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  • Médico evita suicídio na porta de hospital em Cerejeiras: veja o vídeo

    Tentativa aconteceu no Dia Nacional de Prevenção ao suicídio. Homem foi desarmado pelo médico André Monteiro que é faixa preta de Judo. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 19:08 Na manhã desta quinta-feira (10) um homem não identificado, armado com uma faca, tentou cometer suicídio no estacionamento do hospital São Lucas no município de Cerejeiras. Nas imagens é possível verificar o homem abalado psicologicamente, acompanhado de uma mulher, ele está de posse de uma faca. A mulher juntamente com o médico André Monteiro e outros profissionais de saúde tentam convence-lo a entregar a faca, mas o homem não atende e tenta golpear o próprio abdômen na intenção de cometer suicídio, momento que é cercado e impedido pelo médico, enfermeiros e o diretor da unidade hospitalar. Segundo apurou o portal eletrônico Mídia Rondônia, após ser contido, no dia Nacional de Prevenção ao suicídio, o homem recebeu atendimento médico no Hospital Municipal São Lucas e passa bem. Da Redação

  • Brasil se aproxima de 130 mil mortes por covid-19

    País reporta 983 óbitos ligados à doença em 24 horas, elevando o total para 129.522. Ao todo, 4.238.446 foram infectados. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 19:08 O Brasil registrou 40.557 casos confirmados de covid-19 e 983 mortes ligadas à doença nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (10/09) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde. O balanço eleva o total de infectados para 4.238.446, enquanto o total de óbitos chega a 129.522. Ao todo, 3.497.337 pessoas se recuperaram da doença, e 611.587 estão em acompanhamento, segundo o ministério. O Conass não divulga número de recuperados. Diversas autoridades e instituições de saúde alertam que os números reais de casos e mortes devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação. São Paulo é o estado brasileiro mais atingido pela epidemia, com 874.754 casos e 32.104 mortes. O total de infectados no território paulista supera os registrados em praticamente todos os países do mundo, exceto Estados Unidos (6,39 milhões), Índia (4,65 milhões) e Rússia (1,04 milhão). Ou seja, se São Paulo fosse um país, seria o quinto mais afetado. A Bahia é o segundo estado brasileiro com maior número de casos, somando 277.327, seguida de Minas Gerais (242.533), Rio de Janeiro (234.813) e Ceará (224.759). Já em número de mortos, o Rio é o segundo estado com mais vítimas, somando 16.871óbitos. Em seguida vêm Ceará (8.639), Pernambuco (7.792), Pará (6.289), Minas Gerais (6.009) e Bahia (5.818). A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes subiu para 61,6 no Brasil – cifra bem acima da registrada em países vizinhos como Argentina (23,95) e Uruguai (1,30). O número brasileiro também supera o dos Estados Unidos, o país mais atingido do mundo, que tem taxa de mortalidade de 58,87. O Brasil se aproxima de nações europeias duramente atingidas, como o Reino Unido (62,69) e a Espanha (63,41), cujas taxas praticamente se estabilizaram nos últimos meses. O Brasil é atualmente o oitavo país do mundo em relação à taxa de mortalidade pela doença. Em números absolutos, o Brasil é o terceiro país do mundo com mais infecções, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam 6,39 milhões de casos, e da Índia, com 4,46 milhões. Mas é o segundo em número de mortos, depois dos EUA, onde mais de 191 mil pessoas morreram pela covid-19. A Índia, que chegou a impor uma das maiores quarentenas do mundo no início da pandemia e depois flexibilizou as restrições, é a terceira nação com mais mortos, somando 75,06 mil óbitos. Ao todo, o mundo já registrou mais de 27,9 milhões de pessoas infectadas pelo coronavírus, enquanto mais de 906 mil morreram em decorrência da doença. Por Deutsche Welle

  • Governadores defendem reforma tributária com fundo de desenvolvimento

    Ideia é compensar perdas dos estados com as mudanças na tributação. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 19:05 Governadores defenderam hoje (10) a criação de dois fundos com recursos vindos da União na reforma tributária, que está em tramitação no Congresso Nacional. A ideia é compensar perdas dos estados com as mudanças na tributação e reduzir desigualdades regionais. Em evento virtual, o governador da Bahia, Rui Costa, disse que a continuidade da redução da pobreza, com atração de mais investimentos para as regiões mais pobres, depende da criação do Fundo de Desenvolvimento Regional. “Não superaremos essa desigualdade regional se não tivermos muito claro a questão da existência do fundo regional de desenvolvimento e que de fato não vire um fundo que a gente saiba que existe, mas nunca consiga tocá-lo”, afirmou, na live “A reforma tributária e os estados”, organizada pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, argumentou que o fundo de desenvolvimento regional é necessário para ajudar os estados a atrair investimentos. “Se a proposta [de reforma tributária] leva toda a cobrança para o destino, tiro dos governos a capacidade de usar incentivos. Nem todos os estados têm a capacidade de atrair investimentos”, disse. Casagrande acrescentou que os estados precisam de compensação por perdas de arrecadação, com a criação do Fundo de Compensação das Exportações. “Meu estado perderá mais de R$ 1 bilhão por ano se a gente levar toda a cobrança do tributo para o destino. É preciso que haja uma compensação”, disse. Para o governador do Espírito Santo, uma das premissas da reforma precisa ser que não haja perdas de receitas. “Eu não posso apoiar a reforma tributária que retire recursos do estado que eu governo. A outra premissa é que não aumente a carga tributária para o cidadão”, disse. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, questionou se a criação de um fundo de compensação não se tornaria como a Lei Kandir, que previu a isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre alguns produtos destinados à exportação, com compensação aos estados pela União. A falta de regulamentação da Lei Kandir levou a uma disputa judicial, que durou 24 anos. “Será que vai ser outro fundo Lei Kandir? Qual é a garantia que eu vou ter?”, questionou. Apesar dos argumentos dos governadores, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem dito que a União não tem recursos para criar os fundos. Descentralização No evento, Rui Costa também defendeu a descentralização dos recursos. “A tributação no Brasil é absolutamente concentrada no ente federal, que arrecada quase 70% de todos os tributos. E ao longo dos anos se transferiu tudo que faz de social, de infraestrutura para os entes federados. Iremos descentralizados e dar autonomia para estados e municípios?”, questionou. O governador da Bahia criticou ainda a concentração da tributação atualmente sobre o consumo e não sobre a renda, herança e patrimônio. “A carga tributária é regressiva, é Robin Hood ao contrário - tiramos dos pobres para dar os ricos”, disse. Por Kelly Oliveira

  • Brasil deve aderir a programa global de acesso à vacina contra a covid

    Anúncio foi feito pelo ministro Pazuello na reunião da ACT - Grupo reúne diversos países para acelerar o fim da pandemia do novo coronavírus. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 19:03 O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, disse hoje (10) que o Brasil estuda aderir ao programa Covax Facility, da Organização Mundial da Saúde (OMS), voltado para a promoção de acesso global à vacina contra a covid-19. O anúncio foi durante a videoconferência do Conselho de Governança do Access to Covid-19 Tools (ACT) Accelerator, grupo que reúne diversos países para acelerar o fim da pandemia do novo coronavírus (covid-19), por meio do desenvolvimento de testes, tratamentos e vacinas. “Caso optemos pela adesão, o Brasil poderá ser o maior contribuinte. Gostaria de concluir colocando à disposição de todos a robusta capacidade de produção de vacinas e experiência do Brasil em oferecer acesso universal a serviços de saúde, incluindo vacinação a toda população brasileira”, disse Pazuello. Hoje (10) foi a primeira reunião do conselho de governança do ACT, composto por 28 países, co-presidido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Comissão Europeia. O Brasil aderiu ao programa de aceleração em junho e está entre os países com relevante tamanho de mercado no contexto internacional. Nessa mesma categoria, também estão México, China, Estados Unidos, Índia, Indonésia, Rússia e Coreia do Sul. “Aderimos à iniciativa com o objetivo de apoiar esse esforço internacional em resposta ao desafio global imposto pela pandemia da covid-19”, disse Pazuello. O ministro interino afirmou ainda que o Ministério da Saúde seguirá apoiando iniciativas voltadas para garantir o desenvolvimento e o acesso equitativo de diagnósticos, tratamentos e vacinas para a covid-19. “Posso dizer com segurança que o Brasil sempre estará ao lado de qualquer iniciativa que promova o acesso justo e equitativo a diagnósticos, vacinas e tratamentos e o fortalecimento de sistemas de saúde”, disse. Por Luciano Nascimento

  • Preço do diesel em refinarias da Petrobras cai 7% e da gasolina 5%

    Novos valores passarão a valer a partir de sexta. A atual política de preços leva em conta a paridade de importação. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 18:58 A Petrobras anunciou hoje (10) que os preços médios do diesel em suas refinarias terão redução de 7%. Também haverá queda na cotação da gasolina, de 5%. Os novos valores valem a partir de amanhã (11). De acordo com o cálculo da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), o corte no litro do diesel S10 e S500 será, em média, de R$0,1223. Já a gasolina terá o litro R$0,0834 mais barato. Este é a terceira queda consecutiva que a estatal anuncia para diesel e gasolina. É também a segunda diminuição anunciada nesta semana. Ontem (9), os preços médios da gasolina e do diesel já haviam sido corrigidos, ambos com um corte de 5%. A atual política de preços leva em conta a paridade de importação e é influenciada pelas cotações internacionais do petróleo e do câmbio. Neste mês, os preços de referência do petróleo têm caído diante do clima econômico em meio à pandemia de covid-19 e também devido às preocupações com o ritmo de retomada da demanda. O preço do barril do Brent caiu para valores abaixo de US$ 40. Após os novos reajustes, a gasolina nas refinarias da Petrobras irá acumular queda de 16,7% em 2020. Já os preços do diesel serão 30% abaixo dos registrados em janeiro desse ano. Por Leonardo Rodrigues

  • Salles desafia DiCaprio sobre a Amazônia: 'Vai colocar dinheiro?'

    A reação de Salles ocorreu após o ator compartilhar campanha que critica a política ambiental do governo Bolsonaro na Amazônia. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 18:53 O ministro do meio ambiente, Ricardo Salles, respondeu o ator Leonardo DiCaprio no Twitter, nesta quinta-feira (10), questionando se ele apoiaria a preservação da Amazônia. A reação de Salles ocorreu após o ator compartilhar a publicação de uma campanha que critica a política ambiental do governo Jair Bolsonaro na Amazônia. Nesta quinta, Salles escreveu no Twitter: "Querido, @LeoDiCaprio, o Brasil está lançando o projeto Adote um Parque, que permite que você ou qualquer outra empresa ou pessoa escolha um dos 132 parques da Amazônia e diretamente o patrocine com 10 euros por hectare por ano". E terminou a publicação com a expressão em inglês "are you going to put your money where your mouth is?" (vai colocar dinheiro onde está a sua boca?, em tradução livre). A expressão significa mostrar pelas próprias ações e não apenas por palavras o apoio a uma causa. Na quarta-feira, DiCaprio publicou em suas redes sociais um vídeo feito pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil com a campanha 'Defund Bolsonaro' (Corte o financiamento de Bolsonaro). A iniciativa pede o boicote de empresas de soja, carne e couro que, segundo a organização, ao lado do atual governo brasileiro, estariam relacionadas com queimadas na Amazônia. Não é a primeira vez que o ator se engaja em assuntos ambientais que envolvem a Amazônia. Em 18 de agosto, Leonardo DiCaprio compartilhou nas redes sociais uma reportagem do The Guardian sobre o desmatamento na região brasileira. Fonte: Estadão

  • Ministra diz que governo tomou medidas para controlar preço do arroz

    Desde o início do ano, o preço do arroz acumula alta de mais de 21,2% nas prateleiras, segundo a Apas. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 18:48 A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou hoje (10) que o governo tomou as medidas necessárias para tentar conter a alta no preço do arroz e evitar um desabastecimento do produto nas prateleiras dos supermercados. "As medidas que podiam ser tomadas, foram tomadas, para fazer a estabilidade e o equilíbrio para esse produto", disse em um vídeo publicado em suas redes sociais. "O Brasil abriu mão, tirou a alíquota de importação, para que produto de fora pudesse entrar e trazer um equilíbrio para os preços. Abrimos somente uma cota, porque não temos necessidade de muito arroz, mas isso é uma cota de reserva, para que possamos ter a tranquilidade de que o preço vai voltar, vai ser equilibrado, e que o produto continuará na gôndola para todos os brasileiros", acrescentou. Taxa de importação Ontem (9), a Câmara de Comércio Exterior (Camex), vinculada ao Ministério da Economia, decidiu zerar a alíquota do imposto de importação para o arroz em casca e beneficiado. A isenção tarifária valerá até 31 de dezembro deste ano. A redução temporária está restrita à cota de 400 mil toneladas, incidente sobre o arroz com casca não parbolizado e arroz semibranqueado ou branqueado, não parbolizado, de acordo com a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). Até então, a Tarifa Externa Comum (TEC) aplicada sobre o produto era de 12%, para o arroz beneficiado, e 10% para o arroz em casca, válida apenas para países de fora do Mercosul. Dentro do bloco econômico regional, que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, a tarifa é de importação já é zero. Tailândia e EUA Mais cedo, em um entrevista para a Rádio Gaúcha, Teresa Cristina comentou que a maior parte do arroz que será importado sem tarifa deve vir da Tailândia e dos Estados Unidos, que produzem o mesmo tipo de produto consumido no Brasil. Ainda segundo a ministra, no vídeo divulgado em suas redes sociais, o preço do arroz nos últimos anos vinha abaixo do que seria seu valor de mercado, por causa de uma queda na produção que afetou o tamanho da área produzida no país. "No passado, o arroz teve um preço muito baixo, durante muitos anos. Nós tivemos uma queda na área de produção e o arroz, então, hoje, tem um preço mais alto. Mas ele está na prateleira, vai continuar nas prateleiras", afirmou. Alta nos preços Desde o início do ano, o preço do arroz acumula alta de mais de 21,2% nas prateleiras, segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas). De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Universidade de São Paulo (Cepea/USP), o preço da saca de 50 kg de arroz, vendido pelo produtor, variou mais de 107% nos últimos 12 meses, chegando próximo a R$ 100. Os motivos para a alta são uma combinação da valorização do dólar frente ao real, o aumento da exportação e a queda na safra. Em alguns supermercados, o produto, que custava cerca de R$ 15, no pacote de 5 kg, está sendo vendido por até R$ 40. Por Pedro Rafael Vilela

  • Ministro Luiz Fux toma posse como presidente do STF e do CNJ

    Desafios de Luiz Fux na presidência do STF incluem Lava Jato, fake news e pauta de costumes. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 18:38 O ministro Luiz Fux tomou posse hoje (10) no cargo de presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Fux cumprirá mandato de dois anos e acumulará a presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ministra Rosa Weber será a vice-presidente da Corte e também do CNJ. Em junho, a eleição de Fux ocorreu de forma simbólica porque não há disputa. A investidura no cargo segue ordem de antiguidade de entrada no tribunal. O ministro sucederá Dias Toffoli, que deixa a presidência da Corte após cumprir mandato de dois anos. A cerimônia de posse ocorreu presencialmente, mas foi restrita aos integrantes da Corte, familiares dos ministros e demais autoridades devido às medidas de distanciamento que devem ser adotadas durante a pandemia da Covid-19. O presidente Jair Bolsonaro e os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, também participaram do evento. Em seu discurso, o presidente disse que sua gestão será focada na proteção dos direitos humanos e do meio ambiente, garantia da segurança jurídica, combate à corrupção e incentivo à digitalização do acesso ao Judiciário. Fux também criticou a judicialização da política e disse uma de suas metas será reduzir a intervenção precoce do Judiciário nessas questões. “Tanto quanto possível, os poderes Legislativo e Executivo devem resolver interna corporis seus próprios conflitos e arcar com as consequências políticas de suas próprias decisões. Imbuído dessa premissa, conclamo os agentes políticos e os atores do sistema de Justiça aqui presentes para darmos um basta na judicialização vulgar e epidêmica de temas e conflitos em que a decisão política deva reinar”, disse. O presidente também garantiu que manterá os esforços de combate à corrupção e não permitirá retrocessos no enfrentamento ao crime organizado. “Aqueles que apostam na desonestidade como meio de vida não encontrarão em mim qualquer condescendência, tolerância ou mesmo uma criativa exegese do direito. Não permitiremos que obstruam os avanços que a sociedade brasileira conquistou nos últimos anos, em razão das exitosas operações de combate à corrupção autorizadas pelo Poder Judiciário brasileiro, como ocorreu no mensalão e tem ocorrido com a Lava Jato”, garantiu. Carreira Em 2011, o ministro foi nomeado pela ex-presidente Dilma Rousseff e assumiu o cargo após ser aprovado pelo Senado. Antes de chegar ao Supremo, Fux passou por todas as instâncias do Judiciário e ingressou na carreira por meio de concurso público. Foi juiz de Direito, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele também atuou como promotor antes de entrar na magistratura. Fux é professor Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e integra a Academia Brasileira de Filosofia e da Academia Brasileira de Letras Jurídicas. O ministro também presidiu a comissão de revisão do Novo Código de Processo Civil (NCPC), aprovado pelo Congresso em 2016. Os desafios Temas polêmicos como Operação Lava Jato, salários da magistratura e o combate às fake news, além de questões jurídicas delicadas, como a criação do juiz de garantias e a pauta de costumes, são os principais desafios do ministro Luiz Fux. Abaixo, como estão essas pautas na Corte Suprema - e o papel de Fux em cada uma delas - pelos próximos dois anos. Lava Jato e desdobramentos No comando do tribunal, Fux terá o poder de controlar a pauta das sessões plenárias e definir o que será julgado pelos 11 integrantes da Corte. Durante a presidência de Toffoli, o STF impôs uma série de reveses à força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, como derrubar a condução coercitiva de investigados e a possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. Fux, por outro lado, é considerado um aliado da Lava Jato. Um dos principais temas pendentes de análise é a delação dos irmãos Joesley e Wesley Batista, que será examinada pelo plenário. O STF também precisa resolver as "pontas soltas" do foro privilegiado, com impacto direto no futuro de investigações. Salários da magistratura A reforma administrativa elaborada pelo governo Bolsonaro deixou de fora juízes, reacendendo o debate sobre os privilégios da magistratura. A folha de salários de servidores e integrantes do Judiciário e do Ministério Público da União, assim como de militares e empregados de empresas públicas, estão entre as que mais cresceram entre 2010 e 2019. Em maio de 2012, um pedido de vista de Fux suspendeu julgamento sobre lei que prevê uma série de penduricalhos e benefícios para a magistratura do Estado do Rio de Janeiro. Até hoje a discussão não foi concluída pelo plenário. Combate às fake news O controverso inquérito que apura ameaças, ofensas e fake news disparadas contra integrantes do STF e seus familiares foi aberto em março do ano passado por determinação do então presidente da Corte, Dias Toffoli. A apuração já fechou o cerco sobre o chamado "gabinete do ódio", grupo de assessores do Palácio do Planalto comandado pelo vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do chefe do Executivo. Em julho, o relator do inquérito, Alexandre de Moraes, decidiu prorrogar a investigação por mais 180 dias, avançando sobre a presidência de Fux. O caso é acompanhado com apreensão pelo governo. Juiz de garantias A implantação do juiz de garantias foi barrada por decisão individual do próprio Fux. O ministro marcou audiências públicas para discutir o assunto, mas cancelou a programação por causa do avanço da pandemia. Um grupo de trabalho do Conselho Nacional de Justiça (STJ) preparou uma proposta para regulamentar a divisão entre dois juízes da análise de investigações criminais, mas, para entrar em vigor, o texto ainda depende de uma decisão do STF e da disposição de Fux de levar o tema ao plenário. Pauta de costumes À frente do STF, o ministro quer evitar temas polêmicos, como a descriminalização do aborto e da maconha para uso pessoal. Uma das principais questões referentes à comunidade LGBTQIA+, o uso de banheiro por transexuais, começou a ser discutida pelo Supremo em 2015, quando um pedido de vista (mais tempo para análise) de Fux suspendeu a análise do tema. "Sobre essa questão há um profundo desacordo moral na sociedade. Me sinto no dever de ofício de pedir vista porque entendo que essa solução vai ter uma repercussão muito importante", afirmou Fux à época. Quase cinco anos depois, até hoje o ministro não devolveu a vista e liberou o caso para julgamento. Da Redação com informações da Agência Brasil e Estadão

  • Fogo amigo: Defensor de índios isolados em Rondônia morre ao levar flechada

    Rieli Franciscato era considerado um dos maiores indigenistas do Brasil. O fato aconteceu na quarta-feira em Seringueiras. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 18:30 O coordenador da Frente de Proteção Etnoambiental Uru-Eu-Wau-Wau (FPEUEWW), que pertence à Fundação Nacional do Índio (Funai), morreu nesta quarta-feira (9) após ser atingido no tórax por uma flecha disparada por indígenas isolados em Rondônia. Rieli Franciscato tinha 56 anos. A informação é da Polícia Civil e da Associação Etnoambiental Kanindé. O caso aconteceu nas proximidades da Linha 6 em Seringueiras (RO). Segundo a Kanindé, os indígenas isolados não sabem a distinção entre defensor e inimigo, reforçando que o território do grupo "está sendo invadido e os índios estão tentando sobreviver". Também de acordo com a Kanindé, Rieli era uma das grandes referências nos trabalhos de proteção aos indígenas isolados da Amazônia. O coordenador defendia o não contato com o grupo e atuava para evitar um conflito com a população local. Rieli também fez parte da equipe que demarcou a primeira terra exclusiva para indígenas isolados. "Ele fundou a Kanindé junto comigo. É uma perda enorme aos indígenas e ao Brasil. A vida toda ele trabalhou com indígenas isolados", declarou a ambientalista e coordenadora da Associação, Ivaneide Bandeira. Rieli, que era de Alta Floresta (RO), estava desde 2007 na Funai, mas atuava como coordenador da FPEUEWW desde 2013. A Polícia Civil da cidade informou que Rieli estava em uma missão na região com apoio da Polícia Militar (PM) quando foi atingido pela flecha. "Segundo os policiais, ao perceberem que estavam sendo atacados por flechas, [Rieli e outros agentes] se abrigaram atrás da viatura, mas a vítima [Rieli] não conseguiu se abrigar a tempo. Quando cessaram os ataques, viram a vítima caída e já não havia indígenas", explicou o diretor do Departamento de Polícia no interior, Jeremias Mendes. Conforme o boletim de ocorrência, o coordenador foi socorrido e levado por dois policiais militares ao Hospital Municipal de Seringueiras, mas acabou não resistindo e morreu. "As diligências eram para confirmar a existência dos indígenas isolados. Era um profissional da área que foi concretizar um serviço de pesquisa para registrar a situação", esclareceu Jeremias Mendes. O delegado Lucas Favarin informou que os dois policiais que socorreram Rieli foram ouvidos e que o caso foi encaminhado à Polícia Federal (PF). Em nota, a PF disse que a circunscrição do crime é da Delegacia de Ji-Paraná e que agentes federais já estão no local para as averiguações iniciais. Revelou também que um inquérito será instaurado. A Funai declarou, em nota, imenso pesar com falecimento e informou que acompanha o caso. "Rieli dedicou a vida à causa indígena. Com mais de três décadas de serviços prestados na área, deixa um imenso legado para a política de proteção desses povos", comunicou por nota o coordenador-geral de Índios Isolados e de Recente Contato da Funai, Ricardo Lopes Dias. Indígenas foram vistos em junho Em junho deste ano, um grupo de indígenas isolados foi visto por uma dona de casa no quintal de um sítio em Seringueiras. Eles trocaram uma carne de caça por uma galinha e levaram um machado. A moradora Gabriella Euvira Moraes disse que correu para o banheiro e filmou a visita. "Eu nem cheguei a sair ou me colocar para fora. Eu vi pela fresta na porta e vi um homem parado. Foi quando prestei atenção e ele estava sem roupa. Nisso que eu me escondi, escutei três homens chegando perto da casa e conversando. Não dava para entender nada. Eles andaram ao redor da casa", contou Gabriella na época. Segundo a Kanindé, esse é o mesmo grupo que Rieli cruzou antes de ser atingido. Por Mayara Subtil (G1)

  • MP quer que Chupinguaia se ajuste ao plano estadual de combate à covid-19

    Atualmente, a cidade de Chupinguaia está classificada na Fase 1 do Plano Estadual de Enfrentamento à doença. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 18:23 O Ministério Público de Rondônia expediu recomendação para que o Município de Chupinguaia se ajuste aos Decretos do Estado de Rondônia, que tratam da abertura e funcionamento de atividades durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19). Atualmente, a cidade de Chupinguaia está classificada na Fase 1 do Plano Estadual de Enfrentamento à doença. Em documento expedido na última semana, o Promotor de Justiça Paulo Fernando Lermen orientou a Prefeita Sheila Flavia Anselmo Mosso e a Secretária Municipal de Saúde de Chupinguaia, Joseane Souza da Silva, a revogarem, em caráter de urgência, o Decreto Municipal nº 2.728/2020, cujo teor não suspende o funcionamento na cidade das atividades não-essenciais, como bares, restaurantes, casas noturnas e comércio em geral. Ocorre que, conforme classificação do Plano Estadual de Enfrentamento ao Coronavírus, o Município de Chupinguaia encontra-se na Fase 1, que prevê distanciamento social ampliado, ou seja, funcionamento apenas de atividades essenciais, a exemplo de açougues; panificadoras; supermercados; serviços funerários e hospitais, entre outros. Restaurantes e lanchonetes podem operar apenas para retirada ou entrega em domicílio. O Boletim Diário sobre o Coronavírus em Rondônia - Edição nº 170, de 04 de setembro de 2020, informou um total de 600 casos confirmados de coronavírus em Chupinguaia; 394 casos recuperados e cinco óbitos. Para solicitar uma reclassificação, o Município precisa estar, no mínimo, há sete dias na mesma fase, não podendo aumentar o número de casos ativos de covid, devendo, ainda, ter disponibilizado leitos de UTI para pacientes com diagnóstico da doença. Na recomendação, o Ministério Público advertiu que o não acatamento da medida ensejará adoção de medidas cabíveis. Fonte: MPRO

  • Assassinato com enredo de filme de terror choca população de Vilhena

    Sobrinho matou o tio, enterrou o corpo no quintal e fez calçada por cima para construir churrasqueira. Vítima estava desaparecido há 12 dias. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 18:02 Um jovem de 28 anos foi preso na noite de quarta-feira (9) após confessar ter matado o próprio tio, de 43 anos, no bairro Bodanese em Vilhena. Segundo a Polícia Civil, o suspeito enterrou o corpo do familiar no quintal, construiu uma calçada por cima e instalou uma churrasqueira para esconder o crime. De acordo com o delegado Fábio Campos, em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (10), o chacareiro Nilton Nascimento estava desaparecido desde 28 de agosto. Com o sumiço de Nilton, a família registrou o boletim no dia 4 de setembro e, na última segunda-feira (7), os próprios parentes cogitaram a possibilidade de um homicídio e falaram com a Civil sobre a suspeita. Na ocasião, os familiares contaram ao delegado que, no dia 28 de agosto, Nilton tinha ido beber na casa de um sobrinho e desde então não foi mais visto. A Polícia Civil foi até a casa do sobrinho de Nilton, na quarta-feira, e encontrou uma calçada feita recentemente (com uma churrasqueira em cima), e isso chamou a atenção dos agentes. Durante revista ao imóvel e quintal, na manhã de quarta-feira, o suspeito negou saber onde estava o dia e dizia aos policiais: “Podem cavar aí, podem cavar”. Os investigadores foram embora, mas retornaram à noite, quebraram o concreto, escavaram o solo e encontraram o corpo de Nilton. De acordo com o delegado, o sobrinho então confessou o crime e contou que matou o tio depois de desferir uma facada nas costas e outras três no pescoço da vítima. O crime foi motivado porque, enquanto a vítima e suspeito ingeriam bebida alcoólica, o tio pegou uma faca durante e tentou atacar o sobrinho, que alega ter se defendido durante uma briga entre eles. O suspeito está preso preventivamente na Casa de Detenção de Vilhena. Por Maelly Nunes (Rede Amazônica)

  • Videoconferência discutirá situação de voos comerciais no aeroporto de Vilhena

    Reunião acontece nesta sexta-feira com participação do MPF e representantes da Azul, Anac, DER-RO, Prefeitura e Câmara de Vereadores. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 18:17 Na próxima sexta-feira (11), às 14h, será realizada uma videoconferência entre procuradores da República do Ministério Público Federal (MPF), representantes da empresa Azul Linhas Aéreas, da Agência Nacional de Aviação (Anac), da Secretaria Nacional de Aviação Civil (SAC), do Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de Rondônia (DER), dos poderes Executivo e Legislativo de Vilhena e do Sicoob Credisul. A reunião terá como tema a reestruturação do aeroporto de Vilhena, que teve a única rota aérea, fornecida pela Azul Linhas Aéreas, interrompida por alegação de falhas na segurança do local. Em junho, o MPF enviou ofício à companhia aérea Azul, ao DER, à SAC do Ministério da Infraestrutura e à Anac pedindo esclarecimentos sobre as medidas que pretendiam adotar para evitar o cancelamento dos voos no Aeroporto Brigadeiro Camarão, em Vilhena. Outra solicitação feita pelo MPF foi para saber da Azul informações sobre as tratativas realizadas com a administração do aeroporto e quais medidas alternativas seriam disponibilizadas pela companhia aérea para atender as pessoas que necessitam se deslocar dentro e fora do Cone Sul do estado. Fonte: MPF

  • MPF quer mudar nomes de escolas que homenageiam ex-presidentes da ditadura

    Relatório da CNV aponta ex-presidentes homenageados pelas escolas como violadores dos direitos humanos. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 17:58 O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação civil pública para que o estado de Rondônia modifique os nomes das escolas estaduais Marechal Castelo Branco, em Porto Velho; Artur da Costa e Silva, em Alto Alegre dos Parecis; e Emílio Garrastazu Médici, em Presidente Médici. A ação veio após o não acatamento de recomendação expedida pelo MPF que solicitava as mesmas mudanças. A necessidade de modificação dos nomes é porque os ex-presidentes homenageados pelas escolas são apontados no relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV) como responsáveis por graves violações de direitos humanos cometidos durante a ditadura militar (1964/1985). O relatório final da CNV propõe “promover a alteração da denominação de logradouros, vias de transporte, edifícios e instituições públicas de qualquer natureza, sejam federais, estaduais ou municipais, que se refiram a agentes públicos ou a particulares que notoriamente tenham tido comprometimento com a prática de graves violações”. Segundo o procurador da República Raphael Bevilaqua, “a lembrança dos erros do passado é fundamental para garantir a consolidação da democracia. A manutenção de nomes de bens públicos postos em homenagem a ditadores, que perpetraram graves violações aos direitos humanos, banaliza os atos delitivos da ditadura militar e contribui para o ressurgimento de teses revisionistas, infelizmente, cada vez mais comuns no panorama sociopolítico brasileiro”. De acordo com a Corte Interamericana dos Direitos Humanos, é obrigação do Brasil promover todas as medidas necessárias para a reparação de graves violações de direitos humanos praticadas por diversos agentes públicos nacionais, e que os crimes contra a humanidade são delitos reconhecidos pelo direito internacional. O Brasil já foi condenado em duas ocasiões na mesma Corte Interamericana dos Direitos Humanos, no caso Gomes Lund, em 2010, e no caso Herzog, em 2018. Ex-presidentes Os homenageados pelas escolas Castelo Branco, Costa e Silva e Garrastazu Médici foram protagonistas do período ditatorial no país. Com início em 1964, a ditadura militar no Brasil foi marcada por crimes como homicídios, torturas, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres. Humberto de Alencar Castelo Branco foi o primeiro presidente da ditadura militar e governou o país de 1964 a 1967. Seu governo marcou o início das ilegalidades do regime militar, do autoritarismo e da conivência com a tortura. Já Arthur da Costa e Silva foi um dos principais articuladores do golpe de 1964, sendo um dos responsáveis por regularizar profunda modificação no Poder Legislativo brasileiro e convocar eleições indiretas para presidente, estendendo o cargo até 1966. Foi em seu governo que se ampliaram os poderes presidenciais, possibilitando o fechamento do Poder Legislativo, a intervenção federal em estados e municípios sem limitações constitucionais, a suspensão dos direitos políticos e garantias constitucionais individuais, entre outras medidas. Em 1969, Costa e Silva suspendeu as eleições para cargos executivos e legislativos nos âmbitos federal, estadual e municipal. Emílio Garrastazu Médici foi presidente do Brasil entre 1969 e 1974. Segundo o relatório final da CNV, em seu governo aperfeiçoou-se “um sistema repressor complexo, que permeava as estruturas administrativas dos poderes públicos e exercia uma vigilância permanente sobre as principais instituições da sociedade civil: sindicatos, organizações profissionais, igrejas, partidos. Surgiu também uma burocracia de censura que intimidava ou proibia manifestações de opiniões e de expressões culturais identificadas como hostis ao sistema. Sobretudo, em suas práticas repressivas, fazia uso de maneira sistemática e sem limites dos meios mais violentos, como a tortura e o assassinato”. Em seu governo foram criados os Destacamentos de Operações de Informações (DOIs), locais onde ocorreram a maior parte dos desaparecimentos forçados e execuções da oposição do regime militar. Os anos em que Médici governou foram marcados pelo aumento da violência por parte do Estado. Por esses motivos, o relatório final da CNV apontou os três ex-presidentes homenageados pelas escolas como violadores dos direitos humanos. A ação civil pública pode ser consultada no site do Processo Judicial Eletrônico da Justiça Federal com o número 1011064-43.2020.4.01.4100. Fonte: MPF

  • Governo prorroga Auto de Regularidade com Restrição para comércio

    ARR dispensa o empresário do projeto projeto de segurança contra incêndio e pânico durante a pandemia. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 17:55 O Governo de Rondônia editou o Decreto n° 25.361, de 1° de setembro de 2020, que autoriza a emissão do Auto de Regularidade com Restrição (ARR), aos estabelecimentos essenciais para fins de licenciamento de segurança contra incêndio e pânico pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Rondônia (CBM), independente de projeto de segurança contra incêndio e pânico aprovado, desde que tenham os sistemas mínimos de segurança executados. Segundo o coordenador de atividades técnicas do CBM, major BM José Constantino da Silva Junior, os Autos, serão emitidos somente enquanto perdurar o estado de Calamidade Pública no Estado. “Após reuniões entre os empresários e o Governo, por meio do CBM, vistas às dificuldade impostas pela pandemia, frente aos prazos dos trâmites dos processos, de forma excepcional e célere criou-se esse ARR, que dispensa o empresário do projeto garantindo ganho de tempo e economia neste primeiro momento”, destaca Constantino. O major lembra que o empresário não está dispensado de ter os sistemas mínimos de segurança para obtenção do ARR e que após a pandemia terá que apresentar o projeto de segurança contra incêndio e pânico aprovado. “Para obtenção do ARR, o empreendedor deverá ter os sistemas de proteção por extintores, o sistema de iluminação de emergência, a sinalização de emergência e as saídas de emergência implementados de acordo com o prescrito nas Instruções Técnicas do CBM-RO, no que se refere à quantidade, localização e distanciamentos”, explica o coordenador. Além disso, o decreto estabelece que a concessão do documento de regularidade será facultado aos estabelecimentos essenciais como supermercado, farmácia, hospitais, laboratório análises clínicas, templos de qualquer culto, indústria de alimentos entre outros de necessidade básica. “O ARR será somente para os estabelecimentos e locais especificados no Decreto, é rápido e simples, sem abrir mão, claro, da segurança contra o incêndio e pânico. O Corpo de Bombeiros faz a vistoria, se tiver de acordo com as exigências estabelecidas será emitido o documento. Independente dele ter o projeto de proteção contra incêndio e pânico aprovado, ele vai ficar com esse documento com validade durante o período de pandemia”, disse o coordenador de atividades técnicas do CBM, major BM Constantino. Por Dhiony Costa e Silva

  • Sedi realiza live sobre a plataforma #Pracima Rondônia, nesta sexta-feira

    A plataforma digital apresenta mentorias através de vídeos curtos, com temas voltados para diversas áreas. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 17:50 A Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi) do Governo de Rondônia, realizará uma live nesta sexta-feira (11), às 18h30, para falar sobre a plataforma #Pracima Rondônia. A live será transmitida por meio do Facebook da Superintendência. O superintendente Sérgio Gonçalves, destaca que a Sedi vem realizando uma série de ações para a retomada da economia, “para auxiliar os empresários e empreendedores, lançamos, essas mentorias gratuitas com orientações e ferramentas, para que possam se manter no mercado de uma forma produtiva e saudável”, afirmou. O coordenador de inovação, Thalles Gomes, destaca que a plataforma é uma ferramenta acessível a toda população, para olhar a retomada econômica e a retomada de vidas como algo possível e ao alcance de todos. “Precisamos voltar a acreditar na economia e na força empreendedora do nosso Estado”. O #Pracima Rondônia é uma plataforma digital que apresenta mentorias através de vídeos curtos, com temas voltados para: Startups e Inovação, Habilidade e Profissionais do Futuro, Transformação Empresarial e Transformação Tecnológica. Sendo ministrados por profissionais com experiência na área empreendedora. Os vídeos ficarão disponíveis através da plataforma: https://pracima.ro.gov.br/ PARTICIPANTES A live será moderada pelo coordenador de inovação Thalles Gomes, geógrafo, mestre em engenharia ambiental, MBA em gestão, Master Coaching, coordenador de inovação da Sedi; Alexandre Mori: Graduado em Design e Pós-Graduado em Ciências do Consumo, atua na Agência de Desenvolvimento de Porto Velho e como líder da comunidade Tambaqui Valley; Augusto Leonel: Especialista em construção e condução de reputação online, internacionalista e superintendente de Integração do Estado de Rondônia; Vanessa Mafra: Master Coach em comunicação, analista de Perfil Comportamental, palestrante e jornalista. Experiência de 18 anos como repórter e apresentadora de TV; Hidiarrure Jonatan: Administrador, Graduado em Direito, MBA Gestão de Pessoas e Coaching, pós-Graduado em Gestão de Negócio. Especialista de implementação de negócios, liderança e finanças empresárias. Por Ana Cláudia Barros

  • Vilhenense anuncia retorno do zagueiro Pablo para disputa da Série D

    O Vilhenense estreia no dia 20, diante do Bragantino-PA, pela Série D do Brasileiro. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 08:00 O Vilhenense acertou o retorno do zagueiro Pablo para a disputa da Série D do Campeonato Brasileiro 2020. O jogador foi registrado nesta quarta-feira (9) junto ao BID (Boletim Informativo Diário) da CBF. Pablo Eduardo de Almeida Corneane tem 22 anos e foi revelado pelo VEC em 2015. De lá para cá, o jogador passou pelo Real Ariquemes-RO, Barcelona-RO, Hercílio Luz-SC, Taboão da Serra-SP, Vilhenense-RO e Brasiliense-DF. Neste ano, o jogador atuou nos oito jogos realizados pelo Vilhenense na temporada. O Vilhenense estreia no dia 20, às 14 horas (horário de Rondônia), diante do Bragantino-PA no estádio Diogão, em Bragança, em sua estreia na Série D do Brasileiro. Fonte Futebol do Norte

  • Desistência de empresa francesa adia exploração de petróleo em foz do Amazonas

    Total vinha enfrentando dificuldades com licenciamento ambiental no Brasil. Região abriga um complexo de recifes recém-identificado. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 07:39 Dias após reiniciar o processo de licenciamento para explorar petróleo na região da foz do rio Amazonas, que tem uma das correntes marítimas mais fortes do mundo, a Total desistiu de seguir adiante como operadora do empreendimento. O anúncio foi feito pela empresa francesa na segunda-feira (07). A renúncia, no entanto, não significa o fim do projeto. A Total, sócia majoritária, detém com as parceiras BP e Petrobras cinco blocos de exploração na região, a 120 quilômetros da costa brasileira, na altura do estado de Amapá. Cabe agora à Agência Nacional de Petróleo (ANP), abrir um novo processo para encontrar um operador substituto. Em dezembro de 2018, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), havia negado a licença ambiental para a Total iniciar atividades na região. O processo, iniciado em 2014, continha vários problemas técnicos que a empresa não conseguiu resolver nas três ocasiões em que foi questionada pelo órgão, até a negativa final. "No processo ficava claro que a empresa não tinha a mínima condição de executar um plano de emergência em caso de vazamento, e essa foi a causa da negativa da licença”, explica à DW Brasil Suely Araújo, especialista em políticas públicas do Observatório do Clima e ex-presidente do Ibama, que analisou pessoalmente o pedido de licenciamento à época. Num processo como esse, a empresa precisa apresentar uma modelagem, uma espécie de simulação, dos efeitos no ambiente em caso de um eventual acidente. Segundo o estudo, o socorro só conseguiria chegar à região depois de seis horas, tempo suficiente para que o petróleo vazado atingisse águas internacionais devido às fortes correntes. "Atingiria principalmente as costas da Guiana e da Guiana Francesa (que é território francês)”, detalha Araújo, que considera a região bastante complicada para a exploração de petróleo. Com uma área de 282.909 km², a foz do rio Amazonas é cobiçada pela indústria do petróleo com uma reserva estimada em até 14 bilhões de barris e 40 trilhões de pés cúbicos de gás, segundo dados da ANP. Por outro lado, a ANP informou que não recebeu qualquer comunicação oficial sobre a retirada da Total do consórcio. "Ademais, informamos que os referidos blocos continuam sob concessão, não ocorrendo devolução dos blocos à ANP", diz a nota enviada por email. Petróleo e ameaça à nova descoberta Além da poluição no mar e seus efeitos, alguns irreversíveis, um acidente que provocasse derramamento do combustível fóssil destruiria um ecossistemas recém-descoberto: o grande complexo de recifes na região da foz do Amazonas. Durante uma expedição científica em 2018, pesquisadores confirmaram a existência dos recifes sobre a faixa onde as petroleiras instalariam as plataformas. No ano seguinte, um estudo publicado por cientistas brasileiros na revista Nature Scientific Reports mostrou que os recifes estão vivos e em expansão. "As pesquisas continuam, mas estamos lidando com o desmantelamento das estruturas que financiam as pesquisas no Brasil”, disse à DW Brasil Nils Edvin Asp, oceanógrafo e pesquisador na Universidade Federal do Pará (UFPA), e um dos autores do estudo. Uma das questões básicas que ainda precisam ser respondidas diz respeito à biodiversidade dos recifes. "É pouco conhecida. Pelas características especiais desse ambiente, acredita-se que existam muitas espécies exclusivas dessa área”, explica Asp. Até há pouco tempo, acreditava-se que a pluma do rio Amazonas, que carrega um volume enorme de sedimentos da floresta para o Atlântico, fosse um local improvável para recifes e que funcionasse como uma espécie de barreira geográfica. "O complexo de recifes, na verdade, pode ter um papel de corredor de biodiversidade que se estende por debaixo da pluma, comunicando as populações da região com as do Caribe”, pontua o pesquisador da UFPA. A vida ainda desconhecida no local poderia ser a base para novas biomoléculas na produção de remédios. "Tem muito ainda para ser descoberto”, ressalta o oceanógrafo, que, nesse momento, escreve um projeto com outros cientistas em busca de financiamento para seguir com os estudos. Desconfiança e afrouxamento das leis O Greenpeace, que forneceu o navio Esperanza para expedições científicas à região e coordenou uma campanha internacional para barrar a exploração de petróleo, vê a desistência da Total com desconfiança. "A renúncia na verdade é só na questão da operação. A Total não sai do empreendimento e o empreendimento não para”, afirma Marcelo Laterman, porta-voz da campanha de Clima e Energia do Greenpeace. "BP ou Petrobras devem assumir a operação”, acrescenta. Há outros pedidos de licenciamento para instalação das plataformas em andamento no Ibama. O órgão, porém, não detalhou à DW Brasil em quais etapas eles estariam. "Parece mais uma estratégia de comunicação da empresa para tentar limpar a imagem de uma operação que é mal vista até na França por significar ameaças graves ao meio ambiente”, opina Laterman. Apesar do afrouxamento das leis ambientais e enfraquecimento dos órgãos de fiscalização ocorridos durante o governo Bolsonaro, Suely Araújo, ex-presidente do Ibama, acredita que a decisão técnica especificamente em torno do licenciamento para projetos ligados ao petróleo ainda é respeitada. "O ministro não consegue aprovar ou rejeitar uma licença. É complicado ir contra os técnicos no processo de licenciamento”, diz Araújo quando questionada sobre a atuação do ministro de Meio Ambiente, Ricardo Salles. Por outro lado, discussões no Congresso sobre mudanças nas regras de licenciamento ambiental seguem a todo vapor. "Esse processo da Total mostra a importância da análise de risco integrada à análise de impacto. Se não houver acidente, há impacto, mas é quase insignificante. Mas, em caso de acidente, de vazamento, o dano efetivo é enorme. Por isso esse aspecto jamais pode deixar de ser considerado na lei”, ressalta Araújo. Por Deutsche Welle

  • Coronavírus já matou mais de 900 mil pessoas no mundo

    Um terço dos óbitos por covid-19 foi registrado na América Latina e no Caribe. Brasil é segundo com mais mortes e terceiro com mais casos. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 07:30 O mundo ultrapassou a marca de 900 mil mortes por covid-19 na noite desta quarta-feira (09), de acordo com números da universidade americana Johns Hopkins. Um terço dos óbitos foi registrado na América Latina e no Caribe. Em números absolutos, os Estados Unidos são o país com mais mortes (190.872), seguido de Brasil (128.539) e Índia (75.062). Em apenas 18 dias, foram registrados mais de 100 mil óbitos – no dia 22 de agosto, o mundo havia chegado aos 800 mil óbitos. No total, o mundo registra 27, 8 milhões de casos confirmados de covid-19, a maior parte deles nos Estados Unidos (6.362.440). A Índia, segundo país mais populoso do mundo, com 1,4 bilhão de habitantes, é o novo epicentro da doença, registrando vários recordes no número de casos diários nas últimas semanas. O país vê o novo coronavírus agora se espalhar pelas pequenas cidades e vilas. De acordo com dados do Ministério da Saúde indiano divulgados nesta quinta-feira, em 24 horas foram registradas 95.735 novas infecções e 1.172 mortes no país, que ocupa a segunda posição no ranking dos com mais infecções, com 4.465.863 casos. Em seguida vem o Brasil, com 4.197.889 casos. Nesta quarta-feira, após seis dias, o Brasil voltou a registrar mais de mil mortes em 24 horas. O país não ficava tantos dias seguidos sem contabilizar mais de mil mortos desde maio. Segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde, o Brasil registrou 35.816 casos confirmados de coronavírus e 1.075 mortes ligadas à doença em 24 horas. Nesta semana, uma das mais promissora vacinas contra a covid-19 em desenvolvimento teve a fase final de testes suspensa. A farmacêutica AstraZeneca informou que interrompeu o estudo, desenvolvido em parceria com a Universidade de Oxford, enquanto investiga um possível efeito colateral grave em um paciente. A vacina, conhecida como AZD1222, usa um adenovírus que carrega um gene para uma das proteínas do coronavírus Sars-Cov-2. O adenovírus é projetado para induzir o sistema imunológico a gerar uma resposta protetora contra o vírus causador da covid-19. A tecnologia ainda não foi usada em uma vacina aprovada para uso humano, mas foi testada em vacinas experimentais contra outros vírus, como o causador do ebola. Trump optou por não alertar a população A marca de 900 mil mortes por covid-19 foi atingida no dia em que veio a público que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sabia da gravidade da situação logo no começo da pandemia, mas optou por esconder a informação da população para não criar pânico. A revelação foi feita pelo jornalista americano Bob Woodward em seu novo livro, intitulado Rage, com lançamento previsto para 15 de setembro, e foi antecipada pelo jornal The Washington Post e pela emissora CNN. "Eu quis sempre minimizar [a gravidade da pandemia]", disse o presidente em entrevista ao jornalista em 19 de março, que foi gravada, e o áudio, disponibilizado no site da CNN. "Ainda gosto de minimizá-la, porque não quero criar pânico." Já no início de fevereiro, Trump demonstrou estar ciente de como o coronavírus é transmitido, embora tenha rejeitado a ideia de usar máscara durante meses a fio. "Vai pelo ar. Isso é sempre mais difícil do que por toque. Você não precisa tocar nas coisas. Certo? Mas o ar, você apenas respira o ar, e é assim que ele é transmitido. E então isso é muito complicado", disse, acrescentando que a doença é muito mais mortal do que a gripe comum. "Isso é algo mortal", repetiu, dando ênfase. Por Deutsche Welle

  • Covid-19 faz mais uma vítima fatal em Vilhena: total é de 56 mortes

    45 novas infeções elevaram para 3.190, os casos confirmados no município, desde o primeiro diagnóstico há 157 dias. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 07:23 Mais uma pessoa morreu por covid-19 em Vilhena. O óbito foi registrado nesta quarta-feira (9) juntamente com outros 45 casos de infecção por coronavírus. A vítima foi um homem de 53 anos, morador do bairro Alto dos Parecis. Internado desde o dia 24 de agosto na Enfermaria da Central de Atendimento à Covid-19 o paciente estava na UTI desde o dia 28. O paciente não resistiu à enfermidade e faleceu 16 dias após ser internado. Com esse óbito o município soma 56 vítimas fatais por covid-19, sendo 47 mortes de vilhenenses e 9 óbitos de moradores de outras cidades. Já as 45 novas infeções elevaram para 3.190, os casos confirmados no município, desde o primeiro diagnóstico há 157 dias (5 de abril). A secretaria municipal de Saúde ainda investiga 111 casos suspeitos de contaminação. E o número de casos ativos é de 326 pessoas. Segundo o boletim, 2.818 pessoas já se recuperaram da doença em Vilhena, o que corresponde a 88,3% dos casos registrados. Ontem a Central de Atendimento da Covid-19 tinha 16 pacientes internados, sendo 6 internações na UTI. A taxa de ocupação de leitos de UTI no município é de 60%. Vilhena é o terceiro município de Rondônia em número de casos confirmados de covid-19, atrás apenas de Porto Velho e Ariquemes; e o quinto em número de mortes pela doença. Rondônia tem 59,1 mil casos confirmados e 1.207 óbitos provocados pelo novo coronavírus. Por José Antonio Sant'Ana

  • Brasil registra mais de mil mortos pela covid-19 em 24 horas, após 6 dias de baixa

    Foram registrados ainda mais de 35 mil novos casos. Ao todo, 4,19 milhões de pessoas foram infectadas, e 128 mil morreram. Revista Imagem - Publicado em 10/09/2020 07:09 O Brasil registrou 35.816 casos confirmados de coronavírus e 1.075 mortes ligadas à doença nas últimas 24 horas, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (09) pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo Ministério da Saúde. O balanço eleva o total de infectados para 4.197.889, enquanto o total de óbitos chega a 128.539. Ao todo, 3.453.336 pessoas se recuperaram da doença, e 616.014 estão em acompanhamento, segundo o ministério. O Conass não divulga número de recuperados. Assim, de acordo com a nova cifra diária, o Brasil voltou a registrar mais de mil mortes em 24 horas, após seis dias consecutivos computando no máximo 907 óbitos diariamente. O país não ficava tantos dias seguidos sem registrar mais de mil mortos desde maio. Diversas autoridades e instituições de saúde alertam que os números reais de casos e mortes devem ser ainda maiores, em razão da falta de testagem em larga escala e da subnotificação. São Paulo é o estado brasileiro mais atingido pela epidemia, com 866.576 casos e 31.821 mortes. O total de infectados no território paulista supera os registrados em praticamente todos os países do mundo, exceto Estados Unidos (6,33 milhões), Índia (4,37 milhões) e Rússia (1,03 milhão). Ou seja, se São Paulo fosse um país, seria o quinto mais afetado. A Bahia é o segundo estado brasileiro com maior número de casos, somando 275.088, seguida de Minas Gerais (238.515), Rio de Janeiro (233.873) e Ceará (223.622). Já em número de mortos, o Rio é o segundo estado com mais vítimas, somando 16.770 óbitos. Em seguida vêm Ceará (8.604), Pernambuco (7.764), Pará (6.280), Minas Gerais (5.935) e Bahia (5.774). A taxa de mortalidade por grupo de 100 mil habitantes subiu para 61,2 no Brasil – cifra bem acima da registrada em países vizinhos como Argentina (23,38) e Uruguai (1,30). O número brasileiro também supera o dos Estados Unidos, o país mais atingido do mundo, que tem taxa de mortalidade de 57,97. Por outro lado, nações europeias duramente atingidas, como Reino Unido (62,68) e Bélgica (86,78), ainda aparecem à frente, embora suas taxas estejam praticamente estabilizadas, enquanto a brasileira segue crescendo. Em números absolutos, o Brasil é o terceiro país do mundo com mais infecções, atrás apenas dos Estados Unidos, que somam 6,33 milhões de casos, e da Índia, com 4,37 milhões. Mas é o segundo em número de mortos, depois dos EUA, onde mais de 189 mil pessoas morreram pela covid-19. A Índia, que chegou a impor uma das maiores quarentenas do mundo no início da pandemia e depois flexibilizou as restrições, é a terceira nação com mais mortos, somando 73,8 mil óbitos. Ao todo, o mundo já registrou mais de 27,6 milhões de pessoas infectadas pelo coronavírus, enquanto mais de 898 mil morreram em decorrência da doença. Por Deutsche Welle

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