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- Casos de covid-19 continuam baixando em Vilhena e Rondônia
Município não registra novo óbito por coronavírus há 10 dias. No fim de semana apenas 28 novos casos foram identificados em Vilhena. Revista Imagem - 26/10/2020 08:44 Vilhena registrou 28 novos casos de infecção por coronavírus no fim de semana. Os casos foram registrados da sexta-feira (23) até o domingo (25). A última morte provocada por covid-19 na cidade foi registrada no dia 16/10, há mais de 10 dias. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,65%. No Estado a taxa ficou em 2,03%, no Brasil em 2,91%, na América do Sul em 3,07% e no mundo em 2,67%. Rondônia De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia, Vilhena é o terceiro município do estado em número de casos confirmados de covid-19, atrás apenas de Porto Velho e Ariquemes; e o quinto em número de mortes pela doença. Segundo a Sesau, Rondônia tem O Estado registrou até hoje 70.461 mil casos confirmados e 1.436 óbitos provocados pelo novo coronavírus. No fim de semana (sexta a domingo) foram registrados 655 novos casos e 6 morte em todo o estado. Texto: José Antonio Sant'Ana
- Ciclone pode causar tempestade e alagamento em vários pontos do país
Em virtude do fenômeno, a Marinha do Brasil emitiu hoje alertas de perigo de tempestade alguns estados. Revista Imagem - 26/10/2020 11:12 Um ciclone com características subtropicais deve alterar as condições meteorológicas em vários pontos do país, provocando fortes chuvas e rajadas de vento. Em virtude do fenômeno, a Marinha do Brasil emitiu hoje (26) alertas de perigo de tempestade para os três estados do Sul e para Mato Grosso do Sul. Já para Bahia e Minas Gerais, o aviso é de perigo de chuvas intensas. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), nas últimas horas deste domingo (25), o ciclone ganhou força, sendo classificado como Tempestade Subtropical Mani. No município de Marilândia, foi registrado um volume pluviométrico 169,8 milímetros (mm), entre a manhã do último sábado (24) e a manhã de ontem, valor muito acima da média mensal, que é de 96,7 mm. Em Vitória, o total foi de 80,2 mm. "De acordo com a Defesa Civil do Espírito Santo, houve ocorrência de alguns deslizamentos. Pedras rolaram nas encostas e segundo o órgão mais de 400 pessoas ficaram desabrigadas", informou o Inmet, em nota, destacando que o alerta de chuva ocasionalmente forte é válido até a manhã de hoje, principalmente para o centro-norte do estado. Apesar de os efeitos serem sentidos de modo mais imediato no Espírito Santo, em Minas Gerais e algumas áreas do Rio de Janeiro, até o início da manhã desta segunda-feira há probabilidade de chegarem mais tarde em outros locais. No Mato Grosso do Sul, o comportamento deve se repetir durante a tarde, segundo a Marinha. Para a Bahia, a notificação de perigo vigora até as 10h de terça-feira. Para todos os estados, podem ocorrer precipitações de 30 a 60 mm por hora, combinadas com ventos intensos, de 60 a 100 quilômetros por hora, motivo pelo qual a população deve ficar atenta para riscos de apagões de energia elétrica, queda de árvores e de alagamentos. Há, ainda, previsão de chuva de granizo. Em nota divulgada no domingo, a Marinha ressaltou que os ventos provocados pelo ciclone poderão ocasionar agitação marítima com ondas, em alto-mar, com alturas de até 4,5 metros, até a manhã desta terça-feira (27). "Também há condições favoráveis à ocorrência de ressaca, com ondas de direção Sul a Sudeste, com até 2,5 metros de altura, na faixa litorânea entre os estados do Rio de Janeiro, ao norte de Arraial do Cabo, e do Espírito Santo, ao sul de Regência, até a madrugada do dia 27", emendou. O Inmet menciona, ainda, que o ciclone irá se afastar do continente, nos próximos dias. A avaliação é de que rume para o leste. Texto: Letycia Bond
- Caixa paga 2ª parcela de R$ 300 da extensão do auxílio emergencial
Os saques serão liberados por ordem do dígito final do NIS (Número de Identificação Social). Revista Imagem - 26/10/2020 11:12 Beneficiários do Bolsa Família podem sacar - a partir desta segunda-feira (26) - a segunda parcela do auxílio emergencial extensão de R$ 300 ou R$ 600, para mulheres chefes de família. Os saques serão liberados por ordem do dígito final do NIS (Número de Identificação Social). Hoje, o pagamento será feito para 1,6 milhão de pessoas com o NIS terminado em 6. No total, serão R$ 420,2 milhões a serem liberados. Segundo a Caixa, não é possível acumular integralmente pagamentos do auxílio e do Bolsa Família. Se o valor do programa for igual ou maior que R$ 300 ou R$ 600, a pessoa receberá sempre o benefício de maior valor. Os saques do dinheiro podem ser feitos por meio do cartão do Programa Bolsa Família, Cartão Cidadão ou por crédito em conta da Caixa. Texto: Karine Melo
- Fies: inscrições para vagas remanescentes são retomadas hoje
Há cerca de 50 mil inscrições ainda não preenchidas nas edições de 2020 dos processos seletivos regulares do fundo. Revista Imagem - 26/10/2020 11:00 As inscrições para vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), referentes ao segundo semestre de 2020, serão retomadas hoje (26). De acordo com o Ministério da Educação (MEC), há cerca de 50 mil inscrições ainda não preenchidas nas edições de 2020 dos processos seletivos regulares do fundo. As inscrições serão realizadas exclusivamente na página do Fies na internet. Nessa etapa, poderão se inscrever tanto os candidatos não matriculados em instituição de educação superior, como também os já matriculados, mas que buscam uma oportunidade para financiar a continuidade dos estudos. Cursos Segundo o MEC, hoje e amanhã (27) a oferta será exclusivamente para os cursos de áreas do conhecimento prioritárias, como cursos de Saúde, Engenharias, Licenciaturas e Ciência da Computação. Já as inscrições de candidatos não matriculados em instituição de educação superior poderão ser realizadas até as 23h59 do dia 3 de novembro. “E para quem já está matriculado no curso, turno e instituição para a qual deseja se inscrever para tentar o financiamento, o prazo termina às 23h59 do dia 27 de novembro”, complementa a nota divulgada pelo MEC. A centenas de pessoas que tentaram se inscrever para as vagas remanescentes acabaram gerando instabilidade no sistema eletrônico usado para a inscrição no Fies. Diante dessa situação, o MEC optou por prorrogar o cronograma do processo de ocupação dessas vagas. O Fies é o programa do governo federal que facilita o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros. Texto: Pedro Peduzzi
- Vilhenense perde mais uma e se afunda ainda mais na Série D
Chances de classificação para a próxima fase são quase remotas. Time soma apenas 6 pontos em 9 jogos. Revista Imagem - 23/10/2020 18:39 O Fast Clube não deu a menor chance ao Vilhenense mesmo jogando no Portal da Amazônia, em Vilhena. Neste domingo, os amazonenses meteram 4 a 1 no rival rondoniense pela nona rodada da Série D do Campeonato Brasileiro. O resultado positivo deixou o Fast firme no G4 do Grupo 1, na terceira colocação com os mesmos 16 pontos do vice-líder Galvez que leva vantagem no número de vitórias (5 a 4). O Vilhenense, por sua vez, está na vice-lanterna com só seis pontos. EXPULSÃO E GOL... Vilhenense e Fast Clube fizeram um primeiro tempo movimentado. Aos 18 minutos, Ronan mandou um petardo, mas Gil evitou o primeiro gol amazonense. Os donos da casa se complicaram logo aos 24 minutos com a expulsão de Arapongas. Dois minutos depois, Bacas bateu falta com perigo e Gil espalmou. Ronan pegou o rebote, mas mandou pra fora. O Vilhenense respondeu aos 28 minutos. Victor bateu escanteio com perigo, Alencar espalmou e Cartilagem chutou pra fora. O Fast abriu o marcador aos 46 minutos. Patrick fez pênalti em Negueba. Na cobrança, Ronan deslocou o goleiro e iniciou a contagem dos amazonenses. CHUVA DE GOLS! No segundo tempo, chuva de gols. A rede começou a balançar aos 12 minutos. Charles recebeu de Daivison na entrada da área e acertou o ângulo do goleiro Gil. O Fast Clube manteve o ritmo e ampliou. Aos 26 minutos, Marco Goiano tocou para Daivison que tocou na saída de Gil e fez 3 a 0. O Vilhenense diminuiu aos 36 minutos. Ricardo aproveitou bobeada de Muller e tocou na saída de Alencar. No final, aos 50 minutos, o Fast fez mais um. Charles, da entrada da área, acertou o ângulo de Gil. PRÓXIMOS JOGOS Na décima rodada, o Vilhenense voltará a atuar no Portal da Amazônia, em Vilhena, contra o Rio Branco no sábado, 31 de outubro, às 16 horas. O Fast Clube, enquanto isso, receberá o Ji-Paraná, no mesmo dia, mas às 19 horas, na Arena da Amazônia, em Manaus. Fonte AFI
- Governo de RO encaminha PL com ações mais eficientes na preservação ambiental
O Projeto de Lei 080, é fundamentado em estudos técnicos e propõe a criação de seis novas Unidades de Conservação. Revista Imagem - 26/10/2020 09:21 O Governo de Rondônia, por intermédio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (Sedam), encaminhou para a Assembleia Legislativa do Estado o Projeto de Lei 080, que viabiliza a implementação de ações mais eficientes na preservação ambiental e os trabalhos de Regularização Fundiária das famílias, que ocupam áreas consolidadas na Resex de Jaci-Paraná e Parque Estadual de Guajará-Mirim. O projeto visa cumprir as Leis e Políticas Ambientais, previstas na Constituição, facilitando o conhecimento da população e os trabalhos dos agentes ambientais do Estado, que atuam na localidade e também satisfazer os anseios das famílias, que lá ocupam terras consideradas consolidadas, para neutralizar qualquer possibilidade de conflito agrário. Também visa a desafetação de extensa faixa de terra da Resex Jaci-Paraná e do Parque Estadual Guajará-Mirim e permitirá a criação de novas Unidades de Conservação em locais de interesse público para preservação do meio ambiente e desenvolvimento social sustentável. O Projeto de Lei 080, é ancorado em estudos técnicos e propõe a criação de seis novas Unidades de Conservação que são: Parque Estadual Ilha das Flores, Parque Estadual Aibará, Reserva de Desenvolvimento Sustentável Bom Jardim, Reserva de Desenvolvimento Sustentável Limoeiro, Reserva de Desenvolvimento Sustentável Rio Machado e Reserva de Faúna Pau D’Óleo. O projeto está em fase de tramitação na Casa de Lei de Rondônia. Fonte Governo de Rondônia
- Operação apreende 45 quilos de cocaína, armas e munições em Vilhena e Ji-Paraná
A ação policial causou um prejuízo de mais de R$ 5 milhões aos criminosos. Revista Imagem - 26/10/2020 08:55 A Polícia Rodoviária Federal, em operação conjunta com a Polícia Federal e com o apoio do Canil da Polícia Militar do Estado de Rondônia, cumpriu três mandado de busca e apreensão nas cidades de Ji-Paraná e Vilhena. A ação ocorreu nessa sexta-feira (23), resultando na apreensão total de 45,75 quilos de pasta base de cocaína. Além das drogas, farto armamento foi retirado dos criminosos. Foram apreendidas uma espingarda calibre 12, uma espingarda calibre 22, uma pistola Taurus calibre 9 mm, um revolver Taurus cal. 38 e diversas munições de calibres variados. Ainda nessa operação, a PRF conseguiu interceptar em Vilhena/RO, o caminhão de um dos envolvidos que foi alvo das buscas e apreensões da força policial. Os agentes fizeram uma busca no interior do veículo, sendo encontrado um revolver calibre 36GA e 26 munições sendo transportados sem autorização legal. Todo o material apreendido foi encaminhado junto aos envolvidos à Delegacia de Polícia Federal em Ji-Paraná/RO para as providências do flagrante. Fonte PRF
- Covid-19: Brasil tem 5,35 milhões de casos e 156,4 mil mortes
Rondônia registrou 235 novos casos e 1 morte nesta sexta-feira. Total é de 70.041 casos e 1.431 óbitos. Revista Imagem - 23/10/2020 18:39 O número de pessoas infectadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 5.353.656 no Brasil. Nas últimas 24 horas, foram registrados 30.026 novos casos. Ontem, o total estava em 5.323.630. Já o número de mortes em decorrência da covid-19 atingiu 156.471. Ontem, o sistema de dados sobre a pandemia marcava 155.900 óbitos gerados pela doença. Ainda há 2.374 falecimentos em investigação. Ainda há 399.313 casos em acompanhamento. De acordo com o Ministério da Saúde, 4.797.872 pessoas já se recuperaram da doença. Em Rondônia 235 novos casos e 1 morte foram registradas nesta sexta-feira. O total é de 70.041 casos e 1.431 óbitos no estado. Os dados estão na atualização diária do Ministério da Saúde, divulgada na noite desta sexta-feira (23). O balanço é feito a partir de registros reunidos pelas secretarias estaduais de saúde e enviados à pasta para consolidação. Hoje o órgão divulgou também o Boletim Epidemiológico, que trouxe uma queda tanto nos casos quanto nas mortes na última semana epidemiológica em comparação com a anterior. Número de casos de pessoas infectadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 5.353.656. Número de casos de pessoas infectadas com o novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 5.353.656. - Divulgação/ Ministério da Saúde Estados Os estados com mais mortes são São Paulo (38.608), Rio de Janeiro (20.115), Ceará (9.244), Minas Gerais (8.686) e Pernambuco (8.531). Com os números de hoje, Minas Gerais ultrapassou estado de Pernambuco e se tornou a quarta maior Unidade da Federação em número de mortes no país. As Unidades da Federação com menos casos são Acre (686), Roraima (691), Amapá (740), Tocantins (1.078) e Mato Grosso do Sul (1.538). São Paulo O estado de São Paulo registra 1.083.641 casos confirmados do novo coronavírus. Dentre os casos diagnosticados, 965.971 pessoas já estão recuperadas da doença. Há, neste momento, 7.106 pessoas internadas em todo o estado em casos suspeitos ou confirmados do novo coronavírus. Desse total, 3.128 pessoas estão internadas em unidades de terapia intensiva (UTI). A taxa de ocupação de leitos de UTI no estado é, atualmente, a mais baixa desde o início da pandemia do novo coronavírus: 39,9%. Na Grande São Paulo, a taxa é de 40,2%. Texto: Jonas Valente
- Censo mostra que ensino a distância ganha espaço no ensino superior
Em 2019, as matrículas dos calouros representavam 43,8% do total de 3,6 milhões de novos estudante. Revista Imagem - 23/10/2020 18:34 O Censo da Educação Superior de 2019, divulgado nesta sexta-feira (23) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aponta que quatro a cada dez calouros no ensino superior optaram por se matricular em cursos de graduação a distância. O levantamento mostra que a educação a distância (EaD) tem ganhado cada vez mais espaço na educação superior, enquanto o ensino presencial tem reduzido as matrículas ano a ano. Em 2009, as matrículas dos calouros em EaD representavam 16,1% do total. Em 2018, elas representavam 39,8% do total de estudantes que ingressaram nas instituições de ensino superior. No ano passado, eram 43,8%, o que equivale a cerca de 1,6 milhão do total de 3,6 milhões de novos estudantes. Considerando apenas a rede privada, onde estão matriculados 76% do total de estudantes do ensino superior, a opção pela EaD foi ainda maior entre os calouros, chegando a pouco mais da metade dos alunos, 50,8%. Já o ensino presencial teve redução. Passou de 60,1% das matrículas dos calouros em 2018 para 56,2%, em 2019. Em 2020, com a pandemia do novo coronavírus (covid-19), o número de ingressantes em EaD deve aumentar ainda mais, de acordo com o presidente do Inep, Alexandre Lopes. Os dados de 2020 serão divulgados apenas no ano que vem. “Eu acho que a pandemia vai acelerar essa tendência de migração para o ensino a distância ou ensino híbrido [com aulas presenciais e remotas]. Isso serve também como um ponto de alerta, como um ponto de observação, para o Ministério da Educação como um órgão regulador”, disse. Diferenças Os resultados das avaliações do ensino superior divulgados na terça-feira (20) mostram que os estudantes que se formam em cursos a distância têm desempenho inferior aos estudantes dos cursos presenciais. Mostram também que o perfil desses estudantes é diferente. A maioria dos estudantes de EaD, por exemplo, trabalha, enquanto os de cursos presenciais, não. “Os resultados têm sido próximos. Não dá para dizer que o curso é melhor ou pior. Também tem que explorar um pouco mais os resultados porque são realidades diferentes”, disse Lopes. “Em relação a qualidade, não dá para afirmar que o curso EaD seja de menor qualidade”, acrescenta. Matrículas Segundo o censo, o número total de estudantes matriculados no ensino superior no Brasil segue aumentando. Ao todo, 8,6 milhões de estudantes estão matriculados no ensino superior no Brasil. Em 2018, eram 8,4 milhões. A maior parte, 6,5 milhões, o equivalente a 76%, está matriculada em instituições privadas. Considerando todas as matrículas, não apenas os calouros, a EaD, com 2,4 milhões de estudantes, representa 28,4% do ensino superior no Brasil. Já a educação presencial, 71,6%, com 6,2 milhões. Formação de professores O censo aponta que um a cada cinco estudantes matriculados no ensino superior está em curso de licenciatura, o que possibilita que atue posteriormente como professor. A maior parte desses futuros profissionais, 53,3%, está sendo formada a distância, em cursos EaD. As instituições particulares concentram a maior parte das matrículas desses alunos, 64%. Nessas instituições, a maioria, 73,5%, faz cursos EaD. Pedagogia lidera a porcentagem de matrículas, com 48,3% dos futuros professores. Em seguida, estão educação física, com 9,1%; matemática, com 5,7%, e história, com 5,3%. “Os resultados ressaltam a responsabilidade da educação superior em formar os docentes que atuarão na educação básica [etapa que vai do ensino infantil ao ensino médio]”, disse o ministro da Educação, Milton Ribeiro. “Essa conexão entre as duas etapas de ensino se dá por meio do professor capacitado pela educação superior para ser o elemento central do desenvolvimento da educação básica. O professor é o grande protagonista da educação no Brasil”, ressalta o ministro. Desistências O Censo da Educação Superior mostrou que mais da metade dos estudantes, 59%, que ingressam no ensino superior em 2010 desistiram antes de terminar os estudos. Essa taxa foi um pouco maior, 63%, quando considerados apenas os cursos a distância. Entre os futuros professores, as desistências daqueles que ingressaram em 2010 também são altas. Chegam a 75% dos estudantes que se formariam para lecionar física, por exemplo. De acordo com o secretário de Educação Superior do MEC, Wagner Vilas Boas, a pasta está, em parceria com instituições de ensino, desenvolvendo formas de prever as evasões e evitar que elas aconteçam. O projeto será inicialmente implementado em instituições federais, mas será disponibilizado também às particulares. A pasta aposta ainda na implementação do novo ensino médio, que vai permitir aos estudantes escolher trajetórias para aprofundar a formação. Isso fará com que conheçam melhor as áreas de estudo antes de optarem por um curso superior. Metas De acordo com o Plano Nacional de Educação (PNE), o Brasil precisa, até 2024, ampliar as matrículas, fazendo com que mais pessoas tenham acesso ao ensino superior no país. De acordo com o PNE, até 2024 a taxa bruta de matrícula na educação superior deve ser 50% e a taxa líquida, 33%, da população de 18 a 24 anos de idade. Atualmente, essas taxas são, respectivamente, 37,4% e 25,5%. “Na minha visão, o PNE é um sonho, um objetivo, que colocamos lá em cima, nas estrelas, mas temos um foco para buscar os parâmetros do PNE, e o Ministério da Educação está envolvido de corpo e alma nessa busca”, disse o ministro Milton Ribeiro. “Com mais escolaridade faremos essa transformação econômica e social tão cara ao nosso país”. Texto: Mariana Tokarnia
- Contas externas têm em setembro sexto mês seguido de saldo positivo
Foi o primeiro resultado positivo para setembro desde de 2007 (US$ 482 milhões) e o maior para o mês na série histórica iniciada em 1995. Revista Imagem - 23/10/2020 18:30 As contas externas registraram saldo positivo pelo sexto mês seguido em setembro, de US$ 2,320 bilhões, informou hoje (23) o Banco Central (BC). Foi o primeiro resultado positivo para setembro desde de 2007 (US$ 482 milhões) e o maior para o mês na série histórica iniciada em 1995. No ano passado, no mesmo mês, houve déficit de US$ 2,727 bilhões em transações correntes (contas externas), que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países. “Seguindo a tendência dos meses anteriores, essa reversão decorreu do aumento de US$ 2,1 bilhões no superávit da balança comercial de bens, e das reduções de US$ 2,1 bilhões e de US$ 885 milhões nos déficits em renda primária [lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários] e serviços [viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros], respectivamente”, diz o BC, em relatório. De janeiro a setembro, foi registrado déficit em transações correntes de US$ 6,476 bilhões, contra US$ 36,748 bilhões em igual período de 2019. Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, essa redução do déficit no acumulado do ano e os resultados positivos mensais são explicados pela retração da demanda por bens e serviços do exterior, devido à crise gerada pela pandemia de covid-19. “A menor demanda por bens e serviços importados diminui o déficit em transações correntes”, explicou. Em 12 meses encerrados em setembro, houve déficit em transações correntes de US$ 20,7 bilhões (1,37% do Produto Interno Bruto - PIB), ante saldo negativo de US$ 25,7 bilhões (1,66% do PIB) no período equivalente terminado em agosto. Balança comercial As exportações de bens totalizaram US$ 18,485 bilhões em setembro, com recuo de 9,1% em relação a igual mês de 2019. As importações somaram US$ 13,130 bilhões, queda de 23,3% na comparação com setembro do ano passado. Com esses resultados, a balança comercial registrou superávit de US$ 5,355 bilhões no mês passado e de US$ 36,969 bilhões, no acumulado de sete meses. Serviços O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) atingiu US$ 1,621 bilhão em setembro, ante US$ 2,506 bilhões em igual mês de 2019. Nos sete meses do ano, o saldo negativo chegou a US$ 15,350 bilhões, ante US$ 25,593 bilhões de janeiro a setembro de 2019. No caso das viagens internacionais, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 164 milhões, enquanto as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 301 milhões. Com isso, a conta de viagens fechou o mês com déficit de US$ 138 milhões. No acumulado do ano até setembro, o saldo negativo é de US$ 2,029 bilhões. Segundo Rocha, as viagens internacionais são o principal determinante para o resultado da conta de serviços. Ele destaca que o turista e quem viaja a negócios ainda têm receio de se expor em viagens ao exterior. “Atrações turísticas com espaço limitado, shows e eventos restritos diminuem a atratividade das viagens”, disse. Ele citou ainda o medo de ter restrições para retornar ao Brasil, com a segunda onda de covid-19 em países da Europa. Além disso, o dólar mais caro também reduz a atratividade das viagens ao exterior. Rendas Em setembro de 2020, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 1,625 bilhão, contra US$ 3,733 bilhões em igual período de 2019. De janeiro a setembro, o saldo negativo ficou em US$ 30,089 bilhões, ante US$ 42,825 bilhões em igual período do ano passado. A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 212 milhões, contra US$ 280 milhões em setembro de 2019. Nos sete meses do ano, o resultado positivo chegou a US$ 1,994 bilhão, contra US$ 977 milhões em igual período de 2019. Investimentos Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 1,597 bilhão no mês, ante US$ 6,033 bilhões em setembro de 2019. De janeiro a setembro, o IDP chegou a US$ 28,554 bilhões, contra US$ 52,032 bilhões nos sete meses de 2019. Nos 12 meses encerrados em setembro de 2020, o IDP totalizou US$ 50 bilhões, correspondendo a 3,31% do PIB, em comparação a US$ 54,5 bilhões (3,52% do PIB) no mês anterior. De acordo com Rocha, a crise gerada pela pandemia gerou incertezas, o que faz com que sejam adiados os investimentos diretos. “Quando está tendo um choque na economia mundial, [algo] novo que traz muita incerteza, a primeira reação é parar um pouquinho e avaliar como vai se dar aquele investimento que tinha uma programação”, disse. Segundo ele, as medidas se isolamento e os impactos da crise estão se prolongando por mais tempo do que o imaginado inicialmente. Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo e costumam ser investimentos de longo prazo. Apesar de os investimentos estarem menores neste ano, no acumulado de 12 meses o IDP supera o déficit nas contas externas, que também se reduziu por conta da crise gerada pela pandemia. Em setembro, houve entrada líquida de investimento em carteira no mercado doméstico no total de US$ 1,207 bilhão, contra US$ 4,911 bilhões de saída líquida em igual período de 2019. No caso das ações e fundos de investimento, houve saída de US$ 972 milhões. Já os investimentos em títulos de dívida tiveram entrada líquida de US$ 2,179 bilhões. De janeiro a setembro, houve saídas líquidas de US$ 27,074 bilhões nesses tipos de investimento, contra a entrada líquida de US$ 2,598 bilhões observados em igual período de 2019. Texto: Kelly Oliveira
- Ricardo Salles defende reformulação do Fundo Amazônia
Ministro do Meio Ambiente participou de uma audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF). Revista Imagem - 23/10/2020 18:28 O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, voltou a defender hoje (23) a necessidade de reformulação do Fundo Amazônia. Salles participou de uma audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF). Criado em 2008, o fundo recebe doações de instituições e governos internacionais para financiar ações de prevenção e combate ao desmatamento na Amazônia Legal. No ano passado, a Alemanha e a Noruega suspenderam os repasses para novos projetos após o governo brasileiro apresentar sugestões de mudanças na aplicação dos recursos. A audiência foi convocada pela ministra Rosa Weber para colher informações sobre a questão. A ministra é relatora de uma ação protocolada por partidos de oposição, que alegam suposta omissão no gerenciamento do fundo. O ministro disse que as propostas de mudanças no fundo foram feitas diante da constatação de que a região da Amazônia Legal, composta por nove estados, é mais rica do país em recursos naturais, mas a população vive com o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil. Salles afirmou que, de acordo com as regras vigentes antes da suspensão dos repasses, os recursos eram recebidos pelos estados da região e entidades do terceiro setor, que, em alguns casos, apresentavam prestações de contas com muitas fragilidades contábeis. Uma das propostas do governo brasileiro era passar a também contemplar empreendedores ligados à biodiversidade para desenvolver a região economicamente, além de pedir alterações em questões administrativas nos conselhos gestores. Porém, as mudanças não foram aceitas pelos países. “É preciso ter o setor privado na Amazônia. É preciso aprovar e apoiar pequenos empreendedores, médios empreendedores e até grandes empreendimentos, tais como cosméticos, farmacêuticos, empresas que trabalham com recursos da bioeconomia e da biodiversidade, de tal sorte a gerar os empregos necessários para que esses 23 milhões de brasileiros que vivem com o pior IDH do Brasil tenham uma oportunidade melhor naquela região e não sejam tão facilmente cooptados por atividades ilegais, quer sejam de garimpo ilegal, grilarem de terras, dentre outras”, afirmou. Sobre a fiscalização de atividades irregulares na região, Salles disse que o desmatamento vem aumentando desde 2012, mesmo com a aplicação dos recursos do fundo na mitigação das irregularidades. No entanto, as medidas tomadas pelo governo federal estão contendo o aumento dos índices. De acordo com o ministro, no ano passado, as queimadas foram reduzidas aos menores patamares dos últimos 20 anos, com nova diminuição em 2020. “Em janeiro de 2019, nós recebemos os órgãos ambientais com 50% de déficit de pessoal, graves problemas orçamentários e uma desestruturação em termos de planejamento futuro. Portanto, ao contrário do que provavelmente dito pelos partidos que ajuizaram essa ação, não houve desmonte ambiental. Nós herdamos o desmonte ambiental, que veio de gestões anteriores”, disse. Operação Brasil Verde 2 Durante a audiência pública, o general José Eduardo Leal de Oliveira, representante do Ministério da Defesa, divulgou os dados recentes sobre os trabalhos de cinco meses da Operação Verde Brasil 2, montada pelas Forças Armadas e demais órgãos do governo federal, para combater o desmatamento e as queimadas ilegais na Amazônia. Foram aplicadas R$ 1,4 bilhão em multas, 175 metros cúbicos de madeira ilegal foram confiscados, houve apreensão de 15 aviões e helicópteros, 219 tratores, 209 dragas e balsas, além de 7 mil focos de incêndio combatidos. A Amazônia Legal abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte de Mato Grosso, do Tocantins e Maranhão. É a maior floresta tropical do planeta, com área equivalente a 15 países europeus. Texto: André Richter
- Famílias mais pobres destinam 26% da renda para compra de alimentos
Estudo mostra disparidade de gastos com comida na população brasileira. Revista Imagem - 23/10/2020 18:25 O Brasil é o país onde somente o gasto das famílias mais ricas com a alimentação é 165,5% maior do que a renda total de famílias mais pobres. Entre os que têm maior renda, o valor desembolsado na compra de alimentos representa apenas 5% dos rendimentos, enquanto as pessoas mais pobres destinam mais de um quarto (26%) do que ganham para comprá-los. É o que revela o Estudo sobre a Cadeia de Alimentos, feito pelo economista Walter Belik, em parceria com o Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), com apoio do Instituto Ibirapitanga e do Instituto Clima e Sociedade. O estudo usou como referência dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2017-18), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações foram cruzadas com as de outras bases, como a da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). De acordo com o relatório, a quantia despendida com alimentação, em todo o país, entre 2017 e 2018, foi de R$ 45,4 bilhões mensais, sendo que famílias com renda de até seis salários mínimos responderam por mais da metade desse valor (54%). As famílias nessa faixa salarial representam 71% da população, o que leva a concluir que apenas 29% das famílias concentram 65% da renda e 46% das despesas com produtos alimentícios. Conforme o estudo, a renda afeta diretamente as condições de acesso e de qualidade dos alimentos consumidos pela população. Como as famílias mais ricas gastam, em média 627% a mais em alimentos do que as famílias mais pobres e têm renda 32,5 vezes maior — deixando ainda no orçamento muito espaço para compra de alimentos mais sofisticados —, tais famílias constituem um dos públicos de maior interesse da indústria de alimentos. Na avaliação de Belik, que já foi coordenador da Iniciativa América Latina e Caribe sem Fome, projeto conduzido pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), o quadro que se caracteriza no Brasil é "perverso". Belik diz que o propósito de seu estudo é servir de orientação a formuladores de políticas públicas que possam rever o cenário atual. Para ele, uma informação relevante é a de que apenas dez produtos concentram mais de 45% do consumo alimentar: arroz, feijão, pão francês, carne bovina, frango, banana, leite, refrigerantes, cervejas e açúcar cristal. Na pesquisa, explica-se por que este é um registro importante para entender a alimentação do brasileiro: a dieta é homogênea em todo o território nacional, o que quer dizer que está longe do ideal, que é a variedade de fontes de nutrientes no prato. Isso também significa que mais de um terço do dinheiro é gasto com um reduzido grupo de alimentos e que o potencial para cultivar uma gama tão diversa de produtos não se reflete no consumo. O estudo detalha ainda como se dá a relação entre o poder aquisitivo das famílias e o comportamento alimentar. Nesse sentido, o que se observou foi que o consumo de arroz e feijão diminui à medida que a renda aumenta. Já o consumo de carne é proporcional, aumentando conforme a renda sobe. Por outro lado, com a melhora na renda, outros produtos acabam perdendo lugar no armário de casa, como é o caso da farinha de mandioca, do açúcar cristal, dos peixes frescos, do óleo de soja, dio arroz e do feijão. Tal redução é mais radical entre classes sociais mais altas, que quase chegam a cortar em absoluto esses produtos do carrinho. Entre famílias de renda mais baixa, o aumento na renda faz com que passem a comprar mais desses itens básicos. O estudo, que traz também informações sobre a produção e a comercialização de produtos pode ser lido na íntegra, no site do Imaflora. Há, ainda, uma versão resumida dos dados apresentados, que sintetiza a análise em dez tópicos. Fonte Agência Brasil
- Eleições: PF usará drones para flagrar crimes como boca de urna
Drones vão sobrevoar zonas eleitorais em municípios considerados estratégicos, em todos os estados, para inibir condutas vedadas. Revista Imagem - 23/10/2020 18:20 Nas eleições municipais de novembro, a Polícia Federal (PF) deverá usar drones para prevenção e repressão de crimes eleitorais como boca de urna e transporte irregular de eleitores. De acordo com o órgão, mais de 100 aeronaves pilotadas remotamente deverão ser alocadas em municípios considerados estratégicos, em todos os estados. A intenção é que os equipamentos sobrevoem as zonas eleitorais de modo a inibir e flagrar a prática de condutas vedadas nos dias de votação. Segundo a PF, os drones possuem câmeras capazes de realizar zoom suficiente para identificar suspeitos, placas de veículos, entregas de santinhos e situações de compra de votos, com imagens de alta nitidez. As imagens capturadas serão transmitidas a uma equipe da PF que estará preparada para monitorar todas a eleição em todo território nacional, determinando a adoção as medidas cabíveis diante de atividades suspeitas, informou o órgão. O primeiro turno das eleições municipais está marcado para 15 de novembro. O segundo turno, onde houver, ocorrerá em 29 de novembro. O horário de votação será sempre das 7h às 17h, no horário local. Fonte Agência Brasil
- Motorista é preso com rifle, pistola e revólver tentando entrar no estado
Flagrante aconteceu na BR-364, em Vilhena. No veículo também havia cerca de 25 comprimidos de anfetamina. Revista Imagem - 23/10/2020 18:11 Um motorista, que não teve o nome divulgado, foi preso transportando um rifle, uma pistola e um revólver dentro de uma caminhonete. O flagrante foi feito durante a noite de quinta-feira (22) na BR-364, em Vilhena (RO). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o motorista estava entrando no estado de Rondônia quando foi abordado no posto da polícia. Durante revista na caminhonete foi encontrado um rifle CBC, modelo 8117, um revólver Taurus com 12 munições e uma pistola da mesma marca com 33 munições. O transporte do armamento era feito de forma irregular, segundo a polícia. Além do armamento, foram localizadas três cartelas (com cerca de 25 comprimidos) de anfetamina, remédio usado como inibidor de sono. O condutor da caminhonete recebeu voz de prisão pela PRF e depois foi levado à Unisp de Vilhena. Ele deve responder por porte ilegal de arma. Fonte PRF
- Acadêmicos de Direito da Unesc são aprovados para Justiça Federal em Vilhena
Dos 10 aprovados no processo de seleção para estagiário 7 eram acadêmicos da faculdade. Revista Imagem - 23/10/2020 18:11 O bom desempenho dos acadêmicos do curso de Direito oferecido pela Unesc em Vilhena orgulhou professores, coordenadores e a direção da instituição. Dos 29 inscritos no Processo Seletivo de estagiários da Justiça Federal, para a Subseção Judiciária de Vilhena, 10 foram para a segunda fase, sendo que sete deles eram acadêmicos da Unesc. Nesta quarta-feira (21), os resultados finais foram divulgados e a dedicação dos acadêmicos da Unesc foi confirmada. Entre as sete vagas disponibilizadas, quatro são para preenchimento imediato e três vagas para cadastro de reserva. Os acadêmicos da Unesc, além de conquistarem o 1º e 2º lugar no processo seletivo, ocuparam todas as vagas do cadastro de reserva. “A coordenação do curso e o corpo docente se uniu e promoveu junto aos acadêmicos um cursinho preparatório. A Unesc aprovou os dois primeiros lugares do seletivo e ocupou as duas vagas de cadastro reserva, graças principalmente ao esforço dos seus acadêmicos, mas a dedicação do corpo docente e da instituição em promover o conhecimento além da sala de aula”, destacou o coordenador do curso de Direito da Unesc, Vitor Marçal. Os acadêmicos de Direito da Unesc aprovados no processo seletivo da Justiça Federal são Renan Amarilia Rodrigues e Julia Tonial, para preenchimento imediato das vagas, e Jórdan Proença Toledo dos Santos, Rhadylen Gualberto de Camargo e Lohani Iasmin da Silva para cadastro de reserva. Como Renan já estagia no Tribunal de Justiça do Mato Grosso, aprovado também por meio de processo seletivo, sua vaga será preenchida pelo colega de faculdade Jórdan. A acadêmica Julia Tonial, aprovada em segundo lugar, considera a sua aprovação é uma conquista de todos. “Os professores sempre dão o maior apoio pra gente em relação às atividades extracurriculares, sempre avisam quando está rolando algum concurso de estágio, congresso, palestra, cursos e tudo o mais. Por isso esse estágio não é, nem de longe, uma conquista só minha, não chegaríamos aonde chegamos sem o apoio e a força deles. Minha expectativa é de que eu aprenda cada vez mais e leve um pouco do que vou adquirir pra dentro da sala de aula, pra poder dividir a experiência com os colegas”, destaca a jovem. Sobre o curso de Direito da Unesc, a acadêmica do 4º período não tem dúvidas de que a qualificação do corpo docente é um grande diferencial. “O curso de Direito da Unesc hoje é o que é por conta dos excelentes profissionais que estão ministrando as aulas, eu sinto que eles realmente se importam com a gente e aonde vamos chegar. Um dos meus maiores elogios, além disso, é para a forma como o nosso coordenador está sempre atrás de atividades novas, de projetos, palestras e tudo o mais. Isso agrega muito para nossa formação, o que vai impactar diretamente lá na frente, quando também nos tornarmos operadores do Direito. A Unesc tem um núcleo muito humano, todos os professores fazem de tudo por nós, é muito bom saber que tem alguém acreditando tanto na gente dessa forma”, confessa Júlia. Também acadêmico do 4º período, Jórdan Proença Toledo dos Santos, está bastante animado com a oportunidade de estagiar na Justiça Federal. “Na preparação, houve apoio dos professores, com algumas reuniões online repletas de dicas e até algumas aulas a respeito das competências da Justiça Federal. Sobre as minhas expectativas, estão muito altas, não vou mentir. Creio que o aprendizado será ainda maior do que eu penso. É algo ímpar na vida e tentarei extrair o máximo dessa oportunidade. A respeito do curso de Direito da Unesc, eu avalio como "10/10". Acredito que é a melhor escolha a se fazer aqui na cidade”, ressaltou. Texto: Giliane Perin
- PF destrói equipamentos usados em garimpo e extração de madeira em área indígena
Operação Iratus obteve autorização para destruição de equipamentos, edificações e maquinários utilizados na atividade ilegal. Revista Imagem - 23/10/2020 17:45 A Polícia Federal deflagrou a Operação Iratus visando o combate às atividades ilegais de garimpo e extração de madeira na terra indígena Parque Aripuanã que abrange os estados de Rondônia e Mato Grosso Vilhena. As ações aconteceram na quarta-feira (21) e quinta-feira (22). O trabalho de investigação teve início em julho deste ano, com a prisão em flagrante de um homem que realizava o transporte de madeira extraída de forma ilegal da terra indígena Parque Aripuanã. Em atendimento a representação formulada pela Polícia Federal, foi autorizada pela Vara Federal e Civil e Criminal da SSJ de Vilhena a inutilização e a destruição de equipamentos relacionados à atividade de exploração de recursos naturais do Parque. Segundo a PF, no primeiro dia da operação, foi realizada incursão em um local de garimpo identificado no interior da terra indígena Parque Aripuanã, onde foram destruídos equipamentos utilizados na atividade ilegal de extração de minérios, sobretudo diamantes. Na quinta-feira, a ação foi voltada à repressão à exploração ilegal de madeira oriunda da mesma terra indígena. Além da destruição edificações e maquinários, uma ponte construída sobre o Rio Roosevelt exclusivamente para o transporte de madeira foi implodida. A operação contou com a participação de cerca de 30 policiais federais, incluindo integrantes e do Comando de Aviação Operacional (CAOP) e explosivistas do Comando de Operações Táticas (COT), além de servidores do IBAMA e do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia. O deslocamento até os locais, de difícil acesso, se deu com a utilização de dois helicópteros, tendo sido empregadas técnicas de rapel. Fonte PF
- Governo de Rondônia incentiva municípios a usarem o “Cartão Cidade”
Sistema possibilita cruzamento de dados das ações dos contribuintes com dados da movimentação de cartão de débito e crédito. Revista Imagem - 23/10/2020 17:45 O Governo de Rondônia, através da Secretária Estadual de Finanças (Sefin), realizou na quarta-feira (21) o terceiro encontro com representantes de setores administrativos e finanças dos municípios de Rondônia, como secretários municipais e técnicos de fazenda, junto com a Associação Rondoniense de Municípios (Arom) e Programa de Modernização e Governança das Fazendas Municipais do Estado de Rondônia e do Desenvolvimento Econômico-Sustentável dos Municípios (Profaz), com a intenção de incentivar os municípios a acessar os dados do “Cartão Cidade” e como utilizá-los, além de esclarecer dúvidas sobre o projeto que é pioneiro no país. O Cartão Cidade possibilita o cruzamento de dados das ações dos contribuintes através da declaração de vendas que possibilita acesso aos dados da movimentação de cartão de débito e crédito dos contribuintes do Imposto Sobre Serviço (ISS), o sistema analisa a arrecadação e combate à sonegação fiscal no Estado e os municípios assim ganham maior autonomia quanto a arrecadação do imposto. “A gente desenvolveu uma plataforma, um sistema web que o município vai acessar, existe uma proteção do sigilo fiscal, com esse sistema os municípios se cadastram com um certificado digital e a gente disponibiliza o dado consolidado para que eles se apropriem de fato sobre essas informações. E não é só acessar, mas trabalhar esse dado para transformar isso em receita para o município”, esclareceu o secretário estadual de finanças, Luís Fernando Pereira da Silva. Contudo, apenas cinco prefeituras têm ou já solicitaram acesso, e ao perceber a baixa adesão até o momento, essa nova reunião via online foi solicitada, e serviu para fortalecer e exemplificar o que é o processo, como forma de informar o ideal de trabalhar os dados com estímulo à conformidade e autorregularização. “O que a gente quer mostrar é que eles notem que podem acessar e nem precisam recorrer a serviços de terceiros, porque os dados estão fornecidos de uma madeira tão clara e estruturada que com um treinamento e apoio poderão facilmente trabalhar esses dados. A gente quer estimular a adesão, para que haja um engajamento nas questões tributárias, para estimular o empreendedorismo, o crescimento da economia, e com isso a oportunidade de autorregularização”, frisou o secretário. Menos de 20% das receitas próprias dos municípios representam sob o total das receitas segundo o secretário da Sefin. “A receita tributária seja do Estado, Município ou da União, cresce de forma proporcional conforme crescimento da economia, então temos que manejar esses crescimentos de forma jurídica, com inteligência e estímulo à conformidade, para não desestimular o crescimento econômico”, e lembrou ainda que a autonomia é essencial para o melhor desenvolvimento econômico. “Os municípios são muito dependentes dos repasses do Estado e da União, queremos que eles aproveitem melhor a oportunidade de arrecadação dentro da sua economia e sejam menos dependentes, isso é bom para o crescimento e infraestrutura dos municípios e bom pro Estado também”, finaliza Luís Fernando. Dia 29 de outubro acontecerá um novo treinamento do “Cartão Cidade”, para os técnicos dos municípios. Texto: Marina Espíndola
- Pesquisa mostra polarização entre Japonês e Rosani; prefeito segue na frente
Eduardo Japonês tem 41,4% da preferência dos eleitores enquanto ex-prefeita aparece com 29,2%. Revista Imagem - 23/10/2020 14:20 O Instituto Haverroth de Política, Estatística e Comunicação (IHPEC) divulgou nesta sexta, 23, mais uma pesquisa de intenção de voto para prefeito em Vilhena. Em levantamento realizado por conta do próprio IHPEC, o instituto ouviu 595 eleitores no município, nos dias 19 e 20 de outubro, com sondagem estimulada, que é quando se apresenta as opções de nomes dos candidatos aos entrevistados. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número RO-07732/2020. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. E o intervalo de confiança da pesquisa é de 95%, significando que se a eleição fosse hoje, teria 95% de chances de acerto de seu resultado. Conforme o levantamento do IHPEC, o prefeito Eduardo Japonês (PV) está com 41,4% da preferência dos eleitores e se mantém na liderança das intenções de voto desde a primeira pesquisa para o pleito de 2020. A segunda colocada é a ex-mandatária Rosani Donadon (PSC), que aparece com 29,2%. Ela se apresenta como a principal concorrente do atual prefeito. Coronel Rildo (Podemos), com 12,9%, permanece em terceiro lugar, o que pode demonstrar que a decisão deve ficar entre os dois primeiros colocados, mantendo a polarização histórica das eleições no município. Na quarta colocação está Paulinho da Argamazon (Republicanos), com 5,0%. Em seguida vem Miguel Câmara (PSB), com 2,4%. E os que não souberam ou não responderam somaram 9,1%. Fonte IHPEC
- Rondônia é destaque por ter menor taxa de letalidade da Covid–19
Ações de combate à Covid-19 resultam a queda no número de letalidade no Estado. Revista Imagem - 23/10/2020 17:37 O Governo do Estado de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) não tem medido esforços nas ações de combate à Covid–19. Esse intenso trabalho resulta a queda no número de letalidade que é de 2,05%, colocando Rondônia em destaque nacional em comparação aos estados vizinhos e é o primeiro em transparência na divulgação de dados da doença. Em Rondônia foram registrados 1.430 óbitos e 69.806 casos até quinta-feira (22). Em alguns estados vizinhos da região Norte, o percentual de letalidade é mais expressivo. É o que acontece no Amazonas, em que já foram registrados 4.350 óbitos e 151.858 casos, com taxa de letalidade de 2,86%. No Acre são 679 óbitos e 29.765 casos, apresentando 2,28% da taxa de letalidade. Dados comparativos como esses, só confirmam o avanço positivo das ações do Governo de Rondônia no enfrentamento à Covid-19. AÇÕES DE CAMPANHA Em todo o Estado diversas ações foram estrategicamente deliberadas no enfrentamento à doença, com realização de testes para detectar o vírus por mil habitantes, implementação de dois hospitais de campanha que irão permanecer após a pandemia, contratação de mais de dois mil servidores temporários, ampliação de mais de 400 leitos clínicos, 198 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 21 leitos clínicos e 10 UTIs pediátricas, além de mais de 20 UTIs dos municípios que receberam repasse (dez em Ariquemes e dez em Vilhena), entre outras ações. O secretário da Sesau, Fernando Máximo conta que a estratégia do Governo sempre foi primar por um atendimento humanizado às vidas infectadas e agir com transparência nas ações de enfrentamento. “Trabalhamos arduamente desde o início da pandemia e o resultado dessas ações não poderia ser outro, temos uma das menores taxas de letalidade do Brasil. Muitos diziam que Rondônia iria colapsar, mas graças a Deus, como vimos o resultado foi outro”, salientou. Os dados de letalidade em queda, sinalizam que Rondônia segue no caminho certo. Mas o secretário da Saúde reforça que a luta continua. “Graças a Deus os casos estão cada dia diminuindo, mas não podemos relaxar, podemos passar por uma nova onda, como em outros lugares, caso isso ocorra, estaremos bem mais preparados”, concluiu Fernando Máximo. Texto: Sângela Oliveira e Jaqueline Malta
- Assinada Ordem de Serviço para construção do novo fórum de Vilhena
Trabalhos começam na próxima segunda-feira, segundo representante da construtora. Prazo de conclusão é de cerca de 17 meses. Revista Imagem - 23/10/2020 12:13 Em evento realizado na manhã desta sexta-feira, o presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargador Paulo Kiyochi Mori, assinou a ordem de serviço para construção do novo fórum da comarca de Vilhena. O valor estimado da obra é de quase 12 milhões e 500 mil de reais e o prazo de conclusão é de 520 dias, cerca de 17 meses. De acordo com o engenheiro Paulo Henrique, representante da Construtora Rego e Mendes, responsável pela obra, os trabalhos já começam na próxima segunda-feira (26). O novo fórum terá uma área construída de 4.235,70 m² e abrigará sete varas da comarca além dos setores administrativos e de apoio. O juiz Rinaldo Forti, secretário geral da presidência, conduziu a reunião realizada no plenário do fórum de Vilhena juntamente com a juíza diretora do fórum, Liliane Pegoraro Bilharva. Rinaldo destacou o empenho da atual administração do TJRO para a construção do fórum. “Trata-se de dar as condições dignas de trabalho para magistrados e servidores desempenharem suas funções”, ressaltou. O deputado Luizinho Goebel, elogiou a iniciativa do TJRO em doar o prédio do atual fórum à prefeitura de Vilhena, em contrapartida à doação do terreno pelo executivo para a construção do novo fórum. “Hoje o município gasta milhares de reais com alugueis e o recebimento desse imóvel poderá acomodar muitas secretárias e repartições, trazendo grande economia ao município”, disse. Por conta das medidas de distanciamento social, a reunião foi realizada com poucos convidados. O desembargador presidente, participou de forma remota da sede do TJRO em Porto Velho, por ser do grupo de risco para a covid-19. Além dos magistrados Rinaldo Forti e Liliane Pegoraro estiveram presencialmente no evento, os juízes Adriano Lima Toldo, Andresson Cavalcante Fecury, Christian Carla de Almeida Freitas, Kelma Vilela de Oliveira e Muhammad Hijazi Zaglout. A chefe de gabinete da prefeitura de Vilhena Margarida Duarte, a promotora de justiça Yara Travalon Viscardi, o defensor público Matheus Vinícius Wanderley Lichy, a presidente da Subseção da OAB em Vilhena Vera Lúcia Paixão e o deputado estadual Luizinho Goebel também participaram do evento presencialmente. Por José Antonio Sant'Ana
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