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  • Necessidade de trabalhar é principal motivo para abandonar escola

    Quatro em cada dez jovens precisaram deixar as salas de aula Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 12:02 RIO DE JANEIRO - A necessidade de trabalhar é o principal motivo apontado por jovens de 14 a 29 anos para abandonar os estudos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Educação, divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Aproximadamente quatro em cada dez jovens que não concluíram o ensino médio precisaram deixar as salas de aula para trabalhar. Segundo o IBGE, ao todo, no Brasil, 20,2% dos jovens de 14 a 29 anos não completaram o ensino médio, seja porque abandonaram a escola antes do término dessa etapa, seja porque nunca chegaram a frequentá-la. Isso equivale a 10,1 milhões de jovens. A maior parte é homem, o equivalente a 58,3%, e preta ou parda, o equivalente a 71,7% de todos que não estavam estudando. De acordo com o levantamento, quando perguntados sobre o principal motivo de terem abandonado ou nunca frequentado a escola, esses jovens apontaram a necessidade de trabalhar como fator prioritário, resposta dada por 39,1% dos entrevistados. Considerando apenas os homens, essa foi a resposta dada por 50% deles. Já entre as mulheres, o percentual cai para 23,8%. Para as mulheres, o principal motivo, alegado por 24,1% é não ter interesse em estudar – entre os homens esse percentual é 33%. Em seguida, para as mulheres, está a gravidez, de acordo com 23,8%. Precisar cuidar de pessoas ou dos afazeres domésticos é alegado como motivo para 11,5% das mulheres deixarem os estudos. Entre os homens, esse é o motivo para 0,7%. Além disso, no total, 3,2% de jovens em todo o país dizem que não havia escola, vaga ou turno desejado na localidade onde vivem. Outros 3,7% deixaram os estudos por problemas de saúde permanentes. O levantamento foi feito no segundo trimestre de 2019, portanto, de acordo com o IBGE, ainda não é possível medir os impactos da pandemia do novo coronavírus. No entanto, os dados de evasão podem ajudar no planejamento de políticas públicas para evitar que estudantes abandonem os estudos. No Brasil, de acordo com a Emenda Constitucional 59/2009, a educação é obrigatória dos 4 aos 17 anos de idade. O estudo do IBGE mostra que os maiores percentuais de abandono da escola se deram nas faixas a partir dos 16 anos de idade, entre 15,8% e 18%. O  abandono precoce, ainda na idade do ensino fundamental, foi de 8,5% até os 13 anos e de 8,1% aos 14  anos. “Esse  padrão  se  mantém  semelhante  entre  homens  e mulheres  e  entre  as  pessoas  de  cor  branca  e  preta  ou  parda.  Vale destacar  que  o  grande  marco  da  mudança  foi  a  idade  de  15  anos que, em geral, é a de entrada no ensino médio. Nessa idade, o percentual de jovens que abandonaram a escola quase duplica frente aos 14 anos de idade”, diz o relatório da Pnad Contínua Educação. Idade certa O estudo mostra que, nas idades consideradas obrigatórias, aumentou a escolarização, ou seja, o percentual da população matriculada na escola. Entre as crianças de 4 e 5 anos, em 2018, 92,4% estavam na pré-escola. Em 2019, 92,9%. Entre aqueles de 6 a 14 anos, a taxa de escolarização passou de 99,3% para 99,7%. Entre os adolescentes de 15 a 17 anos, passou de 88,2% para 89,2%. Apesar de estarem na escola, nem todas essas crianças e adolescentes estão matriculados nas séries em que deveriam, seja por repetência, seja por outros motivos. O levantamento mostra que o atraso começa a se acentuar nos anos finais do ensino fundamental, etapa que vai do 6º ao 9º ano. Em 2019, 12,5% das pessoas de 11 a 14 anos de idade já estavam atrasadas em relação à etapa de ensino que deveriam estar cursando ou não estavam na escola. Dos 15 aos 17 anos, faixa etária em que os estudantes deveriam estar no ensino médio, a situação se agrava: 28,6% não estavam na série adequada. Essa taxa melhorou – em 2018, eram 30,7%. “Nota-se que o atraso escolar e, em menor importância, a evasão, já estavam presentes nos anos finais do ensino fundamental. Isso significa que um grupo de crianças chega atrasado ao ensino médio, ou mesmo deixa de estudar no fundamental. Em muitos casos, essa situação pode vir a se intensificar na etapa escolar seguinte”, diz o estudo. Sem trabalhar ou estudar A pesquisa mostra ainda que, do total de 46,9 milhões de pessoas de 15 a 29 anos de idade, pouco mais de um em cada cinco jovens, 22,1%, não estavam ocupados nem estudando. Dos demais, 14,2% estavam ocupados e estudando; 28,1% não estavam ocupados, porém estudavam; e, 35,6% estavam ocupados e não estudavam. “É importante ressaltar que elevar a instrução e a qualificação dos jovens é uma forma de combater a expressiva desigualdade educacional do país. Além disso, especialmente em um  contexto econômico desfavorável, elevar a escolaridade dos jovens e ampliar sua qualificação pode facilitar a inserção no mercado de trabalho, reduzir empregos de baixa qualidade e a alta rotatividade”, afirma o IBGE. Entre as mulheres, 27,5% não estavam ocupadas, nem estudando ou se qualificando. Entre os homens, esse percentual é menor, 16,6%. Na outra ponta, 14,6% dos homens e 13,8% das mulheres trabalhavam e estudavam ou se qualificavam. Por Revista Imagem | Texto: Mariana Tokarnia - Foto: Arquivo

  • Analfabetismo cai, mas Brasil ainda tem 11 milhões sem ler e escrever

    É o que mostram dados da Pnad Contínua Educação, divulgados hoje pelo IBGE Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 11:42 RIO DE JANEIRO - A taxa de analfabetismo no Brasil passou de 6,8%, em 2018, para 6,6%, em 2019, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Educação, divulgada hoje (15). Apesar da queda, que representa cerca de 200 mil pessoas, o Brasil tem ainda 11 milhões de analfabetos. São pessoas de 15 anos ou mais que, pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não são capazes de ler e escrever nem ao menos um bilhete simples. “É uma taxa que vem baixando ao longo do tempo”, diz a analista da pesquisa Adriana Beringuy. Em 2016, era 7,2%. “O analfabetismo está mais concentrado entre as pessoas mais velhas, uma vez que os jovens são mais escolarizados e, portanto, vão registrar indicador menor”, acrescenta. Apesar de ter registrado queda, os dados mostram que 18% daqueles com 60 anos ou mais são analfabetos. Em 2018, eram 18,6% e, em 2016, 20,4%. Reduzir a taxa de analfabetismo no Brasil está entre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), Lei 13.005/2014, que estabelece o que deve ser feito para melhorar a educação no país até 2024, desde o ensino infantil, até a pós-graduação. Pela lei, em 2015, o Brasil deveria ter atingido a marca de 6,5% de analfabetos entre a população de 15 anos ou mais. Em 2024, essa taxa deverá chegar a zero. “A gente percebe que chegou em 2019 com a taxa nacional próxima à meta de 2015, é como se estivéssemos quatro anos atrasados nesse atendimento”, diz Adriana. Desigualdades Além das diferenças entre as idades, o levantamento mostra que existem desigualdades raciais e regionais na alfabetização no Brasil. Em relação aos brancos, a taxa de analfabetismo é 3,6% entre aqueles com 15 anos ou mais. No que se refere à população preta e parda, segundo os critérios do IBGE, essa taxa é 8,9%. A diferença aumenta entre aqueles com 60 anos ou mais. Enquanto 9,5% dos brancos não sabem ler ou escrever, entre os pretos e pardos, esse percentual é cerca de três vezes maior: 27,1%. As regiões Sul e Sudeste têm as menores taxa de analfabetismo, 3,3% entre os que têm 15 anos ou mais. Na Região Centro-Oeste a taxa é 4,9% e na Região Norte, 7,6%. O Nordeste tem o maior percentual de analfabetos, 13,9%. Entre os que têm 60 anos ou mais, as taxas são 9,5% na Região Sul; 9,7% no Sudeste; 16,6% no Centro-Oeste; 25,5% no Norte; e 37,2% no Nordeste. A Região Nordeste foi a única a apresentar leve aumento da taxa de analfabetismo entre 2018 e 2019. Entre os mais jovens, a taxa praticamente se manteve, variando 0,03 ponto percentual. Entre os mais velhos, a variação foi de 0,33 ponto percentual. Segundo o IBGE, a maior parte do total de analfabetos com 15 anos ou mais, 56,2% - o que corresponde a 6,2 milhões de pessoas - vive na Região Nordeste e 21,7%, o equivalente a 2,4 milhões de pessoas, no Sudeste. Anos de estudo A Pnad Contínua Educação mostra que, em média, o brasileiro estuda 9,4 anos. O dado é coletado entre as pessoas com 25 anos ou mais. Esse número aumentou em relação a 2018, quando, em média, o tempo de estudo no Brasil era de 9,3 anos. Em 2016, de 8,9. Com relação à cor ou raça, segundo o IBGE, “a diferença foi considerável”, mostra o estudo. As pessoas brancas estudam, em média, 10,4 anos, enquanto as pessoas pretas e pardas estudam, em média, 8,6 anos, ou seja, uma diferença de quase dois anos entre esses grupos, que se mantém desde 2016. As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste têm médias de anos de estudo acima da nacional, com 10,1; 9,7; e 9,8 anos respectivamente. As regiões Nordeste e Norte ficaram abaixo da média do país, com 8,1 anos e 8,9 anos, respectivamente. A proporção daqueles com 25 anos ou mais que concluíram o ensino médio passou de 47,4% em 2018 para 48,8% em 2019. Entre os brancos, esse índice é maior, 57%. Entre os pretos e pardos, 41,8%. De 2016 para 2019, essa diferença, de acordo com o IBGE,  caiu um pouco, “porém se manteve em patamar elevado, indicando que as oportunidades educacionais eram distintas para esses grupos”. O IBGE pondera que, apesar dos avanços, mais da metade, o equivalente a 51,2%, da população de 25 anos ou mais no Brasil não completaram a educação escolar básica. Os dados da Pnad Contínua Educação do IBGE são referentes ao segundo  trimestre  de  2019. Por Revista Imagem | Texto: Mariana Tokarnia - Foto: Arquivo

  • Pior da crise provavelmente ficou para trás, diz boletim do governo

    Ministério mantém projeção de queda do PIB em 4,7% este ano, mas prevê crescimento de 3,2% do PIB para 2021 Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 11:42 BRASÍLIA - O Ministério da Economia manteve a previsão de queda do Produto Interno Bruto (PIB) em 4,7%, este ano. O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A estimativa está no boletim macrofiscal da Secretaria de Política Econômica (SPE), divulgado hoje (15). Também foi mantida a previsão de crescimento de 3,2% do PIB para 2021. “Apesar da extensão do isolamento social, a projeção do crescimento do PIB para 2020 foi mantida em -4,7% diante da melhoria dos indicadores, refletindo um efeito positivo das políticas adotadas até então”, diz o boletim. Para a SPE, a atividade econômica foi fortemente impactada pela pandemia em abril e maio deste ano e a perspectiva de recuperação é a partir do segundo semestre. “Resultados da atividade de abril e maio indicam que o vale da crise provocada pela pandemia provavelmente ficou para trás. Houve retração na indústria, comércio e serviços, e apenas a agropecuária apresentou resultados positivos. Muitos indicadores de maio e junho mostram sinais de reação da economia para iniciar a saída do ‘fundo do poço’ e a recuperação no segundo semestre”, diz. Para o mercado financeiro, a queda do PIB este ano será maior, de 6,1%. Para 2021, a previsão mais recente do mercado financeiro é de crescimento de 3,5%. Inflação A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é 1,60% neste ano. “Os principais responsáveis pela menor inflação esperada ainda deverão ser os bens industriais e os serviços. A desaceleração é resultado direto dos impactos na atividade econômica. Ademais, os preços monitorados também apresentaram forte recuo com destaque para energia elétrica, gasolina e óleo diesel. Em sentido oposto, o grupo alimentação no domicílio que engloba, genericamente, alimentos vendidos por mercados e estabelecimentos similares, apresentaram aceleração”, diz o boletim. Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) a estimativa é de 2,09%. No caso do Índice Geral de Preços–Disponibilidade Interna (IGP-DI), a expectativa de variação é 6,58%, neste ano. Por Revista Imagem | Texto: Kelly Oliveira - Foto: Arquivo

  • Para evitar contágio, TSE excluirá biometria nas eleições municipais

    Decisão foi tomada após reunião de técnicos do tribunal com médicos Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 11:42 BRASÍLIA - O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, decidiu excluir a necessidade de identificação biométrica, por meio de impressão digital, nas eleições municipais deste ano, tendo em vista o risco de contágio por covid-19. A decisão foi tomada após uma primeira reunião de técnicos do tribunal com os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Marília Santini, da Fundação Fiocruz, e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein. As três instituições firmaram parceria com o TSE para a elaboração de um protocolo de segurança que reduza o risco de contágio durante a votação. Segundo o tribunal, a consultoria sanitária é prestada sem custos. Dois fatores pesaram para excluir a biometria. Primeiro, o leitor de impressões digitais não pode ser higienizado com frequência, como a cada utilização. Também pesou o fato de que a identificação biométrica tende a causar filas maiores, favorecendo aglomerações, já que o processo é mais demorado do que a simples coleta de assinatura. Recesso judiciário A exclusão da biometria será incluída em resoluções para as eleições deste ano que devem ser apreciadas pelo plenário do TSE a partir de agosto, após a volta do recesso judiciário. A Justiça Eleitoral iniciou o cadastramento biométrico em 2008, e já colheu as impressões digitais de 119.717.190 eleitores, que estariam aptos a votar pelo novo sistema. O TSE planeja cadastrar todos o eleitorado de mais de 150,5 milhões de pessoas até 2022. O cadastramento biométrico é obrigatório. O eleitor que não comparecer ao cartório eleitoral para a revisão cadastral pode ter o título cancelado e ficará inapto a votar, caso perca o prazo estipulado pela Justiça Eleitoral para cada município. Neste ano, porém, devido à pandemia, o TSE suspendeu o cancelamento de 2,5 milhões de documentos. Ainda em virtude da pandemia, o Congresso Nacional promulgou há duas semanas uma emenda à Constituição que adiou o primeiro turno das eleições municipais de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno foi alterado de 25 de outubro para 29 de novembro. Por Revista Imagem | Texto: Felipe Pontes - Foto: Arquivo

  • Prefeitura anuncia suspensão de campeonatos esportivos por tempo indeterminado

    Proprietários de campos de futebol amador que desejarem retornar atividades, deverão apresentar protocolo rigoroso para apreciação do Comitê Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 11:08 VILHENA - O secretário municipal de Saúde, Afonso Emerick, acompanhado do presidente da Câmara de Vereadores, Ronildo Macedo, do secretário municipal de Esporte, Silmar de Freitas, e do prefeito Eduardo Japonês, se reuniram com organizadores de campeonatos esportivos na cidade para deliberar sobre o funcionamento destas atividades. Ficou acertado que enquanto a pandemia continuar no município, nenhum campeonato esportivo será realizado como forma de prevenção à disseminação da covid-19. Isso pode adiar a realização destes eventos apenas para o ano que vem. Participaram da reunião representantes de associações de futebol, escolinhas, clubes, campos particulares e afins, que debateram a volta das atividades futebolísticas na cidade. Dentre as inúmeras pautas, foram discutidos os pontos positivos e prejudiciais da volta dos esportes durante este momento de pandemia. O secretário de saúde, Afonso Emerick, chamou atenção para a gravidade do momento. “Estamos numa pandemia jamais vista em nosso país, temos que entender que não estamos restringindo as atividades porque queremos, mas porque precisamos. Estamos vivenciando, nos últimos dias a maior incidência de casos ativos ao mesmo tempo. Por isso, é importante termos muito cuidado. Solicito a todos que desejam que seus campos sejam autorizados a funcionar que nos enviem protocolos rigorosos bem detalhados e que garantam que consigam cumpri-los. Vamos analisar e, se o Comitê aprovar, alguns casos pontuais poderão ser flexibilizados frente a implementação de normas”, assegura. Ronildo Macedo lembrou a dedicação do poder público em prol do futebol amador. “Muitos aqui não vivem de futebol e estão aqui, dedicados em respeitar as normas de Saúde e também em voltar às atividades de forma controlada. Destinamos recursos para a aquisição de um ônibus para transporte de atletas, que em breve deve ter o processo de compra finalizado, pois acredito no esporte como algo positivo na cidade. Pedimos apenas cuidado e respeito aos decretos e leis que fazemos para o bem da Saúde pública”, pontuou. O prefeito Eduardo Japonês argumentou em desfavor à volta dos campeonatos, que poderiam gerar aglomerações de torcedores, equipes de apoio, jogadores reserva e outros envolvidos nestes eventos. “Sei que é uma situação complicada. Caso seja liberado, não temos como ter o controle dos métodos de distanciamento e aglomerações. O que vejo como limite neste momento é receber de cada entidade que queira retornar um relatório detalhado individual, que apresente como será o protocolo de prevenção da covid-19. Na semana que vem, no Comitê, poderemos a possibilidade de aprovação”, destaca o prefeito. A reunião deu uma data limite, até esta sexta-feira, 17, para a entrega dos protocolos de saúde das entidades que desejam retornar. Portanto, todos os tipos de atividades permanecem suspensas até que nova comunicação a respeito do assunto seja feita, o que inclui campeonatos particulares e atividades realizadas pela Secretaria Municipal de Esportes. Silmar de Freitas lembrou os aspectos positivos do esporte para a comunidade, mas destaca que é um momento delicado para debater tal situação. “Os envolvidos aqui estão buscando soluções. Isso é ótimo, mas temos que tratar cada caso de forma individual, pensando no melhor para nossa cidade”, conclui Silmar. Além dos representantes de clubes, escolinhas, e equipes de esportes, estiveram presentes na reunião dois ex-secretários municipais de Esportes, o atual secretário de Administração, Welliton Ferreira, e o atual vice-presidente da FFER (Federação de Futebol do Estado de Rondônia), Natal Jacob. O vice-presidente, inclusive, falou sobre a difícil decisão da volta do esporte. "Quero parabenizar o prefeito, secretários, presidente da Câmara e demais participantes pelo alto nível da reunião. Hoje tivemos importantes propostas e sugestões. Vamos buscar a coerência neste momento", concluiu Natal. Por Revista Imagem | Texto: Herbert Weil - Foto: Assessoria

  • Conab aponta aumento da produção de milho 2ª safra no estado

    A região sul do estado é responsável por mais de 70% da produção do produto, sendo Vilhena o município com maior produção Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 10:57 VILHENA - A colheita do milho 2ª safra está em ritmo acelerado em todo o estado de Rondônia, com cerca de 20% da área já colhida, de acordo com o 10º Levantamento da Safra 2019/2020, divulgado na semana passada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A estimativa para esta safra é de que a área ocupada com o plantio do milho seja de 186 mil hectares, 4% superior à área da safra passada e com um igual aumento para a produção, que deverá atingir 936,3 mil toneladas. De acordo com o estudo, o clima mostrou-se bastante favorável durante todo o ciclo da cultura, propiciando bons resultados.  O milho 2ª safra é uma cultura sucessora da soja e a produção no estado já responde por mais de 40% da colheita local do grão. Atualmente, o cereal é o segundo produto agrícola com o maior valor bruto da produção, estimada em R$ 860.869.985,00. A região sul do estado é responsável por mais de 70% da produção do produto, sendo o município de Vilhena o município com maior produção. No entanto a cultura tem ocupado novas áreas a cada ano, se expandindo para as regiões central e norte do estado de Rondônia. Por Revista Imagem | Fonte: Conab - Foto: Arquivo

  • Sicoob já recebeu mais de R$ 500 milhões em pedidos do Pronampe

    Atuação do Sistema na concessão de crédito a negócios de pequeno porte já se destaca durante a pandemia do novo coronavírus Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 10:49 SÃO PAULO - Dentro do seu compromisso de apoiar o pequeno negócio de todo o País, o Sicoob - Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil - começou a operar o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) nesta segunda-feira (13). E em menos de 24 horas, o sistema já havia recebido R$ 500 milhões em pedidos pela linha de crédito. Com prazo de 36 meses, sendo 8 (oito) de carência, e juros à taxa Selic acrescida de 1,25% ao ano, o programa é uma linha especial para que pequenos negócios possam contar com capital de giro durante a pandemia. "Esta linha de crédito é um grande benefício para os micro e pequenos empresários brasileiros. Com uma taxa de juros baixíssima e prazo de reembolso confortável, eles podem receber um importante aporte para manter ou incrementar os seus negócios em um momento no qual a atividade econômica começa a dar sinais de retomada", afirma o superintendente de Negócios e Desenvolvimento do Sicoob, Luciano Ribeiro. Neste primeiro dia de operação do programa, destacaram-se as regiões Sudeste e Sul, que, somadas, representaram 95% de todos os pedidos de crédito do País por meio do Sicoob. O Pronampe conta com a garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO), que cobre até 85% de eventuais inadimplências, e os cooperados interessados podem solicitar os recursos por telefone, site, aplicativo ou presencialmente na cooperativa da qual forem associados. Segundo Ênio Meinen, Diretor de Operações do Sicoob, os juros pagos nessas operações compõem a base de cálculo para rateio de resultado ao final de cada ano no período de empréstimo, o que fará reduzir a taxa contratada para os cooperados do Sicoob. Podem participar do Pronampe empresas com Receita Bruta Anual de até R$ 4,8 milhões/ano, conforme informado pela Receita Federal do Brasil. Por Revista Imagem | Texto: Raphael Pozzi - Foto: Arquivo

  • Drive-in: noivos casam com convidados dentro de carros em Rondônia

    Casal rondoniense não abriu mão da cerimônia e dos convidados; casamento aconteceu no fim de semana em Ouro Preto do Oeste Revista Imagem - Publicado em 13/07/2020 19:01 - Atualizado em 15/07/2020 10:22 OURO PRETO DO OESTE - Com a pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas, para evitar qualquer tipo de aglomeração, precisaram adiar eventos, viagens e festas. Mas alguns, ousando na criatividade, e por amor, não abandonaram as comemorações, sem deixar os cuidados com a saúde de lado. Camila Manvailer, de 29 anos, e Robson Scheidegger de Castro, de 37, decidiram inovar e se casaram no último fim de semana com uma cerimônia no sistema drive-in. O casal se conheceu no início deste ano. Robson morava em Ouro Preto do Oeste e Camila em Porto Velho. O planejamento da cerimônia de casamento, segundo a noiva, sempre foi algo presente para o casal. Com um evento para 250 pessoas, a data do casamento foi marcada para 11 de abril. No entanto, com a pandemia, Camila conta que teve que adiar o sonho de se casar. "Decidimos esperar, mas o tempo foi passando e as coisas não melhoraram, então resolvemos que nos casaríamos apenas no civil". Porém, a noiva conta que a cerimônia era algo muito importante para o casal, e para ajudá-la nesse momento único, um amigo deu a ideia de inovar no casamento e driblar a pandemia. "Recebi um vídeo que mostrava um casamento no estilo de drive-in e achei interessante. Foi quando decidimos fazer assim também". Dentro dos carros, ficaram os padrinhos e família do noivos, pai, mãe e irmãos. Camila disse que a cerimônia, diante dessa nova realidade causada pela pandemia do novo coronavírus, foi surpreendente. "Desde que vi o vídeo eu já sabia que ia ficar bom, mas foi mais do que imaginei. Os padrinhos e a minha família amaram muito, disseram que foi uma experiência única", conta. Por Revista Imagem | Texto: Jheniffer Núbia (G1)

  • Investigação da PF de Vilhena descobre esquema milionário de fraude previdenciária

    Cerca de R$ 500 milhões foram aportados em fundos fraudulentos usados por 66 institutos de previdência municipais em todo o país Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 10:08 VILHENA - A Polícia Federal deflagrou hoje (15) a Operação Fundo Fake, com o objetivo de combater esquemas criminosos de gestão fraudulenta em institutos de previdência municipais, que atuam em diversos estados da federação. Cerca de 200 policiais federais participam da ação ostensiva de hoje, dando cumprimento a 71 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho/RO, em 5 estados: Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Minas Gerais. A investigação desenvolvida pela Polícia Federal em Vilhena/RO apurou indícios de uma organização criminosa que atuava com o intuito de lesar os cofres dos Regimes Próprios de Previdência Social – RPPS, municipais. O instituto de previdência de Rolim de Moura/RO, Rolim Previ, contratou por vários anos uma empresa de consultoria financeira para que a mesma indicasse quais as melhores aplicações financeiras para o Fundo. Ao longo dos trabalhos, foi verificado que, logo após os investimentos do Rolim Previ nos fundos, boa parte do valor era repassada rapidamente para a consultoria e seus sócios. Tal prática é conhecida no mercado como “rebate”. Os rebates identificados perfaziam percentuais de mais de 20% do valor investido em alguns casos, e a consultoria então providenciava que parte dos valores chegassem a gestores do Rolim Previ. Outro modus operandi dessas instituições financeiras foi criar diversos fundos de investimentos que aportavam valores entre si, como um efeito cascata. Dessa forma, as administradoras e gestoras desses fundos conseguiam multiplicar seus ganhos com taxas de administração, gestão e performance (essa quase sempre fraudada), criando uma espécie de dinheiro virtual e aumentando muito o risco dos investimentos, todos atrelados. O prejuízo apurado em laudos periciais da Polícia Federal foi da ordem de R$ 17,4 milhões de reais apenas para os cofres do Rolim Previ. Além disso, foi observado que outros 65 institutos de previdência de todo o Brasil investiram em fundos administrados por uma das instituições investigadas nesta operação. Calcula-se que cerca de R$ 500 milhões de reais de RPPSs foram aportados nestes fundos fraudulentos (“fundos fake”), demonstrando o tamanho da organização criminosa, valor esse objeto de bloqueio judicial determinado pela Justiça Federal. Outra medida obtida foi o afastamento de um dos gestores do Rolim Previ, pessoa já investigada anteriormente pela PF e indiciada pela mesma conduta criminosa (gestão fraudulenta). Adicionalmente, 18 CPFs/CNPJs tiveram decretadas suas suspensões na Comissão de Valores Imobiliários – CVM, impedindo a atuação no mercado financeiro brasileiro. Os investigados serão ouvidos nas sedes da Polícia Federal e responderão, na medida de sua participação, por crimes contra o sistema financeiro nacional, corrupção ativa e passiva, e organização criminosa, além da lavagem de dinheiro. Por Revista Imagem | Fonte: PF

  • Parceria da Prefeitura com Ifro permitirá criação de pista de atletismo

    Secretarias Municipais de Obras e Trânsito se colocam à disposição de órgãos públicos em prol de projetos para a comunidade Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 09:52 VILHENA - Mantendo a cordialidade com outros órgãos públicos no município, as secretarias municipais de Trânsito e Obras realizaram na última semana serviços de apoio à sinalização e construção de pista de atletismo no Ifro (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia) campus de Vilhena. Ambas as secretarias trabalharam nas delimitações de vagas de estacionamento e na abertura de uma área para um futuro espaço esportivo, bem como limpeza do pátio. O diretor do campus de Vilhena do Ifro, Aremilson de Oliveira, destaca a parceria destes órgãos e reitera que a entidade está apta para colaborar com a Prefeitura. “Gostaria de agradecer à Semtran e à Semosp pelo trabalho dedicado aqui conosco, demarcando as vagas do estacionamento e também pela ajuda na construção da nossa pista. Sempre que a Prefeitura precisar estaremos aptos para ajudar, como já fazemos em vários projetos”, conta. Roccio Aires, secretário municipal de Trânsito, lembra que a Semtran, mesmo trabalhando com limitações tenta realizar o melhor serviço. “Nosso foco aqui na secretaria é trabalhar com pouco custo, mas, mesmo assim, quando nos solicitam procuramos atender. É um pedido do prefeito Eduardo, que sempre estejamos prontos para colaborar e atender à população”, relata Roccio. Já o secretário municipal de Obras, Paulinho Coelho, explica as atividades executadas no Instituto. “Queremos colaborar com quem ajuda o município, pois nessa união de forças todas as ações ganham em importância e abrangência”, conta. Através de reunião com Paulinho, Aremilson agradeceu a disposição da Secretaria Municipal de Obras por meio de publicação em suas redes sociais e também deixou documento elogioso à Secretaria Municipal de Trânsito quanto à ajuda. No ofício 65/2020, o diretor explica que no Ifro “reconhecemos a celeridade no atendimento da solicitação de apoio para demarcação das vagas de estacionamento do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Campus Vilhena. Oportunamente manifestamos profundo agradecimento a atenção prestada ao nosso campus”. Por Revista Imagem | Texto: Herbert Weil - Foto: Assessoria

  • Jean Oliveira refuta acusação de que tenha cogitado matar procurador de justiça

    Em nota, a assessoria do deputado também questionou a legalidade da divulgação de escutas telefônicas Revista Imagem - Publicado em 15/07/2020 09:25 VILHENA - A Assessoria do deputado Jean Oliveira (MDB), encaminhou nota de esclarecimento para a revista Imagem sobre notícia veiculada na última sexta-feira (10). Na matéria "Polícia Federal diz que Jean Oliveira cogitou matar procurador de Justiça" extraída de reportagem do jornal Folha de S. Paulo da quinta-feira (9), o deputado é apontado pela polícia como integrante de uma quadrilha de grilagem de terras públicas em Rondônia. Na nota a assessoria informa que os fatos relatados na matéria não procedem. A assessoria questionou a legalidade da divulgação de escutas telefônicas e refutou o desejo do deputado em matar o procurador de justiça do estado. "...o Deputado Jean Oliveira nunca sugeriu nem cogitou assassinar ninguém, sobretudo, o Procurador de Estado Matheus Carvalho Dantas.", diz trecho da nota. Veja a integra da nota NOTA DE ESCLARECIMENTO O Deputado Estadual Jean Oliveira, por meio da sua assessoria de imprensa, com fundamento na Lei 13.188/15, vem a público esclarecer ao povo rondoniense que não procede a matéria publicada pelo UOL-FOLHA DE SÃO PAULO, no dia 09/07/20, com o título “Deputado grileiro de Rondônia cogitou matar procurador, aponta PF. Jean Oliveira (MDB) integrava quadrilha que tentou grilar unidade de conservação, de acordo com investigação”, bem como, a Nota de Repúdio emitida pelas Associação dos Procuradores do Estado de Rondônia – APER e a Procuradoria Geral do Estado de Rondônia – PGE/RO, haja vista que o Deputado Jean Oliveira nunca sugeriu nem cogitou assassinar ninguém, sobretudo, o Procurador de Estado Matheus Carvalho Dantas. Essa afirmativa leviana, somente demonstra a primariedade das alegações e o completo desconhecimento dos autos e da compostura do Deputado Jean Oliveira, que sempre zelou e zela pelo Estado Democrático de Direito, pela dignidade da pessoa humana, probidade e honradez, não fazendo parte do seu histórico de vida e de seus princípios éticos e cristão atentar contra a vida de ninguém. O TJRO já repeliu o pedido de prisão preventiva formulando anteriormente pela Procuradoria de Justiça do Estado de Rondônia. O Desembargador foi técnico no exame do assunto. Mas a família do Deputado Jean Oliveira não está obrigada a ter essas mesmas qualidades, quando se trata de reenvidar uma grave ofensa. Por enquanto, é conveniente deixar que tais alegações se afundem e se afoguem na volúpia incontida e no desejo insensato de impressionar os r. Desembargadores do TJRO e na vontade insana de querer prejudicar o Deputado Jean Oliveira, levando-o à prisão, sem culpa formada, mediante vagas, imprecisas e não provadas alegações de grilar e assassinar, neste momento tão delicado em que ele se encontra sedado, entre a vida e a morte, internado na Unidade de Terapia Intensiva-UTI do Hospital Albert Einstein. Essa atitude covarde, nesse momento, tão delicado que passa sua família, não poderia deixar advir sem a veemente repulsa as essas cogitações, a essa grave ofensa a honra e a dignidade do Deputado Jean Oliveira. As assertivas levianas e irresponsáveis não poderiam ficar sem expor ao público a necessária contradita formal e veemente. O Ministério Público é instituição de dignidade constitucional. As suas atribuições estão delineadas na Carta Magna, o que dá uma grande responsabilidade no desempenho das altas e dignas atribuições, impondo obrigações éticas de lealdade, o dever da verdade e o sigilo dos autos. Aliás, o art. 28 da Lei 13.869/19, estabelece crime divulgar gravação ou trecho de gravação, expondo intimidade e ferindo a honra ou a imagem do investigado, pena de 1 (um) a 4 (quatro) anos, e multa. Percebe-se que tal proceder é incompatível com a nova ordem jurídica. Não se pode louvar as atitudes de quem, menosprezando o estado de saúde do Deputado Jean Oliveira, e a dignidade alheia, atribui prática de um crime hediondo, sem culpa formada, com a certeza de que tem como provado. Isso é inconcebível e, pela gravidade das afirmações, não podem ficar sem o necessário, formal e veemente repúdio e escarmento. Ao tempo em que sua família manifesta a sua repulsa, justa e verdadeira, contra as imputações levianas ao Deputado Jean Oliveira, deixa evidente que promoverá a responsabilidade cabível contra quem de direito. A família do Deputado Jean Oliveira, reitera aos seus eleitores e ao público em geral, a sua repulsa pela atitude covarde das afirmações inverídicas lançadas. Por Revista Imagem | Da Redação - Foto: Arquivo

  • Vilhena completa 100 dias de pandemia com 821 casos e 15 mortes

    Nos últimos 7 dias município somou 179 casos, quase 22 % do total registrado em todos os 100 dias de pandemia Revista Imagem - 14/07/2020 21:20 VILHENA - Esta terça-feira, dia 14 de julho, marca o centésimo dia do primeiro caso confirmado de coronavírus no município. Foi no dia 5 de abril que o município registrou o primeiro caso de vilhenense com covid-19. Nesses 100 dias a curva epidemiológica de contágios no município foi uma montanha russa com alguns dias de poucos registros, outros de nenhum, e outros de muitos registros. Ocorre que nos últimos 7 dias, Vilhena não sai do topo dessa montanha russa. E o número de novos casos se mantem estável e em alta. Com os 22 novos casos de hoje, Vilhena somou 179 casos em 7 dias, quase 22 % do total registrado em todos os 100 dias de pandemia no município, que é de 821 casos. Mas apesar dos números altos de novos casos, a taxa de ocupação de leitos na Central Municipal de Atendimento à Covid-19 (CMAC) se mantem baixa, o que faz com que medidas restritivas de combate a disseminação do coronavírus sejam afrouxadas. A taxa de ocupação na UTI da CMAC é de 60%. Já nos leitos da enfermaria a taxa de ocupação é de 19%. A Central possui 11 pacientes internados em isolamento, sendo 6 na UTI (4 deles com necessidade de respirador) e 5 pacientes na Enfermaria. Sete dos pacientes internados tem resultado positivo para covid-19. Mas a baixa taxa de ocupação nos eleitos não diz muita coisa, além do fato de que há vagas para tratamento dos casos mais graves. Nesses 100 dias de pandemia em Vilhena, 15 pessoas morreram no município - 12 vilhenenses e 3 moradores de outras cidades - por conta da covid-19. E hoje foi registrado mais um novo óbito. Um paciente do sexo masculino com 48 anos e morador do bairro Alto Alegre. Acompanhado como caso suspeito desde o dia 4, o paciente recebeu resultado positivo para covid-19 no dia 8 de julho. Internado nesta segunda-feira (13), após o fechamento do boletim, o paciente evoluiu rapidamente para quadro grave e veio a óbito nesta terça-feira. Do número total de pessoas infectadas, 231 casos estão ativos e ainda podem transmitir o vírus. Já o número de curados é de 578 pacientes. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana - Foto: Arquivo

  • Covid-19: Brasil tem 41,8 mil novos casos e 1.300 óbitos em 24h

    O total de mortes subiu para 74.133, semelhante à população da histórica cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais Revista Imagem - Publicado em 14/07/2020 19:28 BRASÍLIA - A atualização diária divulgada pelo Ministério da Saúde registrou 41.857 novos casos do novo coronavírus e 1.300 óbitos por covid-19 nas últimas 24 horas. O total de mortes subiu para 74.133, semelhante à população da histórica cidade de Ouro Preto, em Minas Gerais. O resultado marcou um aumento de 1,7% em relação a ontem (13), quando o balanço do ministério trazia 72.833 óbitos. Já os casos confirmados acumulados desde o início da pandemia chegaram a 1.926.824. Se fosse uma cidade, seria a 9ª mais populosa do país, à frente de Recife. A soma representou uma elevação de 2,2% sobre o total divulgado ontem, de 1.884.967 pessoas infectadas. Aos sábados, domingos e segundas-feiras, o número registrado diário tende a ser menor pela dificuldade de alimentação dos bancos de dados pelas secretarias municipais e estaduais. Já às terças-feiras, o quantitativo em geral é maior pela atualização dos casos acumulados aos fins de semana. De acordo com a atualização do Ministério da Saúde, 643.483 pessoas estão em acompanhamento e 1.209.208 se recuperaram da doença. Há ainda 3.928 mortes em investigação. A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,8%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 35,3. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de  916,9. Covid-19 nos estados Os estados com mais mortes por covid-19 são: São Paulo (18.324), Rio de Janeiro (11.624), Ceará (6.977), Pernambuco (5.715) e Pará (5.318). As Unidades da Federação com menos falecimentos pela pandemia são: Mato Grosso do Sul (177), Tocantins (267), Roraima (398), Acre (436) e Amapá (483). Os estados com mais casos confirmados de covid-19 desde o início da pandemia são: São Paulo (386.607), Ceará (139.437), Rio de Janeiro (132.822), Pará (128.570) e Bahia (110.029). As Unidades da Federação com menos pessoas infectadas registradas são: Mato Grosso do Sul (13.934), Tocantins (15.723), Acre (16.479), Roraima (22.968) e Rondônia (27.528). Por Revista Imagem | Texto: Jonas Valente (AB) - Foto: Arquivo

  • Rondônia registra 478 novos casos e 16 mortes por covid-19 nesta terça

    O Cone Sul registrou 48 novos casos de coronavírus aumentando para 997 o número de infectados na região, que tem ainda 17 mortes Revista Imagem - 14/07/2020 19:24 VILHENA - Rondônia registrou 478 novos casos de coronavírus nesta terça-feira (14), segundo o boletim epidemiológico da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau). Porto Velho com 162 casos, Vilhena com 35, Guajará-Mirim com 34 e Pimenta Bueno com 27, foram os municípios que mais tiveram registros nesta terça. Porto Velho continua liderando o número total de casos com 15.963 registros. Os outros municípios rondonienses com mais casos no estado são: Guajará-Mirim com 1.752 casos e Ariquemes com 1.748. jaru tem 899 casos confirmados, Vilhena 777, Candeias do Jamari 752, São Miguel do Guaporé 745, e Ji-Paraná 725. Rolim de Moura com 481 e Cacoal com 420 completam a lista do 10 municípios com maior número de casos de coronavírus no estado. Com os números de hoje, Rondônia totaliza 27.528 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 116 dias (20/3). Deste total, 16.888 pacientes já são considerados curados. Nesta terça, o estado contabilizou 16 mortes por covid-19, nove em Porto Velho, sendo três mulheres (40, 80 e 92 anos), seis homens (44, 60, 61, 66, 75 e 77 anos); dois em Jaru, sendo uma mulher de 77 anos e um homem de 38; um homem de 50 anos em Ariquemes; uma mulher de 42 anos de Corumbiara; um homem de 49 anos de Guajará-Mirim; um homem de 60 anos de Pimenta Bueno e uma mulher de 78 anos do município de Vale do Anari. Com os óbitos de hoje, o estado totaliza 663 mortes por covid-19. Quatrocentos e trinta e dois pacientes continuam internados por conta da doença em todo o estado. Até agora Rondônia já testou 98.784 pessoas para identificação do coronavírus. Cone Sul De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o Cone Sul registrou 48 novos casos de coronavírus nesta terça, aumentando para 997 o número de casos diagnosticados na região, que tem ainda 17 mortes registradas - 10 em Vilhena, 3 em Cerejeiras, 2 em Cabixi, 1 em Corumbiara e 1 em Pimenteiras. Dos casos registrados hoje, pela Sesau, 35 casos foram em Vilhena, 7 em Pimenteiras, 3 em Cerejeiras, 2 em Colorado e 1 em Cabixi. No total, segundo o boletim estadual, os municípios do cone sul tem: Vilhena: 777 casos Pimenteiras: 79 Colorado do Oeste: 53 Cerejeiras: 46 Cabixi: 22 Chupinguaia: 15 Corumbiara: 5 Vale lembrar que todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio SantAna - Foto: Arquivo

  • Rondônia estaria com estabilidade no avanço da covid-19, diz estudo

    A subida apresentada nas últimas 48 horas está sendo monitorada para se detectar se houve algum tipo de represamento de dados Revista Imagem - Publicado em 14/07/2020 18:47 PORTO VELHO - Rondônia alcançou a fase da estabilidade em número de casos ativos do novo coronavírus, diminuindo de 11.643 para 10.538 desde 28 de junho. Porto Velho demonstrou um declínio maior entre os dias 29 de junho e 3 de julho, e em seguida uma constante. Números mostrando a evolução dos casos ativos dos municípios foram levantados pelo Grupo de Trabalho Técnico e Científico. “A queda acentuada de casos ativos ocorreu entre os dias 29 de junho e 3 de julho, depois, vem apresentando pequenas variações”, assinalou Kleber Ihida, um dos integrantes do grupo. A subida apresentada nas derradeiras 48 horas está sendo monitorada para se detectar se houve algum tipo de represamento de dados, ou será mantida. Ele informou que a doença já é menos intensa nos  municípios de Costa Marques, Governador Jorge Teixeira e São Miguel do Guaporé. A estabilização é notável em Vilhena, Jaru e em Porto Velho. A maior queda aconteceu em Costa Marques, onde os casos baixaram de 14 para 4, desde 28 de junho; São Miguel do Guaporé, de 160 para 20; Governador Jorge Teixeira, de 10 para 5. O mapa da estabilização é este: Vilhena, de 250 para 200; Jaru, 150; e Porto Velho, de 9 mil para 7 mil. ALTAS Segundo explicou Kleber Ihida, embora não estejam entre os detentores de maior número, Guajará-Mirim e Ji-Paraná preocupam. Guajará, na fronteira brasileira com a Bolívia, a 362 quilômetros da capital, aumentou de 500 para 600 casos, e Ji-Paraná, na BR-364, a 375 Km de Porto Velho, teve alta de 200 para 250. Candeias do Jamari aumentou de 100 para 250. “A subida em Guajará e Ji-Paraná [mais populosos que outras dezenas de municípios rondonienses] reflete nos números totais do Estado”, assinalou. O levantamento da situação da epidemia de coronavírus no Brasil, feito a partir de dados fornecidos pelas secretarias estaduais de saúde, revela a ascensão de casos ativos no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Tocantins e Piauí. A doença está em queda nos estados do Acre, Pará, Pernambuco e Rio de Janeiro. Por Revista Imagem | Texto: Montezuma Cruz - Foto: Arquivo

  • Governo de Rondônia faz revogaço de decretos antigos

    Foram revogados 1.555 decretos estaduais que vigoraram principalmente na década de 1980 e que hoje estão obsoletos Revista Imagem - Publicado em 14/07/2020 18:52 PORTO VELHO - Em um único ato legal (Decreto nº 25.210, de 9 de julho de 2020), o Governo de Rondônia revogou pelo menos 1.555 decretos estaduais que vigoraram principalmente na década de 80 e que hoje estão obsoletos, sem validade, segundo informou nesta terça-feira (14), a advogada Ellen Reis Araújo Trindade, diretora Técnica Legislativa (Ditel) da Casa Civil. O objetivo da decisão do Governo é retirar do mundo jurídico este conjunto de normas que perdeu validade pelo tempo ou pela superposição de novos regramentos, e que por isso precisavam de um comando normativo para deixar de compor a extensa relação de atos legislativos que orbitam o espaço das relações jurídicas do Estado de Rondônia, trabalho de pesquisa e estudo que mereceu toda dedicação da Casa Civil do Governo. Dessa forma, pelo menos 1.559 decretos foram declarados invalidados pelo novo decreto por iniciativa do governador Marcos Rocha com a Casa Civil, acompanhando decisão federal nos mesmos termos. As revogações estaduais começam pelo dispositivo baixado em 31.12.81, com o Decreto nº 01, que dispôs sobre o Sistema Estadual de Planejamento e Coordenação Geral, e em seguida pelos diversos decretos que criaram a estrutura administrativa do Estado – secretarias de Planejamento, Fazenda, Administração, Saúde, Educação e outras de caráter estrutural, e que hoje não têm mais razão para se manterem no mundo jurídico. O Decreto Estadual revoga também centenas de decretos mais recentes, que vigoraram entre 2002 e 2015, principalmente tratando de questões orçamentárias, como abertura de créditos, por anulação de dotações ou suplementar por excesso de arrecadação, e que, como os demais, sem importância para as relações jurídicas, por inócuos que são atualmente. Por Revista Imagem | Texto: Cleuber Rodrigues Pereira - Foto: Arquivo

  • Servidores estaduais terão até o dia 31 para atualizar recadastramento

    Atualização é necessária para servidores que tiveram pendências no recadastramento ou tiveram o cadastro reprovado Revista Imagem - Publicado em 14/07/2020 18:55 PORTO VELHO - Os servidores públicos estaduais ativos, que tiveram o cadastro reprovado ou pendentes, terão até o dia 31 de julho para efetuarem a atualização cadastral no Sistema de Autenticação do Estado de Rondônia (Sauron) que inicia nesta quarta-feira (15). De acordo com Nilson Gonçalves Vieira, gerente de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), este é um processo no qual o servidor coloca todas as informações, pessoais e profissionais, e anexa documentos atualizados, e pode ser feito por smartphone, notebook, computador ou qualquer outro dispositivo que tenha câmera ou webcam. Atualmente a Seduc tem 18.249 (dezoito mil, duzentos e quarenta e nove), destes, 80% dos servidores já realizaram o recadastramento. Os servidores devem se atentar para as informações como RG, título de eleitor, CPF, endereço, capacitações e cursos que deverão ser enviadas para o portal do servidor e caberá ao RH homologar ou não. “Todos os servidores que recebem proventos pelo Estado, que estão aguardando a aposentadoria, ou do quadro federal, e que recebem alguma função gratificada ou Cargos de Direção Superior (CDS) devem realizar a atualização cadastral”, disse Nilson Vieira. Os servidores poderão acessar o sauron.sistemas.ro.gov.br e seguir todos os passos para atualização dos seus dados cadastrais, para não sofrerem penalidades caso não o façam. O Decreto 24.652 de 08 de janeiro de 2020, que instituiu a atualização cadastral, prevê punição disciplinar e bloqueio de pagamento caso o servidor não efetue a atualização dos seus dados no sistema Sauron. Por Revista Imagem | Texto: Cleuber Rodrigues Pereira - Foto: Arquivo

  • MME mantém recomendação de não se adotar horário de verão este ano

    Medida foi pouco efetiva nos últimos anos, diz nota técnica do ministério publicada na quinta-feira dia 9 Revista Imagem - Publicado em 14/07/2020 18:35 BRASÍLIA - O Ministério de Minas e Energia (MME) manteve a recomendação de não se adotar o horário de verão neste ano (período de 2020/2021). O horário foi extinto em abril do ano passado, com base em estudos da pasta, que apontaram a pouca efetividade na economia energética, e também em estudos da área da saúde, sobre o quanto o horário de verão afeta o relógio biológico das pessoas. Em nota técnica publicada quinta-feira passada (9), a pasta avaliou o resultado regulatório da extinção do horário de verão e disse que a economia de energia com a medida diminuiu nos últimos anos e já estaria perto da neutralidade, em razão das mudanças no hábito de consumo de energia da população. Quando foi criado, o horário de verão tinha por objetivo aliviar o pico de consumo, que era em torno das 18h, e trazer economia de energia na medida em que a iluminação solar era aproveitada por mais tempo. No entanto, nos últimos anos, o Ministério de Minas e Energia constatou uma alteração no horário de pico com maior consumo de energia no período da tarde, por causa da intensificação do uso do ar condicionado, quando o horário de verão não tinha influência. A nota acrescenta que a descontinuidade da aplicação do horário de verão 2019/2020 implicou também redução do custo de operação do sistema elétrico e que, com a revogação dele, continuou ocorrendo redução de demanda no período noturno, "provavelmente pela alteração natural da luminosidade". "Este comportamento, provavelmente, está associado ao uso menor uso de equipamentos de climatização, em especial do ar condicionado, o que decorreu da melhoria das condições de conforto térmico aos consumidores de energia elétrica em seu período de descanso noturno, sem ter havido antecipação de uma hora", diz a nota. A nota informa também que as avaliações de impacto do horário de verão nos ciclos anteriores a 2019 superestimaram a redução de demanda no período noturno e que o aumento na carga foi subestimado. Uma avaliação anterior do Ministério de Minas e Energia já havia apontado que, entre os efeitos do fim da medida no setor elétrico, evitaram-se custos ao consumidor brasileiro de energia elétrica de R$ 100 milhões. "Diante dos ganhos na otimização do uso dos recursos energéticos com a não adoção do horário de verão no ciclo 2019/2020, e na ausência de fatos novos que pudessem implicar a necessidade de avaliações adicionais às ora apresentadas, e também fundamentadas na Nota Técnica nº4/2019/CGDE/DMSE/SEE (SEI nº 0263485), recomendamos que se mantenha a suspensão dessa política pública também para o ciclo 2020/2021", conclui a pasta. Por Revista Imagem | Texto: Luciano Nascimento (AB) - Foto: Arquivo

  • Indenização para profissional da saúde afetado por covid-19 é aprovada

    PL foi aprovada nesta terça na Câmara dos Deputados; benefício vale para quem atuou diretamente no combate à pandemia Revista Imagem - Publicado em 14/07/2020 18:31 BRASÍLIA - A Câmara dos Deputados concluiu nesta terça-feira (14) a análise do projeto que prevê o pagamento de compensação financeira de R$ 50 mil aos profissionais de saúde por morte ou incapacidade permanentemente para o trabalho após serem contaminados pela covid-19 ao atuarem diretamente no combate à pandemia. A indenização será paga pela União. A matéria segue para sanção presidencial. O texto do Projeto de Lei 1.826 estabelece que, no caso de morte, o valor será dividido igualmente entre os dependentes e o cônjuge ou companheiro. Além desse valor, serão pagos R$ 10 mil a cada ano que faltar para o dependente menor de 21 anos atingir essa idade. A indenização será estendida aos 24 anos, caso o dependente esteja cursando ensino superior na data do óbito. Para dependentes com deficiência, a indenização será de R$ 50 mil, independentemente da idade. Os valores somados de todas as indenizações devidas deverão ser pagos em três parcelas mensais, iguais e sucessivas. A concessão da indenização está sujeita a perícia médica. Segundo números do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), 30% dos profissionais de enfermagem mortos por covid-19 no mundo são do Brasil. De acordo com o projeto, a presença de comorbidades não afasta o direito ao recebimento da compensação financeira. O valor será devido mesmo que o novo coronavírus não tenha sido a única causa, principal ou imediata, para a ocorrência da incapacidade permanente para o trabalho ou do óbito. O projeto aprovado garante ainda o pagamento com as despesas do funeral. Os recursos, contudo, ainda serão definidos por meio de uma regulamentação. Beneficiários O projeto inclui diversas categorias como beneficiárias como fisioterapeutas, nutricionistas, assistentes sociais, profissionais que trabalham com testagem nos laboratórios de análises clínicas, trabalhadores dos necrotérios e coveiros, e todos aqueles cujas profissões sejam reconhecidas pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) e que atuam no Sistema Único de Assistência Social (Suas). Ao tramitar no Senado, parlamentares incluíram outras profissões, como agentes comunitários de saúde ou de combate a endemias que tenham realizado visitas domiciliares durante a pandemia; profissionais de nível técnico ou auxiliar, que sejam vinculadas às áreas de saúde; e aqueles que, mesmo não exercendo atividades-fim de saúde, ajudam a operacionalizar o atendimento, como os de serviços administrativos e de copa, lavanderia, limpeza, segurança, condução de ambulâncias e outros. Por Revista Imagem | Texto: Heloisa Cristaldo (AB) - Foto: Arquivo

  • OMS alerta que a crise do novo coronavírus pode ficar ainda pior

    Número de casos no mundo aumentou 1 milhão em cinco dias; as infecções superaram a marca de 13 milhões em todo o mundo Revista Imagem - Publicado em 14/07/2020 18:25 GENEBRA - A pandemia de coronavírus pode piorar muito se os países não aderirem às precauções básicas de saúde, alertou a Organização Mundial da Saúde (OMS) na segunda-feira (13). "Deixe-me ser franco, muitos países estão indo na direção errada, o vírus continua sendo o inimigo público número um", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom, em entrevista online da sede da organização, em Genebra. "Se o básico não for seguido, o único caminho dessa pandemia será ficar cada vez pior e pior e pior." As infecções superaram a marca de 13 milhões em todo o mundo nessa segunda-feira, de acordo com contagem da Reuters, aumentando 1 milhão em apenas cinco dias, em uma pandemia que matou mais de meio milhão de pessoas. Tedros, cuja liderança tem sido criticada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que de 230 mil novos casos no domingo, 80% eram de dez países e 50% de apenas dois. "Não haverá retorno ao antigo normal no futuro próximo. Há muito com o que se preocupar", acrescentou, em um de seus comentários mais fortes nas últimas semanas. Os Estados Unidos e o Brasil são os países mais afetados. Ele disse que a OMS ainda não recebeu uma notificação formal da saída dos EUA da organização, anunciada por Trump. O presidente norte-americano diz que a OMS se alinhou à China, onde a covid-19 foi detectada pela primeira vez, no início da crise. Trump, que usou uma máscara protetora em público pela primeira vez no fim de semana, foi acusado por adversários políticos de não levar o novo coronavírus a sério o suficiente, o que ele nega. Uma equipe da OMS foi à China para investigar as origens do novo coronavírus, descoberto pela primeira vez na cidade de Wuhan. Os membros da equipe ficaram em quarentena, de acordo com o procedimento padrão, antes de começar a trabalhar com cientistas chineses, disse Mike Ryan, chefe do Programa de Emergências da OMS. Por Revista Imagem | Texto: Stephanie Nebehay, Michael Shields e Silke Koltrowitz (Reuters) - Foto: Arquivo

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