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  • Isolamento social cai, mas pequenos negócios ainda têm baixo movimento

    É o que mostra uma nova pesquisa da SumUp, que presta serviços de maquininha de cartão para pequenos negócios. Revista Imagem - 03/12/2020 07:29 Mesmo após a redução do isolamento social no país, com a reabertura da maioria das atividades econômicas, o movimento observado por microempreendedores ainda é consideravelmente menor do que no período pré-pandemia. É o que mostra uma nova pesquisa da SumUp, instituição financeira que presta serviços de maquininha de cartão para pequenos negócios. A quarta rodada da pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 16 de novembro, com 1.500 clientes da empresa em todo o país, para entender o impacto da covid-19 na atual fase da pandemia. Os números mostram que 58% dos pequenos negócios que estão reabertos dizem que o movimento ainda é inferior ao início do ano. Entre os que mantêm pontos de venda fechados, 90% informam baixo movimento nos negócios. Proprietário de uma tapeçaria em Ferraz de Vasconcelos, município da região metropolitana de São Paulo, Rubens Rodrigues de Souza afirma que os primeiros meses da pandemia foram aquecidos, principalmente, por causa dos efeitos do auxílio emergencial de R$ 600 e com o comércio fechado por decisão das autoridades. Porém, não demorou muito para que as vendas caíssem. "Quando começou o ano, o comércio estava devagar, mas entrou a pandemia, aqueceu o comércio, por causa do auxílio emergencial, creio. Foram os dois meses em que prestadores de serviço tinham bastante trabalho. Mas, depois, começou a cair e estamos chegando ao fim do ano com movimento abaixo do anterior", relata. O microempreendedor também foi um dos que recorreram ao auxílio emergencial do governo. Agora, no entanto, ele demonstra certo pessimismo para os próximos meses. "Eu estou muito pessimista, principalmente com o começo do ano, acho que vai cair ainda mais o movimento. Tem a ameaça dessa nova onda, e pode ter restrições no comércio. Além disso, já não vai ter auxílio, o que piora as condições", argumenta. Trabalhando com reforma de estofados, Rubens Rodrigues também já percebe a falta de matérias-primas básicas para o seu trabalho. "Está faltando espuma no mercado, e o preço já subiu mais de 100%". Insumos como madeira, papelão e tecidos, esse último muito importado da China, também tiveram oferta reduzida, relato o microempresário. Em seu levantamento, a pesquisa da SumUp mostra que 37% dos donos de pequenos negócios acreditam quem o movimento vai melhorar com a proximidade do natal. Outros 10% acreditam que o movimento vai aumentar muito e 24% demonstram pessimismo e preveem queda nas vendas. Para a pequena empresária Bruna Schnorr, dona de uma agência de turismo em Brodosqui, no interior paulista, o movimento ainda é 70% menor do que o período pré-pandemia, mas há uma expectativa de melhora para os próximos meses. "Já estivemos pior na nossa área de turismo, que foi extremamente afetada pela pandemia, mas hoje eu acredito que a expectativa é bem melhor, digamos que estou uns 60% otimista", afirmou. Venda online consolidada Outro ponto nessa rodada de pesquisa da SumUp é a consolidação da venda online como uma das principais estratégias de negócios. O setor teve adesão de quase 100% dos empreendedores, que formam a base de clientes da empresa. Esse movimento de adoção da venda online tem sido progressivo e já foi observado desde o início da pandemia. "Tenho trabalhado bastante com vendas online, o que não fazíamos tanto antes do início da pandemia", reconhece Bruna. Entre os novos serviços oferecidos pela empreendedora, está o atendimento personalizado em casa, tendo como principais canais as redes sociais. "É uma ferramenta que veio para ficar, embora um pouco a contragosto no meu caso, porque sempre preferi o atendimento mais presencial. Porém, se não fossem as mídias sociais e as vendas online, eu não teria podido manter meu negócio, que chegou a ficar mais de dois meses e meio fechado". Por Revista Imagem - Texto: Pedro Rafael Vilela

  • Câmara aprova MP que destina R$ 1,995 bilhão para compra de vacina

    A matéria segue agora para análise do Senado, e precisa ser aprovada até esta quinta-feira para não perder a validade. Revista Imagem - 03/12/2020 07:26 O plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (2) a Medida Provisória 994/20, que abre crédito extraordinário de R$ 1,995 bilhão para compra de tecnologia e a produção de uma vacina contra a covid-19. Os recursos serão destinados para custear contrato entre a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde, e o laboratório AstraZeneca. A empresa desenvolve um imunizante em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido. A matéria segue agora para análise do Senado, e precisa ser aprovada até esta quinta-feira (3) para não perder a validade. O projeto foi aprovado sem emendas ao texto original do governo, por votação simbólica, em sessão virtual. Em virtude da urgência do tema, a oposição retirou a obstrução aos trabalhos em curso há cerca de dois meses. De acordo com a relatora, deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), do valor total da MP, ainda faltam R$ 400 milhões para serem aplicados. Dessa forma, a matéria precisa ser aprovada pelo Congresso para assegurar o repasse final de recursos. “Essa vacina é realmente algo que traz esperança à população, algo esperado há muito tempo, não só pelo Brasil e pelos brasileiros, mas por todo o mundo. Hoje posso dizer que estamos votando uma medida provisória que traz a esperança de que possamos voltar a nos abraçar, a ter uma convivência e, principalmente, de que possamos salvar vidas no nosso país”, disse a deputada. Segundo a MP, a transferência de tecnologia na formulação, envase e controle de qualidade da vacina será realizada por meio de um acordo da empresa britânica com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vinculada ao Ministério da Saúde. Com isso, caso a eficácia do imunobiológico seja comprovada, o Brasil deverá produzir 100 milhões de doses. Acordo O acordo entre Fiocruz e AstraZeneca é resultado da cooperação entre o governo brasileiro e o governo britânico, anunciado em 27 de junho pelo Ministério da Saúde. O próximo passo será a assinatura de um contrato de encomenda tecnológica, previsto para este mês, que garante o acesso a 100 milhões de doses do insumo da vacina, das quais 30 milhões de doses entre dezembro e janeiro e 70 milhões ao longo dos dois primeiros trimestres de 2021. Em todo o mundo, essa é uma das vacinas que estão em estágio mais avançado, já em testes clínicos com seres humanos. Recursos Do total de recursos a serem liberados, o Ministério da Saúde prevê um repasse de R$ 522,1 milhões na estrutura de Bio-Manguinhos, unidade da Fiocruz produtora de imunobiológicos. O objetivo é ampliar a capacidade nacional de produção de vacinas e tecnologia disponível para a proteção da população, segundo a pasta. Um total de R$ 1,3 bilhão são despesas referentes a pagamentos previstos no contrato de encomenda tecnológica. Os valores contemplam a finalização da vacina. O acordo prevê também o início da produção da vacina no Brasil a partir de dezembro deste ano e garante total domínio tecnológico para que Bio-Manguinhos tenha condições de produzir a vacina de forma independente. Por Revista Imagem - Texto: Heloisa Cristaldo

  • Seas implanta “Pacote Anticorrupção” e avança na eficiência e transparência

    Para dar cumprimento às medidas, foi criada uma Comissão Especial de Monitoramento e Avaliação. Revista Imagem - 03/12/2020 07:19 Dando cumprimento às metas contidas no Plano Estratégico de Rondônia, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), deu mais um passo rumo ao combate à corrupção. A Seas, em atuação inovadora, implantou um Pacote Anticorrupção composto por três importantes portarias, que visam a adoção de boas práticas anticorrupção em contratos, convênios, acordos e instrumentos congêneres celebrados pela Secretaria e com as demais organizações da sociedade civil, selecionadas por meio de chamamento público. Todas essas medidas buscam o endurecimento e o cumprimento das ações contra crimes de corrupção. Dessa forma, com a implantação do Pacote Anticorrupção, a Seas avança nos tópicos eficiência e transparência com a prestação do serviço público. Para dar cumprimento às medidas, foi criada uma Comissão Especial de Monitoramento e Avaliação (Cema) que vai acompanhar e fiscalizar as parcerias celebradas através dos termos de cooperação, fomento, convênio ou acordos de cooperação formalizados em parceria com a Seas. A primeira-dama e secretária da Seas, Luana Rocha reforçou que a implantação do Pacote Anticorrupção garante ainda a prevenção e o controle nos contratos administrativos firmados com a Secretaria Estadual de Assistência. “A Seas vem se destacando quanto a prevenção e fiscalização dos atos públicos. Estamos alcançando a meta contida no Plano Estratégico de Rondônia que busca ser referência nacional no enfrentamento à corrupção”, enfatizou a secretária. COMO ACESSAR AS PORTARIAS Os editais podem ser acessados aqui, ou no site oficial da Seas Ro, clicando na aba Editais. Estão disponíveis três publicações: As Portarias nº 675, 678 e 679. Por meio dela ficam instituídos a clausula anticorrupção e o Termo de Compromisso que devem ser incluídos obrigatoriamente nos acordos celebrados entre a Seas e as Organizações da Sociedade Civil. Por Revista Imagem - Texto: Anayr Celina

  • Vilhena tem 1 morte por covid-19 na quarta e totaliza 79 óbitos pela doença

    A pandemia já dura 242 dias em Vilhena. O primeiro diagnóstico aconteceu no dia 5 de abril. Revista Imagem - 03/12/2020 06:45 Vilhena registrou mais 1 morte provocada por covid-19 nesta quarta-feira (2). O óbito de um jovem de 39 anos deixou a cidade perplexa. Luiz Carlos Menicha era um desportista, professor de artes marciais, praticante de musculação e ciclismo, e não tinha nenhum problema de saúde antes de se contaminar com o coronavírus. Com o registro de ontem Vilhena contabiliza 79 mortes por covid-19, sendo 70 de vilhenenses e 9 de moradores de outras cidades. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,64%. Nesta quarta-feira também foram registrados 3 novos casos, aumentando para 4.245 o número de casos registrados no município, que conta com 105 casos ativos. A pandemia já dura 242 dias em Vilhena. O primeiro diagnóstico aconteceu no dia 5 de abril. Rondônia De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Rondônia, Vilhena é o terceiro município do estado em número de casos confirmados de covid-19, atrás apenas de Porto Velho e Ariquemes; e o quinto em número de mortes pela doença. Segundo a Sesau, Rondônia tem 81.322 casos confirmados e 1.579 óbitos provocados pelo novo coronavírus. Nesta quarta-feira foram registrados 12 óbitos por Covid-19 e 520 novos casos da doença em Rondônia. Por Revista Imagem - Texto: José Antonio Sant'Ana

  • DER disponibiliza Cartão de Visita Digital para dar transparência aos serviços

    Com a ferramenta a população terá acesso aos serviços do DER e ainda pode emitir sugestões, elogios, denúncias e solicitações. Revista Imagem - 03/12/2020 07:13 O Governo de Rondônia por meio do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER) criou o Cartão de Visita Digital, uma nova ferramenta inovadora e avançada para dar transparência a todos os cidadãos que tiverem interesse em conhecer os trabalhos que o DER realiza em todo o Estado de Rondônia. “O nosso objetivo e do governador, coronel Marcos Rocha é trabalhar com transparência e dedicação, para deixar a população contente e bem informada. Na plataforma Fala.BR, da Ouvidoria Geral do Estado (OGE), as pessoas podem se manifestar, sendo uma forma de aproximação com o departamento. Apenas com o celular e o cartão de visita digital, iremos responder a todos que interagirem nessa plataforma ou em outros canais do DER”, destacou Elias Rezende, diretor-geral do DER. COMO USAR O CARTÃO DE VISITA DIGITAL O contribuinte pode acessar o sistema da ouvidoria do DER, solicitando o cartão de visita digital da ouvidoria, via aplicativo de mensagens em contato pelo número (69) 99221-6422, podendo enviar manifestação de elogio, denúncia, sugestão, reclamação, ou solicitação. População pode solicitar cartão de visita digital da ouvidoria-DER, via aplicativo de mensagens De acordo com o ouvidor do DER Francisco Brito, essa é uma ferramenta de grande utilidade tanto para o Departamento quanto para o cidadão, considerando que nos dias atuais, todos estão ligados eletronicamente, a qualquer momento e de onde estiver o contribuinte pode interagir com o sistema.” A ferramenta inovadora que o DER dispõe a todos os cidadãos, através da Ouvidoria, torna o contribuinte cada vez mais participativo e o Departamento honrando a boa fé e transparência”, afirmou Francisco Brito, ouvidor. Por Revista Imagem - Texto: Antonia Lima

  • Verbas de compensação ambiental podem favorecer Unidades de Conservação em Rondônia

    Abrampa lança manual para apoiar Ministério Público a destravar verbas destinadas às áreas de conservação; no estado, são 79 unidades. Revista Imagem - 02/12/2020 17:29 Bilhões de reais oriundos de processos de licenciamento de empreendimentos com significativo impacto ao meio ambiente aguardam para serem aplicados com maior celeridade e efetividade a favor da natureza no Brasil. São recursos que legalmente devem ser destinados à consolidação e manutenção de unidades de conservação (UCs) em todo o país. Em Rondônia, segundo levantamento do Instituto Socioambiental (ISA). Em quase 20 anos, desde que o mecanismo da compensação ambiental foi instituído pela Justiça, cerca de R$ 1,74 bilhão foi destinado à criação e manutenção de áreas protegidas federais. Entretanto, o montante é muito maior – difícil de ser somado e mesmo aplicado por esbarrar em entendimentos jurídicos distintos em municípios, estados e União. Para fortalecer a atuação do Ministério Público brasileiro para destravar o dinheiro de compensações ambientais relacionadas ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), a Associação Brasileira dos Membros do Ministério Público de Meio Ambiente (Abrampa) e a Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza lançaram o livro eletrônico “A compensação ambiental do SNUC: manual de atuação do Ministério Público”. “Num momento em que as políticas ambientais vêm sendo cada vez mais enfraquecidas e nossos patrimônios naturais colocados em situação de precariedade, é preciso fortalecer as frentes de proteção do nosso meio ambiente. É justamente esse o objetivo do manual, fortalecer a atuação do Ministério Público que para se possa implementar, cada vez mais, o dever constitucional de proteção às áreas naturais no país”, explica a presidente da Abrampa, Cristina Seixas Graça. A Lei 9.985/2000, que criou o SNUC, estabeleceu em seu artigo 36 o mecanismo da compensação ambiental como forma de obrigar empreendimentos licenciados causadores de significativo impacto ao meio ambiente a destinarem recursos financeiros para a implantação e gestão de UCs no país. Posteriormente, vieram regulamentações adicionais por meio de decretos e leis federais diversas. A quantidade de regramentos, no entanto, não se traduziu em maior efetividade do instrumento da compensação ambiental no Brasil. Resoluções e normativas de órgãos ambientais nem sempre convergentes, além de múltiplas legislações estaduais e municipais, criaram um emaranhado legal que dificulta a execução da política compensatória de proteção das UCs. “É comum, por exemplo, que empreendimentos se aproveitem de algumas lacunas e contradições legais para não terem de pagar a compensação”, explica a procuradora de Justiça e organizadora do manual da Abrampa, Sílvia Cappelli, que também é membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza - RECN. Construção em etapas Prática recorrente de empreendedores para driblar a lei é o desmembramento de grandes construções em fases ou unidades menores, de maneira que nenhuma delas atinja o patamar que as obrigue a elaborar o Estudo de Impacto Ambiental e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA). O EIA/RIMA é o documento que avalia o Grau de Impacto (GI) do projeto, valor de referência usado para calcular o montante compensatório. Com tal manobra, os empreendimentos fogem das regras do licenciamento ambiental e, consequentemente, ficam isentos do pagamento da compensação. Uma prática que merece atenção e fiscalização para que o real dano ambiental seja reparado. Um dos exemplos trazidos no livro é o setor de geração de energia elétrica. Enquanto a Resolução CONAMA n.º 001/1986 define como atividade modificadora do meio ambiente a geração de eletricidade acima de 10 megawatts (MW), os projetos de construção de parques eólicos são costumeiramente desmembrados em empreendimentos inferiores a este patamar, evitando a exigência do EIA/RIMA. “Destacamos esse e outros exemplos para alertar os membros do MP sobre as práticas mais comuns empregadas na tentativa de escapar das regras de compensação”, diz Cappelli. “A compensação não é uma sanção ou multa aplicada às empresas, mas uma etapa de todo e qualquer licenciamento ambiental para construções com grande impacto ao meio ambiente. É um instrumento essencial para a manutenção do SNUC e para as unidades de conservação”, avalia. A diretora executiva da Fundação Grupo Boticário, Malu Nunes, aponta que os Ministérios Públicos, federal e estaduais, têm sido, historicamente, defensores da garantia dos direitos ambientais. “Este estudo facilita a atuação do MP, na medida em que organiza e apresenta informações qualificadas sobre um tema específico e complexo. O fortalecimento das UCs é essencial para que seu uso público seja ampliado, atraindo as pessoas para conhecer as áreas protegidas, entendendo o valor da natureza e proporcionando o desenvolvimento socioeconômico das comunidades do entorno a partir da atividade turística.” A publicação Dividido em oito capítulos, “A compensação ambiental do SNUC: manual de atuação do Ministério Público” traz tabelas e gráficos didáticos que auxiliam procuradores e promotores a buscarem mais celeridade nos processos de licenciamento, incluindo a execução da compensação ambiental e o apoio à implantação e gestão das UCs. Em um dos capítulos, a publicação se debruça sobre a natureza jurídica da compensação ambiental, apresentando as principais discussões doutrinárias sobre o tema, como as últimas deliberações do Tribunal de Contas da União (TCU) acerca da concepção do mecanismo. Um dos itens que cria sérios obstáculos à atuação do MP é a falta de regulamentação efetiva sobre o cálculo do montante a ser pago pelos empreendimentos. A Lei 9.985/2000, que estabeleceu o instrumento da compensação, determinou limite mínimo de pagamento a título compensatório de 0,5% dos custos totais previstos para a implantação do projeto. Em 2008, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou o piso inconstitucional. Desde então, não houve regulamentação para definir claramente a fórmula de cálculo. O assunto é tratado em capítulo específico no Manual, onde estão relacionadas as discussões mais recentes em torno do tópico, mostrando metodologias internacionais que podem ser referência para a devida apuração e fiscalização pelo MP das informações prestadas nos EIA/RIMA apresentados pelos empreendimentos. O manual também traz parte dedicada aos mecanismos financeiros de gestão e aplicação do montante compensatório, detalhando o arcabouço legal da constituição de fundos privados na esfera federal, notadamente por meio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Neste ponto, apresenta as regulamentações de 13 estados da federação, indicando inclusive os índices de reajustes dos fundos e a base de cálculo de cada um deles. “Hoje, por exemplo, já está pacificado, inclusive por meio de entendimentos do próprio TCU, que o dinheiro oriundo da compensação ambiental deve ser integralizado em fundos privados de natureza contábil geridos por bancos oficiais”, destaca a promotora de justiça regional de meio ambiente do MP da Bahia, Aline Salvador. Outro ponto importante do Manual são os esclarecimentos que ele traz sobre as aplicações previstas em lei quanto ao dinheiro da compensação, sendo a regularização fundiária a mais importante delas, até mesmo como forma de cessar conflitos entre o poder público e os entes privados donos das terras transformadas em UCs. “No caso das unidades em que o Estado tem que indenizar os eventuais proprietários particulares, a aquisição das terras e regularização fundiária é o uso principal previsto em lei. Em seguida vêm a demarcação das UCs, a elaboração e revisão dos planos de manejo e a aquisição de bens e serviços para a manutenção das áreas”, esclarece o doutor em ciências biológicas e assessor técnico do MP do Rio Grande do Sul, Luiz Fernando de Souza. Ao final, a publicação oferece uma série de check lists referentes a diversas etapas da compensação ambiental, um guia rápido e prático que auxilia os membros do MP em questões como a formação de diagnóstico das UCs existentes, a coleta de dados sobre os processos de licenciamento, o levantamento do passivo de licenciamentos devedores de compensação ambiental e o inadimplemento de Termo de Compromisso de Compensação Ambiental (TCCA). “A compensação ambiental do SNUC: manual de atuação do Ministério Público” é uma publicação eletrônica produzida pela Abrampa, com apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. O manual pode ser acessado gratuitamente no site da Abrampa. Sobre a Fundação Grupo Boticário Com 30 anos de história, a Fundação Grupo Boticário é uma das principais fundações empresariais do Brasil que atuam para proteger a natureza brasileira. A instituição atua para que a conservação da biodiversidade seja priorizada nos negócios e em políticas públicas e apoia ações que aproximem diferentes atores e mecanismos em busca de soluções para os principais desafios ambientais, sociais e econômicos. Já apoiou cerca de 1.600 iniciativas em todos os biomas no país. Protege duas áreas de Mata Atlântica e Cerrado – os biomas mais ameaçados do Brasil –, somando 11 mil hectares, o equivalente a 70 Parques do Ibirapuera. Com mais de 1,2 milhão de seguidores nas redes sociais, busca também aproximar a natureza do cotidiano das pessoas. A Fundação é fruto da inspiração de Miguel Krigsner, fundador de O Boticário e atual presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário. A instituição foi criada em 1990, dois anos antes da Rio-92 ou Cúpula da Terra, evento que foi um marco para a conservação ambiental mundial Por Revista Imagem - Fonte Tamer Comunicação

  • SAÚDE: Você conhece a microfisioterapia?

    Especialista fala sobre a técnica criada na França e seus benefícios no tratamento complementar de doenças físicas e emocionais. Revista Imagem | 02/12/2020 10:00| Por Bruna Caroline Elicher* A microfisioterapia é uma técnica desenvolvida na França na década de 80, pelos fisioterapeutas Daniel Grosjean e Patrice Benini, chegou ao Brasil há 15 anos e tem mostrado sua eficácia como tratamento complementar de doenças físicas e emocionais. Teve embasamento teórico no estudo da embriologia, filogênese e ontogênese, que serviram como base para os mapas corporais desenvolvidos e gestos manuais específicos para o diagnóstico e o tratamento. É uma técnica de terapia manual que visa tratar a causa da doença e não apenas seu sintoma. Isso é possível porque nosso organismo tem uma memória própria, que é construída através de micromovimentos imperceptíveis dos nossos órgãos e células. Com esta memória, podemos identificar as razões para a perda de vitalidade e descobrir a causa ou o trauma que explique a origem de doenças e de vários sintomas que atrapalham a qualidade de vida. Na microfisioterapia, os toques na pele fazem com que corpo diferencie todos os traumas vividos, seja de ordem física ou emocional. O que acontece é que sem o estímulo dos toques da microfisioterapia, o organismo fica sem saber o que exatamente deve ser eliminado e o que precisa ser feito para apagar a memória celular. O fisioterapeuta especializado na técnica procura localizar pontos no corpo do paciente em que haja perda de energia vital. A sensação dos micromovimentos do corpo orienta o terapeuta a seguir o caminho percorrido pela agressão e a ativar o processo de autocura. Benefícios da Microfisioterapia Os benefícios proporcionados pela Microfisioterapia são muitos, entre eles: • Melhoria do estado emocional • Tratamento das dores • Estimulação do sistema Imunológico • Identificação da causa primária de um sintoma ou de uma doença • Promoção da saúde • Prevenção de doenças Doenças que podem ser melhoradas pela Microfisioterapia Muitos dos problemas de saúde podem encontrar uma possibilidade de melhora com a microfisioterapia e que pode ser aplicada em qualquer idade, desde recém-nascidos até jovens e idosos, portadores ou não de necessidades especiais. Veja abaixo a relação das doenças que podem ser melhoradas com o tratamento: • Síndrome do Pânico • Depressão comum e bipolar • Alergias em geral • Dores físicas • Traumas físicos • Traumas emocionais • Rinites • Artrites • Problemas de pressão • Problemas respiratórios • Fibromialgia • Ansiedade • Fobias • Problemas escolares • Falta de atenção e concentração • Hiperatividade • Agressividade A partir daí, através de atos que simulem em uma micro escala a origem do trauma, estimulam-se mecanismos de autocorreção no seu organismo. Dessa forma, é restabelecido o equilíbrio do organismo e é restaurada a vitalidade dos tecidos do corpo afetados por algum trauma. *Bruna Caroline Elicher é fisioterapeuta (Crefito 193226-F) + Telefones para contato (69) 98115-1468 e (67) 99669-0610

  • Claudete Sabino é apresentada como secretária-adjunta da Semed em Vilhena

    Professora é servidora efetiva da Educação desde 2003 e já foi Gerente da Educação Especial e diretora da Escola Municipal Ensina-me a Viver. Revista Imagem - 02/12/2020 16:38 O secretário municipal de Educação, professor Willian Braga, apresentou aos servidores da pasta a nova secretária-adjunta da Semed, a professora Claudete Sabino. Claudete é formada com magistério, graduada em Serviço Social e pós-graduada em Gestão, Orientação e Supervisão. É servidora efetiva da prefeitura de Vilhena há 17 anos, onde trabalhou como professora. Também esteve à frente da pasta da Educação Especial na Semed e, atualmente, estava lotada como diretora na Escola Municipal Ensina-me a Viver. O titular da pasta deu as boas vindas a nova companheira de trabalho e a agradeceu por aceitar o convite. “Conheço o trabalho da professora Claudete há anos, e com aprovação do nosso prefeito Eduardo Japonês, sei que ela está capacitada para desempenhar junto à mim, um excelente trabalho na Semed”, explicou Willian. Claudete se mostrou feliz e grata ao prefeito Eduardo Japonês e ao secretário Willian Braga pela confiança em sua nomeação como secretária-adjunta. “Iremos buscar o melhor para a Educação e estaremos trabalhando conforme a demanda da secretaria, que agora poderá contar com mais uma parceira que entende sobre a área e que esteve em sala de sala”, disse. Por Revista Imagem - Fonte Semcom PMV

  • Prefeitura de Vilhena receberá quase R$ 2 milhões de emenda parlamentar

    Recurso conseguido pelo deputado Luizinho Goebel será destinado para a Saúde e na construção de uma praça no bairro Jardim Eldorado. Revista Imagem - 02/12/2020 16:27 Em visita a parlamentares em Porto Velho, o prefeito Eduardo Japonês anunciou nesta terça-feira a destinação de quase R$ 2 milhões para Vilhena pelo deputado estadual Luizinho Goebel. São R$ 1 milhão para a Saúde e mais R$ 800 mil para a construção de uma praça no bairro Jardim Eldorado. Na companhia dos secretários municipais de Saúde, Afonso Emerick, e Agricultura, Jair Dornelas, o prefeito foi recebido pelo chefe de gabinete do deputado Luizinho, Zico Mattos. “Hoje fomos informados aqui pelo gabinete que o Governo vai fazer o pagamento da emenda de R$ 1 milhão que o deputado Luizinho destinou para a Saúde de Vilhena. Também recebemos a ótima notícia de que a ‘Praça do Barcelona’, ali no Jardim Eldorado, pedido do vereador Rogério Golfetto, teve seu recurso empenhado. Vamos continuar em Porto Velho nesta semana e muitas outras conquistas serão anunciadas. Obrigado deputado!”, garantiu Eduardo Japonês. Ainda na terça-feira Japonês conversou com o deputado estadual Ezequiel Neiva e o deputado federal Mauro Nazif. Na manhã desta quarta-feira visitou o deputado estadual Lazinho da Fetagro e continuará na capital em diversas agendas na busca de recursos para o município, bem como para agilizar projetos já em andamento. Por Revista Imagem - Fonte Semcom PMV

  • Sequelas da covid-19 matam professor de artes marciais em Vilhena

    Em novembro, quando já lutava contra a doença Luiz Menicha fez um alerta no Facebook: "Covid19 não é brincadeira, ela existe, ela mata". Revista Imagem - 02/12/2020 11:11 O desportista e professor de jiu-jitsu Luiz Carlos Menicha faleceu na madrugada desta quarta-feira (2), no Hospital Regional de Vilhena, aos 39 anos. Segundo amigos ele teria morrido em decorrência de sequelas deixadas pela Covid-19. Menicha contraiu a doença ainda em outubro. No início de novembro precisou ser internado e ficou uma semana na Central de Atendimento à Covid-19. No dia 13/11 comemorou a alta da internação com uma postagem no facebook onde disse ter vencido a covid-19 após 28 dias de convívio com a doença. Mas 4 dias após ter recebido alta, ele fez uma nova postagem no Facebook falando da 2ª batalha, a recuperação pós covid. Reclamando de febre e desidratação, o atleta fez um desabafo: "COVID19 NÃO É BRINCADEIRA, ELA EXISTE, ELA MATA". No dia 17/11 ele faz uma nova publicação com um tom de autocrítica: "A exato 30 dias atrás estava Na Musculação/JIU-JITSU e CICLISMO. ANDANDO PARA CIMA E PARA BAIXO TOPANDO TUDO. HOJE LUTO PARA NÃO TER FEBRE E DOR DE CABEÇA. NÃO SEI QUANDO VOLTAREI MINHA VIDA NORMAL. APENAS DIGO..."NÃO SEJA VC VÍTIMA DE SUA PRÓPRIA HIPOCRISIA." No dia seguinte (18/11) Menicha foi novamente internado na Central de Atendimento a Covid-19. Em sua última postagem sobre a doença ele escreveu: "COVID19 NÃO É BRINCADEIRA NÃO A SUBESTIME, ESTOU BUSCANDO TODAS AS FORÇAS POSSÍVEIS PARA ME MANTER LÚCIDO DIANTE DESSA SITUAÇÃO" A causa morte de Menicha foi descrita como “insuficiência respiratória, insuficiência renal aguda, sequela pós-Covid”. O velório acontecerá das 14h às 17h na Capela Municipal. Por Revista Imagem - Da Redação

  • Covid-19: Brasil tem 697 novas mortes e 50.909 diagnósticos em 24 horas

    Rondônia registrou 6 novos óbitos e 264 novos casos de Covid-19, sendo 9 casos em Vilhena. Revista Imagem - 02/12/2020 07:56 O Brasil registrou nesta terça-feira (1) 697 novos óbitos pela covid-19. Ainda há 2.163 mortes em investigação. Em 24 horas, foram registrados 50.909 diagnósticos positivos para a doença. As mortes causadas pela pandemia do novo coronavírus chegaram a 173.817 e o número de casos acumulados de covid-19 atingiu 6.386.787. Ainda conforme a atualização do Ministério da Saúde, há 556.472 pacientes em acompanhamento. Outras 5.656.498 pessoas já se recuperaram da doença. Estados A maioria das mortes foram registras em São Paulo (42.290), Rio de Janeiro (22.683), Minas Gerais (10.051), Ceará (9.629) e Pernambuco (9.056). As unidades da federação com menos óbitos pela doença são Acre (726), Roraima (728), Amapá (810), Tocantins (1.167) e Rondônia (1.567). Rondônia Já em Rondônia foram registrados 264 novos casos de Covid-19 e outras 6 mortes pela doença nesta terça-feira segundo boletim divulgado pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). Com esses números, o estado chega a 80.802 pessoas infectadas pelos novo coronavírus desde o início da pandemia e contabiliza 1.567 vítimas fatais. Vilhena A Secretaria Municipal de Saúde de Vilhena contabilizou 9 casos novos da doença. Dessa forma, Vilhena registra 4.245 casos confirmados de covid-19 e 78 óbitos pelo coronavírus, sendo 69 de vilhenenses e nove de moradores de fora. Por Revista Imagem - Texto José Antonio Sant'Ana

  • MEC determina volta às aulas presenciais a partir de janeiro

    A medida vale para as instituições federais de ensino superior que deverão adotar um "protocolo de biossegurança", definido em julho. Revista Imagem - 02/12/2020 07:39 O Diário Oficial da União publica, nesta quarta-feira (2), portaria do Ministério da Educação (MEC), determinando que instituições federais de ensino superior voltem às aulas presenciais, a partir de 4 de janeiro de 2021. Para isso, as instituições devem adotar um "protocolo de biossegurança", definido na Portaria MEC nº 572, de 1º de julho de 2020, contra a propagação do novo coronavírus (covid-19). O documento estabelece ainda a adoção de recursos educacionais digitais, tecnologias de informação e comunicação ou outros meios convencionais, que deverão ser “utilizados de forma complementar, em caráter excepcional, para integralização da carga horária das atividades pedagógicas”. O texto da portaria diz, também, que as “práticas profissionais de estágios ou as que exijam laboratórios especializados, a aplicação da excepcionalidade”, devem obedecer as Diretrizes Nacionais Curriculares aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), “ficando vedada a aplicação da excepcionalidade aos cursos que não estejam disciplinados pelo CNE”. O documento estabelece, que, especificamente, para o curso de medicina, "fica autorizada a excepcionalidade apenas às disciplinas teórico-cognitivas do primeiro ao quarto ano do curso, conforme disciplinado pelo CNE". Por Revista Imagem - Fonte Agência Brasil

  • Parte importante da economia de RO, pecuária se beneficia da desoneração da folha

    Segmento de proteína animal está entre os 17 setores contemplados pelo benefício fiscal e deve ter manutenção de empregos. Revista Imagem - 02/12/2020 07:30 Com a decisão pela derrubada do veto presidencial à prorrogação da desoneração de folha de pagamento, o Congresso Nacional espera que um universo com mais de seis milhões de trabalhadores seja menos afetado pelos impactos da crise causada pela pandemia. Em Rondônia, o setor pecuário deve ser um dos segmentos com manutenção de empregos até o final de 2021, data do novo término da desoneração, já que a proteína animal está na lista dos 17 ramos da economia beneficiados. Ao longo de 2020, o setor agropecuário gerou quase dois mil empregos em Rondônia e tem saldo positivo entre admissões e desligamentos até setembro, embora os dados gerais da atividade econômica estadual apontem variação negativa. Nos últimos três meses, foram 415 novos postos de trabalho no segmento. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), junto à agricultura, a pecuária teve saldo positivo de 376 empregos nos nove primeiros meses do ano, com 1.955 admissões e 1.579 desligamentos. Com exceção da indústria, que teve saldo azul de 1.219, os outros setores da economia do estado do Norte do país tiveram mais desligamentos do que admissões, entre eles comércio, construção e serviços. Para o professor de Economia da Universidade de Brasília (UnB), Newton Marques, a desoneração dos encargos trabalhistas até o final do ano que vem será importante para a manutenção de empregos. Marques ressalta, no entanto, a necessidade de uma contrapartida do benefício. “A desoneração é positiva para a economia. A atividade econômica está muito em baixa e qualquer vantagem que tenha para o lado do empresariado facilita. Os benefícios têm que ter contrapartida para que os empresários consigam manter pelo menos uma parte do nível de emprego”, avalia o professor. Na prática, a desoneração da folha de pagamentos permite a substituição da contribuição previdenciária patronal incidente sobre a folha de salários por uma contribuição incidente sobre a receita bruta, reduzindo a carga tributária do encargo previdenciário devido pelas empresas. A manutenção de postos de trabalho também é o entendimento da deputada federal Jaqueline Cassol (PP-RO). Para a parlamentar, a desoneração dará fôlego para as empresas continuarem funcionando sem demissões em massa. “As estimativas apontavam que o fim da desoneração resultaria na demissão de um milhão e meio de trabalhadores. Então, a derrubada do veto permitiu que alguns setores da economia sigam funcionando e os trabalhadores empregados”, diz. “Claro que a redução da alíquota tem reflexos na arrecadação, mas se esses brasileiros ficassem desempregados, não haveria arrecadação do INSS”, completa. A redução da alíquota a que a deputada se refere é a da contribuição para a Previdência Social, que para os beneficiados tem percentual que varia de 1% a 4,5% sobre o faturamento bruto, em vez de 20% de contribuição sobre a folha de pagamento. Histórico da desoneração A desoneração da folha de pagamento foi criada em 2011, durante o primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff, para incentivar a manutenção de empregos. Em 2018, durante o governo de Michel Temer, o Congresso decidiu que aquela seria a última prorrogação e que a desoneração acabaria em dezembro de 2020. Neste ano, a prorrogação foi incluída no texto da legislação pelo Congresso em maio, durante apreciação da Medida Provisória (MP) 936/2020, que criou o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. A MP deu origem à Lei 14.020, de 2020, que permite a redução da jornada de trabalho e do salário durante a pandemia de coronavírus. Por Revista Imagem - Texto Thiago Marcolini

  • Câmara aprova mais de R$ 20 milhões para Secretaria de Obras em Vilhena

    Valor será usado na compra de máquinas, pavimentação asfáltica e drenagem pluvial. Revista Imagem - 02/12/2020 07:23 A Câmara de Vereadores de Vilhena aprovou dois projetos de lei que destinam mais de R$ 20 milhões para a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp). A votação aconteceu na manhã desta terça-feira (1º), durante a 30ª sessão ordinária. Nos dois projetos, o Poder Executivo pediu autorização para abertura de crédito adicional suplementar no orçamento-programa da Semosp. O Projeto de Lei 5.993/2020 destina R$ 1.462.300,00 para a compra de um caminhão-pipa, uma escavadeira e um rolo compactador. De acordo com o Poder Executivo, o caminhão-pipa deve ter hidrojateamento e sucção a vácuo, e será usado para limpeza do sistema de drenagem pluvial. A escavadeira, de porte médio, auxiliará em serviços de cascalhamento, e o rolo compactador, na recuperação de vias. O recurso será proveniente do governo do Estado de Rondônia, através do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER-RO), por meio do Termo de Convênio nº 055/2020/FITHA-RO, com contrapartida do município. Já o Projeto de Lei 5.999/2020 encaminha R$ 19.151.894,83 para pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais nos Setores 18, 43 e 82. O valor será proveniente de contrato de financiamento firmado com o Governo Federal/Caixa Econômica Federal/Programa Pró-Transporte. Os projetos foram aprovados por unanimidade e segue para sanção do Executivo. Para saber mais informações sobre os projetos, acesse o Sistema de Apoio ao Processo Legislativo. Por Revista Imagem - Fonte Assessoria CMV

  • Estudante de Direito de Vilhena é selecionada para Grupo de Pesquisa do IDCC

    O instituto tem como presidente o famoso jurista Zulmar Fachin. Revista Imagem - 02/12/2020 07:20 Acadêmica do 6° período noturno, do curso de Direito oferecido pela Unesc em Vilhena, Kauane Ramos de Paula recebeu com bastante alegria a sua aprovação no Processo de Seleção de Membros dos Grupos de Pesquisa, promovido pelo Instituto de Direito Constitucional e Cidadania (IDCC), do núcleo de Londrina (PR). O instituto tem como presidente o famoso jurista Zulmar Fachin. Entre os principais objetivos do Programa de Grupos de Pesquisa estão a consolidação da pesquisa institucional e o desenvolvimento de ciência e tecnologia, bem como a criação de difusão da cultura, o fortalecimento das linhas de pesquisa no âmbito do IDCC e ainda possibilitar a integração de pesquisadores em atividades coletivas de pesquisa, propiciar a participação de discentes em grupos de pesquisa institucional e também fomentar o processo crítico de aprendizagem. A acadêmica da Unesc integrará o Grupo de Pesquisa e Estudo “Direitos Fundamentais e as Ciências Criminais”, coordenado pelo professor Me. Romulo de Aguiar Araújo. “Estou muito animada com a oportunidade, pois acredito que irá acrescentar muito à minha bagagem acadêmica. O tema abordado pelo grupo, que será as Ciências Criminais, é um tema que, no futuro, tenho interesse em me especializar. Desenvolver pesquisas a respeito do âmbito criminal e desenvolver esse senso crítico acredito que seja muito importante para o acadêmico de Direito. Serão muitas experiências que poderei usar para a minha formação”, ressalta Kauane Ramos de Paula. A acadêmica da Unesc também foi aprovada no último processo seletivo realizado pelo Tribunal de Justiça de Rondônia e recentemente foi convocada para estágio no Fórum de Vilhena. Para o coordenador do curso de Direito na Unesc em Vilhena, a aprovação de Kauane é mais um exemplo do esforço conjunto entre acadêmicos, professores e instituição. "É uma aprovação muito festejada por todos os professores e alunos do curso de Direito da Unesc. Temos acadêmicos participando de Grupos de Pesquisas na UEL (Universidade Estadual de Londrina), UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso) e agora no IDCC. A cultura da pesquisa cada vez mais circula no curso, o que proporciona acadêmicos mais autônomos, críticos e preparados. Mais uma vez nossos acadêmicos enfrentam seletivos em grandes centros de pesquisa e ensino e são aprovados, demonstrando que a união entre alunos dedicados, professores comprometidos e uma instituição verdadeiramente preocupada com a qualidade do ensino produz frutos", destacou Vitor de Medeiros Marçal. Por Revista Imagem - Da Redação

  • Propriedades com plantio de soja devem ser cadastradas até dia 30 em Rondônia

    A soja já é o segundo produto mais exportado, gerando, só em 2019, $ 386 milhões de dólares em receita para o Estado. Revista Imagem - 02/12/2020 07:14 Os produtores rurais de Rondônia que atuam na sojicultura têm até o dia 30 deste mês de dezembro para cadastrar as propriedades onde haverá o plantio de soja no Estado. O cadastro é obrigatório e teve início dia 15 de setembro, logo após o período do vazio sanitário. Pode ser feito presencialmente, nas regionais e unidades da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), nos 52 municípios e distritos, ou pela internet. Para os produtores que desejam cultivar a soja em safrinha, o cadastro deve ser realizado presencialmente, entre os dias 1 de fevereiro e 30 de março de 2021. Esses procedimentos estão definidos na Instrução Normativa 04/2020 – Idaron. Para declarar as propriedades o produtor deve clicar nesse link. VAZIO SANITÁRIO O período do vazio sanitário é realizado entre os dias 5 de junho a 5 de setembro. Nesse período é proibido o plantio de soja sem permissão da Idaron, além do produtor ter de controlar a soja de crescimento espontâneo ou popularmente denominada “tiguera”. Após esse espaço de tempo, tem início o período de cadastramento de lavouras de soja da safra principal seguinte, onde o produtor deve realizar o cadastro entre os dias 15 de setembro até o dia 30 de dezembro de cada ano. LAVOURA A soja já é o segundo produto mais exportado, gerando, só em 2019, $ 386 milhões de dólares em receita para o Estado de Rondônia. A área plantada tem alcançado aumentos significativos, na safra 2015/2016, por exemplo, foram plantados 234,9 mil hectares. Atualmente, a sojicultura é cultivada em 367,2 mil hectares, em 1,5 mil propriedades rondonienses, um aumento superior a 56% em apenas cinco anos. Entre os principais fatores que afetam a obtenção de altos rendimentos na cultura da soja, a ferrugem asiática causada pelo fungo Phakopsora pachyrrizi, tem ocasionado a maior preocupação, pelo potencial de dano que pode ocasionar. O fungo da ferrugem é classificado como biotrófico, portanto, necessita de hospedeiro vivo para se multiplicar, sobreviver e transferir de uma safra para a outra, condição que pode ocorrer em plantios no período seco com irrigação na entressafra ou em plantas de soja tiguera de crescimento espontâneo. O favorecimento de sobrevivência do fungo biotrófico na entressafra pode ser chamado como ponte verde, o que pode servir de elo para a ocorrência antecipada da doença na safra seguinte. Devido a essa característica do fungo, o “vazio sanitário da soja”, que é um período de ausência de plantas vivas de soja no campo na entressafra, tem como objetivo reduzir a quantidade de esporos do fungo durante a entressafra em razão da ausência do hospedeiro principal. O resultado esperado é o atraso nas primeiras ocorrências de ferrugem-asiática na safra, diminuindo a possibilidade de ocorrência da doença nos estágios iniciais do desenvolvimento da soja e, consequentemente, podendo reduzir o número de aplicações de fungicidas necessárias para o controle da praga. Por Revista Imagem - Texto Toni Francis

  • Idaron reforça alerta à população sobre sementes de origem desconhecida

    Novos registros de recebimento das sementes misteriosas aconteceram em Vilhena, na região do Cone Sul de Rondônia. Revista Imagem - 02/12/2020 06:45 O Governo de Rondônia, por meio da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), reforça o alerta fitossanitário referente às sementes de origem desconhecida que, do exterior, continuam a chegar nas casas dos rondonienses, via empresa de envio e entrega de correspondência. Em Rondônia, o recebimento das sementes foi registrado em 16 municípios, inclusive na capital, Porto Velho. Esses produtos chegam, normalmente, junto com compras feitas pela internet. Os pacotes teriam sido enviados por países da Ásia. O novo alerta do governo estadual é feito após avaliação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) que identificou pelo menos cinco tipos diferentes de pragas em amostras de sementes vindas do exterior para o Brasil. Até o final de outubro, segundo foi divulgado pelo Mapa, 525 pacotes de sementes não solicitadas foram entregues a brasileiros. De acordo com análise, uma das amostras continha a espécie Myosoton aquaticum, praga ausente no Brasil e com potencial para ser considerada quarentenária, ou seja, com risco de estabelecimento no país e de causar danos fitossanitários. A espécie é resistente a herbicidas, o que a torna de difícil controle. Ainda segundo o Ministério, as análises realizadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, referência em sanidade vegetal, indicam que parte das amostras contêm a presença de mais de uma praga em seu conteúdo. Em quatro amostras foram identificadas uma espécie quarentenária ausente (Descurainia sophia) considerada como planta daninha nos Estados Unidos da América e Canadá, além de planta invasora no México, Japão, Coreia, Chile e Austrália. Já a Myosoton aquaticum é considerada daninha nos campos de trigo da China. Outras 15 amostras continham gêneros que tem espécies quarentenárias ou espécies com potencial quarentenário, como sementes de Cuscuta, de Brassica, de Chenopodium, de Amaranthus, e dos fungos Cladosporium, Alternaria, Fusarium e Bipolaris. ATENÇÃO Para assegurar que essas sementes enviadas do exterior não sejam plantadas, semeadas ou descartadas no lixo, a Agência Idaron reforçou o alerta fitossanitário, orientando que quem as receba comunique a Agência, para que o material seja recolhido e enviado para análise no laboratório do Mapa. “Caso receba essas sementes, não abra a embalagem nem viole a identificação/etiqueta, entre imediatamente em contato com a Agência Idaron mais próxima, pelo telefone: 0800 643 4337 ou por e-mail. A notificação também pode ser feita online através deste link”, orienta Renê Suaiden Parmejiani, Coordenador do Programa Estadual de Fiscalização de Sementes e Mudas. Por Revista Imagem - Texto Toni Francis

  • Aneel reativa bandeira vermelha e conta de luz ficará mais cara neste mês

    Em maio, em razão da pandemia de covid-19, a Aneel havia decidido manter a bandeira verde acionada até 31 de dezembro. Revista Imagem - 02/12/2020 06:45 A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reativou o sistema de bandeira tarifárias e definiu a bandeira vermelha patamar 2 para o mês de dezembro, a mais alta, com custo de R$ 6,243 para cada 100 quilowatts/hora consumidos. Em maio deste ano, em razão da pandemia de covid-19, a Aneel havia decidido manter a bandeira verde acionada até 31 de dezembro deste ano. Entretanto, em reunião extraordinária na segunda-feira (30/11), a diretoria do órgão avaliou que a queda no nível de armazenamento dos reservatórios das usinas hidrelétricas e a retomada do consumo de energia justificavam o aumento. O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração. Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Segundo a Aneel, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de apresentar um valor que já está na conta de energia, mas que geralmente passa despercebido. Por Revista Imagem - Fonte Agência Brasil

  • CNA prevê aumento da produção do agronegócio no próximo ano

    Valor Bruto da Produção Agropecuária deve crescer 4,2%. Revista Imagem - 01/12/2020 17:21 A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estima crescimento de 3% para o Produto Interno Bruto (PIB) do Agronegócio em 2021 e de 4,2% para o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP, índice de frequência anual, calculado com base na produção agrícola municipal e nos preços recebidos pelos produtores). Segundo a CNA, 102,9 mil postos de trabalho foram gerados no setor, que deverá fechar 2020 com crescimento de 9% no PIB e de 17,4% no VBP. A entidade, que apresentou hoje (1º), em meio virtual, balanço e perspectiva do setor para 2020 e 2021, a previsão é de “equilíbrio da oferta e da demanda com uma produção maior para a maioria dos alimentos em 2021”. Do ponto de vista da oferta, a CNA diz que, entre os fatores que podem influir no ritmo da produção nos próximos meses, estão a intensidade do La Niña (que pode afetar especialmente a Região Sul do Brasil), os investimentos feitos este ano na produção e a relação entre câmbio e custos de produção, que devem subir em 2021 por causa de insumos como fertilizantes cotados em dólar. O preço do milho, que é usado como ração para boa parte do gado brasileiro, também pode influenciar a oferta interna da produção brasileira. “Já a demanda dependerá do crescimento da economia brasileira e mundial e da volta da normalidade social com reabertura de bares e restaurantes ao redor do mundo”, complementa a entidade. Na avaliação da CNA, o aumento do custo de produção, em especial o relativo a insumos como fertilizantes, herbicidas e ração, contribuiu para o aumento do preço dos alimentos. “Além disso, a alta nos preços internacionais dos alimentos, que foi de 10,9% de maio a outubro, conforme dados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), e a desvalorização da taxa de câmbio (46,5%) também favoreceram o aumento dos preços no Brasil.” Pandemia A pandemia do novo coronavírus resultou em um “cenário bastante caótico”, disse o superintendente técnico da CNA, Bruno Lucchi. Permitiu, no entanto, que a CNA implementasse uma série de medidas de apoio ao produtor – algumas com a colaboração do governo federal – para manter a produção de alimentos como atividade essencial, criar novos canais de comercialização visando à manutenção da renda e a redução de custos para o produtor, e garantir o fluxo logístico de abastecimento em todo o país. “A agropecuária brasileira é um mosaico de produtos. Cada um eles tem sua importância no campo social, no dos empregos e na manutenção da economia do interior. [Nesse sentido,] vimos que políticas públicas bem fundamentadas garantiram a segurança alimentar este ano”, disse Lucchi, referindo-se a medidas como o auxílio emergencial que, segundo a CNA, “possibilitou a recuperação da demanda interna e sustentou o poder de compra dos mais vulneráveis, como os trabalhadores informais, garantindo com que tivessem acesso aos alimentos mesmo com uma perda expressiva de renda”. Mercado externo A superintendente de Relações Internacionais da CNA, Lígia Dutra, afirmou que as perspectivas no cenário externo são de crescimento. “Temos de explorar bem nossas parcerias e investir no pequeno e médio produtor para buscarmos o mercado internacional." Até outubro deste ano, as exportações brasileiras somaram US$ 85,5 bilhões, o que equivale a um crescimento de 5,7% em relação a 2019. Os cinco principais destinos foram China, União Europeia, Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul. Juntos, esses países representaram 63% das exportações do agro brasileiro em 2020. Em 2020, aumentaram as exportações para China (19,4%), Indonésia (53,6%), Tailândia (43,9%), Turquia (41,8%) e Venezuela (190,3%). Alguns produtos tiveram destaque no mercado asiático – caso das ceras de abelha (Coreia do Sul), amendoim em grão (Vietnã), pimenta-do-reino (Bangladesh) e gelatinas (Índia). O agronegócio brasileiro conseguiu abrir mercado para 100 produtos em 30 países diferentes, com destaque para Guatemala (maçãs), Marrocos (material genético avícola), Egito (carne de aves e feijão), Catar (material genético bovino), Índia (gergelim), Coreia do Sul (camarão), Tailândia (carne bovina e lácteos) e Austrália (queijo). China “Hoje a China é o principal mercado consumidor, lá fora, mas estamos trabalhando outros países, como Indonésia e os países árabes, que são grandes consumidores de nossos produtos”, disse o presidente da CNA, João Martins. Segundo a CNA, além de se manter como um dos principais demandantes de soja em grãos (devido à recomposição de seus rebanhos), a China deve abrir mais mercado para o melão brasileiro. O país asiático deve ainda manter a demanda por carne bovina e aumentar a compra de carne suína e de frangos brasileiros em 5% e 3%, respectivamente. Para João Martins, nas relações com outros países, é importante ter "mercado com quem paga melhor". “Hoje a agropecuária brasileira exporta para mais de 170 países. Não devemos ter nem ideologia, nem bandeira', disse. Lígia Dutra acrescenta que as relações entre os países têm de ser “pragmáticas”. “A China é mercado prioritário para o ano quem vem também. Tensões geopolíticas não são exclusivas ao Brasil." Por Revista Imagem - Texto Pedro Peduzzi

  • Covid-19: MS concluirá plano de vacinação após registro de imunizantes

    Plano operacional para vacinação só ficará pronto quando houverem vacinas registradas na Anvisa, diz secretário. Revista Imagem - 01/12/2020 17:21 A conclusão do plano nacional de vacinação contra a covid-19 no país depende do registro das vacinas na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A informação foi dada nesta terça-feira (1) pelo secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Arnaldo Medeiros. “É fundamental pensarmos que esse plano operacional para a vacinação da covid-19 só ficará definitivamente pronto, fechado, quando tivermos uma vacina, ou mais de uma, que esteja registrada na Anvisa. Para isso, ela [vacina] precisa mostrar seus dados de segurança e eficácia para a população brasileira”, afirmou o secretário. Segundo o Ministério da Saúde, uma das características importantes para o registro da vacina contra a covid-19 é que ser termoestável. "Desejamos que a vacina seja fundamentalmente termoestável por longos períodos, em temperaturas de 2 a 8 graus, porque a nossa rede de frios é montada e estabelecida com essa temperatura", lembrou. Redes de frios são os refrigeradores que armazenam as vacinas pelos municípios brasileiros. Também estão entre os critérios para liberação da vacina segurança, proteção contra doença grave e moderada, eficácia, indução de memória imunológica, possibilidade de uso em todas as faixas etárias e grupos populacionais, proteção com dose única e que ela acrescente tecnologia com baixo custo de produção. Ainda durante entrevista coletiva nesta terça-feira, Armando Medeiros lembrou os dez eixos prioritários que vão guiar a campanha de vacinação dos brasileiros. O objetivo é imunizar, tão logo uma vacina segura seja disponibilizada, os grupos com maior risco de desenvolver complicações e óbitos pela doença e as populações mais expostas ao vírus. O público-alvo será detalhado apenas após a conclusão dos estudos de Fase 3 dos imunizantes testados. “Só assim conseguiremos avaliar em quais grupos [a vacina] teve maior eficácia”, afirmou. Por Revista Imagem - Texto Karine Melo

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