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- Covid-19: casos voltam a aumentar em Rondônia; situação da capital preocupa
Porto Velho tem mais casos de coronavírus que em 2 estados brasileiros, e soma mais mortes que em 3 estados Revista Imagem - 07/07/2020 19:25 VILHENA - Rondônia registrou 643 novos casos de coronavírus nesta terça-feira (7), segundo o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau). São 202 casos a mais que no dia anterior, o que representa um aumento de 45,8%. Porto Velho, novamente, foi o município com maior número de novos casos, com 307 registros (47,7% do total de hoje). Guajará-Mirim com 65, Ji-Paraná com 56, jaru com 40 e Candeias com 35 completam a lista dos cinco municípios que mais registraram casos nesta terça-feria em Rondônia. Porto Velho lidera o número de casos com 14.727 registros. A capital rondoniense tem mais casos que em 2 estados brasileiros: Mato Grosso do Sul que tem 10.687 casos e Tocantins com 13.004. Porto Velho também quase se iguala ao número de casos registrado no Acre que em todo o estado tem 14.941 casos. Já o número de mortes em Porto Velho é 3 vezes maior que o registrado em todo o Mato Grosso do Sul. Os outros municípios rondonienses com mais casos no estado são: Guajará-Mirim com 1.541 casos e Ariquemes com 1.530. Jaru tem 773 casos confirmados, São Miguel do Guaporé 718, Candeias 642 e Ji-Paraná 636. Vilhena é agora o 8º município em número de casos com 629 registros. Em seguida Rolim de Moura contabiliza 436 casos e Cacoal 340. Estes são os 10 municípios com maior número de casos de coronavírus no estado. Com os números de hoje, o Estado totaliza 24.564 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 109 dias (20/3). Deste total, 13.671 pacientes já são considerados curados. Já o número de mortes por dia voltou a subir, foram 19 hoje, 14 só em Porto Velho, sendo 5 mulheres (51, 62, 58, 62 e 70 anos) e 9 homens (24, 63, dois de 64, 66, 72, 73, 75 e 89 anos); 3 em Guajará-Mirim, sendo duas mulheres (48 e 58 anos) e um homem de 66 anos; 1 homem de 74 anos de Rolim de Moura e 1 mulher de 78 anos do município de Machadinho do Oeste. O número de morte por covid-19 em Porto Velho também impressiona, são 397 óbitos. É mais que o registrado em em Roraima (376), Tocantis (228) e Mato Grosso do Sul (128), e chega perto do total de mortes no Acre (399). A capital de Rondônia tem mais mortes que a soma de TO e MS que juntos tem 356 óbitos. Com os óbitos de hoje, o estado totaliza 577 mortes por covid-19. Quatrocentos e quarenta e cinco pacientes continuam internados por conta da doença em todo o estado. Até agora Rondônia já testou 85.306 pessoas para identificação do coronavírus. Cone Sul De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o Cone Sul registrou 10 novos casos de coronavírus neste sábado, aumentando para 802 o número de casos diagnosticados na região, que tem ainda 10 mortes registradas - 7 em Vilhena, 2 em Cerejeiras e 1 em Cabixi. Dos casos registrados hoje, pela Sesau, 7 casos foram em Vilhena, 2 em Pimenteiras e 1 em Cerejeiras. No total, segundo o boletim estadual, os municípios do cone sul tem: Vilhena: 629 casos Pimenteiras: 58 Colorado do Oeste: 48 Cerejeiras: 36 Chupinguaia: 15 Cabixi: 12 Corumbiara: 4 Vale lembrar que todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio SantAna - Foto: Arquivo
- Brasil tem 1,66 milhão de casos confirmados do novo coronavírus
Quase 977 mil pessoas já se recuperaram e 65.487 faleceram Revista Imagem - 07/07/2020 19:30 BRASÍLIA - O Brasil chegou a 66.741 mil mortes e 1.668.589 milhão de casos em decorrência da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Foram 1.254 novas mortes e 45.305 novas pessoas infectadas registradas nas últimas 24 horas, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada hoje (7). Até o momento 976.977 pessoas já se recuperaram e há 624.871 pessoas em acompanhamento. Ontem, o balanço trazia 65.487 falecimentos e 1.623.284 de casos confirmados em função da pandemia. A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 31,8. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 794. De acordo com o Ministério da Saúde, O Brasil é o 2º do mundo em mortes e casos, atrás apenas dos Estados Unidos. Conforme o mapa global da universidade norte-americana Johns Hopkins, os Estados Unidos contam com 2.980.906 pessoas infectadas e registraram desde o início da pandemia 131.248 vidas perdidas. Os números diários do balanço do Ministério da Saúde em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pelas restrições nas equipes que fazem a alimentação nas secretarias municipais e estaduais, e maiores às terças-feiras, quando há um acréscimo dos registros alimentados em razão do acúmulo do que não foi encaminhado no fim-de-semana. Regiões As regiões com mais mortes são Sudeste (30.518), Nordeste (21.605), Norte (10.115), Centro-Oeste (2.442) e Sul (2.061). Os estados com mais mortes em função da pandemia são São Paulo (16.475), Rio de Janeiro (10.881), Ceará (6.556), Pará (5.128) e Pernambuco (5.234). As Unidades da Federação com menos óbitos são Mato Grosso do Sul (128), Tocantins (228), Roraima (376), Acre (399) e Santa Catarina (419). Por Revista Imagem | Texto: Jonas Valente - Foto: Arquivo
- Cientistas pedem que OMS reconheça potencial de transmissão aérea da covid-19
Segundo eles, em ambientes fechados potencial de transmissão é maior Revista Imagem - 07/07/2020 16:24 BRASÍLIA - Em uma carta aberta à Organização Mundial da Saúde (OMS), 239 cientistas de 32 países pedem à entidade que reconheça oficialmente o “potencial significativo” de propagação pelo ar do novo coronavírus. De acordo com o texto, a velocidades padrões do ar em ambientes fechados, uma gotícula contaminada pelo vírus é capaz de viajar “dezenas de metros”. Distância que, segundo o grupo, é muito maior em ambientes fechados e sem ventilação. “Existe um potencial significativo de exposição por inalação a vírus em gotículas respiratórias microscópicas (microgotas) a curtas e médias distâncias (até vários metros, em ambientes fechados e sem ventilação), e defendemos a utilização de medidas preventivas para mitigar esta via aérea de transmissão”, diz o texto. O grupo cita alguns estudos que apontam “sem qualquer dúvida” que os vírus são liberados durante a exalação, conversa e tosse em microgotas suficientemente pequenas para permanecerem no ar, representando risco de exposição a distâncias superiores a 2 metros (m) de um indivíduo infectado. Por este motivo, pedem que OMS revise os parâmetros de transmissão e cuidados para a prevenção de contágio do novo coronavírus. De acordo com a carta, publicada na página da Sociedade de Doenças Infecciosas da América, da Universidade de Oxford, na Inglaterra, em velocidades típicas de ambientes fechados, uma gota de 5 micrômetros [cada micrômetro equivale a 1 milionésimo de metro ou à milésima parte do milímetro] viajará dezenas de metros, distância muito maior do que em ambientes abertos, e se instalará a uma altura de 1,5 m do chão. O texto lembra que organismos internacionais e nacionais concentram suas orientações na lavagem das mãos, na manutenção do distanciamento social de 2m e nas precauções contra as gotículas – procedimentos que, de acordo com o texto, são “apropriados, porém insuficientes para fornecer proteção contra microgotas respiratórias portadoras de vírus liberadas para o ar por pessoas infectadas”. “Seguindo o princípio da precaução, temos de abordar todas as vias potencialmente importantes para retardar a propagação da covid-19”, acrescenta o grupo de cientistas ao listarem uma série de medidas que devem ser tomadas para evitar a transmissão por via aérea: “Na nossa avaliação coletiva existem provas mais do que suficientes para que o princípio da precaução seja aplicado. A fim de controlar a pandemia, enquanto se aguarda a disponibilidade de uma vacina, todas as vias de transmissão devem ser interrompidas”. Medidas sugeridas Entre as medidas sugeridas está a “ventilação suficiente e eficaz” de ambientes internos, por meio de ar exterior limpo, de forma a minimizar a recirculação, como equipamentos de ar-condicionado, “particularmente em edifícios públicos, ambientes de trabalho, escolas, hospitais, e lares de idosos”. Os cientistas sugerem também trocar a ventilação de ar-condicionado, por exaustores e filtros de ar de alta eficiência, além de luzes ultravioleta germicidas. Por fim, sugerem que se evite aglomeração de pessoas, particularmente em transportes públicos e edifícios públicos. “Tais medidas são práticas e muitas vezes podem ser facilmente implementadas; muitas não são dispendiosas. Por exemplo, passos simples como a abertura de portas e janelas podem aumentar dramaticamente as taxas de fluxo de ar em muitos edifícios”, complementam os especialistas na carta aberta. Os cientistas finalizam o documento com um alerta de que, ao implementarem as atuais recomendações de distanciamento de 2 m, as pessoas podem pensar que estão totalmente protegidas, quando, na realidade, “são necessárias intervenções aéreas adicionais para uma maior redução do risco de infecção”. Este assunto é de grande importância no momento em que vários países estão reabrindo estabelecimentos comerciais e flexibilizando o isolamento social, com as pessoas voltando aos locais de trabalho e estudantes voltando às escolas, faculdades e universidades, alertam os cientistas. Por Revista Imagem | Texto: Pedro Peduzzi - Foto: Arquivo
- Superendividamento afeta de forma duradoura a qualidade de vida
Em meio a pandemia, renegociação de dívidas tem crescido, aponta relatório do Banco Central Revista Imagem - 07/07/2020 16:24 BRASÍLIA - Clientes bancários superendividados nem sempre tornam-se inadimplentes, mas vivem em um ciclo vicioso de tomar mais crédito para conseguir pagar os empréstimos antigos e manter as contas em dia. A avaliação é de especialistas que participaram de seminário virtual para debater os resultados do Relatório de Endividamento de Risco no Brasil, elaborado pelo Banco Central (BC). Segundo os dados do BC, no Brasil, a população com carteira de crédito ativa atingiu 85 milhões de tomadores em dezembro de 2019. Desse total, 5,4% ou 4,6 milhões de tomadores estavam em situação de endividamento de risco, ou seja, devem às instituições financeiras mais do que podem pagar. O BC destaca que a população de renda média – entre R$ 2 mil e R$10 mil – e com idade acima de 54 anos é financeiramente mais vulnerável. “Tal recorte se justifica pelo maior nível de relacionamento bancário dessa população, com acesso a uma maior gama de produtos financeiros e a maiores limites de crédito”, diz o relatório. No relatório o BC define como superendividamento “o resultado de um processo no qual indivíduos e famílias se encontram em dificuldade de pagar suas dívidas a ponto de afetar de maneira relevante e duradoura seu padrão de vida”. Segundo o BC, os endividados de risco podem estar simultaneamente superendividados. “Há possivelmente uma propensão a que os tomadores aqui identificados como endividados de risco se encontrem, simultaneamente, em situação de superendividamento ou que, eventualmente, possam chegar a esse estágio se ações preventivas e de correção não forem tomadas”, diz o relatório. Comprometimento de renda A juíza Caroline Santos Lima, coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e de Cidadania das Execuções Fiscais do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), destacou que cidadãos com renda alta são os que mais acionam a Justiça, mas o superendividamento atinge a todas as classes sociais. “Nestes últimos 5 anos de tratamento e prevenção, observamos pessoas com renda elevada com nível de comprometimento de renda absurdo e com baixíssima qualidade de vida”, disse. Segundo ela, o acesso à informação e a advogados contribuem para que pessoas com alta renda procurem mais a Justiça. Entretanto, ela disse que é preocupante a situação de pessoas de todas as classes de renda, principalmente os idosos. Ciclo vicioso A defensora pública Patrícia Cardoso Maciel Tavares, coordenadora do Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, disse que o superendividamento geralmente começa com dívidas no cartão de crédito, cheque especial e crédito direto ao consumidor com débito em conta. “Como são linhas de crédito mais caras, o cliente acaba sendo aconselhado a trocar por dívida mais barata e aí troca por consignado”, disse. Ela acrescentou que como as parcelas do crédito consignado são pagos com o desconto no salário, o consumidor com a renda reduzida acaba voltando a recorrer a outro tipo de crédito para conseguir manter as contas em dia. “Como são formas automáticas de pagamento, não consegue parar de pagar para poder se reorganizar, com aconselhamento”, destacou Patrícia Tavares. A defensora pública ressaltou ainda que as pessoas nesse ciclo de refinanciamentos têm a renda quase toda direcionada aos bancos. “Quando começa a renegociar, a pessoa sequer fica com o proveito da renegociação. Tudo que toma de crédito devolve no mesmo instante para a instituição financeira. É muito sórdido. Isso faz com que todo o dinheiro circulante desses milhões de superendividados fiquem somente em um setor da economia que é o setor financeiro, ao passo que poderia investir em comércio e serviços”, destacou. Renegociações Em meio à pandemia de covid-19, que tem levado à redução da renda de famílias, a renegociação de dívidas tem crescido. De acordo com dados do BC de maio, o saldo das operações de composição de dívidas, que é a renegociação de mais de uma modalidade de crédito em conjunto, chegou a R$ 50,448 bilhões em maio, crescimento de 6,6% no mês e de 40,6%, em 12 meses. As novas concessões chegaram a R$ 9,335 bilhões, em maio, com alta de 7,7% no mês e de 80,1%, em 12 meses. O diretor de Autorregulação e Relações com Clientes da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Amaury Oliva, disse que o superendividamento não traz benefícios para os bancos. “O endividamento excessivo é ruim para todos: cidadão, estado, os bancos”, argumentou. Ele afirmou que a inadimplência gera incerteza e eleva o risco de concessão de crédito, o que por consequência, torna os empréstimos mais caros. “Hoje a inadimplência responde por mais 37% do spread bancário [diferença entre taxa de captação de recursos pelos bancos e a cobrada dos clientes]”, disse. Projeto de lei O diretor de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta do BC, Maurício Moura, e Patrícia Tavares defenderam a aprovação do projeto de nº 3515, que tem o objetivo de prevenir e tratar o superendividamento. Para a defensora pública, o projeto não tem as palavras “pandemia” e “urgente”, mas a crise gerada pelo novo coronavírus torna a aprovação da legislação uma “necessidade imperiosa”. Ela argumentou que as empresas receberam socorro para situações de crise e é preciso pensar também nas pessoas físicas, dando a elas condições de organizarem suas finanças. Por Revista Imagem | Texto: Kelly Oliveira - Foto: Arquivo
- Municípios de Rondônia com leitos de UTI próprios poderão sair do lockdown
Reclassificação poderá ser solicitar a qualquer tempo, com intervalo mínimo de sete dias de permanência na última classificação Revista Imagem - 07/07/2020 16:00 PORTO VELHO - O governo de Rondônia editou o novo Decreto n° 25.195, na noite de 6 de julho de 2020, que estabelece novos critérios para enquadramento dos municípios nas fases do Plano de Ação “Todos por Rondônia”. Essa alteração vai possibilitar que os municípios que tenham providenciado leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sejam próprios ou contratados do sistema particular, exclusivos para o tratamento da Covid-19, concomitantemente com uma baixa taxa de ocupação, e também levando em consideração a velocidade do contágio no município, possam solicitar o seu reenquadramento de fase. O procurador do Estado (PGE), Maxwel Andrade, descreve que o Plano de Ação “Todos por Rondônia” foi estabelecido dentro de uma estratégia de enquadramento, estabelecida por critérios de velocidade de contágio e a taxa de ocupação de leito na macrorregião. “O Estado foi dividido em duas grandes macrorregiões: macrorregião 1, Porto Velho e macrorregião 2, como a referência Cacoal. Isso porque nem todos os municípios têm hospital estadual e a grande maioria não tem uma rede hospitalar municipal com leitos de UTI”, específica Maxwel. De acordo com esses critérios, o Estado faz o enquadramento dos municípios nas fases. “Mas levando em consideração que alguns municípios providenciaram leitos de UTI para seus munícipes, chegou a necessidade de fazer uma adequação no sistema. Para aqueles municípios que possuem leitos de UTI adulto, em vez de levar em consideração a taxa de ocupação da macrorregião, vai ser considerada a taxa de ocupação dos leitos desses municípios,” diz o procurador. Os municípios que comprovarem a disponibilização de novos leitos de UTI, entre outros critérios do decreto, poderão solicitar a reclassificação a qualquer tempo, desde que respeitado o intervalo mínimo de sete dias de permanência na última classificação, para que essa seja efetivada. “Aberta a janela de tempo para que o município comprove a existência desses leitos, irá fazer um requerimento direcionado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), comprovando a existência e a disponibilidade exclusiva para o atendimento de pacientes contaminados pela Covid-19. Assim, o município receberá novo enquadramento, podendo evoluir da fase 1 para a fase 2, ou até mesmo a fase 3, de acordo com seus números de ocupação de leitos e velocidade de contágio no município”, detalha o procurador do Estado. Por Revista Imagem | Texto: Dhiony Costa e Silva - Foto: Arquivo
- Petrobras anuncia reajuste de 5% para a gasolina nas refinarias a partir de quarta
Valor final para o motorista depende do mercado, já que cada posto tem sua política de preços Revista Imagem - 07/07/2020 16:15 RIO DE JANEIRO - A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (7), reajuste médio de 5% no preço do litro da gasolina vendida nas refinarias. O novo valor entra em vigor amanhã (8). O preço do diesel não sofreu reajuste. Segundo levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 28 de junho e 4 de julho, o preço médio da gasolina comum nos postos de abastecimento do país foi de R$ 4,064. O preço médio do diesel S-500 ficou em R$ 3,147 e o etanol, em R$ 2,737. O valor do botijão de 13 quilos dokg gás de cozinha foi de R$ 69,85. Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista depende do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra. “Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal. Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis." Por Revista Imagem | Texto: Vladimir Platonow - Foto: Arquivo
- Coronavírus: Prefeitura de Vilhena flexibiliza abertura do comércio
Mudança acontece após Estado revelar que Vilhena ficará de fora do lockdown; veja setores alcançados pelo novo decreto Revista Imagem - 07/07/2020 15:20 Bares de Vilhena poderão atender clientes presencialmente a partir de hoje - Foto Wix VILHENA - Após longas deliberações do Comitê Gestor Municipal de Prevenção e Enfrentamento ao Coronavírus em Vilhena, e também de reuniões do prefeito Eduardo Japonês com empresários, a Prefeitura editou na manhã desta terça-feira (7) o decreto municipal que impunha severas restrições a bares, conveniências e distribuidoras de bebidas. Agora estas atividades comerciais podem voltar a realizar atendimento no local. A alteração foi publicada no início da tarde de hoje, no Diário Oficial de Vilhena (DOV), através do decreto municipal n° 49.724/2020, que promove edições no texto do decreto n° 49.048, de 18 de abril. Veja a íntegra do decreto, na página 10 do DOV. O documento revoga o inciso XVI do artigo 5°, que determinava que bares fizessem atendimentos apenas por delivery. Agora, além desta modalidade, os bares poderão atender público no local, tanto permanecendo no espaço quanto para retirada, porém, seguindo as diversas regras de distanciamento, disponibilização de métodos de higienização e outras normas previstas no decreto. Com a nova redação, é alterado também o inciso XVII do mesmo artigo, que impedia conveniências e distribuidoras de receber clientes para consumo no local. Agora, além de delivery e retirada, essas atividades comerciais poderão ter em suas dependências os consumidores durante seu horário de funcionamento, conforme as normas também de circulação do decreto e outras regras de higienização ou segurança em Saúde. O inciso XVII mantém restrição ao funcionamento de tabacarias, que deverão funcionar apenas com delivery ou retirada, sem consumo no local. O decreto entra em vigor hoje mesmo. Bons números e mais cuidado O secretário municipal de Saúde, Afonso Emerick, ressalta que apesar de a cidade apresentar bons números nas últimas semanas no controle dos efeitos nocivos da pandemia, o momento é de cuidado. “Estamos há mais de uma semana sem receber nenhum paciente grave novo e intensificamos os tratamentos com remédios. Estamos em vias de ampliar nossos leitos de UTI e conseguimos registrar uma alta taxa de recuperação, com mais de 71% até o momento, bem maior que na maioria dos locais”, comenta. A taxa de letalidade do sars-cov-2 em Vilhena também é baixa, com 1% até esta terça-feira, contra 2,3% do Estado, 4% do país e 4,5% do mundo. Outro bom indicador no controle da pandemia no município é a redução no número de casos ativos que desde o dia 29 de junho está em queda, deixando a cidade no mesmo patamar de ativos que havia quase um mês atrás. O surgimento de novos casos também é consideravelmente menor nos últimos sete dias. Foram, em média, 17 novos casos por dia, contra 27 novos casos por dia dos período de sete dias anterior. Nos últimos oito dias também foram registrados 211 pacientes recuperados, quase metade do total até o momento. “Mesmo assim, estamos investigando cada vez mais profundamente a rede de contatos de cada caso confirmado de covid-19 em Vilhena. Isso pode ser percebido pelo aumento constante do número de coletas de exames, pois nossa Vigilância Epidemiológica recomenda diariamente dezenas de quarentenas e isolamentos domiciliares a fim de evitar a disseminação do vírus. Queremos o melhor para a cidade e, ao mesmo tempo, ser justos com todos. A maior estratégia de Saúde é a prevenção de todos”, revela Afonso. A recomendação da Secretaria Municipal de Saúde é forte no sentido de fazer do uso da máscara um hábito, realizar a higienização das mãos constantemente para evitar o toque nos olhos, boca ou nariz com as mãos possivelmente contaminadas, além de seguir as regras de distanciamento de dois metros das demais pessoas, bem como deixar de ter qualquer tipo de contato físico com os demais (mesmo os cumprimentos de toque rápido com as mãos). Por Revista Imagem | Texto: Herbert Weil - Foto: Arquivo
- Começa restauração do Museu Casa de Rondon em Vilhena
Construtora Ok, de Vilhena, já iniciou trabalhos no local, que será administrado pela Prefeitura após conclusão da obra Revista Imagem - 07/07/2020 15:10 VILHENA - Após décadas de ansiedade, pedidos da comunidade vilhenense e pelo menos dois anos de trabalho intenso da Prefeitura junto às esferas estaduais e federais, a restauração e adequação do Museu Casa de Rondon começou. Licitada pelo Governo do Estado com recursos do Ministério do Turismo, a obra é o primeiro investimento significativo que a Casa recebeu em seus mais de 100 anos de existência. No museu já há máquinas trabalhando na obra que envolve três ações no local: restauração do pátio, construção de um bloco administrativo e restauração do próprio museu. De acordo com a empresa vencedora da licitação, a Construtora Ok, nesta semana estão sendo feitos os gabaritos da obra, limpeza do terreno, montagem de andaimes, terraplanagem e outros preparativos para edificação do pavimento e dos blocos previstos, bem como restauro da parte interna da casa. “Estamos acompanhando de perto para garantir que esta parte importantíssima da história vilhenense seja resgatada e preservada. Ainda em 2016 eu sabia que poderíamos resolver esse impasse e, graças à dedicação de nossa equipe comprometida com o tema, após longos processos burocráticos, conquistamos a confiança da Aeronáutica, do Iphan, do Governo Federal, do Governo Estadual e dos vilhenenses para ver essa obra acontecer. Estamos em festa pela Cultura e História de Vilhena”, comenta o prefeito Eduardo Japonês. Marcondes Cerrutti, secretário municipal de Turismo, Indústria e Comércio, explica que a articulação em Brasília e Porto Velho foi trabalhosa, mas valeu a pena. “Ligávamos quase diariamente para os responsáveis para tratar de documentos, liberações, remessas de cópias, explicações e justificativas. É uma vitória estarmos vendo as máquinas trabalhar”, comemora. A administração do espaço será da Fundação Cultural de Vilhena, que fará o local se tornar um museu aberto à visitação com exposições temporárias e permanentes sobre Marechal Rondon, a história de Vilhena e de Rondônia, bem como dos indígenas que marcam o nascimento do município. “Essa área de convivência que o projeto prevê também permitirá que seja um local de visitação costumeiro das famílias e daqueles que há tantos anos estavam ansiosos para vir até a Casa de Rondon. Pretendemos, após a pandemia, realizar muitos eventos, mostras culturais, apresentações artísticas e fazer com que este ‘nascedouro’ do município seja irradiador da história local, estadual e até nacional”, revela Kátia Valléria, presidente da Fundação. A previsão para conclusão da obra é de 180 dias. No pátio, a obra envolve pavimentação de 2 mil metros quadrados, subestação de energia, equipamentos de acessibilidade, alambrado de proteção, bicicletário, portão de acesso, estacionamento para carros e motos, painel de identificação na fachada, aplicação de grama em quase 300 metros quadrados, plantio de pelo menos 20 árvores nativas, implantação de oito bancos de concreto e diversas lixeiras, bem como recuperação dos mastros metálicos para bandeiras. Na entrada está prevista ainda uma foto ampliada de Cândido Rondon de modo a eternizar a célebre frase dita por Marechal Rondon: “Morrer se preciso for; matar nunca”. O bloco administrativo terá área construída de 72 m² e vai conter seis banheiros, uma sala administrativa, cozinha e lanchonete. No prédio histórico as partes de madeira terão tratamento com cupinicida e haverá recuperação da cobertura, das esquadrias, dos pisos, revestimento, pinturas e forros, bem como refeitas as instalações elétricas, garantindo o pleno funcionamento da edificação. A execução será acompanhada pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), com o objetivo de garantir o máximo de preservação do prédio e manutenção da arquitetura original, a partir dos elementos ainda existentes. Veja imagens do projeto arquitetônico aqui Por Revista Imagem | Texto: Herbert Weil - Foto: Assessoria
- Presidente Jair Bolsonaro testa positivo para covid-19 e entra em isolamento
Em entrevista, Bolsonaro disse que está adotando o tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina Revista Imagem - 07/07/2020 13:41 BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro informou hoje (7) que testou positivo para o novo coronavírus (covid-19). O resultado do exame realizado ontem (6) saiu nesta terça-feira por volta das 11h. Bolsonaro disse que, depois de um mal-estar, já sente que está bem. Ele informou ainda que está adotando o tratamento com hidroxicloroquina e azitromicina. Bolsonaro contou que os sintomas tiveram início no domingo (5). "Começou no domingo com uma certa indisposição e se agravou durante a segunda-feira com mal-estar, cansaço, um pouco de dor muscular e a febre no final da tarde chegou a bater 38 graus”, disse em entrevista transmitida pela TV Brasil e outras emissoras. Com o médico da Presidência apontando para possibilidade de contaminação por covid-19, Bolsonaro passou por uma tomografia no Hospital da Forças Armadas, em Brasília, e, segundo ele, os pulmões estavam limpos. “Mas, dados os sintomas, a equipe médica resolveu aplicar a hidroxicloroquina. Eu tomei ontem por volta das 17h o primeiro comprimido. Também a azitromicina, todo aquele composto foi ministrado e confesso, como acordo muito durante a noite, depois da meia-noite consegui sentir alguma melhora. Às 5h, tomei a segunda dose e confesso a vocês que estou perfeitamente bem”, disse. Para ele, o pronto atendimento médico e a forma como administraram essas medicações levaram à rápida melhora. “Reforço aqui o que os médicos têm dito, que [com] a hidroxicloroquina na fase inicial a chance de sucesso chega a quase 100%”, disse. Bolsonaro sempre defendeu esse protocolo, do uso de hidroxicloroquina na fase inicial de sintomas. Assim como essa droga, outros medicamentos vem sendo testados, mas ainda não há remédio ou vacina com eficácia comprovada contra a covid-19. O presidente cancelou as viagens previstas para a Bahia e Minas Gerais nesta semana. Nos próximos dias, Bolsonaro vai despachar por videoconferência e, em caso de necessidade, pessoalmente do Palácio da Alvorada, sua residência oficial. Segundo o presidente, ele deve repetir o exame na semana que vem. “As medidas protocolares que estou tomando é para evitar contaminação a terceiros, isso cabe a todo cidadão brasileiro, seja cidadão comum ou o presidente da República”, disse. Confira a entrevista: Bolsonaro disse ainda que imagina que já tivesse contraído a doença, sem manifestar sintomas, “em vista da minha atividade muito dinâmica perante a população”. Nos últimos meses, o presidente compareceu a manifestações de apoio a seu governo, andou pelo comércio da capital federal e cumprimentou apoiadores. “Tendo em vista esse meu contato bastante intenso nos últimos meses, eu achava até que tivesse contraído e não percebido, como a maioria da população brasileiro contrai o vírus e não percebe problema nenhum”, disse. “As pessoas abaixo de 40 anos, a não ser que tenha problema de saúde, a chance é quase zero a sofrer, ter consequência maior da contaminação”, completou. O presidente voltou a defender que apenas idosos e pessoas com comorbidades devem se submeter ao isolamento social. Para ele, as atividades no país devem ser retomadas. “A vida continua, o Brasil precisa produzir, você tem que colocar a economia para rodar. A vida, eu sei que ninguém recupera, mas a economia não funcionando leva a outras causas de mortes e óbitos no Brasil”, disse, citando problemas como depressão e suicídios. A Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) também divulgou nota sobre o resultado do exame do presidente. “O resultado do teste de covid-19 feito pelo presidente Jair Bolsonaro na noite dessa segunda-feira, 6, e disponibilizado na manhã de hoje, 7, apresentou diagnóstico positivo. O presidente mantém bom estado de saúde e está, nesse momento, no Palácio da Alvorada", diz o texto. Por Revista Imagem | Texto: Andreia Verdélio - Foto: Arquivo
- Estradas das comunidades agrícolas Cooperfrutos e Apronvid são restauradas
Máquinas realizam patrolamento e cascalhamento de 15 km de vias nas duas comunidades Revista Imagem - 07/07/2020 10:36 VILHENA - A Prefeitura de Vilhena deu início nesta semana na recuperação das vias que cruzam as comunidades agrícolas Cooperfrutos e Apronvida. Cerca de 15 quilômetros de estradas serão patroladas e cascalhadas pela Secretaria Municipal de Obras (Semosp) com recursos próprios da administração e também do Fitha (Funda para Infraestrutura de Transportes e Habitação), do Governo do Estado. Nesta segunda-feira, o secretário municipal de Obras, Paulinho Coelho, deu início aos trabalhos no local e também visitou diversas outras obras na cidade, como a macrodrenagem, cascalhamento da avenida que liga os bairros da Nova Vilhena à Linha 135, asfaltamento da avenida 1° de maio e outras frentes de trabalho da Prefeitura. “Na Cooperfrutos faremos o patrolamento e cascalhamento em todos seus pontos críticos, além de fazer manutenção nas laterais das vias. Já na Apronvida, por meio do Fitha, serão feitas obras de recuperação das estradas também em pontos de difícil trafegabilidade atualmente”, explica Paulinho. Além de melhorar a estrada para os moradores, o serviço também será importante para os produtos hortifruti. Os trabalhos continuarão nos próximos dias em ambas as regiões, conforme pedido dos moradores e agricultores da área. Por Revista Imagem | Texto: Herbert Weil - Foto: Arquivo
- Na Justiça, empresas pedem tratamento igual durante a pandemia
Mandato de Segurança questiona decreto estadual e pede a reabertura de empresas independente da atividade empresarial Revista Imagem - 07/07/2020 08:10 PORTO VELHO - Com pedido de isonomia entre as atividades empresariais enquadradas na Fase 1 e na Fase 2 do Plano de Distanciamento Social do Governo do Estado de Rondônia, a Federação das Associações Comerciais e Empresariais de Rondônia (FACER) entrou na justiça com um Mandado de Segurança Civil determinando a imediata suspensão dos efeitos da Portaria Conjunta nº 11 de 29 de junho de 2020, bem como Decreto nº. 25049, de 14 de maio de 2020, determinando a reabertura de todas as atividades empresariais descritas na Fase 2 juntamente com a fase 1. Ao longo do Mandado de Segurança, a FACER mostra a importância da isonomia, ou seja, igualdade entre as atividades empresariais inseridas na Fase 1 e na Fase 2. “Qual a diferença entre uma loja de tecidos, armarinhos e aviamentos (fase 01) de uma loja de confecções e sapatarias (fase 02)? Por que uma é essencial e a outra não? E qual a diferença de uma loja de material de construção (fase 01) para uma loja de perfumaria e cosméticos (fase 02)? Por que uma pode abrir agora e a outra não? Volta-se a questionar. Qual a diferença em controle de contágio entre uma igreja e o shopping center? Responde-se: nenhuma diferença, podendo ambas atividades funcionarem, afinal, em cada perspectiva são essenciais!”, destaca o documento da FACER. O presidente da FACER Francisco Hidalgo Farina destaca que na ação não se busca o fechamento incondicional de todo o setor produtivo, mas certamente a reabertura de todas as atividades empresariais, pois todas são essenciais em sua natureza. Justifica-se o entendimento decorrente da isonomia entre atividades empresariais. Desemprego O documento apresentado ao Tribunal de Justiça destaca levantamento do Valor & Mercado RO, em decorrência do avanço do coronavírus, onde Rondônia perdeu nos últimos 4 meses 41.596 postos de trabalho, conforme apontou dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), órgão ligado ao Ministério da Economia. Por Revista Imagem | Texto: Luiz Martins - Foto: Arquivo
- Começam hoje as inscrições para mais de 51 mil vagas do Sisu
Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD) Revista Imagem - 07/07/2020 07:56 BRASÍLIA - A partir de hoje (7), estudantes que participaram da edição de 2019 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) podem se inscrever para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do meio do ano. Até sexta-feira (10) serão oferecidas mais de 51 mil vagas em instituições de ensino superior do país. Pela primeira vez, além dos cursos de graduação presenciais, o Sisu 2020.2 vai ofertar vagas na modalidade a distância (EaD). Além de ter feito o Enem de 2019, os interessados não podem ter zerado a redação. Estudantes que fizeram o exame na condição de treineiros também não podem participar. Como se inscrever? Por meio do site do Ministério da Educação (MEC), na tela “Minha inscrição”, o candidato poderá escolher até duas opções de cursos, por prioridade, na mesma instituição ou em universidades diferentes. Para fazer a primeira escolha, basta clicar em “Fazer inscrição na 1ª opção”. A pesquisa de vagas pode ser feita por nome do município, instituição ou curso. Após selecionar a opção, basta clicar em “Escolher este curso” para continuar. Nesta fase, o candidato deverá indicar se irá participar do Sisu pelas vagas de ampla concorrência, pela Lei de Cotas (Lei nº 12.711/2012) ou pelas políticas afirmativas das instituições. No caso das universidades e institutos federais, os alunos de escola pública que se candidatarem às vagas reservadas serão divididos em grupo e subgrupo, conforme renda familiar e raça. Clique em “Escolher esta modalidade” para continuar. Critérios De acordo com o edital do Sisu, a ordem dos critérios para a classificação de candidatos é a seguinte: maior nota na redação, maior nota na prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias; maior nota na prova de Matemática e suas Tecnologias; maior nota na prova de Ciências da Natureza e suas Tecnologias e maior nota na prova de Ciências Humanas e suas Tecnologias. Lista de Espera Segundo cronograma divulgado pelo MEC, o resultado da primeira chamada do Sisu será divulgado no dia 14 de julho. O candidato que não foi selecionado em uma das duas opções, em primeira chamada, deverá manifestar seu interesse em participar da lista de espera, por meio da página do Sisu na internet, entre os dias 14 e 21 de julho. A partir daí, basta acompanhar as convocações feitas pelas instituições para preenchimento das vagas em lista de espera, observando prazos, procedimentos e documentos exigidos para matrícula ou para registro acadêmico, estabelecidos em edital próprio da instituição, inclusive horários e locais de atendimento por ela definidos. Por Revista Imagem | Texto: Karine Melo - Foto: Arquivo
- Bolsonaro sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego
Medida prevê suspensão de contratos e redução de jornada e salários durante o estado calamidade pública Revista Imagem - 07/07/2020 07:48 BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (6) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações. O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas. Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês. Mudança Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores. A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos. Por Revista Imagem | Texto: Pedro Rafael Vilela - Foto: Arquivo
- Bens apreendidos do tráfico de drogas em Rondônia vão a leilão
Lances podem ser feitos até dia 10 de julho no site do leilão; valor arrecadado nas vendas é destinado às forças policiais Revista Imagem - 07/07/2020 07:35 PORTO VELHO - O Ministério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), está promovendo o primeiro leilão de bens apreendidos do tráfico de drogas em Rondônia por metade do preço de mercado. As propostas podem ser feitas até às 10h do dia 10 de julho no site do leilão. Clique aqui e participe do leilão O valor arrecadado no leilão será destinado às forças policiais que apreenderam o patrimônio, além do Fundo Nacional Antidrogas (Funad), que financia projetos e ações de prevenção e de combate ao tráfico de entorpecentes. São carros, motocicletas e caminhões apreendidos durante operações policiais no combate ao tráfico de drogas no estado. Conforme o MJSP, o comprador estará isento de multas ou pendências anteriores à aquisição. Desde o ano passado, a Senad conseguiu arrecadar cerca de R$ 16 milhões nos 38 leilões já realizados em outras regiões. Além de veículos, imóveis urbanos e rurais, eletrônicos e jóias serão inclusos nos leilões. Por Revista Imagem | Fonte: G1 - Foto: Arquivo
- Chinesa SinoVac começa etapa final de testes da vacina contra covid-19
A vacina será testada no Brasil, em um estudo com 9 mil voluntários que começarão a ser recrutados neste mês Revista Imagem - 07/07/2020 07:44 PEQUIM - A chinesa SinoVac está iniciando os testes da fase 3 de sua potencial vacina contra o novo coronavírus, informou a farmacêutica nessa segunda-feira (6), tornando-se uma das três empresas a avançar aos estágios finais da corrida para desenvolver uma imunização contra a doença. Voluntários começarão a ser recrutados neste mês. A vacina será testada no Brasil, em um estudo com 9 mil voluntários liderado pelo Instituto Butantã, vinculado ao governo do estado de São Paulo. Na sexta-feira (3), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização dos testes, que serão feitos em 12 centros de pesquisa localizados, além de São Paulo, em mais quatro estados e no Distrito Federal. Sobre a posição dos ensaios realizados com candidatas a vacina em todo o mundo, o documento mais recente da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nessa segunda-feira, informou que a SinoVac está na fase 3. A vacina experimental para covid-19 da AstraZeneca, desenvolvida por pesquisadores da Universidade de Oxford e que já está sendo testada no Brasil, em estudo liderado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e a da Sinopharm são as outras candidatas em fase 3, o estágio final. A SinoVac está construindo uma fábrica de vacinas, que deverá ficar pronta neste ano e ser capaz de produzir até 100 milhões de doses anualmente. Os ensaios de fase 1 e fase 2 normalmente testam a segurança de um medicamento antes de entrar nos de fase 3, que testam sua eficácia. Existem 19 ensaios de vacinas em avaliação clínica, e centenas estão sendo desenvolvidas e testadas em todo o mundo para conter a pandemia de covid-19, doença respiratória que já matou milhares de pessoas e devastou a economia global. Nenhuma vacina foi aprovada ainda para uso comercial. Uma análise do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, no ano passado, constatou que cerca de uma em cada três vacinas, no primeiro estágio dos testes, é aprovada posteriormente. Por Revista Imagem | Fonte: Reuters - Foto: Arquivo
- STF: uso de sobra de arrecadação em RO no combate ao coronavírus é legal
Para o ministro Dias Toffoli, a medida adotada pelo Legislativo local para fazer frente à pandemia é adequada Revista Imagem - 07/07/2020 07:30 BRASÍLIA - O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), restabeleceu a validade de norma do Estado de Rondônia (RO) que destina mais de R$ 83 milhões não utilizados do orçamento de 2019 por diversos órgãos (Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e Tribunal de Contas) ao Poder Executivo, para ações de combate ao coronavírus. A norma havia sido suspensa pela Justiça Estadual de forma monocrática. Segundo Toffoli, porém, a realidade trazida pela pandemia não pode fundamentar a suspensão da norma por decisão individual. A Lei estadual 4.762/2020, que estabelece que os recursos decorrentes de excesso de arrecadação naquele exercício financeiro devem ser destinados a ações contra a pandemia, é questionada pelo Ministério Público Estadual em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) que tramita no tribunal de Justiça do estado (TJ-RO). Segundo o MP, o artigo 2º da lei seria inconstitucional por ser originário de emenda proposta por parlamentar, o que violaria a atribuição privativa do chefe do Executivo de propor lei sobre orçamento. O relator da ADI no TJ-RO justificou a concessão da liminar com a possível demora decorrente da suspensão de sessões. Agravamento da crise Na Suspensão de Liminar (SL) 1337, o Estado de Rondônia afirma que a norma é fruto do exercício do poder de emenda do Legislativo e que a realocação da verba não representará redução dos recursos orçamentários e financeiros previstos e planejados por aqueles órgãos para o exercício de 2020, pois é decorrente de excesso de arrecadação no exercício anterior. Afirma, ainda, que, com o agravamento da crise em razão da pandemia, os recursos devem ser canalizados para a área de saúde. Esforços Em sua decisão, o ministro Dias Toffoli observou que todos os órgãos da Justiça brasileira, liderados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), fizeram os esforços necessários para se adaptarem ao novo cenário, com a realização de sessões em plataformas virtuais, e que no Tribunal de Justiça rondoniense isso não foi diferente, conforme noticiado no próprio site da Corte. Verdadeira calamidade O ministro destacou, ainda, a manifesta existência de grave lesão à ordem e à saúde públicas, pois a suspensão dos efeitos de uma lei regularmente aprovada pela Assembleia Legislativa local e promulgada pelo chefe do Executivo estadual subtraiu do estado a disponibilidade de quantia significativa que poderia ser utilizada em políticas públicas a seu cargo. Para o presidente do STF, a solução encontrada pelos legisladores estaduais de Rondônia para que esse montante, decorrente do excesso de arrecadação, seja devolvido aos cofres do Poder Executivo, em razão dos crescimentos de gastos verificados este ano, é adequada. Ele salientou que não seria razoável exigir que as medidas emergenciais sejam tomadas com base em estratégias previamente elaboradas para um cenário em que não foi levada em conta “uma situação de verdadeira calamidade na área da saúde pública”. Por Revista Imagem | Fonte: STF - Foto: Arquivo
- MP e TCE apuram reclamações no Call Center da covid-19 em Porto Velho
Apuração constatou que o serviço está cumprindo o fluxograma proposto e está realizando suas atividades com efetividade Revista Imagem - 07/07/2020 07:26 PORTO VELHO - O Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio das Promotorias de Justiça da Saúde, juntamente com o Tribunal de Contas do Estado (TCE/RO), realizou avaliação do call center do Município de Porto Velho, que atende as demandas referentes ao COVID-19 com a finalidade de apurar reclamações de usuários do serviço. Constatou-se que o serviço avaliado está cumprindo o fluxograma proposto e está realizando suas atividades com efetividade. Foram realizadas ligações em dias e horários alternados para o número 0800 647 5225 para verificar o atendimento. Ao realizar a ligação, a pessoa é informada em que posição da chamada se encontra e inicialmente é atendida por um servidor que solicita informações sobre dados pessoais e sintomas e é orientada a aguardar a ligação de um médico. Ao retornar a ligação, o médico avalia as reclamações do paciente e faz encaminhamento para unidade de saúde ou recomenda a permanência em residência. Segundo informado pela Secretaria Municipal de Saúde de Porto Velho, os recursos humanos foram relotados temporariamente e são prioritariamente do grupo de risco, contando com recepção, responsável pelo primeiro contato com o paciente e o atendimento médico, responsável pela teleorientação e teletriagem dos pacientes. Conforme fluxograma, os pacientes assintomáticos devem permanecer em isolamento social se positivos ou contactantes com positivos, orientados a retornar periodicamente ao call center e no aparecimento de qualquer sintoma. Sintomas superleves são direcionados para as UBS José Adelino ou Manoel Amorim de Matos para atendimento no período diurno. Sintomas leves típicos para o Centro de Especialidades Médicas, devendo aguardar ligação para agendamento. Sintomas moderados e graves são direcionados para as UPAs e, se for paciente grave e com risco de morte, o médico deverá se dedicar integralmente ao caso e conseguir acionar o SAMU. Os Não COVID são direcionados para UPA leste para Ana Adelaide e, se não for o caso, para Unidade Básica de Saúde. Por Revista Imagem | Fonte: Assessoria - Foto: Arquivo
- Prefeitura de Vilhena estuda flexibilizar abertura de setores do comércio
Nesta segunda-feira foram registrados 18 novos casos de coronavírus no município Revista Imagem - 06/07/2020 20:45 VILHENA - A Secretaria Municipal de Saúde de Vilhena registrou 18 novos casos confirmados de vilhenenses com covid-19 nesta segunda-feira (6), sendo cinco por RT-PCR, 12 por testes rápidos e um por vínculo epidemiológico. Além disso, a cidade registrou 28 novos casos suspeitos e 58 recuperados. Dessa forma, Vilhena registra 638 casos confirmados de vilhenenses, 6 positivados moradores de outras cidades, 7 óbitos de vilhenenses, 2 óbitos de moradores de fora e 184 casos suspeitos. Há atualmente no município 175 casos ativos de moradores de Vilhena e 6 de fora, bem como 456 já recuperados e 4 transferidos. O Comitê Gestor Municipal de Prevenção e Enfrentamento ao Coronavírus em Vilhena se reuniu no início da noite desta segunda-feira e debateu a evolução dos casos de covid-19 em Vilhena. O grupo estuda publicar nos próximos dias novas normas flexibilizadoras para alguns setores que estão com restrições severas, mas que apresentam menor potencial contaminante que outros setores que estão com restrições mais brandas, como forma de equiparar as normas de segurança em Saúde. Além disso, ficou explicado que o Governo do Estado, por meio da Casa Civil, decidiu neste domingo 5, através do Grupo de Trabalho Técnico-Científico de enfrentamento à Covid-19, novos critérios para enquadramento dos municípios nas fases do Plano de Ação “Todos por Rondônia”. A estratégia é trabalhar com as taxas de lotação das Unidades de Tratamento Intensivo (UTI), municipais, ou seja, os municípios que têm UTIs e baixa taxa de lotação, poderão solicitar o seu reenquadramento de fase do Plano de Ação Todos por Rondônia, de acordo com a Casa Civil. Pedido do prefeito Eduardo Japonês e de outros mandatários do interior, a mudança deve ser oficializada nos próximos dias por meio de decreto estadual e prevê que os municípios que ainda estão enquadrados na fase 1 (lockdown) e que têm uma taxa de lotação das UTIs municipais abaixo de 80% poderão solicitar o seu reenquadramento para fase 2, mais branda. Estão internados 10 pacientes vilhenenses em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19, sendo quatro na UTI, todos com necessidade de respirador (dois do sexo feminino com 61 e 77 anos e dois do sexo masculino com 39 e 84 anos). Outros seis pacientes estão internados na Enfermaria da Central, três do sexo masculino com 47, 74 e 81 anos e três do sexo feminino com 41, 48 e 67 anos. Dos internados, sete têm resultado positivo para covid-19 e três são suspeitos. A taxa de ocupação de leitos da Central de Atendimento à Covid-19 é de 27,8% (sendo 40% na UTI e 23% na Enfermaria). Todos os demais casos, sejam suspeitos ou confirmados, estão com recomendações expressas de cumprir isolamento domiciliar, pois não apresentam sintomas ou têm apenas sintomas leves. O Estado registrou até hoje 23,9 mil casos confirmados e 558 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 1,626 milhão, com 65,5 mil mortes. No mundo são 11,7 milhões de casos confirmados e 540 mil mortes. ATENDIMENTO - Pessoas que tenham sintomas ou se considerem suspeitas de ter covid-19 devem procurar os postos de Saúde em Vilhena. Aos fins de semana a unidade em funcionamento é a Afonso Mansur, na avenida Brigadeiro Eduardo Gomes. Por Revista Imagem | Texto: Herbert Weil - Foto: Arquivo
- CBF afirma que Campeonato Brasileiro começa no dia 9 de agosto
Entidade se posiciona após declaração de governador de São Paulo Revista Imagem - 06/07/2020 19:40 RIO DE JANEIRO - Horas após o governador de São Paulo, João Doria, afirmar, nesta segunda (6), que os clubes de futebol de seu estado não poderão iniciar a participação no Campeonato Brasileiro antes do término do Campeonato Paulista, a Confederação Brasileira de Futebol divulgou nota na qual diz que o começo do Brasileirão será em 9 de agosto. “A respeito da declaração do governador de São Paulo, João Doria, em coletiva nesta segunda-feira, 6, sobre o Campeonato Brasileiro, a CBF afirma que: 1 - Os clubes de São Paulo aprovaram, em reunião no dia 25 de junho, com a presença dos 40 clubes das Séries A e B, as datas de 9 de agosto para o início da Série A do Campeonato Brasileiro e 8 de agosto para início da Série B. 2 - Para preservar estas datas, os clubes concordaram em jogar fora de seus domínios, transferindo o seu mando de campo para outra cidade ou estado caso o seu local de jogo não esteja liberado nas datas de início das competições. Essa decisão foi tomada em votação que contou com o apoio de 19 clubes da Série A, incluindo todos os de São Paulo. 3 - Os clubes de São Paulo disputantes do Campeonato Brasileiro da Série A reafirmaram sua posição em contato com a CBF, nesta segunda-feira, 6. A CBF e a Federação Paulista de Futebol [FPF] estão em permanente sintonia em relação aos temas de interesse do futebol brasileiro”, diz a nota. Doria expressou sua posição um dia após a publicação de entrevista do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, ao jornal O Globo, na qual ele confirma a abertura das Séries A, B e C do torneio nacional para os dias 8 e 9 de agosto. “Temos três rodadas para concluir o campeonato [na verdade, duas para finalizar a primeira fase, tendo ainda o mata-mata pela frente]. Sem concluir [o Estadual], os times de São Paulo não podem participar do Brasileiro. Estamos levando isso em conta, os aspectos de saúde e o protocolo assinado com a Federação Paulista de Futebol [FPF]. E esta, por sua vez, com as equipes da primeira divisão [Série A1]”, afirmou Doria, em entrevista coletiva. “Sobre a decisão da CBF de voltar no dia 9, não houve consulta prévia ao governo do estado de São Paulo”, completou. Ainda não há uma data oficial para reinício do Paulistão, suspenso após a 10ª rodada da primeira fase. Na última sexta (3), o secretário de esportes do estado de São Paulo, Aildo Ferreira, disse que a realização de eventos esportivos poderá ser autorizada a partir de 27 de julho nas regiões que passarem, ao menos, quatro semanas na terceira de cinco fases do plano de reabertura das atividades no estado. Ou seja, onde a pandemia do novo coronavírus (covid-19) estaria mais controlada. Por Revista Imagem | Fonte: Agência Brasil - Foto: Arquivo
- Desequilíbrio ambiental provoca mudanças significativas no ciclo ecológico
Eventos climáticos extremos estão entre os principais fatores do recente aumento da fome global Revista Imagem - 06/07/2020 19:40 BRASÍLIA - Condições extremas de calor estão afetando cada vez mais a saúde humana e os sistemas de saúde, com impactos maiores onde há populações em envelhecimento, urbanização, efeitos de ilhas de calor urbano e desigualdade social. "Em 2018, ocorreu um recorde de mais 220 milhões de exposições a ondas de calor por pessoas vulneráveis acima de 65 anos, em comparação com a média da linha de base de 1986-2005", relata Vininha F. Carvalho, economista e editora da Revista Ecotour News & Negócios - www.revistaecotour.news De acordo com Robert McDonald, cientista da The Nature Conservancy e coautor do relatório realizado pela organização, afirma que trazer a natureza de volta para as cidades é uma estratégia para se melhorar a saúde pública. Segundo ele, as árvores e os parques não deveriam mais ser vistos apenas como riqueza, mas sim como a solução para a melhoria da saúde pública. A variabilidade climática e os eventos climáticos extremos estão entre os principais fatores do recente aumento da fome global e uma das principais causas de crises graves. Com um clima cada vez mais quente, as correntes oceânicas e os ventos são alterados, promovendo mudanças significativas nos ciclos ecológicos (o ciclo da água, do carbono, do oxigênio e do nitrogênio). Grandes áreas do Ártico estavam excepcionalmente quentes em 2019. A maioria das áreas terrestres está mais quente que a média, incluindo América do Sul, Europa, África, Ásia e Oceania. "O estado americano do Alasca também esteve excepcionalmente quente. Em contraste, uma grande área da América do Norte tem sido mais fria que a média recente. O desmatamento altera o regime de temperatura", salienta Vininha F. Carvalho. As condições de seca afetaram muitas partes da América Central. Foi principalmente mais seco do que o normal em Honduras, Guatemala, Nicarágua e El Salvador, até fortes chuvas em outubro. O Chile central também teve um ano excepcionalmente seco em 2019. Desmatamento e clima estão intimamente conectados. Para Allan Pscheidt, coordenador do curso de Ciências Biológicas do Centro Universitário FMU, a devastação é um dos principais motivos para o que está acontecendo. "O desmatamento e a baixa diversidade das plantações e pastagens favorecem o comportamento de espécies destrutivas, como podemos ver no caso dos gafanhotos, que ao migrarem para um novo local, em busca de nutrientes e parceiros sexuais, devoram grandes áreas de plantações e pastagens". O especialista explica que esse desequilíbrio ambiental causa redução na população de predadores e aumento na população de gafanhotos. "Com a escassez de alimentos em um ambiente, migram para outro, deixando um rastro de destruição e prejuízos para a economia. Ao se reproduzirem, cerca de 100 ovos são colocados e em 10 dias originam ninfas com mandíbulas fortes". As mudanças nas condições climáticas estão facilitando a transmissão do vírus da dengue pela espécie de mosquito Aedes, aumentando o risco de ocorrência de doença. Em 2019, o mundo sofreu um grande aumento nos casos de dengue, em comparação com o mesmo período de 2018. Zoólogos e infectologistas indicam que mudanças no comportamento humano, destruição de habitats naturais somado ao rápido movimento de pessoas no planeta, facilitou a transmissão de doenças antes circunscritas à natureza distante, dando origem à pandemia de Covid-19. A desaceleração da economia trazida pela pandemia fez regredir rapidamente a poluição do ar, a concentração de dióxido de carbono, a redução do ruído e uma melhoria na qualidade de vida no planeta. "A mudança nos hábitos de consumo, a redução no uso de combustíveis fósseis e uma nova dinâmica na produção de bens e serviços pode produzir resultados duradouros e benéficos para a humanidade e, melhor ainda, para a natureza", conclui Vininha F. Carvalho. Por Revista Imagem | Fonte: IG - Foto: Arquivo
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