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  • IBGE: 3,4 milhões estavam afastados do trabalho no início setembro

    Os dados fazem parte da Pnad Covid19 semanal e foram divulgados hoje pelo IBGE. Revista Imagem - 25/09/2020 15:59 A população ocupada entre 30 de agosto a 5 de setembro foi estimada em 82,3 milhões, desse total, 4,2% ou cerca de 3,4 milhões estavam afastados do trabalho devido ao distanciamento social. No período anterior tinha sido 4,4% ou 3,6 milhões de pessoas e bem abaixo da primeira semana da pesquisa, de 3 a 9 de maio quando era 19,8%, quando eram 16,6 milhões. Os dados fazem parte da Pnad Covid19 semanal foram divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa mostrou estabilidade em diversos aspectos. A população ocupada e não afastada do trabalho foi estimada em 76,8 milhões de pessoas na semana anterior eram 76,1 milhões). No entanto, representa aumento frente a semana de 3 a 9 de maio (63,9 milhões). Entre essas pessoas, 8,3 milhões ou 10,8% trabalhavam remotamente. A pesquisa indicou que o contingente é estável frente a semana anterior quando o total de pessoas era 8,3 milhões e o percentual 10,9%. Já em relação à semana de 3 a 9 de maio houve estabilidade em números absolutos (8,6 milhões) e queda no percentual (13,4%). O nível de ocupação (48,3%) foi mais um que ficou estável frente a semana anterior (48,3%), mas, neste caso, houve recuo em relação à semana de 3 a 9 de maio (49,4%). A população desocupada nesse período ficou em 13,0 milhões de pessoas, o que significa estabilidade na comparação com a semana anterior, quando registrou 13,7 milhões de pessoas, mas representou alta em relação à semana de 3 a 9 de maio. Lá eram 9,8 milhões de pessoas. Com o resultado, a taxa de desocupação também ficou estável (13,7%) de 30 de agosto a 5 de setembro se comparada à semana anterior (14,3%) e, novamente, elevação frente a primeira semana de maio (10,5%). A população ocupada foi estimada em 82,3 milhões na semana de 30 de agosto a 5 de setembro e ficou estável também em relação à semana anterior (82,2 milhões de pessoas), mas houve queda na comparação ao período de 3 a 9 de maio (83,9 milhões de pessoas). “Desde meados de junho há uma recuperação no total de pessoas ocupadas, depois da forte queda de início de maio até meados de julho. Essa recuperação recente vem se dando, especialmente, entre trabalhadores informais os trabalhadores por conta própria, que foram os mais atingidos no início da pandemia”, observou a coordenadora da pesquisa, Maria Lúcia Vieira. A taxa de informalidade aproximada (34,6%) foi pouco acima da semana anterior (34,0%) e menor do que a registrada entre 3 e 9 de maio (35,7%). Força de trabalho A população fora da força de trabalho, a que não estava trabalhando nem procurava por trabalho era de 75,0 milhões de pessoas, mantendo a estabilidade se comparado ao período semana anterior (74,4 milhões) e, também, frente à semana de 3 a 9 de maio (76,2 milhões). Entre essas pessoas, cerca de 27,3 milhões (ou 36,4% da população fora da força de trabalho), disseram que gostariam de trabalhar. Isso representa estabilidade ante a semana anterior (26,7 milhões ou 35,8%) e à semana de 3 a 9 de maio (27,1 milhões ou 35,5%). A pandemia ou a falta de uma ocupação na localidade em que moravam foram os motivos para cerca de 17,1 milhões de pessoas fora da força que gostariam de trabalhar e não procuraram trabalho. Conforme a pesquisa, elas correspondiam a 22,8% das pessoas fora da força. Essa foi mais uma estabilidade registrada na comparação com a semana anterior (16,8 milhões ou 22,6%), mas diminuiu frente a semana de 3 a 9 de maio (19,1 milhões ou 25,1%). Isolamento De acordo com a pesquisa, cerca de 86,4 milhões de pessoas ficaram em casa e só saíram por necessidade básica na primeira semana de setembro, isso corresponde a 40,9% da população. O resultado é de queda ante a semana anterior (88,6 milhões ou 41,9% da população). Já os que ficaram rigorosamente isolados (17,7% ou 37,3 milhões) caiu em relação à semana anterior (18,4% ou 38,9 milhões). O contingente dos que não fizeram restrição (2,8% ou 5,9 milhões) subiu na comparação à semana anterior (2,4% ou 5,0 milhões). O número dos que reduziram contato mas continuaram saindo de casa e/ou recebendo visitas (80,7 milhões ou 38,2%) teve alta em relação ao período anterior (77,1 milhões ou 36,5%). “Esse comportamento da população reflete a flexibilização das medidas de distanciamento social, com a retomada das atividades econômicas. A maioria da população, contudo, ainda está tomando alguma medida contra a Covid-19, mesmo que menos restritiva”, contou Maria Lúcia Vieira. Estudantes Entre 30 de agosto a 5 de setembro, 7,3 milhões não tiveram atividades escolares entre os 46,0 milhões de estudantes do país de 6 a 29 anos, que frequentavam escolas ou universidades. Não houve muita mudança em relação à semana anterior (7,2 milhões ou 15,8% dos estudantes), mas caiu em relação à semana de 28 de junho a 4 de julho (9,0 milhões ou 20,0% dos estudantes). Já nos 38,0 milhões de estudantes que tiveram atividades escolares na primeira semana de setembro, 25,0 milhões (ou 65,6%) tiveram atividades em cinco dias da semana, mantendo estabilidade frente a semana anterior (24,8 milhões, ou 66,3%). “Tiveram atividades para realizar em casa on line ou de alguma outra forma”, pontuou. Saúde O número de pessoas com algum sintoma de síndrome gripal caiu de 11,3 milhões (ou 5,3% da população) para 9,9 milhões de pessoas (ou 4,7%) entre os dois períodos. No período, segundo a PNAD COVID19, 9,9 milhões de pessoas (ou 4,7% da população do país) apresentavam pelo menos um dos 12 sintomas associados à síndrome gripal investigados pela pesquisa, como febre, tosse, dor de garganta, dificuldade para respirar, dor de cabeça, dor no peito, náusea, nariz entupido ou escorrendo, fadiga, dor nos olhos, perda de olfato ou paladar e dor muscular. O total significa recuo frente a semana anterior (11,3 milhões ou 5,3% da população do país) e também frente a semana de 3 a 9 de maio (26,8 milhões ou 12,7%). Cerca de 2,4 milhões de pessoas (ou 24,5% daqueles que apresentaram algum sintoma) buscaram atendimento em postos de saúde, equipe de saúde da família, UPA, Pronto Socorro ou Hospital do SUS ou, ainda, ambulatório /consultório, pronto socorro ou hospital privado. O número é bem próximo à semana anterior (2,6 milhões ou 23,0%) e em queda na relação com o período de 3 a 9 de maio (3,7 milhões ou 13,7%). O atendimento em hospital público, particular ou ligado às forças armadas na semana de 30 de agosto e 05 de setembro foi procurado por cerca de 670 mil pessoas. Na semana anterior tinham sido 799 mil, enquanto entre 3 a 9 de maio era 1,1 milhão. Já nos hospitais, 127 mil (18,9%) foram internados, pouco acima da semana anterior (121 mil ou 15,2%). Entre 3 a 9 de maio foram 97 mil ou 9,1%. Por Cristina Indio do Brasil

  • Governo libera entrada de estrangeiros em todos os aeroportos do país

    Entrada por rodovias e por outros meios terrestres continua restrita. Revista Imagem - 25/09/2020 15:58 O governo federal autorizou a entrada de estrangeiros, de qualquer nacionalidade, em todos os aeroportos do Brasil. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União de ontem (24) e prorroga, por 30 dias, a restrição à entrada de estrangeiros “por rodovias, por outros meios terrestres ou por transporte aquaviário.” Em julho, o governo já havia liberado parcialmente a entrada de estrangeiros por via aérea, mantendo a restrição nos aeroportos de Mato Grosso do Sul, da Paraíba, de Rondônia, do Rio Grande do Sul e do Tocantins. Já no mês passado, a restrição atingiu os aeroportos nos estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, do Rio Grande do Sul, de Rondônia, Roraima e do Tocantins. Desde que os voos internacionais e a entrada de estrangeiros por outras vias foram restringidos em março, em razão da pandemia da covid-19, o governo vem avaliando, mês a mês, as medidas que devem ser mantidas. A entrada por estrangeiros por via aérea está permitida desde que obedecidos os requisitos migratórios adequados à sua condição, inclusive o de portar visto de entrada, quando este for exigido. Aqueles que vierem ao Brasil para viagem de curta duração, de até 90 dias, deverão apresentar à empresa aérea, antes do embarque, comprovante de aquisição de seguro válido no Brasil, para gastos de saúde. A portaria conjunta assinada pela Casa Civil e pelos ministérios da Saúde, Infraestrutura, Justiça e Segurança Pública autoriza, excepcionalmente, o estrangeiro que estiver em país de fronteira terrestre com o Brasil e precisar atravessá-la para embarcar em voo de retorno a seu país de residência, a entrar com autorização da Polícia Federal e dirigir-se diretamente ao aeroporto. Para isso, deverá apresentar demanda oficial da embaixada ou do consulado do seu país e os bilhetes aéreos correspondentes. Por Andreia Verdélio

  • São Paulo anuncia ampliação de testes da Fase 3 da vacina CoronaVac

    Testes serão aplicados em mais quatro centros de pesquisa. Revista Imagem - 25/09/2020 15:56 Após aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o governo de São Paulo vai ampliar de 9 mil para 13 mil o número de voluntários que serão testados com a vacina chinesa contra o novo coronavírus (covid-19), a CoronaVac. Mais quatro centros de pesquisa, das cidades de Barretos (SP), Pelotas (RS), Cuiabá e Campo Grande, vão passar a realizar os testes de fase 3 da vacina. A vacina está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. A expectativa é que a Fase 3 de testes em humanos possa começar a apresentar resultados já na segunda quinzena de outubro. Se essa fase de testes comprovar a eficácia da vacina, o governo de São Paulo espera ser possível iniciar a vacinação de moradores do estado em dezembro deste ano, dependendo de autorização da Anvisa. A fabricante da CoronaVac iniciou a Fase 3 de testes no Brasil em julho. Os testes já vinham sendo realizados em 9 mil voluntários, todos da área da saúde, de 12 centros de pesquisas de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná. Caso os testes comprovem a eficácia da vacina, ela precisará de aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) antes de ser disponibilizada para vacinação no Brasil. Perfil dos voluntários O perfil dos voluntários que poderão se candidatar ao estudo nestes quatro centros de pesquisa permanece praticamente o mesmo. São profissionais da área da saúde que estejam trabalhando no atendimento a pacientes com a covid-19. A diferença é que agora poderão se candidatar pessoas que já tiveram infecção prévia pelo coronavírus. Outra mudança é que, até então, os estudos não permitiam a participação de voluntários com mais de 60 anos. Agora, esse grupo de pessoas poderá se candidatar. As restrições permanecem para mulheres grávidas e para pessoas que apresentem doenças instáveis ou que precisem de medicações que alterem a resposta imune. A vacina A vacina é inativada, ou seja, contém apenas fragmentos do vírus inativos. Com a aplicação da dose, o sistema imunológico passaria a produzir anticorpos contra o agente causador da covid-19. No teste, metade das pessoas receberão a vacina e metade receberá placebo, substância inócua. Os voluntários não saberão o que vão receber. A vacina está sendo aplicada em duas doses. Estudos de fases 1 e 2 da vacina, feitos na China, revelaram esta semana que ela é segura. Os testes de Fase 3 vão comprovar se a vacina é eficaz, ou seja, se ela protege contra o novo coronavírus. Por Elaine Patricia Cruz

  • AGU cobra na Justiça R$ 893 milhões de desmatadores da Amazônia

    Força-tarefa do órgão ajuizou 27 ações de ressarcimento em setembro. Revista Imagem - 25/09/2020 15:15 A Advocacia-Geral da União (AGU) informou hoje (25) que foram ajuizadas neste mês 27 ações na Justiça para cobrar R$ 893 milhões de pessoas acusadas de desmatamento na Amazônia Legal. Segundo o órgão, o valor corresponde ao montante que deve ser reparado pelos danos ambientais causados em cerca de 35 mil hectares de floresta. Os desmatamentos irregulares ocorreram em municípios do Amazonas (Lábrea, Nova Aripuanã e Manicoré), Rondônia (Alto Paraíso e Machadinho D´Oeste), Pará (Ulianópolis, Marabá e São Feliz do Xingú ), Mato Grosso (Nova Maringá, Santa Cruz do Xingú, São Felix do Araguaia e Peixoto de Azevedo) e em Mucajaí (RR). Segundo a AGU, em cerca de um ano, foram solicitados pelo órgão na Justiça a reparação de 95 mil hectares da Amazônia, que totalizam R$ 2,2 bilhões em indenizações. No período, além das 27 ações protocoladas em setembro, o órgão também ajuizou mais 45 ações, no valor de R$ 1,3 bilhões. Cerca de R$ 570 milhões foram bloqueados dos acusados. A atuação da AGU ocorre por meio de uma força-tarefa de procuradores e advogados da União para garantir o ressarcimento dos danos ambientais na Amazônia. Por André Richter

  • Polícia Civil orienta população sobre como identificar cédulas falsas de R$ 200

    Alguns pontos de identificação são as inscrições República Federativa do Brasil, o número 200 e a imagem do lobo guará, tudo em alto relevo. Revista Imagem - 25/09/2020 15:10 A Polícia Civil de Rondônia por meio do Núcleo de Combate a Defraudações alerta a população para os golpes em relação à nova nota de R$ 200. Entre os pontos de identificação da nota estão as inscrições República Federativa do Brasil, o número 200 e a imagem do lobo guará, tudo em alto relevo. “A população precisa ficar atenta e em estado de alerta quanto aos riscos de ser enganada com dinheiro falso”. A orientação é do delegado Swami Otto, titular do Núcleo que chama a atenção para a nota ainda não conhecida por muitos e de alto valor. Segundo ele, além de se manterem atentas, as pessoas devem procurar (na internet) conhecer bem as características da nova nota, suas diferenças e pontos essenciais de identificação, visto que ela já foi objeto de falsificação mesmo antes de ser lançada pelo Banco Central, devido seu valor e facilidade de ser transportada, ação criminosa que é facilitada pelo menor volume e maior valor. “Nossa orientação (dica) é que o cidadão se mantenha atento e utilize de todos os meios e desconfie de facilidades e de pessoas que se mostram nervosas durante as transações comerciais e financeiras”, disse. COMO IDENTIFICAR A NOTA FALSA O delegado destacou que há vários meios para as pessoas para não cair nos golpes, a começar por conhecer as características da nota de R$ 200, que são inconfundíveis, e ainda, usar a tecnologia a seu favor, como a utilização de canetas especiais – a laser, ultravioleta, luz negra, tinta invisível e outros – que detectam com segurança notas falsas. Ele disse também que, uma vez enganado no golpe da nota falsa, o cidadão deve procurar a Polícia Civil e apresentar ou dar as características do falsário para facilitar o trabalho da Polícia. “Se tiver o nome ou imagem da pessoa que passou a nota é preciso repassar à Polícia, pois esses dados ajudam muito o trabalho de investigação e captura”, disse. De acordo com informes do próprio Banco Central a nova nota de R$ 200 tem vários elementos de segurança para dificultar a falsificação e a consequente banalização de crimes desta natureza. Entre esses elementos, o valor em numeral e a figura do lobo guará sempre aparecerão quando a nota for colocada contra a luz. Nessas mesmas circunstâncias também é possível enxergar que as partes do desenho logo abaixo de “REPÚBLICA” montam o número 200. Outro aspecto essencial de segurança da nota é a exposição em alto relevo de alguns de seus pontos. As pessoas podem, pelo tato, sentir alguns elementos bem característicos, como a legenda “REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”, o número 200 e o lobo-guará, tudo em alto relevo. Se tudo isso não bastar ao cidadão para reconhecer a nota real de R$ 200, outros artifícios legais foram introduzidos para facilitar ainda mais a identificação e dificultar a falsificação. De acordo com explicações do Banco Central, ao movimentar a cédula é possível enxergar um efeito no número 200 – uma barra brilhante que faz o número mudar de cor, do azul ao verde. Por fim, como última orientação, basta a pessoa posicionar a nota à altura dos olhos, em um lugar bem iluminado para descobrir um número 200 logo acima da legenda “DUZENTOS REAIS”. O delegado Swami Otto orienta ainda que qualquer pessoa está sujeita a ser enganada, e para evitar que isso aconteça, ao receber uma nota de R$ 200, a recomendação prática é sempre checar pelo menos três desses elementos de segurança, para não cair no golpe e não correr risco de prejuízo. O titular da Delegacia de Defraudações da Polícia Civil de Rondônia lembra, por fim, que a falsificação ou alteração de moeda metálica ou papel-moeda é um crime capitulado no artigo 289 do Decreto Lei nº 2.848 de 07 de dezembro de 1940, que prevê pena de reclusão de três a doze anos e multa. Importante lembrar que nessas mesmas penas incorre todo aquele que, por conta própria ou alheia, importa ou exporta, adquire, vende, troca, cede, empresta, guarda ou introduz na circulação moeda falsa – quem recebe ou quem passa a nota falsa. Por Cleuber Rodrigues Pereira

  • Vídeo mostra prefeitas Glaucione e Lebrinha recebendo dinheiro de esquema

    As duas prefeitas mais os prefeitos de Cacoal e Rolim de Moura foram presos na Operação Reciclagem na manhã de hoje. Revista Imagem - 25/09/2020 14:45 Vídeos gravados por um empresário que era pressionado por prefeitos de Rondônia foram fundamentais nas investigações realizadas pela Polícia Federal. Em duas gravações, as prefeitas Glaucione Maria Rodrigues Neri (Cacoal) e Gislaine Clemente, a “Lebrinha” (São Francisco do Guaporé) aparecem recebendo propinas, de acordo com as investigações. As duas foram presas nesta sexta-feira, juntamente com os prefeitos Marcito Aparecido Pinto (Ji -Paraná) e Luiz Ademir Schock (Rolim de Moura). Durante a operação, uma grande quantidade de dinheiro foi apreendida pela Polícia Federal em Rolim de Moura. O valor exato ainda está sendo contabilizado pela PF, mas estima-se em torno de R$ 5 milhões entre espécie e patrimônios apreendidos. A investigação, que durou pouco mais de dez meses, teve início em dezembro de 2019 e contou a colaboração de empresário que, recebendo exigência para recebimento de dívidas pela prestação de serviços ao poder público, resolveu contatar as autoridades para denunciar os ilícitos. Fonte Rondoniagora

  • 4 prefeitos de RO são presos por crimes contra a Administração Pública

    Prefeitos de Cacoal, Rolim de Moura, Ji-Paraná e São Francisco do Guaporé, além do ex-deputado Daniel Néri foram presos na Operação Reciclagem. Revista Imagem - 25/09/2020 11:15 A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público do Estado de Rondônia pela Procuradoria-Geral de Justiça, deflagrou nesta sexta-feira (25) a Operação Reciclagem, para apurar crimes contra a Administração Pública. A investigação, que durou pouco mais de dez meses, teve início em dezembro de 2019 e contou a colaboração de empresário que, recebendo exigência para recebimento de dívidas pela prestação de serviços ao poder público, resolveu contatar as autoridades para denunciar os ilícitos. Durante o período das investigações, provas foram angariadas e filmagens de recebimentos de valores por parte dos envolvidos foram registrados, com centenas de milhares de reais sendo distribuídos em dinheiro vivo. No dia de hoje, por conta da prerrogativa de foro detida pelos envolvidos, foram cumpridos, por ordem do Tribunal de Justiça de Rondônia, quatro mandados de prisão preventiva em desfavor de prefeitos e mais um mandado (também de prisão preventiva) contra um ex-deputado estadual. Além disso, o Relator determinou o afastamento das funções públicas dos envolvidos e o bloqueio de ativos que ultrapassam R$ 1,5 milhões, valor conectado ao que, em tese, teriam recebido de forma ilícita. Também foram cumpridos 12 de mandados de busca e apreensão, com 22 equipes e envolvimento de mais de 70 policiais federais em Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e São Francisco do Guaporé. Os presos Glaucione Maria Rodrigues Neri, prefeita de Cacoal; Luiz Ademir Schock, prefeito de Rolim de Moura; Marcito Aparecido Pinto, prefeito de Ji-Paraná e Gislaine Clemente, prefeita de São Francisco do Guaporé foram os quatro prefeitos presos na operação. Além disso, a PF também predeu o marido de Glaucione, o ex-deputado Daniel Neri. A prefeita de São Francisco, Gislaine Lebrinha, é filha do deputado estadual Lebrão e também preside a Aron (Associação Rondoniense de Municípios). Reciclagem O nome da operação, Reciclagem, remete ao ramo de atividades da empresa envolvida no caso e origem dos recursos ilícitos, sendo decretado sigilo nas investigações pelo Tribunal de Justiça que cuida do caso. Da Redação com informações da PF

  • Revista cultural Aventuras na Amazônia é lançada durante live em Vilhena

    A revista será distribuída gratuitamente em escolas públicas, bibliotecas e centros culturais de Vilhena. Revista Imagem - 25/09/2020 08:41 Na noite desta quinta-feira (24), foi realizado o lançamento da Revista Cultura Aventuras na Amazônia, que tem como objetivo retratar e valorizar as manifestações culturais presentes em Vilhena. A jornalista Andréia Machado que é coordenadora deste projeto cultural explicou que por causa da quarentena decretada devido à pandemia do Covid-19 o lançamento da revista aconteceu online através de uma live realizada no canal do You Tube do Serpentário Produções. O lançamento contou com a participação da jornalista Queitiane Rodrigues e dos produtores culturais Marcio Guilhermon e Washington Kuipers que fazem parte do Ponto de Cultura e Mídia Livre Serpentário Produções e da Associação Cultural Diversidade Amazônica. Durante a live Andréia Machado lembrou que o projeto da revista foi contemplado pelo “Prêmio Funarte Descentrarte” na categoria produção literária. Feliz a jornalista informou que a revista começará a ser distribuída gratuitamente nas bibliotecas, centros culturais e escolas públicas de Vilhena. Além disso, também foi disponibilizada online a versão em PDF da publicação. “Estou muito feliz com o lançamento da revista, a equipe que participou do projeto trabalhou com dedicação para produzir um conteúdo diversificado e de qualidade”, ressaltou a jornalista que destacou que a revista é totalmente voltada para cultura. Andréia Machado agradeceu ao Centro de Treinamento e Cultura Sicoob Credisul por disponibilizar os espaço para a realização da live de lançamento da revista e também ao apoio do Dj. Kalil e ao comunicador Eryk Henrique. Mais informações sobre a revista podem ser obtidas através do telefone (69) 98119-1055. Fonte Assessoria

  • Raios e rajadas de vento causam estragos em Vilhena

    Maior destruição foi registrada no posto da Polícia Rodoviária Federal, onde uma estrutura metálica caiu sobre um caminhão. Revista Imagem - 25/09/2020 10:06 A chuva desta quinta-feira (24) em Vilhena trouxe alívio mas também problema. Apesar de dissipar a nuvem de fumaça que pairava sobre Vilhena há vários dias melhorando a qualidade do ar e a sensação térmica, a chuva veio acompanhada raios e ventos fortes, e aí vieram os problemas, como é costume nas primeiras chuvas da temporada. Hoje pela manhã, nossa reportagem conversou com o proprietário de uma oficina de conserto de aparelhos eletrônicos, que informou ter recebido 5 televisores para conserto após os raios de ontem à tarde. O número é idêntico ao que sua oficina consertou durante todo o mês de agosto. Já o vento trouxe prejuízos ainda maiores. Vários moradores registraram destelhamento de casas. Com rajadas que chegaram a 50km por hora a destruição maior aconteceu no posto da Polícia Rodoviária Federal, na divisa com o Mato Grosso. A estrutura metálica que cobre o posto caiu sobre um caminhão que passava pelo local no momento do acidente. Ninguém se feriu. Em nota a superintendência da PRF informou as conclusões da queda da estrutura "somente poderão ser apresentadas após perícia técnica, a ser realizada pelos órgãos responsáveis em data futura." Por José Antonio Sant'Ana

  • BMW roubada em SP que custa quase R$ 200 mil é recuperada em Vilhena

    Veículo estava com vendedor de automóveis e tinha registro de roubo/furto cadastrado no município de Sumaré. Revista Imagem - 24/09/2020 14:48 A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em operação conjunta com a Polícia Militar (PM/RO) em Vilhena/RO, durante fiscalização na BR 364, prendeu um homem e recuperou um automóvel, BMW 320I, com registro de roubo/furto cadastrado no município de Sumaré/São Paulo. A ocorrência foi registrada nesta quarta-feira (23). Os agentes fizeram análise dos sinais identificadores, e verificaram que o veículo original diferia do informado na placa que ostentava. Condutor afirmou que tinha conhecimento das alterações nos sinais identificadores do veículo, tendo sido reprovado em vistoria veicular, e que trabalha com compra e venda de carros. Motorista foi encaminhado à Delegacia de Polícia Federal e poderá responder pelos crimes de Receptação de veículo; Adulteração de sinal identificador de veículo automotor e Uso de documento falso. Fonte PRF

  • Sementes de origem desconhecida podem representar perigo ao meio ambiente

    Embaladas em saquinhos plásticos, sementes são distribuídas a população de vários países, e já chegaram a Rondônia. Revista Imagem - 24/09/2020 09:38 O Governo do Estado, através da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron) iniciou investigação para apurar casos de sementes de origem desconhecida que, embaladas em saquinhos plásticos, estão sendo entregues à população em vários países, inclusive no Brasil. “Três casos foram registrados em Rondônia, dois em Ministro Andreazza e um em São Francisco do Guaporé, no interior do Estado, e já estão sendo investigados pela Agência”, informou o coordenador do Programa Estadual de Fiscalização de Sementes e Mudas, Renê Suaiden Parmejiani. O objetivo, segundo ele, é verificar a espécie das sementes e os possíveis danos que elas podem causar, tanto à saúde humana quanto ao meio ambiente e à agricultura. “Essas sementes podem conter alguma bactéria ou praga exótica que, em contato com o solo, resulte em sérios danos à lavoura, com prejuízos tanto ao agricultor quanto à economia do Estado”, alertou Renê Suaiden. Na última semana, a Idaron emitiu alerta sobre o risco de manuseio, descarte incorreto ou plantio das sementes. “É preciso ter muito cuidado com esses materiais, não sabemos se estão contaminados com algum material biológico que possa afetar a saúde ou alguma praga agrícola”, acentuou o coordenador. “Pragas agrícolas provenientes de outros países podem ocasionar sérios danos para a agricultura e ao meio ambiente. Quem receber qualquer material vegetal não identificado, sem o controle de órgãos de defesa agropecuária, não deve plantar, semear ou jogar no lixo. O correto é que esse material seja entregue à Idaron, para investigação”, completou. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em todo o Brasil estão surgindo casos de encomendas recebidas pelos correios e empresas de transporte com sementes desconhecidas e de origem ainda não identificada, sem que o destinatário tenha comprado ou solicitado. Em Rondônia, o recebimento dessas sementes pode ser comunicado à Agência Idaron pelo telefone 0800 643 4337, pelo e-mail sementes@idaron.ro.gov.br, ou por denúncia on-line (Clique aqui). As sementes e as mudas são os principais veiculadores de pragas agrícolas e, por isso, sua entrada em nosso Estado precisa ser controlada pelos órgãos de Defesa Agropecuária. Recomenda-se que a população não adquira material vegetal de outros países ou de outros estados sem consultar previamente a Agência Idaron, para verificar os riscos e solicitar a devida documentação fitossanitária que assegure a entrada do material em Rondônia. Por Toni Francis

  • Rondônia discute perspectivas para o desenvolvimento da Amazônia

    Os temas discutidos vão ao encontro das medidas para regularização, proteção e sustentabilidade da Amazônia. Revista Imagem - 24/09/2020 09:23 Temas relevantes que vão ao encontro da regularização, da proteção e da sustentabilidade relacionadas ao desenvolvimento rural e ao meio ambiente foram apresentados nesta quarta-feira (23), na abertura do segundo dia do Fórum de Sustentabilidade na Agricultura da Região Amazônica (Agrolab). O diretor-presidente da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) e, também, vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades de Assistência Técnica e Extensão Rural (Asbraer) para a região Norte do país, Luciano Brandão deu início às discussões. O Fórum de Sustentabilidade, assim como o Seminário Virtual de Ater, realizado no dia 22, integram a programação do Agrolab Amazônia, feira virtual que está inovando a forma de se fazer o agronegócio no país. Luciano Brandão mediou as apresentações, buscando consolidar os temas discutidos. No evento da terça-feira (22), técnicos elaboraram a Carta Amazônia que levantou oito temáticas a serem trabalhadas para o desenvolvimento da agricultura regional e nacional, em especial pelos serviços de assistência técnica e extensão rural na Amazônia legal. “Esse é o caminho para que o produtor rural, a família rural, possa ter mais acesso às políticas públicas”, afirma Brandão. Os temas discutidos nesta quarta-feira foram: Regularização Fundiária, apresentado pelo presidente da Asbraer, Nivaldo Moreno de Magalhães; Agricultura Familiar, com o secretário de agricultura familiar e cooperativismo do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), Fernando Schwanke e Marco Pavarino; Papel da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) na promoção da sustentabilidade, proferida pelo presidente da Agencia Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), Ademar Silva; e Queimadas ilegais e meio ambiente, com o secretário do meio ambiente do Amazonas, Eduardo Taveira. Na oportunidade, o superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-RO), Daniel Pereira, fez um panorama sobre o desenvolvimento agropecuário de Rondônia e da Amazônia e falou da parceria da Asbraer e da Emater-RO com o Sebrae para a realização do Fórum de Sustentabilidade na Agricultura da Região Amazônica (Agrolab Amazônia). Sobre os temas a serem debatidos, Brandão considerou de grande importância para vencer os desafios apresentados na região amazônica e para a contribuição do desenvolvimento das famílias com sustentabilidade e responsabilidade. “Identificar as pessoas detentoras do título definitivo, dar a elas a posse definitiva de suas terras e trabalhar segundo as premissas do código florestal, vai contribuir para evitar, inclusive, a proliferação de queimadas e outras situações que hoje podem prejudicar a sustentabilidade da Amazônia. Por Wania Ressutti

  • PF mira comércio ilegal de diamantes extraídos em Rondônia

    Investigação teve início em 2018, com a prisão de três contrabandistas que admitiram que os diamantes eram da Reserva Roosevelt. Revista Imagem - 24/09/2020 09:23 A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (24), a denominada “Operação Crassa”, visando dar cumprimento a 53 (cinquenta e três) mandados de busca e apreensão em sete diferentes Estados da federação e no Distrito Federal, todos expedidos pela 3ª Vara Criminal da Subseção Judiciária de Rondônia. Além das buscas, foi determinado pelo juízo o sequestro de bens imóveis. A investigação tem como objetivo desarticular organização criminosa dedicada à exploração e ao comércio ilegais de diamantes extraídos ilegalmente da Terra Indígena Roosevelt, em Rondônia. O trabalho investigativo teve início em 2018, com a prisão em flagrante de três indivíduos em posse de diversas pedras de diamante, que haviam se deslocado de São Paulo a Rondônia para adquiri-las. Na ocasião, admitiram que os diamantes eram da Reserva Roosevelt. Durante as investigações houve êxito na identificação do esquema criminoso que conta com a participação de garimpeiros, lideranças indígenas, financiadores do garimpo, avaliadores, comerciantes e intermediadores que estabelecem a conexão entre os fornecedores e o mercado consumidor nacional e internacional. Para o cumprimento dos mandados, foi mobilizado um efetivo de cerca de 150 policiais federais, distribuídos entre os estados de Rondônia, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Roraima, São Paulo e o Distrito Federal. Dentre os crimes investigados estão organização criminosa, usurpação de bens da União e lavagem de dinheiro. O termo “Crassa” remete ao estado bruto dos diamantes, tendo sido identificado no início das investigações a referência “Bruto” ao lado dos contatos relacionados a garimpeiros e intermediários do comércio ilegal do mineral na agenda dos indivíduos presos em flagrante. Fonte PF

  • MPF reforça pedido de afastamento de Ricardo Salles

    Permanência de Salles no cargo traz, "a cada dia, consequências trágicas à proteção ambiental", diz órgão. Revista Imagem - 24/09/2020 09:10 O Ministério Público Federal (MPF) reforçou nesta quarta-feira (23) seu pedido de afastamento do ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, feito em julho à Justiça Federal em Brasília. À época, o órgão apresentou uma ação de improbidade administrativa contra o ministro e pediu à Justiça que conceda uma liminar para afastá-lo imediatamente do cargo. Desde então, o processo foi enviado para Santa Catarina, voltou para o Distrito Federal e ainda não foi julgado. O novo pedido desta quarta-feira, assinado pela procuradora Marcia Brandão Zollinger, pressiona o tribunal a avaliar o afastamento, justificando que a permanência de Salles no ministério "tem trazido, a cada dia, consequências trágicas à proteção ambiental". "Caso não haja o cautelar afastamento do requerido do cargo de ministro do Meio Ambiente, o aumento exponencial e alarmante do desmatamento da Amazônia [...] pode levar a Floresta Amazônica a um 'ponto de não retorno', situação na qual a floresta não consegue mais se regenerar", escreveu a procuradora. Segundo Zollinger, a alta no desmatamento é "consequência direta do desmonte deliberado de políticas públicas voltadas à proteção do meio ambiente" promovido pela gestão de Salles. Em seu pedido, o MPF cita dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que mostram índices alarmantes do desmatamento sob o governo de Jair Bolsonaro. Em julho de 2020, foram derrubados 1.658 km² de Floresta Amazônica, enquanto em agosto foram 1.359 km². "Em ambos os casos, tratou-se do segundo pior resultado para cada mês nos últimos cinco anos, perdendo apenas para os meses de julho e agosto do ano de 2019, igualmente na gestão do requerido, Ricardo Salles, à frente do Ministério do Meio Ambiente", diz o texto. A procuradora também lembra as queimadas que vêm devastando o Pantanal. Mesmo antes do fim do mês, o bioma já tem o setembro com maior número de focos de incêndio da história. Foram 5.603 ocorrências até o dia 16, sendo que o recorde anterior, registrado em setembro de 2007, era de 5.498 focos ao longo de todo o mês. De janeiro a setembro, mais de 16 mil focos de incêndio foram detectados no Pantanal – mais do que o triplo do mesmo período do ano passado, também segundo dados do Inpe. "A crise vivenciada é notória: o ano de 2020 já bateu o recorde histórico de queimadas no bioma, com comprometimento de mais de 21% desse bioma único, a maior planície alagada do planeta, com perda inestimável de biodiversidade e morte de milhares de animais", afirma o MPF. O processo contra Salles A ação de improbidade administrativa apresentada em julho acusou Salles de "desestruturação dolosa das estruturas de proteção ao meio ambiente" e de "esvaziamento" de políticas ambientais, a fim de favorecer interesses que não condizem com aqueles que a pasta deveria defender. "Por meio de ações, omissões, práticas e discursos, o ministro do Meio Ambiente promove a desestruturação de políticas ambientais e o esvaziamento de preceitos legais, mediante o favorecimento de interesses que não possuem qualquer relação com a finalidade da pasta que ocupa", disseram os 12 procuradores da República que assinam a ação. Segundo eles, os atos de improbidade foram cometidos em quatro frentes: desestruturação normativa, por meio de edição de decretos, despachos e portarias; desestruturação dos órgãos de transparência e participação, com o "desmonte" do Conama e o constrangimento ao Inpe, por exemplo; desestruturação orçamentária, através da redução de recursos para fiscalização da pasta; e desestruturação fiscalizatória, por meio do "desmonte" da fiscalização ambiental. A ação menciona a declaração de Salles durante a reunião entre ministros e o presidente Bolsonaro em 22 de abril, cuja gravação foi tornada pública pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No encontro, o ministro sugeriu que o governo aproveitasse que a atenção da imprensa está voltada para a epidemia de covid-19 para avançar mudanças nas leis ambientais, que em circunstâncias normais poderiam ser recebidas com críticas pela mídia e pela opinião pública. Segundo os procuradores, "a manifestação do requerido na reunião ministerial de 22 de abril de 2020 escancarou os propósitos de sua gestão e o desvio de finalidade nos atos praticados", bem como confirmou o caráter doloso de suas ações no comando da pasta. "As declarações apenas expõem, de forma clara, o que diversos atos já confirmavam: existe um verdadeiro encadeamento premeditado de atuar contrário à proteção ambiental, caracterizando o dolo, elemento subjetivo dos atos de improbidade", acrescentou o documento. Na ação, os procuradores pedem que Salles seja condenado por improbidade administrativa, com penas que podem levar à suspensão de seus direitos políticos, pagamento de multas e proibição de firmar contratos com o poder público, além do afastamento de suas funções. Por Deutsche Welle

  • Sinovac quer distribuir vacina na América do Sul junto com Butantan

    Fabricante chinesa planeja fornecer produtos semifinalizados ao Brasil. Revista Imagem - 24/09/2020 09:06 A chinesa Sinovac Biotech espera fornecer sua vacina experimental contra a covid-19 para mais países sul-americanos ao terceirizar alguns processos de fabricação para o Instituto Butantan, ligado ao governo do estado de São Paulo, disse o presidente executivo da companhia, Yin Weidong, nesta quinta-feira (24). Fabricantes globais de vacina, como a Sinovac e a AstraZeneca, fizeram parcerias para a realização de testes clínicos em estágio avançado de seus produtos no Brasil, que tem o terceiro maior número de infectados do mundo. A Sinovac planeja fornecer produtos semifinalizados ao Butantan, que fará a formulação e o envase para o fornecimento da vacina a outros países sul-americanos, disse Yin Weidong, em entrevista coletiva. A China incluiu a candidata a vacina da Sinovac, a CoronaVac, em seu programa de uso emergencial lançado em julho, mas os testes em estágio avançado no exterior ainda não foram concluídos, o que levantou dúvidas em relação à segurança entre especialistas. Nessa quarta-feira (23), o governador de São Paulo, João Doria, disse que dos 50 mil voluntários que participaram de testes com a CoronaVac na China, 94,7% não apresentaram qualquer reação adversa e que, no Brasil, até o momento, nenhum voluntário que participa do estudo teve qualquer efeito colateral. Ele espera que a imunização comece em São Paulo em dezembro. Yin disse que a Sinovac está disposta a colaborar e compartilhar dados com outros países sobre o uso emergencial da vacina, se eles precisarem de programas desse tipo. Acrescentou que a empresa mantém conversas com o Chile e com outros países para a realização de estudos clínicos de Fase 3, mesma etapa que está sendo feita no Brasil e que é a última antes do pedido de registro nos órgãos reguladores. “Diferentes países têm suas próprias opções sobre autorização para uso emergencial”, disse Yin, acrescentando não saber se eles seguirão o exemplo da China. Fonte Agência Brasil

  • Governo prepara concessões para PPI na Amazônia

    Programa de parcerias prevê exploração de mineração e de concessão de logística e infraestrutura na Amazônia ainda este ano. Revista Imagem - 24/09/2020 08:57 O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) prevê a realização de novos leilões para exploração de mineração e de concessão de logística e infraestrutura na Amazônia ainda este ano. Conforme cronograma na página de projetos em andamento no site do PPI, no final de novembro deverão ocorrer os leilões dos projetos minerários em áreas para pesquisa ou lavra de recursos minerais, colocadas em disponibilidade pela Agência Nacional de Mineração em todo o país. Na Região Norte (todos os estados) há oito projetos que estão previstos no leilão. As áreas ofertadas não estão em unidades de conservação de proteção integral, reservas extrativistas ou terras indígenas. Também neste ano, em dezembro, deverá ocorrer o leilão de concessão de 11 lotes de instalações de transmissão de energia no Estado do Amazonas. As contratações devem gerar no total R$ 7,4 bilhões em 2.470 quilômetros de linhas de transmissão. Os leilões do PPI foram tratados nesta quarta-feira (23) em encontro online promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em uma nova rodada de debates do Fórum Mundial Amazônia+21. De acordo com o economista Thiago Caldeira, secretário de Parcerias em Transportes do PPI, que participou do debate no fórum sobre saneamento, logística e conectividade, é “impressionante a carência de infraestrutura” na Amazônia e, apesar de atrasos ocorridos por causa da pandemia de covid-19, os projetos do PPI na região “são tratados como prioritários e estratégicos”. O maior número de leilões de concessão na região está previsto para o primeiro trimestre de 2021. Nesse período, deverá ocorrer o certame para a exploração por 69 anos da ferrovia EF-170 (Ferrogão), com 933 quilômetros de extensão, que ligam a região central do Mato Grosso ao noroeste do Pará e servirão ao escoamento de milho e soja. Ainda no primeiro trimestre do próximo ano, deverá ocorrer o leilão para a concessão de trechos da rodovia BR-163, entre Sinop (MT) e Miritituba (PA); e o leilão para exploração por 25 anos do terminal de granéis sólidos no Porto de Santana, no Amapá. No segundo trimestre de 2021 sete aeroportos em cinco estados da Região Norte participarão da 6ª Rodada de concessões aeroportuárias. Também deverá ocorrer o leilão do terminal pesqueiro de Manaus (AM), construindo em 2010 mas ainda em operação parcial. Fonte Agência Brasil

  • Casos semanais de covid-19 voltam a subir no Brasil

    Diagnósticos positivos da doença aumentaram 10% na última semana. Revista Imagem - 24/09/2020 08:57 Na última semana epidemiológica, os números de casos e mortes voltaram a subir após queda acentuada na semana anterior. Os registros de diagnósticos positivos para covid-19 aumentaram 10% e as notificações de óbitos pela doença tiveram um incremento de 6%. Os dados estão no Boletim Epidemiológico desta semana apresentado em entrevista coletiva do Ministério da Saúde ontem (23). A análise considera a Semana Epidemiológica (SE) 38, referente ao período do dia 13 ao dia 19 deste mês. O indicador da SE é empregado por autoridades de saúde para medir a evolução de pandemias, como a do coronavírus. Segundo os dados do Ministério da Saúde, a soma de casos na SE 38 foi de 212.553, contra 192.687 na semana epidemiológica anterior. A curva havia iniciado um movimento de queda na SE 30; há dois meses, teve um incremento entre as SEs 35 e 36 e havia sofrido uma queda grande entre as SEs 36 e 37, até ter essa reversão da tendência. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo de Medeiros, trouxe pela primeira vez um comparativo de duas semanas (período utilizado por autoridades de saúde por ser o tempo de manifestação do coronavírus), destacando que apesar da alta registrada na última semana, se considerado este intervalo, houve baixa. “Verificamos que houve aumento na última semana. Mas quando olhamos o período que usamos de parâmetro como de 14 dias consecutivos temos redução de 23% de novos casos”, ponderou o secretário. A mudança na trajetória da curva se deu em todas as regiões do país, sendo maior no Centro-Oeste (16%), Sul (12%) e Nordeste (11%). A reversão no movimento de queda também ocorreu na curva de mortes. Na última semana epidemiológica, foram registrados 5.322 óbitos, contra 5.007 na anterior. A curva estava em um platô desde a SE 23, em maio. Passou a apresentar uma redução leve a partir da SE 30, consolidando a tendência na SE 34. Medeiros comentou que o ministério está avaliando, mas que na mudança das curvas, o aumento de testes e outros fatores podem ter influenciado. “Estamos testando muito mais no Brasil do que no passado. Quando isso ocorre, tem muito mais chances de identificar casos novos. Nas últimas semanas, tem havido finalização de análise de óbitos que não estavam conclusas”, pontuou. Na distribuição por estados, o aumento nos casos se deu, sobretudo, na Região Norte (40%). Também houve incremento no Sudeste (10%) e Sul (6%). Já no Nordeste (-5%) e Centro-Oeste (-2%) houve leve diminuição. Situação internacional Na situação mundial, até o momento, foram registrados 31.3745.325 casos e 966.399 óbitos desde o início da pandemia. Os Estados Unidos têm 6,8 milhões de casos, Índia com 5,6 milhões e Brasil com 4,5 milhões. Em número de mortes, os EUA lideram com 198.793 e o Brasil vem na 2ª posição, com 137,2 mil casos. Quando olha-se a situação de casos por 1 milhão de habitantes, situação mundial é de 4.019 casos e 123,8 mortes. No coeficiente de incidência (casos por 1 milhão de habitantes) o Brasil está na 11ª posição, enquanto na taxa de mortalidade (falecimentos por 1 milhão de habitantes) o Brasil fica na 7ª colocação. SRAG Até a SE 38, foram registrados 388.091 casos de covid-19 com Síndrome Respiratória Aguda Grave. Outros 84.474 ainda estão em investigação. Já os óbitos por covid-19 e SRAG somaram 133.092, com 2.433 em investigação. Por Jonas Valente

  • Vilhena passa de 3,5 mil casos de coronavírus; Rondônia tem 64.306 infecções

    Estado registra 1.320 mortes pela covid-19, sendo 57 óbitos de vilhenenses. Pandemia dura 171 dias em Vilhena. Revista Imagem - 24/09/2020 08:44 O boletim municipal sobre o novo coronavírus desta quarta-feira (23) confirmou mais 15 casos de infecção em Vilhena. O município soma 66 vítimas fatais provocadas pela covid-19, sendo 57 mortes de vilhenenses e 9 óbitos de moradores de outras cidades. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,60%. No Estado a taxa está em 2,05%, no Brasil em 3,%, e no mundo em 3,05%. Já as 15 novas infeções elevaram para 3.549, os casos confirmados no município, desde o primeiro diagnóstico há 171 dias (5 de abril). A secretaria municipal de Saúde ainda investiga 163 casos suspeitos de contaminação. E o número de casos ativos é de 303 pessoas. Segundo o boletim, 3.189 pessoas já se recuperaram da doença em Vilhena, o que corresponde a 89,8% dos casos registrados. Ontem a Central de Atendimento da Covid-19 tinha 9 pacientes internados, sendo 3 internações na UTI. A taxa de ocupação de leitos de UTI no município é de 30%. Rondônia De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia, Vilhena é o terceiro município do estado em número de casos confirmados de covid-19, atrás apenas de Porto Velho e Ariquemes; e o quinto em número de mortes pela doença. Segundo a Sesau, Rondônia tem 64.306 mil casos confirmados e 1.320 óbitos provocados pelo novo coronavírus. Ontem foram registrados 523 novos casos e 8 mortes no estado. Veja abaixo a situação dos 10 municípios com mais casos registrados em Rondônia segundo o Boletim Estadual: Município casos mortes Porto Velho: 29.550 706 Ariquemes: 5.290 88 Vilhena: 3.559 57 Guajará: 2.945 87 Ji-Paraná: 2.739 70 Cacoal: 2.265 32 Jaru: 1.776 24 Rolim de Moura: 1.533 18 Candeias: 1.401 27 Machadinho: 1.313 7 Veja abaixo a situação dos municípios do Cone Sul do estado segundo o Boletim Estadual: Município casos mortes Vilhena: 3.559 57 Chupinguaia 687 5 Cerejeiras: 248 6 Colorado: 183 3 Pimenteiras: 182 6 Cabixi: 101 5 Corumbiara: 41 3 José Antonio Sant'Ana

  • Receita Federal abre nesta quarta-feira consulta ao 5º lote do IRPF

    O crédito bancário para 3.199.567 contribuintes será realizado no dia 30 de setembro, totalizando o valor de R$ 4,3 bilhões. Revista Imagem - 23/09/2020 10:21 A Receita Federal abriu nesta quarta-feira (23) a consulta ao 5º  lote de restituições do Imposto de Renda 2020. O crédito bancário para 3.199.567 contribuintes será realizado no dia 30 de setembro, totalizando o valor de R$ 4,3 bilhões. Desse total, R$ 226.353.008,42 referem-se aos contribuintes que têm prioridade legal, sendo 7.761 idosos acima de 80 anos, 44.982 entre 60 e 79 anos, 4.685 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 21.303 pessoas cuja maior fonte de renda seja o magistério. Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita Federal na Internet. No Portal e-CAC, é possível acessar o serviço Meu Imposto de Renda e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora. A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) e situação cadastral no CPF. Com ele será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF. A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio da Internet, mediante o Formulário Eletrônico - Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no Portal e-CAC, no serviço Meu Imposto de Renda. Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Fonte Agência Brasil

  • Pandemia reduz em um décimo renda mundial obtida com trabalho, diz OIT

    Informação está no 6º relatório da OIT sobre efeitos da covid-19. Declínio no número de empregos foi maior para as mulheres. Revista Imagem - 23/09/2020 10:07 A renda mundial obtida com o trabalho caiu cerca de 10,7% - ou US$ 3,5 trilhões - nos primeiros nove meses de 2020 em relação ao mesmo período do ano anterior, disse a Organização Internacional do Trabalho (OIT) nesta quarta-feira (23). Essa leitura, que não inclui o auxílio à renda fornecido pelos governos para compensar o fechamento de locais de trabalho durante a pandemia, é o equivalente a 5,5% do Produto Interno Bruto (PIB) global para os três primeiros trimestres de 2019, acrescentou a instituição. "O fechamento de locais de trabalho continua a perturbar os mercados em todo o mundo, levando a perdas de horas de trabalho maiores do que as estimadas anteriormente", disse a OIT em seu sexto relatório sobre os efeitos da pandemia no mundo laboral. Trabalhadores em economias em desenvolvimento e emergentes, especialmente aqueles com empregos informais, foram afetados em uma extensão muito maior do que em crises anteriores, disse a agência da Organização das Nações Unidas. A OIT informou que o declínio no número de empregos foi geralmente maior para as mulheres do que para os homens. "Assim como precisamos redobrar nossos esforços para combater o vírus, também precisamos agir com urgência e em escala para superar seus impactos econômicos, sociais e de emprego. Isso inclui apoio sustentado para postos de trabalho, empresas e renda", disse o diretor-geral da OIT, Guy Ryder, em comunicado. Fonte Agência Brasil

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