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  • Aulas presenciais em Rondônia seguem suspensas até 3 de novembro

    Resguardar a saúde dos estudantes é uma prioridade para o Governo de Rondônia. Revista Imagem - Publicado em 02/09/2020 18:17 Com adoção de medidas vitais no combate à Covid-19, zelando pela saúde dos estudantes, o Governo do Estado, por intermédio do Decreto n° 25.348, de 31 de agosto de 2020, prorrogou a suspensão das atividades educacionais presenciais, do ensino regular, até o dia 3 de novembro de 2020. O decreto em vigor será aplicado na rede estadual, municipal e privada, em todos os municípios de Rondônia. Caso haja estudo apontando a viabilidade de retomada ou decisão local dos seus respectivos prefeitos, o retorno poderá acontecer antes do prazo determinado. Acrescido de mais um parágrafo no novo decreto, serão permitidas práticas de estágio supervisionado ou internatos nas unidades de saúde – públicas e privadas – pelos alunos de medicina que estejam cursando o 5º ou 6º ano, como ainda discentes de outros cursos da área de saúde, desde que esteja no último semestre. A suspensão das atividades educacionais presenciais já perdura mais de cinco meses e tem por prioridade, por parte do Governo, resguardar a saúde dos alunos evitando seu possível contágio. Por Emanuelle Pontes

  • Governo reclassifica municípios e libera realização de eventos em Rondônia

    Vilhena progrediu da fase 1 para a fase 3, o quue não muda nada, já que o município tem regulamentação própria para enfrentar o coronavirus. Revista Imagem - Publicado em 02/09/2020 14:49 Na busca constante pelo equilíbrio entre economia e saúde no enfrentamento à pandemia, o Governo de Rondônia reclassificou, através da Portaria Conjunta nº 18, os municípios nas fases do Plano Todos Por Rondônia, que condiciona a abertura do comércio ao controle de casos da Covid-19. Na fase 1 de distanciamento social ampliado estão sete cidades, e outras 45 na fase 3 de abertura comercial seletiva. Estão na fase 1: Ji-Paraná, Pimenta Bueno, Espigão do Oeste, Alta Floresta do Oeste, Presidente Médici, Cerejeiras e Chupinguaia. Os demais municípios estão todos classificados na fase 3, inclusive Vilhena que até ontem estava na fase 1 do Governo do Estado, o que na prática não quer dizer nada, já que o município tem regulamentação própria para enfrentar o coronavírus. A nova classificação foi realizada seguindo critérios estabelecidos no Decreto n° 25.348, que considera a taxa de crescimento de casos ativos da Covid-19 dos municípios e a taxa de ocupação de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto das macrorregiões de saúde como principais dados a serem observados para permitir avanço ou determinar o regresso de municípios nas fases do Plano Todos Por Rondônia. O decreto esclarece que ”serão considerados para fins de cômputo da taxa de ocupação de leitos, o número de leitos disponíveis nas duas macrorregiões e o número de pacientes internados provenientes de cada uma delas, sendo computada sua ocupação concomitante com a região da macrorregião do paciente. Caso a ocupação total do Estado chegue aos 90%, os critérios serão de acordo com a ocupação de ambas as macrorregiões, sem levar em consideração a origem da macrorregião do paciente”. Desta forma, a princípio, a reclassificação considera a taxa de ocupação da macrorregião de origem do paciente, mas caso a ocupação geral do Estado chegue a 90%, passam a ser considerados dados gerais, e não mais de origem do paciente. O Estado está no topo da transparência de rankings nacional e mundial em relação a dados e uso de recursos públicos na pandemia e alcançou o primeiro lugar no ranking de testagem para a doença. É destaque nacional com uma das menores taxas de mortes por Covid-19 e possui alta taxa de recuperados da doença. Constantemente, o Comitê Interinstitucional de Prevenção, Verificação e Monitoramento dos Impactos da Covid-19 alinha medidas para que o Estado possa cumprir a determinação do governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, em ser efetivo na proteção de vidas e também na manutenção de negócios e empregos em meio à pandemia. Novo decreto traz mudanças Entre as principais mudanças, o destaque é a possibilidade de realização de ventos sociais sem música ao vivo para as cidades enquadradas na Segunda Fase em diante. Vejam o que pode funcionar em cada fase. I – Na Primeira Fase – distanciamento social ampliado – é constituída pelas atividades essenciais: a) açougues, panificadoras, supermercados e lojas de produtos naturais; b) atacadistas e distribuidoras; c) serviços funerários; d) hospitais, clínicas de saúde, clínicas odontológicas, laboratórios de análises clínicas e farmácias; e) consultórios veterinários e pet shops; f) postos de combustíveis, borracharias e lava-jatos; g) oficinas mecânicas, autopeças e serviços de manutenção em geral; h)serviços bancários, contábeis, lotéricas e cartórios; i) restaurantes e lanchonetes localizadas em rodovias; j) restaurantes e lanchonetes em geral, para retirada (drive-thru e take away) ou entrega em domicílio (delivery); k) lojas de materiais de construção, obras e serviços de engenharia; l) lojas de tecidos, armarinhos e aviamento; m) distribuidores e comércios de insumos na área da saúde, de aparelhos auditivos e óticas; n) hotéis e hospedarias; o) segurança privada e de valores, transportes, logística e indústrias; p) comércio de produtos agropecuários e atividades agropecuárias; q) lavanderias, controle de pragas e sanitização; r) outras atividades varejistas com sistema de retirada (drive-thru e take away) e entrega em domicílio (delivery); s) atividades religiosas de qualquer culto, até 5 (cinco) pessoas; t) escritório de advocacia; u) vistorias veiculares mediante agendamento. Obs.: Os shopping centers, galerias, centros comerciais e estabelecimentos afins ficam proibidos de liberarem o funcionamento das praças de alimentação ou atividades congêneres na fase I, do qual voltará seu funcionamento normal na fase II. II – Na Segunda Fase – distanciamento social seletivo – será mantido o funcionamento das atividades da fase 1 e acrescenta: a) corretoras de imóveis e de seguros; b) concessionárias e vistorias veiculares; b) concessionárias, locadoras, garagens e vistorias veiculares; c) restaurantes, lanchonetes, sorveterias e afins para consumo no local; d) academias de esportes de todas as modalidades; e) shopping centers e galerias; f) livrarias e papelarias; g) lojas de confecções e sapatarias; h) lojas de eletrodomésticos, móveis e utensílios; i) lojas de equipamentos de informática e de instrumentos musicais; j) relojoarias, acessórios pessoais e afins; k) lojas de máquinas e implementos agrícolas; l) centro de formação de condutores e despachantes; l) centro de formação de condutores, despachantes, emplacadoras e congêneres; m) salões de beleza e barbearias; n) atividades religiosas presenciais; o) pesca esportiva; p) comércio de insumos de estética e produtos de salão de beleza; q) Serviços na modalidade drive-in; r) Serviços de eventos e afins que não contemplem apresentações artísticas ao vivo, atendendo os requisitos determinados*. *Serviços de eventos e afins deverão atender a limitação máxima de 40% da capacidade total de lotação, fazendo com que os clientes mantenham-se em distância de, no mínimo, dois metros entre as mesas, sem interação dançante entre os convidados, cabendo a responsabilidade aos promotores dos eventos da manutenção da ordem e o distanciamento deles na área interna e externa. III – Na Terceira Fase – abertura comercial seletiva – são permitidas todas as atividades COM EXCEÇÃO de: a) casas de show, bares e boates; b) reuniões com mais de dez pessoas; c) cinemas e teatros; d) balneários e clubes recreativos; e) cursos e afins para pessoas com menos de 18 anos; f) cursos profissionalizantes e capacitações em instituições públicas; g) cursos e afins com mais de 16 pessoas; h) atividades desportivas que envolvam o confronto de equipes e atividades coletivas de todas as modalidades, na forma amadora. IV – Na Quarta Fase – abertura comercial ampliada com prevenção contínua – haverá reabertura total com os critérios de proteção à saúde coletiva, enquanto houver circulação do vírus sem medida de proteção efetiva (vacina). O novo decreto permite a entrada de crianças nos estabelecimentos comerciais, desde que observadas as medidas sanitárias pertinentes e acompanhadas dos pais ou responsáveis. E ainda traz novas recomendações para o transporte de táxi, como também motoristas de aplicativos, que poderá ser realizado sem exceder à capacidade de um motorista e três passageiros, exceto nos casos de pessoas que coabitam, devendo todos os ocupantes fazer o uso de máscaras. Por Vanessa Moura

  • Avião que "caiu" ontem em Cacoal levava quase meia tonelada de cocaína

    De acordo com a Polícia Federal, a aeronave não tem prefixo e estava realizando um voo clandestino. Até o momento ninguém foi preso. Revista Imagem - Publicado em 02/09/2020 10:26 A Polícia Federal (PF) segue nas investigações em busca de identificar e prender os traficantes que fizeram um pouso forçado na tarde desta terça-feira (1), nas proximidades do aeroporto de Cacoal. De acordo com a Polícia Federal, o avião levava 423 de cloridrato de cocaína. A aeronave não tem prefixo e estava realizando um voo clandestino. Após o pouso forçado, os traficantes roubaram um carro modelo Gol e fugiram. O veículo foi abandonado na cidade de Rolim de Moura. O pouso forçado pode ter sido motivado por problemas mecânicos na aeronave. A droga foi apreendida pela Polícia Federal e até o momento ninguém foi preso. Da Redação

  • Queimadas seguem rastro do novo arco do desmatamento no Amazonas

    Estado tem dois municípios entre os sete onde a Floresta Amazônica foi mais desmatada em 2020. Revista Imagem - Publicado em 02/09/2020 09:22 A temporada do fogo em 2020 no Amazonas pode ser uma das maiores desde 1998, quando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) iniciou o monitoramento de queimadas na Amazônia. O governo do estado do Amazonas diz que adota medidas para coibir a prática ilegal desde o último mês de junho, mas elas têm se mostrado ineficientes. Na comparação com 2019, um dos piores anos de queimadas na região, o número de focos de calor registrados em julho aumentou 33%. Em agosto, houve aumento de 19%. Especialistas avaliam que, pelos índices de desmatamento já registrados, o Amazonas ainda tem muito o que queimar este ano. As áreas mais críticas estão localizadas no sul do estado, como os municípios de Lábrea e Apuí. A região está se consolidando como a nova fronteira do arco do desmatamento, uma nova frente de crimes ambientais no bioma. As queimadas sucedem ao desmatamento na Amazônia. Ambas as ações consomem o maior bioma tropical do planeta e evidenciam crimes ambientais. Por muitos anos, o Amazonas foi um dos estados menos desmatados da Amazônia, mas, desde 2016, o cenário vem mudando. De acordo com dados do Inpe, o estado acumula 26.972 km² de área desmatada desde 1988 e, desde 2016, vem registrando mais de mil quilômetros quadrados de desmatamento anualmente. Em 2019, a área desmatada no estado foi de 1.434 km², a maior em 16 anos. "O Amazonas é um dos estados que, junto com Pará e Mato Grosso, desponta com um grande potencial de queima, porque foi uma das áreas muito afetadas pelo desmatamento, principalmente em grandes áreas de florestas não destinadas e áreas públicas que existem no estado", avalia a diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar. Em abril, o Ipam publicou uma nota técnica que alertava que "o desmatamento de 2020, somado ao que foi derrubado em 2019 e não queimou, pode alimentar uma nova estação intensa de fogo na Amazônia". O documento chamou a atenção especialmente para terras públicas sob a tutela da União e dos estados. "O Amazonas é um dos alvos, porque a maioria dos desmatamentos ocorre em áreas públicas não destinadas, e o estado é um dos que mais concentra esse tipo de categoria fundiária", comenta Alencar. "Quando o desmatamento era mais controlado, não valia a pena desmatar áreas públicas, porque tinha um controle maior e as pessoas não conseguiam vender essas terras. Mas, quando as leis ambientais começaram a perder o valor para a sociedade, de certa forma, ou quando passou a ter um indicativo de que os crimes ambientais não teriam uma punição, as pessoas começam a pensar que talvez valha a pena invadir terras públicas e vendê-las, e também vai ter alguém que compre, que tem a mesma visão, de que, daqui a pouco, um dia, isso vai se regularizar", diz a diretora do Ipam. "Isso dá a impressão de que, o que é feito, logo é desfeito", acrescenta. Segundo o Ipam, as florestas públicas ainda não destinadas, os alvos dos crimes de grilagem, são 15% da Floresta Amazônica. "Entre janeiro e março, 33% da derrubada aconteceu nessa categoria fundiária, mais do que em qualquer outra categoria. No mesmo período de 2019, o índice era de 22%", aponta orelatório "O Amazonas agora faz parte de uma fronteira agrícola, onde novos desmatamentos estão acontecendo e também porque é um estado onde essas terras têm como dono o governo, que deveria estar destinando essas áreas para uso florestal, como unidades de conservação, uma floresta nacional, um assentamento diferenciado, uma terra indígena. Na minha visão, o Amazonas ocupa um protagonismo no desmatamento e no fogo por causa disso, porque as pessoas não estão inibidas para cometer crimes ambientais", avalia Alencar. Alencar também avalia que o desmatamento é um tipo de investimento que precede as queimadas. "Ninguém vai desmatar para não queimar. Um dia as áreas desmatadas vão queimar", diz. "Apuí tem uma ocupação grande, com muitos assentamentos ali naquela região, e já tem uma estrutura para as pessoas chegarem e expandirem para outras regiões. Vejo que Apuí é um centro importante para a expansão dessa fronteira agrícola", completa. De acordo com dados do Deter, de 1º de janeiro a 21 de agosto de 2020, o Amazonas perdeu 982,65 km² de floresta com o desmatamento. É o terceiro estado mais desmatado em 2020 na Amazônia, ficando atrás do Pará e do Mato Grosso. De 22 de agosto de 2019 a 21 de agosto de 2020, foram 1.269,30 km². Queimadas seguem o rastro do desmatamento Os municípios amazonenses que fazem fronteira com os estados do Pará, Mato Grosso e Rondônia são os que mais queimam, somando cerca de 53% dos mais de 72 mil focos de calor identificados ano passado pelo Inpe. Em 2019, Lábrea foi o município que mais queimou (com 23,8% do total de focos); seguido por Apuí (19,5%) e Novo Aripuanã (9,8%), segundo dados do satélite S-NPP/VIIRS*. Além do monitoramento do Inpe, os pesquisadores contam agora com mais uma ferramenta para acompanhar a situação das queimadas na Amazônia. No último dia 16 de agosto, a Agência Espacial Americana (Nasa) lançou o Amazon Dashboard, uma ferramenta para facilitar o monitoramento e compreensão dos tipos de fogo em tempo real. O cientista e chefe do Biospheric Sciences Laboratory, que coordena a iniciativa, Douglas Morton, explica a finalidade da plataforma. “Nossa ferramenta foi desenvolvida para oferecer mais informações em tempo real sobre os tipos de queimadas. A meta é gerar informações mais transparentes e mostrar as condições em que essas queimadas acontecem. A informação em tempo real faz parte do manejo sustentável da região”, diz. "O número de focos de calor é o começo, essa ferramenta avança mais porque permite classificar cada exemplo como um tipo de queimada: de desmatamento, incêndio florestal, em uma área de agricultura ou em uma área aberta, como savana, lavrado ou área de pastagem", acrescenta. O cientista da Nasa aponta que a nova ferramenta de monitoramento mostra que dois terços dos eventos de fogo registrados no Amazonas atualmente têm a ver com desmatamento. O que nós vemos, atualmente, no estado do Amazonas, é que tem uma grande quantidade dos eventos que nós classificamos como desmatamento acontecendo. A cada dia, dois terços, ou 60% dos focos de calor registrados pelo satélite do sensor VIIRS, têm conexão com os eventos de desmatamento", diz Morton. "No Amazonas, os novos desmatamentos estão acontecendo nas rodovias principais, em locais conhecidos como as fronteiras de desmatamento da região, como a Transamazônica e outras rodovias onde o padrão de expansão agrícola é bem conhecido. Mas a diferença é que, agora, podemos classificar os eventos como queimadas de desmatamento em tempo real”, acrescenta o cientista da Nasa. Ele aponta como áreas mais preocupantes aquelas com desmatamento mais extenso. "Algumas áreas de desmatamento que mapeamos estão chegando a 80 km² de extensão", alerta. “Os maiores desmatamentos estão ocorrendo a norte da Floresta Nacional do Jatuarana. Isso é preocupante porque caracteriza o que a gente chama de 'perde-perde', pois a floresta perde valor econômico e tem perdas ecológicas. Ninguém ganha com os incêndios florestais", avalia Morton. O pesquisador aponta que a Amazônia deve ter, em 2020, um período de queimadas muito semelhante ao registrado em 2019. "Não temos um pico de queimadas na Amazônia como aconteceu na ocasião conhecida como "dia do fogo", em agosto do ano passado, mas observamos um número expressivo de queimadas que aconteceram depois da moratória do fogo deste ano e que continuam. Inclusive em áreas grandes de incêndios florestais e em áreas com características de desmatamento. Parece que esse ano estamos no mesmo caminho que no ano passado", finaliza. Procurada pela reportagem, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas (SEMA-AM) justificou o aumento do desmatamento e das queimadas como consequência da pandemia de covid-19, que restringiu atividades de campo por causa da necessidade de isolamento social. A SEMA também diz que decretou situação de emergência ambiental e solicitou adesão à Garantia da Lei e da Ordem (GLO) ao governo federal, para pedir apoio das Forças Armadas em ações de combate. Além disso, também diz estar executando a Operação Curuquetê 2 no sul do Amazonas, "com ações voltadas para o fortalecimento da regularização fundiária e ambiental". *Nota: Desde 16 de agosto de 2020, o satélite de referência, utilizado a partir de 2002, apresenta problemas na recepção dos focos de calor. Para evitar erros na análise dos dados, o InfoAmazonia passou a utilizar os dados do sensor VIIRS do satélite S-NPP, que possui mais resolução que o satélite referência e, portanto, capta número maior de focos de calor. Por Deutsche Welle

  • Ocupação de UTI em Vilhena chega a 80% mas prefeitura não adota lockdown

    Percentual é o estabelecido em lei para que município possa adotar medidas mais rígidas de controle ao coronavírus. Revista Imagem - Publicado em 02/09/2020 09:12 Depois de 6 dias seguidos registrando mortes por covid-19, Vilhena não registrou nenhum óbito pela doença nesta terça-feira (1º). Porém, o boletim municipal sobre o coronavírus, da Secretaria Municipal de Saúde de Vilhena, identificou 65 novos casos de infecção por coronavírus no dia de ontem. Entre as 65 novas infeções os diagnósticos foram 38 por exame de RT-PCR, 26 por teste de anticorpos IgM/IgG (teste rápido), 1 por análise clínico-epidemiológico. Com os casos de ontem o número de infectados pelo novo coronavírus no município é de 2.895 pessoas, desde o primeiro diagnóstico há 149 dias (5 de abril). O município soma 50 vítimas fatais por covid-19, sendo 41 mortes de vilhenenses e 9 óbitos de moradores de outras cidades. A secretaria municipal de Saúde ainda investiga 148 casos suspeitos de contaminação. E o número de casos ativos é de 364 pessoas. Segundo o boletim, 2.490 pessoas já se recuperaram da doença em Vilhena, o que corresponde a 86% dos casos registrados. Lockdown? Ontem a Central de Atendimento da Covid-19 tinha 8 pessoas internadas na UTI, alcançado pela primeira vez a taxa de ocupação de 80%. Esse era o limite para que o município pudesse adotar medidas mais rígidas de controle ao coronavírus, como o fechamento do comércio (lockdown). Porém, em nota a assessoria da prefeitura informou que nenhuma medida de restrição seria tomada. A justificativa é de que segundo a lei n° 5.285, alcançar a taxa de ocupação de 80% na UTI permite, e não obriga, a Prefeitura a adotar medidas de fechamento do comércio. O município se respaldou ainda na informação da direção do Hospital Regional de Vilhena, responsável pela Central, de que que dois dos pacientes internados na UTI ficariam por poucas horas no local, e desta forma a taxa de ocupação da UTI retornaria a 60%. Vilhena é o terceiro município de Rondônia em número de casos confirmados de covid-19, atrás apenas de Porto Velho e Ariquemes; e o quinto em número de mortes pela doença. Rondônia tem 55,7 mil casos confirmados e 1.155 óbitos provocados pelo novo coronavírus. Por José Antonio Sant'Ana

  • Brasil tem 42 mil novos casos e 1.215 mortes por covid-19 em 24 horas

    País acumula mais de 3,95 milhões de infectados pelo coronavírus e 122 mil mortos. Revista Imagem - Publicado em 02/09/2020 08:37 O Brasil registrou nesta terça-feira (01) 42.659 casos confirmados de covid-19 e 1.215 mortes em razão da doença, segundo dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e do Ministério da Saúde. A contagem eleva o total de infecções para 3.950.931, enquanto os óbitos chegam a 122.596. Ao todo, 3.159.096 pessoas se recuperaram da doença, e 669.239 estão em acompanhamento, segundo o Ministério. O Conass não divulga número de recuperados. Diversas autoridades e instituições de saúde alertam que os números reais de casos e mortes devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação. As cifras reportadas no fim de semana também costumam ser mais baixas, já que equipes responsáveis pela notificação funcionam em escala reduzida. São Paulo é o estado brasileiro mais atingido pela epidemia, com 814.375 casos e 30.375 mortes. O total de infectados no território paulista supera os registrados em praticamente todos os países do mundo, exceto Estados Unidos (6.070.050), Índia (3,69 milhões) e Rússia (997 mil). A covid-19 atingiu todas as 645 cidades paulistas. A Bahia é o segundo estado brasileiro com maior número de casos, somando 259.418, seguida do Rio de Janeiro, com 226.800 infecções, e de Minas Gerais, com 218.781. O Ceará vem em quinto, com 216.333 ocorrências positivas. Em número de mortos, o Rio é o segundo estado com mais vítimas, somando 16.217 óbitos. Em seguida vêm Ceará (8.447), Pernambuco (7.614), Pará (6.176) e Bahia (5.448). A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes é atualmente de 58,3 no Brasil – cifra bem acima da registrada em países vizinhos como a Argentina (19,46) e o Uruguai (1,28), considerados exemplos no combate à pandemia. O número brasileiro também supera o dos Estados Unidos, o país mais atingido do mundo, que tem taxa de mortalidade de 56,12. Por outro lado, nações europeias duramente atingidas, como o Reino Unido (62,65) e a Bélgica (86,63), ainda aparecem bem à frente do país. Mas esses países começaram a registrar seus primeiros casos antes do Brasil, e o número de óbitos diários está atualmente na faixa das dezenas, com o pico tendo sido registrado em abril e maio. Em números absolutos, o Brasil é o segundo país do mundo com mais infecções e mortes por coronavírus, atrás apenas dos Estados Unidos, que já acumulam mais de 6 milhões de casos e mais de 184 mil óbitos. A Índia, que chegou a impor uma das maiores quarentenas do mundo no início da pandemia, é o terceiro país mais afetado, com 3,6 milhões de casos e 65 mil mortes. Por Deutsche Welle

  • Avião com drogas faz pouso forçado e é abandonado em Cacoal

    Após a queda, os bandidos renderam uma mulher que passava com um veículo modelo VW/Gol, e em seguida fugiram do local. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 16:45 Um avião de pequeno porte caiu na linha 07, no setor Prosperidade, nas proximidades do aeroporto municipal de Cacoal. O caso ocorreu nesta terça-feira (01). De acordo com as informações, o avião estava recheado de drogas, a polícia militar foi acionada para averiguar os fatos, não há informações sobre a quantidade de drogas na aeronave. Após a queda, os bandidos renderam uma mulher que passava com um veículo modelo VW/Gol, e em seguida fugiram do local. O veiculo foi localizado abandonado no município de Rolim de Moura. Fonte: Planeta Folha e Alerta Rolim

  • TáxiGov começa a ser implantado para substituir frota de veículos em RO

    Serviço de transporte terrestre será disponibilizado a servidores, empregados e colaboradores dos órgãos e entidades federais. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 16:34 O Ministério da Economia anunciou, nesta terça-feira (1°), a implantação do TáxiGov em Rondônia. O projeto visa oferecer serviço de transporte terrestre a servidores, empregados e colaboradores dos órgãos e entidades federais. Inicialmente, segundo Ministério, o TáxiGov deve ser ofertado apenas aos servidores federais lotados na capital Porto Velho. Para a implantação do projeto, a Central de Compras do governo federal publicou a Intenção de Registro de Preços (IRP), com o objetivo de levantar quais instituições têm interesse em modernizar o sistema de transporte terrestre de seus servidores. Segundo o Ministério da Economia, os órgãos federais instalados na capital deverão lançar suas demandas até o dia 18 de setembro, por meio do Portal de Compras. A medida poderá atingir cerca de 11 mil servidores atuantes na capital do estado. "A licitação do TáxiGov no estado de Rondônia está em fase de levantamento da demanda. Além de quantificar os órgãos e entidades que têm interesse em utilizar o serviço, será levantado o valor anual estimado da contratação, quantos quilômetros serão rodados, ao ano, nos deslocamentos a serviço, entre outras informações", diz o Ministério. A IRP autoriza contratar serviços de táxi ou de transporte individual de passageiros, ou prestação de serviço de transporte por locação de veículos, com área de atuação em Rondônia. O Ministério da Economia informou que o contrato terá duração de 12 meses em Porto Velho, podendo ser renovado até o limite de 60 meses. "Entre as exigências do contrato está que os carros tenham quatro portas, ar-condicionado e monitoramento via aplicativo com GPS. O modelo de transporte de servidores por meio de aplicativo incorpora o conceito de serviços por demanda, trazendo outros benefícios como a avaliação dos serviços pelo usuário final, maior transparência com o uso intensivo de tecnologia, menor esforço de gestão dos serviços e mitigação da ociosidade". TáxiGov em outras cidades O modelo do TáxiGov será implantado, em breve, em outras cidades, como Florianópolis, Belo Horizonte, Cuiabá, Salvador, Natal e Porto Alegre. Até o momento, a medida gerou uma economia de mais de R$ 26 milhões e também possibilitou o leilão de 137 veículos, que deixaram de ser utilizados pelos órgãos da administração pública. Conforme informou o Ministério, outro ganho do TáxiGov é referente aos mecanismos de gestão pública. Cerca de 60 contratos de transporte terrestre de servidores e colaboradores foram encerrados com a adoção do TáxiGov. Fonte: G1RO

  • Serasa Limpa Nome prorroga prazo para quitar dívidas até o dia 8

    Dívidas dentro dos valores estipulados podem ser quitadas por R$ 100. Até o momento foram quitados mais de 2,5 milhões de débitos. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 16:05 O Serasa prorrogou até a próxima terça-feira (8) o prazo para a quitação de dívidas entre R$ 200 e R$ 1 mil. A princípio, o Serasa Limpa Nome ocorreria até ontem (31), mas com a grande procura, o prazo foi estendido. Dívidas dentro dos valores estipulados podem ser quitadas por R$ 100. Até o momento foram quitados mais de 2,5 milhões de débitos. A prorrogação dá a oportunidade de quitação de mais de 21,5 milhões de dívidas. “A ação tem beneficiado muita gente e, para ajudar ainda mais os consumidores, resolvemos estender o prazo para que as pessoas possam aproveitar essa condição”, disse o diretor do Serasa Limpa Nome, Lucas Lopes. Para participar é preciso acessar o site ou baixar o aplicativo no celular; digitar o CPF (Cadastro de Pessoa Física) e preencher um cadastro para ter a garantia de que só o usuário tem acesso aos dados. O consumidor também pode regularizar débitos financeiros pelo número de WhatsApp (11) 98870-7025. Ao entrar na plataforma, todas as informações financeiras do consumidor já aparecerão na tela, devidamente explicadas, incluindo as dívidas que tiver. Se quiser conhecer as condições oferecidas para pagamento, basta clicar para ser direcionado até uma nova página, onde serão apresentadas as mais variadas opções para renegociar cada débito. Parcelas Ao escolher uma das opções de valor, é só indicar se vai ser à vista ou em parcelas, e a melhor data de vencimento. Em seguida, a plataforma gera um ou mais boletos, dependendo da forma de pagamento escolhida, já com a data de vencimento escolhida. “Com o boleto o consumidor pode optar em pagar pelo aplicativo do banco em que tiver conta, que consegue ler o arquivo diretamente do computador, ou então imprimir a via e pagar na agência ou nas casas lotéricas”, explica a empresa. As agências da Serasa em todo o Brasil ainda não têm data para retomar o atendimento presencial ao público. A empresa aguarda orientações das autoridades de saúde para voltar a receber os consumidores com segurança, tanto para o público quanto para seus colaboradores. Por Flavia Albuquerque

  • Lava Jato no Paraná anuncia saída de Deltan Dallagnol

    Procurador comandou as investigações durante seis anos. Ministério Público Federal garante que trabalho da força-tarefa continua. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 15:53 A força-tarefa da Operação Lava Jato no Paraná informou hoje (1º) que o procurador Deltan Dallagnol vai deixar o comando das investigações após seis anos no cargo. De acordo com nota divulgada à imprensa, Deltan vai se afastar por questões de saúde em sua família. A vaga de Deltan será ocupada pelo procurador da República Alessandro José Fernandes de Oliveira, que tem atuação no combate ao crime organizado. No comunicado distribuído à imprensa, o Ministério Público Federal (MPF) afirma que Deltan Dallagnol contribuiu para o combate à corrupção e garante que o trabalho da força-tarefa seguirá da “mesma forma como nos últimos anos”. “Por todo esse período, enquanto coordenador dos trabalhos, Dallagnol desempenhou com retidão, denodo, esmero e abnegação suas funções, reunindo raras qualidades técnicas e pessoais. A liderança exercida foi fundamental para todos os resultados que a Operação Lava Jato alcançou, e os valores que inspirou certamente continuarão a nortear a atuação dos demais membros da força-tarefa, que prosseguem no caso”, diz a nota. Em vídeo no Youtube, Dallagnol explicou o motivo. A saída de Deltan Dallagnol do cargo ocorre no momento em que o procurador-geral da República, Augusto Aras, deve decidir sobre a prorrogação dos trabalhos da força-tarefa e após o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) ter arquivado um pedido de providências protocolado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o procurador e outros integrantes das investigações. Por André Richter

  • Câmara aprova projeto que dobra pena de corrupção na pandemia

    Texto foi aprovado por 421 votos a favor, 64 contra e uma abstenção. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 15:35 A Câmara dos Deputados aprovou hoje (1º), o projeto de Lei (PL 1485/20) que aumenta as penas para vários tipos de crimes contra a administração pública praticados durante o estado de calamidade pública em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Entre os crimes, estão os ligados a desvios de recursos públicos, como os crimes de corrupção, licitatórios e peculato. O texto foi aprovado por 421 votos a favor, 64 contra e uma abstenção e segue agora par ao Senado. De acordo com o projeto, a pena de reclusão de 1 a 3 anos por associação criminosa será aplicada em dobro se o objetivo for desviar recursos destinados ao enfrentamento de estado de calamidade pública. O projeto dobra ainda a pena para os crimes de estelionato e falsidade ideológica. Também serão dobradas as penas para os crimes contra a administração pública previstos no Código Penal, praticados com esse objetivo, como emprego irregular de verbas públicas (detenção de 1 a 3 meses) e corrupção passiva (exigir ou receber propina), cuja pena é de reclusão de 2 a 12 anos. Quanto ao crime de corrupção ativa, que ocorre quando alguém oferece propina a funcionário público, a pena de reclusão de 2 a 12 anos poderá dobrar se o ato for cometido com o objetivo de desviar recursos destinados inicialmente ao combate à pandemia. O projeto também altera as punições previstas na Lei de Licitações, que serão aplicadas em dobro, nos casos relacionadas ao processo licitatório, se o crime envolver a compra ou contratação de insumos, bens ou serviços destinados ao enfrentamento de estado de calamidade pública. Essas penas de detenção variam de seis meses a seis anos. Por Luciano Nascimento

  • Renda Brasil vai consolidar 26 ou 27 programas sociais, diz Guedes

    Com prorrogação do auxílio emergencial, ministro diz ter mais tempo para criar novo programa. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 15:33 A prorrogação do auxílio emergencial anunciada hoje (1º) dará tempo para aprofundar os estudos para a criação do programa Renda Brasil. A afirmação é do ministro da Economia, Paulo Guedes, em audiência pública virtual nesta terça-feira da Comissão Mista destinada a acompanhar a situação fiscal e a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas ao coronavírus (covid-19). O presidente Jair Bolsonaro anunciou que o auxílio emergencial será prorrogado em mais quatro parcelas de R$ 300. O auxílio é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, como forma de dar proteção emergencial durante a crise causada pela pandemia da covid-19. Em junho, o ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou que o governo federal criará um programa de renda mínima permanente, após a pandemia do novo coronavírus (covid-19), batizado de Renda Brasil. De acordo com o ministro, haverá a unificação de vários programas sociais para a criação do programa, que deve incluir os beneficiários do auxílio emergencial. Mas na semana passada, o presidente Jair Bolsonaro anunciou que a criação do Renda Brasil estava suspensa porque não aceitaria eliminar, em troca, o abono salarial, espécie de 14º salário pago aos trabalhadores com carteira assinada que recebem até dois salários mínimos. Nas últimas semanas, a equipe econômica e o Palácio do Planalto têm discutido a fonte de recursos para financiar o novo programa social. Na audiência pública hoje, Guedes afirmou que o Renda Brasil vai consolidar 26 ou 27 programas sociais. “Estão sendo consolidados e vão cada vez mais fundo, porque o problema não é só o assistencialismo – o conteúdo assistencialista que é necessário e tem que atender realmente os mais frágeis – mas também o trabalho de remoção de pobreza futura, que é justamente o foco na primeira infância”, disse Guedes. O ministro disse que o presidente achou melhor aprimorar a proposta. “O presidente falou que seria melhor estudar isso um pouco mais. ‘Eu estou sentindo que estou pegando dinheiro do abono salarial, que é da faixa de um a dois salários mínimos, e transferindo para os mais pobres ainda’. Eu disse: ‘Não, Presidente, nós estamos só consolidando os programas todos’. Mas nós vamos pegar também dinheiro do andar de cima, vamos pegar do andar do lado”, disse. O ministro acrescentou que o programa reduzirá a desigualdade social, enquanto a desoneração da folha de pagamento ajudará a criar empregos. “Se o grande problema brasileiro é a desigualdade social, vamos enfrentar esse problema. Se o segundo grande problema brasileiro é o desemprego em massa, com 38 milhões de brasileiros que não conseguem trabalhar no mercado formal, que estão desassistidos, não têm capital, tecnologia, não têm nada, são vítimas de baixa produtividade, e nós temos que enfrentar isso, a resposta ousada é: desoneração da folha”, afirmou. Guedes acrescentou que a “resposta ousada para desigualdade é o Renda Brasil robusto”. “A resposta ousada para o desemprego em massa é desonerar as folhas de pagamento. A resposta ousada para trazer o crescimento, melhorar o ambiente de negócios, é uma reforma tributária que simplifique e reduza os impostos para quem cria emprego, para quem traz inovação, para quem investe, e um aumento para quem distribui os dividendos, que hoje não pagam e que na verdade estão tirando recursos que podiam gerar emprego, gerar renda, gerar crescimento, gerar inovações, e a pessoa está tirando da empresa para levar para o seu consumo pessoal”, acrescentou. Imposto de Renda Negativo Na audiência, o ministro defendeu a criação do que chama de “imposto de renda negativo de pessoa física”. “E nós estamos estudando até uma forma de criar o imposto de renda negativo, porque, se ele [um trabalhador informal], ao invés de ficar no auxílio social de R$ 200, que é o Bolsa Família hoje, trabalhar por conta própria e ganhar R$ 500, vamos dar um imposto de renda negativo para ele de 20%: ele ganha mais R$ 100. É melhor dar mais R$ 100 para ele se manter do que eu dar R$ 200 para ele ficar passivamente esperando pelo programa social”, disse o ministro. Segundo Guedes, os recursos para pagar esses trabalhadores podem vir das empresas que não forem privatizadas. “Se o governo quiser manter a Petrobras, a Caixa Econômica Federal, etc, tudo bem, mantenha. Agora, nós podemos dar um imposto de renda negativo. Quer dizer, com a mão esquerda eu estou dando recurso, com a mão direita eu estou recolhendo aquilo de volta, subscrevendo cotas do Fundo Brasil”, acrescentou. Para o ministro, desta forma as empresas estatais serão “realmente do povo brasileiro”. “Em vez de a União receber R$ 25 bilhões, no fim do ano, de dividendos, vai receber R$ 24 bilhões; R$ 1 bilhão vai para os brasileiros mais frágeis. Nós vamos fazer o maior programa de transferência de riqueza – não é só de renda”, destacou. Por Kelly Oliveira

  • Governo prorroga auxílio emergencial de R$ 300 até o fim do ano

    O benefício começou a ser pago em abril, e foi estabelecido em três parcelas de R$ 600. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 15:29 O presidente Jair Bolsonaro anunciou hoje (1º) que o auxílio emergencial será prorrogado em mais quatro parcelas de R$ 300. Ele se reuniu na manhã desta terça-feira (1º) com ministros e parlamentares da base do governo, no Palácio da Alvorada, para alinhar as próximas ações do governo na área econômica. O auxílio é destinado aos trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, como forma de dar proteção emergencial durante a crise causada pela pandemia da covid-19. O benefício começou a ser pago em abril, e foi estabelecido em três parcelas de R$ 600. Em junho, por decreto, o governo prorrogou o auxílio por mais duas parcelas, no mesmo valor. E agora, com mais quatro parcelas, em valor menor, o benefício vai se estender até o final do ano. “Resolvemos prorrogá-lo, por medida provisória, até o final do ano”, disse Bolsonaro, em declaração à imprensa após a reunião. “O valor, como vínhamos dizendo, R$ 600 é muito para quem paga e podemos dizer que não é o valor suficiente para todas as necessidades [das famílias], mas basicamente atende”, disse. Veja a declaração: Reforma administrativa Durante a reunião, também ficou acertado que, na quinta-feira (3), o governo vai encaminhar o projeto da reforma administrativa ao Congresso, que terá como base a meritocracia. Bolsonaro destacou que a medida não atingirá os atuais servidores públicos, apenas os futuros concursados. Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, a retomada das reformas é uma importante sinalização do compromisso do governo com a responsabilidade fiscal e o enfrentamento da crise econômica causada pela pandemia da covid-19. “Então, a reforma administrativa é importante, não atinge os direitos dos servidores públicos atuais, mas redefine toda a trajetória do serviço públicos do futuro, um serviço público de qualidade, com meritocracia, concursos exigentes e promoção por mérito. Estamos não só com os olhos na população brasileira a curto prazo, mas toda a classe política está pensando no futuro do país e implementando as reformas”, disse o ministro. De acordo com o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado, Bolsonaro já comunicou as decisões de hoje aos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. Bezerra também adiantou que o programa de distribuição de renda do governo, chamado de Renda Brasil, também entrará em discussão em breve. “Existe hoje uma sintonia muito boa entre o Poder Executivo e o Legislativo para que a gente possa retomar essa agenda de reformas que iniciou ano passado com a reforma da Previdência, agora dá sequencia com a reforma administrativa. E vamos tocar outras importantes reformas como a discussão do Renda Brasil, que vem após o auxilio emergencial, para que a gente possa apresentar o maior programa de solidariedade social da história do Brasil”, disse o senador. Ajuda Cerca de 4,4 milhões (6,5%) de domicílios brasileiros sobreviveram, em julho, apenas com a renda do auxílio emergencial pago pelo governo federal para enfrentar os efeitos econômicos da pandemia de covid-19. Entre os domicílios mais pobres, os rendimentos atingiram 124% do que seriam com as rendas habituais, aponta estudo publicado nesta quinta-feira (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). A ajuda financeira também foi suficiente para superar em 16% a perda da massa salarial entre as pessoas que permaneceram ocupadas, segundo a análise que usa como base os microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por Andreia Verdélio

  • Dois são presos com 63 kg de pasta base em carro com placa de Vilhena

    Ação aconteceu em Nova Mutum no Mato Grosso. Droga é avalizada em quase R$ 8 milhões . Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 15:19 A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu duas pessoas e apreendeu aproximadamente 63 kg de pasta base de cocaína, em Nova Mutum/MT, nesta segunda-feira (31). Através de policiamento orientado por inteligência, uma equipe da PRF abordou o veículo Fiat/Strada, de cor prata e placas de Vilhena/RO. O veículo era conduzido por um homem, de 40 anos, tendo como passageiro, seu genro, de 22. A origem dos homens não foi revelada. Em fiscalização minuciosa, os PRFs encontraram o entorpecente escondido nas laterais da carroceria, entre a lataria e o protetor de caçamba. Questionado, o condutor disse não saber a quantidade de droga que estaria carregando, apenas que receberia um determinado valor por cada tablete transportado. Foram encontrados 63 tabletes do entorpecente que seriam transportados de Pontes e Lacerda/MT até Uberlândia/MG Essa foi mais uma ação de sucesso da PRF, causando um prejuízo de quase R$ 8 milhões de reais ao narcotráfico. A ocorrência foi encaminhada para Polícia Civil de Nova Mutum. Fonte: PRF

  • A imensa logística por trás da futura vacina contra covid-19

    Locais de armazenamento das vacinas são verdadeiras "fazendas de frigoríficas" que garantem temperaturas de até -80 ºC. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 11:56 Fazenda frigorífica da empresa UPS se prepara para armazenar vacinas contra coronavírus Longos corredores paralelos flanqueados por colunas de congeladores de quase dois metros de altura, cada um ajustado para -80 ºC: aqui deverá ser armazenada parte das vacinas contra a covid-19, antes de chegar até a população. As enormes instalações, do tamanho de um campo de futebol, pertencem a uma das duas fazendas frigoríficas que a empresa de logística americana UPS está construindo para armazenar com segurança milhões de doses de vacinas anticoronavírus e enviá-las sem demora ao mundo todo. As fazendas são parte de um esforço global no qual governos, organizações internacionais, empresas farmacêuticas e de logística liberaram bilhões de dólares para dar início à produção em massa de vacinas que ainda aguardam aprovação, e impulsionar as capacidades da cadeia de abastecimento, garantindo que não sejam apanhadas de surpresa quando as vacinas receberem sinal verde. "No momento, estamos aproveitando [nossa experiência e know how], investindo e nos preparando para conseguir apoiar a indústria farmacêutica e a batalha contra o coronavírus", disse à DW Anouk Hesen, chefe da assistência médica da UPS na Holanda. As instalações, que estão sendo construídas perto dos centros de carga aérea da UPS nos Estados Unidos e na Alemanha, vão abrigar 600 freezers, cada um com capacidade para armazenar 48 mil ampolas. Os aparelhos estão sendo configurados para armazenar as vacinas mais frágeis, inclusive as baseadas em RNA mensageiro (mRNA) para produzir proteínas virais no corpo. Hesen não revelou se a empresa já conquistou algum cliente para as fazendas frigoríficas, limitando-se a dizer que está em negociações com "empresas farmacêuticas importantes", sem revelar nomes. As empresas americanas Moderna e Pfizer, e as alemãs BioNTech e Curevac são alguns dos principais nomes que trabalham com vacinas baseadas em mRNA. A jornada das vacinas Depois de prontas, as vacinas sairão do laboratório em caixas especializadas, muito bem isoladas, carregadas de gelo seco (dióxido de carbono congelado). As caixas serão levadas às fazendas, onde serão cuidadosamente abertas sobre uma mesa macia, semelhante a uma maca, e armazenadas nos congeladores. "Não seria possível trabalhar nas fazendas sem o equipamento de proteção pessoal Portanto, nosso pessoal recebe o equipamento adequado, como luvas e óculos de proteção específicos, para poder manusear os produtos lá dentro", relata Hesen. "Não é uma temperatura em que seria possível transitar." Com base nas instruções ou pedidos dos clientes, as vacinas seriam colocadas de volta em caixas isoladas com gelo seco, capazes de manter a temperatura ideal por até 96 horas. Dependendo do rigor das especificações, a reembalagem ocorrerá numa sala com temperaturas de até -20 ºC ou numa entre 2 a 8 ºC – a faixa de temperatura de armazenamento ideal para a maioria das vacinas – para garantir que as doses não fiquem comprometidas. As vacinas serão então enviadas por via aérea, a fim de garantir a estabilidade. A UPS afirma ser capaz entregar no prazo de um dia a quase qualquer parte do mundo, graças à proximidade de suas fazendas em Louisville, no estado americano de Kentucky, e na área de Venlo-Roermond, na Holanda, com seus centros de transporte aéreo. A empresa também está instalando unidades de congelamento profundo em locais como Frankfurt e o Reino Unido. Com as vacinas contra a covid-19 sendo desenvolvidas a toque de caixa, quase não há dados disponíveis sobre sua fragilidade ou estabilidade. A UPS está em negociações sobre como seria a cadeia de abastecimento com fabricantes de vacinas e autoridades dos EUA, incluindo a equipe da Operação Warp Speed – uma parceria público-privada iniciada pelo governo do presidente Donald Trump para acelerar o desenvolvimento de vacinas. Alguns especialistas dizem que os primeiros carregamentos de vacinas precisariam ser transportados em condições "atípicas para vacina", a -20 ºC ou mesmo -80 ºC – um grande desafio para as empresas de frete. Apoio a testes clínicos Paralelamente, a UPS está adquirindo experiência prática essencial: uma de suas unidades participa da entrega de vacinas contra a covid-19 para experimentos clínicos, seguindo diretrizes rígidas. A empresa, com sede na cidade americana de Atlanta, Geórgia, também fez parte dos esforços globais, no auge da pandemia, para distribuir grandes volumes de kits de equipamento de proteção pessoal para profissionais de saúde, kits de teste de coronavírus e equipamentos para unidades de terapia intensiva. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), atualmente há cerca de 170 vacinas em desenvolvimento, com 30 delas na fase de testes clínicos. Nem todas precisam ser armazenadas a -80 ºC; as menos frágeis poderiam manter a potência em temperaturas mais altas. Até mesmo para essas vacinas, a UPS está reservando espaço de armazenamento, como pode ser observado nas fileiras de prateleiras amarelas vazias num corredor com temperatura variando de 2 a 8 ºC, em suas instalações de Roermond. Hesen não revelou quanto a UPS tem investido em seus esforços contra o coronavírus, mas disse que as fazendas congeladoras fazem parte dos planos da empresa de expandir suas ofertas de saúde, e que espera que a demanda continue, mesmo depois do fim da pandemia. Por Deutsche Welle

  • Detran de Rondônia já estuda retorno da Operação Lei Seca

    Durante o tempo em que a Lei Seca estava suspensa, o Detran não realizou autuações ou prisões de embriaguez neste período. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 11:56 Suspensa desde o dia 17 de março deste ano por causa da pandemia causada pelo Coronavírus, a Operação Lei Seca pode retornar em breve. O Departamento Estadual de Trânsito (Detran) já estuda a retomada dos trabalhos. A data do retorno ainda não foi informada. De acordo com o órgão, tendo em vista a estabilidade dos casos e número de mortes por Covid-19 no Estado, o Detran já retornou as atividades ordinárias de fiscalização, bem como está em tratativa o retorno da Lei Seca, na qual todos os condutores abordados devem ser convidados a assoprar o aparelho etilômetro. Durante o tempo em que a Lei Seca estava suspensa, o Detran não realizou autuações ou prisões de embriaguez neste período. Por decisão do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), estão interrompidos os prazos relativos à renovação da CNH, à Permissão para Dirigir (PPD) e à Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC). Ainda de acordo com o Detran, a Polícia Militar pode ter realizado autuações durante a pandemia, tendo em vista a sua atuação ser tipicamente essencial, bem como a sua competência sobre o policiamento ostensivo de trânsito, pois trata-se de um órgão conveniado. Fonte: Rondoniagora

  • Laboratório móvel da Emater fortalece produção de peixe em Rondônia

    Análise de água é um dos principiais serviços oferecidos pela Emater por meio do laboratório móvel. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 11:43 Os produtores de peixe em cativeiro da região de Ji-Paraná ganharam mais um incentivo e aliado para melhorar a produtividade. Trata-se do laboratório móvel adquirido pelo Governo do Estado e que vai baratear os custos das análises de água e do licenciamento ambiental das atividades do setor. O laboratório móvel atende especialmente ao produtor da agricultura familiar. O objetivo do governo estadual, por meio da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), é cuidar mais de perto do produtor fomentando a criação de peixes mais saudáveis desde a implantação das lâminas d’água até a proteína chegar à mesa do consumidor final. Um veículo zero quilômetro, o laboratório móvel é equipado com todos os aparelhos necessários para investigar a condição da água e fornecer elementos capazes de melhorar a qualidade da piscicultura de Rondônia, bem como acelerar o processo de licenciamento ambiental. A produção de tambaqui rondoniense já abastece grandes mercados como o de Manaus (AM), por exemplo. “Nossa região é a maior em Rondônia quando se trata de número de piscicultores. O laboratório móvel é uma ferramenta que vai auxiliar e trazer excelentes resultados para o segmento pesqueiro e econômico”, pontua o gerente regional do Território Central da Emater, engenheiro agrônomo Antônio de Assis Furtado. O programa “Peixe Saudável”, implantado pela Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), tem como meta o atendimento especializado ao pequeno produtor nas análises de água e auxiliar na manutenção sanitária por meio de boas práticas de manejo. Sob o domínio da extensionista do escritório regional da Emater em Ji-Paraná, a engenheira agrônoma e especialista em piscicultura Bruna Temponi, o laboratório móvel traz ao produtor economia e praticidade a baixo custo. Em média o pequeno piscicultor da região gasta em torno de R$ 300 reais pelo serviço de análises. Os extensionistas da Emater prestam o trabalho gratuitamente fomentando o crescimento do setor. “Atuamos em duas frentes de trabalho: as análises periódicas em campo e a capacitação técnica difundindo a importância da produção de peixe em níveis excelentes para comercialização”, explica Bruna Temponi. O programa Peixe Saudável, por meio do laboratório móvel, está presente nos três principais polos produtivos, Ji-Paraná, Ariquemes e Porto Velho. Por Paulo Sérgio

  • Proteção da mulher: Patrulha Maria da Penha retoma atividades em Vilhena

    A patrulha nasceu da parceria entre a Polícia Militar e Poder Judiciário e foi implantada em Vilhena no dia 23 de novembro de 2018. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 10:08 Desde o dia 24 de agosto a Patrulha Maria da Penha do 3º BPM, em Vilhena, retomou as atividades rotineiras que havia sido interrompida desde o mês de março, em função dos militares estarem empregados no reforço do policiamento orientado ao combate à disseminação do Covid-19 (Coronavírus) no município. Apesar de os militares estarem focados na missão para conter os avanços do novo vírus, esporadicamente atendiam casos que eram solicitados, de modo a orientar as mulheres (requerentes) que sofrem violência doméstica, bem como os companheiros (requeridos) envolvidos no caso. A guarnição especializada atualmente atende a cidade de Vilhena, mas há pretensões futuras de que o acompanhamento seja estendido a outros municípios que abrangem a área do 3º Batalhão de Polícia Militar. Atividades da PMP A Patrulha Maria da Penha nasceu da parceria entre a Polícia Militar e Poder Judiciário e foi implantada em Vilhena no dia 23 de novembro de 2018 com o objetivo de dar segurança e atenção humanizada às mulheres que são vítimas de violência doméstica. Os atendimentos da Patrulha Maria da Penha (PMP) são realizados a partir das medidas protetivas previstas na Lei 11.340/2006 (Lei Maria da Penha) com a finalidade de proibir a aproximação do requerido e portanto proteger a vítima de violência doméstica e seus familiares. A principal ação da PMP é fiscalizar o cumprimento das medidas, acompanhar as vítimas e, dependendo do caso, também acompanhar e orientar o requerido. Nos atendimentos, as vítimas recebem informações sobre as regras da medida protetiva e orientações para acompanhamento psicológico. O trabalho da Patrulha é desenvolvido em rede e conta com a cooperação da Delegacia da Mulher, Centro de Atendimento à Mulher (CAM), Ministério Público, Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), entre outros. Em Vilhena, o trabalho é desenvolvido com uma viatura caracterizada contendo sempre uma policial feminina na guarnição. A chefe da Patrulha Maria da Penha do 3º BPM é a 2º Tenente PM Michele Santos. Da Redação com informações da PMRO

  • Sesau registra 19 novas mortes por covid-19 em Rondônia, 2 no Cone Sul

    No registro total Rondônia atingiu a marca de 1.148 mortes por covid-19 e 55.153 infecções, desde o primeiro registro há 164 dias. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 07:56 Mais 19 mortes por covid-19 e 474 casos de infecção foram registrados em Rondônia nesta segunda-feira (30). Os dados são do boletim epidemiológico sobre o novo coronavírus divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia (Sesau). No registro total Rondônia atingiu a marca de 1.148 mortes por covid-19 e 55.153 infecções, desde o primeiro registro há 164 dias (20/3). Deste total, 46.135 pacientes (83,6%) já são considerados curados, segundo a secretaria estadual de Saúde. Os óbitos registrados no estado foram de 1 homem de 42 anos de idade e 3 mulheres (68, 71 e 101 anos) de Porto Velho; 1 mulher de 64 anos e 3 homens (49, 50 e 57 anos) de Cacoal; 3 homens de Ji-Paraná (45, 76 e 78 anos); 1 homem de 70 anos e 1 mulher de 74 anos de Alto Paraíso; 1 mulher de 71 anos de Costa Marques; 1 mulher de 59 anos de Guajará-Mirim; 1 mulher de 54 anos de Jaru; 1 homem de 75 anos de Vilhena; 1 homem de 81 anos de Ariquemes e 1 mulher de 80 anos do município de Chupinguaia. Veja abaixo a situação dos 10 municípios com mais casos registrados em Rondônia. Município casos mortes Porto Velho: 26.868 646 Ariquemes: 4.483 76 Vilhena: 2.799 40 Guajará-Mirim: 2.751 84 Ji-Paraná: 2.068 45 Cacoal: 1.682 27 Jaru: 1.549 24 Rolim de Moura: 1.229 16 Candeias: 1.216 23 Machadinho: 889 6 Cone Sul Nos municípios do Cone Sul do estado, a Sesau registrou 52 novos casos, sendo 32 deles em Vilhena, 7 em Cerejeiras, 5 em Colorado, 4 em Pimenteiras, 2 em Chupinguaia, e 2 em Cabixi. De acordo com a Sesau, o Cone Sul totaliza 3.892 casos diagnosticados, sendo 2.979 pacientes considerados curados (76,5%). Individualmente, segundo o boletim estadual, os municípios têm: Vilhena: 2.799 casos Chupinguaia: 501 Cerejeiras: 203 Pimenteiras: 165 Colorado do Oeste: 112 Cabixi: 80 Corumbiara: 32 Com os dois óbitos registrados ontem, a Sesau totaliza 63 óbitos pela doença na região: Vilhena: 40 óbitos Cerejeiras: 6 Chupinguaia: 5 Cabixi: 5 Pimenteiras: 4 Corumbiara: 3 Vale lembrar que todos os dados são da Sesau, e podem divergir com as informações das prefeituras. A Agevisa ressalta que os dados não são lidos e atualizados imediatamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), por isso há atraso (delay) no registro de casos que estão sendo acompanhados diariamente por equipes de saúde nos municípios. Por José Antonio SantAna

  • Vilhena registra mais 1 morte por covid-19; foram 7 nos últimos 6 dias

    Por seis dias seguidos, Vilhena registrou pelo menos uma morte por covid-19. Total de vítimas fatais é de 50 vidas. Revista Imagem - Publicado em 01/09/2020 07:30 Mais 1 pessoa morreu por covid-19 em Vilhena. O óbito foi registrado nesta segunda-feira (31) juntamente com outras 38 novas notificações. Os dados são do boletim municipal sobre o coronavírus, da Secretaria Municipal de Saúde de Vilhena. A vítima tinha 75 anos, e morava no Centro da cidade. Internado na UTI da Central de Atendimento à Covid-19 no domingo (30), o paciente teve piora repentina nos sintomas e veio a óbito no dia seguinte. Por seis dias seguidos, Vilhena registrou pelo menos uma morte por covid-19. Foram 7 óbitos nos últimos seis dias. Com a morte de ontem o município soma 50 vítimas fatais por covid-19, sendo 41 mortes de vilhenenses e 9 óbitos de moradores de outras cidades. Já entre as 38 novas infeções os diagnósticos foram 12 por exame de RT-PCR, 23 por teste de anticorpos IgM/IgG (teste rápido), 2 por vínculo epidemiológico (quando a pessoa tem sintomas e contato constante com outro infectado, mas não fez exame) e 1 por análise clínico-epidemiológico. Com os casos de ontem o número de infectados pelo novo coronavírus no município é de 2.830 pessoas, desde o primeiro diagnóstico há 148 dias (5 de abril). A secretaria municipal de Saúde ainda investiga 161 casos suspeitos de contaminação. E o número de casos ativos é de 339 pessoas. Segundo o boletim, 2.450 pessoas já se recuperaram da doença em Vilhena, o que corresponde a 86,5% dos casos registrados. Até a noite de ontem a Central de Atendimento da Covid-19 tinha 17 pacientes internados, sendo 5 na UTI. A taxa de ocupação de leitos de UTI da Central da Covid-19 era de 50%. Vilhena é o terceiro município de Rondônia em número de casos confirmados de covid-19, atrás apenas de Porto Velho e Ariquemes; e o quinto em número de mortes pela doença. Rondônia tem 55,1 infecções e 1.148 óbitos provocados pelo novo coronavírus. Por José Antonio Sant'Ana

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