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  • Bolsonaro assina MP para viabilizar vacina da Oxford contra covid-19

    A vacina da Universidade de Oxford está sendo testada no Brasil por meio de uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 17:00 O presidente Jair Bolsonaro acaba de assinar no Palácio do Planalto, a medida provisória destinando recursos para viabilizar a fabricação de vacina contra o novo coranavírus (covid-19) no país. A vacina contra a covid-19 foi desenvolvida pela Universidade de Oxford (Inglaterra) e está sendo testada no Brasil por meio de uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). As primeiras 30,4 milhões de doses vão chegar em dois lotes: metade, 15,2 milhões, em dezembro e a mesma quantidade em janeiro. “Com o avanço da ciência, acreditamos que, em dezembro, talvez, já passemos o ano novo de 2021 com pelo menos 15,2 milhões brasileiros vacinados para covid-19 e possamos juntos construir essa nova história da saúde pública do nosso país”, disse o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Correia. Além desses dois lotes, mais 70 milhões de unidades da vacina serão disponibilizadas gradativamente, a partir de março de 2021. O medicamento está sendo desenvolvido pela farmacêutica britânica AstraZeneca, em conjunto com a Universidade de Oxford, e já se encontra em fase de testes clínicos em vários países, incluindo o Brasil. Vacina de Oxford pode ser distribuída este ano A vacina contra o covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, com testes no Brasil, poderá ficar disponível à população ainda este ano. A afirmação foi feita por Maria Augusta Bernardini, diretora-médica do grupo farmacêutico Astrazeneca. O grupo anglo-sueco participa das pesquisas da universidade inglesa em parceria com Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Esperamos ter dados preliminares quanto a eficácia real já disponíveis em torno de outubro, novembro”, disse Bernardini. Segundo ela, apesar de os voluntários serem acompanhados por um ano, existe a possibilidade de distribuir a vacina à população antes desse período. “Vamos sim analisar, em conjunto com as entidades regulatórias mundiais, se podemos ter uma autorização de registro em caráter de exceção, um registro condicionado, para que a gente possa disponibilizar à população antes de ter uma finalização completa dos estudos”, acrescentou, destacando que os prazos podem mudar de acordo com a evolução dos estudos. Por Kelly Oliveira

  • Bolsonaro sanciona projeto de lei que prevê auxílio ao setor aéreo

    Em sua sanção, o presidente vetou três dispositivos do projeto de lei para adequação à constitucionalidade e ao interesse público Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 16:55 O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira (5), o projeto de lei de conversão que prevê providências e medidas emergenciais para o setor da aviação civil devido à crise resultante da pandemia da covid-19. O projeto de lei é originário da Medida Provisória nº 925/2020, que permitiu às empresas aéreas terem mais tempo para reembolsarem passageiros que cancelarem seus voos devido à pandemia, ampliando este prazo para 12 meses. Segundo a justificativa apresentada pelo governo, houve uma queda brusca na demanda do setor e as empresas aéreas tem enfrentado dificuldades para honrar seus compromissos. Durante a tramitação no Congresso, os parlamentares incluíram no projeto outras medidas de amparo às companhias aéreas, às concessionárias de aeroportos durante a pandemia e fez mudanças no Código Brasileiro de Aeronáutica. Em sua sanção, o presidente vetou três dispositivos do projeto de lei para adequação à constitucionalidade e ao interesse público. Foram vetados o Artigo 5 e os Parágrafos 2 e 3 do Artigo 9. Vetos Foi vetado o artigo que estabelecia aos aeronautas e aeroviários titulares de conta vinculada ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ficaria disponível o saque mensal de recursos, por trabalhador e até o limite do saldo existente na conta vinculada. O artigo que previa uma compensação ao setor para suavizar os efeitos da crise também foi vetado. Por Kelly Oliveira

  • Guedes diz que anunciará três ou quatro privatizações em até 60 dias

    Ministro não adiantou nome das empresas que serão privatizadas Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 16:51 O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou hoje (6) que, dentro de 30 a 60 dias, anunciará três ou quatro privatizações de grandes empresas. Ele participou de evento transmitido pela internet organizado pela Fundación Internacional para la Libertad (Fundação Internacional pela Liberdade), presidida pelo escritor peruano Mario Vargas Llosa, ganhador do Prêmio Nobel de Literatura. “Vamos anunciar três ou quatro privatizações de grandes companhias”, disse o ministro, que não anunciará os nomes das empresas neste momento. Ele disse acreditar no apoio do Congresso Nacional. Guedes afirmou que o presidente Jair Bolsonaro dá suporte para que o governo siga com as privatizações e com as reformas. O ministro disse ainda que, após os gastos extraordinários necessários para o enfrentamento da crise gerada pela pandemia de covid-19, o governo retomará em 2021 a trajetória fiscal, com redução de despesas. Ele citou que, se não fosse a crise gerada pela pandemia, o déficit primário (receitas menos despesas, sem considerar gastos com juros) ficaria em 1% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB). Com as despesas extraordinárias necessárias para o enfrentamento da crise, esse percentual deve ficar em 11%. “No próximo ano, vamos reduzir dramaticamente os gastos”, afirmou. Para o ministro, as medidas adotadas pelo governo para o enfrentamento da crise surtiram efeito, uma vez que as previsões de analistas econômicos para a queda da economia neste ano, que inicialmente superavam 10%, agora estão um pouco abaixo de 4%. “Perdemos um ano em termos de espaço fiscal, mas nós ganhamos milhões de vidas, a economia continuou com os sinais vitais preservados. Então, estou dizendo que o Brasil vai surpreender o mundo de novo. Surpreendeu no ano passado, quando nós fizemos uma reforma difícil [da Previdência], e vamos surpreender de novo deste ano, porque estamos votando propostas”, disse. Por Kelly Oliveira

  • "Já passou do tempo de se votar o impeachment", diz Lula sobre Bolsonaro

    "São mais de 46 pedidos e Maia não coloca nenhum em votação", diz Lula ao criticar presidente da Câmara por não colocar impeachment para votação Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 16:46 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou, nesta quinta-feira (6) em seu Twitter, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) por não ter enviado para votação um dos pedidos de impeachment contra Bolsonaro. "Já passou do tempo de se votar o impeachment", afirmou Lula . "São mais de 46 pedidos e o Rodrigo Maia não coloca nenhum em votação". Lula reafirmou sua opinião sobre a necessidade de um impeachment após a publicação de uma reportagem da revista Piauí que mostra que Bolsonaro tentou articular um golpe jurídico-militar contra o Supremo Tribunal Federal. "Quem leu a Piauí sabe que o Bolsonaro considerou dar um golpe no STF. Ele acha que o Brasil é dele", defende o petista. O ex-presidente também criticou o atual mandatário e a polarização. "Eu vivi um mundo em que as pessoas torciam pra times diferentes, cada um ia na sua igreja, e no final do dia conseguiam sentar na mesma mesa e se respeitar. E daí o mundo pariu o Bolsonaro . Mas eu acredito que esse mundo em harmonia é possível porque já vivi." Veja a publicação de Lula : Por IG

  • Secretário do Governo de SP é preso acusado de receber propina de R$ 1,4 milhão

    Propinas teriam sido recebidas de 2014 a 2018, quando Baldy foi secretário do governo de Goiás, deputado federal e ministro das Cidades Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 16:27 Ao pedir a prisão de Alexandre Baldy, o Ministério Público Federal elencou depoimentos de delatores ligados à organização social Pró-Saúde nos quais eles afirmam ter repassado 1,4 milhão de reais em propina ao atual secretário de Transportes Metropolitanos do governo João Doria, em São Paulo. Os pagamentos, afirma o MPF, teriam relação com a atuação de Baldy em um hospital estadual, na Junta Comercial de Goiás, estado de origem do político, e na Fiocruz. “O Ministério Público Federal relata a ocorrência das condutas delituosas de 2014 a 2018, sendo que nesse mesmo período, Baldy foi secretário do governo de Goiás, deputado federal e ministro das Cidades”, diz trecho da decisão do juiz Marcelo Bretas que autorizou a prisão temporária. Baldy foi preso nesta quinta-feira (6), em São Paulo pela Lava Jato do Rio, que já investigava as empresas que teriam pago propina ao ex-ministro por fraudes em contratos com o governo fluminense. Na casa dele, a Polícia Federal encontrou 90 mil reais em espécie, guardados em dois cofres. No caso do Hospital Hurso, Baldy recebeu propina de 500 mil reais para ajudar a destravar pagamentos atrasados do governo de Goiás para a Pró-Saúde, segundo o MPF. “De acordo com o assinalado pelos colaboradores e com os elementos trazidos pelo órgão ministerial, é provável que Baldy tenha influenciado nos pagamentos devidos à organização social pelo governo de Goiás e, em contrapartida, no segundo semestre de 2014, os gestores da OS Pró-Saúde tenham repassado ao Alexandre Baldy a quantia de 500 mil reais”, observou Bretas. Um dos delatores afirmou ao MPF ter feito as entregas de dinheiro pessoalmente a Alexandre Baldy em dois hotéis de Goiânia e no apartamento do ex-ministro, na capital de Goiás, no segundo semestre de 2014. O dinheiro, solicitado em um encontro em um shopping em São Paulo, seria destinado à campanha de Baldy a deputado federal. Os outros 900 mil reais, segundo o MPF, teriam sido repassados em parcelas em dinheiro vivo para Baldy pela sua atuação para favorecer uma empresa chamada Vertude em uma contratação feita pela Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz. De acordo com a investigação, a contratação foi feita a mando de Rodrigo Dias, que havia sido indicado por Baldy para a Fundação Nacional da Saúde, a Funasa, a qual a Fiocruz está vinculada. Dias recebeu 250 mil reais, diz o MP. Por IG

  • Hospital das Clínicas de Campinas começa testes de vacina contra covid

    Os trabalhos estão sendo conduzidos pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 16:19 O Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) iniciou hoje (6) os testes clínicos da vacina contra o novo coronavírus (covid-19). Os trabalhos estão sendo conduzidos pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Além de Campinas, outros cinco centros iniciam nesta semana as testagens da nova vacina. Ao todo, os experimentos serão feitos em 12 locais selecionados em todo o país, seis deles em São Paulo. No Hospital das Clínicas de Campinas os testes serão feitos com 500 voluntários. Os recrutados receberão duas doses da vacina em um intervalo de 14 dias, sendo que, metade vai receber um placebo (substância semelhante à vacina, mas sem efeito real). A partir da aplicação, eles serão monitorados por um ano pelo centro de pesquisa para avaliar se os que foram imunizados desenvolveram mais proteção contra o vírus do que aqueles que receberam o placebo. A vacina é inativada, ou seja, contém apenas fragmentos do vírus, inativo. Com a aplicação da dose, o sistema imunológico passaria a produzir anticorpos contra o agente causador da covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. O Instituto Butantan deve concluir em outubro ou novembro os testes com cerca de 9 mil voluntários em centros de pesquisas de seis estados: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Na China, o produto já foi testado em mil pessoas após ter apresentado bons resultados nos experimentos com macacos. Chamada de Coronavac, a vacina começou a ser testada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, em 21 de julho. Por Daniel Melo

  • Semtic: construção civil vive melhor momento dos últimos 6 anos em Vilhena

    Há quase o dobro de obras comerciais e residenciais em 2020 na comparação com anos anteriores Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 16:09 Vilhena está em ebulição. Mesmo durante a pandemia, o número de obras comerciais e residenciais particulares em andamento é quase o dobro neste ano em comparação com a média dos seis anos anteriores. Diversas obras de infraestrutura realizadas pelo Município recentemente estimulam construtores, empresas e moradores a investir na cidade, construindo como raramente se viu. Os dados compilados desde 2004 pela Secretaria Municipal de Planejamento (Semplan) foram analisados pela Secretaria Municipal de Turismo, Indústria e Comércio (Semtic). M² construídos A média mensal de metros quadrados (m²) construídos na cidade, residenciais ou comerciais, nos anos de 2019 e 2020 ficou em terceiro e quarto lugar, respectivamente em toda a série histórica de 17 anos da cidade, ficando atrás apenas de 2008 e 2013. No ano passado foram construídos, em média, 12,2 mil m² por mês e em 2020 o índice está em 11,1 mil m². Nos quinze anos anteriores a média foi de 9,8 mil m². O segundo pior ano da construção civil na cidade nestes quase 20 anos foi 2017, com apenas 7,3 mil m² construídos por mês, sendo o ano de 2006 o que registrou o menor índice mensal: 5,7 mil m². Analisando separadamente, as obras do setor comercial e residencial, é possível perceber que 2020 se destaca na terceira colocação do período quando o assunto é construção residencial, tendo apresentado média mensal de 7,5 mil m² construídos, contra 5,5 mil m² dos 16 anos anteriores e perdendo apenas para os anos de 2010 (8,5 mil m²) e 2013 (9,7 mil m²). No âmbito comercial, a construção civil em 2019 e 2020 também está acima da média dos últimos 15 anos, com destaque para 2019, que apresentou cerca de três vezes mais obras de empresas que em 2017, que foi o pior ano dos 17 considerados. Em todo o ano de 2019 foram construídos 62.433 metros quadrados em obras comerciais, contra apenas 22.047 em 2017. Isso coloca 2019 no quinto melhor ano da série histórica, quase empatado com o terceiro e quarto lugar (2012 e 2004, respectivamente), ficando atrás ainda somente de 2008 e 2013. Expedição recorde de alvarás Se houve aumento expressivo na metragem construída, houve elevação recorde na quantidade de obras iniciadas. Apenas de janeiro a julho de 2020 houve mais de 700 obras iniciadas no município, com expedição de alvará na Prefeitura. Isso dá média de 101 alvarás por mês neste ano, contra média de apenas 59 alvarás mensais desde que este dado passou a ser compilado pela Semplan, em 2014. Um aumento de 72%. Bom momento da cidade O secretário municipal de Turismo, Indústria e Comércio, Marcondes Cerrutti, destaca que o momento positivo da cidade está evidente nestes números. “Nossa cidade se tornou um canteiro de obras e o investidor acredita no crescimento do município. A Prefeitura iniciou grandes obras de infraestrutura, vários quilômetros de asfalto, drenagem, parques, estradas e muito mais. Tudo isso permite que as pessoas invistam mais, tenham estímulo para construir. Estamos também nos destacando como polo educacional, além de sermos o município que mais exporta no estado de Rondônia. Isso faz de Vilhena um dos melhores locais para se investir e construir no Estado”, conclui Marcondes. Neste sentido, de acordo com o setor de engenharia e projetos da Secretaria Municipal de Planejamento, a média mensal de asfaltamento em Vilhena mais que dobrou nos últimos 18 meses em relação aos anos de 2017 e 2018. Enquanto foram feitos 4,91 quilômetros de asfalto em 2017 e 2018 (média de 204 metros por mês), o ano de 2019 registrou 6,71 quilômetros e 2020 pouco mais de 1,2 quilômetros, totalizando 7,9 quilômetros, com média mensal 440 metros por mês no período, aumento de 116%. Vários quilômetros de pavimentação ainda devem ser concluídos este ano, bem como diversas licitações de asfaltamento. Por Herbert Weil

  • Quase 9 milhões perderam o emprego no auge da pandemia, aponta IBGE

    Com 83,3 milhões, número de ocupados no Brasil atinge menor nível desde a contabilização das estatísticas Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 15:33 A taxa oficial de desemprego do Brasil subiu para 13,3% no trimestre encerrado em junho, a mais alta em três anos, de acordo com dados oficiais divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (06/08). Durante este período marcado pelo surto de covid-19 no país, 8,9 milhões de postos de trabalho foram fechados. O dado representa um aumento de 1,1 ponto percentual em relação ao trimestre anterior encerrado em março (12,2%) e de 1,3 ponto percentual em relação ao mesmo trimestre de 2019 (12%). Trata-se da maior taxa de desemprego desde o trimestre terminado em março-maio de 2017, quando a taxa também ficou em 13,3%, segundo o IBGE. O instituto afirmou que 12,8 milhões de pessoas estão procurando emprego no Brasil. A chamada taxa de população desocupada apresentou estabilidade na comparação com o trimestre de janeiro a março (12,9 milhões) e também igual ao trimestre correspondente do ano anterior (12,8 milhões). A população ocupada som 83,3 milhões de pessoas e chegou ao menor nível da série histórica iniciada em 2012, com redução de 9,6% (8,9 milhões de pessoas a menos) em relação ao trimestre anterior. Tanto a quantidade de pessoas ocupadas quanto o tamanho percentual da redução são novos recordes negativos. Em outras palavras: quase 9 milhões de pessoas perderam seus empregos durante os meses agudos da epidemia de covid-19 no Brasil. Estima-se que a taxa de desemprego só não está maior porque muita gente deixou de procurar emprego ou simplesmente não estava disponível a trabalhar em meio à epidemia. Na quarta-feira, o Banco Central reduziu sua taxa básica em 0,25 pontos para 2% - uma baixa histórica – numa tentativa de reanimar a economia, enquanto o número de mortos pelo novo coronavírus se aproxima da marca de cem mil no país. A produção industrial caiu 10,9% no primeiro semestre do ano em comparação com os primeiros seis meses de 2019, apesar de uma forte recuperação de 8,9% em junho. Analistas consultados pela pesquisa semanal do Banco Central preveem que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil contraia 5,66% neste ano, previsão menos pessimista do que há um mês, quando era de 6,5%. Por Deutsche Welle

  • Terceira parcela do cartão alimentação será liberada na segunda

    Programa contempla aproximadamente 48,7 mil estudantes em situação de vulnerabilidade, da rede pública de Rondônia Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 15:20 Na próxima segunda-feira (10), a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) inicia a liberação de novos créditos do cartão alimentação às escolas que têm alunos enquadrados em situação de vulnerabilidade social, cadastrados no Programa Bolsa Família. O saldo total dos cartões distribuídos deverá ser utilizado até o dia 15 de setembro, conforme a Controladoria Geral do Estado (CGE). O cartão alimentação está incluso no programa federal suplementar à educação. Segundo o Ministério da Educação (MEC), atualmente o país distribui mais de dez bilhões de lanches nessa modalidade. Garantido pela Constituição Federal, o cartão alimentação escolar é um direito, na condição de programa suplementar à educação. “Foi pensando em amenizar os impactos causados pela pandemia que o Governo de Rondônia buscou meios de implementar medidas em favor da população escolar, cujas famílias têm mais dificuldades em acessar alimentos”, explica a gerente de programas da Seduc, Jaqueline da Silva Almeida. Conforme a gerente, a iniciativa regulamentada por decreto visa dar continuidade ao apoio nutricional que os programas de alimentação escolar já fornecem. “É uma forte contribuição para o crescimento, o desenvolvimento biopsicossocial e a segurança alimentar dos nossos estudantes, levando em consideração o atual período em que muitas famílias estão fragilizadas, precisando de um olhar diferenciado”. Utilizando recursos próprios, o governo estadual mobilizou a Seduc para o fornecimento do cartão alimentação, que já contempla aproximadamente 48,7 mil estudantes, que constavam nas fichas de matrículas do diário eletrônico das escolas, identificados como beneficiários do programa Bolsa Família. Considerando-se que o processo para contratação da empresa especializada na prestação, administração, gerenciamento e fornecimento de cartões tarja magnética, previa o atendimento para 48.775 alunos, após ratificação e período estabelecido de entrega, a Seduc obteve um saldo para novas solicitações de saldo ou cartões de 8.128 alunos. Estabeleceu-se o envio de novas solicitações das Coordenadorias Regionais de Educação (Cres) para análise e emissão de novos cartões. A equipe técnica da sub-gerência de Alimentação Escolar realizou as devidas conferências para validação dos dados, e envio da demanda à empresa contratada para emissão dos cartões alimentação, e posterior entrega aos pais ou responsáveis legais dos beneficiários. A previsão de entrega dos cartões junto às regionais é para a terceira semana do mês de agosto e eles terão até o dia 15 de setembro para utilizar o saldo total do cartão, visto que após o referido período o saldo expirará. Todos os pagamentos trazem a identificação dos estabelecimentos comerciais onde foram comprados os alimentos e os gestores. Prorrogação Considerando que houve a prorrogação do período de suspensão das aulas da rede estadual por mais um mês, foi estendido o prazo de vigência do contrato por mais um mês e acréscimo de valor de 50% do contratado, para cobertura de mais uma parcela, ou seja, será creditada a terceira parcela, com fundamento legal amparado nas leis do enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus, com redação alterada pela Medida Provisória nº 926, de 2020. Terceira parcela Os créditos referentes à terceira parcela, estarão disponíveis em cada cartão alimentação escolar, a partir das 13 horas de segunda-feira (10). Considerando nota técnica emitida pela CGE, os saldos de créditos disponibilizados nos cartões alimentação escolar deverão ser utilizados até o dia 20 de agosto, para os cartões entregues no 1º lote, e para os alunos beneficiados no 2º lote, o qual será encaminhado pela empresa às regionais na próxima semana, os pais ou responsáveis legais terão até o dia 15 de setembro para utilizar o saldo total. Após as datas preestabelecidas, os saldos expirarão. O total de 127 mil alunos, que não se enquadram em vulnerabilidade social, não foram contemplados, porém, serão atendidos com kits de gêneros alimentícios adquiridos com recursos do PNAE. Por Montezuma Cruz

  • Extensão de rede d'água beneficia agroindústrias e comunidade rural em Vilhena

    Obras em cerca de dois quilômetros em Novo Plano e Baixadão beneficiam moradores e homens do campo Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 15:00 Dando continuidade ao trabalho para atender os pequenos agricultores de Vilhena e levar água de excelente qualidade as famílias na área rural, o diretor geral do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), Maciel Wobeto, o secretário municipal de Obras e Serviços Públicos, Paulinho Coelho e o diretor adjunto do Saae, Flávio Goldbeck, acompanharam o resultado da execução do serviço realizado no distrito de Nova Conquista e na comunidade do Baixadão. Conforme as informações do diretor geral, mais de 30 famílias foram beneficiadas com o trabalho de rebaixamento e extensão da rede de abastecimento de água. “São famílias que precisam de água para irrigar as hortaliças, alimentar o gado leiteiro. Além disso durante a nossa visita ao local encontramos agroindústria cerealista de feijão instalada que também foi beneficiada com a ampliação da rede de água”, disse Maciel. Paulinho explicou que o trabalho da Obras, em parceria com o Saae, é apoiar os serviços com máquinas que nivelam as linhas e melhoram o tráfego nas estradas rurais do setor. “A parceria consiste em auxiliar o Saae para reparar os danos à via com a abertura de rede, visto que para instalar as tubulações é necessário que seja perfurado grandes extensões de solo”, conta. A ação faz parte do cronograma de trabalho na área rural que deve se intensificar até o fim do ano, como explica o adjunto Flávio Goldbeck. “O cronograma consiste em dar continuidade ao atendimento ao setor rural do município e também está no planejamento mais uma perfuração de um poço semi-artesiano ainda para este ano”, concluiu. Por Herbert Weil

  • MP cobra desconto de mensalidades das faculdades de Vilhena

    Ação foi instaurada contra 11 instituições instaladas no município; Lei Estadual torna obrigatória a redução proporcional de mensalidades Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 10:00 O Ministério Público de Rondônia ajuizou ação civil pública contra 11 instituições de ensino superior instaladas no Município de Vilhena, em que requer, em caráter liminar, a redução das mensalidades cobradas dos estudantes, em percentuais que variam de 10% a 30%, diante das recentes modificações na prestação dos serviços de educação, decorrentes das medidas de distanciamento impostas pela pandemia do coronavírus. A ação foi proposta pelo Promotor de Justiça Paulo Fernando Lermen, após aportarem à Promotoria de Justiça diversas denúncias acerca da não observância à Lei Estadual nº 4.793/2020, que torna obrigatória a redução proporcional de mensalidades, por diversas instituições de ensino superior da cidade, ainda que tais estabelecimentos estejam fornecendo serviços educacionais por meio de plataformas digitais e não mais em modalidade presencial, alterando de maneira significativa a natureza do serviço contratado. Promulgada em junho deste ano, a norma estadual obriga instituições de ensino da rede privada a concederem descontos durante o período em que durar o plano de contingência do coronavírus, implementado pelo Poder Executivo Estadual. Na ação, o MP requer, liminarmente, entre outras medidas, que seja concedido aos estudantes o desconto de 10%, no caso de faculdades particulares que compõem o polo passivo, com até 500 acadêmicos; 20% de desconto, no caso das faculdades que compõem o polo passivo, com 501 a 1000 acadêmicos e, ainda, 30%, no caso das faculdades que compõem o polo passivo, com mais de 1001 acadêmicos. Para o Ministério Público, não é justo que instituições de ensino superior cobrem do consumidor valores integrais  por um serviço que difere do contratado. O MP também destaca as dificuldades que acadêmicos vêm enfrentando para se adaptarem às diversas mudanças implementadas durante o período de pandemia, dentre as quais, as perdas no sistema de interação com os professores no processo de ensino-aprendizagem. Figuram no polo passivo da ação, a Faron;  Fasa; Iesa/Fama; Avec; Unesc/Vilhena; Fimca/Vilhena; Claretiano/Vilhena; Unip/Vilhena; Unopar/Vilhena; Fael/Vilhena e Uninter/Vilhena. Da Redação, com informações da assessoria

  • Defensora Pública de Colorado vira referência na luta pela inclusão Social

    Flávia Albaine, que atua em Colorado do Oeste, é criadora do projeto Juntos pela Inclusão Social Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 09:42 Mesmo que o Brasil tenha seus altos e baixos quando se fala em educação, saúde, economia e tantos outros itens que fazem parte da vida dos cidadãos, alguns profissionais comprovam que o trabalho feito com dedicação traz ótimos resultados. Flávia Albaine, Defensora Pública de Rondônia e criadora do projeto Juntos pela Inclusão Social, mesmo antes de ingressar na faculdade de Direito já tinha como meta lutar em prol dos mais vulneráveis. Hoje, produz rodas de conversas, palestras, participa de eventos e escreve diversos artigos – tanto com linguagem acessível para as pessoas de fora do círculo da legislação, quanto para publicações da área – abordando a inclusão social. “O Projeto Juntos pela Inclusão Social tem como um de seus objetivos principais a educação em direitos da população, ou seja, levar o conhecimento jurídico à população para que ela se informe de quais são os seus direitos e de como concretizá-los, além de causar reflexões sobre diversos temas sociais e jurídicos, despertando a consciência crítica de quem acompanha as informações”, ressalta. A educação inclusiva é um dos maiores passos para que haja uma sociedade mais preparada para entender a expressão “todos somos iguais”. Então, nesse contexto, Flávia une sua função como Defensora Pública e também como idealizadora de um projeto que busca mais inclusão para ganhar ainda mais forças. Por exemplo, como Defensora ela foi às ruas do município de Colorado do Oeste, onde atua, com alguns profissionais da área da saúde para saber dos moradores de rua os motivos que faziam com que eles estivessem ali, avaliar o estado médico de cada um dos que se dispuseram a conversar com eles e também possíveis maneiras de tirá-los daquela situação. Participou do “Bate-Papo Jurídico Universitário sobre Cotas em Universidades Públicas e Inclusão de Alunos com Deficiência” e palestrou sobre Inclusão Social no Instituto Federal de RO, foi integrante do evento “Diálogo da Defensoria Pública com pais e educadores sobre Educação Inclusiva e Bullying” na Escola Manuel Bandeira, falou sobre o que faz a Defensoria Pública e qual a importância desse trabalho na Rádio Líder FM, de Cerejeiras, entre outros. “Como Defensora Pública, ressalto que a educação em direitos é uma das formas de acesso à justiça. Ademais, é objetivo da Defensoria Pública a promoção, a conscientização dos direitos humanos, da cidadania e do ordenamento jurídico”, pontua. Já com seu projeto, é bastante ativa nos acontecimentos de sua comarca, como o AMA Cone Sul – de mães e filhos com autismo – em que recentemente fez uma homenagem a todos eles no “Dia do Orgulho Autista”, e também produz conteúdo on-line para todo o Brasil, onde leva informações por meio do Instagram, Fan Page, canal do YouTube e diversas lives, sempre abordando temas que despertem o interesse de todos, já que um dos seus objetivos é levar a reflexão de que a sociedade é que precisa se preparar para receber a pessoa com deficiência da melhor maneira possível e não a pessoa com deficiência que precisa se moldar à sociedade. “A educação em direitos sempre foi feita de forma presencial (tais como seminários, rodas de conversas e outros) e de forma virtual. Entretanto, diante do cenário de pandemia que estamos vivenciando no momento, tivemos que investir bastante na forma virtual e suspender temporariamente as atividades presenciais. Nesse sentido, estamos nas redes sociais e no canal do YouTube postando posts explicativos, vídeos sobre temas a serem refletidos e entrevistas de convidados por meio de lives”. Da Redação, com informações da assesoria

  • DER divulga passo a passo para inscrição do Processo Seletivo 2020

    O edital prevê a contratação de mais 200 vagas para atuar nas residências regionais do Departamento Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 08:24 O Governo de Rondônia, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem e Transportes (DER), abriu, na segunda-feira (3), as inscrições do processo seletivo 2020. Para sanar as dúvidas dos candidatos interessados, como também facilitar o processo de inscrição, a Gerência de Tecnologia da Informação (GTI/DER) produziu um vídeo explicativo com o passo a passo da inscrição on-line. As vagas são para a contratação de laboratorista de solo, topógrafo, oficial de manutenção em lubrificação, oficial de manutenção em borracharia, mecânico de máquinas pesadas, motorista de veículos pesados, operador de máquinas pesadas, auxiliar em serviços gerais (atividade de campo) e auxiliar de serviços técnicos, por tempo determinado, conforme dispõe no Edital Nº 1/2020/DER-CGP de 3 de agosto de 2020. O edital prevê a contratação de mais 200 vagas para atuar nas residências regionais do DER nos municípios de Porto Velho; Colorado do Oeste; Ariquemes; Ouro Preto do Oeste; Cacoal; Rolim de Moura; Machadinho do Oeste; Alvorada d’Oeste; Buritis; Ji-Paraná; Vilhena; Pimenta Bueno; Jaru; Buritis e São Francisco do Guaporé. As contratações decorrentes deste edital serão realizadas através de Contrato por tempo determinado, para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transporte, conforme alínea “a” do inciso III, do artigo 2º da Lei n. 4.619, de 22 de outubro de 2019, durante o prazo de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período. Inscrições As inscrições deverão ser feitas em dois momentos. O primeiro, de caráter parcial, por meio do portal do DER (http://seletivo2020.der.ro.gov.br) até o próximo domingo (9), quando o candidato passará informações cadastrais e curriculares. No segundo momento, de caráter final, se dará a entrega dos seguintes documentos: RG; CPF; comprovante de residência; comprovante de escolaridade; Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria D, se for o caso (Operador de Máquinas Pesadas); comprovante de participação em cursos na área pretendida, se tiver; comprovante de experiência profissional; anotação em CTPS ou declaração emitida por pessoa jurídica. O gerente da informação, Alex Andrade, também informou que as dúvidas podem ser sanadas pelo contato: (69) 3216-7372 das 07h30 às 13h30, horário do expediente. “Estamos trabalhando para garantir que todos os interessados tenham a oportunidade de realizar a inscrição com sucesso. Essa é uma grande oportunidade de trabalho e, o processo de inscrição já foi finalizado por 626 candidatos”. Por Gabriela Mourão

  • Operação apreende cocaína avaliada em quase R$ 1 milhão em Rondônia

    Cocaína estava escondida em compartimento secreto de veículo e seria levada para o estado do Mato Grosso Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 08:15 A integração entre forças de segurança pública é atividade que gera resultados bastante positivos para a sociedade e na tarde dessa quarta-feira (05), em mais uma atividade de união de esforços, policiais interceptaram um carregamento de 16 quilos de cocaína. Em operação integrada entre agentes da Polícia Rodoviária Federal (Ariquemes e Guajará Mirim), Polícia Militar de Rondônia (Ariquemes e Machadinho do Oeste) e BPFron (Mato Grosso), um casal foi preso por tráfico de drogas. O material ilícito era transportado em um compartimento secreto, no painel do veículo no qual a dupla viajava, e seria levada para o estado do Mato Grosso. Cães farejadores da Polícia Militar de Ariquemes auxiliaram na descoberta dos 16 tabletes de drogas ilícitas que, segundo estimativa do Departamento de Polícia Rodoviária Federal, poderia render mais de R$ 800 mil aos criminosos. Da Redação, com informações da PRF

  • Apreensão de armas pela PRF em Rondônia aumentou 340%

    Foram apreendidas 85 unidades entre fuzis, carabinas, espingardas, pistolas e revólveres; uma arma a cada 3 dias Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 07:56 Dando sequência às pautas especiais sobre os resultados obtidos no ano de 2020, a Superintendência de Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia apresentou os números referentes a apreensões de armas de fogo registradas nas rodovias federais de todo o estado. O novo modelo de policiamento, baseado em inteligência policial orientada por tecnologias, aliado ao aumento do efetivo, planejamento estratégico descentralizado e forte gestão de equipes foi fundamental para a consolidação dos resultados apresentados. Em 2019, nos primeiros seis meses, foram apreendidas 25 armas de fogo. Já no mesmo período de 2020 foram retiradas das ruas 85 armas, o que corresponde a uma apreensão a cada 72 horas. Na comparação dos dois períodos o aumento de apreensões foi de 340% As armas apreendidas pela PRF em Rondônia foram: Carabina (3); Fuzil (4); Pistola (12); Revólver (28), e Espingarda (38). Na maior parte das ocorrências, foram registrados crimes de porte ilegal de arma de fogo, situação na qual uma pessoa, sem autorização legal para estar com uma arma é flagrada, transportando-a em veículo, bagagem ou ainda, trazendo-a junto ao corpo. Da Redação, com informações da PRF

  • Vilhena registra mais uma morte por covid-19 e 39 novos casos nesta quarta

    O município soma 29 óbitos, sendo 24 mortes de vilhenenses e 1.713 pessoas contaminadas pelo novo coronavírus Revista Imagem - Publicado em 05/08/2020 21:16 Vilhena registrou mais 1 óbito por covid-19 e mais 39 novos casos de covid-19 nesta quarta-feira (5). Foram 3 por RT-PCR, 31 por teste rápido, 4 por vínculo epidemiológico e 1 por análise clínica-epidemiológica. Os dados são do boletim municipal sobre o coronavírus, da Secretaria de Saúde de Vilhena. Ontem o município registrou 71 pessoas infectadas. O paciente que veio a óbito hoje tinha 71 anos e era do sexo masculino. Morador do bairro Cristo Rei ele foi diagnosticado com covid-19 no dia 20 de julho, precisando ser internado na Enfermaria da Central de Atendimento à Covid-19, já no dia dia seguinte. Apresentando piora nos sintomas, ele foi transferido para a UTI da unidade no dia 25. No dia seguinte teve de ser intubado. Sem revelar melhora no quadro clínico, o paciente não resistiu e veio a óbito hoje, após 11 dias de internação. Vilhena soma 29 óbitos, sendo 24 mortes de vilhenenses e 5 óbitos de moradores de outras cidades. Já o número de casos chega a um total de 1.713 pessoas contaminadas pelo coronavírus, desde o primeiro caso descoberto há 122 dias (5 de abril). O município é o quarto do estado em número de casos confirmados da doença. Rondônia registrou até hoje 42 mil casos confirmados e 918 óbitos. A secretaria municipal de Saúde ainda investiga 36 casos suspeitos de contaminação. Entre os contaminados, 487 casos ainda estão ativos, já 1.202 casos são considerados recuperados em Vilhena. A Central de Atendimento da Covid-19 tem 15 pacientes internados, sendo 5 na UTI - um a menos que ontem. A taxa de ocupação de leitos de UTI da Central da Covid-19 é de 50%. Por José Antonio Sant'Ana

  • Brasil registra novo aumento nas mortes diárias por covid-19

    País soma mais de 1,4 mil óbitos em 24 horas e se aproxima da marca de 100 mil vítimas; Mundo ultrapassa 700 mil mortes. Revista Imagem - Publicado em 05/08/2020 17:59 As contagens diárias dos dados da epidemia de covid-19 divulgadas pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde voltaram a apresentar diferenças no número de vítimas e casos nesta quarta-feira (05/08), dia em que o mundo superou a marca de 700 mil mortos pela doença. Segundo o Conass, o Brasil teve 1.469 mortes nas últimas 24 horas, elevando o total para 97.288. Já os dados do Ministério apontam 1.437 óbitos entre a terça e a quarta-feira, com o país somando 97.256 vítimas. A última contagem diária de casos realizada pelas secretarias estaduais é de 56.951 (total de 2.858.872), enquanto a do governo federal soma 57,152 (total de 2,859,073). As diferenças nos números se explicam pela demora na entrega de dados por parte de algumas cidades ou estados. Diversas autoridades e instituições de saúde em todo o país, no entanto, alertam que os números reais da doença provocada pelo coronavírus Sars-Cov-2 devem ser maiores em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação. O Brasil é o segundo país do mundo com maior número de casos de covid-19 oficialmente notificados, atrás somente dos Estados Unidos, que superaram a marca de 4,8 milhões de infecções. O país também ocupa a segunda posição no mundo em relação ao total de óbitos, também atrás dos EUA, que acumulam mais de 157 mil mortes. No cálculo por 100 mil habitantes, o Brasil aparece em 11° lugar (45,74), segundo a avaliação da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos. Nações europeias duramente atingidas pela doença, como o Reino Unido (69,63) e a Bélgica (86,25), ainda aparecem bem à frente, mas esses países começaram a registrar seus primeiros casos entre três e quatros semanas antes do Brasil. Segundo a Universidade Johns Hopkins, 702 mil pessoas já morreram de covid-19 e número de casos identificados chega a 18,6 milhões em todo o planeta. Por Deutsche Welle

  • Tensão e insegurança marcam o aniversário do Inpe nesse mês

    Instituto que monitora desmatamento e queimadas na Amazônia completa 59 anos sob ataques da presidência e reestruturação Revista Imagem - Publicado em 05/08/2020 17:55 Ao completar 59 anos neste mês de agosto, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) não foi palco de celebrações animadas, mas de tensão entre pesquisadores e funcionários. Em trabalho remoto devido à pandemia, a maioria de seus cientistas acompanha de longe a reestruturação em curso chefiada pelo coronel da Aeronáutica Darcton Policarpo Damião, que comanda o instituto interinamente há um ano. Durante evento comemorativo na segunda-feira (03/08) transmitido pela internet, Damião disse que o Inpe fica mais "horizontalizado” com a reforma, que teve "a participação de todas as áreas do instituto”. Essa versão é contestada por funcionários e pelo Sindicato dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial (SindCT). "Ainda não sabemos qual será o efeito dessa reestruturação. Tudo saiu da cabeça dele [Damião] e do ministro [Marcos Pontes, da Ciência], sem discutir com as instâncias internas de decisão, como o Conselho Técnico Cientifico. A proposta não passou pelos comitês assessores internos”, afirma Acioli Antonio de Olivo, pesquisador aposentado e membro da diretoria do sindicato. O medo é que, por trás das mudanças anunciadas, esteja a intenção de impor um controle absoluto dos dados gerados pelo Inpe que vêm gerando problemas de imagem para o governo de Jair Bolsonaro, especialmente no exterior: o índice de desmatamento. "O que está em jogo é minar e enfraquecer as estruturas que funcionavam desde a fundação do Inpe e que geram esse dados”, analisa Gilberto Câmara, cientista e ex-diretor do instituto. "Só pode ser isso”, disse à DW Brasil. Em 2019, a Amazônia foi palco do maior desmatamento dos últimos dez anos, com perda de uma área de 10.129 quilômetros quadrados (quase o dobro da área do Distrito Federal). Em 2020, as taxas têm aumentado mês a mês. É algo que gera muitas críticas internacionais a Bolsonaro, com cada vez mais investidores ameando retirar dinheiro do país caso o cenário não seja revertido. O ex-diretor Câmara, que atualmente dirige o Secretariado do Group on Earth Observations (GEO, grupo de observação da Terra, baseado em Genebra e formado por dezenas de países e organizações), é um dos nove candidatos à chefia do Inpe, que está em processo de busca de um novo diretor. O militar Damião, que assumiu o posto interinamente após a exoneração de Ricardo Galvão em agosto de 2019, também concorre para a vaga fixa. Mudanças na área de pesquisa ambiental Assim que chegou ao instituto, Damião anunciou que havia recebido do ministro Marcos Pontes, a incumbência de conduzir uma reforma. Questionado à época sobre os motivos e os detalhes da reestruturação, o coronel dizia ainda não ter um plano definido. "Nenhum estudo detalhado em que se apontam as fragilidades foi apresentado. Criou-se uma estrutura paralela em que ele começou a chamar algumas pessoas para fazer uma discussão privada”, afirma Olivo, do SindCT. Quase um ano depois, Damião detalhou que reagruparia as 15 coordenações em oito órgãos subordinados à direção. Isso provocou a exoneração de Lubia Vinhas da coordenadoria-geral do grupo de Observação da Terra, sistema responsável pelo monitoramento do desmatamento da Amazônia. A saída da pesquisadora do posto, em julho, ocorreu logo após a divulgação de mais uma alta na destruição na floresta. Diante da repercussão do caso, Marcos Pontes negou que a exoneração tivesse ocorrido em retaliação à divulgação dos dados. Com a reforma, a Coordenação de Observação da Terra deixa de existir e passa a fazer parte de uma nova diretoria, Ciências da Terra, que agregou também o Centro de Sistemas Terrestres, focado em estudos de mudanças climáticas, e o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos. "Vão diminuir as coordenações nas áreas em que o Inpe tem maior protagonismo: mudanças climáticas, observação da terra. É que os resultados das pesquisas que eles produzem não são de agrado deste governo. Todos nós sabemos que ele não importa com as questões ambientais e é negacionista”, opina Olivo. Muitos pesquisadores e pesquisadoras ouvidas pela reportagem na condição de anonimato dizem que há uma articulação fora do Inpe para retirar do instituto os projetos de monitoramento do desmatamento e das queimadas Amazônia. No fim de julho, uma carta aberta assinada por 19 pesquisadores brasileiros e autores de diversos estudos científicos de impacto na área de desmatamento criticou a tentativa de terceirizar o monitoramento das florestas brasileiras, intenção já mencionada pelo ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente). Ao "questionar os próprios dados e terceirizar o monitoramento, o Brasil estará colocando em risco sua soberania epistêmica sobre a Amazônia, perdendo a autonomia para gerar o conhecimento sobre a região”, diz o texto. Desde 1989, o Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes), calcula anualmente a taxa de desmatamento na Amazônia e dá base a estudos científicos no mundo todo. Já o Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter) é usado desde 2004 para apoiar os órgãos ambientais nas ações de combate ao desmatamento. "É seguro afirmar que não faltam dados de monitoramento para o combate ao desmatamento. Hoje, o Brasil possui um conjunto de informações muito mais rico e preciso do que em 2012 – quando a taxa de desmatamento foi reduzida ao menor valor da história e a área desmatada na Amazônia foi a metade da medida em 2019”, argumentam os pesquisadores. Instituição militarizada Fundado como uma instituição de pesquisa civil durante o governo militar, a chegada do coronel Damião como interventor, na visão de Câmara, mostra uma militarização dentro do instituto. "É o que o governo tem feito nos ministérios, no Ibama, dando cargos a militares que, por conta da hierarquia militar, não questionam, mas só cumprem as ordens de Bolsonaro”, pontua. Em vídeo exibido durante o evento por ocasião dos 59 anos do Inpe, o ex-diretor Ricardo Galvão relembrou como o instituto foi criado: como uma instituição civil, e não seguindo uma hierarquia rígida. "Temos sido atacados nos últimos anos, passado por períodos difíceis em que até nossos dados são contestados. Mas a nossa reação foi aquela que se espera daqueles que têm a segurança do conhecimento científico, profissional e honestidade de caráter”, disse, se referindo aos choques com o governo. Sobre o futuro do Inpe, Galvão disse que espera que o novo diretor mantenha a instituição como uma entidade civil, científica e tecnológica, prestando grandes serviços ao país e estimulando o desenvolvimento. No entanto, para muitos pesquisadores ouvidos pela reportagem na condição de anonimato, há dúvidas sobre a integridade do processo de escolha do novo diretor. Segundo o ritual, um comitê científico de busca analisa as competências de todos os candidatos e seleciona três nomes. A escolha final será feita pelo ministro Marcos Pontes. "É difícil não acreditar que possa ocorrer uma contaminação nesta escolha”, opina Câmara, que diz não ter expectativa de ser escolhido. "O futuro do Inpe envolve o futuro do país, pois tem a ver com a política ambiental do Brasil, que tem sido suicida neste governo Bolsonaro e que não melhora a vida de nenhum brasileiro, só daqueles que cometem as ilegalidades na Amazônia”, finaliza. Consultado, o diretor interino do Inpe, por meio da assessoria de imprensa, informou que as perguntas da DW Brasil deveriam ser encaminhadas ao ministério. A pasta não respondeu ao pedido de informações. Por Deutsche Welle

  • Vilhena: construção de nova escola no Embratel será retomada

    Novo prédio terá capacidade para 360 alunos em dois turnos e 180 em período integral Revista Imagem - Publicado em 05/08/2020 17:38 A obra da escola em construção no bairro Embratel (Setor 26), com recursos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), poderá ser retomada em breve. Isso porque em reunião no FNDE, em Brasília, nesta terça-feira, 4, o prefeito Eduardo Japonês recebeu a garantia de que os recursos que estavam travados devido à pandemia serão liberados. Visto que o pagamento é feito pelo Governo Federal, e não pela Prefeitura, os recursos estavam contingenciados no Ministério da Educação. Orçada inicialmente em R$ 1,1 milhão, a obra recebeu aditivo para construção de muro e subestação elétrica (não previstos no projeto padrão inicial). Assim, com investimento de 1,3 milhão, a unidade escolar vai contemplar vários bairros da região, com capacidade para até 360 alunos em dois turnos e 180 em período integral, tendo 867 m². De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), embora a Prefeitura tenha licitado a obra, a empresa constrói e insere os dados da evolução da obra diretamente no sistema do Governo Federal, que analisa a documentação e libera os pagamentos via FNDE, sem passar pela Prefeitura. “Estamos ansiosos pela conclusão da obra tanto quanto os moradores. Fizemos vários pedidos, mas a pandemia causou o congelamento de investimentos do FNDE em muitos projetos no Brasil desde fevereiro, quando foi publicada no sistema a última medição feita pela empresa. Agora, com a retomada nestes projetos, a empresa poderá receber e continuar a executar a obra”, explica o secretário municipal de Educação, William Braga. Por Herbert Weil

  • O que se sabe da megaexplosão que matou pelo menos 100 pessoas em Beirute

    Catástrofe equivale a terremoto de 3,3 na escala Richter e foi sentida até em Chipre. Mas muitas perguntas estão em aberto. Revista Imagem - Publicado em 05/08/2020 17:48 Uma explosão seguida de um segundo estouro devastador atingiu fortemente Beirute. A causa da detonação devastadora parece esclarecida, mas não o gatilho. Muitas perguntas ainda estão em aberto. Enquanto isso aumenta o número de vítimas. Confira o que se sabe sobre as explosões. O que aconteceu? Por volta das 18 horas (horário local) da terça-feira, houve uma explosão na área portuária da capital libanesa. Seguiu-se um incêndio e algumas pequenas explosões, que culminaram numa detonação maciça e sua consequente onda de choque. Ao menos 100 pessoas morreram e mais de quatro mil ficaram feridas, segundo relato da Cruz Vermelha divulgado nesta quarta-feira (05/08). O primeiro-ministro do Líbano, Hassan Diab, afirmou ainda na terça-feira que 2.750 toneladas de nitrato de amônio apreendido haviam explodido. O material ficou armazenado num armazém por seis anos sem as devidas precauções. Há especulações que se trata da carga de um navio que estava a caminho da Geórgia para Moçambique. No entanto, existem declarações distintas sobre o motivo pelo qual a carga foi confiscada. Segundo a revista alemã Der Spiegel, as autoridades libanesas teriam proibido o navio cargueiro de continuar viagem em 2013 devido a vários defeitos. A tripulação ficou sem combustível e provisões, e o proprietário aparentemente abandonou o navio. A tripulação foi autorizada a deixar o Líbano após uma disputa jurídica. O navio foi deixado em Beirute com a carga, que foi alojada num armazém. Uma enorme nuvem em forma de cogumelo se formou no céu durante a detonação. Uma onda de choque se expandiu rapidamente pela cidade. Houve danos a quilômetros de distância. No porto de Beirute, os contêineres ficaram amassados como latinhas de sardinhas, com o conteúdo espalhado pelo chão. Houve focos de incêndio em navios, carros ficaram carbonizados. Nas ruas circundantes, vidraças e vitrines ficaram destruídas. Uma enorme fumaça pairou sobre toda a área do porto. Mesmo horas após as explosões, helicópteros circulavam a área para combater as chamas. Equipes de resgate vasculharam os escombros durante a noite em busca de mortos e feridos. Em discurso à nação, Diab prometeu que os responsáveis pelo desastre "pagariam por isso". Ele não mencionou a origem da primeira explosão, também não num segundo breve discurso televisionado nesta quarta-feira. Para que é utilizado o nitrato de amônio? O nitrato de amônio é um sal inodoro formado a partir de amônia e ácido nítrico, bastante utilizado na agricultura, para a produção de fertilizantes, e na construção, para explosivos. Como poderia pegar fogo? Ainda não está claro por que o nitrato de amônio explodiu. O professor de química Jimmie Oxley, da Universidade de Rhode Island, disse à agência de notícias AFP que o nitrato de amônio é difícil de inflamar sob condições normais de armazenamento e a temperaturas moderadas. Ele suspeita que houve uma pequena explosão que iniciou a reação química do nitrato de amônio. Especialistas em explosões e substâncias explosivas analisaram gravações em vídeo para a agência de notícias AP. Segundo eles, a primeira detonação e os incêndios menores podem estar relacionados à queima de fogos de artifício. Em casos normais, o nitrato de amônio é armazenado sob condições estritas: o produto químico não deve estar perto de combustíveis ou fontes de calor. Em muitos países da União Europeia (UE), o nitrato de amônio precisa ser misturado à cal por motivos de segurança. A substância levou a numerosas explosões perigosas no último século – desde acidentes, ataques industriais e atentados. Em setembro de 1921, a explosão de nitrato de amônio numa fábrica da Basf, na cidade alemã de Ludwigshafen, resultou na morte de mais de 500 pessoas. A bomba fabricada para o atentado de Oklahoma, em 1995, também continha a substância. E o extremista de direita norueguês Anders Breivik também usou o componente químico no carro-bomba detonado em Oslo, em julho de 2011. Poderia ter sido um atentado? Não há evidencia pública das autoridades libanesas de que a explosão foi deliberada. Na noite de terça-feira, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que generais americanos informaram que as explosões foram aparentemente causadas por "algum tipo de bomba". "Parece um ataque terrível", disse Trump. Quando questionado sobre as declarações de Trump, um porta-voz do Pentágono retrucou à AFP: "Não temos nada para você. Você precisa entrar em contato com a Casa Branca para obter esclarecimentos". Como está a situação em Beirute? O governador da província de Beirute, Marwan Abboud, disse que entre 250 mil e 300 mil pessoas perderam suas casas. Segundo Abboud, um relatório de segurança alertou em 2014 para uma possível explosão em Beirute porque materiais altamente explosivos não estariam armazenados corretamente. As equipes de resgate continuam procurando por vítimas sob os escombros. Durante a noite, uma queda de energia em grandes partes da cidade afetou as buscas. Segundo relatos de autoridades de segurança, ao menos 100 pessoas ainda estão desaparecidas. Vários países ofereceram ajuda e estão enviando equipamentos, especialistas e cães treinados para procurar as vítimas. Os hospitais de Beirute, que já estavam sobrecarregados devido à epidemia de covid-19, ficaram completamente lotados com a chegada dos numerosos feridos. "É literalmente um desastre" resumiu o ministro da Saúde do Líbano, Hamad Hassan. Por que os danos são tão grandes? A explosão principal foi ouvida em todo o país – e também em Nicósia, a capital do Chipre, localizada a 240 quilômetros no Mar do Mediterrâneo. Segundo sismólogos, a explosão equivaleu a um terremoto de magnitude 3,3 na escala Richter. A explosão causou uma onda de choque maciça. Prédios próximos ao porto desabaram. Até no aeroporto, situado a nove quilômetros de distância, janelas estouraram. Estima-se que a onda de choque teve a força de um tornado. O armazém estava localizado perto de um distrito comercial e de entretenimento. Por Deutsche Welle

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