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- Termina hoje triagem para a Semana Nacional de Conciliação em Vilhena
Programação será virtual e interessados devem agendar sessão por telefone. Revista Imagem - 13/11/2020 07:40 A partir do dia 30 de novembro terá início a Semana Nacional de Conciliação Virtual, uma programação anual, que tem por objetivo atender à comunidade para a resolução de conflitos e de interesses na área cível, por meio de audiência de conciliação e mediação pré-processual. Qualquer pessoa ou empresa pode procurar o setor pré-processual do Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejusc) por telefone e solicitar o agendamento de uma sessão de conciliação ou mediação. O objetivo é garantir uma solução definitiva para um problema, por meio de acordo entre as partes, e que prevê possibilidade de resolver o conflito de forma mais rápida, menos onerosa e menos desgastante. Em Vilhena a triagem de pedidos acontece até o dia 13 de novembro, por intermédio do Setor de Atermação, pelo WhatsApp 69-8487-0403, com horário de atendimento das 7h às 13h e das 16h às 18h. No ato será expedida uma Carta Convite para a parte contrária participar da sessão, que pode ser levada pelo próprio proponente ou encaminhada por qualquer meio de comunicação (WhatsApp, por exemplo). Se o problema apresentado não for um conflito, a pessoa receberá do funcionário do Cejusc a devida orientação, podendo, inclusive, ser encaminhada diretamente ao órgão responsável pela análise do assunto. Caso seja possível chegar a uma solução do conflito será formalizada uma ata de acordo em que será homologada pelo juízo competente e transformada em um título executivo judicial. Por Revista Imagem - Fonte TJRO
- Inscrições para Conselho Estadual de Assistência Social encerram no dia 20
Eleição para a seleção dos novos membros que vão compor o Conselho Estadual de Assistência Social na gestão 2020/2022 acontece em janeiro. Revista Imagem - 13/11/2020 07:34 O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas) informa os membros representantes da sociedade civil da Assistência Social sobre o prazo das inscrições para a seleção dos novos membros que vão compor o Conselho Estadual de Assistência Social de Rondônia (Ceas) na gestão 2020/2022, que encerra no dia 20 de novembro. O processo eleitoral será realizado durante o Fórum Estadual de Assistência Social que acontece no dia 6 de janeiro de 2021, por meio de plataforma virtual. As eleições vão acontecer em três fases: Habilitação, Eleição e Posse, conforme especificado no Edital nº 2/2020/Seas-CeasRO. Os membros representantes da sociedade civil que atuam na Assistência Social, no âmbito estadual, devem atentar-se a todas as normativas do Edital. As inscrições e o recurso de habilitação deverão ser protocolados diretamente ou feitos via postagem registrada na Casa dos Conselhos, localizada no endereço: rua Duque de Caxias, nº654, bairro Caiari, em Porto Velho – CEP: 76.801-170. Em casos de dúvidas, os candidatos podem entrar em contato com a organização através do e-email: forumdeassistenciasocial2020@gmail.com até a data de 30 de dezembro. Por Revista Imagem - Texto: Anayr Celina
- TRF condena Facebook por descumprimento de decisão da JF de Vilhena
A pedido do MPF o Tribunal mantém multa diária de R$ 10 mil em ação sobre o fornecimento de dados para investigação criminal. Revista Imagem - 13/11/2020 07:28 Em julgamento nessa quarta-feira (11), a pedido do Ministério Público Federal (MPF), a empresa Facebook Serviços Online do Brasil foi condenada por descumprimento de decisão judicial, pelo Tribunal Regional Federal da 1a Região (TRF1), em ação que trata do fornecimento de dados para investigação criminal e envolve discussões a respeito da jurisdição sobre empresas estrangeiras que prestam serviços no país. Foi mantida multa diária de R$ 10 mil. A decisão do colegiado do Tribunal seguiu entendimento do MPF e negou mandado de segurança impetrado pela empresa contra decisão da Justiça Federal de Vilhena (RO), que havia determinado ao Facebook o fornecimento de dados cadastrais e registros de acesso de suspeitos no envolvimento em tráfico de entorpecentes, investigação sigilosa. Além da aplicação da multa, a sentença determinava o bloqueio de valores no montante de R$ 620 mil, que teve efeitos suspensos por liminar, até julgamento do pleito pelo TRF1. Em seu recurso, o Facebook argumentou que os dados requisitados dependeriam de ordem judicial firmada por meio do protocolo estabelecido pelo Acordo de Assistência Judiciária em Matéria Penal (MLAT) entre Brasil e Estados Unidos, sede da empresa, assegurado pela Lei n.º 12.296/2014, o Marco Civil da Internet. Além da impossibilidade jurídica e técnica de cumprir a ordem, a empresa invocou os princípios da soberania, da não intervenção e do devido processo legal, e questionou a proporcionalidade da multa estabelecida. A manifestação do MPF, ora atendida, cita a discussão em torno da Ação Declaratória de Constitucionalidade nº 51/DF, em trâmite no Supremo Tribunal Federal (STF), em que refuta a obrigatoriedade do emprego do MLAT para a obtenção das informações pelas autoridades brasileiras, demonstrando que não se mostra adequado e eficiente para a produção de provas eletrônicas, seja pela demora intrínseca do procedimento, seja pelas limitações impostas pela legislação norte-americana. Ainda, conforme disposto em seu art. 11, a referida Lei “autoriza que as autoridades brasileiras requisitem diretamente a empresas estrangeiras que prestam serviços ou tenham filial no Brasil dados de comunicação telemática decorrentes da utilização de aplicações de provedores de internet cuja sede de controle de dados não esteja localizada em território brasileiro”, coloca o procurador regional da República Wellington Luís de Sousa Bonfim. Quanto à impossibilidade técnica e jurídica alegada pelo Facebook, o MPF trouxe posicionamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em caso parecido, segundo o qual a empresa “por estar instituída e em atuação no País, a pessoa jurídica multinacional submete-se, necessariamente, às leis brasileiras, motivo pelo qual se afigura desnecessária a cooperação internacional para a obtenção dos dados requisitados pelo juízo” (Questão de Ordem no Inquérito nº 784/DF). Por fim, diante do elevado poder econômico da empresa Facebook, também foram afastadas as alegações acerca da proporcionalidade da multa diária de R$10 mil. Quanto aos valores da multa, a decisão do Tribunal foi para que não sejam executados até o julgamento da ADC nº 51/DF. Dessa decisão do TRF1, ainda cabe recurso. MS nº: 1013049-62.2019.4.01.0000 Por Revista Imagem - Fonte MPF
- 90% dos produtores já declararam rebanho à Idaron; prazo termina no domingo
A regional de Vilhena está mais adiantada no número de declaração, faltando apenas 10% do rebanho declarável. Revista Imagem - 13/11/2020 07:25 O produtor rural que ainda não declarou seus rebanhos suscetíveis à Febre Aftosa ao serviço veterinário oficial do Governo de Rondônia, em cumprimento à segunda etapa da campanha de declaração obrigatória, tem apenas mais quatro dias para fazê-lo. O prazo, que termina neste próximo domingo (15), não será estendido, segundo alerta a Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron). De acordo com a Gerência de Defesa Sanitária Animal (GDSA), da Idaron, de um rebanho de mais de 123 mil cabeças de bovinos e bubalinos, quase 90% já foram declaradas, cerca de 110 mil animais. “É importante que todo produtor rural que crie animais suscetíveis à febre aftosa faça a declaração imediata dos rebanhos. A medida não é um simples quantificador de rebanho, mas uma forma eficaz que possibilita ao serviço veterinário do Governo controlar dados da entrada e saída de animais, para garantir a sanidade do rebanho”, explicou o médico veterinário Fabiano Alexandre dos Santos, titular da GDSA/Idaron. O presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres, destacou o empenho e parceria dos produtores que, entendendo a importância desse trabalho, já atenderam à convocação da Agência e declararam seus rebanhos. A regional de Porto Velho, que compreende os municípios de Nova Mamoré, Guajará-Mirim, Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Porto Velho e os distritos de Extrema, Nova Califórnia, Vista Alegre, Jaci-Paraná, União Bandeirantes, Calama, Surpresa, Palmeiras, Nova Dimensão e Triunfo, tem o maior número de produtores que ainda não declararam, restando 17% dos rebanhos. A regional de Vilhena está mais adiantada no número de declaração, faltando apenas 10% do rebanho declarável. “Além da sanidade animal, a medida agrega mais valor comercial ao nosso rebanho, que hoje ultrapassa os 14,3 milhões de cabeças. É um serviço que beneficia tanto o produtor quanto a indústria, além da economia do Estado que, com a abertura de novos comércios, garantida pela qualidade de nossa carne, aumenta a receita”, destacou o presidente da Idaron, Julio Cesar Rocha Peres. Lembrando que devem ser declarados os rebanhos de bovinos, bubalinos, suínos, caprinos, ovinos (animais suscetíveis à febre aftosa), além de equídeos e aves. A declaração pode ser feita pela internet, no site da Idaron, por e-mail (de cada regional ou ULSAV) e pelo WhatsApp (de cada regional ou ULSAV). “A declaração atende a exigência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), tem total apoio do governador, coronel Marcos Rocha, e é uma etapa importante para que Rondônia se firme internacionalmente, com reconhecimento da OIE (Organização Mundial da Saúde Animal), como área livre de aftosa sem vacinação”, destaca Julio Cesar. Por Revista Imagem - Texto: Toni Francis
- Campanha contra a poliomielite é prorrogada até 20 de novembro em Rondônia
Estimativa é de que 69 mil crianças deixaram de ser vacinadas no período normal da campanha, ocorrido entre 5 a 30 de outubro. Revista Imagem - 13/11/2020 07:20 O Governo de Rondônia, por meio da Agencia Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), aderiu a prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite 2020 do Ministério da Saúde. Conforme definido, as doses das gotinhas estarão disponíveis até o dia 20 de novembro nos postos de vacinação em todo o Estado. A meta da cobertura vacinal estimada para Rondônia é de 95% de uma população de 105.904 crianças de 1 a 4 anos de idade. Segundo apresentado pela Agevisa, a estimativa é de que 69 mil crianças não foram vacinadas durante o período normal da campanha, ocorrido entre 5 a 30 de outubro. Segundo o coordenador Estadual de Imunização da Agevisa, Ivo Barbosa, o principal motivo que impactou na falta de adesão à campanha está relacionado com cenário causado pela pandemia do coronavírus. Ele lembra que a falta de adesão na campanha é contabilizada em nível nacional. “Nós estamos vivendo um ano atípico. Estamos aprendendo a nos adaptar, e nos anos anteriores normalmente essa campanha era realizada no mês de junho para agosto, e sim tinha uma procura muito boa pela vacina, onde durante apenas um mês conseguíamos atingir a meta. Esse ano, infelizmente em virtude da pandemia tivemos que atrasar a campanha, porque entre junho e julho estávamos em um fase difícil da Covid com relação ao isolamento, mas a Organização Mundial de Saúde diz que a imunização não pode parar, é considerada serviço essencial”, enfatizou o coordenador. De acordo com dados levantados do site do Ministério da Saúde, nove municípios de Rondônia não lançaram a contabilização até o momento das crianças imunizadas contra a poliomielite, são eles: Colorado do Oeste, Costa Marques, Ouro Preto do Oeste, São Miguel do Guaporé, Alvorada D’oeste, Alto Alegre dos Parecis, Cujubim, Parecis, e Seringueiras. “Estamos fazendo agora um relatório para poder estar alertando esses municípios novamente, e falando da importância de estar alimentando o site, uma vez que é por meio do site que podemos estar intervindo epidemiologicamente”, alertou o coordenador Estadual de Imunização da Agevisa, Ivo Barbosa, enfatizando que os municípios podem alimentar o site com as informações até 10 dias após o fechamento da campanha. “Enquanto a gente não erradicar a poliomielite no Mundo nós vamos ter que continuar vacinando, temos ainda dois países que são endêmicos, por isso que o Brasil precisa ter excelentes coberturas vacinais com as crianças menores de 5 anos”, disse o coordenador. ESTRATÉGIA Segundo o coordenador Ivo Barbosa as estratégias para que a população atinja as metas e os municípios alimentem o site do Ministério da Saúde, com as informações essenciais de vacinação, estão sendo feitas com orientações para a intensificação da campanha. “Estamos informando aos municípios, ou seja,fazendo análises, mostrando como estão as coberturas vacinais que eles precisam intensificar, tanto na zona urbana quanto na zona rural, estar fazendo a divulgação da vacinação contra a poliomielite e até as vacinas do calendário básico de vacinação”, intensifica o coordenador. PRECAUÇÃO Para imunizar contra a poliomielite o coordenador explica ainda que os funcionários da área da saúde foram orientados sobre os cuidados necessários com intuito de prevenir a contaminação contra o novo coronavírus através de simples atitudes que podem fazer a diferença. “Orientamos aos municípios quais as condutas que eles devem ter neste momento de pandemia, com relação ao distanciamento social. A orientação também é garantida à população se caso esteja na fila, ou seja, manter o distanciamento, evitar conversas, não tocar em nada, não tirar a máscara que é obrigatória. Tudo indica que os números baixos da adesão seja por conta da pandemia, por medo e receio da população pelo vírus ser altamente contagioso”, diz o coordenador. CAMPANHAS Além da campanha contra a poliomielite que protege contra a paralisia infantil erradicada há 31 anos no Brasil, outras campanhas também estão acontecendo simultaneamente em Rondônia como a vacinação contra o sarampo para pessoas entre 20 a 49 anos (faixa etária estipulada pelo Ministério da Saúde), mas o estado de Rondônia elevou a faixa etária (6 meses a 59 anos). Também há a Campanha de Multivacinação que imuniza crianças e adolescentes menores de 15 anos, onde atualiza o calendário básico de imunização. Por Revista Imagem - Texto: Marina Espíndola
- Vererador Wilson Tabalipa lança vídeo contando sua história de vida e política
Tabalipa não abriu mão da atividade profissional e divide as funções de parlamentar com as de policial civil. Revista Imagem - 12/11/2020 17:06 Filiado ao PV, o vereador Wilson Tabalipa concorre a mais um mandato na Câmara de Vereadores de Vilhena. Tabalipa que divide as funções de parlamentar com as de policial civil lançou um pequeno documentário sobre sua trajetória de vida e sobre sua atuação na política. Nascido em Guarapuava-PR, mas morando em Vilhena desde 1975, Tabalipa concorreu a uma das vagas de vereador em 2016 e obteve 873 votos sendo diplomado como suplente. Com a cassação de um vereador, acabou empossado seis meses após as eleições. Por Revista Imagem
- Bradesco fecha agências em Vilhena e Porto Velho em novembro
Banco obteve lucro de R$ 12 bilhões, mas mesmo assim fechou 683 agências em todo o Brasil até outubro, alegando queda nos lucros. Revista Imagem - 12/11/2020 11:21 Com a “desculpa” de que necessita “reagir à digitalização” e fazer uma “readequação de gastos” e “reestruturação financeira” por conta de queda nos lucros, o Bradesco já fechou 683 agências em todo o Brasil até outubro. De acordo com o presidente da instituição, Octavio de Lazari, o Bradesco pretende, com o corte, economizar cerca de R$ 879 milhões. Em Rondônia, essa ‘reestruturação’ vai fechar duas agências neste mês de novembro, sendo uma no município de Vilhena e a outra na avenida Prudente de Moraes, no Centro de Porto Velho. Curiosamente ambas são agências do extinto HSBC, que foi ‘incorporado’ pelo Bradesco no processo de fusão de 2016. Quando tiverem suas atividades encerradas, restará apenas a agência Porto Velho (situada ao lado do terminal rodoviário da capital) como a última do antigo HSBC no Estado. De acordo com Lazari, “muitas agências ainda serão transformadas em unidades de negócio, que têm um custo de 30% a 40% menor do que as agências, por não contarem com gastos como de vigilante e carro forte, por exemplo”. Para o Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO), essa justificativa dada pelo presidente do Bradesco é totalmente inaceitável, pois o Bradesco obteve Lucro Líquido Recorrente de R$ 12,657 bilhões nos primeiros nove meses de 2020. Apesar de ter uma queda de 34,2%, em relação ao mesmo período de 2019, há um crescimento de 29,9% em comparação ao 2º trimestre de 2020 (o lucro do 3º trimestre foi de R$ 5,031 bilhões frente a R$ 3,873 bilhões, no 2º trimestre). “A verdade é que os bancos acumulam lucros estratosféricos ano após ano, e essa queda recente não chega nem perto de ameaçar o gigantesco patrimônio que vem sendo ampliado todos estes anos, com lucros sucessivos e cada vez maiores. E mesmo quando há uma inédita queda, ainda assim é um lucro altíssimo, que não justifica o fechamento de agências e de postos de trabalho”, avalia José Pinheiro, presidente do SEEB-RO. O dirigente explica que, quando se fecha uma agência, não são apenas os bancários que sofrerão, pois vigilantes, auxiliares de serviços gerais, atendentes e muitos outros trabalhadores perderão o emprego. “E além de acabar com o emprego de tantos pais e mães de família num momento de pandemia e tamanha crise econômica, com o país e o mundo enfrentando um cenário de incertezas, o fechamento de agências compromete ainda mais o já precário atendimento aos clientes e usuários que ainda necessitam ir a uma unidade para resolver suas demandas relacionadas ao banco”, destaca Pinheiro. DEMITIDOS DEVEM PROCURAR O SINDICATO O Bradesco já demitiu mais de 20 trabalhadores em Rondônia até o final de outubro. Os trabalhadores que forem demitidos pelo Bradesco devem realizar os exames como ultrassom e ressonância magnética, e juntar os laudos e atestados médicos para que o Sindicato possa pedir a anulação dessas demissões via administrativa. Por Revista Imagem - Fonte Assessoria
- Covid-19: Brasil ultrapassa 5,75 milhões de casos e 163.373 óbitos
Diretor da OMS diz que covid-19 "não cansou" e sugere alerta elevado. Revista Imagem - 12/11/2020 08:20 Com dados deficitários, o Ministério da Saúde divulgou o levantamento do covid-19 no país nas últimas 24 horas, com 5.748.275 casos totais e 544 novas mortes, totalizando 163.373 óbitos desde o início da pandemia. Há 5.064.344 de pacientes que se recuperados. Segundo a pasta, o estado de Minas Gerais está há quatro dias sem atualizar o quadro de contaminações e óbitos no estado. Com isso, os números apresentados hoje não refletem o ocorrido em todo país, uma vez que Minas Gerais é um dos estados com mais casos e mortes. Covid-19 nos estados São Paulo chegou a 1.150.872 casos. Mesmo há quatro dias sem atualizar o número de casos, Minas Gerais aparece em segundo, com os mesmos 374.651 casos registrados no dia 7 de novembro. Bahia (367.669) e Rio de Janeiro (320.598) aparecem na sequência. O Acre tem o menor número de casos (32.113). Em seguida estão Amapá (53.790) e Roraima (59.586). São Paulo também lidera o número de mortes, com 39.907. Rio de Janeiro (20.970) e Ceará (9.418) aparecem na sequência. No entanto, quando os dados de Minas Gerais, atualmente com 9.204 óbitos, forem atualizados, o estado pode reaparecer entre os três primeiros. Os estados com menos mortes são Roraima (701), Acre (705) e Amapá (770). OMS diz que covid-19 "não cansou" O público em geral pode estar cansado do novo coronavírus, mas deve permanecer em alerta elevado, disse hoje (12), em Paris, o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus. "Podemos estar cansados da covid-19, mas ela não está cansada de nós. Os países europeus estão sofrendo, mas o vírus não mudou significativamente, nem as medidas para pará-lo", disse ele, que fez a declaração no Fórum da Paz. Por Revista Imagem - Fonte Agência Brasil
- PF apreendeu mais de R$ 666 milhões em bens do tráfico de drogas
De acordo com a PF, o valor das apreensões é “um recorde histórico”. Revista Imagem - 12/11/2020 08:20 A Polícia Federal (PF) Já apreendeu, este ano, mais de R$ 666 milhões em bens das organizações criminosas, que atuam no tráfico de drogas. De acordo com a PF, o valor das apreensões é “um recorde histórico”. “Foram apreendidos pela PF imóveis, automóveis de luxo, lanchas, aviões, helicópteros, joias, além de bloqueio de contas correntes e dinheiro em espécie”. Na avaliação da PF, esse resultado foi possível devido a deflagrações de grandes operações de combate ao tráfico e ao crime organizado, objetivando principalmente a descapitalização patrimonial dos traficantes, na prisão dos líderes das organizações na cooperação policial com outros países. Por Revista Imagem - Fonte Agência Brasil
- Ministério da Economia publica licitação para implantar TáxiGov.br em Porto Velho
Medida modernizará o transporte de 11 mil servidores da capital de Rondônia; economia prevista é de R$ 8,5 milhões ao ano. Revista Imagem - 12/11/2020 08:18 O Ministério da Economia (ME) publicou, nesta quarta-feira (11), o Pregão Eletrônico n° 17/2020 para implantar o TáxiGov.br em Porto Velho e parte da Região Metropolitana. A medida irá modernizar o transporte administrativo de 11 mil servidores em 17 órgãos e entidades participantes do processo licitatório. Com a iniciativa, o Ministério espera uma economia de R$ 8,5 milhões ao ano. O modelo já é utilizado em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. “A economia prevista equivale a 49,5% sobre o valor atualmente pago com o transporte de servidores nesses 17 órgãos públicos. O recurso gerado a partir da modernização da gestão pública poderá ser utilizado na melhoria do atendimento à população”, afirma o secretário de Gestão do ME, Cristiano Heckert. Segundo o edital, as licitações permitirão a contratação de serviços de táxi, de transporte individual de passageiros ou a prestação de serviço de transporte por locação de veículos. Entre as exigências do contrato, que tem duração de 12 meses e pode ser renovado, está que os carros tenham quatro portas, ar-condicionado e monitoramento via aplicativo com GPS. Entre os órgãos que serão atendidos em Rondônia estão a Assembleia Legislativa do Estado, a Justiça Federal, o Tribunal de Contas do Estado, o governo estadual, o Instituto Federal de Educação e o Ministério Público da União, entre outros. A previsão é que sejam rodados cerca de 2 milhões de quilômetros por ano. O valor anual estimado da licitação é de R$ 8.709.091,00. Mais informações sobre o processo licitatório estão disponíveis no portal do ME. Expansão A licitação faz parte do projeto de expansão do TáxiGov.br para órgãos e entidades localizados nos estados. A expectativa é de que até o final do ano o modelo seja implantado também em Florianópolis (SC), Cuiabá (MT), Belo Horizonte (MG), Natal (RN), Porto Alegre (RS) e Salvador (BA). O TáxiGov.br já está presente em 86 órgãos e entidades. Até o momento, a medida gerou uma economia de R$ 25 milhões, representando redução de mais de 65% dos gastos do governo com transporte. “Os resultados alcançados mostram que a expansão desse serviço reduzirá ainda mais os gastos com transporte de servidores, melhorando também a sua qualidade, com uma redução do tempo de espera em 22% na comparação com os modelos anteriores”, disse Heckert. A adoção do TáxiGov.br também possibilitou a redução de 135 contratos e o leilão de 137 veículos, que deixaram de ser utilizados pelos órgãos da Administração Pública, cujas vendas resultaram na arrecadação de R$ 1,9 milhão. Por Revista Imagem - Fonte Ministério da Economia
- Entidades discutem fortalecimento da agropecuária de Rondônia, Acre e Amazonas
Órgãos federais e estaduais querem o crescimento da Zona Especial para o Desenvolvimento Agropecuário dos três estados. Revista Imagem - 12/11/2020 08:16 Discussões acerca da Zona Especial para o Desenvolvimento Agropecuário dos estados do Amazonas, Acre e Rondônia (Amacro) nortearam, na manhã desta quarta-feira (11), as ações da programação conjunta que está ocorrendo ao longo desta semana entre dirigentes e técnicos da Superintendência da Zona Franca de Manaus, Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) e do Banco da Amazônia S.A. (Basa). Em reunião realizada por meio de videoconferência com secretários de agricultura e de desenvolvimento desses três estados e com técnicos da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), o superintendente da Autarquia, Algacir Polsin, a titular da Sudam, Louise Caroline Campos, e o presidente do Basa, Valdecir Tose, puderam conhecer mais detalhadamente as diretrizes da Amacro e identificar formas de colaborar para o crescimento do projeto, que compreende uma região formada pelo sul do Amazonas, norte de Rondônia e parte do Acre. Para o superintendente da Suframa, Algacir Polsin, o projeto da Amacro apresenta três pilares básicos: regularização fundiária, mudança de matriz econômica (no sentido de apresentar novas possibilidades econômicas para a população dessas localidades) e aumento da presença do Estado (o que possibilitaria, assim, o controle mais efetivo do desmatamento). Ele também lembrou que o momento é positivo para a discussão de projetos que tenham como foco o desenvolvimento sustentável da Amazônia. “Temos o noticiário internacional focado nesta região e estamos percebendo o governo federal com vontade de prestigiar essa região estratégica que é a Amazônia, então temos que buscar o controle da narrativa nesse processo, isso é muito importante. Vejam a Suframa como órgão potencializador e um interlocutor a mais que pode apoiar as ações dos estados nesse projeto”, disse o superintendente. A titular da Sudam, Louise Caroline Campos, afirmou que a instituição dispõe de corpo técnico altamente qualificado e que está buscando retomar seu protagonismo na discussão de projetos e ações de desenvolvimento para a Amazônia. Ela sugeriu a criação de um comitê temático sobre a Amacro dentro do Conselho Deliberativo da Sudam (Condel) como forma de impulsionar o envolvimento da instituição no projeto. O presidente do Basa, Valdecir Tose, por sua vez, lembrou a importância da assistência técnica e da qualificação tecnológica para garantir que a região tenha competitividade frente a outros centros de produção agrícola. “O banco está à disposição para colaborar, nós já temos uma presença muito forte nessa região. É um triângulo muito importante para atuarmos”, reforçou Tose. Por Revista Imagem - Fonte Suframa
- Ibope: Governo Bolsonaro é considerado ótimo/bom por 46% em Rondônia
Além de Bolsonaro, a pesquisa avaliou o desempenho do prefeito de Porto Velho e do governador do Estado. Revista Imagem - 12/11/2020 07:42 Pesquisa Ibope divulgada pela Rede Amazônica na quarta-feira (11) mostra os percentuais de avaliação das administrações do prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), do governador de Rondônia, Marcos Rocha (sem partido), e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As perguntas cujas somas das porcentagens não totalizam 100% são decorrentes de arredondamentos ou de múltiplas respostas Confira a intenção de voto para a prefeitura de Porto Velho nas Eleições 2020 Além da classificação em ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo dos três governantes, o levantamento questionou ainda diretamente se os entrevistados aprovavam ou não a administração de Hildon. Hildon Chaves Avaliação: Ótima: 8% Boa: 24% Regular: 43% Ruim: 8% Péssima: 15% Não sabe/não respondeu: 1% Aprovação: Aprova: 51% Desaprova: 41% Não sabe/não respondeu: 7% Marcos Rocha Avaliação: Ótima: 5% Boa: 27% Regular: 41% Ruim: 15% Péssima: 11% Não sabe/não respondeu: 2% Jair Bolsonaro Avaliação: Ótima: 20% Boa: 26% Regular: 22% Ruim: 7% Péssima: 24% Não sabe/não respondeu: 1% Por Revista Imagem - Fonte G1RO
- Eleições 2020: Quatro municípios de Rondônia têm mais eleitores que habitantes
Dados levam em consideração a estimativa populacional do IBGE para o ano de 2020 e cadastros de eleitores no TSE. Revista Imagem - 12/11/2020 07:50 Rondônia tem quatro municípios com mais eleitores que habitantes, segundo levantamento realizado pelo G1 com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em Santa Luzia D'Oeste (RO), a diferença chega a mais de 8%. Castanheiras, Governador Jorge Teixeira e Primavera de Rondônia também entraram na lista. (Veja o gráfico abaixo). Em todo o país, quase 500 cidades na mesma situação, sendo Severiano Melo (RN) a que apresenta a maior diferença proporcional, pois o número de pessoas aptas a votar equivale a 310% da população. Segundo especialistas e integrantes de tribunais regionais eleitorais, as diferenças podem ser explicadas por defasagem nas estimativas de população, disputas territoriais, migrações e fraudes. Na capital rondoniense pouco mais de 333 mil pessoas estão aptas a votar nas eleições 2020, o que equivale a cerca de 60% dos moradores. Enquanto Cujubim, a cidade com a menor porcentagem de habitantes eleitores, tem cerca de 40% de pessoas residentes no local liberadas para participar do pleito este ano. Teixeirópolis também chama atenção, pois de acordo com os dados do IBGE e do TSE, em toda a cidade apenas 123 não estariam cadastradas e aptas a votar nessas eleições municipais. População/Eleitores no Cone Sul Municípios População estimada Número de eleitores Cabixi 5.188 4.681 Cerejeiras 16.204 12.546 Chupinguaia 11.472 7.266 Colorado 15.544 13.510 Corumbiara 7.220 5.612 Pimenteiras 2.148 1.944 Vilhena 102.211 61.182 Revisão do eleitorado Nos casos em que há muita discrepância entre eleitores e habitantes ou que há um aumento da transferência de domicílios, a legislação prevê que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve fazer uma revisão completa do eleitorado. A Resolução 22.586/2007, do TSE, determina que seja feita uma revisão do eleitorado sempre que for constatado que o número de eleitores é maior que 80% da população, que o número de transferências de domicílio eleitoral for 10% maior que no ano anterior, e que o eleitorado for superior ao dobro da população entre 10 e 15 anos, somada à maior de 70 anos no município. Por Revista Imagem - Fonte G1RO
- Projeto de lei condiciona liberdade do estuprador à castração química
O Código Penal atual prevê que o condenado a estupro só pode ser solto se ficar comprovada a intenção de não mais cometer o crime. Revista Imagem - 11/11/2020 19:16 O projeto foi proposto pela deputada Bia Kicis (PSL-DF, que ressalta que alguns estados norte-americanos já adotaram a castração química dessa maneira O Projeto de Lei 5112/20, proposto pela deputada Bia Kicis (PSL-DF), estabelece a castração química para inibição do desejo sexual como pré-requisito para a concessão de liberdade condicional para condenados por estupro. As informações são da Exame . De acordo com o portal, atualmente, o Código Penal garante que a pessoa condenada pelo crime doloso com violência ou grave ameaça, como o estupro , só pode ser solto se ficar comprovada que não tem a intenção de cometer o crime novamente. No entanto, o texto que está em análise na Câmara dos Deputados também altera a Lei de Crimes Hediondos, inclindo como obrigatória a castração química voluntária para a progressão do regime. De acordo com a deputada autora da proposta, alguns estados americanos, como a Califórnia, já adotaram a castração química para garantir a liberdade condicional para estupradores. "Muitos são contra a castração química e se fundamentam no princípio constitucional da dignidade humana, por afirmarem que o preso será tratado de forma desumana", afirma. "Todavia, o método utilizado para o tratamento dos estupradores não ferirá tal garantia fundamental, pois será de forma voluntária e indolor", argumenta. Segundo a deputada, o processo se dá pelo uso de medicamentos hormonais. "Diferente da castração física, esse método não envolve nenhum procedimento cirúrgico, tratando-se apenas da administração semanal de injeções com o objetivo de diminuir os níveis de andrógenos no sangue, o que em tese diminuiria as compulsões sexuais de determinados agressores sexuais, em especial os pedófilos e maníacos sexuais", completa. Penas maiores Este novo Projeto de Lei também aumenta as penas para estupro e estupro de vulnerável. Atualmente, o Código Penal prevê a pena de reclusão de 6 a 10 anos para estupro. Caso haja lesão corporal de natureza grave ou a vítima tenha entre 14 anos e 18 anos, a reclusão é de 8 a 12 anos. E, em caso de morte, a reclusão é de 12 a 30 anos. Pela proposta da deputada do PSL, essas penas passariam a ser de reclusão de 9 a 15 anos, 12 a 18 anos e 18 a 30 anos, respectivamente. Já no caso de estupro de vulnerável (menores de 14 anos), hoje, a pena prevista pelo Código Penal é de reclusão de 8 a 15 anos. Se a conduta resulta em lesão corporal grave, a reclusão é de 10 a 20 anos. E, em caso de morte, a reclusão é de 12 a 30 anos. Pelo projeto, essas penas passariam a ser de reclusão de 12 a 22 anos, 15 a 25 anos e 18 a 36 anos, respectivamente. Por Revista Imagem - Texto: Maryanna Oliveira
- Alimentos representaram 60% da inflação dos mais pobres em outubro
Segundo o IPEA, as famílias de renda muito baixa acumulam uma inflação de 3,53% em 2020 e de 5,33% em 12 meses. Revista Imagem - 11/11/2020 19:10 A alta no preço dos alimentos pressionou a inflação dos mais pobres em outubro e representou 60% de todo o indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, divulgado nesta quarta-feira (11) pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). Segundo o instituto, as famílias de renda muito baixa acumulam uma inflação de 3,53% em 2020 e de 5,33% em 12 meses, enquanto a faixa de renda alta vem se beneficiando da queda no preço dos serviços e acumula 1,04% em 2020 e 2,48% em 12 meses. Para fazer a pesquisa, o Ipea calcula a inflação para seis grupos de renda familiar: muito baixa (menor que R$ 1.650,50), baixa (entre R$ 1.650,50 e R$ 2.471,09), média-baixa (de R$ 2.471,09 a R$ 4.127,41), média (de R$ 4.127,41 a R$ 8.254,83), média alta (de R$ 8.254,83 a R$ 16.509,66) e alta (acima de R$ 16.509,66). No grupo alimentos e bebidas, que tem maior peso na inflação das famílias mais pobres, destacaram-se em outubro as variações de preço do arroz (13,4%), da batata (17%), do tomate (18,7%), do óleo de soja (17,4%) e das carnes (4,3%). De janeiro a outubro, alguns desses itens acumulam altas expressivas, como o arroz (47,6%), o feijão (59,5%), o leite (29,5%) e o óleo de soja (77,7%). No acumulado do ano, o grupo de famílias de alta renda vem se beneficiando da deflação acumulada de serviços que têm peso em sua cesta de compras, como as passagens aéreas (-37,3%), o transporte por aplicativo (-22,7%), o seguro de automóvel (-9,9%) e a gasolina (-3,3%). Apesar disso, em outubro, as passagens aéreas ajudaram a puxar a inflação dos mais ricos para cima. Em setembro, as famílias de alta renda tiveram uma inflação de 0,29%, percentual que subiu para 0,82% em outubro. Enquanto isso, os mais pobres tiveram uma inflação de 0,98% que se manteve estável nos dois meses. A inflação acumulada em 12 meses apresentou uma tendência de aceleração para todas as faixas de renda. Em outubro do ano passado, o índice mensal havia sido de 0,01% para os mais pobres, contra 0,98% neste ano. Para os mais ricos, o indicador passou de 0,17% para 0,82%. Texto: Vinícius Lisboa
- Indígenas Suruí e Cinta Larga de Rondônia lançam criptomoeda
Serão emitidas inicialmente 100 milhões de OYX, com valor de R$ 10 a unidade. Revista Imagem - 11/11/2020 18:21 Em meio a dificuldades enfrentadas pelas comunidades tradicionais por causa da pandemia da covid-19, comunidades indígenas de Rondônia e de Mato Grosso se uniram em torno de uma ação inovadora para auxiliá-los nessa situação de emergência. Foi lançada nesta quarta-feira (11) a OYX, uma criptomoeda mundial indígena transcultural. As criptomoedas são moedas virtuais, armazenadas em carteiras digitais, que podem estar online ou instaladas em computadores ou celulares. Elas funcionam por meio de um código complexo, único e que não pode ser alterado isoladamente. O recurso foi idealizado por Elias Oyxabaten Suruí, do povo Suruí Paiter, que se uniu aos Cinta Larga, dois povos que são tradicionais rivais. “É uma ideia minha de união. A intenção é trabalhar com os dois povos e mostrar serviço para auxiliar as duas comunidades na região”. Juntos, os Suruí Paiter e os Cinta Larga somam cerca de 4 mil pessoas. OYX é a abreviação do sobrenome de Elias, que significa homem persistente. A porta-voz da OYX, Adriana Siliprandi, explica que a ideia é permitir que as aldeias possam criar novos projetos econômicos com autonomia. “A premissa da iniciativa não é de servir de aplicação financeira. Embora a OYX seja anunciada como uma criptomoeda, trata-se, na realidade, de um token utilitário [gerador de senha], uma espécie de criptoativo, mas que, à diferença do bitcoin, por exemplo, não tem características de investimento, como perspectivas de remuneração ou de valorização em mercado secundário”. Serão emitidas inicialmente 100 milhões de OYX, com valor de R$ 10 a unidade. Segundo Adriana, as aplicações poderão ser feitas em reais. “A ideia é que o token seja pareado com a moeda brasileira”. Entre os objetivos de arrecadação estão a construção de escolas, compra de sementes e equipamentos e ações de saneamento. Sem auxílio Segundo Elias, que trabalha no Distrito Sanitário da Saúde Indígena, os Suruí Paiter e os Cintas-Largas mantêm o modo de vida tradicional indígena, tendo como base de sobrevivência a pesca, a plantação, o artesanato e a agricultura. Porém, nos últimos meses esses povos lutam contra a fome, a covid-19, o garimpo ilegal, o agronegócio e o desmatamento. A arrecadação conseguida com a criptomoeda será usada para construir e manter projetos nas regiões onde vivem esses povos, nos estados de Rondônia e Mato Grosso, garantindo uma renda mínima, segurança alimentar e integração das aldeias. O lançamento da OYX ocorrerá durante o evento online Blockchain Connect 2020, às 18h. Funai A Fundação Nacional do Índio (Funai) informou que investiu mais de R$ 37 milhões no combate à covid-19 junto aos povos indígenas. “Entre as ações, destaca-se a entrega de cerca de 425 mil cestas de alimentos a 207 mil famílias indígenas em todo o país. A medida é fundamental para garantir a segurança alimentar das comunidades durante a pandemia, além de contribuir para que os indígenas permaneçam nas aldeias e evitem o contato com o vírus”. Em nota, a fundação informa que também distribuiu quase 70 mil kits de higiene e limpeza, além de reforçar a adoção de medidas preventivas. “O órgão promove diversas ações de orientação junto às comunidades sobre os protocolos sanitários. Os servidores da fundação vêm atuando ainda na conscientização dos indígenas para que eles evitem as aglomerações, bem como o deslocamento aos centros urbanos.” Segundo a Funai, foram investidos, ainda, R$ 10,4 milhões em ações que visam a autossuficiência das comunidades, como a aquisição de materiais de pesca, sementes, mudas, insumos, ferramentas e maquinários agrícolas, além de R$ 11,8 milhões na proteção da territorial, com 306 ações em 221 Terras Indígenas para coibir ilícitos desde o início da pandemia, como extração ilegal de madeira, atividade de garimpo e caça e pesca predatórias. As ações são feitas em parceria com outros órgãos, como o Exército, a Polícia Federal e o Ibama. A Funai suspendeu em março as autorizações para ingresso em Terras Indígenas e está com 313 barreiras sanitárias para impedir a entrada de não indígenas nas aldeias. “Os indígenas contam ainda com uma Central de Atendimento específica para solicitações relacionadas ao combate à covid-19 para que as demandas cheguem mais rápido aos órgãos competentes”, informou o órgão. Casos da covid-19 Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) contabilizou, até o dia 6 de novembro, 32.746 casos de covid-19 entre os indígenas brasileiros, com 478 óbitos. Porém, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) registra até hoje (11) 38.978 casos e 871 óbitos, em 161 nações. Segundo a Apib, as contaminações entre as populações indígenas foram levadas por médicos e agentes das forças de segurança a serviço do governo federal. Texto: Akemi Nitahara
- Covid-19: vacina própria da Fiocruz pode ter testes clínicos em 2021
Se resultado for positivo, imunizante deve estar disponível em 2022. Revista Imagem - 11/11/2020 18:25 Enquanto se prepara para produzir a vacina contra covid-19 desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) trabalha em projetos próprios de imunizantes que podem chegar a testes em humanos em 2021. Caso esses experimentos tenham resultados positivos ao longo do ano que vem, a expectativa é que uma dessas vacinas esteja disponível em 2022. As duas iniciativas em desenvolvimento são do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos) e usam plataformas tecnológicas pioneiras. Segundo o vice-diretor de Desenvolvimento Tecnológico de Bio-Manguinhos/Fiocruz, Sotiris Missailidis, ambas estão em testes pré-clínicos, em laboratório, e devem passar por uma nova etapa de testes em animais conhecida como "estudo de desafio". As vacinas já foram aprovadas na fase de imunogenicidade e toxicidade em animais, o que significa que produziram resposta imune sem prejudicar a saúde das cobaias. No próximo passo, os pesquisadores vão conferir como cobaias vacinadas responderão à exposição ao SARS-CoV-2. Por envolver o vírus em condições de causar infecção, o teste aguardava disponibilidade de laboratório um biossegurança elevada (NB3) e está programado para ocorrer ainda neste mês. "Essas duas abordagens que a gente está utilizando não competem com as linhas de produção que vamos usar para a AstraZeneca. Então, potencialmente, poderíamos oferecer as duas ao mesmo tempo, o que oferece uma soberania nacional", avalia Missailidis. Ele explica que Bio-Manguinhos vai escolher qual das duas propostas de vacina é mais promissora para seguir para os testes clínicos no ano que vem. O vice-diretor de Bio-Manguinhos destaca que é importante prosseguir com a pesquisa, independentemente do sucesso dos testes da vacina AstraZeneca/Oxford, cuja oferta total em 2021 deve chegar a 210 milhões de doses, em um esquema de vacinação que, a princípio, prevê duas doses por pessoa. Todas essas projeções ainda dependem da confirmação da segurança e da eficácia da vacina, com os resultados dos testes clínicos de Fase 3 e o registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) "Entendo que temos garantido um quantitativo significativo [de doses], mas ainda não se sabe a eficácia das vacinas que estão na frente. Ainda não se sabe se uma vacinação vai ser suficiente ou se vamos ter que nos vacinar todo ano, como acontece com a vacina do Influenza. Ter uma vacina própria, com que você pode garantir o mercado nacional, com a mesma eficácia de vacinas de grande farmacêuticas, é muito importante para as instituições públicas, para a saúde e para a ciência brasileira", afirma o pesquisador. Segundo Missailidis, o Brasil poderia, então, exportar uma vacina própria para ajudar no combate à pandemia internacionalmente. Novas tecnologias Uma das propostas de vacina em desenvolvimento aproveitou a produção de proteínas S e N do SARS-CoV-2 que Bio-Manguinhos já conduzia para a produção de testes diagnósticos de covid-19. Classificada como vacina de subunidade, a tecnologia usada prevê a injeção dessas proteínas no corpo humano, para que suas defesas as reconheçam e se preparem para quando o coronavírus de fato inicie uma invasão. A proteína S é a que forma a coroa de espinhos que dão nome ao coronavírus, e a proteína N compõe o núcleo do vírus. A segunda proposta desenvolvida na Fiocruz é uma vacina sintética, que utiliza peptídeos das proteínas S e N produzidos em laboratório por sínteses químicas e acoplados a nanopartículas. Esses peptídeos foram identificados por meio de modelo computacional e ativam tanto a produção de anticorpos quanto a imunidade celular, em que o organismo elimina as células infectadas e impede o desenvolvimento dos sintomas. Uma dessas propostas deve chegar a testes clínicos de Fase 1, em humanos, já no início de 2021, e a agilidade de tais testes, especialmente na Fase 3, vai depender também de fatores externos, como a circulação do vírus. Caso o número de novas infecções caia, o tempo da pesquisa pode precisar se estender, já que os testes de Fase 3 dependem de que os milhares de voluntários se exponham ao vírus no seu dia a dia para testar a eficácia da vacina. Além das vacinas inteiramente desenvolvidas em Bio-Manguinhos, há ainda dois projetos já em curso com parcerias de outros institutos de pesquisa: uma vacina sintética com a Universidade Oxford e uma vacina proteica recombinante com o Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS) da Fiocruz. Modernização As dezenas de vacinas de covid-19 que já alcançaram os testes clínicos devem chegar ao mercado com plataformas tecnológicas inéditas, como as vacinas sintéticas, as de vetor viral e as de RNA. No caso dos trabalhos em Bio-Manguinhos, Missailidis destaca que as pesquisas em curso podem levar à modernização de outros imunizantes disponíveis no país, como vacinas que usam tecnologias de vírus vivo atenuado e, por isso, têm maiores restrições de público. "Essas plataformas são tecnologias novas. Havia um investimento mundial nessas novas tecnologias antes da pandemia, exatamente para preparar a humanidade para dar uma resposta mais rápida do que era a forma tradicional. Depois da consolidação dessas tecnologias, é claro que isso vai mudar um pouco a nossa visão de vacinologia, dependendo do custo dessas vacinas e da segurança." Texto: Vinícius Lisboa
- Combate a pragas do algodão é intensificado em Rondônia
Governo tem fortalecido ações com objetivo de combater a alta infestação do ‘bicudo-do-algodoeiro’, uma das principais pragas da cultura. Revista Imagem - 11/11/2020 18:10 O Governo de Rondônia, preocupado em garantir o progresso e a sustentabilidade da cultura do algodão, que vem ganhando espaço e volume no território rondoniense, tem reforçado a determinação à Agência de Defesa Agrosilvopastoril (Idaron) com intuito de garantir os estudos voltados à implantação de políticas de monitoramento e controle de pragas da cultura. A principal praga é o bicudo-do-algodoeiro, um besouro da família dos curculionídeos, originário da América Central, que perfura o botão floral e a maçã dos algodoeiros para depositar suas larvas, causando grandes prejuízos ao cultivo do algodão. O controle do besouro é feito com um conjunto de técnicas que inclui o vazio sanitário. Para dar segmento ao processo de implantação dessas técnicas de controle em Rondônia, o gerente de Inspeção e Defesa Sanitária Vegetal (GIDSV/Idaron), Jessé de Oliveira Junior, e o coordenador do Programa Estadual de Controle de Pragas de Interesse Econômico, João Paulo de Souza Quaresma, visitaram o estado do Mato Grosso, onde o algodão já é cultivado há décadas. Recebidos e conduzidos pelos técnicos do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado do Mato Grosso (Indea), os dois assistiram a uma apresentação do programa de combate ao bicudo-do-algodoeiro e visitaram os campos de produção de algodão, no município de Campo Verde/MT, onde acompanharam a fiscalização do vazio sanitário de vários produtores. Também visitaram o IMA (Instituto Mato Grossense do Algodão) para conhecer toda a estrutura do Instituto e o andamento das pesquisas em relação à cultura. Jessé de Oliveira lembra que o bicudo-do-algodoeiro é uma praga de difícil controle, o que torna a cultura de alto investimento e técnica. “Não temos que reinventar a roda, os produtores e fiscais do Mato Grosso têm anos de vivência com um programa consistente de controle do bicudo-do-algodoeiro, tornando-se um parceiro referencial para que Rondônia consiga implementar o vazio sanitário do algodão. A medida atende o anseio tanto do governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, quanto dos produtores, que vêm na iniciativa um fator a mais para garantir lavouras sadias e de alta rentabilidade”, explicou Jessé. ENCONTRO O próximo passo do programa será a realização do 1º Encontro de Produtores de Algodão no Estado de Rondônia para que todos os envolvidos na atividade, tenham a oportunidade de conhecer e apresentar as últimas experiências e novidades técnicas empregadas no cultivo. O encontro será realizado em parceria entre a Idaron, IMA/MT, Indea-MT, Organização dos Produtores e Organizações de Pesquisa de Rondônia. As normas que vão regular a atividade serão construídas após o encontro. Texto: Toni Francis
- Comercialização antecipada de soja chega a 91% em Rondônia
A maior parte do grão comercializado tem como destino as tradings visando a exportação, mas há contratos de venda para o mercado interno. Revista Imagem - 11/11/2020 18:08 Os agricultores de Rondônia esperam uma produção próxima a 1,2 milhão de toneladas de soja na safra 2020/21. Principal cultura que movimenta a economia do estado, a comercialização antecipada da oleaginosa chega a 91% no estado. A semeadura da cultura teve início ainda em setembro. A previsão é que até o fim deste mês cerca de 92% da soja tenha o plantio realizado. Os dados estão no 2º Levantamento da Safra de Grãos 2020/2021 divulgado nesta semana, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A maior parte do grão comercializado tem como destino as tradings visando a exportação, mas também há contratos de venda fechados junto ao mercado interno, como as fábricas de ração, que apresentam crescimento linear no estado, assim como os confinamentos e semiconfinamentos de bovinos, granjas de aves e suínos. A produção da soja representa 52% do total a ser colhido no estado. Para Rondônia, a Conab estima uma produção de 2,3 milhões de toneladas. A área plantada deverá se manter estável, com 602,5 mil hectares. O volume, no entanto, pode apresentar variações nos próximos levantamentos, uma vez que a produção de grãos ainda se apresenta em estágios iniciais. Outras informações sobre a safra em Rondônia e nos demais estados do país podem ser acessadas na íntegra do documento disponível no site da Conab. Da Redação - Fonte Conab
- Governo e empresários alinham medidas para não fechar o comércio em Rondônia
Empresários e a população devem seguir os protocolos sanitários, caso contrário será recomendada adoção de medidas mais severas. Revista Imagem - 11/11/2020 11:53 A pandemia da Covid-19 ainda não acabou e o aumento dos casos em Rondônia têm causado preocupação ao Governo do Estado e à classe empresarial. À vista disso, na manhã desta terça-feira (10), em videoconferência foram discutidas estratégias, com destaque à conscientização, a fim de evitar o fechamento do comércio em Rondônia. Ainda no encontro remoto, foi pontuada a preocupação por parte dos empresários com a volta da fase 3 de distanciamento social, do Plano Todos por Rondônia. Além disso, cabe lembrar que a sociedade tem um fator muito importante e deve ser objeto de conscientização, juntamente com os empresários, caso contrário regras mais rígidas serão propositadas, e não é o que o executivo estadual almeja. Atento ao panorama central da doença, o estrategista de dados Caio Nemeth apresenta projeções numéricas e geoespacial sobre o avanço da Covid-19 no Estado, que prevê forçosamente, por meio de matemática de controle, diversas situações que podem originar um colapso. Apesar de ser apontado como um risco ínfimo, é patente a necessidade de adequação de medidas em comparação com o novo cenário. A dinâmica da doença não é igual do início da pandemia e seu quadro de letalidade têm diminuído gradativamente, isso quer dizer, há uma queda no caso de óbito, mas isso, segundo o estrategista Caio, não é motivo para baixar a guarda, a exemplo da Europa. Por menor que seja a possibilidade, a inversão do quadro não é impossível. Os dados apresentados na videoconferência são apenas uma projeção sobre a evolução da pandemia diante da flexibilidade comercial, período eleitoral e abertura de bares, restaurantes e casas noturnas. Para Raniery Coelho, presidente da Federação de Comércio de Rondônia (Fecomércio), com o objetivo de coibir um colapso, a mudança da proposta deve ser rápida e eficaz com atuação entre o Governo e os empresários. Samuel Almeida, representante do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em Rondônia, destaca que deve haver um equilíbrio do binômio saúde-economia que pode se valer do uso da conscientização, em vez de medidas mais severas. Fazendo uso da palavra, Júnior Gonçalves, secretário-chefe da Casa Civil finalizou a videoconferência dizendo que “apesar dos acasos, somos um Estado vitorioso se compararmos com outros estados. Por isso montaremos estratégias para continuarmos tendo esse destaque e não prejudicar qualquer segmento”, buscar medidas com objetivo de não fechar o comércio. Para isso, o Governo do Estado conta com o apoio dos empresários e população nos cuidados sanitários. Ao final, foi solicitada uma convocação de reunião com o setor artístico para discussão sobre os cuidados sanitários e de lotação, ou caso seja preciso, como prevê no decreto, horário de abertura e fechamento de casas noturnas e bares. Ainda foi discutida a necessidade de estabelecer uma comunicação única para intensificação nos cuidados e conscientização à população. Sobretudo, foi apontada a possibilidade de criar obrigação de exposição por meio de banner ou outro meio similar destacando o lotação máxima permitida, preferencialmente em quantitativo e não em porcentagem. Além disso, requisita-se uma intensificação de fiscalização entre a Prefeitura e o Governo do Estado. Para mais informações, a alteração do decreto e publicação da portaria está prevista para ocorrer até sexta-feira (13). Participaram da videoconferência o secretário-chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, superintendente estadual de Comunicação, Lenilson Guedes; Empresário e representante do Pensar Rondônia, Francisco Holanda; Presidente da Fecomércio; Raniery Coelho; Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Joana Joanora; presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Valdir Vargas; o representante do Ministério Público de Rondônia, demais empresários e a imprensa local. Bem como a equipe técnica da Casa Civil e todo os representantes gabinete de crise. Texto: Emanuelle Pontes
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