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- Mais de 1.700 vilhenenses já receberam títulos de propriedades
Veja bairros e setores que fazem parte do cronograma de regularização na cidade Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 15:57 Nos últimos dois anos a Secretaria Municipal de Terras (Semter) tem concentrado seus esforços na regularização fundiária do município, beneficiando mais de 5 mil pessoas. Ao todo, estão em andamento três programas: o Reurb-s (Regularização Fundiária de Interesse Social), o Título Já e o Regulariza Vilhena. A Prefeitura, através dos três programas, já finalizou os títulos de 1.705 moradores e trabalha intensamente na conclusão de documentos de outros 400 ainda em 2020. De acordo com a secretária municipal de Terras, Vivian Bacaro, o programa Reurb-S tem quase 400 títulos em fase de conclusão, com previsão de entrega para ser iniciada já neste mês. Neste mesmo programa está previsto o início da regularização de centenas de imóveis ainda em 2020 em Nova Conquista, bem como áreas dos setores 03, 79, 73, 01, 07-A, 06, 13, 67 e Embratel. Por sua vez, através do “Título Já”, a Prefeitura tem 122 títulos prontos a serem entregues, além dos mais de 500 que já foram liberados por meio deste programa na cidade desde julho de 2018. O Município, junto do Governo do Estado, pretendem, até 2024, regularizar e entregar 5 mil imóveis no município. Enquanto isso, o programa “Regulariza Vilhena”, finalizou, de julho de 2018 a julho de 2020, 1.060 processos. Todos estão aptos a serem entregues aos moradores, o que deve acontecer nas próximas semanas, respeitando as normas de distanciamento e higienização. “Ter o título garante ao proprietário a possibilidade de investir, vender, comprar, alugar e conseguir empréstimos com segurança jurídica. Além disso, o que mais ouvimos das pessoas é: ‘Agora sim, eu tenho uma casa’. Esse sentimento de garantia do imóvel é algo que muitos moradores esperavam há décadas e que pudemos realizar agora. E ainda vem mais”, explica Vivian. PRÓXIMAS ENTREGAS - Os títulos do programa “Reurb-S” já estão no cartório para serem registrados e, depois estarão aptos para entrega. Já dentro do programa “Título Já”, os documentos estão sendo entregues na casa dos moradores, conforme agendamento da Semter. Por outro lado, aqueles que deram entrada no programa “Regulariza Vilhena”, precisam quitar as taxas do processo para que a Semter faça a conclusão e entrega do documento. Por Herbert Weil
- Prefeitura mantém duas frentes de trabalho de pavimentação no Cristo Rei
Máquinas trabalham para concluir camadas asfálticas até o fim de agosto no local: 2,1 km já têm pavimentação Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 15:17 Com duas frentes de trabalho, a obra de pavimentação com drenagem do Cristo Rei está em ritmo acelerado. As ruas 743 e 1506 já receberam camadas asfálticas que fazem os moradores comemorarem com a valorização de seus imóveis, o fim dos buracos e lama, bem como na qualidade de vida e trafegabilidade em um dos bairros mais populosos de Vilhena. “Tinha muita poeira, muitos buracos, muita lama, a vizinhança reclamava. Eu tenho vídeo aqui, que mandei pros meus parentes de Minas Gerais, e eles achavam que era o rio Madeira, mas quando chovia passava um rio aqui. Agora melhora a qualidade de vida com o asfalto, não somente pra gente mas para todo o bairro”, conta o comerciante Jonas Souza. O morador do bairro Dorival de Jesus também já comemora a pavimentação. “É outra vida, não tem nem explicação. Porque com a poeira que tinha aqui, e agora ter asfalto, estamos no céu! Tinha que ver o que tinha de gente olhando enquanto a obra acontecia. Acho que vamos até fazer uma festinha! Porque tá bonito mesmo. Até pintei o muro. Eu tinha conseguido um comprador para minha casa por R$ 80 mil, mas agora não vendo nem por R$ 100 mil mais não. Vou morar aqui!”, garante. Atualmente o bairro ainda recebe obras de drenagem, terraplanagem e preparação para o asfaltamento. Já estão concluídos 1,5 km de pavimentação na rua 743 e mais 600 metros da avenida 1506. A previsão da empresa é que o asfalto esteja aplicado dentro de 30 dias em todos os trechos do projeto, que totalizarão 5,2 quilômetros no Cristo Rei. Por Herbert Weil
- MEC divulga resultado do Fies e segunda chamada do Prouni
Mais de 107 mil inscritos disputam 30 mil vagas no Fies; No Prouni 440,6 mil estudantes disputaram 167,7 mil bolsas em 1.061 instituições Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 09:32 A partir desta terça-feira (4), o Ministério da Educação (MEC) divulga o resultado dos candidatos pré-selecionados no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). A complementação da inscrição desses estudantes começa hoje mesmo e segue até as 23h59 de quinta-feira (6). Nesta edição, 107.875 mil inscritos disputam 30 mil vagas, ofertadas em mais de 1,3 mil instituições de ensino superior. Quem não foi selecionado na chamada única do Fies ainda pode disputar uma das vagas ofertadas por meio da lista de espera, em que a inclusão é automática. Nesse caso, o prazo de convocação segue até as 23h59 de 31 de agosto. Prouni O MEC também divulgou as listas dos estudantes pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni). O resultado está disponível na página do Prouni. O prazo para comprovação das informações também começa hoje e vai até o próximo dia 11. Os estudantes pré-selecionados devem comparecer às instituições de ensino e entregar os documentos que comprovem as informações prestadas no momento da inscrição. Quem perder o prazo ou não comprovar os dados será desclassificado. Os candidatos que não foram pré-selecionados em nenhuma das duas chamadas do ProUni ainda podem disputar uma bolsa por meio da lista de espera. O prazo para que o candidato inscrito manifeste interesse nessa última etapa da seleção é de 18 a 20 de agosto. Nesse caso, o resultado será divulgado no dia 24 de agosto e as informações devem ser comprovadas até o dia 28 do mesmo mês. Os programas O Fies é um programa do MEC que concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, em instituições particulares de educação superior. O fundo é um modelo de financiamento estudantil moderno, divido em diferentes modalidades, podendo conceder juro zero a quem mais precisa. A escala varia conforme a renda familiar do candidato. O Prouni é o programa do governo federal que oferece bolsas de estudo, integrais e parciais (50%), em instituições particulares de educação superior. Nesta edição, 440,6 mil estudantes inscritos disputaram 167,7 mil bolsas em 1.061 instituições. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. Podem participar estudantes brasileiros que não possuam diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio mais recente e obtido, no mínimo, 450 pontos de média das notas. Além disso, o estudante não pode ter tirado zero na redação. Da Redação, com informações da AB
- Fraudes tributárias: PF cumpre mandados contra grupo em Rondônia
Estão sendo cumpridos onze mandados de busca e apreensão nos municípios de Rolim de Moura e Alta Floresta do Oeste Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 08:40 A Polícia Federal deflagrou em conjunto com a Receita Federal, na manhã desta terça-feira (4), a Operação Macchiato, com o objetivo de desarticular grupo criminoso responsável pela prática de fraudes tributárias em desfavor da União. Estão sendo cumpridos onze mandados de busca e apreensão nos municípios de Rolim de Moura e Alta Floresta do Oeste. As investigações apontam que grandes empresários de Rondônia, se valendo de pessoas interpostas (laranjas), constituem empresas fictícias e, posteriormente, simulam, através da emissão de notas fiscais fraudulentas, transações de compra e venda de café. Após movimentarem quantias milionárias, as empresas acabam sendo extintas sem, contudo, adimplirem com quaisquer de suas obrigações tributárias. Apenas uma das empresas, localizada na cidade de Rolim de Moura, entre os anos de 2010 a 2019, movimentou mais de R$ 94 milhões de modo simulado, a partir de empresas com algum indício de interposição. Com clara divisão de tarefas, além dos beneficiários diretos, também foram identificados núcleos responsáveis pela criação das empresas fictícias, pela arregimentação de “laranjas”, pela emissão e controle das notas emitidas e pela movimentação dos valores provenientes das infrações penais investigadas. Após a conclusão das investigações, os envolvidos poderão ser indiciados pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e por crimes contra a ordem tributária. O nome da operação – Macchiato – faz alusão a uma modalidade de preparo de café, tipicamente italiana. Traduzida do italiano, a expressão “Macchiato” significa “manchado”, o que acaba remetendo à mácula causada à imagem das grandes empresas beneficiadas pelo ilícitos fiscais e criminais praticados e, agora, reprimidos. Da Redação com informações da PF
- Série D: Vilhenense se prepara para começar treinamentos
O técnico Felipe Romário aguarda a realização dos testes de Covid-19 junto ao elenco para iniciar os trabalhos Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 09:03 O Vilhenense está prestes a iniciar sua pré-temporada visando sua primeira participação na Série D do Campeonato Brasileiro. O técnico Felipe Romário já desembarcou na cidade de Vilhena e aguarda a realização dos testes de Covid-19 junto ao elenco para iniciar os trabalhos. "Estamos na dependência da chegada dos testes para Covid-19, a previsão é que esses testes cheguem no início da próxima semana", disse o treinador. Felipe Romário aguarda a chegada dos exames para assim iniciar seus trabalhos. "É porque de fato estamos dependendo dos testes, se chegar na segunda-feira iniciaremos na terça. Se chegar na terça iniciaremos na quarta, e assim sucessivamente", pontuou. O treinador revelou que se sente bem em sua nova casa. "A receptividade foi muito boa por parte de todos tanto diretoria como comissão, cidade agradável e já estamos trabalhando todos os planejamentos para iniciarmos", frisou. De acordo com o treinador, ele vinha mantendo contato com alguns jogadores do elenco antes do início da preparação. "Com poucos atletas mas com aqueles que tive o contato foi bem positivo. Nesse momento a princípio estamos agrupando-os principalmente os que estavam em outros estados e o clube está já realizando alguns exames", finalizou. O Vilhenense está no grupo A1 da Série D ao lado do Atlético Acreano, Bragantino-PA, Fast Clube-AM, Galvez-AC, Independente-PA, Rio Branco-AC além do vencedor do duelo entre Nacional-AM x Ji-Paraná. A estreia do Vilhenense está programada para o dia 19 ou 20 de setembro diante Bragantino-PA no estádio Diogão, em Bragança, pela primeira rodada da Série D do Brasileiro Por Futebol do Norte
- 3.780 artistas e espaços culturais de RO já se cadastraram para auxílio
Mapeamento servirá de base para a liberação dos recursos da Lei Aldir Blanc para os artistas e espaços culturais no estado; prazo termina amanhã Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 08:30 Pelo menos 3.427 artistas e 353 espaços culturais em Rondônia tinham se cadastrado até o final da tarde desta segunda-feira (4), no mapeamento executado pelo Conselho Estadual de Cultura. Esse questionário servirá de base para que o Estado e os municípios liberem os recursos destinados ao segmento cultural, por meio da Lei Aldir Blanc, como auxílio neste momento de pandemia. O cadastramento deveria ter encerrado na sexta-feira (31), mas o Conselho e a Superintendência de da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) decidiram prorrogar até esta quarta-feira (5), em virtude de muitas pessoas estarem com dificuldade de acessar o sistema para fazer a inscrição. O mapeamento cultural em Rondônia que pode ser feito neste link. O Estado receberá 18 milhões e os municípios 12 milhões para serem repassados aos artistas e espaços culturais. Serão três parcelas do auxílio emergencial de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área cultural, além de um subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperavas e organizações comunitárias. Esse subsídio mensal terá valor entre R$ 3 mil e R$ 10 mil, de acordo com critérios estabelecidos pelos gestores locais. Quem pode se cadastrar como artista? Ensaiador, atriz, corógrafo, costureiro, músico, desinger, roadie, bailarina, fotógrafo, instrutora, figurinista, diretor, produtor, maquiadora, contra regra, editora, roteirista, poeta, escritor, cenógrafo, iluminador, entre outros. Espaços Culturais - cadastro Teatros independentes, academia de dança, estúdio fotográficos, sebos, associações culturais, produtoras, sedes de grupos, pontos de cultura, salas de leitura, dentre outros. Da Redação
- Rondônia é o primeiro estado a aderir programa de combate à corrupção
Lançado pela CGU, programa visa melhorar a gestão pública e fortalecer o combate à corrupção de municípios e estados em todo o Brasil Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 08:16 O governo de Rondônia, por meio da Controladoria Geral do Estado (CGE) assina termo de adesão ao “Programa Time Brasil” lançado pela Controladoria Geral da União (CGU) e visa melhorar a gestão pública e fortalecer o combate à corrupção de municípios e estados em todo o Brasil. “Esse programa vem de encontro com a diretriz do governador coronel Marcos Rocha, de transformar o Estado de Rondônia em referência nacional no combate à corrupção e transparência,” descreve controlador geral do Estado, Francisco Lopes Fernandes Netto. Segundo Francisco Netto, Rondônia foi o primeiro estado da federação a aderir ao Time Brasil, o termo de adesão foi assinado pelo governador e já publicado, composto por uma equipe de trabalho da CGE. “Assim o Time Brasil está formalizado em Rondônia. O interessante é que o Estado é o primeiro a aderir ao programa. Alguns municípios já tinham aderido, pois ele surgiu com a proposta para os municípios, mas em questão de Estado, nós fomos o primeiro,” explica o controlador geral. De acordo com o controlador geral as principais vantagens que o programa traz para o Estado é a implementação ao longo do tempo de boas práticas de integridade, por meio de atos normativos e através de fluxos de processos. “Então, o principal benefício que ele traz para o Estado é que no final nós teremos canais formalizados de promoção de formalidades dentro das secretarias,” esclarece controlador geral do Estado, Francisco Netto Além disso, Francisco Netto informou que a CGU sempre tem exportado conhecimento e colocado-se à disposição do Estado com o objetivo de agregar valor às suas organizações. “A integridade é o conjunto de ações que visa promoção da ética e o combate à corrupção. Isso melhora a transparência e o fomento ao combate à corrupção, a gente conta com apoio da CGU e mais uma vez seguindo o planejamento estratégico buscamos ser referência no Estado de Rondônia no Brasil,” finalizou Francisco Netto. Por Dhiony Costa e Silva
- PF desarticula esquema que roubou quase R$ 100 milhões dos Correios
Segunda fase da operação Postal Off investiga esquema envolvendo empresários e funcionários dos Correios Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 07:58 A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (4) a Operação Postal Off II, segunda fase de operação desencadeada em 06/09/2019, com a finalidade de desarticular organização criminosa que subfaturava valores devidos à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (EBCT), além de desviar para si grandes clientes no seguimento de postagem de cartas comerciais. Policiais federais dão cumprimento a 12 mandados de busca e apreensão, em São Paulo/SP, Praia Grande/SP, São Vicente/SP e Rio de Janeiro/RJ, em residências de investigados e sedes da EBCT. Em ambas as fases a investigação contou com a colaboração da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Também foram expedidos mandados de afastamento de funcionários dos Correios de suas funções, e deferidas medidas cautelares diversas da prisão, que determinam aos investigados restrições ao direito de ir e vir, bem como o compromisso de comparecimento a todos os atos do inquérito policial e de eventual processo criminal, sob pena de decretação de prisão. A investigação, iniciada em novembro de 2018 em Santa Catarina, em razão do primeiro indício de crime encontrado, evidenciou forte atuação do grupo nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro, o qual contava com a participação ativa de funcionários dos Correios, fazendo com que grandes cargas de seus clientes fossem distribuídas no fluxo postal sem faturamento ou com faturamento muito inferior ao devido. Na presente fase da operação, foram identificados indícios de participação de um empresário titular de agências franqueadas dos Correios e de sete funcionários da referida empresa pública, que atuavam auxiliando nas postagens ilegais e subsidiando interesses empresariais do grupo criminoso. Dados obtidos durante a investigação indicam que a organização criminosa causou um prejuízo ao patrimônio público estimado em 94 milhões de reais, sendo que a recuperação destes valores se encontra parcialmente garantida pelas medidas cautelares deferidas judicialmente na primeira fase da operação, que levaram ao bloqueio de bens dos investigados em valor aproximado de 55 milhões de reais, entre os quais carros de luxo, um iate, um avião, imóveis de alto padrão e contas bancárias com altos valores em depósito. Nos autos do inquérito policial em andamento os investigados foram indiciados, conforme a atuação de cada um, em crimes como corrupção passiva e ativa (arts. 317 e 333 do Código Penal), estelionato (art. 171, par. 3º, do Código Penal), violação de sigilo funcional (art. 325 do Código Penal) e formação de organização criminosa (artigo 2º da Lei nº 12.850/13). Da Redação, com informações da PF
- Subfinanciamento do SUS pressiona municípios a investirem mais
Pesquisa da Universidade Federal do Paraná já alertava para os efeitos da falta de recursos federais no SUS Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 07:47 Os repasses federais para a Saúde em tempos de pandemia evidenciaram ainda mais os problemas de subfinanciamento no setor e a necessidade do apoio da União. Se por um lado o Brasil foi revolucionário ao criar o Sistema Único de Saúde (SUS), espalhando por todo o país a garantia de atendimento médico à população, por outro, se viu em problemas para sustentar toda essa rede. O colapso provocado no sistema com a chegada do novo coronavírus já vinha sendo apontado há anos por organizações e especialistas, como um estudo da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em parceria com Harvard, realizado em 2019. O levantamento apontou que os gastos no SUS recuaram nos últimos 30 anos, afetando principalmente os municípios menores. Adriano Massuda, médico sanitarista, professor na UFPR e um dos responsáveis pela pesquisa, explica que foi feita uma análise do sistema, desde sua implantação, além de projeções para 2030 com base nos níveis de financiamento federal. Segundo Adriano, na análise histórica, a implantação do SUS foi extremamente importante para expandir os serviços de saúde no país. “Muitos municípios que na década de 1990 não tinham nenhum tipo de unidade essencial passaram a ter e o financiamento federal foi importante para isso, bem como para a criação da atenção básica da família’, explica. “Isso ampliou a cobertura vacinal, de pré-natal, enfim, gerou um impacto bastante significativo na mortalidade infantil, por exemplo. O Brasil foi um dos países que conseguiu a maior taxa de redução da mortalidade infantil entre 1990 e 2015. E muito disso se deve a implantação do SUS.” A análise para o futuro, no entanto, não é promissora. Apesar dos avanços, o sistema de saúde manteve fragilidades estruturais, entre eles o subfinanciamento público. O médico explica que a maior parte do gasto com saúde no Brasil é dirigido ao setor privado, que se destina a não mais que 25% da população brasileira. “A menor parte do gasto, em torno de 46%, se dirige ao gasto público e isso cobre toda a população, da vacina ao transplante”, destaca Adriano. “O Brasil tem nível de gastos comparável com outros países industrializados, 9% do PIB. O problema é como se dá esse gasto. O nível de gasto é muito desproporcional e explica esse subfinanciamento histórico público.” Congelamento Em resumo, a expansão que ocorreu desde a década de 1990 em todo o sistema de saúde que atende à população não foi sustentada por um aumento de aporte de recursos federais. E piorou em 2016 com a Emenda Constitucional nº 95, que instituiu um novo regime fiscal, determinando que as despesas primárias teriam como limite a despesa executada no ano anterior, corrigida apenas pela inflação. Na prática, a medida congelou as despesas primárias por duas décadas. “Analisando os cenários futuros, o que a gente observa é que a simples manutenção do recurso, como estava em 2016, corrigido só pela inflação, não é suficiente para manter os serviços. A tendência é haver uma redução de cobertura da saúde da família, o que vai impactar na cobertura vacinal, de pré-natal, afetando, principalmente, os municípios mais pobres, os que são mais dependentes de receita federal”, ressalta Adriano. De 2016 para cá o orçamento para a Saúde tem diminuído cada vez mais. Segundo o Conselho Nacional de Saúde (CNS), somente em 2019, a perda de investimentos na área representou R$ 20 bilhões. Em 2017, quando a emenda passou a vigorar, os investimentos em serviços públicos de Saúde representavam 15,77% da arrecadação da União. Já no ano passado, os recursos destinados à área representaram 13,54%. Se o governo aplicasse o mesmo patamar que aplicou em 2017 (15% da receita corrente líquida de cada ano), a Saúde teria um orçamento de cerca de R$ 143 bilhões, e não os R$ 122,6 bilhões aplicados. A expectativa de perdas com o congelamento de 20 anos no setor, segundo a CNS, pode ultrapassar os R$ 400 bilhões. Sobrou para os municípios Eduardo Stranz, consultor da Confederação Nacional de Municípios (CNM), explica que o sistema de financiamento da saúde pública é tripartite, ou seja, tem de ter recursos das três esferas do governo. A Emenda Constitucional nº 29, aprovada no final do ano 2000, definiu que União corrigiria anualmente o orçamento federal destinado à saúde pela variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB), os municípios deveriam reservar 15% da arrecadação para esse fim e os estados, pelo menos, 12% das suas receitas líquidas. A EC 95, no entanto, fez com que a União pagasse apenas o orçamento do ano anterior acrescido da inflação, o que gerou o grave subfinanciamento de todo o sistema. “Há menos recursos por parte da União no sistema, menos recursos dos estados, que estão todos quebrados, e os municípios que deveriam gastar 15%, gastam em média 22%. Tem município que gasta 30% ou 35% de suas receitas em saúde. Quem deveria financiar grande parte, que é a União, fica só coordenando e colocando cada vez menos dinheiro. E com a pandemia isso ficou ainda mais evidente”, ressalta. Tulio Carneiro, Secretário de Saúde de Conceição do Coité, na Bahia, lembra que além da emenda constitucional que congelou o repasse por parte da União se soma a outros problemas nos municípios, como a tabela SUS, que não sofre reajuste há bastante tempo. “Há anos não temos reajuste da Tabela SUS, no entanto, salários, materiais, tudo tem aumentado de preço constantemente. Nesse momento da pandemia está mais grave ainda por conta da escassez de EPIs”, relata o secretário. “Os problemas são vários. Por exemplo, aqui nós temos 15 equipes de Saúde da Família. Para o custeio de uma equipe se transfere, em média, R$ 13 mil. Apenas isso para pagar médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, material, pessoal de limpeza, medicamentos. Não é sustentável. O valor que recebemos é ínfimo frente ao valor que temos de completar. As maiores despesas ficam sempre com o município, que no nosso caso, reserva, pelo menos, 18% do orçamento para Saúde.” A pesquisa feita pela Universidade Federal do Paraná ligou o alerta no ano passado. E isso sem contar com a pandemia que viria. O estudo fez um conjunto de recomendações para que a situação não fique ainda mais grave. Entre elas estavam o fortalecimento do SUS como condição fundamental para a melhoria da saúde como um todo no país; maior aporte de recursos para a atenção básica; uma melhor integração entre os serviços, desde a atenção básica até o serviço hospitalar; e a definição de um padrão tecnológico definido nas ofertas de serviços do SUS. E agora que a pandemia desnudou ainda mais os problemas do subfinanciamento, o montante de recursos federais também precisará ser revisto. Por Brasil 61
- Marfrig faz doação para Secretaria Municipal de Saúde de Chupinguaia
No total, 4 900 máscaras, luvas, testes e aventais foram entregues ao órgão de saúde do município rondonense Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 07:26 A Marfrig, uma das líderes mundiais em carne bovina, realizou na última sexta-feira (31/07) a doação de 1.200 máscaras de proteção facial, 1.200 luvas descartáveis, 1.000 testes rápidos, 500 frascos de álcool gel, 500 aventais descartáveis e 500 protetores faciais à Secretaria de Saúde de Chupinguaia, em Rondônia. O objetivo é contribuir para a assistência aos pacientes de covid-19. A doação é uma das diversas iniciativas adotadas pela Marfrig, desde o início da pandemia, para auxiliar as comunidades nas quais a empresa está inserida. Nos últimos quatro meses, a companhia já distribuiu 100.000 testes rápidos ao governo federal, 27.000 frascos de álcool em gel para hospitais e instituições de caridade, além de 66 toneladas de alimentos a populações vulneráveis do Brasil e do Uruguai. O álcool gel distribuído em Chupinguaia é totalmente produzido pela companhia em sua unidade de Promissão, no interior de São Paulo. A Marfrig tem capacidade de produção de dez toneladas mensais do produto, que também vem sendo distribuído aos 18.000 colaboradores da empresa no Brasil. Além de contribuir para o combate aos efeitos da covid-19 nas diversas comunidades onde tem operações, a Marfrig adota todos os protocolos de segurança indicados pela OMS e pelas autoridades sanitárias para garantir a saúde de seus colaboradores. A empresa também está comprometida a testar todos os seus funcionários no país. Na última semana, os casos de coronavírus em Chupinguaia aumentaram em 5 vezes, passando de 31 casos no dia 23/07 para 155 casos neste 31/07. Da Redação
- Novo crédito oferecido pela Caixa pode levar à perda da casa própria
No empréstimo com garantia de imóvel Real Fácil Caixa, o banco público deixa de investir em políticas de habitação para população mais vulnerável Revista Imagem - Publicado em 04/08/2020 07:17 Pouco utilizada no Brasil, a Caixa decidiu revitalizar a modalidade de crédito pessoal home equity. Com o nome Real Fácil Caixa, o novo modelo utiliza imóveis urbanos livres de ônus para a obtenção de novos créditos junto ao banco público. O novo crédito já está valendo a partir desta segunda-feira (03). A justificativa do presidente do banco, Pedro Guimarães, para a nova linha seria de aproximar o mercado brasileiro ao que é feito em países desenvolvidos. No entanto, as famílias poderão estar perdendo seu principal bem: a casa própria. Para além desse fator, o banco público, mais uma vez, deixa de investir em políticas públicas de habitação para as famílias mais vulneráveis. O presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sérgio Takemoto, vê com muita preocupação as medidas anunciadas pelo presidente da Caixa. “A casa própria é o bem mais precioso de boa parte das famílias brasileiras. Submetê-lo à lógica puramente especulativa dos mercados financeiros não me parece razoável e é só isso que o presidente da Caixa faz desde que chegou ao Banco”, afirmou. Para a população que deseja contratar o crédito, o risco é altíssimo. Segundo o economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Sérgio Lisboa, para fazer o crédito pessoal Real Fácil Caixa é preciso atenção. "O risco de perder o imóvel é real. Ter o imóvel como garantida de crédito pessoal compromete o patrimônio das famílias durante anos, por isso, é preciso ter certeza da capacidade de pagamento. Em um contexto de crise econômica e desemprego, por exemplo, não existe a garantia que a renda irá se manter e sem o pagamento o imóvel poderá ser confiscado", avaliou. Investir nessa modalidade requer educação financeira e planejamento, algo que a população brasileira ainda faz pouco. Dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), mostraram que 62% da população brasileira não economizou em 2019 e entrou em 2020 sem qualquer reserva financeira para algum tipo de emergência. Lotes Outro anúncio foi a linha de financiamento de Lote Urbanizado e Construção Individual. Ambas as modalidades, com funding Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e reajuste pela Taxa Referencial (TR), estarão disponíveis para contratação também nessa segunda. A modalidade de financiamento Lote Urbanizado também carece de esclarecimentos da Caixa, uma vez que o financiamento de lotes não fomenta a geração de emprego e pode fomentar a especulação imobiliária. Na visão de Takemoto, moradia é um direito e a Caixa enquanto banco público deveria priorizar a população de baixa renda. "A Caixa deveria estar cumprindo sua missão social. Vamos utilizar os recursos de um banco público para estimular a especulação imobiliária nos grandes centros urbanos?”, questionou o presidente da Fenae. O exemplo americano O home equity é velho conhecido da economia americana, peça chave para explicar o estouro da bolha imobiliária e a crise de 2008. Dados do Federal Reserve (FED) informam que em maio de 2009, as operações de crédito garantidas por imóveis, estavam no patamar de S$ 611,3 bilhões. Em junho de 2020, dado mais recente disponível, essas operações eram de S$ 306,5 bilhões, uma queda aproximada de 50% no período. Esses empréstimos, que representavam 5% dos ativos bancários do país em 2009, agora respondem por menos de 2%, de acordo com a Federal Deposit Insurance Corporation - FDIC. Anos antes da crise, os bancos americanos ofertaram às famílias americanas uma enorme variedade de contratos financeiros de qualidade duvidosa que tinham, em última instância, imóveis como garantia. Os recursos foram usados inclusive para adquirir bens de consumo. Enquanto o mercado imobiliário estava aquecido e os imóveis das famílias se valorizavam, nada mais grave aconteceu. O problema foi quando o preço dos imóveis começou a despencar fazendo com que perdessem sua força como garantia para novos empréstimos. Todo o sistema foi abaixo e levou consigo as casas e com elas, grande parte das economias das famílias norte americanas. “As operações de home equity deixaram cicatrizes profundas na sociedade americana”, ressaltou o economista Sérgio Lisboa. Condições do Real Fácil Caixa A contratação do crédito pode ser feita nas agências da Caixa e nos correspondentes Caixa Aqui. E no site www.caixa.gov.br é possível fazer simulações do empréstimo. IPCA + juros A partir de 0,6% ao mês mais IPCA Até 180 meses de prazo Quota máxima de financiamento em relação ao valor do imóvel: 50% TR juros A partir de 0,7% ao mês além da TR Até 180 meses de prazo Quota máxima de financiamento em relação ao valor do imóvel: 60% Taxa fixa A partir de 0,8% ao mês Até 180 meses de prazo Quota máxima de financiamento em relação ao valor do imóvel: 60% Por Pamela Santos
- No topo: com 106 novos casos de covid-19, Vilhena bate novo recorde
Os casos de hoje superaram em 30% os 81 casos registrados há uma semana, até então o maior número registrado em 24 horas Revista Imagem - Publicado em 03/08/2020 21:37 Vilhena bateu novo recorde de casos de covid-19 registrados em um único dia. Nesta segunda-feira (03), o município registrou mais 106 pessoas infectadas por coronavírus. Foram 57 casos por RT-PCR, 42 por teste rápido e 6 por vinculo epidemiológico. Os casos de hoje superaram em 30% os 81 casos registrados há uma semana, até então o maior número registrado em 24 horas. Em relação a ontem quando foram registrados 52 novos casos, o aumento foi de mais de 100%. Com os casos registrados hoje, Vilhena chega a um total de 1.603 casos registrados de coronavírus, desde o dia 5 de abril quando foi descoberto o primeiro caso no município. Já as mortes por covid-19 somam 26 óbitos, sendo 21 mortes de vilhenenses e 5 óbitos de moradores de outras cidades. Na Central de Atendimento à Covid-19 14 pacientes estão internados, sendo 7 na UTI, 2 a mais que ontem. A taxa de ocupação na UTI mais uma vez bateu na trave para o lockdown, permanecendo em 70%. Por José Antonio Sant'Ana
- Detran-RO prorroga licenciamento de veículos com placas finais de 1 a 7
A alteração do calendário de licenciamento isentará somente a cobrança da taxa de licenciamento anual por exercício vencido Revista Imagem - Publicado em 03/08/2020 19:15 O Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran/RO) publicou a Portaria n. 750 de 28 de julho de 2020 que prorroga o licenciamento de veículos com placas finais 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 para 31 de agosto em cumprimento ao Decreto nº 24.887 de 20 de março de 2020 que declara Estado de Calamidade Pública em Rondônia para fins de prevenção e enfrentamento à pandemia causada pela Covid-19. A alteração do calendário de licenciamento isentará somente a cobrança da taxa de licenciamento anual por exercício vencido, de competência da autarquia referente ao exercício 2020. O diretor geral do Detran Rondônia, coronel Neil Aldrin Faria Gonzaga, explica que o usuário tem que ficar atento, pois a Portaria n. 750 da autarquia refere-se apenas ao licenciamento, único imposto de competência do órgão, os demais, inclusive o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), é de responsabilidade da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin). “O usuário tem que entrar na página da Sefin para saber se o IPVA foi prorrogado ou não, pois são tributos e instituições distintas com regras diferentes”, afirmou o coronel Gonzaga. O usuário que quiser pagar o licenciamento de seu veículo, basta acessar a página do Detran e imprimir as taxas. O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) pode ser impresso em casa, em folha de papel sulfite A4 pelo próprio usuário, não é mais obrigatório a impressão do CRLV em papel moeda. O usuário Também pode optar pelo CRLV Digital, basta acessar a Central de Serviços do Detran Rondônia e fazer o cadastro que é bem simples, a pessoa preenche os campos com dados pessoais: e-mail, número de telefone e uma senha para ter acesso ao sistema. IPVA TEM OUTRAS REGRAS Detran Rondônia esclarece que o Imposto sobre Propriedades de Veículos Automotores (IPVA) é um imposto estadual, onde 50% do valor do imposto pago vai para o governo do Estado e os outros 50% vai para os cofres do município onde o veículo foi emplacado. É um tributo estadual que deve ser pago todo ano por proprietários de veículos automotores. O valor do imposto é calculado com base no valor do veículo e sua quitação é um requisito para o licenciamento. É importante esclarecer que de todas as taxas pagas, apenas o licenciamento é do Detran, as demais taxas são de outros órgãos. Para saber qual o valor do IPVA do seu carro, basta acessar a pagina da Sefin e informar o número do renavam e a placa do veículo. Na página do Detran Rondônia basta informar a placa do veículo, o CPF do proprietário ou o número do renavam que o usuário terá acesso à taxa do licenciamento e também do seguro – Danos Pessoais causados por Veículos Automotores Terrestres (Dpvat) e taxa de vistoria do Corpo de Bombeiros. Na pagina do Detran Rondônia o contribuinte ao emitir a taxa de licenciamento encontra um ícone que direciona para a página da Sefin. Por Eleni Caetano
- Rondônia registrou 585 novos casos de covid-19 e mais 8 mortes
Com os números de hoje, Rondônia atingiu a marca de 872 mortes por covid-19 e 38.992 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 133 dias Revista Imagem - Publicado em 31/07/2020 19:17 Rondônia registrou 585 novos casos de covid-19 e mais 8 mortes pela doença nesta setxa-feira (31). Os dados são do boletim epidemiológico sobre o novo coronavírus divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia (Sesau). Em relação ao números de ontem, houve redução de 188 casos. Com os números de hoje, Rondônia atingiu a marca de 872 mortes por covid-19 e 38.992 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 133 dias (20/3). Deste total, 30.600 pacientes (76,25%) já são considerados curados. Porto Velho foi o município que teve mais casos registrados pela Sesau nas últimas 24 horas. Foram 267 registros. A capital totalizou 21.946 casos. Veja na tabela abaixo a situação dos 10 municípios com mais casos registrados em Rondônia. Os 8 óbitos registradas hoje foram dois 2 em Porto Velho, sendo uma mulher de 74 anos e um homem de 60 anos; um homem de 56 anos em Candeias do Jamari; um homem de 81 anos em Alto Alegre dos Parecis; uma mulher de 75 anos em Jaru; uma mulher de 59 anos em Ji-Paraná; um homem de 51 anos em Vilhena; e um homem de 68 anos em Rolim de Moura. Conforme investigação epidemiológica, um caso confirmado em Machadinho do Oeste, outro em Cujubim e dois em Pimenteiras do Oeste foram lançados em duplicidade no sistema, e foram retirados da contagem de hoje. Cone Sul Nesta sexta-feira, Chupinguaia voltou a registrar números preocupantes, foram mais 33 casos nas últimas 24 horas. Os demais casos de hoje foram registrados em Vilhena (55), Cerejeiras (4). Pimenteiras teve 2 casos retirados da sua contagem, por conta de registros em duplicidade. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o Cone Sul totaliza 1.891 casos diagnosticados. Individualmente, segundo o boletim estadual, os municípios tem: Vilhena: 1.378 casos Chupinguaia: 155 Pimenteiras: 111 Cerejeiras: 104 Colorado do Oeste: 80 Cabixi: 44 Corumbiara: 19 A Sesau registrou ainda uma morte em Vilhena, elevando para 33 o número de óbitos por covid-19 no Cone Sul: Vilhena: 20 óbitos Cerejeiras: 5 Pimenteiras: 3 Cabixi: 3 Corumbiara: 1 Chupinguaia: 1 Vale lembrar que todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Por José Antonio SantAna
- Rondônia tem dia abaixo da média, com 123 novos casos de covid-19 e 4 mortes
O estado atingiu a marca de 888 mortes por covid-19 e 40.016 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 136 dias Revista Imagem - Publicado em 03/08/2020 18:59 Rondônia registrou 123 novos casos de covid-19 e mais 4 mortes pela doença nesta segunda-feira (03). Os dados são do boletim epidemiológico sobre o novo coronavírus divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia (Sesau). Em relação ao números de ontem, houve redução de 266 casos. Com os números de hoje, Rondônia atingiu a marca de 888 mortes por covid-19 e 40.016 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 136 dias (20/3). Deste total, 32.127 pacientes (80,2%) já são considerados curados. Ariquemes foi o município que teve mais casos registrados pela Sesau nas últimas 24 horas. Foram 46 registros. Com os números de hoje, o município totalizou 2.758 casos. Veja na tabela abaixo a situação dos 10 municípios com mais casos registrados em Rondônia. Os 4 óbitos registrados hoje foram: uma mulher de 76 anos em Ariquemes, um homem de 64 anos em Guajará-Mirim, um homem de 52 anos em Ouro Preto do Oeste; e um homem de 72 anos em Jaru. Cone Sul Nesta segunda-feira, os municípios do Cone Sul registraram 11 casos: Vilhena (1), Cerejeiras (10). De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o Cone Sul totaliza 1.980 casos diagnosticados. Individualmente, segundo o boletim estadual, os municípios têm: Vilhena: 1.439 casos Chupinguaia: 168 Pimenteiras: 115 Cerejeiras: 114 Colorado do Oeste: 80 Cabixi: 45 Corumbiara: 19 A Sesau registra 35 óbitos por covid-19 no Cone Sul: Vilhena: 22 óbitos Cerejeiras: 5 Pimenteiras: 3 Cabixi: 3 Corumbiara: 1 Chupinguaia: 1 Vale lembrar que todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Por José Antonio SantAna
- Brasil tem 561 novas mortes por covid-19 e mais 16.641 casos da doença
O Brasil é o segundo país do mundo com maior número total de mortes e casos de covid-19 oficialmente notificados Revista Imagem - Publicado em 03/08/2020 18:38 Números do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda-feira (03/08) apontam que o Brasil teve 561 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos no país para 94.665. Segundo o órgão, o país teve 16.641 novos casos da doença, somando agora 2.750,318. Dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) referentes ao mesmo período demonstram uma leve diferença em relação aos números oficiais. Segundo o Conass, foram 556 novas mortes entre o domingo e a segunda-feira. Com isso, o total de óbitos pela doença oficialmente identificados seria de 94.660. De acordo com o levantamento das secretarias estaduais, o Brasil também registrou oficialmente 16.476 infecções pelo novo coronavírus, elevando o total para 2.750.153. Diversas autoridades e instituições de saúde em todo o país, no entanto, alertam que os números reais da doença devem ser maiores em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação. O Conass não informou o número de pessoas curadas no Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde, 1.912.319 já se recuperaram e outras 743.334 estão em acompanhamento. O Brasil é o segundo país do mundo com maior número de casos de covid-19 oficialmente notificados. Só está atrás dos Estados Unidos, que na quinta-feira cruzaram a marca de 4,6 milhões de casos. A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes chegou a 45,0. Em número total de óbitos, o país ocupa a segunda posição no mundo – também atrás dos EUA, que acumulam mais de 155 mil mortes. O Brasil já está há dois meses e meio sem um ministro da Saúde. O posto vem sendo ocupado interinamente desde 15 de maio pelo general Eduardo Pazuello, que não tinha experiência na área e indicou militares para quase todos os postos-chave do ministério. Na sua gestão, as mortes e novas notificações de casos dispararam no país. Foram quase 80 mil novos óbitos registrados desde que a pasta passou a ser gerida por Pazuello e dezenas de militares. Na prática, o ministério, sob os militares, vem referendando as diretrizes do presidente Jair Bolsonaro, que é contra medidas amplas de isolamento social e que promove a cloroquina como "cura" contra a covid-19, mesmo sem embasamento científico. Sob a intervenção pessoal de Bolsonaro e do Exército, o ministério também tentou esconder os números da pandemia no início de junho, mas voltou atrás após ordem do Supremo Tribunal Federal. Segundo a Universidade Johns Hopkins, 690 mil pessoas já morreram de covid-19 no mundo. O número de casos identificados chega a 18,1 milhões em todo o planeta. Por Deutsche Welle
- Vilhena: 15 pessoas são presas em mais uma "corona fest"
As denúncias davam conta de pelo menos 30 participantes na festa proibida Revista Imagem - Publicado em 03/08/2020 16:28 A Polícia Militar prendeu na noite deste domingo (02), 15 pessoas por desobediência à lei municipal que estabelece regras de distanciamento social. A lei proíbe festas e aglomerações com mais de 5 pessoas por conta da pandemia do novo coronavírus, mesmo assim reuniões como estas tem acontecido com frequência. A de ontem acontecia no bairro Nova Esperança, com direito a bebidas e som alto. Foi isso que incomodou muito os vizinhos, a ponto de várias ligações terem sido efetuadas para o telefone de plantão da PM. As denúncias davam conta de pelo menos 30 participantes na festa proibida. O dono da casa também vai responder por desacato, já que quando era conduzido para a delegacia de polícia xingou os policiais que atendiam a ocorrência. Da Redação
- PF apreende uma tonelada de cocaína na Operação Ostium
Com o apoio da FAB, além da apreensão, três homens foram presos por transportar a droga Revista Imagem - Publicado em 03/08/2020 16:09 A Polícia Federal apreendeu, na tarde de ontem (02), com apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) mais de uma tonelada de cocaína e prendeu em flagrante três homens responsáveis pelo transporte da droga. As prisões e apreensões ocorreram em duas ações desencadeadas no interior do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, respectivamente. Na primeira, um avião monomotor foi interceptado e recebeu ordem para realizar pouso obrigatório em Rondonópolis/MT. Após a abordagem realizada pela PF, com apoio do Grupo Especial de Fronteiras - GFRON/MT, foram encontrados, no interior da aeronave, aproximadamente 487 kg da droga que foram apreendidos. Dois homens que pilotavam o avião foram presos em flagrante pelos policiais federais. Na segunda ação, um avião bimotor foi interceptado em Três Lagoas/MS, recebendo ordem de pouso. O aterrissagem acabou ocorrendo nas proximidades da cidade de Dourados/MS. A bordo, os policiais federais encontraram cerca de 517 kg de cocaína. O piloto também foi preso em flagrante com o apoio da Polícia Militar do Mato Grosso do Sul. Nas duas ocorrências, as ações foram efetuadas a partir de dados de inteligência colhidos em investigações da PF e compartilhados com a FAB para que fossem executadas as medidas de identificação e localização das aeronaves que estavam com a droga. As ações fizeram parte da Operação Ostium, da FAB, deflagrada para coibir ilícitos transfronteiriços. A parceria entre PF e FAB na região tem possibilitado a identificação e interceptação de várias aeronaves utilizadas pelo tráfico de drogas, resultando em grandes apreensões na região. As aeronaves apreendidas pela PF, após os trâmites legais, poderão ser utilizadas no combate ao tráfico de drogas. Por Karine Melo
- Semter: Adjunta é nomeada como titular da pasta e anuncia metas
Vivian Bacaro é advogada com experiência em regularização fundiáreeeeewia e está na secretaria desde maio de 2019 Revista Imagem - Publicado em 03/08/2020 15:04 A advogada Vivian Bacaro foi nomeada nesta segunda-feira, 3, a titular da Secretaria Municipal de Terras (Semter), pasta na qual já exercia o cargo de secretária-adjunta desde maio de 2019. Os diversos programas de regularização fundiária da Prefeitura devem continuar a ser executados com ainda mais intensidade nos próximos meses. Vivian é graduada em Direito e advogada com pós-graduação em Direito do Estado (2005) e mestrado em Teoria do Direito e do Estado (2009). Secretária-adjunta na Semter desde o ano passado, exerce a docência no ensino superior da Rede Gonzaga de ensino superior, tendo experiência nas áreas de Direito Empresarial, Direito Civil, Direito Processual Civil e Regularização Fundiária. Até cerca de 30 dias atrás a titularidade da pasta era do então secretário municipal de Planejamento, Ricardo Zancan. Agora, ao retornar de licença maternidade, Vivian assume a secretaria. “Temos uma missão importante em dar a segurança jurídica aos proprietários de terrenos na cidade que podem ser beneficiados pelas leis de regularização fundiária. Há muitos anos e, às vezes, até décadas que milhares de moradores moram em casas que ainda não são, de direito, suas. Já entregamos mais de 500 títulos nos últimos dois anos, mas temos mais de mil prontos para serem entregues, o que deve acontecer nos próximos meses. Contribuir com esse processo é muito gratificante e agora pretendemos intensificar ainda mais este trabalho social importantíssimo”, revela Vivian. Durante a pandemia, a Semter mantém seu atendimento por agendamento para evitar aglomerações. Mais informações podem ser conseguidas pelos números 3321-1240 e 3919-7017 (WhatsApp). Por Herbert Weill
- Collor desviou recursos da Petrobras e da Caixa entre 2010 e 2016, diz PF
Polícia Federal suspeita que Collor tenha cometido crimes de lavagem de dinheiro e de peculato Revista Imagem - Publicado em 03/08/2020 15:59 Ex-presidente e senador desde 2007, Fernando Collor de Mello (PROS-AL) desviou recursos da Petrobras e da Caixa entre 2010 e 2016, de acordo com um relatório da Polícia Federal (PF) divulgado nesta segunda-feira (3) pelo jornal Folha de S. Paulo . A Polícia Federal suspeita que Collor tenha cometido crimes de lavagem de dinheiro e de peculato – desvio de recursos por agente público. Na época, Collor era filiado ao PTB, então partido de apoio aos governos petistas. A PF investiga contratos de R$ 2,55 milhões entre as estatais e o Instituto Arnon de Mello de Liberdade Econômica com inexigilbilidade de licitação – contratação que ocorre sem processo de licitação, devido à inviabilidade ou desnecessidade. Os contratos se referem ao desenvolvimento de projetos culturais entre 2010 a 2016. Do dinheiro, R$ 2,3 milhões teria vindo da Petrobras , entre 2010 e 2015, e R$ 250 mil da Caixa , em 2013. O instituto, que seria uma entidade sem fins lucrativos, leva o nome do pai de Collor e faz parte da Organização Arnon de Mello – que também integra um grupo de comunicação que tem Collor como seu sócio. O relatório da PF aponta que o dinheiro foi levado para empresas privadas do senador, como o jornal e a TV Gazeta de Alagoas, e para pessoas físicas próximas dele, como um de seus ex-assessores. O documento mostra que o recurso era "a mando e no interesse" do senador. Depois do valor ser recebido, havia movimentações bancárias sucessivas e fracionadas, em que este era transferido para empresas de Collor e ao ex-assessor. Dessa forma, "desvinculados do objeto dos contratos culturais de patrocínio". Collor e o instituto negam. Eles afirmam que os valores eram transferidos para reembolsar as empresas do senador por gastos com os projetos culturas. “Como se sabe, no poder público só se paga ao fornecedor do bem ou do serviço quando se executa [o projeto]. Os projetos culturais foram desenvolvidos e executados com recursos das empresas do grupo. Posteriormente à entrega das obras culturais, o instituto foi indenizado. Portanto era por demais justo que as empresas fossem reembolsadas com os recursos oriundos dos patrocínios”, alega a defesa de Collor . Por IG
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