top of page

Resultados da busca

Buscar neste site

4857 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Nova audiência tentará por fim a celeuma sobre o horário do judiciário

    CNJ determinou horário que maioria dos tribunais não cumpre; OAB de um lado e servidores de outro entraram na briga que foi parar no STF Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 16:53 Fórum da comarca de Vilhena. Rondônia tem horário diferente de todo o restante do Brasil. O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou nova audiência de conciliação sobre o horário de funcionamento dos fóruns brasileiros. A reunião está prevista para 2 de outubro e será mais uma tentativa de resolver o conflito que envolve advogados e os tribunais. Devem participar do encontro os presidentes de todos os tribunais e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O caso chegou ao Supremo em 2011, quando a Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) entrou com uma ação de inconstitucionalidade contra uma resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que definiu o horário do funcionamento dos tribunais. De acordo com a norma, o atendimento ao público deve ser de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, no mínimo. Apesar da determinação do CNJ, alguns tribunais não cumpriram a medida, reduzindo ou mudando o horário de atendimento aos advogados, fato que levou a OAB a recorrer ao Supremo. De acordo com os tribunais, as alterações foram feitas para respeitar as condições locais e, diante do corte de gastos, poupar energia elétrica. A falta de recursos para contratação de servidores e terceirizados também foi levada em conta. Em 2016, Fux, que é relator do caso, concedeu uma liminar para impedir os tribunais de alterar o horário de atendimento ao público até o julgamento definitivo da questão pelo STF. Desde então, o ministro tenta estimular que as partes envolvidas cheguem a um consenso. No ano passado, a primeira audiência do caso foi realizada. Por André Richter

  • Pesquisadores desenvolvem tecido capaz de matar o vírus da covid-19

    Tecido antiviral poderá ser usado em máscaras, oferecendo maior proteção aos profissionais da área de saúde contra a covid-19 Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 16:49 Dentro de dois meses, pesquisadores do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ), do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio) vão apresentar um tecido antiviral para máscaras que oferece maior proteção aos profissionais da área de saúde contra a covid-19. A informação foi dada hoje (7) à Agência Brasil pela professora Renata Simão, dos Programas de Engenharia de Nanotecnologia e de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Coppe. O tecido está sendo produzido no Laboratório de Engenharia de Superfícies da Coppe/UFRJ. Renata esclareceu que, no momento, os pesquisadores estão desenvolvendo, na verdade, produtos que vão ser colocados em um tecido normal de algodão, para fazer com que esse tecido comum tenha propriedades aprimoradas e atinja, até, o nível de uma máscara similar à N95. “O que a gente está fazendo não é desenvolver o tecido e, sim, estamos modificando o tecido para garantir que ele tenha propriedades aprimoradas pelas modificações que fazemos nele”, explicou. As pesquisas envolvem também a inclusão de papel entre esses produtos. “A gente inclui também partículas que são antivirais, que vão matar o vírus”. Para Renata, a grande vantagem é que, por se tratar de um algodão comum, que é biodegradável, o material que for descoberto não vai fazer mal à natureza. Além de ser descartável, ele poderá ser reutilizável e, mesmo quando for descartado, é biodegradável, ou seja, ainda assim não gera lixo. “Esse é um ponto que, para a gente, é muito fundamental e importante”. Tecido hidrofóbico O tecido que vem sendo desenvolvido é chamado hidrofóbico (impermeável). O vírus, normalmente, é transportado através de gotículas, como de saliva, por exemplo, que a pessoa expele. Essas gotículas, ao entrar em contato com esse tecido que está sendo desenvolvido, não conseguem penetrar e vão escorrer. “E se, por acaso, penetrarem, tem uma camada interna que vai conter, com nanopartículas que vão matar o vírus”. A princípio, os pesquisadores pensam em fazer uma máscara com três camadas, sendo a primeira de conforto, perto do rosto; a segundo no meio, incluindo nanopartículas; e a terceira, externa, com um recobrimento hidrofóbico, “que também é biocompatível e biodegradável”, reforçou Renata. Disse que algumas camadas podem ser feitas também com papel modificado. “A gente pensa na externa e na do meio com papel”. Testes Os testes para a caracterização e constatação da eficácia das nanopartículas estão sendo realizados no Laboratório de Microscopia Eletrônica do Inmetro. Carlos Achete, especialista em Metrologia de Materiais do Inmetro e coordenador do projeto denominado Tecidos Hidrofóbicos e Ativos para Substituição do TNT Hospitalar, comentou que "caso seja comprovada a eficácia (do tecido), o país poderá ter acesso a uma tecnologia que proporcionará mais segurança e risco reduzido da contaminação, inclusive em ambiente hospitalar, onde é mais frequente. E o melhor: a um custo-benefício acessível à sociedade". O processo de testes e sua verificação, visando a certificação do produto, são responsabilidade da coordenadora da Central Analítica do Departamento de Química do Centro Técnico Científico (CTC/PUC Rio), professora Gisele Birman Tonietto. Gisele aposta que o importante “é atendermos às demandas da sociedade, com toda 'expertise' que a universidade tem. Em um momento de urgência, poder viabilizar um conhecimento acadêmico em prol dos profissionais de saúde só reafirma o valor que deve ser dado à ciência e à pesquisa no Brasil". Os testes de respiração e saturação de CO2 (dióxido de carbono) têm sido feitos em parceria com laboratório da Coppe. Renata Simão informou que 15 pesquisadores das três instituições, entre professores e alunos, participam do projeto. Produção industrial Ela afirmou que a partir da conclusão do tecido, prevista para daqui a dois meses, ele já estará pronto para iniciar a produção industrial. A pesquisa já tem um projeto piloto correndo em paralelo, para “tentar produzir o mais rápido possível. Mas ainda este ano, com certeza”, manifestou. A empresa parceira para a produção já foi prospectada. Renata disse que o custo da máscara para os profissionais da saúde pode ser reduzido com a descoberta desse tecido modificado, em comparação com uma N95 ou outra máscara existente no mercado que oferece maior proteção. “A gente acredita que vai entrar com grande competitividade”. A meta é fabricar, “no mínimo”, 500 máscaras de tecido hidrofóbico por semana para serem doadas. Na avaliação da professora da Coppe/UFRJ, o mais importante no desenvolvimento desse tecido especial é a parceria da pesquisa no Brasil. “A gente está agregando diferentes competências de diferentes instituições e fazendo com que o produto nasça dessas diferentes competências. Eu acho que isso é a coisa mais importante, além do apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), que é indispensável”. Acrescentou que nesse momento de pandemia e de negacionismo da ciência, as fundações de amparo à ciência do Brasil inteiro estão demandando e financiando a pesquisa, o que é extremamente positivo. Segundo Renata Simão, havia uma certa resistência, inclusive, em se trabalhar em equipe, em rede, com outras instituições. Esse projeto do tecido antiviral mostrou que isso pode ser possível. A ideia não veio de uma universidade ou instituto em especial. “Veio da união de três projetos que já aconteciam e que só puderam tornar real o produto que vai sair daqui a dois meses a partir da parceria. Se eu tentasse fazer sozinha, ia demorar dois anos”. Por Alana Gandra

  • PF destrói 350 mil pés de maconha em 97 plantações no Maranhão

    Com a ação policial, aproximadamente 150 toneladas de maconha deixarão de entrar no mercado consumidor Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 16:29 A Polícia Federal deflagrou, no período compreendido entre os dias 27 de julho e 07 de agosto, uma nova etapa da Operação Muçambê III, objetivando a erradicação de cultivos ilícitos de maconha (Cannabis Sativa). A ação foi realizada em conjunto com o Centro Tático Aéreo da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Maranhão (CTA/SSP/MA) e contou com apoio do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBM/SSP/MA), totalizando, aproximadamente, 70 policiais de diferentes forças de segurança pública. No Maranhão, a operação se concentrou nos limites da Reserva Biológica do Gurupi com a Reserva Indígena do Caru, nos municípios de Buriticupu e Alto Alegre do Pindaré, bem como nos limites da Terra Indígena Alto Turiaçu, nos municípios de Maracaçumé, Centro do Guilherme, Centro Novo do Maranhão e Cachoeira do Piriá/PA (divisa entre os estados do Maranhão e Pará). Com a atual fase, foram localizadas e inutilizadas 97 plantações, em uma área de 145 mil metros quadrados, promovendo a erradicação de aproximadamente 350 mil pés de maconha, 60 mil mudas e apreensão de mais de 700 kg da droga pronta para o consumo. Com a ação policial, deixa de entrar no mercado consumidor aproximadamente 150 toneladas de maconha, representando expressiva diminuição da oferta do entorpecente. Com o resultado, a Operação Muçambê III tornou-se a maior operação de erradicação de maconha do Estado do Maranhão dos últimos treze anos. Da Redação, com informações da assessoria

  • Apesar da pandemia, Sicoob Credisul cresce 41,2% no 1º semestre de 2020

    A cooperativa saiu de R$ 1,6 bilhões de ativos para R$ 2,27 bilhões; foram mais de R$ 670 milhões de crescimento em seis meses Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 07:20 Sede da Sicoob Credisul em Vilhena Na contramão da desaceleração econômica provocada pelo novo coronavírus no país, a Sicoob Credisul anunciou essa semana que obteve um crescimento exponencial neste primeiro semestre de 2020. A cooperativa saiu de R$ 1,6 bilhões de ativos para R$ 2,27 bilhões, um aumento de 41,2%. Mesmo considerando a incorporação da Portocredi, em fevereiro, que trouxe R$ 280 milhões, foram mais de R$ 670 milhões de crescimento em seis meses. O resultado desse semestre representa mais do que a instituição acumulou nos seus primeiros 15 anos de existência. A explicação está em diversos fatores, entre elas a resposta imediata ao enfrentamento à pandemia nas comunidades onde está presente, tanto na área social quanto na econômica. “As inúmeras ações sociais que a cooperativa vem desenvolvendo em toda a área de abrangência, como as doações de mais de R$ 500 mil aos municípios durante a pandemia, a acelerada construção do Hospital Cooperar, a forte aderência dos cooperados ao modelo de distribuição de sobras, o atendimento personalizado e até mesmo a forte expansão do agronegócio em sua área de abrangência, contribuíram para esse resultado”, enumera Vilmar Saúgo, diretor executivo da Sicoob Credisul. A carteira de crédito também cresceu consideravelmente, passou de R$1,32 para R$1,60 bilhões, crescimento de 21,45%. Isso demonstra que, mesmo na crise e com o risco aumentando, a cooperativa não deixou de socorrer seus cooperados e fomentar negócios. Um exemplo claro nesse quesito é que a Sicoob Credisul aplicou não só os R$ 13 milhões do Pronampe, crédito de apoio à micro e pequenas empresas com taxas reduzidas, garantido pelo Fundo de Garantia de Operações (FGO), como colocou outros R$ 10 milhões em recursos próprios, na mesma taxa, para não deixar seus cooperados desassistidos. Também renegociou todas as operações das micro e pequenas empresas que precisaram, dando a carência necessária para manter seus negócios. Criou também uma linha de crédito com juros subsidiados para pagar a folha de pagamento e garantir a manutenção dos empregos. Os depósitos totais foram o indicador que obteve o crescimento mais surpreendente no semestre. Saíram de R$ 686 milhões para R$ 1,22 bilhões, uma alta de 77,81%, puxado pelo depósito à vista, que mais que dobrou, saindo de R$ 358 milhões para R$ 730 milhões, o que representou aumento de 103,54%. O número de cooperados saltou de 25,5 mil para 40,7 mil, crescimento de 60%, demonstrando que, cada vez mais, as pessoas aderem ao cooperativismo de crédito como sua instituição financeira. De acordo com Saúgo, a Sicoob Credisul também se mostrou prudente em relação ao período pós-crise, preparando-se para tanto. Por esse motivo, as provisões tiveram um incremento prudencial, embora a inadimplência ainda esteja na casa de 2%, “absolutamente controlada”, afirma o diretor. O provisionamento saltou de R$ 52 para R$ 88,5 milhões, crescendo 69,77% e criando assim um “colchão de segurança” para prever inadimplência futura. Assim, as sobras mais juros ao capital do primeiro semestre alcançaram R$ 38,97 milhões, se mantendo no mesmo patamar do primeiro semestre de 2019. A Sicoob Credisul também prevê uma projeção positiva para o final de 2020, com um resultado total semelhante ao ano anterior, porém, mais sólida e preparada para crescer e se estabelecer como uma das maiores cooperativas do Brasil. “O conselho de administração e a diretoria executiva estão empenhados em dotar a cooperativa de estrutura própria adequada para buscar e atrair, além do crescimento da instituição, novos negócios para a região”, adianta Vilmar Saúgo. Isso significa que a cooperativa irá transcender o seu papel, passando a ser um agente de desenvolvimento local ao atrair grandes empresas para a sua área de abrangência e fomentar a criação de empregos para todos”, aponta Saúgo. Da Redação, com informações da assessoria

  • Pandemia obriga Semed a doar alimentos perecíveis para outros órgãos

    Com atividades presenciais das escolas suspensas, produtos não puderam ser consumidos e tiveram que ser doados para evitar desperdício Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 15:50 Casa de apoio da Prefeitura de Vilhena, que fica em Porto Velho, Tiro de Guerra e Abrigo Municipal receberam os produtos doados Tendo em vista a suspensão das aulas presenciais nas 29 unidades escolares da rede municipal de ensino, ocasionada pela pandemia da covid-19, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) realizou a doação de kits de alimentos não-perecíveis para seus alunos e famílias. Os alimentos perecíveis, por sua vez, como carne de frango e bovina, foram entregues recentemente também para três órgãos ligados ao município: o Abrigo Municipal “Lar da Criança e do Adolescente”, a Casa de Apoio da Prefeitura de Vilhena, em Porto Velho, e o Tiro de Guerra. Os produtos tinham sido entregues às escolas municipais anteriormente à paralisação das atividades para compor o cardápio da merenda escolar no atendimento de mais de 10 mil alunos matriculados na rede. De acordo com o secretário da Semed, Willian Braga, o tempo entre a entrega da carne nas unidades escolares e a referida suspensão das aulas presenciais não foi suficiente para que as escolas utilizassem toda a carne recebida. “A carne estava acondicionada em freezer, aguardando para ser usada no retorno das aulas. Mas, como ainda não há previsão para reinício das aulas por causa da pandemia, por meio do Processo nº 664/2020, pedimos parecer jurídico da Procuradoria Geral do Município (PGM) para realizar, de forma legal, a doação desses alimentos perecíveis dentro do prazo de validade para consumo”, explica o secretário. Conforme informa a nutricionista Edilaine Andrade, do Departamento de Alimentação Escolar, após o planejamento da merenda escolar, foi verificado que as carnes não poderiam ser distribuídas em forma de kits aos familiares ou responsáveis pelos alunos, como foi feito com outros produtos da alimentação escolar, pois a quantidade em estoque era mínima e não conseguiria atender à grande demanda de estudantes matriculados na rede, e também por questão sanitária. “Para realizar a repartição das carnes, de modo a atender ao quantitativo de alunos das escolas municipais, nós teríamos que abrir os pacotes, que são embalados a vácuo e estavam congelados. Mas, devido ao risco de contaminação, não é permitido que haja o fracionamento desse tipo de alimento”, esclarece a nutricionista. Assim, PGM deu parecer positivo para a Semed fizesse a destinação dos alimentos sem fracionamento, justificando ser medida excepcional e de urgência, mas necessária, a fim de evitar o perdimento dos produtos. “É válido lembrar que o momento vivenciado é de calamidade, na qual surgem demandas emergenciais, que precisam ser solucionadas pela Administração, por meio de ações que devem atender ao interesse público, e ao mesmo tempo, minimizar riscos e evitar perdas“, ressalta o parecer da procuradora-geral do Município, advogada Márcia Helena Firmino. Pelo termos de doação constantes do processo de doação, foram destinados 90 kg de carne bovina e 154 kg de frango para o Abrigo, 250 kg de carne bovina e 246 kg de frango para a Casa de Apoio e 250 kg de carne bovina e 200 kg frango para o Tiro de Guerra. Por Herbert Weil

  • Vilhenense inicia trabalhos na próxima segunda para estreia na Série D

    Os trabalhos sofreram um atraso de uma semana para o início em virtude da demora da chegada dos exames para Covid-19 Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 15:30 Treinador Felipe Romário: A ideia é trabalhar em especificidade para optimizar o pouco tempo até a estreia O Vilhenense inicia a partir de segunda-feira (10) seus trabalhos visando a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro 2020. Os trabalhos do elenco do Leão do Cone Sul sofreram um atraso de uma semana para o início em virtude da demora da chegada dos exames para Covid-19 com o intuito de atender o protocolo de saúde exigido pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol). "Hoje no período da tarde realizaremos os testes para o Covid-19 que chegaram agora pela manhã, deveremos iniciar os trabalhos de campo na segunda-feira", frisou o treinador Felipe Romário. Com o início dos treinos marcado para segunda-feira, Felipe Romário acredita que o tempo é considerável até a estreia do Vilhenense. "A ideia é trabalhar em especificidade através do modelo sistêmico desde a primeira sessão de treino para optimizar esse tempo que temos", acrescentou. Atualmente, o Vilhenense conta com 20 atletas para a disputa da Série D, porém este número pode ser ampliado. "Esse quantitativo é inicial, mas a projeção é que tenhamos de 23 a 25 atletas para a disputa da Série D", projetou. A estreia do Vilhenense está programada para o dia 19 ou 20 de setembro diante do Bragantino no estádio Diogão, em Bragança (PA), pela primeira rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. Confira ao elenco do Vilhenense até o momento: Goleiros: Gil, Guilherme e Willian; Laterais: Lucas Oliveira e Tiago Pires; Zagueiros: Lucas Lemes, Matheus Bertoline, Regis e Vinícius Bertozzi; Volantes: Dentinho, Lucas Baiano, Patrick e Tuquinha; Meias: Edilsinho, Nicolas e Victor Guedes; Atacantes: Cartilagem, Marcelo, Raniel e Ricardo Por Futebol do Norte

  • Polícia Militar prende traficante com arma, drogas e dinheiro em Vilhena

    Quase 1 quilo e meio de maconha foi apreendido, juntamente com vários papelotes de cocaína Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 15:22 Policiais Militares realizavam patrulhamento na Avenida Melvin Jones em Vilhena, na tarde desta quinta-feira (6), quando notaram um indivíduo em atitude suspeita pilotando uma motocicleta CG Titan de cor azul. Os militares conseguiram abordar o suspeito e o identificaram como A.X.S de 29 anos que já tinha passagem por porte ilegal de arma. Durante a revista, foi encontrado no forro do capacete dele 10g de substância entorpecente aparentando ser maconha. Em busca contínua, os policiais foram até a residência de A.X.S, na rua Pernambuco, Setor 19, onde encontraram um revólver cal.38 da marca Smith & Wesson com 6 munições intactas, 7 munições intactas de cal.38, 1.420 Kg de substância entorpecente do tipo maconha, 65 g de substância entorpecente do tipo pasta base de cocaína, 20 g de substância entorpecente do tipo cocaína, 3 balanças de precisão, R$2.557,00 em espécie e vários materiais utilizados para embalar as drogas. Aos policiais, A.X.S afirmou que comercializa drogas e o dinheiro é proveniente da venda, inclusive tem uma máquina de cartão que é utilizada para os usuários efetuarem o pagamento. Diante da situação ele foi preso e conduzido para a Unidade Integrada de Segurança Pública (UNISP). Por Assessoria PM

  • Pontes da zona rural de Vilhena são recuperadas preventivamente

    Medida visa reduzir o deterioramento, evitando futuros desmoronamentos: em 2 anos mais 70 pontes foram construídas ou reformadas Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 11:50 “Prevenir é melhor do que remediar”. Com este pensamento em mente a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp) executa grande operação de reparos preventivos nas pontes da zona rural do município, após levantamento de sinais de desgaste feito pelos servidores da pasta há algumas semanas. O objetivo é garantir boa manutenção estrutural das pontes, evitando desmoronamentos, especialmente em preparação ao período chuvoso. De acordo com dados da secretaria, mais de 70 pontes foram construídas, reformadas, ampliadas ou recuperadas nos últimos 24 meses, em várias localidades da área rural. Tendo o conhecimento detalhado das condições de cada uma, equipes foram destinadas recentemente para averiguar o estado de todas as pontes da zona rural da cidade. Com base nesta avaliação ampla, a Semosp atuou nos últimos dias nas pontes da Linha 130, que passa sob o Rio Piracolino, e também em outras duas pontes na Linha 135. “Nossas atividades têm sido feitas com muita responsabilidade. Sabemos que não adianta fazer a ponte e não dar manutenção. Por isso fazemos este trabalho para evitar futuros danos e garantir a trafegabilidade de veículos. Além disso, ajudamos no escoamento da produção agrícola”, explica Paulinho Coelho, secretário municipal de Obras e Serviços Públicos. Por Herbert Weil

  • Mesmo proibido, uso de cerol continua causando acidentes em Rondônia

    De janeiro a junho de 2020 foram registrados acidentes com o uso de linhas com material cortante Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 10:22 O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia (CBMRO) orienta a população sobre os perigos do uso de linhas com material cortante (cerol ou linha chilena), por jovens, adultos e, principalmente, as crianças que costumam soltar pipas. “A comercialização e uso de cerol no Estado é proibida por lei, que prevê apreensão do material e multas aos infratores. A lei procura proteger principalmente os motociclistas e ciclistas que acabam se tornando vítimas em potencial”, explica a comandante do 1° Subgrupamento do 1° Grupamento do CBMRO, a aspirante oficial BM, Ana Paula Rodrigues Leal Freire. A comandante demonstra que de janeiro a junho de 2020, mesmo com as medidas de quarentena e restrição de movimentação da população, foram registrados acidentes com o uso de linhas com material cortante.“Temos quatro registros relacionados a esse tipo de ocorrência no período de janeiro a julho do corrente ano. Os meses de julho e janeiro, que coincidem com as férias escolares, é onde ocorre o aumento considerável dessa atividade, tanto por parte de crianças e adolescentes, como também de adultos que entram nessa diversão contribuindo para um índice maior de acidentes nesse período”, relata. Além disso, a comandante alerta aos praticantes quantos aos cuidados durante a atividades. “Nós pedimos aos pais que orientem as crianças a manterem distância das redes elétricas, quando forem soltar pipa; que procurem sempre um local aberto, como campo de futebol e parques; que utilizem linhas de algodão, pois são menos perigosas; de forma alguma tentem retirar pipas presas em rede elétrica ou árvores; e que não corram atrás da pipa sem observar o caminho que está percorrendo, como atravessar ruas e passar por buracos, evitando assim riscos de acidentes”, alerta Ana Paula Leal. Por Dhiony Costa e Silva

  • Bando desviou R$ 9 milhões com falsificação de sentenças em Rondônia

    Operação cumpre mandados de busca e apreensão e de prisões em cidades de Rondônia e Acre Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 09:45 A Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco 2), deflagrou na manhã desta sexta-feira (7) a Operação Faces da Liberdade, visando dar cumprimento a oito mandados de busca e apreensão em residências e oito prisões temporárias. As cautelares foram cumpridas nos estados de Rondônia e Acre, nas cidades de Alta Floresta do Oeste, Ji-Paraná, Rio Branco (AC) e Assis Brasil (AC), e contou com o apoio da Polícia Civil do Acre e das Delegacias Regionais de Rolim de Moura e Ji-Paraná. A ação policial é contra a prática de crimes de peculato, falsificação de documento público, falsidade ideológica e associação criminosa. A associação criminosa consistia em um conluio entre funcionários do Banco do Brasil e falsificadores, que juntos agiam para subtração de dinheiro depositado em cifras milionárias de pessoas falecidas, lesando, assim, o espólio e o patrimônio dos herdeiros. O grupo tinha como principal meio de execução, a falsificação de sentenças em processos de inventário e partilha, certidões e escrituras lavradas em cartórios extrajudiciais. Os criminosos, em posse da documentação falsa, procuravam os empregados da agência bancária e faziam o saque das altas quantias. Os empregados, visando dar cobertura à ação dos falsificadores e mediante o recebimento de propina, deixavam de observar uma série de procedimentos de segurança do Banco do Brasil, aceitando a documentação como idônea. Segundo a Delegacia Especializada, foi possível identificar, até o momento, a subtração de saldo bancário de três contas correntes de pessoas falecidas, com valor total que ultrapassa os R$ R$ 9 milhões. Entre os lesados, está o espólio do conhecido diplomata, político, professor e escritor brasileiro Affonso Arinos de Mello Franco, falecido no dia 15 de março deste ano. O nome da Operação remete a uma das grandes obras publicadas por Affonso Arinos quando em vida, chamada As Três Faces da Liberdade. Por Rondoniagora

  • Perto de 100 mil mortos, Brasil precisa "tocar a vida", diz Bolsonaro

    Em live nesta quinta-feira (6), o presidente voltou a fazer propaganda da cloroquina e pediu que as pessoas que querem tomar não sejam impedidas Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 09:30 Jair Bolsonaro em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta-feira (6) - Reprodução/Facebook Jair Bolsonaro em transmissão ao vivo no Facebook nesta quinta-feira (6) O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) lamentou nesta quinta-feira (6) a aproximação do Brasil da marca de 100 mil mortes pela Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), mas disse que o Brasil precisa "tocar a vida". "A gente lamenta todas as mortes, vamos chegar a 100 mil, mas vamos tocar a vida e se safar desse problema", afirmou o presidente em sua tradicional live semanal no Facebook ao lado do ministro interino da Saúde, o general Eduardo Pazuello. Antes do comentário de Bolsonato, o chefe da pasta disse que a população terá que se acostumar a mudar certos hábitos. Isso porque, segundo ele, o novo coronavírus continuará perigoso até a "vacina chegar e medicamentos tiverem comprovação científica". Nesta quinta, o governo federal assinou uma MP que liberou R$ 1,9 bilhão para a produção da vacina de Oxford. O valor será suficiente para produzir mais de 100 milhões de doses do imunizante. Pazuello ainda fez um comparativo da Covid-19 com a Aids, que causada pelo vírus do HIV, na década de 1980. "Essa historia do HIV é interessante fazer comparativo. Nós vivemos essa pandemia e os hábitos mudaram. As pessoas usam preservativo, diminuem convivência social em alguns casos, trocam gilete no barbeiro. Isso tudo não existia. O HIV continua existindo, o maior se trata e vida que segue. Vai ser assim com o coronavírus", avaliou o ministro. Durante a live, Bolsonaro voltou a fazer propaganda sobre o uso da hidroxicloroquina para o tratamento da Covid-19. O medicamento não tem sua eficácia comprovada e especialistas e autoridades sanitárias não fazem a sua recomendação. "Quem não quer tomar cloroquina, não tente proibir, impedir quem queira tomar, afinal de contas, ainda não temos uma vacina e não temos um remédio comprovado cientificamente", disse o presidente. Por IG

  • Pazuello diz que estados estão mais preparados para enfrentar pandemia

    Ministro destacou a mudança no protocolo médico do Ministério da Saúde para que pacientes procurem atendimento ao primeiro sintoma Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 09:22 O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou nesta quinta-feira (6) que os estados estão mais preparados para enfrentar a pandemia do novo coronavírus. Ele participou da live semanal do presidente Jair Bolsonaro, transmitida pelas redes sociais. "A gente não tem uma solução imediata para o aumento [de casos], mas para o tratamento dos doentes, sim. Eu posso afiançar que o Sul do país está seguindo claramente essas posições que eu coloquei aqui quanto ao tratamento", disse, em referência à mudança na diretriz do Ministério da Saúde, anunciadas no início de julho. Na ocasião, a pasta alterou o protocolo médico para pessoas que sentirem sintomas leves da doença, passando a solicitar que tais pacientes passem a procurar um médico. Antes, a diretriz indicava a busca por ajuda profissional apenas em caso de sintomas mais graves. "O que pode mudar a curva de óbito é você aplicar o aprendizado o mais rápido possível. E o aprendizado que nós mudamos foi: procure um médico imediatamente. O médico, de forma soberana, fará seu diagnóstico e vai prescrever os seus medicamentos. Se você piorar, deverá ir para uma estrutura de suporte ambulatório, não necessariamente será intubado. Para que você cumpra o ciclo viral sem a necessidade de respiradores", disse o ministro. Segunda fase O ministro disse, durante a live, que o país enfrenta uma segunda fase da pandemia do novo coronavírus, que agora atinge com mais força os estados do centro-sul do país. "São duas etapas bem distintas. O Norte e o Nordeste do país foram impactados no começo do ano, de março até junho, e agora o impacto do centro-sul: Sudeste, Sul e Centro-Oeste, em alguns casos, em que nós vamos ter o recrudescimento, o aumento dos casos, e com isso necessidade de tratamento maior nesses estados, por causa do inverno. Tem a ver com o inverno no Sul, que aumenta os casos", disse. O último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado ontem (5), mostra um aumento da média diária de infecções, principalmente nos estados do Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), cuja média diária de novos casos e óbitos pela doença cresceu 11%. Na Região Sudeste, o número de novos casos permaneceu estável na última semana, enquanto o de óbitos chegou a cair. No caso do Centro-Oeste, a média diária de óbitos subiu 8%. O mesmo balanço também mostrou que houve uma redução de 7% na média nacional do número de novos óbitos na comparação com os dados da semana anterior. A 31ª semana epidemiológica (última semana de julho) teve 7.114 mortes e a semana anterior teve 7.677. Foi a primeira vez desde o final de junho que o número semanal de óbitos caiu no país. Vacina Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro assinou a medida provisória (MP) que abre crédito extraordinário de R$ 1,9 bilhão para viabilizar a produção e aquisição da vacina contra a covid-19 que está sendo desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford []. Se a vacina for considerada eficaz, o governo brasileiro vai obter 100 milhões de doses e poderá iniciar uma campanha nacional de imunização no início de 2021. Por Pedro Rafael Vilela

  • Senado aprova redução de prazos para revalidação de diplomas

    Proposta visa ampliar oferta de médicos para combate ao covid-19 Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 09:17 O Senado aprovou hoje (6) um Projeto de Lei (PL) que simplifica os processos de revalidação de diplomas universitários obtidos no exterior, o chamado Revalida. O PL reduz pela metade os atuais prazos para revalidação de diploma. O projeto vai à Câmara dos Deputados. O PL prevê a revalidação em um prazo entre 30 e 60 dias no caso de instituições estrangeiras reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e que, por isso, contam com um processo simplificado. Para as outras, o prazo cai para 90 dias. Atualmente, o prazo para a universidade nacional se manifestar sobre a revalidação por tramitação regular é de até 180 dias e por tramitação simplificada é de até 60 dias. O reconhecimento dos diplomas de mestrado e de doutorado também possui os dois trâmites diferentes, mas o prazo para o processo simplificado é de 90 dias. Além disso, a proposta abre possibilidade para que e instituições de ensino superior, sejam públicas ou privadas, universidades ou não, possam revalidar e reconhecer diplomas emitidos no exterior. Essas instituições, porém, devem ser bem avaliadas no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) ou no Sistema de Avaliação da Pós-graduação. O projeto também prevê a realização de dois Revalidas por ano. A ideia é abrir a possibilidade de ter mais médicos disponíveis, sobretudo em localidades mais distantes e carentes, principalmente neste período de pandemia de covid-19. “Por isso se justifica a adoção de medidas que ampliem a oferta de médicos no país, especialmente nos pequenos municípios do interior”, afirmou o senador Eduardo Braga (MDB-AM), em seu relatório. O texto aprovado é uma junção de três projetos de lei, que tratam do tema, considerando a urgência por médicos, sobretudo em um momento de pandemia. “A pandemia do novo coronavírus tem atingido, principalmente, os mais pobres, sobretudo em regiões amazônicas, devido, em especial, à escassez de profissionais de medicina. Por isso que aprovamos o projeto para a realização de novos exames nacionais de revalidação de diplomas”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), autor de um dos projetos aproveitados. “Pelo projeto aprovado, teremos a possibilidade de ter um exame de Revalida nos próximos seis meses. E caso consigamos superar a pandemia, com a normalização, a cada 180 dias a realização de exames”, acrescentou o senador pelo Amapá. Por Marcelo Brandão

  • Ser Educacional compra faculdade de Medicina de Cacoal por R$ 150 milhões

    Aquisição da Facimed agrega mais uma marca ao maior grupo de ensino superior do Norte e Nordeste brasileiro Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 07:55 O grupo Ser Educacional, um dos maiores grupos privados de educação do Brasil, anunciou nesta quinta-feira (06), a aquisição da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal - FACIMED, em Rondônia. A negociação faz parte da estratégia de crescimento da Companhia, buscando ainda mais relevância nas regiões Norte e Nordeste do país, e com presença significativa nas demais regiões do Brasil. A FACIMED tem 19 anos de atuação no mercado de educação rondoniense e acaba de ter as aprovações do Ministério da Educação (MEC) para transformar-se em Centro Universitário e oferecer ensino a distância. Reconhecida por sua tradição, rigor acadêmico, qualidade de ensino, além de corpo docente e administrativo altamente capacitados, a Instituição foi pioneira no segmento de cursos de Saúde no interior de Rondônia. Destacam-se os cursos de Medicina, Medicina Veterinária, Enfermagem, Psicologia, Odontologia e Farmácia. Atualmente, a Faculdade conta com 2,7 mil alunos matriculados, em 26 opções de cursos de graduação presenciais em dois campi, além de cursos de pós-graduação, extensão e projetos de pesquisa, sendo referência na área de Medicina. De acordo com Jânyo Diniz, presidente do grupo Ser Educacional, a aquisição faz parte das estratégias de crescimento da Companhia. "Os desafios de 2020 nos trouxeram novas possibilidades. Estamos em um momento de fortalecimento do Grupo, com a implantação de novos projetos digitais e, também, de expansão das nossas atividades, especialmente no segmento da Medicina. A FACIMED tem um curso de medicina com quase 100 vagas anuais e é referência em qualidade de ensino na área de saúde em uma região que queremos fortalecer nossa atuação. Essa aquisição faz parte do nosso posicionamento de mercado. Além dela, seguimos analisando outras instituições para compra", explica. Para o fundador e acionista controlador do Ser Educacional, Janguiê Diniz, "o Norte e o Nordeste são regiões que seguem em desenvolvimento no Brasil e Rondônia, especificamente, aponta um grande potencial para isto. É neste cenário que pretendemos ampliar as atividades do Grupo e trabalhar com afinco, oferecendo ensino de qualidade, especialmente na área médica, visando o desenvolvimento de uma mão de obra especializada em saúde e nas demais profissões do futuro". A aquisição, cujo valor nominal será de R﹩ 150 milhões, está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais em operações similares, incluindo a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), e será concluída tão logo referidas condições sejam cumpridas. Sobre o grupo Ser Educacional Fundado em 2003 e com sede no Recife, o Grupo Ser Educacional (B3 SEER3) é um dos maiores grupos privados de educação do Brasil e líder nas regiões Nordeste e Norte em alunos matriculados. A Companhia oferece cursos de graduação, pós-graduação, técnicos e ensino a distância e está presente em 26 estados e no Distrito Federal, em uma base consolidada de aproximadamente 185 mil alunos. A Companhia opera sob as marcas UNINASSAU, UNINASSAU - Centro Universitário Maurício de Nassau, UNINABUCO - Centro Universitário Joaquim Nabuco, Faculdades UNINABUCO, Escolas Técnicas Joaquim Nabuco e Maurício de Nassau, UNIVERITAS/UNG, UNAMA - Universidade da Amazônia e Faculdade da Amazônia e UNIVERITAS - Centro Universitário Universus Veritas, Faculdades UNIVERITAS e a UNINORTE - Centro Universitário do Norte, por meio das quais oferece 1.904 cursos. Por Silvia Fragoso

  • Rondônia registra 782 novos casos de covid-19 e 19 mortes nesta quarta

    O estado atingiu a marca de 918 mortes por covid-19 e 42.021 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 138 dias Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 07:20 Rondônia registrou 782 novos casos de covid-19 e mais 19 mortes pela doença nesta quarta-feira (5). Os dados são do boletim epidemiológico sobre o novo coronavírus divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia (Sesau). Foram 441 casos a menos que o registrado no dia anterior. No registro total o estado atingiu a marca de 918 mortes por covid-19 e 42.021 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 138 dias (20/3). Deste total, 34.900 pacientes (83%) já são considerados curados, segundo a secretaria estadual de Saúde. Porto Velho foi o município que teve mais casos registrados pela Sesau nas últimas 24 horas (239 casos), seguido por Ariquemes (141), Machadinho do Oeste (60) e Vilhena (56). Veja na tabela abaixo a situação dos 10 municípios com mais casos registrados em Rondônia. Os 19 óbitos registrados foram: cinco em Porto Velho, sendo quatro mulheres ( 45, 46, 67 e 87 anos) e um homem de 47 anos; três em Guajará-Mirim, sendo duas mulheres (71 e 72 anos) e um homem de 77 anos de idade; três em Ariquemes, sendo uma mulher de 38 e dois homens (47 e 92); três homens de Vilhena (44, 70 e 71 anos); dois homens em Jaru (52 e 72 anos); uma mulher de 34 anos de Ji-Paraná; um homem de 80 anos de Alta Floresta e um homem de 66 anos de Cacoal. Cone Sul Nesta quarta-feira, os municípios do Cone Sul registraram 60 casos. Foram 56 em Vilhena, 2 em Pimenteiras dos Oeste, 1 em Cerejeiras e 1 em Cabixi. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, o Cone Sul totaliza 2.221 casos diagnosticados, sendo 1.576 pacientes considerados curados (70,9%). Individualmente, segundo o boletim estadual, os municípios têm: Vilhena: 1.627 casos Chupinguaia: 168 Cerejeiras: 123 Pimenteiras: 122 Colorado do Oeste: 87 Cabixi: 52 Corumbiara: 22 A Sesau registra 37 óbitos por covid-19 no Cone Sul: Vilhena: 24 óbitos Cerejeiras: 5 Pimenteiras: 3 Cabixi: 3 Corumbiara: 1 Chupinguaia: 1 Vale lembrar que todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Por José Antonio SantAna

  • Rondônia contabiliza 704 novos casos de covid-19 e 6 mortes na quinta

    O estado atingiu a marca de 42.725 casos de coronavírus e 923 mortes por covid-19, desde o primeiro registro há 139 dias Revista Imagem - Publicado em 07/08/2020 07:35 Rondônia registrou 704 novos casos de covid-19 e mais 6 mortes pela doença nesta quinta-feira (6). Os dados são do boletim epidemiológico sobre o novo coronavírus divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia (Sesau). Foram 78 casos a menos que o registrado no dia anterior. No registro total o estado atingiu a marca de 923 mortes por covid-19 e 42.725 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 139 dias (20/3). Deste total, 35.490 pacientes (83%) já são considerados curados, segundo a secretaria estadual de Saúde. Porto Velho foi o município que teve mais casos registrados pela Sesau nas últimas 24 horas (199 casos), seguido por Vilhena (101) e Ariquemes (97). Veja na tabela abaixo a situação dos 10 municípios com mais casos registrados em Rondônia. Os 6 óbitos registrados no estado foram: 3 em Ariquemes, sendo 2 homens (34 e 85 anos) e 1 mulher de 76 anos de idade; 1 homem de 73 anos de Pimenteiras do Oeste; 1 homem de 87 anos do município de Vale do Paraíso e 1 homem de 93 anos do município de Cabixi. Cone Sul Nesta quinta-feira, a Sesau registrou 106 novos casos nos municípios do Cone Sul. Foram 101 em Vilhena, 3 em Cabixi e 2 em Colorado do Oeste. A secretaria ainda retirou 1 caso de Pimenteiras que havia sido contabilizado em duplicidade. De acordo com a Sesau, o Cone Sul totaliza 2.306 casos diagnosticados, sendo 1.617 pacientes considerados curados (70,1%). Individualmente, segundo o boletim estadual, os municípios têm: Vilhena: 1.728 casos Chupinguaia: 168 Cerejeiras: 123 Pimenteiras: 121 Colorado do Oeste: 89 Cabixi: 55 Corumbiara: 22 A Sesau registra também 39 óbitos por covid-19 no Cone Sul: Vilhena: 24 óbitos Cerejeiras: 5 Pimenteiras: 4 Cabixi: 4 Corumbiara: 1 Chupinguaia: 1 Vale lembrar que todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Por José Antonio SantAna

  • Brasil tem mais de 1,2 mil mortes e 53 mil novos casos em 24 horas

    Conass informa 1.205 mortes e 53.340 novos casos, enquanto Ministério da Saúde conta 1.237 óbitos e 53.139 novas infecções. Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 20:06 Brasil é o segundo país do mundo com maior número de casos de covid-19 oficialmente notificados O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) relatou nesta quinta-feira o Brasil teve 1.205 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total para 98.493. Segundo a contagem diária realizada pelas secretarias estaduais, foram 53.340 novos casos, somando 2.912.212 desde o início da epidemia no país. A contagem do Conass voltou a demonstrar diferenças em relação ao balanço diário da doença divulgado pelo Ministério da Saúde. Segundo a pasta, o país teve 1.237 mortes entre quarta e a quinta-feira, totalizando 98.493. Também foram contabilizados 53.139 novas infecções, com o total acumulado de 2.912.212 casos. O Ministério afirma que 2.047.660 pessoas se recuperaram da doença. As variações nos números se explicam pela diferença no fechamento das contagens pelos dois painéis, assim como nos horários das entregas dos dados por parte de algumas cidades ou estados. Entretanto, diversas autoridades e instituições de saúde em todo o país, no entanto, alertam que os números reais da doença provocada pelo coronavírus Sars-Cov-2 devem ser maiores em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação. Segundo os dados do Conass e do governo federal, a taxa de letalidade no país é de 3,4% e a de mortalidade está em 46,9. Nesta quinta-feira, a cidade de São Paulo ultrapassou a marca de 10 mil mortes por covid-19, segundo informações da prefeitura. As autoridades locais afirmam que os números da doença apresentam uma tendência de queda desde o mês de julho. No dia 1º de agosto, foram registrados 59 óbitos na capital paulista. O Brasil é o segundo país do mundo com maior número de casos de covid-19 oficialmente notificados, atrás somente dos Estados Unidos, que superaram a marca de 4,8 milhões de infecções. O país ainda ocupa a segunda posição no mundo em relação ao total de óbitos, também atrás dos EUA, que acumulam mais de 159 mil mortes. No cálculo por 100 mil habitantes, divulgado diariamente pela Universidade Johns Hopkins, o Brasil aparece em 11° lugar (46,43), logo atrás dos Estados Unidos (48,37). O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quinta-feira uma medida provisória que libera 1,9 bilhão de reais para a produção de 100 milhões de doses da vacina contra o coronavírus que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca. A pesquisa é considerada por especialistas como uma das mais promissoras. Em todo o mundo, 710 mil pessoas já morreram de covid-19 e número de casos identificados chega a 18,9 milhões em todo o planeta. Por Deutsche Welle

  • Mais 1 morte por covid-19 e 36 novos casos foram registrados em Vilhena na quinta

    O município soma 30 óbitos, sendo 25 mortes de vilhenenses e 1.759 pessoas contaminadas pelo novo coronavírus Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 19:48 Vilhena registrou mais 1 óbito por covid-19 e 46 novos casos de covid-19 nesta quinta-feira (6). Foram 31 por RT-PCR, 7 por teste rápido, 6 por vínculo epidemiológico e 2 por análise clínica-epidemiológica. Os dados são do boletim municipal sobre o coronavírus, da Secretaria de Saúde de Vilhena. Ontem o município registrou 39 pessoas infectadas, 7 a menos que hoje. A paciente que veio a óbito hoje tinha 85 anos e era moradora do bairro Jardim Vilhena. Ela foi internada no sábado (1) na Enfermaria da Central de Atendimento à Covid-19. Na segunda-feira (3), a paciente foi transferida para a UTI, já com necessidade de respirador. O estado de saúde piorou nos últimos dias e não resistindo à infecção, a senhora veio a óbito hoje. Vilhena soma 30 óbitos por covid-19, sendo 25 mortes de vilhenenses e 5 óbitos de moradores de outras cidades. Já o número de casos chega a um total de 1.759 pessoas contaminadas pelo coronavírus, desde o primeiro caso descoberto há 123 dias (5 de abril). O município é o quarto do estado em número de casos confirmados da doença. Rondônia registrou até hoje 42,7 mil casos confirmados e 923 óbitos. A secretaria municipal de Saúde ainda investiga 65 casos suspeitos de contaminação. Entre os contaminados, 443 casos ainda estão ativos, já 1.291 casos são considerados curados em Vilhena. A Central de Atendimento da Covid-19 tem 11 pacientes internados, sendo 5 na UTI - o mesmo número que ontem. A taxa de ocupação de leitos de UTI da Central da Covid-19 é de 50%. Por José Antonio Sant'Ana

  • Vídeo: noiva conta como sentiu explosão em Beirute; "Pensei: 'Vou morrer?'"

    Ela posava em seu vestido de casamento nas proximidades do porto de Beirute, no Líbano, quando a megaexplosão da última terça-feira ocorreu Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 18:56 Era um diz feliz para Israa Seblani. Ela posava em seu vestido de casamento nas proximidades do porto de Beirute, no Líbano, quando a megaexplosão da última terça-feira ocorreu. Seblani foi da felicidade ao pânico. "Eu pensei: 'Vou morrer? Como eu vou morrer?'", conta a jovem. Passado o susto, ela diz ainda estar muito triste com o que aconteceu no Líbano. "Quando acordei e vi a destruição em Beirute, disse uma única coisa: 'Obrigada Deus, nós ainda estamos vivos'." Veja no vídeo o momento em que Israa Seblani e o cinegrafista foram surpreendidos pela explosão, que matou dezenas, feriu milhares e causou destruição em um raio de quilômetros e distância. Por BBC News

  • Jornalista vilhenense cria canal de jornalismo opinativo no Youtube

    Paulo Mendes já escreveu para muitos veículos de comunicação e atualmente dedica parte do seu tempo a fomentar o debate nas redes sociais Revista Imagem - Publicado em 06/08/2020 17:10 O jornalista Paulo Mendes, conhecido em Vilhena por levantar e discutir questões espinhosas relacionadas à política e outros assuntos de interesse coletivo, criou no Youtube o canal “Se Liga”, onde pretende ampliar sua atuação em “áudio e vídeo”. Mendes, que é formado em Comunicação Social com ênfase em Jornalismo e agora é acadêmico de Direito, já escreveu para muitos veículos de comunicação e atualmente dedica parte do seu tempo a fomentar o debate nas redes sociais. Segundo ele, a proposta do canal nasceu como resultado de cobranças que recebe de “pessoas de bem”, que gostam do seu posicionamento isento e da sua coragem de tornar público o que muitos políticos querem esconder. O comunicador diz que o canal servirá como um veículo independente que pretende interagir com a sociedade, levando detalhes de assuntos que normalmente não são vistos ou lidos no cotidiano e, também, de denúncias importantes, principalmente na área de saúde, a exemplo do uso do tomógrafo que recentemente, Mendes começou a investigar e que ainda renderá “muitos capítulos”. “Apesar do avanço na comunicação, a sociedade ainda fica muito limitada quanto ao alcance das informações que realmente interessam. E isso não é interessante aos gestores e políticos. Dai a importância do canal nesse momento”, disse. As publicações do jornalista nas redes sociais são acompanhadas por pessoas que gostam do seu estilo e posicionamento, mas também por apoiadores e assessores de políticos que estão sempre monitorando suas postagens. No canal Se Liga, o jornalista, que também é o próprio produtor, deve lançar um vídeo por semana. O primeiro foi a apresentação do canal. Já o segundo vídeo traz a opinião do jornalista quanto ao afrouxamento do distanciamento social em Vilhena. Outros temas como o aumento do IPTU e aplicação de recursos no combate à Covid 19 também deve ser pautados no canal. O jornalista diz que não tem nenhum problema com a crítica, porque a democracia é exatamente a diversidade de opiniões e que em muitos casos, uma opinião contrária pode ajudar na construção de uma nova visão sobre determinado assunto. “Discuto sadiamente com qualquer pessoas, no entanto, sou contra a intolerância e ao desrespeito. Se for agredido em qualquer um dos meus vídeos, não discuto mais e levo o caso à justiça”, completou. Para acompanhar os vídeos do jornalista Paulo Mendes, basta acessar: https://www.youtube.com/watch?v=IkIpPme0c84 Da Redação

bottom of page