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  • Plano de retomada econômica de RO é apresentado ao Poder Legislativo

    Medidas foram pontuados durante reunião entre os deputados estaduais e o secretário de Estado de Finanças. Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 16:47 Centro Comercial de Vilhena As medidas adotadas e os projetos do Executivo Estadual encaminhados à Assembleia Legislativa de Rondônia direcionados em estimular a retomada da economia rondoniense foram pontuados na última terça-feira (18), durante reunião entre os deputados estaduais e o secretário de Estado de Finanças (Sefin) Luís Fernando Pereira da Silva. Segundo destacado pelo secretário, o espaço para o diálogo é benéfico e importante para poder ter uma aproximação e interação sobre o entendimento dos projetos. “Agradeço a todos os deputados por permitir esse espaço, que de fato é uma ocasião importante para a gente poder ter essa aproximação e interação. Eu tenho certeza que essa possibilidade do diálogo vai ser muito benéfica para o Estado, uma vez que muitos projetos que, às vezes por falta de uma compreensão maior foram obstados e agora poderão avançar em benefício da sociedade”, argumentou o secretário. Segundo Luís Fernando, o Governo de Rondônia está adotando medidas para alavancar a retomada das atividades econômicas no Estado. “Nós estamos preparando o plano de retomada do crescimento econômico. Medidas serão elaboradas, algumas que estão sendo implementadas por decreto e outras que serão objeto de Projeto de Lei. As atenções estão voltadas visando estimular as empresas a recompor a formação de estoques, a contratação de pessoal, e a se preparar para o pós pandemia com intuito de voltar em um nível de atividade que facilite aceleração do crescimento econômico do Estado,” descreve Luís Fernando. Também foram protocolados, no mesmo dia dois projetos que se referem à base de Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). “Vamos fazer um REFAZ do IPVA vencidos até dezembro de 2019, que poderão ser pagos com redução de juros e multas de até 95% e parcelamento em até 60 meses”, ressalta. Ainda foi destacado pelo secretário, a prorrogação do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) vencido este ano de janeiro a Julho. “Estamos prorrogando para dezembro e dispensando os juros e multas desses débitos. Isso tudo para facilitar a regularização de débitos vencidos dos proprietários de veículos”, explicou o secretário. Ao ouvir a demanda dos deputados estaduais, o secretário se colocou à disposição dos parlamentares. “É sempre bom a gente verificar a possibilidade de ampliar e incentivar o investimento. Nós já estamos estudando algumas medidas e iremos ampliar os estudos com as colocações e sugestões dos senhores deputados”, enfatizou o secretário da Sefin. Por Dhiony Costa e Silva

  • Na pandemia, Brasil cria 131 mil postos formais de trabalho em julho

    Depois de vários meses extinguindo postos de trabalho por causa da pandemia do novo coronavírus, o país voltou a criar empregos formais. Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 16:53 Depois de vários meses extinguindo postos de trabalho por causa da pandemia do novo coronavírus, o país voltou a criar empregos formais em julho. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, 131.010 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. Essa foi a primeira vez desde fevereiro em que o emprego formal cresceu. No acumulado do ano, no entanto, o mercado de trabalho continua sentindo o impacto da pandemia. De janeiro a julho, foram fechadas 1.092.578 vagas, o pior resultado para os sete primeiros meses do ano desde o início da série histórica, em 2010. Setores Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em julho. A estatística foi liderada pela indústria, com a abertura de 53.590 postos. O indicador inclui a indústria de transformação, de extração e de outros tipos. Com 41.986 novos postos, a construção vem em segundo lugar, seguida pelo grupo comércio, reparação de serviços automotores e de motocicletas, com 28.383 novas vagas. Em quarto lugar, vem o grupo que abrange agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, com 23.027 postos. O único setor a registrar fechamento de postos de trabalho foi o de serviços, com a extinção de 15.948 postos. Destaques Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 53.068 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou a indústria extrativa, que abriu 888 vagas. Os serviços tiveram desempenhos opostos conforme o ramo de atividade. O segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas criou 22.208 postos. O setor de saúde humana e serviços sociais abriu 13.649 vagas. Em contrapartida, o setor de alojamento e alimentação continua a sentir os efeitos do isolamento social e fechou 24.949 vagas. O segmento de educação demitiu 19.010 trabalhadores a mais do que contratou. Desde abril, as estatísticas do Caged não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista. Regiões Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em julho. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 34.157 postos a mais, seguido pelo Nordeste com 22.664 postos criados e pelo Sul com mais 20.128 postos. O Centro-Oeste abriu 14.084 postos de trabalho e o Norte criou 13.297 postos formais no mês passado. Na divisão por unidades da Federação, 24 unidades criaram e três extinguiram empregos com carteira assinada. As maiores variações positivas ocorreram em São Paulo, com a abertura de 22.967 postos; Minas Gerais, 15.843 postos, e Santa Catarina, 10.044 postos. Os três estados que fecharam postos de trabalho foram Rio de Janeiro, -6.658 postos; Sergipe, -808 postos, e Amapá, -142 postos. Por Wellton Máximo

  • Frente fria pede atenção especial à circulação sanguínea

    Dor e formigamento nas pernas; pele fria, pálida e arroxeada podem ser um alerta de doenças vasculares. Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 10:49 A queda da temperatura provocada pela frente fria rigorosa que chegou ao país, faz com que o corpo tenha um enorme esforço para manter a temperatura ideal e evitar o comprometimento do bom funcionamento do organismo. E, o sistema vascular tem grande papel nesse momento. Para manter o corpo aquecido, os vasos sanguíneos se contraem em um fenômeno chamado vasoconstrição, que pode levar ao desenvolvimento do Fenômeno de Raynaud. “O estreitamento dos vasos sanguíneos, que causa esse fenômeno, reduz o fluxo sanguíneo para as extremidades e determina uma diminuição da oxigenação dos tecidos”, explica o cirurgião vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, Luciano Amaral Domingues. O especialista esclarece que alguns sintomas podem ser indicadores do quadro, como o frequente formigamento, dor e sensação de frio nos membros inferiores e superiores, que podem apresentar cor pálida ou arroxeada. Feridas nos dedos indicam maior gravidade da doença e pede uma avaliação de um cirurgião vascular. Cerca de 3% a 5% da população apresenta o Fenômeno. Mulheres jovens e pessoas com ansiedade e estresse emocional são os mais acometidos. Ademais, obesidade, diabetes, colesterol alto e tabagismo também aumentam a incidência das doenças vasculares. O frio pode propiciar ou agravar diversas outras enfermidades, como a hipertensão, doença arterial obstrutiva periférica (DAOP) e isquemia cardíaca. Dr. Domingues afirma que, nas baixas temperaturas, é importante adotar hábitos saudáveis para manter uma boa circulação sanguínea. Beber água regularmente e praticar atividades físicas moderadas, sempre controlando os batimentos cardíacos muito acelerados, otimizam a saúde vascular. Evitar o tabagismo e consumo de bebidas alcóolicas também são práticas importantes. Por Elenice Cóstola e Bete Faria Nicastro

  • Jovem é assassinado com 3 tiros na cabeça em Vilhena

    Crime aconteceu na noite desta quinta-feira em um conjunto de quitinetes localizado na rua 720, no bairro Marcos Freire. Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 09:40 Deivid Fernando Serafim, de 24 anos, foi assassinado na noite desta quinta-feira (20), em um conjunto de quitinetes localizado na rua 720, no bairro Marcos Freire, em Vilhena. Segundo informações da irmã de Fernando, ela atendeu um homem trajando blusa branca e calça jeans, usando máscara de proteção, que chegou ao conjunto procurando pelo irmão. Deivid foi até o portão e atendeu o suspeito. Quando eles andavam pelo quintal em direção a quitinete. Foi quando a irmã da vítima ouviu três disparos de arma de fogo e ao ir até a porta da sua casa viu o suspeito correndo para a rua e seu irmão caído no chão. A mulher acionou a unidade de resgate do Corpo de Bombeiros Militares. Os bombeiros ao chegarem ao endereço constataram o óbito de Deivid. Os três tiros atingiram a cabeça da vítima. A jovem alegou que o irmão trabalhava e que o mesmo possui apenas uma passagem criminal por embriagues na direção e que o mesmo não tinha problemas com ninguém e tampouco falou algo sobre alguma ameaça. Autoria e motivação do crime devem ser investigadas pela Polícia Civil, através da divisão de homicídios. Da Redação com informações de Rota Policial News

  • Fornecimento de alimentação a hospitais de Rondônia é investigado

    Operação Deméter, investiga possíveis fraudes em contratos envolvendo o Estado e a empresa responsável pelo fornecimento. Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 10:17 O Ministério Público de Rondônia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), deflagrou na manhã desta sexta-feira (21) a Operação Deméter, que investiga possíveis fraudes praticadas em contratos administrativos envolvendo o Estado de Rondônia e empresa responsável pelo fornecimento de alimentação aos hospitais estaduais. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência e endereço comercial dos envolvidos, havendo indícios da prática dos crimes de organização criminosa, fraude ao caráter competitivo da licitação, dispensa ilegal de licitação, corrupção ativa e passiva, peculato, todos objetivando direcionamento na contratação da empresa investigada. O fornecimento da alimentação por parte da empresa investigada ao Estado de Rondônia iniciou-se em 1º de junho de 2011, sem qualquer previsão contratual, sendo os pagamentos, no importe de R$ 6.139.390,05, realizados através do procedimento de reconhecimento de dívidas, até 23 de setembro de 2011. Após, a administração estadual firmou sucessivos contratos emergenciais e prorrogações ilícitas, que foram objetos de análise por parte do Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, oportunidade em que se constatou diversas irregularidades que indicavam restrição à competitividade e o direcionamento das contratações. De acordo com os relatórios mencionados, por meio das contratações diretas, emergenciais e direcionadas em análise, a Secretaria Estadual de Saúde, entre os anos de 2011 a 2019, através do Fundo Estadual de Saúde, realizou pagamentos no importe de R$ 101.287.941,50 (cento e um milhões, duzentos e oitenta e sete mil, novecentos e quarenta e um reais e cinquenta centavos) à empresa investigada. Um dos contratos emergenciais firmados entre a empresa investigada e o Estado de Rondônia vigorou por 420 dias, ou seja, 240 dias a mais do permitido para esse tipo de contratação, que é de 180 dias. A forma pela qual o Governo realizou as contratações permitiu que fosse perpetuado, dentro do Estado de Rondônia, sucessivas contratações emergenciais com indícios de superfaturamento As cautelares buscam ampliar as investigações, para o início do processo-crime que visa desarticular o grupo criminoso atuante no Estado de Rondônia, acerca de negociatas criminosas estabelecidas entre particulares, incluindo pessoas jurídicas, que consequentemente se beneficiaram dos contratos e os agentes públicos do Estado de Rondônia que praticaram atos administrativos tendenciosos e ilustrativos para implementar as fraudes nos certames licitatórios formalizados para contratação de empresa destinada ao fornecimento de alimentação para a Secretaria Estadual de Saúde. Os trabalhos iniciaram a partir de relatórios elaborados pela Controladoria Geral da União e pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia, que dentre outras irregularidades, apresentaram as seguintes conclusões: montagem de processos administrativos para direcionar a contratação emergencial à empresa investigada; prorrogações sucessivas das contratações emergenciais, estendendo sua vigência para além do prazo limite legal para esses tipos de contratação excepcional; e execução de despesa sem cobertura contratual com favorecimento à empresa Todas as irregularidades apontadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Rondônia serviram para garantir o cumprimento das negociatas irregulares pactuadas pelos envolvidos, a fim de garantir o pagamento de vantagens ilícitas aos beneficiados. O nome da operação faz referência à Deusa Grega Deméter, que na mitologia grega é a responsável pela colheita e agricultura, aludindo, portanto, aos alimentos, objeto basilar dos certames licitatórios investigados. Da Redação com informações do MPRO

  • 1.544 servidores públicos receberam auxílio emergencial ilegalmente em RO

    Servidores municipais e estaduais receberam R$ 1.044.600,00 em pagamentos irregulares Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 10:12 Em Rondônia, agentes públicos que receberam de forma indevida o Auxílio Emergencial do Governo Federal foram notificados pelas entidades com as quais têm vínculo empregatício e, até o último dia 7 de julho, já devolveram aproximadamente R$ 750 mil ao Tesouro Nacional, conforme apurado pela CGU. A apuração sobre o recebimento irregular do benefício foi realizada em um trabalho conjunto envolvendo a Controladoria-Geral da União em Rondônia (CGU-RO) e Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE-RO). Um cruzamento de dados feito pela CGU-RO e pelo TCE-RO, em junho passado, mostrou que 1.544 servidores municipais e estaduais receberam o Auxílio Emergencial de forma inadequada, totalizando R$ 1.044.600,00 em pagamentos irregulares. A orientação da CGU e do TCE é para que todos os servidores recolham os valores recebidos, uma vez que as devoluções estão sendo acompanhadas individualmente, assim há a conferência para saber se os valores estão corretos. Da Redação com informações do TCE

  • Forças de segurança recebem 115 veículos equipados com alta tecnologia

    As viaturas possuem rastreador via satélite, rádio digital e câmeras e serão distribuídas para as Polícias, Bombeiros e Sesdec Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 09:40 A entrega das novas viaturas para a Segurança Pública aconteceu na manhã desta quinta-feira (20). Durante o evento, ocorrido no estacionamento do Palácio Rio Madeira, o governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, enalteceu todas as medidas de combate à corrupção que, consequentemente, refletem em economia de recurso para que seja aplicado em benefícios à sociedade. Na ocasião, o governador parabenizou a atuação da Superintendência Estadual de Compras e Licitações (Supel). A escolha por locação foi avaliada tecnicamente como a opção mais vantajosa para a administração pública com a manutenção da qualidade das viaturas. Os destaques foram pontuados durante a solenidade de entrega simbólica de 115 viaturas de um total de 301 do novo contrato de locação. A quantidade de veículos entregues no momento tem um custo de R$ 19.086.342,48 (dezenove milhões e oitenta e seis mil e trezentos e quarenta e dois reais e quarenta e oito centavos), e de acordo com o secretário de Segurança Defesa e Cidadania (Sesdec) José Hélio Cysneiros Pachá, o valor representa economicidade. ‘‘A economia obtida é de R$ 440 mil por ano”, afirma o secretário. O secretário destacou ainda que o governo fez mais com menos, pois com o novo contrato são 63 viaturas a mais que no anterior. As viaturas serão distribuídas para Polícia Militar (209), Polícia Civil (64), Corpo de Bombeiros (5), Polícia Técnica Cientifica – Politec (17) e Sesdec (6). Os veículos possuem rastreador via satélite, rádio digital e câmeras. Muitos dos veículos possuem câmeras com grande capacidade de zoom. Algumas com capacidade para instalação de software para reconhecimento de placas e com suporte para armamentos longos. Os veículos passarão por vistoria antes de serem colocados nas ruas. O contrato é de 30 meses. COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER A solenidade ainda foi marcada pela entrega de duas caminhonetes que foram adquiridas com recurso de descentralização orçamentária do Fundo Estadual dos Direitos da Mulher (Funedm-Seas) e faz parte do projeto da Sesdec Mulher. Os veículos custaram R$121 mil cada e serão utilizados para atender as necessidades da Delegacia da Mulher, em Porto Velho. A ação conjunta da Sesdec e Secretaria da Assistência e Desenvolvimento Social (Seas) foi elogiada pelo governador. A secretária da Seas e primeira-dama, Luana Rocha também enalteceu a medida. ”Faz parte de um projeto muito bonito da Sesdec em relação as politicas públicas da mulher, e é por isso que a Seas está junto para trazer benefício para as mulheres que estão em situação de vulnerabilidade, mulheres que estão sofrendo violência sexual e violência doméstica. Então, o que esperamos é que possa trazer a proteção e os resultados que as mulheres precisam”, afirma a primeira–dama e secretária da Seas, Luana Rocha. ”Nós estamos fazendo algo que sonhamos há muito tempo: a entrega de viaturas adequadas e equipadas.É nossa obrigação agir com respeito à população. Essas viaturas estarão combatendo à criminalidade, atuando de forma a proteger nossa sociedade da melhor forma possível ”, finaliza o governador. Por Vanessa Moura

  • Mais de três mil alunos de Cerejeiras receberam kits de merenda

    Com a suspensão das aulas regulares, a merenda foi disponibilizada aos alunos através dos kits Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 09:29 A distribuição de kits de merenda escolar atendeu ao todo, 3.819 alunos de 14 unidades estudantis da Coordenadoria Regional de Educação de Cerejeiras, da rede Estadual de Ensino, com iniciativa do Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) para dar suporte às famílias, a fim de amenizar os impactos causados pela pandemia da Covid-19. Os kits contêm itens que fazem parte do cardápio escolar. Incluem arroz, macarrão, extrato de tomate, óleo, polpa de frutas e banana maçã. Com a suspensão das aulas regulares, a merenda foi disponibilizada aos alunos através dos kits. Segundo informações da Regional Escolar de Cerejeiras, atendendo o protocolo de segurança sanitária todos os cuidados com a higienização foram tomados durante a entrega dos kits nas unidades escolares, bem como todas as pessoas envolvidas na distribuição estavam utilizando máscaras, toucas e luvas. Os kits alimentação foram retirados pelos responsáveis de cada família na própria escola, na data e horário agendados, mediante assinatura de termo de recebimento. A coordenadora da Regional de Educação de Cerejeiras, Marlene Ribeiro de Souza, disse que essa é uma ação gratificante. “Percebemos a satisfação dos pais em vir buscar a merenda escolar dos seus filhos. Agradecemos ao Governo do Estado, por meio da Seduc, por nos subsidiar nessa ação grandiosa”, enfatizou a coordenadora. Os Kits foram adquiridos com recurso federal do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) financiado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), utilizando 1ª,2ª, 3ª, 4ª, 5ª, 6ª parcelas de 2020. As 14 escolas da Coordenadoria Regional de Ensino de Cerejeiras (CRE) estão localizadas na Região Sul do Estado, nos municípios de Cerejeiras, Pimenteiras do Oeste, Corumbiara, Cabixi e distritos de Rondôlandia, Vitória da União, Planalto e Estrela. Por Elaine Barbosa

  • Mortes por covid-19 não param em Vilhena; 41 pessoas já morreram pela doença

    O município tem 34 mortes de vilhenenses e 7 óbitos de moradores de outras cidades. 2.346 pessoas já foram contaminadas em Vilhena. Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 07:55 Um morte por covid-19 foi registrada em Vilhena nesta quinta-feira (20). O município ainda registrou 12 novos casos de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, 49 a menos que no dia anterior. Foram 1 por exame de RT-PCR, 8 por teste de anticorpos IgM/IgG (teste rápido) e 3 por vínculo epidemiológico (quando a pessoa tem sintomas e contato constante com outro infectado, mas não fez exame). Os dados são do boletim municipal sobre o coronavírus, da Secretaria Municipal de Saúde de Vilhena. O óbito registrado nesta quinta-feira é de paciente indígena do sexo feminino moradora de Chupinguaia, com 63 anos. Internada no dia 11 de agosto na Enfermaria da Central de Atendimento à Covid-19, a paciente foi transferida para a UTI no dia 13, sem necessidade de respirador. No dia seguinte, porém, teve de ser intubada. Desde então os sintomas se agravaram, levando a paciente a óbito neste dia 20. O município soma 41 óbitos por covid-19, sendo 34 mortes de vilhenenses e 7 óbitos de moradores de outras cidades. Já o número de casos registrados chega ao total de 2.346 pessoas contaminadas pelo coronavírus, desde o primeiro diagnóstico há 137 dias (5 de abril). O município é o quarto do estado em número de casos confirmados da doença. Rondônia registrou até hoje 50,1 mil casos confirmados e 1.045 óbitos. A secretaria municipal de Saúde ainda investiga 150 casos suspeitos de contaminação. E o número de casos ativos diminuiu nas últimas 24 horas, passando de 309 para 266. Segundo o boletim, 2.046 pessoas já se recuperaram da doença em Vilhena, o que corresponde a 87% dos casos registrados. A Central de Atendimento da Covid-19 tinha 15 pacientes internados, sendo 5 na UTI. A taxa de ocupação de leitos de UTI da Central da Covid-19 é de 50%. Por José Antonio Sant'Ana

  • Rondônia tem 426 novos casos de covid-19 e supera 50 mil infectados

    Estado também atingiu a marca de 1.045 mortes por covid-19 desde o primeiro registro há 153 dias. Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 07:40 Mais 8 mortes por covid-19 foram registradas em Rondônia nesta quinta-feira (20). O estado também contabilizou 426 novos casos da doença, são 372 casos a menos que o registrado no dia anterior. Os dados são do boletim epidemiológico sobre o novo coronavírus divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia (Sesau). No registro total Rondônia atingiu a marca de 1.045 mortes por covid-19 e 50.147 casos de coronavírus, desde o primeiro registro há 153 dias (20/3). Deste total, 41.786 pacientes (83,3%) já são considerados curados, segundo a secretaria estadual de Saúde. Os óbitos registrados no estado foram de 1 homem de 76 anos e 2 mulheres (48 e 70 anos) de Porto Velho; 2 homens em Vilhena (68 e 78); 1 homem de 74 anos em Ariquemes; 1 homem de 77 anos de Buritis e 1 homem de 65 anos do município de Alta Floresta do Oeste. Em Rondônia, Porto Velho foi o município que teve mais casos registrados pela Sesau nas últimas 24 horas (124 casos), seguido por Ariquemes (51) e Vilhena (41). Veja abaixo a situação dos 10 municípios com mais casos registrados em Rondônia. Município casos mortes Porto Velho: 25.471 616 Ariquemes: 3.971 63 Guajará-Mirim: 2.610 78 Vilhena: 2.327 34 Ji-Paraná: 1.627 38 Cacoal: 1.411 20 Jaru: 1.400 22 Rolim de Moura: 1.160 16 Candeias: 1.087 21 São M. Guaporé: 813 14 Cone Sul Nos municípios do Cone Sul do estado, a Sesau registrou 73 novos casos. Vilhena com 41 e Chupinguaia com 27 casos continuam com taxas altas de contaminação. Também foram registrados 3 novos casos em Colorado e 2 em Pimenteiras. Vilhena é o 4º município do estado em número de infecções e Chupinguaia é o 17º, dentre 52 municípios rondonienses. De acordo com a Sesau, o Cone Sul totaliza 3.256 casos diagnosticados, sendo 2.504 pacientes considerados curados (76,90%). Individualmente, segundo o boletim estadual, os municípios têm: Vilhena: 2.327 casos Chupinguaia: 428 Cerejeiras: 163 Pimenteiras: 139 Colorado do Oeste: 104 Cabixi: 70 Corumbiara: 25 A Sesau não registrou nenhum novo óbito por covid-19 no Cone Sul. A região totaliza 49 óbitos pela doença: Vilhena: 34 óbitos Cerejeiras: 6 Pimenteiras: 4 Cabixi: 4 Corumbiara: 2 Chupinguaia: 1 Vale lembrar que todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Por José Antonio SantAna

  • Com mais 45 mil infecções, Brasil supera 3,5 milhões de casos de covid-19

    País registra mais 1.204 mortes pelo novo coronavírus em 24 horas, segundo autoridades de saúde. Total de óbitos chega a 112 mil. Revista Imagem - Publicado em 21/08/2020 07:23 O Brasil registrou 45.323 casos confirmados de covid-19 e 1.204 mortes ligadas à doença em 24 horas, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (20/08) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde. O balanço eleva o total de infecções para 3.501.975, enquanto o total de óbitos chega a 112.304. Ao todo, 2.653.407 pessoas se recuperaram da doença, e 736.264 estão em acompanhamento, segundo o ministério. O Conass não divulga número de recuperados. Diversas autoridades e instituições de saúde alertam, contudo, que os números reais de casos e mortes devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação. São Paulo é o estado brasileiro mais atingido pela epidemia, com 730.828 casos e 27.905 mortes. O total de infectados no território paulista supera os registrados em quase todos os países do mundo, exceto Estados Unidos, Índia e Rússia. A Bahia é o segundo estado brasileiro com maior número de casos, somando 228.596, mas fica atrás de São Paulo, Rio de Janeiro (15.074 mortes), Ceará (8.245), Pernambuco (7.303) e Pará (6.027) em número de mortos, com 4.685 vidas perdidas para a doença. O Rio é atualmente o terceiro em número de infecções, com 205.916 casos, seguido do Ceará, que tem 202.422 infectados. O Pará vem em quinto, com 184.253. A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes é atualmente de 53,4 no Brasil – cifra bem acima da registrada em países vizinhos como a Argentina (14,23) e o Uruguai (1,16), considerados exemplos no combate à pandemia. Por outro lado, nações europeias duramente atingidas, como o Reino Unido (62,39) e a Bélgica (87,28), ainda aparecem bem à frente. Mas esses países começaram a registrar seus primeiros casos antes do Brasil, e o número de óbitos diários está atualmente na faixa das dezenas, com o pico tendo sido registrado em abril e maio. O ritmo de transmissão da covid-19, por sua vez, está em desaceleração no Brasil pela primeira vez desde abril. A taxa de contágio no país é atualmente de 0,98, segundo dados do Imperial College de Londres. O índice mostra para quantas pessoas um paciente contaminado transmite o vírus. No último fim de semana, o Brasil completou três meses sem um ministro da Saúde. O posto vem sendo ocupado interinamente desde 15 de maio pelo general Eduardo Pazuello, que não tinha experiência na área e indicou militares para quase todos os postos-chave do ministério. Na sua gestão, as mortes e novas notificações de casos dispararam no país. Foram mais de 95 mil novos óbitos e mais de 3 milhões de casos registrados desde que a pasta passou a ser gerida por Pazuello e outras dezenas de militares. Sob a intervenção pessoal do presidente Jair Bolsonaro e do Exército, a pasta também tentou esconder os números da epidemia no início de junho, mas voltou atrás após ordem do Supremo Tribunal Federal. Em números absolutos, o Brasil é o segundo país do mundo com mais infecções e mortes por coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos, que já acumulam mais de 5,5 milhões de casos e mais de 174 mil óbitos. A Índia, que chegou a impor uma das maiores quarentenas do mundo no início da pandemia, agora é o terceiro país mais afetado, com 2,8 milhões de casos e 53 mil mortos. Ao todo, mais de 22,5 milhões de pessoas foram infectadas pelo vírus em todo o planeta, enquanto mais de 790 mil morreram em decorrência da doença, segundo contagem mantida pela Universidade Johns Hopkins. Por Deutsche Welle

  • STF proíbe MJ de monitorar servidores opositores ao governo

    Ministros determinam suspensão imediata da produção de relatórios contra qualquer adversário que aja dentro da lei. Revista Imagem - Publicado em 20/08/2020 18:18 Ministério da Justiça produziu dossiê contra 579 servidores identificados como antifascistas O Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta quinta-feira (20/08) ao Ministério da Justiça a suspensão imediata da produção de relatórios contra integrantes do "movimento político antifascista" e qualquer opositor que estiver agindo dentro da lei. A Corte julgava uma ação apresentada pelo partido Rede Sustentabilidade, que questionou uma investigação sigilosa aberta pela pasta de André Mendonça contra um grupo de 579 servidores federais e estaduais de segurança e três professores universitários, identificados como membros do "movimento antifascismo". Em julho, a imprensa brasileira revelou que a Secretaria de Operações Integradas (Seopi) do Ministério da Justiça produziu um dossiê com dados pessoais dos servidores e distribuiu um relatório às administrações públicas federal e estaduais. O dossiê continha nomes e, em alguns casos, fotografias e endereços de redes sociais das pessoas monitoradas, críticas do governo do presidente Jair Bolsonaro. O julgamento teve início na quarta-feira, com o voto apenas da relatora da ação, a ministra Cármen Lúcia. Nesta quinta-feira, outros oito ministros acompanharam o voto: Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli. O ministro Marco Aurélio Mello foi o único a dar voto divergente. Os nove ministros que votaram pela suspensão entenderam que houve desvio de finalidade do ministério na produção de dossiês contra opositores, e por isso proibiram o monitoramento de pessoas baseado em "escolhas pessoais e políticas", bem como qualquer ato da pasta contra cidadãos que estejam exercendo seus direitos políticos de se expressar, se reunir e se associar. "O uso ou abuso da máquina estatal, mais ainda para a colheita de informações de servidores com postura política contrária a qualquer governo, caracteriza, sim, desvio de finalidade, pelo menos em tese", afirmou Cármen Lúcia na quarta-feira. A ministra observou ser necessária a existência de serviços de inteligência do Estado para as seguranças pública e nacional, mas a atividade deles deve ser desempenhada dentro dos estreitos limites constitucionais e legais. Ela considerou que, caso isso não ocorra, em vez de defender o Estado, a sociedade e a própria democracia podem ser comprometidas. "A República não admite catacumbas, a democracia não se compadece com segredos, a não ser para se lembrar de situações que precisamos ter como superadas", afirmou. Alexandre de Moraes, o primeiro ministro a votar nesta quinta-feira, concordou que houve desvio de finalidade por parte do ministério, mas zombou do dossiê contra opositores produzido pela pasta, afirmando que o material mais parece um "clipping jornalístico". "Está mais para fofocaiada do que para relatório de inteligência, mas podia avançar no sentido mais profissional e mais perigoso", alertou o ministro. Para ele, o mais preocupante é o viés político da ação. "O que mais me parece desvio de finalidade é a tentativa de órgãos de inteligência de tentar planilhar as preferências políticas e filosóficas de agentes policiais sem que eles tivessem praticado qualquer atividade ilícita." Edson Fachin, por sua vez, defendeu que "a administração pública não tem – nem pode ter – o pretenso direito de listar inimigos do regime". "O risco revelado pela possibilidade de construção de dossiês investigativos, travestidos de relatório de inteligência, contra inúmeros servidores públicos e cidadãos pertencentes a movimento de protesto, deve gerar preocupações quanto à limitação constitucional do serviço de inteligência", completou o ministro. Luís Roberto Barroso seguiu o entendimento, afirmando que monitorar adversários políticos é completamente incompatível com a democracia se não houver indícios de que eles estejam tramando contra as instituições democráticas. "Mas se a preocupação fosse efetivamente essa, talvez fosse o caso de monitorar os grupos fascistas, e não os grupos antifascistas", disse. Rosa Weber também tocou no ponto do viés político da investigação. "Relatórios de inteligência não podem ter como alvo uma ideologia específica, ou sua ameaça, independentemente da ideologia que expressa", afirmou a ministra. "O poder arbitrário sem o freio das leis, exercido no interesse do governante e contra os interesses do governado, o medo como princípio da ação, traduz as marcas registradas da tirania", acrescentou. Sexto ministro a se pronunciar, Luiz Fux deu o voto que formou a maioria nesta quinta-feira. Ele também fez críticas ao material produzido pelo ministério. "Deveria se denominar relatório de desinteligência. Estamos no Estado democrático de direito, é proibido proibir manifestações democráticas." Marco Aurélio Mello foi o único a divergir do entendimento. Para ele, o relatório da pasta – um "cadastro de pessoas naturais e entidades" e de "movimentos que estão ocorrendo no território brasileiro" – está dentro da normalidade e não ameaça a liberdade de expressão. O ministro ainda criticou a ação apresentada pela Rede, afirmando que foi baseada apenas na "capacidade intuitiva" do que foi publicado pela imprensa. Por Deutsche Welle

  • PT pode abrir mão de disputar Presidência em 2022, diz Lula

    Ex-presidente condiciona desistência a apresentação de um nome melhor colocado nas pesquisas de opinião, pela oposição. Revista Imagem - Publicado em 20/08/2020 18:18 O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva admitiu nesta quinta-feira (20), que o PT pode não lançar candidato à Presidência em 2022 desde que outro partido de oposição apresente um nome com melhor desempenho nas pesquisas de opinião. A declaração de Lula foi recebida positivamente, mas com cautela por líderes de outras siglas da esquerda. Já no próprio PT a possibilidade de o partido não ter candidato a presidente pela primeira vez desde a redemocratização é vista como improvável. Lula admitiu que o PT pode abrir mão da cabeça de chapa em 2022 em entrevista ao canal do YouTube TV Democracia, do jornalista Fabio Pannunzio. "Acho plenamente possível ter uma eleição em que o PT não tenha candidato a presidente. O PT pode ter candidato a vice, a outra coisa. Isso é plenamente possível. Acontece que tem que ter um candidato com a habilidade de tratar os partidos com o respeito que os partidos merecem. Não adianta as pessoas quererem brigar com o PT porque o PT aceita briga, mas é o maior partido de esquerda da América Latina", afirmou Lula. O ex-presidente disse "lamentar profundamente" que o PT não faça parte de um grande processo de aliança contra o bolsonarismo, mas lembrou que o partido chegou em primeiro ou segundo lugar em todas as eleições desde 1989 e que, para abrir mão da cabeça de chapa, depende de um "grande acordo". "As pessoas não podem querer que o PT abra mão dessa grandeza que o povo brasileiro lhe deu a troco de nada. Ou apresenta um candidato maior do que o PT ou não tem chance. Para poder ir para o segundo turno tem que passar pelo primeiro. Se não passar pelo primeiro, acabou. O Barcelona achava que era bom, mas perdeu de 8 a 2 para o Bayern de Munique (na semifinal da Liga dos Campeões da Europa). Você não pode prescindir de um partido que tenha no começo de uma campanha 30% a troco de que? Você não pode dar para outro partido sem um grande acordo", disse Lula. Segundo dirigentes petistas e assessores de Lula, não foi a primeira vez que o ex-presidente traçou este cenário. No partido, a leitura foi de que Lula mais ratificou a posição de hegemonia do PT na esquerda do que acenou com a possibilidade de uma composição com as demais forças de oposição. Petistas lembram que quarta-feira, 19, em entrevista à rádio Folha de Pernambuco, Lula admitiu a possibilidade de ele mesmo ser candidato em 2022, caso consiga reaver na Justiça o direito de disputar eleições (ele foi condenado em segunda instância em dois processos por corrupção e lavagem de dinheiro). Além disso, ele foi o principal incentivador da estratégia de o PT lançar o maior número de candidatos possível na eleição municipal deste ano. Líderes da oposição que trabalham há anos pela construção de uma frente ampla contra o bolsonarismo, viram a declaração de Lula com otimismo e cautela. "A defesa de uma frente progressista é altamente positiva. Estou muito confiante de que vamos unir forças e vencer a próxima eleição presidencial. Quanto ao papel de cada partido, temos tempo para debater", disse o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). O presidente nacional do Psol, Juliano Medeiros, também disse que ainda falta muito tempo até 2022. Segundo ele, primeiro a oposição precisa ter bons resultados nas eleições municipais. "A eleição de 2022 ainda está distante e a oposição precisa ter um bom resultado eleitoral esse ano para só depois pensar em eleição presidencial. Mas é positivo que haja esse desprendimento por parte do ex-presidente Lula, porque reconhece que o ciclo de hegemonia de um único partido na esquerda acabou. Seja como for, unidade eleitoral só se discute a partir de projeto de país e persistem diferenças importantes entre os partidos de esquerda e centro-esquerda", disse ele. Na entrevista de mais de duas horas Lula não mostrou arrependimento quanto à campanha agressiva contra Marina Silva (Rede) na reeleição de Dilma Rousseff, 2014, e criticou Ciro Gomes (PDT). "Ciro deveria ter ficado no Brasil e declarado apoio ao (Fernando) Haddad (no segundo turno de 2018), mas ele preferiu, num gesto de rebeldia, ir para Paris", disse Lula. O petista avaliou que o presidente Jair Bolsonaro é um nome competitivo para a reeleição em 2022 e defendeu calma por parte da oposição na hora de traçar uma estratégia de combate eleitoral ao bolsonarismo. "Quem tem o poder, quem está no exercício do governo tem muita chance de ser competitivo na próxima eleição. Temos que trabalhar com essa certeza. É preciso saber qual o discurso que vamos construir, qual é a proposta alternativa que vamos fazer para disputar as eleições. E não adianta ficar nervoso nem chutando a parede. É com muita tranquilidade, sabedoria e inteligência que a gente vai construir a estratégia de retomada do desenvolvimento neste país", disse ele. Por Ricardo Galhardo (Terra)

  • PRF e Sefin apreendem mais de 30 mil litros de bebida alcoólica em Vilhena

    Produto foi embarcado no estado de Santa Catarina e tinha como destino Porto Velho/RO Revista Imagem - Publicado em 20/08/2020 17:46 A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Vilhena, durante fiscalização na BR 364, constatou um carregamento de mercadorias sem nota fiscal, transportado no compartimento de cargas de um caminhão. A ocorrência foi registrada nesta quarta-feira (19). No total, 33.305,52 litros de bebidas alcoólicas diversas (destilados e fermentados), que eram transportados irregularmente foram identificados e encaminhados à Secretaria Estadual de Fazenda (Sefin/RO). Da Redação com informações da Assessoria

  • Evolução física do Vilhenense para estreia na Série D é nítida, diz preparador

    De acordo com o preparador físico, o Vilhenense chegará bem fisicamente na estreia contra o Bragantino. Revista Imagem - Publicado em 20/08/2020 17:46 O preparador físico Leonardo Coelho fez avaliação sobre o trabalho realizado até o momento pelo Vilhenense visando a participação do Vilhenense na disputa da Série D do Campeonato Brasileiro. "A avaliação é muito positiva. As respostas fisiológicas dos atletas estão sendo muito boas. Realizamos 13 seções de treino e a cada seção a evolução é nítida", frisou Leonardo Coelho. De acordo com o preparador físico, o Vilhenense chegará bem fisicamente na estreia contra o Bragantino. "Um aumento gradativo de carga a cada microciclo semanal visando os trabalhos de potência e força sem deixar de lado a prevenção de lesão pois os atletas ficaram inativos a muito tempo. Vamos chegar na estreia a 100% e os 200% vamos atingir só jogando pois a intensidade dos jogos é bem diferente dos treinos", acrescentou. Leonardo Coelho vem realizando um trabalho preventivo com os atletas. "O principal trabalho preventivo que estamos realizando é o trabalho de força, que por si só já ajuda muito na prevenção de lesão. Todo cuidado com o monitoramento de carga que com auxílio do PSE vem nos ajudando bastante", pontuou. O Vilhenense integra o grupo A1 da Série D do Brasileiro ao lado do Atlético Acreano, Bragantino-PA, Fast Clube-AM, Galvez-AC, Independente-PA, Rio Branco-AC além do vencedor do duelo entre Ji-Paraná-RO x Nacional-AM. O Vilhenense estreia no dia 19 ou 20 de setembro diante do Bragantino no estádio Diogão, em Bragança, pela primeira rodada do grupo A1 da Série D do Campeonato Brasileiro. Por Futebol do Norte

  • Maia defende manutenção de veto que impede reajuste a servidores

    Líderes partidários atuam para que veto seja mantido na Câmara. Ontem o dispositivo foi derrubado em sessão do Senado. Revista Imagem - Publicado em 20/08/2020 17:34 O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu nesta quinta-feira (20) a manutenção do veto presidencial que congelou salários de servidores públicos federais durante o período da pandemia da covid-19. Ontem, o dispositivo foi derrubado em sessão do Senado. “Nós entendemos que esse veto é muito importante a sua manutenção, para que a gente possa dar uma sinalização clara que nós queremos, claro, atender a estados, atender a municípios, atender à sociedade, mas tudo dentro do equilíbrio fiscal”. Deputados se reúnem nesta tarde, a partir das 15h para retomar a análise de vetos do presidente da República, Jair Bolsonaro. Ontem, parlamentares analisaram uma série de vetos presidenciais a leis aprovadas pelos parlamentares. Na ocasião, congressistas também derrubaram o veto ao uso de máscara em escolas e comércio. Segundo Maia, líderes partidários estão atuando para que o veto ao congelamento de salários dos servidores seja mantido. Caso o veto seja mantido na Câmara, a concessão de reajustes fica proibida até dezembro de 2021. Se houver a decisão de manter a derrubada proposta pelos senadores, o reajuste é liberado e ficará a critério de prefeitos e governadores. “Estamos trabalhando para que a gente consiga, na tarde de hoje, manter o veto. Não tem nada contra o servidor, muito pelo contrário. O projeto de lei aprovado com esse artigo, ele só tinha um objetivo: garantir aos prefeitos e aos governadores todas as condições para pagar os salários dos servidores públicos”, disse Maia. “A derrubada desse veto, quais são as consequências? Nós não sabemos. Nós temos muitas medidas provisórias que podem ser afetas com o resultado negativo dessa votação. Porque essa economia ela faz parte de todo planejamento que o governo fez junto com Congresso Nacional”, completou. Reajuste O presidente Jair Bolsonaro também criticou a derrubada do veto nesta quinta-feira. Para ele, a medida torna “impossível governar o país”. “Ontem [19], o Senado derrubou um veto que vai dar um prejuízo de R$ 120 bilhões para o Brasil. Então, eu não posso governar um país. Se esse veto [derrubada de veto] for mantido na Câmara, é impossível governar o Brasil. É de todo mundo a responsabilidade de ajudar o Brasil a sair do buraco”, disse a apoiadores ao deixar o Palácio da Alvorada. Bolsonaro sancionou em maio a lei que trata da ajuda financeira a estados, municípios e o Distrito Federal para o combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus (covid-19), e que também prevê que os servidores públicos deverão ficar sem reajuste até o fim do ano que vem. Na ocasião, ele vetou ainda a possibilidade de deixar algumas categorias de fora desse congelamento, como trabalhadores da educação, saúde e segurança pública, servidores de carreiras periciais, profissionais de limpeza urbana e de serviços funerários. Por Heloisa Cristaldo

  • Arrecadação em julho é a mais baixa para o mês desde 2009

    A contração da atividade e a suspensão de vários tributos fizeram a arrecadação federal recuar em 17,68% em relação a julho de 2019. Revista Imagem - Publicado em 20/08/2020 17:27 A contração da atividade e a suspensão de vários tributos durante a pandemia fizeram a arrecadação federal fechar julho no menor nível para o mês desde 2009. No mês passado, as receitas da União somaram R$ 115,99 bilhões, com recuo de 17,68% em relação a julho de 2019, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nos sete primeiros meses do ano, a arrecadação federal somou R$ 781,956 bilhões. Esse também representa o menor valor para o período de janeiro a julho desde 2009. Em relação ao mesmo período do ano passado, a arrecadação acumulada desabou 15,16%, em valores também corrigidos pela inflação. Segundo a Receita Federal, o principal fator que explica a queda na arrecadação é a crise econômica, que aumentou a compensação de tributos em R$ 9,151 bilhões entre julho deste ano e o mesmo mês do ano passado. Por meio da compensação, empresas que tiveram prejuízos ou lucros menores que o projetado pedem devolução de tributos pagos quando a estimativa de ganhos estava melhor. A redução a zero do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito, em vigor até outubro, diminuiu a arrecadação federal em R$ 2,351 bilhões em julho. O adiamento de tributos durante a pandemia teve impacto negativo de R$ 516 milhões nas receitas do mês passado. Leve recuperação Apesar de os resultados terem sido os mais baixos desde 2009, a arrecadação melhorou na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O recuo real (descontada a inflação) de 17,68% em julho representa desempenho melhor em relação às quedas observadas em abril (-28,95%), maio (-32,92%) e junho (-29,59%). Em relação aos tributos, a maior contribuição para a queda da arrecadação de julho decorreu do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, que encolheram 21,54% em relação a julho do ano passado descontando a inflação. Em seguida, vêm o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), com contração de 20,83%, e as contribuições para a Previdência Social, com queda de 11,38%. No caso do IRPJ e da CSLL, a contração reflete os menores lucros das empresas. A redução de PIS/Cofins reflete a retração de 0,9% nas vendas de bens e de 12,1% nas vendas de serviços. A queda na arrecadação da Previdência resulta do encolhimento de 9,98% na massa salarial decorrente do aumento do desemprego e do trabalho informal. Por Wellton Máximo

  • Novo sistema de pagamentos do BC, Pix será gratuito a pessoas físicas

    Presidente do BC diz que a ferramenta, que começa a operar em novembro, vai revolucionar a intermediação financeira no país. Revista Imagem - Publicado em 20/08/2020 17:19 Novo sistema de pagamentos instantâneos que entrará em vigor em 16 de novembro, o Pix será gratuito para pessoas físicas, disse hoje (20) o diretor da Organização do Sistema Financeiro do Banco Central (BC), João Manoel de Mello. Ele negou que a gratuidade represente um tabelamento por parte da autoridade monetária. “Isso [a gratuidade do Pix para pessoas físicas] não significa de modo algum que haja movimento de tabelamento por parte do Banco Central. Há diversos outros pontos do ecossistema abertos a todos os provedores de serviços de pagamento com capacidade de remuneração”, disse o diretor na abertura de um fórum promovido pelo BC para discutir a adoção do novo sistema. Segundo Mello, o BC editará uma norma específica para detalhar onde o uso do Pix pode ser tarifado para pessoas jurídicas. Ele não deu prazos para a publicação da regra, mas disse que a demora na regulamentação está causando ansiedade nos operadores de mercado. O diretor informou ser importante levar em conta que existem meios eletrônicos de pagamento semelhantes funcionam sem cobrança de tarifa para pessoas físicas. De acordo com ele, a regulação do BC apenas procurará dar tratamento igual aos diversos sistemas de pagamento. De acordo com a autoridade monetária, o Pix custa R$ 0,01 para cada dez transações, mas o custo será assumido pelas pessoas jurídicas que aderirem ao sistema. Convênios O diretor anunciou que o BC está prestes a fechar convênios para que entes do governo aceitem pagamentos pelo Pix. Segundo Mello, as conversas com o Tesouro Nacional e com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estão em fase avançada. Para ele, o pagamento de faturas de serviços básicos ajudará a popularizar o novo sistema. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, também participou da abertura do evento. Em discurso rápido, afirmou que o Pix representa uma semente de várias iniciativas que pretendem ampliar a democratização digital e acrescentou que a ferramenta revolucionará a intermediação financeira no país. Operação Nova ferramenta que funcionará 24 horas por dia reduz o tempo de liquidação de pagamentos entre estabelecimentos com conta em bancos e instituições diferentes, o Pix entrará em operação em 16 de novembro. O cadastro das Chaves Pix – combinação com telefone celular, CPF, CNPJ e e-mail necessária para operar a carteira digital – começará em 5 de outubro. As datas foram anunciadas no fim de julho. As transações poderão ser feitas por meio de QR Code (versão avançada do código de barras lida pela câmera do celular) ou com base na chave cadastrada. O Pix trará agilidade em relação a sistemas atuais de pagamento, como a transferência eletrônica disponível (TED), que leva até duas horas para ser compensada, e o documento de ordem de crédito (DOC), liquidado apenas no dia útil seguinte. No caso de empresas, a plataforma traz vantagens em relação ao pagamento por cartão de débito. Isso porque o consumidor pagante não precisará ter conta em banco, como ocorre com os cartões. Bastará abastecer a carteira digital do Pix para enviar e receber dinheiro. Por Wellton Máximo

  • Tio do deputado Jean Oliveira, chega a Porto Velho para cumprir pena

    Moisés de Oliveira, é irmão do ex-deputado Carlão de Oliveira. Os dois foram condenados por desvio de verbas da Assembleia Legislativa. Revista Imagem - Publicado em 20/08/2020 14:56 Moisés José Ribeiro de Oliveira foi transferido nesta quinta-feira, 10 dias após ter sido preso em Brasília O ex-diretor-financeiro da Assembleia Legislativa de Rondônia, Moisés de Oliveira, preso pela Polícia Federal (PF), no dia 9 deste mês, chegou a Porto Velho na manhã desta quinta-feira (20). A prisão aconteceu em Brasília. O apenado desembarcou em um voo comercial, que veio de Brasília, no aeroporto da Capital, e entrou em uma viatura da Polícia Federal. Moisés estava escoltado por dois policiais federais. Do aeroporto, ele seguiu para a sede da Polícia Federal, e será encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), sob escolta de policiais penais. Moisés de Oliveira estava foragido da justiça e possuía seis mandados de prisão em aberto, cujas condenações proferidas pela Justiça Estadual de Rondônia chegam a 26 anos de prisão. Ele foi investigado na Operação Dominó, deflagrada pela Policia Federal no dia 4 de agosto de 2006 e que teve como objetivo desarticular organização criminosa responsável por desviar recursos e fraudar procedimentos licitatórios de órgãos públicos estaduais, dentre eles a Assembleia Legislativa. Após os exames de corpo delito, Moisés será encaminhado ao presídio Estadual capital, onde deverá cumprir a pena de regime inicialmente fechado. Por Rondoniagora

  • Indígenas Karipuna de Rondônia são infectados pelo novo coronavírus

    Os dois primeiros indígenas infectados foram idosos; a aldeia se preocupa com possíveis novos contágios devido as invasões de terra. Revista Imagem - Publicado em 20/08/2020 14:39 A Covid-19 já atingiu mais 23 mil indígenas e levou pelo menos 652 vidas. Foto Arquivo. Nos últimos meses o mundo vem enfrentando o novo coronavírus (Sars-CoV-2) com os recursos que tem. A Covid-19 é facilmente transmissível e chega até nos locais mais isolados, como a aldeia Karipuna, que no dia 13 deste mês confirmou os dois primeiros casos positivos para Covid-19 e não conta com muitas formas de se proteger no vírus. As duas primeiras vítimas da doença na aldeia foram idosos, que já estão sendo atendidos em Porto Velho. Eric Karipuna, parente dos atingidos pelo novo coronavírus e uma das lideranças da tribo, informou que ambos estão com quadro estável e sob observação, mas que a agora a população indígena se preocupa com a propagação do vírus . A região em que a tribo Karipuna vive é constantemente invadida e alvo de explorações ilegais de madeira . "Eles [os invasores] estão muito próximos da nossa casa, dentro da aldeia praticamente. As queimadas que podem agravar a questão respiratória também estão preocupando muito a gente", afirmou. A aldeia Karipuna, onde vivem 58 indígenas, fica há 150 km de Porto Velho. A terra foi demarcada em 1998, mas segundo os indígenas quase 80% da área já foi degradada por invasores . A representante do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Laula Vicunã, relaciona essas invasões com a chegada da Covid-19 nas tribos. "Hoje o território Karipuna está sendo invadido por todos os seus lados e isso deixa muito mais em vulnerabilidade o povo Karipuna que ali vive. Já são dois casos de Covid entre o povo Karipuna, então se pede uma ação eficaz do Estado brasileiro em defender esse povo, em defender esses indígenas do Brasil ", pede. A Covid-19 já atingiu mais 23 mil indígenas e levou pelo menos 652 vidas. Por IG

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