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  • Covid-19: Rondônia chega a 555 mortes e passa dos 23,4 mil casos registrados

    Foram registradas sete mortes neste domingo (5) e 522 novos diagnósticos Revista Imagem - 05/07/2020 18:27 PORTO VELHO - Rondônia registrou sete mortes pelo novo coronavírus neste domingo (5) e já soma 555 óbitos, segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau). O estado também chegou aos 23.479 casos confirmados do vírus, sendo 522 a mais que o registrado no sábado (4). As 7 mortes foram em: 4 em Porto Velho: um homem de 77 anos de idade, três mulheres (70, 79 e 81 anos) 1 em Guajará-Mirim: um homem de 73 anos 1 em Ouro Preto do Oeste: uma mulher de 92 anos 1 em Presidente Médici: uma mulher de 49 anos Porto Velho continua sendo a cidade com maior número de infectados: registrando 14.119 diagnósticos da doença e 382 óbitos. Em seguida está Ariquemes (1.511), Guajará-Mirim (1.449) e São Miguel do Guaporé (718). A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) também divulgou no boletim que há: 12.512 pacientes recuperados; 410 pacientes internados no total; 84.745 testes realizados e; 1.126 casos suspeitos aguardando resultado no Lacen. Até esta sexta-feira, a taxa de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adultos é de 79,67%. Desses leitos de UTI, 83% estão ocupados na macrorregião I, que inclui hospitais de Porto Velho, Ariquemes e Jaru, e 68,3% ocupados na macrorregião II, que engloba os hospitais de Cacoal, Vilhena e São Francisco do Guaporé. Por Revista Imagem | Fonte: G1RO - Foto: Arquivo

  • Renato Feder diz que recusou convite de Bolsonaro para o MEC

    Secretário de Educação do Paraná era o principal cotado para assumir o MEC após a saída de Carlos Alberto Decotelli Revista Imagem - 05/07/2020 18:12 BRASÍLIA - O secretário de Educação do Paraná, Renato Feder, utilizou suas redes sociais para dizer que recusou o convite do presidente Jair Bolsonaro para ser o novo ministro da Educação. O anúncio foi feito durante a tarde deste domingo (5). Em uma publicação no Facebook, Feder confirma que foi convidado por Bolsonaro para assumir o comando do Ministério da Educação. Ele agradeceu ao presidente pelo convite, mas disse que irá seguir “com o projeto no Paraná”. O nome de Feder era cotado para o MEC desde a saída de Abraham Weintraub da pasta. Entretanto, em um primeiro momento, ele foi preterido por Carlos Alberto Decotelli, que deixou o ministério seis dias após ser nomeado. Desde então, o nome do secretário era o mais cotado para a pasta. Por Revista Imagem | Fonte: IG - Foto: Arquivo

  • Pesquisa mostra potencial para a expansão do home office

    Trabalhadores ouvidos reportaram altos níveis de satisfação Revista Imagem - 05/07/2020 17:58 BRASÍLIA - Pesquisa da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) mostra que há um grande potencial de expansão do trabalho em home office no Brasil, pós pandemia da covid-19, em cargos de nível superior, gestores e professores. O estudo ouviu 1.566 profissionais em home office. Segundo a pesquisa, os trabalhadores ouvidos reportaram altos níveis de satisfação com seu trabalho em casa e uma percepção de que seu desempenho foi impactado positivamente com a modalidade do teletrabalho: 70% disseram que gostariam de continuar trabalhando em home office depois da pandemia; 19%, que não gostariam; e 11%, que são indiferentes. De acordo com um dos coordenadores do estudo, professor da USP André Luiz Fischer, o isolamento, e o consequente trabalho em home office, desencadeados pela pandemia da covid-19, serviram para destravar a migração do trabalho no escritório para a casa. “Foram quebradas várias barreiras cognitivas que dificultavam essa migração. Além disso, o isolamento provocou um aprendizado forçado e imediato de ferramentas que antes apenas conhecíamos como facilitadoras de conversas e encontros virtuais sociais. Tornaram-se instrumentos de trabalho e deram certo”, destacou. A pesquisa mostra ainda que, dos entrevistados, 94% consideram-se comprometidos com a empresa em que trabalham, indicando que a prática do home office não interferiu nessa avaliação. Para 71%, o trabalho em casa é percebido como uma possibilidade de aumentar a produtividade, precisão e qualidade; e 76% disseram concordar que o trabalho em home office é compatível com a convivência familiar. “As empresas se perguntam por que bancar aluguéis caros, e as pessoas, pelo menos em São Paulo, por que passar mais de 60 minutos, em média, no trajeto até o escritório. Vale deixar claro que essas constatações se aplicam a trabalhadores mais qualificados e de boa renda mensal. Tanto no que se refere ao maior potencial para o trabalho em domicílio, como na maior motivação para aderir a essa proposta", disse Fisher. Segundo a pesquisa, os entrevistados têm, em média, 40 anos de idade, e oito anos na empresa atual, alta qualificação e ocupam posições de chefia. Os salários das pessoas ouvidas giram em torno de R$ 9,4 mil. As entrevistas foram feitas entre os dias 27 de maio e 3 de junho. Por Revista Imagem | Texto: Bruno Bocchini - Foto: Arquivo

  • Na contramão do Estado, Vilhena registra aumento de casos de coronavírus

    Município contabilizou 31 novos casos confirmados de coronavírus nesta sexta-feira, totalizando 614 pessoas infectadas Revista Imagem - 03/07/2020 21:42 Atualizada em 05/07/2020 00:39 Na contramão de Rondônia que registrou diminuição de casos por dois dias seguidos, Vilhena registrou novo aumento de casos diário de coronavírus. Nesta sexta-feira (3) o município contabilizou 31 novos casos confirmados de coronavírus (7 por RT-PCR e 24 por testes rápidos. O dia de hoje foi o quinto em casos diários de coronavírus em Vilhena. Com os registros de hoje, Vilhena totaliza 614 casos confirmados e 9 mortes por covid-19 (7 de vilhenenses e 2 de moradores de outra cidades). O município também investiga 29 casos suspeitos e recebeu 6 resultados negativos. Segundo o boletim epidemiológico da secretaria municipal de Vilhena, o total de pacientes recuperados no município é de 398. Já 210 pessoas são consideradas casos ativos pois ainda podem transmitir o vírus. O Centro e o Cristo Rei são os bairros com maior número de casos ativos: 36 e 30 respectivamente. A central de atendimento municipal da covid-19, anexa ao Hospital Regional possuem 15 pacientes internados em isolamento, sendo 5 na UTI (todos com necessidade de respirador). Dos internados, 12 pacientes tem resultado positivo para covid-19. A taxa de ocupação na UTI da Central é de 42%. Já nos leitos da enfermaria a taxa de ocupação é de 38%. Hoje fazem 89 dias em que o primeiro caso de coronavírus foi registrado em Vilhena, isso no dia 5 de abril. O Painel Covid-19 Vilhena dispõe de informações adicionais sobre os casos em forma de gráficos, mapa e tabelas. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana - Foto: Arquivo

  • Brasil tem 1.577.004 casos de covid-19 registrados e mais de 870 mil curados

    Apesar dos números nacionais, algumas cidades estudam a volta gradual da rotina Revista Imagem - 04/07/2020 19:37 BRASÍLIA - Segundo o boletim divulgado no final da tarde de hoje (04) pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou até o momento 1.577.004 casos de covid-19. Destes, 64.265 casos resultaram em óbito. O número de pessoas recuperadas é de 876.359. Entre os estados, São Paulo continua com o maior número de casos até agora, 312.530; seguido à distância pelo Ceará (120.952) e Rio de Janeiro (120.440). Em número de mortes, no entanto, o Rio de Janeiro, com 10.624, ultrapassa o Ceará, que teve 6.411 óbitos até o momento. Também nesse quesito, São Paulo registra o maior número, com 15.996 mortes. Entre os estados com menos registros, o Mato Grosso do Sul é a área de menor incidência, com 9.910 casos e 114 mortes. Tocantins, com 12.282 casos e 215 mortes, vem em seguida. Apesar dos números nacionais, algumas cidades estudam a volta gradual da rotina. Na cidade de São Paulo, o prefeito Bruno Covas assinou os protocolos para reabertura de vários setores. No Rio de Janeiro, a reabertura de bares levou muita gente para a rua durante o primeiro dia de liberação. Ontem (03), após medidas punitivas os estabelecimentos da cidade tomaram atitudes para diminuir as aglomerações. Já no Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha assinou decreto com o calendário de abertura de bares e escolas. Em Rondônia o caminho está sendo oposto. O estado que até o mês passado tinha a maioria parte do comércio funcionando normalmente, estabeleceu medidas restritivas para 24 municípios a partir do dia 1⁰. Por Revista Imagem | Texto: Marcelo Brandão - Foto: Arquivo

  • Anvisa autoriza testes para outra vacina contra covid-19 no Brasil

    Medicamento será o segundo do tipo a ser testado no Brasil Revista Imagem - 04/07/2020 19:24 BRASÍLIA - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a empresa chinesa Sinovac Biotech a realizar testes para uma nova vacina contra o novo coronavírus. O teste da vacina deve ser feito em 9 mil pessoas, nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná, além do Distrito Federal. O estudo aprovado pela Anvisa se refere a um ensaio clínico fase III duplo-cego, controlado com placebo. Antes de dar a autorização, a agência analisou as fases anteriores de teste da vacina. Foram realizados estudos não-clínicos em animais, cujos resultados demonstraram que a vacina apresenta segurança aceitável. A vacina é feita a partir de cepas inativadas do novo coronavírus. O termo “ensaio clínico” se refere aos estudos de um novo medicamento realizados em seres humanos. A fase clínica serve para validar a relação de eficácia e segurança do medicamento e também para validar novas indicações terapêuticas. Este é o segundo teste de vacina contra covid-19 realizado no Brasil. O primeiro, desenvolvido pela universidade de Oxford, no Reino Unido, tem sido realizado em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com participação do grupo farmacêutico Astrazeneca. Essa vacina já se encontra em estágio mais avançado de testes e há possibilidade de ser distribuída à população ainda este ano. Por Revista Imagem | Texto: Marcelo Brandão - Foto: Google Imagens

  • Canal da avenida Brigadeiro Eduardo Gomes recebe barreira de proteção

    Obra atende pedido de moradores após oito anos de existência da galeria Revista Imagem - 04/07/2020 14:06 Nesta semana as secretarias municipal de Obras e Trânsito, da prefeitura de Vilhena, se uniram para a edificação de estrutura de proteção na galeria pluvial da macrodrenagem da avenida Brigadeiro Eduardo Gomes, no trecho entre a avenida 34 e o Parque de Exposições, para evitar que veículos possam cair no canal. Realizada nos dois sentidos, a obra soma mais de 800 metros e será sinalizada nos próximos dias, assim que fique pronta. Serão colocados cerca de 500 protetores de madeira no local, palco de vários acidentes ao longo da última década, desde que a obra iniciou, em 2012. O secretário municipal de Obras, Paulinho Coelho, explica que “a obra vai trazer segurança aos munícipes, diminuindo a gravidade de acidentes com veículos que venham a perder o controle na via. Pretendemos estender esse projeto, nos próximos meses, para toda a extensão da avenida Brigadeiro para dar mais segurança aos condutores”. A Secretaria Municipal de Trânsito (Semtran) será responsável por pintar a estrutura e sinalizar o local de forma adequada assim que tudo estiver pronto nos próximos dias. O vereador Rogério Golfetto acompanhou os trabalhos, após realizar indicações para realização de obras no local, em 2019 e em fevereiro deste ano. “O trânsito em torno do canal é grande e temos visto várias notícias de acidentes no local. Resolver agora o problema foi importante pois, com o início das chuvas, os riscos são ainda maiores, já que com o canal sempre cheio, quem caísse ali poderia até se afogar”, pondera. Por Revista Imagem | Texto: Herbert Weil - Foto: Assessoria

  • Voluntários se despedem do 3º BPM após dois anos de serviços prestados

    O Programa de natureza profissionalizante tem por finalidade a execução de atividades internas na PM e Corpo de Bombeiros Revista Imagem - 04/07/2020 09:27 VILHENA - Dez prestadores voluntários de serviços administrativos encerraram suas atividades no 3º Batalhão, na manhã da última quarta-feira (01), em Vilhena. Os funcionários civis atenderam às demandas administrativas durante dois anos. Na ocasião foi realizado um café da manhã em que o comandante da unidade, Major PM Carvalho, professou palavras de agradecimento e o desejo de um futuro promissor a cada um dos prestadores de serviços administrativos. O Programa O Programa de Prestação Voluntária de Serviços Administrativos da SESDEC é de natureza profissionalizante e tem por finalidade a execução de atividades internas, na Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia. O primeiro processo de admissão foi no ano de 2017 no qual mais de 500 candidatos voluntários realizaram a prova em Vilhena. Ao todo, os candidatos passam por 4 fases: avaliação escrita, avaliação médica, investigação social e curso de formação. Os aprovados em todas as etapas realizam atividades administrativas entre elas como protocolos de documentos e monitoramento de câmeras. O objetivo é proporcionar aos jovens o exercício da cidadania, o aperfeiçoamento, a experiência profissional e o auxílio financeiro. Por Revista Imagem | Fonte: PMRO - Foto: Arquivo

  • Drogômetro pega primeiro motorista dirigindo drogado em Rondônia

    Caminhoneiro foi preso em flagrante pelo crime de trânsito de dirigir sob influência de substância psicoativa Revista Imagem - 04/07/2020 09:13 PORTO VELHO - Nesta sexta-feira (03), por volta das 9 horas da manhã, uma equipe de fiscalização da Delegacia de Polícia Rodoviária Federal em ji-Paraná registrou a primeira prisão em flagrante com base em resultado de teste do equipamento batizado de “drogômetro”. Em verificação de trânsito, os policiais constataram que o motorista de uma carreta havia desrespeitado os horários previstos na Lei de Descanso (legislação trabalhista que protege o motorista contra horários e jornadas de trabalho extenuantes). Em procedimentos complementares, foram encontrados com o condutor do veículo duas cartelas de anfetaminas, popularmente conhecidas como “rebite”, que são utilizadas para disfarçar o sono, possibilitando viagens mais longas sem pausas para alimentação ou sono. Diante dos fatos, o homem foi convidado a realizar o teste do “drogômetro”, equipamento que, por meio de gotículas de suor das mãos, consegue identificar o uso de até 15 tipos de drogas ilícitas. O resultado acusou positivo para utilização de cocaína, resultando na prisão em flagrante pelo crime de trânsito de dirigir sob influência de substância psicoativa (Art. 306 do CTB). Em revista ao veículo, foram encontradas 10 munições calibre 38, em embalagem comercial. O infrator disse que conseguiu as munições no município de Manicoré-AM e as levaria para um conhecido em Brasília-DF. Tal fato agravou a situação, pois ele também responderá por porte ilegal de arma de fogo de uso permito. Drogômetro O aparelho de detecção de presença de substância psicoativa no organismo, provisoriamente chamado de “drogômetro”, é operado de forma pioneira no estado de Rondônia pela Delegacia PRF de Ji-Paraná. O equipamento, adquirido em ação coordenada entre PRF, Ministério Público do Trabalho e Organização das Nações Unidas foi desenvolvido com a finalidade de diminuir acidentes de trânsito, tirando de circulação condutores de veículos que fazem uso de drogas ilícitas antes de dirigir. O uso do equipamento para lavrar autos de infração (multa de trânsito) ainda não está regulamentado pelo Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), porém, como é um aparelho aferido pelo InMetro, o laudo constitui meio auxiliar de prova legalmente admitido para as situações de crime de trânsito. Somado ao Termo de constatação de sinais de alteração da capacidade psicomotora (TCSACP), relatório preenchido pelo policial indicando características observadas no momento do flagrante, o resultado do teste é mais um item de prova a ser utilizado no registro da ocorrência policial. Por Revista Imagem | Fonte: PRF - Foto: Arquivo

  • Acidente faz nova vítima em estradas de Colorado do Oeste

    Carlos Henrique Botelho morreu na noite desta sexta-feira (3), após perder o controle do veículo que dirigia e capotar o carro Revista Imagem - 04/07/2020 10:15 COLORADO DO OESTE - O grave acidente que tirou a vida de Carlos Henrique Botelho, 31 anos, ocorreu na noite desta sexta-feira (3), na rotatória da BR-435, área rural de Colorado do Oeste. Conforme apurado, Carlos Henrique conduzia um Fiat Strada da cor vermelha pela rodovia, sentido Colorado, quando, sem motivo, ele entrou na rotatória em alta velocidade, perdendo o controle do veículo, que avançou sobre os canteiros e capotou algumas vezes, até parar as margens da pista. Uma ambulância do serviço de emergência do Hospital de Colorado do Oeste foi solicitada, porém, a vítima apresentava grave ferimentos e fraturas, não resistindo e vindo a óbito. Carlos Henrique é de família tradicional do município de Colorado do Oeste. Por Revista Imagem | Fonte: Conesul Acontece

  • OMS vê primeiros resultados de testes com medicamentos para covid-19

    Cerca de 5.500 pacientes em 39 países foram recrutados Revista Imagem - 04/07/2020 10:32 GENEBRA, SUÍÇA - A Organização Mundial da Saúde (OMS) deve obter em breve resultados de ensaios clínicos que está conduzindo com medicamentos que podem ser eficazes no tratamento de pacientes com covid-19, disse nesta sexta-feira (3) o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. "Cerca de 5.500 pacientes em 39 países foram recrutados até agora para o ensaio ´Solidariedade´", disse ele em entrevista coletiva, referindo-se aos estudos clínicos que a agência da ONU está conduzindo pelo mundo. "Esperamos resultados intermediários nas próximas duas semanas", acrescentou. O programa da OMS começou com cinco braços analisando possíveis tratamentos para a covid-19: atendimento padrão; remdesivir; os medicamentos antimalária cloroquina/hidroxicloroquina; os medicamentos para HIV lopinavir/ritonavir; e lopanivir/ritonavir combinados com interferon. No início deste mês, a OMS interrompeu o teste com cloroquina/hidroxicloroquina, depois que estudos indicaram que não mostravam benefício para quem tem a doença, mas ainda são necessários mais estudos para verificar se podem ser eficazes como medicamento preventivo. Mike Ryan, chefe do programa de emergências da OMS, disse que seria imprudente prever quando uma vacina pode estar pronta contra a covid-19, a doença respiratória causada pelo novo coronavírus, que matou mais de meio milhão de pessoas no mundo. Embora uma candidata a vacina possa mostrar sua eficácia até o final do ano, a questão é quanto tempo levará para a vacina ser produzida em massa, disse ele à associação de jornalistas da ONU em Genebra. Atualmente, não existe vacina comprovada contra a doença, e 18 possíveis candidatas estão sendo testadas em seres humanos. As autoridades da OMS defenderam sua resposta ao vírus que surgiu na China no ano passado, dizendo que foram movidos pela ciência. Ryan disse lamentar que as cadeias globais de suprimentos tenham sido interrompidas no início da pandemia, privando equipes médicas de equipamentos de proteção. "Lamento que não houvesse acesso justo e acessível às ferramentas da Covid. Lamento que alguns países tenham mais do que outros e lamento que os trabalhadores da linha de frente tenham morrido por causa disso", acrescentou. Ele cobrou os países a identificarem novos surtos de casos, rastrear pessoas infectadas e isolá-las para ajudar a quebrar a cadeia de transmissão. "As pessoas que se sentam ao redor de mesas de café e especulam e falam (sobre transmissão) não conseguem nada. As pessoas que perseguem o vírus conseguem conquistar as coisas", disse. Por Revista Imagem | Texto: Stephanie Nebehay e Josephine Mason, Repórteres da Reuters - Foto: Arquivo

  • Empresas boicotam publicidade no Facebook por discurso de ódio

    A medida foi incentivada pela campanha Pare o ódio por lucro Revista Imagem - 04/07/2020 10:40 BRASÍLIA - Diversas empresas iniciaram nesta semana um boicote ao Facebook anunciando que deixarão de veicular anúncios publicitários durante o mês de julho na plataforma e em outros apps controlados pela empresa, como Instagram. A recusa foi motivada pelo que consideraram a incapacidade da rede social de lidar com o discurso de ódio, desinformação e conteúdos de incitação à violência. A medida foi incentivada pela campanha Pare o ódio por lucro (Stop Hate for Profit), promovida por organizações da sociedade civil relacionadas a direitos civis e promoção do debate público democrático na Internet, como Antidefamation League, Sleeping Giants, Free Press e Color for Change. As entidades questionam a falta de ações da empresa para combater mensagens de ódio contra negros, somando-se às mobilizações “Vidas Negras Importam” (Black Lives Matter), além de outras abordagens como a negação do holocausto. Grandes corporações globais aderiram ao boicote, como Coca-Cola, Puma, Adidas, Boeing, Ford, Honda, Levi ´s, Pfizer, Reebok, SAP e Unilever. De acordo com os organizadores do movimento, mais de 750 firmas já manifestaram adesão. No Brasil, segundo um dos movimentos organizadores, o Sleeping Giants Brasil, algumas empresas já anunciaram a participação da campanha, como Unilever, Coca-Cola, Northface, Vans Usebrusinhas, o Interceptbr. Propostas Além do boicote, a campanha também apresentou uma série de reivindicações para o Facebook e para outras redes sociais. Entre elas incluir executivos para analisar os produtos sob o olhar de direitos humanos, realizar auditorias de entidades independentes sobre as medidas de combate ao discurso de ódio e desinformação e ressarcimento de anunciantes cujas mensagens pagas sejam veiculadas em posts e sites depois identificados como problemáticos. Os organizadores da iniciativa também cobram que o Facebook remova da plataforma grupos relacionados a supremacistas brancos, milícias, conspirações violentas, negação do holocausto, rejeição de efeitos de vacinas e que rejeitam mudanças climáticas. Também defendem que as aplicações da companhia parem de recomendar conteúdos de ódio e desinformação e criem mecanismos para que esses conteúdos sejam revisados por humanos, e não somente por sistemas automatizados. Facebook Em nota, o Facebook afirmou que a companhia investe “bilhões de dólares todos os anos para manter a comunidade”, embora não tenha detalhado os valores. Segundo a empresa, relatório da União Europeia indicou que a plataforma analisou mais conteúdos de discurso de ódio em 24h do que Twitter e Youtube. “Nós abrimos para uma auditoria de direitos civis e banimos 250 organizações supremacistas brancas do Facebook e Instagram. Os investimentos que fizemos em Inteligência Artificial nos possibilitam encontrar quase 90% do discurso de ódio proativamente, agindo sobre eles antes que um usuário nos denuncie”, acrescentou o comunicado. Em artigo publicado no site da empresa na quarta-feira (1º), o vice-presidente de políticas públicas e comunicação da empresa, Nick Clegg, declarou que o Facebook “não se beneficia do ódio” e que o discurso de ódio é uma expressão da sociedade na plataforma. Ele destacou que esses conteúdos são proibidos pelos parâmetros da comunidade e são retirados quando identificados, mas que procurá-los é como buscar “uma agulha no palheiro” pela grande quantidade de mensagens postadas diariamente. Por Revista Imagem | Texto: Jonas Valente - Foto: Arquivo Wix

  • Covid-19 cansa a beleza: crise no setor força salões a se reinventarem

    Salões de beleza devem adotar novos protocolos de biossegurança Revista Imagem - 04/07/2020 10:40 BRASÍLIA - Segundo um dito popular, não existe crise para as atividades que alimentam vícios e cultivam vaidades. Ao menos no caso do negócio que atende à aparência e à autoestima, a sabedoria do senso comum terá que ser refeita por causa da pandemia da covid-19. Nove de cada dez micro e pequenas empresas que prestam serviço para beleza, como salões, barbearias, ateliês e estúdios de maquiagem, afirmam ter perdido faturamento por causa das medidas de isolamento social. A perda média do faturamento foi de 57%. Conforme enquete, 62% das micro e pequenas empresas do segmento de beleza descrevem que interromperam o funcionamento temporariamente e 5% encerraram em definitivo. Os dados são descritos na 3ª edição da pesquisa sobre o impacto da pandemia de coronavírus nos pequenos negócios, feita pelo Sebrae via internet entre 30 de abril e 5 de maio. As atividades do segmento de beleza são feitas essencialmente de forma presencial, que foram proibidas em muitas cidades enquanto o vírus da covid-19 circula. Apesar do impacto na ampla maioria dos estabelecimentos, apenas 4% assinala ter feito demissões, isso porque o recrutamento da mão-de-obra no segmento não implica em vínculo empregatício - é feito principalmente por meio de contrato de parceria, conforme previsto na Lei 13.352/2016. Não se sabe, no entanto, quantos parceiros que estavam ocupados no corte e pintura de cabelos, manicure e pedicure, e depilação tiveram que recorrer ao auxílio emergencial do governo federal. Os efeitos no faturamento também podem estar subestimados. Uma grande parte do serviço é prestada por empreendimentos na informalidade. “Uma vez em Paraisópolis [zona sul de São Paulo] contou-se 8 mil portas de serviço beleza”, lembra Andrezza Torres, analista de Competitividade do Sebrae. Problema de caixa e aluguel A inatividade do setor trouxe dificuldades de caixa para microempreendedores que têm negócio formal, como Denílton Delfino, dono de um pequeno salão há três na Asa Norte, em Brasília (DF). “Estamos há mais de 100 dias nessa situação, e eu não tive resposta [de renegociação] dos fornecedores [de produtos usados no salão] e nem do dono do imóvel [onde fica o estabelecimento]”, reclama o empresário que atendia até sete pessoas por hora aos sábados - dia de maior movimento. Um pouco mais de sorte teve a empresária Marina Portela, dona de um ateliê de beleza no bairro de Petrópolis, em Natal (RN). Ela conseguiu renegociar por duas vezes o custo do aluguel, e teve uma baixa de 30% com esse gasto. Seu negócio reabriu as portas no último dia 1º. A volta à atividade traz algum alívio para Portela. Ela sabe que não poderá ter o mesmo volume de atendimento e parte dos serviços que presta está parado como o de maquiagens para eventos, como casamentos, pois continuam as restrições às aglomerações. Para diminuir os impactos negativos do novo coronavírus, a empresária conta que cortou gastos no dia a dia e teve que “reinventar”. Vendeu voucher (vale) para atendimento futuro de clientes, orientou parceiras que trabalhavam exclusivamente com maquiagem a se prepararem para outras atividades do ateliê, e fez busca ativa de clientes. “Liguei para todo mundo e usei as redes sociais para avisar da reabertura”. De acordo com Andrezza Torres, do Sebrae, a reinvenção tem sido notada em vários relatos de microempresários. Segundo ela, alguns salões estão ensinando aos clientes a cuidarem e pintarem o cabelo em casa, “com a tonalidade certa”, por meio de teleconferências, outros estabelecimentos revendem produtos e orientam a aplicação. “Alguns salões conhecem seus clientes e sabem que descolorante, xampu, condicionador ou creme precisam”, salienta. Salão de beleza: novos custos e biossegurança Além de não poder retomar em 100% os atendimentos, os salões de beleza terão novos custos - como a disponibilização de equipamentos de proteção individual (EPI) para os parceiros, álcool em gel, e a aquisição de tapetes sanitizantes e até termômetros a laser. Para ajudar a retomada segura das atividades, o Sebrae produziu uma lista de orientações de biossegurança para o segmento de beleza. Há dicas desde o “agendamento consciente”, para evitar aglomerações, até o cuidado com higienização para proteger a saúde de quem trabalha no estabelecimento e dos clientes que vão cuidar da aparência e da autoestima. Todo o segmento da beleza no Brasil, que inclui os salões, lojas, indústria de produtos cosméticos, tem cerca de 1,2 milhão de empresas formais e 4 milhões de pessoas ocupadas - não necessariamente empregadas com carteira de trabalho. Em 2018, apenas a indústria de cosméticos, perfumaria e higiene faturou R$ 109 bilhões no Brasil, o que coloca o país no quatro lugar no consumo global. Nesse caso, a vaidade é uma virtude. Por Revista Imagem | Texto: Gilberto Costa - Foto: Agência Brasil

  • Renda Brasil, que vai substituir o Bolsa Família, poderá ter voucher para creche

    Plano é um dos pilares do programa que governo pretende criar após fim do auxílio emergencial Revista Imagem - 04/07/2020 11:02 O ministro Paulo Guedes está prepando uma remodelagem do Bolsa Família Foto: Adriano Machado / Reuters BRASÍLIA - A equipe econômica avalia criar um voucher de R$ 250 por mês para que crianças atendidas pelo novo programa social Renda Brasil tenham acesso a creches. A medida teria custo de R$ 6 bilhões e seria financiada com redução de gastos em outras áreas. O objetivo da medida, segundo fontes que participam da elaboração do programa, é complementar a transferência de renda paga a famílias que serão atendidas pelo benefício, que substituirá o Bolsa Família. O plano ainda está em análise e precisa ser debatido com o Ministério da Educação. Procurado, o Ministério da Educação afirmou que o programa está sendo tocado pelo Ministério da Cidadania, que não retornou. A estimativa dos técnicos é que o déficit de vagas para crianças de 0 a 3 anos dentro da faixa a ser atendida pelo Renda Brasil é de dois milhões, já descontadas as famílias desse universo cujos filhos não estão em creche por opção. De acordo com uma fonte, o plano faz parte de um dos quatro pilares que estão sustentando o Renda Brasil. A medida viabiliza, por exemplo, que mães de famílias pobres não sejam prejudicadas no mercado de trabalho. A ideia não envolveria a construção de creches públicas. Na visão da equipe, a concessão de vouchers seria mais eficiente porque permitiria que as famílias escolhessem os estabelecimentos em que querem matricular as crianças. Assim, seria possível aproveitar a estrutura de instituições já estabelecidas, como creches privadas e até igrejas. Os R$ 6 bilhões para os vouchers seriam uma despesa além dos R$ 51,7 bilhões previstos para a transferência de recursos no Renda Brasil. O impacto dos repasses foi publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo e confirmado pelo GLOBO com fontes da equipe econômica. Rampa de saída O modelo abrangeria um universo de 57,3 milhões de pessoas, que receberiam, em média, R$ 232. Hoje, o Bolsa Família atende a 41 milhões de pessoas, que recebem, em média, R$ 190, a um custo de pouco mais de R$ 30 bilhões. O valor do repasse seria formado por dois tipos de benefícios principais: um de R$ 100 de superação da pobreza e outro, também de R$ 100, pago por criança (de 0 a 15 anos). O público elegível a receber o valor completo do benefício seria o de famílias com renda de até R$ 250 por pessoa. Essa faixa, no entanto, seria flexível. Domicílios com renda de até R$ 450 teriam acesso ao benefício, mas com desconto. O plano, por enquanto, é que a cada R$ 1 acima da base de R$ 250 haveria desconto de R$ 0,50 no valor do benefício. Essa rampa de saída foi pensada para preencher uma lacuna que hoje existe no Bolsa Família, voltado a famílias com renda de R$ 178 por pessoa. "Da mesma forma que o Bolsa Família foi uma junção de dois ou três programas sociais e aquilo foi focalizado para chegar nos mais pobres, nós vamos fazer o mesmo movimento agora: juntar o Bolsa Família com dois ou três programas sociais, mais focalizados, e lançar o Renda Brasil, que deve ser um valor mais alto que o Bolsa Família", comentou o ministro da Economia, Paulo Guedes, ontem, em conversa com empresários transmitida ao vivo. Marca social A ideia de unificar benefícios sociais começou a ser elaborada no ano passado, mas os efeitos da pandemia sobre os mais vulneráveis fez a equipe econômica acelerar o processo. O projeto também busca estabelecer uma “marca social” para o governo, enquanto o presidente Jair Bolsonaro mira as eleições de 2022. Os estudos para o novo Bolsa Família estão em análise e devem substituir o auxílio emergencial de R$ 600. O objetivo do governo é ampliar o programa sem aumentar despesas. Assim, seria possível manter o chamado teto de gastos, que impede que as despesas cresçam mais que a inflação do ano anterior. Para isso, a ideia é rever benefícios como abono salarial, salário-família e desoneração da cesta básica. Por Revista Imagem | Texto: Marcello Corrêa (O Globo)

  • Taxa de ocupação de UTIs cai para 84,6% com abertura de novos leitos

    Mais de 95% dos leitos de tratamento intensivo para Covid-19 estavam ocupados no dia anterior em Rondônia Revista Imagem - 03/07/2020 19:24 Após ultrapassar 95% de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes de Covid-19 em Rondônia na quinta-feira (2), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) anunciou a abertura de novos leitos. Com isso, a taxa de ocupação recua para 84,6% na rede estadual de saúde. Em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (3), o secretário da Sesau, Fernando Máximo, disse que foram ativados mais 10 leitos no Hospital Estadual de Campanha e cinco no Hospital Cândido Rondon em Ji-Paraná (RO), na região central. Conforme a Sesau, nos últimos dias, o número de leitos de UTI exclusivos para pacientes com o novo coronavírus passou de 124 para 157. Mas a taxa de ocupação ainda se mantém acima dos 80%, sendo um dos parâmetros do decreto estadual 25.138 para a classificação de um município na fase 1 do plano de reabertura da economia. Nessa fase, há restrição ao funcionamento de vários segmentos não essenciais. Veja a taxa de ocupação por macrorregião: Macrorregião I (Porto Velho) - 82,98% Macrorregião II (Cacoal) - 71,43% No sábado (4), a Sesau vai realizar mais uma edição do drive-thru de testagem rápida no estacionamento do Palácio Rio Madeira, em Porto Velho. Conforme a pasta, 1,5 mil testes estarão disponíveis para pessoas que apresentam sintomas de gripe há pelo menos uma semana. A ação, que será executada com apoio de voluntários, acontece de 9h às 13h e é destinada a pessoas em moto ou carro. Por Revista Imagem | Fonte: G1RO - Foto: Arquivo

  • Covid-19: Rondônia vive mais um dia de queda no número de contaminados

    Foram contabilizados 271 novos casos no estado e apenas 3 mortes; número de óbitos diário é o menor em 20 dias Revista Imagem - 03/07/2020 19:10 Rondônia voltou a registrar número abaixo da média no registro diário de casos de coronavírus. Nesta nesta sexta-feira (3), segundo o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), o foram contabilizados 271 novos casos no estado. Pelo segundo dia consecutivo, Porto Velho não foi o município com maior número de registros. Ontem foi Guajará Mirim, e hoje foi Ariquemes que registrou 74 novos casos, contra 41 de Porto Velho e 36 de Guajará. Com os números de hoje, o Estado totaliza 22.241 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 105 dias (20/3). A Sesau também informou um total de 11.543 pacientes recuperados. Também houve diminuição no número de mortes, foram apenas 3 óbitos, o menor número em 24 horas desde o dia 13/06, portanto há 20 dias. Rondônia já chegou a registrar 26 mortes em um único deia (12/06). Com os óbitos de hoje, o estado totaliza 533 mortes por covid-19. As mortes de hoje foram registradas em Guajará-Mirim, uma mulher de 68 anos e um homem de 56 anos de idade, e em São Miguel do Guaporé, uma mulher de 54 anos. Quatrocentos e sessenta e quatro pacientes continuam internados por conta da doença em todo o estado. Até agora Rondônia já testou 80.171 pessoas para identificação do coronavírus. Porto Velho lidera o número de casos 13.373 casos. Os outros municípios com mais casos no estado são: Ariquemes com 1.464 casos, Guajará-Mirim com 1.404 e São Miguel do Guaporé com 717 (número revisto pela Sesau). Vilhena tem 589 casos, Jaru 586, Ji-Paraná 541, Candeia do Jamari 493, Rolim de Moura 412, e Cacoal com 328 casos. Estes são os 10 municípios com maior número de casos de coronavírus no estado. Cone Sul De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o Cone Sul tem 734 casos de coronavírus, e 10 mortes registradas - 7 para Vilhena, 2 em Cerejeiras, 1 em Cabixi. Hoje o boletim da Sesau registrou 36 casos para Vilhena e 1 para Cabixi, e retirou um caso em duplicidade de Colorado do Oeste. Ao contrário de Vilhena que aceitou o enquadramento feito pelo governo do estado que obriga os municípios em fase 1 a fecharem o comércio não essencial, a prefeitura de Pimenteiras aderiu a portaria e fechou o comércio além, de atividades esportivas como a pesca. No total, segundo o boletim estadual, os municípios do cone sul tem: Vilhena: 589 casos Colorado do Oeste: 45 (número revisado) Pimenteiras: 45 Cerejeiras: 32 Chupinguaia: 14 Cabixi: 5 Corumbiara: 4 Vale lembrar que todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio SantAna - Foto: Arquivo

  • Brasil passa da marca de 1,5 milhão de casos confirmados de covid-19

    Do total de infectados até o momento, 868.372 já se recuperaram; já o número de mortes é de 63.174 brasileiros Revista Imagem - 03/07/2020 19:15 O Brasil bateu a marca de 1,5 milhão de casos confirmados acumulados desde o início da pandemia de covid-19. O número foi divulgado na atualização diária do Ministério da Saúde. Com 42.223 novos casos, o total hoje (3) chegou a 1.539.081, um aumento de 2,8% em relação a ontem(2), quando eram contabilizados 1.496.858 casos. O balanço também registrou 1.290 novas mortes nas últimas 24 horas, chegando ao total de 63.174. O aumento no número de mortes cresceu 3,7% em relação a ontem, quando o painel do Ministério da Saúde trazia 61.884 óbitos. Do total de infectados até o momento, 868.372 já se recuperaram e 607.535 pacientes estão em acompanhamento. Ainda há 3.968 mortes em investigação. Estados São Paulo é o estado com o maior número de mortes em função da pandemia de covid-19 com 15.694 óbitos, seguido por Rio de Janeiro (10.500), Ceará (6.351), Pernambuco (5.068), Pará (5.050). As Unidades da Federação com menos óbitos são Mato Grosso do Sul (107), Tocantins (211), Roraima (358), Santa Catarina (376) e Acre (387). Covid-19: Rio de Janeiro chega a 10,5 mil mortes O estado do Rio de Janeiro registrou 10,5 mil mortes por covid-19, com 118.956 casos confirmados. São 168 óbitos e 2.133 casos registrados nas últimas 24 horas. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (3), pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). Há mais 1.024 óbitos em investigação e 98.540 pacientes se recuperaram da doença. A capital lidera o número de mortos, com 6.791 óbitos. Entre os demais municípios com maior número de mortes estão São Gonçalo (474), Duque de Caxias (451), Nova Iguaçu (350), São João de Meriti (238), Niterói (208), Belford Roxo (180), Magé (135), Itaboraí (132), Mesquita (119), Campos dos Goytacazes (108), Petrópolis (94) e Angra dos Reis (87). São Paulo registra 15,6 mil óbitos por coronavírus Com mais 343 óbitos contabilizados nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo soma agora 15.694 óbitos provocados pelo novo coronavírus (covid-19). A maior parte dos óbitos, segundo a Secretaria Estadual da Saúde, é de pacientes com 60 anos de idade ou mais, representando 74,4% do total de mortes. Até hoje (3), o estado contabiliza 310.517 casos confirmados do coronavírus, com 165.766 recuperados. Por Revista Imagem | Texto: Jonas Valente - Foto: Arquivo

  • Mais pacientes internados em estado grave com Covid-19 estão sobrevivendo

    Novos remédios e experiência médica no enfrentamento à doença mostram resultado nos Estados Unidos; veja detalhes Revista Imagem - 03/07/2020 18:40 As autoridades de saúde dos Estados Unidos comemoram resultados encorajadores sobre a recuperação de pacientes internados em estado grave com Covid-19 . De acordo com os dados coletados em diversos hospitais, as chances de sobrevivência de pessoas entubadas na UTI aumentou na comparação com os primeiros dias da pandemia. Os primeiros relatórios de China e Itália, os primeiros países mais afetados pela pandemia, determinavam que a maioria dos pacientes encaminhados para a UTI morria. Quando a doença chegou nos Estados Unidos, os hospitais reportaram taxas de mortalidade mais baixas. Segundo especialistas, a comunidade médica se tornou mais “habilidosa” nos cuidados de pacientes internados em estado grave. Alguns hospitais nos Estados Unidos estão sendo cada vez mais seletivos ao escolher as pessoas que precisam de ventilação.  Os hospitais americanos estão menos cheios na comparação com o pior momento da pandemia na China ou na Itália. “A decisão de entubar um paciente está nas nossas mãos. Isso não muda”, afirma Greg Martin, professor de medicina da Universidade de Emory. Em um estudo publicado no dia 26 de maio, a equipe do Dr. Martin determinou que 35,7% dos pacientes com Covid-19 que precisavam de ventiladores morriam. Os primeiros dados de Wuhan e Itália colocavam o número na faixa de 80%. O uso de drogas como remdesivir, que reduz o tempo de recuperação dos pacientes em estado grave, e o corticóide dexametasona ajudou a reduzir o número de mortes por Covid-19. “Aprendemos muito sobre a Covid-19 desde o começo do ano”, afirma o especialista em medicina pulmonar, Dr. Russel Buhr.  Cerca de 20% dos pacientes sintomáticos com Covid-19 precisam ser hospitalizados, sendo que 5% são encaminhados à UTI. Nos casos mais graves, um paciente pode ficar sedado por semanas, enquanto um respirador mecânico faz o trabalho do pulmão. Por Revista Imagem | Fonte: IG - Foto: Arquivo

  • IBGE mostra 83,5 milhões de ocupados na segunda semana de junho

    Pesquisa Pnad Covid quantifica as pessoas com sintomas da covid-19 e os impactos da pandemia no mercado de trabalho Revista Imagem - 03/07/2020 18:32 De acordo com a Pnad Covid semanal, divulgada hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 83,5 milhões de pessoas constituíam a população ocupada do país na semana de 7 a 13 de junho. O resultado estimado mostra estabilidade em relação à semana anterior, de 83,7 milhões de pessoas ocupadas e em relação à semana de 3 a 9 de maio, de 83,9 milhões de pessoas. Do total encontrado, 8,5 milhões, ou 12,5% dos ocupados,  trabalham remotamente. Esse contingente ficou estatisticamente estável em relação à semana anterior, de 8,9 milhões ou 13,2%, e, também, em relação à semana de 3 a 9 de maio, de 8,6 milhões ou 13,4%. A Pnad Covid é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), feita em parceria com o Ministério da Saúde, com o objetivo de quantificar as pessoas com sintomas da covid-19 e os impactos da pandemia no mercado de trabalho. O nível de ocupação na semana de 7 a 13 de junho foi de 49%, permanecendo estável em relação à semana anterior, de 49,3%, e frente à semana de 3 a 9 de maio, de 49,4%. A taxa de informalidade também ficou estável em 35%, tanto na comparação com a semana anterior, de 35,6%, quanto frente à semana de 3 a 9 de maio, de 35,7%, atingindo 29,2 milhões de pessoas. No início de maio, eram 29,6 milhões. Entre os informais, a Pnad Covid citou os empregados do setor privado sem carteira; trabalhadores domésticos sem carteira; empregados que não contribuem para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados, que dependem da ajuda do morador do domicílio onde residem ou de algum parente. Segundo a pesquisa, cerca de 12,4 milhões de pessoas, ou o equivalente a 14,8% da população ocupada, estavam afastados do trabalho devido ao distanciamento social. Houve redução em relação à semana anterior, de 13,5 milhões ou 16,1% da população ocupada, e também frente à semana de 3 a 9 de maio, de 16,6 milhões ou 19,8% dos ocupados. Isso significa que em torno de 1,1 milhão de pessoas podem ter voltado ao trabalho com a flexibilização do distanciamento social adotada em algumas cidades do país. Na primeira semana de maio, 16,6 milhões estavam afastadas do trabalho. A coordenadora da pesquisa, Maria Lucia Vieira, observou que, “em relação à primeira semana de maio, o resultado pode significar algum retorno ao trabalho, mas também dispensa de pessoal, pois nessa comparação se observa o aumento da população desocupada em 2 milhões. Então pode ter ocorrido esses dois efeitos”. Desocupados A população desocupada, por sua vez, chegou a 11,9 milhões de pessoas na segunda semana de junho e ficou estatisticamente estável frente à semana anterior, de 11,2 milhões, embora tenha crescido em relação à semana de 3 a 9 de maio, com 9,8 milhões de desocupados. A população fora da força de trabalho (que não estava trabalhando nem procurava por trabalho) somava 74,9 milhões de pessoas, com estabilidade estatística em relação à semana anterior (75 milhões) e queda em relação à semana de 3 a 9 de maio (76,2 milhões). Nesse contingente populacional, cerca de 26,7 milhões de pessoas (ou 35,7% da população fora da força de trabalho) disseram que gostariam de trabalhar. O número ficou estável em relação à semana anterior (26,8 milhões ou 35,8%) e frente à semana de 3 a 9 de maio (27,1 milhões ou 35,5%). Para 18,2 milhões de pessoas fora da força que gostariam de trabalhar e não procuraram trabalho, o motivo alegado foi a pandemia do novo coronavírus (covid-19) ou o fato de não terem encontrado uma ocupação próximo de onde moravam. Elas correspondiam a 68% das pessoas não ocupadas que não buscaram por trabalho e gostariam de trabalhar. Esse contingente ficou estatisticamente estável em relação à semana anterior (17,9 milhões ou 66,8%) e recuou frente à semana de 3 a 9 de maio (19,1 milhões ou 70,7%). Sintomas da covid-19 Na semana de 7 a 13 de junho, a Pnad Covid 19 do IBGE estimou que 15,6 milhões de pessoas, ou 7,4% da população do país, apresentavam pelo menos um dos 12 sintomas associados à síndrome gripal - febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular -, que são investigados pela pesquisa. Esse contingente ficou estável em comparação à semana anterior (15,8 milhões ou 7,5% da população) e caiu em relação a semana de 3 a 9 de maio (26,8 milhões ou 12,7%). Cerca de 3 milhões de pessoas (ou 19,2% daqueles que apresentaram algum sintoma) procuraram atendimento em postos de saúde, equipe de saúde da família, Unidade de Pronto Atendimento (UPA), pronto socorro ou hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) ou, ainda, ambulatório ou consultório médico, pronto socorro ou hospital privado. O contingente ficou estável em relação à semana anterior (2,8 milhões ou 17,5%), mas caiu frente à semana de 3 a 9 de maio (3,7 milhões ou 13,7%). Mais de 85% destes atendimentos foram na rede pública de saúde, revelou a pesquisa. Cerca de 900 mil pessoas procuraram atendimento em hospital público, particular ou ligado às Forças Armadas na segunda semana de junho, mostrando estabilidade em relação à semana anterior (943 mil) e também à semana de 3 a 9 de maio (1,1 milhão). Entre os que procuraram atendimento, 110 mil (12,2%) foram internados. Nesse caso, também houve estabilidade frente à semana anterior (121 mil ou 12,8%) e à semana de 3 a 9 de maio (97 mil ou 9,1%). Por Revista Imagem | Texto: Alana Gandra - Foto: Agência Brasil

  • Covid-19: OMS vê sinais de estabilização dos contágios no País, mas pede cautela

    Michael Ryan afirmou que a percepção não significa o fim da crise no Brasil Revista Imagem - 03/07/2020 18:23 O diretor de operações da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou em coletiva de imprensa nesta sexta, que vê “sinais de estabilização” do crescimento da curva de pessoas contaminadas no Brasil pelo coronavírus, mas pediu cautela, reforçando que a percepção não significa que o país esteja chegando ao fim da crise e nem que os números não possam voltar a subir. Ryan elogiou os profissionais de saúde e o sistema de atendimento do país, que têm “aguentado” a demanda por pacientes, sem atingir uma superlotação. Sobre a abertura da economia em tempos de contaminação, o diretor afirmou que há o desafio de garantir a renda de trabalhadores no período, mas que é preciso ficar atento a dados científicos na hora de governos tomarem as “escolhas difíceis” que precisam fazer. O diretor geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, lembrou de países como Espanha e Itália que, mesmo passando por períodos complicados de contaminação, conseguiram conter a epidemia. Por Revista Imagem | Fonte: IG - Foto: Arquivo

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