações, com base na Portaria da Secretaria 229, de 27 de julho de 2017, e de que tal prática, apesar de legalmente respaldada, pode favorecer a rápida propagação do fogo, em razão do tempo seco e da eventual ocorrência de ventos, que são comuns nesta época do ano. A recomendação também leva em consideração o histórico recente da região com relação às queimadas, já que, no ano passado, o problema alcançou proporções extremas, com repercussão mundial, sendo registrado em Rondônia aumento de 190% de queimadas no primeiro semestre de 2019 em relação ao mesmo período de 2018. Outra preocupação é o atual cenário da saúde pública, em decorrência da pandemia do novo coronavírus. Para os MPs, as queimadas, autorizadas ou não, em meio à pandemia da covid-19, ampliam o risco de mortes e de colapso no sistema hospitalar por doenças respiratórias, que normalmente já são observadas todos os anos, em consequência da inalação dos gases oriundos da fumaça das queimadas (monóxido de carbono – CO). As Instituições advertem, ainda, que em razão da pandemia do coronavírus que vem impactando o Brasil e o mundo, foi necessária a adoção de medidas de distanciamento social que diminuíram notoriamente a capacidade de fiscalização de crimes e danos ambientais, o que leva à conclusão de que a concessão de licenças para uso de fogo controlado não terá o acompanhamento técnico necessário para sua execução de forma segura, gerando incerteza quanto à eficiência e inofensibilidade ao patrimônio ambiental. A recomendação também alerta que o desrespeito às normas ambientais e urbanísticas que regulam o licenciamento ambiental sujeitará infratores ou aqueles que concorrerem para a prática do dano ambiental às sanções civis, administrativas e penais, nos termos dos artigos 37 e 225, da Constituição da República Federativa do Brasil, Lei Federal 9.605/1998 e Lei 6.437/1977, sem prejuízo ao ajuizamento de ação civil pública. A recomendação conjunta foi assinada pela procuradora da República Gisele Bleggi e pelos promotores de Justiça do meio ambiente Aidee Maria Moser Torquato Luiz e Alan Castiel Barbosa. Fonte MPRO - Foto Google Fotos

  • ESPECIAL: Europa aperta o cerco contra produtos brasileiros

    Empresas e entidades vêm defendendo a retirada de itens do Brasil das prateleiras em resposta à política ambiental brasileira Revista Imagem - 20/06/2020 09:38 Diante de medidas recentes do governo do presidente Jair Bolsonaro, organizações não governamentais e redes varejistas europeias vêm endurecendo o discurso a favor do boicote a produtos agroalimentares brasileiros. De um mês para cá, movimentos do tipo têm ocorrido na Alemanha e no Reino Unido. No ano passado, houve boicote também na Suécia. Fora da Europa, uma organização nos Estados Unidos pede medidas semelhantes. Nesta sexta-feira (19/06), a Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia (UE), anunciou querer uma estratégia mais incisiva para evitar que produtos oriundos de áreas de desmatamento na Amazônia cheguem a prateleiras dos supermercados de países do bloco. A situação preocupa o governo brasileiro. Em junho do ano passado, no contexto da comoção internacional decorrente das queimadas na Amazônia, o Itamaraty enviou circular às embaixadas solicitando informações a respeito de eventuais boicotes sendo observados em outros países. Pouco antes, em 27 de maio de 2019, a Embaixada do Brasil em Estocolmo, na Suécia, havia reportado ao governo Bolsonaro que a rede de supermercados Paradiset tinha decidido retirar os produtos de origem brasileira de suas prateleiras em decorrência da aprovação, nos cinco primeiros meses da gestão Jair Bolsonaro, de 169 novos pesticidas pelo Ministério da Agricultura – um recorde desde 2005. Neste ano, entre 20 e 25 de maio, o tema voltou à tona nos telegramas de embaixadas brasileiras. Mensagens emitidas pelos postos de Roma, na Itália, e Londres, na Inglaterra, observaram o surgimento de novos movimentos de boicote a produtos nacionais. Uma dessas cartas afirmava que o veto a produtos brasileiros por redes britânicas de supermercados – e filiais de empresas alemãs no Reino Unido – estava condicionado à aprovação do Projeto de Lei 2633 (antiga Medida Provisória 910), o chamado "PL da grilagem", que prevê regularização fundiária de terras ocupadas da União. Outro telegrama citava um estudo realizado pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), que prevê que a medida, se aprovada, aceleraria o desmatamento de 11 mil a 16 mil quilômetros quadrados da Floresta Amazônica. A mesma carta informava que as redes inglesas de supermercados podem se sentir compelidas a aderir a um boicote, se o Brasil aprovar uma legislação que propicie o aumento do desmatamento. Os documentos enviados ao Itamaraty citavam uma carta, publicada em 19 de maio e assinada por 47 empresas, grupos e associações empresariais com operações do Reino Unido – entre os signatários, companhias como Burger King e Tesco. Direcionada aos deputados e senadores brasileiros, o texto citava os incêndios florestais recordes do ano passado e informava estarem os empresários "profundamente preocupados" com o "PL da grilagem". A carta encerrava com uma ameaça velada de boicote. "Queremos continuar a buscar e investir no Brasil […] Instamos o governo brasileiro a reconsiderar sua posição e esperamos continuar trabalhando com parceiros no Brasil para demonstrar que o desenvolvimento econômico e a proteção ambiental podem caminhar juntos." Conforme telegrama enviado ao Itamaraty, os signatários da carta representam 96,8% dos varejistas britânicos. Em 9 de junho, o cenário ganhou novo episódio. A ONG alemã Campact lançou uma petição online pedindo que redes de supermercados boicotem produtos brasileiros se o "PL da grilagem" for aprovado. Conforme afirmou à DW Brasil a ativista Svenja Koch, da organização, até a manhã desta sexta-feira, 360 mil assinaturas foram coletadas para a petição. "Duas redes de supermercados alemãs já assinaram: Aldi Süd e Rewe", relata. "Pedimos que as diretorias das grandes redes de supermercados alemãs sigam o exemplo de muitos varejistas do Reino Unido e assinem uma carta aberta ameaçando boicotar produtos do Brasil se o PL for em frente." Ela vislumbra que as cinco grandes redes de supermercados da Alemanha participem, o que significaria 70% do mercado. "Eles são poderosos, e a decisão deles influencia o comércio internacional", comenta. Rejeição por parte de consumidores Mikael Linder, especialista em marketing agroalimentar e desenvolvimento rural e pesquisador da Universidade Livre de Bolzano, na Itália, afirma que tem se deparado com uma rejeição, tanto entre consumidores italianos como franceses, a produtos de origem brasileira. "São pessoas que afirmam não desejar comprar, por exemplo, carne bovina brasileira, justificando que com isso estariam fomentando a destruição da Amazônia e outros prejuízos ao meio ambiente", afirma ele, à DW Brasil. Segundo informações obtidas por ele, vários supermercados europeus, atentos a esse fenômeno, estão reduzindo o espaço nas gôndolas para mercadorias brasileiras. "A médio prazo, isso pode afetar muito as vendas. A imagem do produto brasileiro está prejudicada", diz o pesquisador. Após questionamento da DW Brasil sobre o impacto que tais movimentos podem representar para o comércio agroalimentar brasileiro, João Adrien, assessor para assuntos socioambientais do Ministério da Agricultura, afirmou que boicotes do tipo "somente prejudicam os produtores rurais que produzem com sustentabilidade e acessam o mercado internacional." "Afinal de contas, o desmatamento na região ocorre principalmente de atividades ilegais e não pela agricultura brasileira", afirma, apontando que a deflorestação decorre de "problemas de regularização fundiária e ordenamento territorial". "Tais embargos somente prejudicam a renda do produtor rural e a capacidade de investir em tecnologias ainda mais sustentáveis", diz. Em evento do Ministério ocorrido nesta quarta-feira, Bolsonaro afirmou que, apesar do aumento do desmatamento na Amazônia, o país é um sucesso em termos de preservação. "Nós somos um exemplo na questão ambiental. Nos criticam lá fora de forma cruel e de forma não verdadeira", afirmou. Para o pesquisador Tiago Reis, que estuda ações de combate ao desmatamento e de uso do solo na Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, os movimentos contra produtos brasileiros refletem a consciência do consumidor e vêm na esteira de outros ocorridos anteriormente. "Veja por exemplo os movimentos de boicote a empresas que testavam produtos em animais, os boicotes a marcas famosas de chocolate por estarem ligadas à destruição de habitats de orangotangos para produção de óleo de palma, empresas de café que usavam trabalho escravo, entre outros", enumera ele, à DW Brasil. No ano passado, Reis foi um dos idealizadores de uma carta aberta publicada na revista Science propondo que a importação pela União Europeia de produtos possivelmente ligados a desmatamento no Brasil fosse usada como alavanca para negociar medidas "de proteção aos direitos humanos, participação de povos indígenas nas negociações e a implementação de instrumentos de verificação do desmatamento". Em tramitação na Câmara dos Deputados, o "PL da grilagem" é alvo de criticas porque pode permitir a regularização de áreas ocupadas ilegalmente pertencentes à União. No mês passado, a revista Nature Sustainability publicou um estudo – um dos autores é Tiago Reis – demonstrando que a regularização fundiária descolada de medidas e políticas socioambientais pode promover um aumento do desmatamento. "Em pequenas e médias invasões, porque permite a integração delas a mercados formais", explica Reis. "Em grandes invasões, porque oferece um incentivo e uma recompensa à grilagem." Moratória da soja Um exemplo histórico de movimento de boicote que funcionou foi o ocorrido na década de 2000 – e que acabou resultando na criação da chamada moratória da soja, pacto instituído em 2006. Pelo acordo, firmado entre governos, agroindústria e organização de defesa ambiental, ninguém compraria soja produzida em região de desmatamento da Amazônia. Dados divulgados pelo Ministério do Meio Ambiente em 2018 mostram que deu resultados: a média anual de desmatamento nos 89 municípios que integram o grupo caiu 85% depois de firmado compromisso. "A moratória da soja previne que a floresta amazônica seja desmatada diretamente para soja. Não resolve todo o problema porque a floresta continua sendo desmatada para outros usos, e também porque nem todas as empresas de soja são signatárias do acordo, portanto, há ainda mercado para soja com desmatamento e formas indiretas de contornar a verificação", avalia Reis. "Mas com certeza a moratória oferece um exemplo e um sinal que desestimulou muito o desmatamento para soja." Para atrair a pressão popular, o Greenpeace liderou um movimento, entre 2004 e 2006, para que os consumidores boicotassem a rede de fast food McDonald's. "Eles diziam, basicamente, que 'se você come no McDonald's, você come a Amazônia'", lembra Reis. "Foi um sucesso, e a empresa cobrou ação imediata de seus fornecedores, que responderam." Além da Europa, também há movimentos populares nos Estados Unidos. Criado em 2018, o Boycott Brazil afirma que "está focado em todos os produtos brasileiros não certificados como sustentáveis", principalmente "a carne bovina, pois as pastagens são responsáveis por dois terços do desmatamento atual". Conforme relatou uma das ativistas do movimento à DW Brasil, as críticas são as políticas dos governos de Bolsonaro e de Donald Trump. Presente nas redes sociais, o grupo pretende lançar um site até o fim do ano para intensificar suas ações. "Estamos educando os consumidores sobre quais produtos comprar, em vez de tentar um boicote a certos varejistas, o que provavelmente não seria bem-sucedido", explica ela, que pede para não ser identificada por temer retaliações. Eurodeputados pedem ação do Congresso brasileiro para proteger a Amazônia Em carta enviada ao Congresso Nacional nesta sexta-feira (19/06), parlamentares europeus pedem a deputados e senadores brasileiros engajamento para restaurar a proteção às florestas e aos povos indígenas. "Queremos alertar o Congresso de que estamos de olho e que queremos cooperar e tentar mudar o que tem acontecido na Amazônia", disse à DW Brasil Kathleen Van Brempt, coordenadora do Comitê de Negócio Internacional do Parlamento Europeu e membro da delegação que cuida das relações com o Mercosul. Sem mencionar o nome do presidente Bolsonaro, a carta assinada por 29 parlamentares europeus lista uma série de preocupações com projetos em tramitação no Congresso, além de lamentar o aumento do desmatamento na Amazônia em 2020, medido pelo sistema de alertas do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe). Em 2019, primeiro ano do governo Bolsonaro, o índice anual de desmatamento passou de 10 mil km2, recorde da última década. "Não queremos ensinar lições à democracia brasileira. Respeitamos muito o Brasil. Nós queremos apenas dizer que, se quisermos construir um futuro juntos, se quisermos fazer comércio juntos, temos que trabalhar juntos nos temas mudanças climáticas e desmatamento", argumenta Van Brempt. A carta classifica como alarmante a intenção do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, de flexibilizar leis ambientais durante a pandemia, como ele mesmo expressou durante a reunião ministerial de 22 de maio gravada em vídeo e divulgada pelo Supremo Tribunal Federal "O mais preocupante é que esses comentários surgem em um momento em que as pessoas estão, de forma compreensível, distraídas com a pandemia de coronavírus", critica a carta. No Congresso Nacional, projetos polêmicos que podem reduzir a proteção ambiental e ferir direitos dos povos indígenas garantidos pela Constituição seguem em tramitação. Dentre os que levantam mais críticas dos parlamentares europeus está a antiga MP da grilagem – transformada no Projeto de Lei 2633/2020 – que quer regularizar ocupações ilegais de terras públicas. Tentativas de flexibilizar as regras para o licenciamento ambiental e de liberar mineração e outros empreendimentos em terras indígenas também são apontadas como motivo de preocupação. "Estamos preocupados que essas propostas possam incentivar mais desmatamentos e violência nas áreas rurais, pois podem legitimar o confisco de terras indígenas e públicas, e de áreas de conservação", argumenta a carta. Futuro do acordo entre Mercosul e UE em jogo A União Europeia (UE) é um importante parceiro comercial do Brasil. Em junho de 2019, o bloco assinou com o Mercosul um acordo de livre comércio que gerou expectativas de ganhos econômicos significativos para o país. O acordo precisa, porém, ser ratificado por todos os países do bloco europeu. "Queremos ressaltar para o Congresso que o acordo não vai funcionar ao menos que possamos ter realmente garantias sobre a proteção da Floresta Amazônica, dos direitos humanos e dos povos indígenas", afirma Van Brempt. Embora o Mercosul englobe atualmente outros três países, Argentina, Uruguai e Paraguai, o futuro do acordo parece depender mais da postura brasileira. "A discussão tem sido focada no Brasil porque a opinião pública na Europa está mudando muito e é contra o que tem acontecido no país", comenta a eurodeputada belga. Devido aos atuais rumos do Braisil, a ratificação do acordo pode não acontecer, opina Anna Cavazzani, eurodeputada alemã e membro da delegação que trata das relações com o Brasil. "Mesmo as pessoas que estão ou foram a favor do pacto no passado dizem que a maneira como o governo brasileiro tem conduzido sua política ambiental torna mais difícil, a cada dia, a ratificação, porque ela é realmente contrária a todos os acordos internacionais de proteção climática que o Brasil também assinou", justifica. Para a ex-ministra de Meio Ambiente Izabella Teixeira, que liderou o país durante as negociações finais do Acordo de Paris, a manifestação dos parlamentares na carta reflete a preocupação da sociedade europeia. "A Amazônia é uma das expressões políticas que coloca o Brasil no mundo. Mas a Amazônia de hoje tira o Brasil do mundo", opina sobre as políticas ambientais adotadas durante o governo Bolsonaro. "As políticas praticadas são insuficientes e ineficientes em termos de resultados, de protagonismo, concretude, de credibilidade", diz Teixeira. Ela integra o grupo de ex-ministros da pasta que tem se manifestado constantemente contra as ações do atual governo. Na Europa, as parlamentares ouvidas pela DW Brasil esperam que o apelo surta efeito. "Não é algo normal de se fazer, enviar uma carta com tantas assinaturas aos brasileiros. Mas, nesta situação em que temos a crise provocada pela covid-19 afetando todo o mundo e a crise climática que não para, estamos muito preocupados e esperamos alguma reação", comenta Van Brempt. Cavazzani diz que, como no Parlamento Europeu, o Congresso Nacional tem o poder de parar algumas das políticas mais destrutivas. "É claro que a decisão cabe aos parlamentares. Mas esperamos alguma reação", acrescenta. Procurado, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, não se manifestou até o fechamento desta reportagem. Fonte Deutsche Welle - Edição José Antonio Sant'Ana - Fotos Gogle Imagens e Wix

  • Detran aponta redução de acidentes e mortes no trânsito por devido a Lei Seca

    Os dados revelam redução de 39% de autuações de embriagues ao volante em 2019 se comparação aos dados do ano anterior Revista Imagem - Por Eleni Caetano - 19/06/2020 09:56 A Lei nº 11.705 de 19 de junho de 2008, que alterou o artigo 276 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e ficou conhecida como Lei Seca, passou a ser aplicada no estado de Rondônia, sob a coordenação do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) no mês de março de 2012. Desde em então, o órgão tem conseguido reduzir os índices de mortes no trânsito no Estado. Dados da Coordenadoria de Registro de Acidentes e Estatísticas de Trânsito (Renaest) do Detran Rondônia mostram que houve redução de 22% no número de vítimas de 2017 para 2018, caindo de 506 para 394 mortes no trânsito em Rondônia. O diretor geral do Detran Rondônia, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga, especialista em trânsito, explica que a operação Lei Seca trouxe resultados significativos na prevenção e redução de acidentes com mortes no estado de Rondônia. “Certamente que dezenas de pessoas deixaram de se ferir ou de perder suas vidas no trânsito de Rondônia em razão das operações da Lei Seca”, afirmou coronel Gonzaga. O diretor do Detran Rondônia ressalta que a operação Lei Seca é realizada em conjunto com a Polícia Militar e outras órgãos de segurança pública e de trânsito do Estado e municípios, além do Ministério Público e do Poder Judiciário, que conseguiram instituir de forma permanente as operações em Rondônia. Tamanha é a importância da operação, que se tornou uma rotina nas cidades do Estado, onde a população clama e apoia essa iniciativa que salva vidas. “A operação traz segurança à população porque tira de circulação motoristas embriagados e evitam que acidentes ocorram e que vidas sejam ceifadas”, afirmou. O diretor Técnico de Fiscalização e Ações de Trânsito (Dtfat), Welton Roney Nunes Ribeiro, disse que a Lei Seca mudou a vida de muitas pessoas. “Durante as abordagens é comum condutores dizerem que estão tranquilos em realizar o teste do etilômetro, pois pararam de ingerir bebida alcoólica antes de dirigir, eles sabem da fiscalização e das penalidades para quem descumpre a lei”. Detran Rondônia registrou redução de 39% de autuações de embriagues ao volante em 2019 se comparado ao ano anterior De acordo com o diretor de Fiscalização, a Lei Seca surgiu devido aos números excessivos de acidentes de trânsito provocados por embriagues ao volante. Em 2009 o Brasil adotou medidas alterando o artigo 276 do CTB por meio da Lei nº 11.705 de 2009, que passou a proibir qualquer quantidade de álcool no organismo de condutores de veículos automotores. “Com a tolerância zero ao teor alcoólico no organismo e a intensificação das operações para combater que condutores alcoolizados continuassem dirigindo e provocando acidentes e mortes no trânsito em todo o país, a norma ficou conhecida como Lei Seca”, esclareceu. O primeiro estado brasileiro a implantar a Lei Seca foi o Rio de Janeiro em março de 2009. Rondônia adotou a aplicabilidade da Lei Seca em março de 2012 e, desde então, o Detran Rondônia tem coordenado o trabalho no desenvolvimento das fiscalizações em conjunto com a Polícia Militar e outros órgãos de segurança em todo o Estado. “Os resultados são extremamente positivos, os dados estatísticos comprovam isso”, afirmou Welton Roney. Resultados Dados estatísticos do Detran Rondônia mostram a eficiência da aplicabilidade das operações da Lei Seca em todo o Estado. Os dados revelam redução de 39% de autuações de embriagues ao volante em 2019 se comparação aos dados do ano anterior. Foram registrados em 2018, 7.897 autuações, sendo que 4.330 com resultado de teste de etilômetro e 892 por se recusar em submeter-se ao teste. Em 2019 foram realizados 4.817 testes, sendo que 1.690 com comprovação de crime,  1.397 por meio do teste do etilômetro e 293 por se recusar em fazer o teste. Penalidades O teste de etilômetro que tem teor de álcool abaixo de 0,33 miligramas de sangue é tipificado por processo administrativo. Já o teste com medição realizada igual ou superior a 0,34 miligramas de álcool por litro de ar alveolar expirado (0,34 mg/l) é uma infração gravíssima e é enquadrado em processo crime, o condutor é encaminhado para a delegacia de polícia, onde a autoridade policial pode estipular fiança e a pessoa responde o processo em liberdade e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Além de medida administrativa com o recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), o veículo poderá ser retido e encaminhado para o pátio da autarquia se não apresentado condutor habilitado no local da infração, conforme prevê o artigo 270 do CTB. Em caso de reincidência em um período de 12 meses, a multa é aplicada em dobro. Fonte Detran-RO - Foto Wix

  • Em 30 dias, casos de covid-19 quintuplicaram em RO; veja evolução

    Primeiro caso em RO foi registrado em Ji-Paraná no dia 19 de março; hoje o estado tem mais de 14 mil casos Revista Imagem - Da Redação - 19/06/2020 17:48 No dia 19 de março de 2020 Ji-Paraná (RO) registrava o primeiro caso do novo coronavírus no estado, um homem de 29 anos que mora em São Paulo e esteve no município a trabalho. Desde então, três meses após a primeira confirmação, o número de casos em Rondônia saltou para mais de 13,8 mil, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Em três meses, o estado também chegou a marca de 374 óbitos, sendo em sua maioria homens e pessoas com mais de 60 anos. No entanto, apesar do número de mortes ser maior entre idosos, três foram registradas entre pessoas com menos de 20 anos e oito entre pacientes com menos de 30 anos. 19 de março - 1º caso Casos de Covid-19: 1 Mortes: 0 Recuperados: 0 Municípios afetados: 1 19 de abril - 1º mês Casos de Covid-19: 160 Mortes: 4 Recuperados: 28 Municípios afetados: 9 19 de maio - 2º mês Casos de Covid-19: 2.413 Mortes: 88 Recuperados: 828 Municípios afetados: 39 19 de junho - 3º mês Casos de Covid-19: 14.353 Mortes: 391 Recuperados: 5.263 Municípios afetados: 51 Nos últimos 30 dias o número de casos registrados cresceu mais de 5 vezes, passando de 2.413 para 14.353. Um dos fatores que contribuiu para o aumento no número de registros foi o programa do Governo do Estado, o "Mapeia Rondônia", que aumentou o número de testes rápidos realizados em todos os municípios, com o objetivo de diminuir a subnotificação da doença. O dia 6 de junho foi marcado pelo maior número de novos casos (839), enquanto o dia 11 do mesmo mês apresentou o maior número de mortes (26) no estado desde o início da pandemia. Em 30 dias, Rondônia teve 286 mortes em decorrência da doença, uma média de 9,5 óbitos por dia. Até a última quinta-feira (18), Porto Velho apresentava 8.632 casos da doença, o equivalente a 62,53% de todos os diagnósticos de coronavírus no estado. Guajará-Mirim, Ariquemes, São Miguel do Guaporé e Candeias do Jamari também estão entre os cinco municípios com maior número de casos, representando 81,49% de todos os casos de Rondônia. Ainda de acordo com os dados disponibilizados pela Sesau, apesar do estado ter registrado um maior número de diagnósticos em mulheres, em cerca de 53% dos casos, o índice de mortalidade é maior entre homens, representando mais de 65% do total. Fonte G1 RO e Sesau - Foto Wix

  • Rondônia soma 14.353 casos de coronavírus e 391 mortes por Covid-19

    O estado registou 549 novos casos de pessoas infectadas por coronavírus nesta sexta-feira, e mais 17 óbitos Revista Imagem - Por José Antonio SantAna - 19/06/2020 18:02 Segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), Rondônia registou 549 novos casos de pessoas infectadas por coronavírus nesta sexta-feira (19). O total de infectados no estado é de 14.353 casos. A Sesau também informou um total de 5.253 pacientes recuperados. Nesta sexta, foram confirmados 17 óbitos por covid-19 em Rondônia, 13 em Porto Velho, sendo seis mulheres (33, 48, 54, 64, 66 e 78 anos) e sete homens (43, 49, 54, 63, 64, 69 e 70 anos); três em Ariquemes, sendo um homem de 82 anos e duas mulheres (66 anos e 86 anos) e um homem de 72 anos do município de Candeias do Jamari. Com os óbitos registrados nesta terça-feira, Rondônia totaliza 391 mortes por Covid-19. Porto Velho continua sendo o epicentro do coronavírus em Rondônia, com 8.948 infectados, o que corresponde a 62,3% dos casos no estado. Hoje, com mais 56 novos casos, Ariquemes voltou a ser o segundo entre os município no estado em número de infectados, totalizando 873. Guajará-Mirim tem 865, São Miguel do Guaporé contabiliza 674, Candeia do Jamari tem 353 e Ji-Paraná soma 334 casos. Jaru tem 280 casos e Cacoal, 203. Veja também: Em 30 dias, casos de covid-19 quintuplicaram em RO; veja evolução Brasil ultrapassou nesta sexta, 1 milhão de casos confirmados de coronavírus Com mais de 150 mil casos, mundo registra recorde diário para a Covid-19 Casos no Cone Sul De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o Cone Sul tem 385 casos de coronavírus, e 5 mortes registradas. Vilhena: 298 Colorado do Oeste: 26 Cerejeiras: 24 Pimenteiras: 20 Chupinguaia: 10 Corumbiara: 4 Cabixi: 3 Todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Fonte Sesau RO - Foto AB

  • Novo coronavírus sofre mutações e poderá circular por mais tempo

    Pesquisadores chineses apontam que vacinas futuras deverão ser atualizadas anualmente Revista Imagem - 19/06/2020 18:18 O novo coronavírus (Sars-CoV-2) passou por mutações e pode se espalhar por mais tempo do que era esperado, segundo um estudo elaborado por dois laboratórios chineses. Desde janeiro, pesquisadores rastrearam pelo menos seis mudanças nos genes que teriam aumentado o potencial de contaminação do vírus. Uma das mutações que o novo coronavírus teria sofrido desde o início da pandemia é uma melhoria em sua capacidade de escapar das detecções do sistema imune durante o começo da infecção. O Sars-CoV-2 utiliza as proteínas “spikes” para infectar as células humanas. Elas se conectam com uma molécula chamada angiotensina, convertendo a enzima ACE2 em uma célula hospedeira para sua multiplicação. Segundo os professores Qiu Tianyi e Leng Qibin, foram identificadas três mutações que facilitam este processo. Outra mutação identificada pelos pesquisadores chineses na Europa e na América revela que o novo coronavírus pode destruir conexões dos anticorpos, que deveriam neutralizá-lo. Segundo os professores, as mesmas mutações foram identificadas em outros vírus, como o HIV e o causador da gripe.  “Isso significa que se uma vacina efetiva for desenvolvida contra o Sars-CoV-2, as mutações farão com que ela tenha uma validade menor”, afirmam os professores Qiu e Leng. “Além disso, podemos esperar que o desenvolvimento da vacina para o novo coronavírus seja cíclico, assim como já ocorre na gripe”. O estudo identificou que os Estados Unidos e o Reino Unido são os locais em que as novas mutações do Sars-CoV-2 estão mais aceleradas. Fonte IG - Foto Wix

  • Vilhena passa de 300 casos de coronavírus; só hoje foram 23 novos casos

    Há atualmente no município 155 casos ativos de moradores de Vilhena e 147 já recuperados Revista Imagem - Da Redação - 19/06/2020 21:35 Vilhena registrou 23 novos casos confirmados de vilhenenses com covid-19 nesta sexta-feira, 19 de junho, sendo 9 por teste rápido e 14 por RT-PCR. Além disso, a cidade identificou ainda 61 novos casos suspeitos e 63 negativos. Dessa forma, Vilhena registra 307 casos confirmados de vilhenenses, 3 óbitos, 4 positivados moradores de outros estados e 154 casos suspeitos. Há atualmente no município 155 casos ativos de moradores de Vilhena e 4 de outros estados, bem como 147 já recuperados e 2 transferidos. Estão internados 8 pacientes em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19, sendo 5 na UTI com necessidade de respirador (dois do sexo feminino com 46 e 61 anos e três do sexo masculino com 54, 74 e 78 anos), um paciente na UTI sem necessidade de respirador, do sexo masculino com 49 anos e outros dois pacientes estão internados na Enfermaria da Central, ambos um do sexo masculino com 47 e outro do sexo feminino com 50 anos. Todos os demais casos, sejam suspeitos ou confirmados, estão com recomendações expressas de cumprir isolamento domiciliar, pois não apresentam sintomas ou têm apenas sintomas leves. A Secretaria Municipal de Saúde atualizou os dados em conformidade com o sistema da Secretaria de Estado de Saúde. Porém, o boletim do Estado foi publicado com 9 casos a menos pois ele leva em conta apenas os resultados de exames que ficaram prontos até as 12h. A diferença a mais para Vilhena é de resultados que foram publicados do início da tarde até o início da noite (e serão contabilizados no boletim de Rondônia apenas amanhã). Denúncias de descumprimento de normas de Saúde podem ser feitas pelos números: 190 da Polícia Militar (24h) ou 3322-1936 da Vigilância Sanitária (7h às 17h30, de segunda a sexta-feira). Dados adicionais sobre os casos em forma de gráficos, mapa e tabelas estão disponíveis no Painel Covid-19 Vilhena disponível no site da Prefeitura, no menu “Serviços” e também pelo link direto: www.bit.ly/painelcovidvilhena. O Estado registrou até o momento 14,3 mil casos confirmados, 391 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 1.032 mil, com 49,1 mil mortes. No mundo são 8,7 milhões de casos confirmados e 461 mil mortes. Fonte Secretaria Municipal de Saúde - Fotos Semcom Vilhena

  • Vilhena muda protocolo de atendimento para sintomáticos de covid-19

    Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar os postos de Saúde em Vilhena Revista Imagem - Da Redação - 19/06/2020 14:47 Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar os postos de Saúde em Vilhena. O novo protocolo da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) passa a valer a partir desta semana. Baseado no guia de enfrentamento da pandemia do Ministério da Saúde, o documento foi elaborado por médicos do Hospital Regional (HRV), da Atenção Básica e profissionais da Semus. De acordo com a equipe responsável, o novo método de atendimento é dividido em quatro etapas (descritas abaixo) e atende as necessidades da crescente quantidade de casos suspeitos e confirmados no município. É no Posto de Saúde que serão feitos os atendimentos de casos suspeitos. Todos os postos se adequaram durante a semana e já nesta sexta-feira todas as unidades têm em funcionamento ala especial para atender pacientes com sintomas gripais. Segundo o Ministério da Saúde, os sintomas podem variar de um simples resfriado até uma pneumonia severa, sendo os mais comuns: tosse, febre, coriza, dor de garganta e dificuldade para respirar. De acordo com o coordenador da atenção básica, Clair Oliveira da Cunha, o atendimento começa antes mesmo de o paciente entrar na unidade: profissionais de Saúde realizam triagem e analisam os sintomas do morador. Desde o primeiro contato, a unidade oferece ao paciente produtos de higienização e prevenção como álcool em gel, água e sabão e/ou máscaras. Caso o quadro clínico seja suspeito para o novo coronavírus, o paciente é conduzido à ala separada, em isolamento dos demais. O paciente também é orientado por um profissional de Saúde devidamente paramentado a manter o distanciamento social, a fim de evitar possível contaminação. Em seguida, o paciente preenche uma ficha de registro e é encaminhado para a consulta com o médico de plantão. Na consulta, o médico é quem analisará os sintomas e, conforme avaliação clínica, poderá receitar remédios, emitir atestado médico e recomendar isolamento social (quarentena) ou até internação. Além disso, o médico é quem poderá produzir encaminhamento para que o paciente realize exame no Polo de Testagem, ao lado da Central de Atendimento à Covid-19, para confirmar, ou não, a contaminação pela doença. TESTAGEM - Se o paciente receber o encaminhamento para testagem, ele deve procurar o Polo de Testagem, localizado na avenida Rony de Castro, no Jardim América, próximo ao Instituto do Rim, no dia e horário agendado. Só farão testes os pacientes com este encaminhamento, emitido pelo médico do posto de Saúde. Há vários cenários possíveis a partir de então. Caso o paciente tenha sintomas leves e faça teste rápido, ele poderá ser confirmado ou descartado no local da testagem. Ao ser descartado, o paciente é liberado imediatamente para suas atividades. Por outro lado, se receber resultado de contaminação em curso, o paciente poderá receber medicação, receita, atestado atualizado, orientações de cuidado e recomendação de isolamento domiciliar. Caso o paciente tenha sintomas leves e realize coleta para teste RT-PCR (de laboratório, que é enviado a Porto Velho), o médico recomendará isolamento domiciliar. O acompanhamento, a partir de então, será por telefone através do posto de Saúde mais próximo de sua residência. Os contatos serão diários para pacientes com sintomas intensos e a cada dois dias para pacientes com sintomas leves, pré-sintomáticos ou assintomáticos. Se o resultado do RT-PCR, que pode demorar até sete dias para ser publicado pelo Governo do Estado, indicar que o paciente não tem o vírus, este é liberado para suas atividades. Porém, ao receber resultado positivo, o paciente recebe medicação, receita, atestado médico atualizado, orientações de cuidado e recomendação de isolamento domiciliar. Ao mesmo tempo, sendo ainda suspeito ou já confirmado, caso o paciente apresente sintomas graves, ele poderá receber recomendação para internação na Central de Atendimento à Covid-19. MONITORAMENTO REMOTO E PRESENCIAL - O acompanhamento por WhatsApp, ligação telefônica ou até mesmo consulta presencial será feito por profissionais de Saúde dos postinhos para aqueles com recomendação de isolamento domiciliar. Até esta quinta-feira, 18, Vilhena tinha quase 180 pacientes suspeitos e mais de 130 casos ativos confirmados para covid-19. Quadros clínicos que apresentem apenas febre, tosse ou dor de garganta, receberão registros da evolução dos sintomas a cada 48 horas. Aqueles pacientes que tiverem comorbidades ou apresentarem sintomas mais graves, como falta de ar, receberão avaliação diária com atenção do profissional a possível encaminhamento para internação. Dentro de sua casa, o paciente que receber recomendação para isolamento deverá ficar em quarto separado e bem ventilado pelo período determinado pelo médico. Além disso, todos os moradores da casa também deverão realizar isolamento domiciliar pelo mesmo período e informar a unidade de Saúde se surgirem sintomas sugestivos para covid-19 em algum outro membro da família. Alimentação balanceada, hidratação e hábitos de higiene são reforçados a todos. O descumprimento da quarentena pode implicar em medidas legais e ação policial. A RECUPERAÇÃO - O Ministério da Saúde considera como recuperados pacientes que não apresentem mais sintomas após 14 dias do início da infecção. Após esse período, o paciente é retirado do acompanhamento e considerado caso recuperado. Fonte e Fotos: Semcom Vilhena

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