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  • “Aulão Seduc Rondônia” vai preparar estudantes para o Enem

    Serão quatro tardes de estudos e revisão de conteúdos nos dias 13, 14, 20 e 21 de janeiro. Por Revista Imagem - 11/01/2021 12:58 O Governo do Estado de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), realiza nos dias 13, 14, 20 e 21 de janeiro o “Aulão Seduc Rondônia”, com o objetivo de preparar e auxiliar os estudantes dos terceiros anos do ensino médio e egressos da Rede Estadual para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, que acontece nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021. A diretora-geral de Educação, Irany Oliveira, destaca que os aulões serão ministrados por professores especializados em conteúdos para o Enem. “Serão quatro tardes de estudos e revisão de conteúdos com professores de todas as áreas do conhecimento e os estudantes receberão dicas e lembretes sobre o exame”. O aulão será on-line e transmitido ao vivo pelo canal da Mediação Tecnológica Ro e pelo perfil oficial da Seduc Ro, a partir das 13h30h. ENEM Os estudantes devem ficar atentos aos locais e horários de realização das provas do Enem. As consultas podem ser realizadas por meio do cartão de confirmação na Página do Participante que fica no site do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), ou através do aplicativo Enem para celular. É importante levar documento com foto e caneta esferográfica, cor preta em material transparente. PROGRAMAÇÃO DO AULÃO: 13/01 – Quarta-feira Linguagens, Códigos e suas Tecnologias (Língua Portuguesa, Literatura, Educação Física, Artes e Língua Estrangeira) Redação 13h30: Abertura 14h – 14h55: AULA 1: LINGUAGENS 15h-15h55: AULA 2: LITERATURA Cinco minutos de dicas e lembretes 16h-16h55: AULA 3: REDAÇÃO 16h55-17h: encerramento 14/01 – Quinta-feira Ciências Humanas e suas Tecnologias Filosofia, Geografia, História e Sociologia) 13h50: Abertura 14h – 14h55: AULA 1: HISTÓRIA 15h-15h55: AULA 2: FILOSIFIA / SOCIOLOGIA Cinco minutos de dicas e lembretes 16h-16h55: AULA 3: GEOGRAFIA 16h55-17h:encerramento 20/01 – Quarta-feira Matemática e suas Tecnologias 13h50: Abertura 14h-16h55: AULA 1:MATEMÁTICA 16h55-17h: encerramento 21/01 – Quinta-feira Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Biologia, Física e Química) 13h50: Abertura 14h-14h55: AULA 1: BIOLOGIA 15h-15h55: AULA 2: QUÍMICA Cinco minutos de dicas e lembretes 16h-16h55: AULA 3: FÍSICA 16h55-17h: encerramento + lembretes Por Revista Imagem - Texto: Valéria Rodrigues

  • Lixo é o principal criadouro do mosquito aedes aegypti em Rondônia

    Em 2020 o número de casos de dengue aumentou mais de 300% com relação ao ano de 2019. Por Revista Imagem - 11/01/2021 12:54 O Governo de Rondônia, por meio da Agência de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa) detectou, através do último Levantamento Rápido de Ìndices para Aedes Aegypti (LIRAa), o principal criadouro do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika no Estado. De acordo com a coordenadora Estadual de Vigilância e Controle do Aedes aegypti, Bárbara Moura, em 2020 o número de casos de dengue aumentou cerca de 399% com relação ao mesmo período de 2019. “O aumento pode estar ligado com ao período chuvoso, mas é importante salientar que no final do ano passado tivemos uma redução dos casos, e isso se deve as ações de Ultra Baixo Volume (UBV- Carro de inseticida) da Agevisa nos municípios”, explica Barbara. O LIRAa é um método de amostragem, com o objetivo de conhecer indicadores entomológicos de forma rápida e oportuna que observa índices de infestação predial, de densidade nos criadouros inspecionados e quais os criadouros predominantes. Por meio deste método descobriu-se que o lixo é o principal criadouro do Aedes Aegypti, lugar onde são facilmente encontrados latas, copos plásticos, garrafas pets, pneus, tampinhas, entres outros recipientes propícios a fêmea do mosquito depositar os ovos. Os objetos que servem de berçário para o transmissor das doenças, podem estar em terrenos baldios, quintais, ferro-velhos e em outras áreas mal cuidadas. Em Rondônia, os dados do LIRAa apontam ainda seis municípios com maior risco de infestação do vetor da dengue, chikungunya e zika: Jaru, Ouro Preto do Oeste, Alto Paraíso, Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste e Cabixi. Nestas cidades foram encontradas larvas do mosquito no lixo. “Os municípios já estão abastecidos este ano com o inseticida, inclusive para estarem utilizando com a UBV costal, espécie de mochila, para utilizarem onde existirem casos confirmados”, explica a coordenadora. Barbara esclarece ainda que a maior preocupação é com as gestantes que podem transmitir ao bebê, causando sequelas. Para reduzir os casos de dengue, chikungunya e zika no Estado em 2021, além da distribuição do inseticida aos municípios, o Governo do Estado por meio da Agevisa, intensificou as campanhas de conscientização do combate ao Aedes. Outdoors reforçam a importância de manter quintais limpos, a fim de evitar a proliferação do mosquito. Por Revista Imagem - Texto: Marina Espíndola

  • Covid-19: Cuidados com crianças e adolescentes devem ser reforçados

    As crianças que apresentam maiores comorbidades são mais vulneráveis para contrair a Covid-19. Por Revista Imagem - 11/01/2021 11:57 O Governo, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) em conjunto com o Hospital Infantil Cosme e Damião (Hicd), chama a atenção dos pais e responsáveis para os cuidados de prevenção contra o novo Coronavírus entre crianças e adolescentes. Apesar da Covid-19 atacar de forma mais severa pessoas idosas, crianças e adolescentes também merecem um cuidado especial. Normalmente elas são assintomáticas, mas isso não significa que inexista crianças com sintomas. O fato de não apresentarem sintomas, confere um maior poder de transmissão dentro do ambiente familiar. O alerta tem por objetivo orientar a população a fim de diminuir infecções deste grupo pequeno, mas não menos importante. Kerry Alesson, coordenador do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs) da Agevisa, explica que as crianças mais vulneráveis são aquelas que apresentam comorbidade anterior ao contágio do vírus, ou seja, alguma fragilidade relacionada à saúde ou sistema imunológico. “Isso demonstra a necessidade de atenção maior em relação às crianças e adolescentes, que podem atuar como vetor de transmissão do vírus para os pais e parentes e ainda, desenvolver a doença de forma grave”, alerta. A médica infectologista da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Cosme e Damião, Antonieta Machado, argumenta que algumas crianças que contraem a Covid-19 apresentam quadro de sintomas normais, se comparado aos adultos, como resfriado, febre, dor de garganta e coriza. Porém, elas podem ostentar outras manifestações diferentes como a diarréia e manchas avermelhadas no corpo. Quando isso acontecer, o ideal é procurar atendimento médico para verificar se os sinais se tratam de Covid-19 ou se é outra patologia que faz parte das enfermidades cíclicas da infância de características semelhantes. Caso aconteça qualquer situação fora do comum com apresentação de sintomas, é importante levar a criança à uma Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua casa, ou à uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para avaliação médica. “Não orientamos que venha direto para Hicd, referência de tratamento de alta complexidade, uma vez que aqui a chance é maior, em caso de suspeita, de ter convívio com crianças com Covid-19. Por isso, somente deve ser encaminhado ao hospital quando realmente demonstrar necessidade, como a internação”, comenta. No hospital, muita gente não abre mão do uso da máscara, como é o caso da Silvia Ferreira, que veio de Lábrea no Amazonas à Porto Velho para acompanhar a finalização do tratamento de saúde da sobrinha Maria Fernanda. “Sempre me preocupo em não deixar ela tirar a máscara, apenas permito a retirada durante a refeição, em seguida a levo ao banheiro para lavar as mãos. Tenho maior medo por ela e pelos meus filhos, porque eu já peguei, e sei que a Covid-19 já levou familiares de muitas pessoas. Me preocupo tanto em perder alguém da família por causa da doença, então tenho o máximo cuidado com isso”, comenta. É importante destacar que as crianças aprendem por meio de hábitos e lições. É dever dos pais orientarem as crianças quanto aos cuidados básicos, como lavar as mãos com água e sabão ou álcool em gel, e utilizar máscaras quando sair, fazendo disso um hábito rotineiro. Vale lembrar, que as crianças não devem manipular o álcool, e seu uso deve ser somente com a supervisão de um adulto, pois podem provocar acidentes gravíssimos. Quanto ao adolescente, o perfil é muito semelhante ao do adulto, pois já tem consciência da necessidade de se cuidar e evitar aglomeração, então é importante que não confie em retirar a máscara, que deve ser bem ajustada ao rosto, o tempo inteiro. Para a médica infectologista, a ocasião ainda exige cuidado e responsabilidade por parte de todos. “Já teve muito caminho andado, agora é o momento de ter um pouquinho mais de paciência e consciência de usar sempre a máscara, não podemos deixar esquecer sua importância. Procure retirar a máscara somente em casos estritamente necessários”, argumenta de forma enfática. O diretor em exercício da Agevisa, Edilson Silva, lembra da importância de pais e responsáveis permanecerem atentos às ações de combate à Covid-19, como distanciamento social, higienização de mãos e uso de máscaras. “As regras são iguais para todos, por isso temos que nos manter vigilantes para preservar a saúde de crianças e adolescentes”, conclui. Vale ressaltar que a propagação da covid-19 originada pelas crianças ocorre, geralmente, pela dificuldade no uso de máscaras. De acordo com nota de orientação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), crianças menores de 2 anos não devem usar máscara sob o risco de sufocamento ou estrangulamento, já que as crianças dessa idade ainda não possuem coordenação e não são capazes de retirar o acessório sozinhas, sem auxílio dos pais. A atenção ao uso da máscara deve ser dada as crianças de faixa etária entre 2 a 5 anos, e sua utilização correta dependerá da maturidade infantil. Além disso, as crianças salivam mais, e com uso do acessório, podem contrair uma congestão nasal, ou ainda causar um acidente com o tecido ou elástico da máscara. Por terem essas adversidades, os pais e responsáveis das crianças que não podem usar máscara, devem evitar aglomerações e passeios com elas, evitando levá-las aos supermercados, lojas, shopping etc. Nestes casos, um dos pais pode ficar com as crianças em casa ou até mesmo no carro, facilitando que apenas um adulto possa sair e resolver algo externo. O convívio com outras crianças deve ser evitado. “Às vezes é doloroso, mas a gente tem que pensar o que pode acontecer com as outras famílias e a gente sabe que as maiores fontes de contaminação, muitas vezes não estão sendo no trabalho, na exposição nas ruas, são as aglomerações e até mesmo reuniões dentro de casa em que as famílias retiram a máscara ocasionando a transmissão”, comenta Antonieta Machado. Por Revista Imagem - Texto: Emanuelle Pontes e Mineia Capistrano

  • Vilhena tem 760 casos ativos de covid-19 que podem transmitir a doença

    Município registrou 1 nova morte e 58 novos casos de covid-19 neste domingo. Por Revista Imagem - 11/01/2021 11:45 Vilhena registrou um novo óbito de morador do Mato Grosso e 58 novos casos confirmados com covid-19 neste domingo (10). Dessa forma, o município registra 5.475 casos confirmados e 78 óbitos de vilhenenses e 15 óbitos de moradores de fora. Há atualmente no município 760 casos ativos que ainda podem transmitir a doença. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,44%. No Estado a taxa ficou em 1,89%, no Brasil em 2,51%, na América do Sul em 2,70% e no mundo em 2,15%. Há 37 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 35 de Vilhena; 14 estão na UTI. O Estado registrou até hoje 101,5 mil casos confirmados e 1.911 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 8,105 milhões, com 203,1 mil mortes. No mundo são 90,6 milhões de casos confirmados e 1,943 milhão de mortes. Por Revista Imagem - Fonte Semcom PMV

  • Atendimento a pacientes com covid-19 em Vilhena será centralizado no CEV

    Nova ala funcionará todos os dias, inclusive em fins de semana e feriados, a partir desta segunda-feira. Por Revista Imagem - 10/01/2021 17:08 Todos os pacientes que tenham sintomas de covid-19 em Vilhena deverão procurar, a partir desta segunda-feira (11), a nova ala de atendimento aos fundos do CEV (Centro de Especialidades Vilhenense). O local funcionará todos os dias, inclusive em fins de semana e feriados, das 7h às 19h. Contando com quatro médicos diariamente, o espaço vai concentrar os atendimentos ambulatoriais para quem é suspeito ou positivado do novo coronavírus e os postinhos não farão mais atendimentos para covid-19. “Estamos centralizando o atendimento para permitir que os pacientes evitem circular pela cidade neste momento crítica da nossa segunda onda à procura de consultas. Lá serão emitidas receitas de remédios, atestados médicos, encaminhamentos para testes e pedidos de internação. Além disso, vamos entregar ali mesmo o Kit Covid-19 com os remédios recomendados pelo Ministério da Saúde, como já estamos fazendo desde o início de junho, quando chegaram as primeiras doses aqui”, explica Afonso Emerick, secretário municipal de Saúde. A mudança serve também a outros dois propósitos: ampliar os atendimentos de pacientes com outras doenças nos postinhos de Saúde, visto que há grande demanda reprimida, e preparar espaço físico para a campanha de vacinação que está por vir, bem como as outras campanhas de vacinação já estabelecidas em calendário normal. João de Castro, coordenador da nova ala de atendimento, explica a importância da medida. “Temos atualmente 736 vilhenenses contaminados pelo vírus e essa grande quantidade de positivados começou a gerar dificuldade no isolamento destes nos postos de Saúde. Para evitar mais contaminação, vamos diminuir a circulação dos sintomáticos no município concentrando-os nesta ala específica, protegendo a eles e também aos outros pacientes. Pedimos a compreensão de todos e vamos garantir atendimento a todos”, completa. O Ambulatório Covid-19 está sendo preparado desde o meio da semana e fica na avenida Nadir Ereno Graebin, aos fundos do CEV. Por Revista Imagem - Fonte Semcom PMV

  • "Se a população não se cuidar, vai morrer mais gente", alerta Eduardo Japonês

    Eduardo Japonês realizou visitas em veículos de comunicação nesta sexta-feira buscando conscientizar população. Por Revista Imagem - 09/01/2021 09:31 Buscando conscientizar a população, o prefeito Eduardo Japonês reservou toda a agenda desta sexta-feira, 08, para visitar veículos de comunicação de Vilhena, com o intuito de alertar a população sobre o alto número casos da covid-19 registrados na última quinzena e ainda detalhou as medidas necessárias para o combate a pandemia. Durante a manhã, Eduardo foi até os sites Folha do Sul, Vilhena Notícias e Revista Imagem. Nas televisões, participou dos programas da RedeTV e SIC TV. Já nas rádios, o prefeito esteve em programas da Planalto e Onda Sul. Na parte da tarde, foi até o site Folha de Vilhena, e recebeu em seu gabinete, as equipes da TV Allamanda, dos sites Rondônia em Pauta e Rota Policial News. À noite, encerrando o dia de entrevistas, fez mais uma visita à RedeTV. Em todos os veículos de comunicação, Japonês buscou passar a mensagem que Vilhena chegou ao pior momento da pandemia até o momento e que as medidas tomadas até então foram necessárias para conter o avanço da doença. “A gente foi obrigado a realizar a nossa última medida, do decreto. Atingimos a lotação de 100% na UTI e Enfermaria da Central de Atendimento à Covid-19 e estamos trabalhando no limite. Caso estes números continuem aumentando, seremos obrigados a realizar o lockdown”, destaca Eduardo. Leia abaixo, alguns dos tópicos abordados pelo prefeito durante as visitas. CONSCIENTIZAÇÃO – O prefeito enfatizou que o momento é para a população fazer sua parte. “Muitos não sabem da gravidade que estamos passando. Os atuais números são preocupantes. Tivemos mais de 500 casos nos últimos 9 dias com vários recordes diários. Precisamos que a população faça sua parte. O poder público não consegue combater a pandemia sozinho. Infelizmente, se a população não se cuidar, vai morrer mais gente”, ressalta Eduardo. AUMENTO DOS CASOS – “Estamos enfrentando o nosso maior pico da doença até aqui, e, possivelmente, novos casos aparecerão. Nesta sexta-feira foram 134 novos casos, praticamente todos resultantes das festas de Natal. As contaminações do réveillon ainda devem surgir nos próximos dias”, pontuou. IDOSOS – O prefeito lembra que os idosos são as principais vítimas da pandemia, pois caso sejam intubadas, a probabilidade de morte é alta. “A maioria dos idosos acima de 60 anos que vão para a intubação, de 80 a 90%, morrem. Então, se possível, o senhor ou a senhora fique em casa. Caso necessitem ir à rua, peça para um familiar”, enfatiza Japonês. DECRETO – O recente decreto que restringe a funcionalidade de parte do comércio e estabelece medidas de distanciamento serviu como base para os municípios do Cone Sul, que também enviam os pacientes graves da covid-19 para Vilhena. “O que fizemos aqui foi uma ação necessária. Boa parte do comércio continua funcionando normalmente, mas, claro, com as restrições necessárias. Fizemos isso para evitar o que vinha acontecendo na última quinzena do ano”, explica Eduardo. NOVOS LEITOS – Para evitar que as pessoas doentes aguardem em filas, o prefeito lembrou, que na próxima semana, 20 novos leitos clínicos devem ser instalados no CEV (Centro de Especialidades Vilhenense). Além disso o secretário municipal de Saúde, Afonso Emerick, está trazendo para Vilhena, cinco novos respiradores para serem instalados na Central Covid. Os aparelhos foram doados pelo município de Cacoal nesta sexta-feira. LOCKDOWN – Ainda não é descartado um lockdown, caso os números de contaminados manter a crescente, e os leitos estejam 80% ocupados. “Jamais quero que isto aconteça, mas, se não houver outra alternativa e atingirmos o limite das internações, teremos que fazer isso, com a devida aprovação do Comitê, como prevê a lei. Peço para a população fazer a sua parte: fique em casa, caso tenha que sair, tome todos os cuidados. Vamos enfrentar isto juntos!”, conclui Eduardo. Por Revista Imagem - Fonte Semcom PMV

  • Com novo recorde diário Vilhena não tem mais leitos vagos para covid-19

    Foram 134 novos casos registrados nas últimas 24 horas. Há 40 pacientes internados com a doença no município. Por Revista Imagem - 08/01/2021 20:05 Vilhena bateu novo recorde diário de casos de covid-19 nesta sexta-feira (8). Foram 134 novos casos registrados nas últimas 24 horas. O município totalizou 5.369 pessoas contaminadas com o vírus das quais 92 morreram por causa da doença, sendo 78 vilhenenses. O número de caso ativos é de 699 pessoas, que ainda podem transmitir o vírus. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,45%. No Estado a taxa ficou em 1,89% e no Brasil em 2,51%. Há 40 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 36 de Vilhena e quatro de outras cidades (dois de Chupinguaia, um de Cabixi e um de Ministro Andreazza); 15 estão na UTI, sendo 11 intubados. A taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 100% (sendo 100% na UTI e 100% nas Enfermarias). Uma nova ala emergencial de Enfermaria foi aberta no Hospital Regional de Vilhena nesta sexta-feira para atender casos que necessitavam de leitos de internação. São cinco leitos clínicos adicionais. O Estado registrou até hoje 100,3 mil casos confirmados e 1.899 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 8,013 milhões, com 201,4 mil mortes. No mundo são 89,2 milhões de casos confirmados e 1,919 milhão de mortes. Por Revista Imagem - Da Redação com informações da Semcom PMV

  • Brasil ultrapassa 8 milhões de casos confirmados da Covid-19

    Na quinta-feira (7), o país atingiu a marca de 200 mil mortos pela doença. Por Revista Imagem - 08/01/2021 17:29 Com 962 novas notificações em 24 horas, o Brasil atingiu nesta sexta-feira (8), 201.460 óbitos causados pela Covid-19. O país é o segundo mais atingido pela doença do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Existem ainda 8.013.708 casos registrados desde o início da pandemia, sendo 52.035 notificados apenas de ontem para hoje. Desde novembro, o país apresenta uma elevação da curva epidemiológica, apontada por especialistas como uma segunda onda da doença. A média móvel de casos, que aponta a progressão da pandemia na semana, ficou em 45.002, muito próxima do pico já registrado, de 49.827 casos. Já a média móvel de óbitos, de 867 vidas perdidas por dia, é semelhante aos números do dia 20 de maio de 2020, quando o país registrou uma média de 888. Por Revista Imagem - Texto: Jonas Valente

  • Registrada reinfecção da covid com variante do vírus em paciente na Bahia

    É o primeiro caso do mundo de alguém infectado novamente com a mutação. Por Revista Imagem - 08/01/2021 17:22 Pesquisadores do Instituto D´Or diagnosticaram uma paciente reinfectada com o novo coronavírus (covid-19) na Bahia. A diferença de outras reinfecções, está no fato de ter sido o primeiro caso do mundo de alguém infectado novamente com a mutação denominada E484K. A paciente tem 45 anos, e foi infectada uma vez em maio e outra em outubro. Nos dois episódios, a paciente não apresentou evolução para quadros mais graves. A reinfecção foi confirmada por meio de teste laboratorial RT-PCR. Essa variante do novo coronavírus foi encontrada originalmente na África do Sul. Ela já havia sido identificada em um paciente no Rio de Janeiro. Mas foi a primeira vez em que apareceu em uma reinfecção. Segundo os pesquisadores do Instituto D´Or, essa reinfecção tem sido vista com preocupação, pois traz alterações que podem criar obstáculos à ação dos anticorpos para o tratamento dos pacientes com o vírus. “A descoberta serve de alerta e reforça a necessidade de manutenção das medidas de controle da pandemia, com distanciamento social e a necessidade de acelerar o processo de vacinação, para reduzir a possibilidade de circulação desta e de possíveis futuras linhagens que, ao acumular mutações, podem vir a se tornar mais infectantes, inclusive para indivíduos que já tiveram a doença”, alerta o pesquisador do instituto Bruno Solano. O episódio foi analisado pelo Instituto D´Or em parceria com pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O estudo foi registrado pelos pesquisadores do instituto em um artigo científico. O texto foi submetido à revista científica Lancet Infectious Diseases, periódico acadêmico renomado internacionalmente e que tem sido espaço de lançamento de diversos estudos sobre a pandemia. Por Revista Imagem - Texto: Jonas Valente

  • Anvisa recebe pedidos de autorização para uso da vacina de Oxford e da China

    Meta da Anvisa é fazer análise do uso emergencial em até 10 dias. Por Revista Imagem - 08/01/2021 17:19 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu nesta sexta-feira (8) pedido de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental da vacina de Oxford. A solicitação foi enviada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que conduz os estudos da vacina desenvolvida pela empresa AstraZeneca no Brasil. A meta da Anvisa é fazer a análise do uso emergencial em até 10 dias. O pedido da Fiocruz é para o uso de 2 milhões de doses de vacinas que devem ser importadas do laboratório Serum, sediado na Índia. De acordo com a agência reguladora, as primeiras 24h serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e checar se os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar as informações adicionais ao laboratório. O prazo de 10 dias não considera o tempo do processo em status de exigência técnica. Para fazer sua avaliação, a Anvisa vai utilizar as informações apresentadas junto com o pedido e também as informações já analisadas pela Anvisa por meio da Submissão Contínua. A análise do pedido de uso emergencial é feita por uma equipe multidisciplinar que envolve especialista das áreas de registro, monitoramento e inspeção. A equipe vem atuando de forma integrada, com as ações otimizadas e acompanhadas pela comissão que envolve três Diretorias da Agência. CoronaVac Também nesta sexta-feira, a Anvisa recebeu o pedido de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental da vacina CoronaVac. A solicitação foi feita pelo Instituto Butantan, que conduz os estudos da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela empresa Sinovac no Brasil. O prazo para a análise do uso emergencial é o mesmo de 10 dias, descontando eventual tempo que o processo possa ficar pendente de informações, a serem apresentadas pelo laboratório. Aquisição da CoronaVac Ontem (7), o Ministério da Saúde anunciou assinatura de contrato com o Instituto Butantan para adquirir até 100 milhões de doses da vacina CoronaVac 100 milhões pelo Butantan para o ano de 2021. O contrato envolve a compra inicial de 46 milhões de unidades, prevendo a possibilidade de renovação com a aquisição de outras 54 milhões de doses posteriormente. Esse modelo foi adotado pela pasta devido falta de orçamento para comercializar a integralidade das 100 milhões de doses. Segundo o Instituto Butantan, a eficácia da vacina é de 78%. Por Revista Imagem - Texto: Heloisa Cristaldo

  • Fiocruz: distribuição de vacinas pode ser um dia após desembarque

    A chegada das doses será no aeroporto internacional do Rio de Janeiro em data que será confirmada em breve. Por Revista Imagem - 08/01/2021 17:16 A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) prevê que as vacinas AstraZeneca/Oxford importadas da Índia poderão ser distribuídas no dia seguinte de seu desembarque no Brasil. Em nota divulgada hoje (8), a fundação informou que a chegada das doses será no aeroporto internacional do Rio de Janeiro (RIOGaleão), em data que será confirmada em breve. "As vacinas prontas chegarão pelo aeroporto RIOGaleão, no Rio de Janeiro, e seguirão, no mesmo dia, para a Fiocruz para rotulagem. No dia seguinte, a partir de Bio-Manguinhos, na Fiocruz, as vacinas poderão seguir diretamente para a distribuição, que está sob responsabilidade do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19. A data certa para a chegada dessas vacinas será confirmada em breve", informou a Fiocruz em nota. A importação das doses produzidas pelo Instituto Serum, parceiro da AstraZeneca na Índia, é uma estratégia adicional da Fiocruz para antecipar o início da vacinação. Para que as vacinas importadas da Índia possam ser aplicadas antes do registro definitivo do imunizante no país, a Fiocruz pediu nesta sexta-feira (8) a autorização de uso emergencial à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A fundação continua a trabalhar para o registro definitivo, cujo pedido deve ser concluído em 15 de janeiro. Na nota divulgada hoje pela Fiocruz, a presidente da fundação, Nísia Trindade, comemora o pedido de uso emergencial como um passo importante no enfrentamento da pandemia. “Este é um momento histórico para a Fiocruz. A submissão desse pedido de autorização para uso emergencial da nossa vacina covid-19, desenvolvida em parceria com a unidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca, é um passo importante para que possamos ter acessível, no Programa Nacional de Imunizações (PNI), uma vacina eficaz e segura para o Sistema Único de Saúde. Num momento de tantas dificuldades, em que lamentamos a perda de tantas vidas no Brasil e no mundo, 2021 se inicia com a esperança de termos um caminho, ainda a ser trilhado, de superação dessa crise" A meta da Anvisa é concluir a análise do pedido de uso emergencial em 10 dias. Caso a agência solicite informações adicionais aos desenvolvedores da vacina, o prazo para de ser contado até que os dados sejam informados. Em entrevista coletiva concedida ontem (7), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, estimou que, caso a autorização seja concedida a tempo, a vacinação contra covid-19 pode começar em 20 de janeiro, com as vacinas AstraZeneca/Oxford e Coronavac. Segundo a Fiocruz, a vacina desenvolvida em parceria com os britânicos tem 73% de eficácia com apenas uma dose, e evita hospitalizações em 100% dos casos, protegendo a pessoa vacinada dos sintomas graves da doença. Além disso, a vacina é capaz de induzir a produção de anticorpos em 98% das pessoas após a primeira dose e, em 99% delas, após a segunda dose. Milhões de doses O acordo de transferência de tecnologia que permite a produção da vacina AstraZeneca/Oxford na Fiocruz prevê que a fundação receberá em meados deste mês o ingrediente farmacêutico ativo importado para produzir as primeiras doses. O primeiro lote de um milhão de doses deve ser entregue ao Ministério da Saúde até 12 de fevereiro, mês em que a produção deve ganhar escala, e a entrega deve chegar a 700 mil doses por dia por volta do dia 22. Com o incremento da produção, a Fiocruz prevê produzir 50 milhões de doses da vacina até abril e 100,4 milhões até julho. A partir do segundo semestre, a produção se tornará totalmente nacional, com a incorporação da tecnologia para produzir o IFA no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos). Com isso, a previsão é que, até o final do ano, mais 110 milhões de doses sejam entregues ao Programa Nacional de Imunizações. Por Revista Imagem - Texto: Vinícius Lisboa

  • Japonês visita Imagem e explica motivos do decreto de enfretamento à covid

    "Sou contra intervenção do estado na vida das pessoas, mas tive que intervir", disse prefeito que pede ajuda da população para evitar lockdown. Por Revista Imagem - 08/01/2021 14:50 Em visita à Revista Imagem na manhã desta sexta-feira (8), o prefeito Eduardo Japonês (PV), falou sobre o motivo que o levou a editar o novo decreto para enfrentamento à covid-19 em Vilhena. Contrário ao fechamento do comércio, Japonês que vinha sendo muito pressionado pelo Ministério Público e pelos números, teve que ceder. “Eu sou contra a intervenção do estado na vida das pessoas, contra o fechamento do comércio, mas precisei intervir, precisei tomar essa atitude por conta da altíssima taxa de ocupação dos leitos em Vilhena”, disse. Ontem, por exemplo, a taxa de ocupação na UTI de covid-19 estava em 86,6%. As novas medidas de contenção à pandemia foram publicadas no Diário Oficial do Município na tarde da terça-feira (5), após reuniões do Comitê Gestor Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus e também audiências virtuais com o Ministério Público, prefeitos e secretários de Saúde de toda a região. Embora bastante criticadas por alguns segmentos empresariais, as medidas não foram tão rígidas e permite a continuidade do funcionamento da grande maioria das empresas, apenas com algumas restrições. Os seguimentos afetados de fato são os de bares e lanchonetes e o de eventos, que estão impedidos de funcionar. Mas, apesar de ser contra o lockdown, o prefeito admite que o fechamento do comércio pode acontecer: “Estamos vivendo uma situação gravíssima onde os leitos da UTI estão quase todos lotados e os da enfermaria estão 100% utilizados. Se as pessoas não se conscientizarem da gravidade do problema, corremos o risco de ter que fechar o comércio se atingirmos o limite de internações na UTI. É o que diz a Lei. Tenho que cumprir”. Questionado sobre a demora em tomar medidas mais rigorosas, o prefeito de Vilhena voltou a enfatizar que é contra o fechamento do comércio e que por isso flexibilizou ao máximo as regras no município. “As pessoas precisam trabalhar, sobreviver e o lockdown não é o melhor caminho para enfrentar a pandemia, por isso faço de tudo para evitar o fechamento do comércio. Porém sofremos pressão de todos os lados, é uma situação muito difícil de administrar e eu tenho comprado muito briga para manter a cidade funcionando”, disse Perguntamos então qual o melhor caminho para enfrentar a pandemia, e a resposta do prefeito foi: conscientização. “As pessoas precisam se conscientizar de que vivemos em um período de restrições, onde todo cuidado é pouco. Precisamos entender que todos tem que fazer a sua parte. Esse enfrentamento ao coronavírus não é uma questão apenas do prefeito, do governador e do presidente, é de todos. Não adianta só cobrar que o prefeito faça isso ou deixe de fazer aquilo, cada um precisa fazer o que cabe a ele fazer”, argumentou Japonês. O prefeito de Vilhena disse que sua administração tem pautado nessa premissa de trazer o cidadão à responsabilidade, e reforçou a ideia de conscientização da população para o enfrentamento da pandemia. “Essa falta de responsabilidade, de conscientização é que tem enchido os leitos dos hospitais. Nesse sentido faço um alerta especial para que as famílias cuidem e protejam os idosos. Eles são as maiores vítimas da pandemia e da irresponsabilidade dos mais jovens”, alertou. Imagem também perguntou ao prefeito se ele considera que a campanha política influenciou na segunda onda da covid-19. Ele foi enfático em negar. Segundo Eduardo, o mês de novembro foi o que menos teve casos registrados de covid-19, o que colocaria por terra a hipótese levantada, já que a campanha eleitoral em Vilhena terminou no dia 15 de novembro. Ainda sobre a situação dos leitos de UTI para covid-19, Japonês disse que existia um convênio com o Estado que findou em novembro. Desde então o município tem tentado renovar o convênio, o que está sendo dificultado pelas imposições do governo de Rondônia, que quer que o município ceda 75% dos leitos para pacientes de todo o estado. “Estamos trabalhando nisso e esperamos ter um resultado positivo ainda na próxima semana. Estou conversando com o governador Marcos Rocha que é meu amigo para solucionarmos essa questão logo”, afirmou. A estimativa é inaugurar mais 40 leitos clínicos para pacientes com a covid-19. Aproveitando o assunto, Imagem questionou o prefeito sobre a afirmação do vereador Samir Ali que disse recentemente que vai trabalhar para que o Estado assuma a administração do Hospital Regional: “É o meu sonho, mas infelizmente não vai acontecer. Temos tentado isso, mas o governo de Rondônia não quer pegar, prefere ficar mandando umas migalhinhas do que assumir o Regional. Se isso acontece, e o município pudesse cuidar apenas da Atenção Básica e das UPAs seríamos uma Suíça em relação à saúde”. Pra finalizar Eduardo Japonês recorreu aos números e reforçou seu apelo. “Gente, vamos nos cuidar, cada um fazendo sua parte para diminuir a contaminação para que não seja preciso fechar o comércio. A melhor estratégia para enfrentar a pandemia é a prevenção. Se proteja e torça para não precisar ser intubado pois as estatísticas mostram que a chance de sobreviver é de menos de 10%”, concluiu. Por Revista Imagem - Texto: José Antonio Sant'Ana

  • Vilhena registra primeiro homicídio do ano na área rural

    Assassino é conhecido pelo apelido de "Tatu" e fugiu após o crime. Por Revista Imagem - 08/01/2021 08:45 O primeiro homicídio do ano em Vilhena foi registrado na madrugada desta quinta-feira (7) na linha 145, zona rural, onde Laércio Bezerra dos Santos, de 53 anos, foi morto a facadas. De acordo com o apurado, Laércio estava no sítio juntamente com o acusado apontando como “Valcir Tatú”, quando teriam tido um desentendimento por motivos ainda desconhecidos. Os demais moradores ouviram os gritos de socorro e se dirigiram ao local onde viram Laércio segurando a mão do assassino para não sofrer novos golpes, porém, já estava muito ferido. Após desferir várias facadas contra vítima, o assassino evadiu-se do local e não mais foi localizado, estando foragido até o presente momento. A unidade de resgate do Corpo de Bombeiros Militares chegou a ser acionada, contudo, apenas constataram o óbito de Laércio no local dos fatos. A área foi isolada para perícia da Polícia Técnico-Científica (POLITEC) e o inquérito policial foi instaurado pela Polícia Civil. Em busca pelos documentos de Laércio, os militares encontraram na propriedade onde ele morava, localizada nas proximidades do local do crime, uma espingarda calibre 32 com dois cartuchos intactos em cima da cama, que foi recolhida e apresentada na Delegacia da Polícia Civil. O corpo de Laércio foi reconhecido pelos familiares e deve ser enterrado nesta sexta-feira (8). Por Revista Imagem - Fonte: Rota Policial News

  • Bolsonaro diz que busca a conscientização contra a covid-19

    Presidente fez live nesta quinta-feira com participação do ministro da Saúde. Por Revista Imagem - 08/01/2021 07:56 O presidente Jair Bolsonaro, durante live nesta quinta-feira (7), disse que ele não está fazendo “campanha contra ou a favor da vacina, mas de conscientização”. O tema da vacina contra a covid-19 e o plano de vacinação do Ministério da Saúde foram os principais assuntos tratados durante a transmissão semanal, que hoje teve a participação do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello. “Alguns acham que vai fazer uma campanha massiva de vacinação, a campanha é de esclarecimento e você na ponta da linha decide se vai tomar a vacina ou não”, disse o presidente. O ministro da Saúde disse que o Brasil está montando o maior plano de vacinação do mundo, que deve começar, no máximo, em 45 dias. Pazuello disse que o plano de vacinação contra a covid-19 está previsto para que, em 12 meses, todo o público-alvo seja vacinado. “Está previsto para nós vacinarmos 50% da população-alvo até junho e os outros 50% até dezembro, com uma margem de mais quatro meses, que seria uma margem para buscar ainda algum grupo que não tenha sido ainda vacinado”, disse. “O objetivo maior nosso é o controle da pandemia. Na hora em que você controla a pandemia, as taxas de contaminação caem e a vida começa a voltar ao normal”. Por Revista Imagem - Fonte: Agência Brasil

  • Presidente do Inep explica como será a primeira edição do Enem digital

    A prova será aplicada de forma piloto para 96 mil candidatos em 99 municípios. Por Revista Imagem - 08/01/2021 07:40 Pela primeira vez, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terá uma versão digital. A prova será aplicada de forma piloto para 96 mil candidatos em 99 municípios. Assim como no Enem impresso, os participantes terão que ir até o local de prova e, embora o exame seja feito pelo computador, os candidatos deverão levar caneta esferográfica da cor preta porque a redação será feita no papel. Para esclarecer como será essa prova, a Agência Brasil conversou com o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes. “Houve, no passado, tentativas [de fazer o Enem digital], mas foram descontinuadas. A decisão de fazer o Enem digital neste ano foi tomada em 2019. Estamos conseguindo agora tirar o teste do papel, literalmente. Estamos muito animados com o Enem digital”, disse Lopes. O exame será um pontapé inicial para mudanças no Enem. A intenção do Inep é que o exame se torne totalmente digital até 2026. As discussões e os testes para que isso seja possível ocorrem desde 2016. O Enem digital será aplicado nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro, após o Enem impresso, que será nos dias 17 e 24 de janeiro. As provas serão realizadas em laboratórios de informática de escolas e universidades que já foram previamente testados pelo Inep. Ao todo, serão cerca de 4 mil laboratórios, com cerca de 20 computadores cada. As máquinas terão acesso apenas à prova. Os estudantes não conseguirão, portanto, acessar a internet ou documentos do computador. Apesar de ser feita em tela, os participantes deverão levar, como no Enem impresso, caneta esferográfica de tubo transparente da cor preta. A prova de redação será escrita a mão. Os estudantes também receberão folhas de rascunho para fazer os cálculos das provas de matemática e ciências da natureza. Eles não terão, no entanto, folhas de resposta. Os itens devem ser marcados pelo computador. "A gente procurou, nesse momento, simular no ambiente digital o que acontece no papel. Então, o aluno vai poder, por exemplo, ir na questão mais à frente, pode voltar. No final, ele vai marcar e quando der o sinal que finalizou a prova, o sistema trava o preenchimento do gabarito. Aí pronto, não vai mais poder mexer e a prova vai vir direto para o Inep”, explica o presidente. Os horários do Enem digital serão os mesmos do Enem impresso. Os portões abrem às 12h e fecham às 13h. A prova começa a ser aplicada às 13h30. No primeiro dia, os participantes, assim como no exame em papel, fazem as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, redação e ciências humanas e suas tecnologias. Nesse dia, a prova vai até as 19h. No segundo dia, os candidatos têm até as 18h30 para resolver questões de ciências da natureza e suas tecnologias e matemática e suas tecnologias. Além dos aplicadores, nas salas de prova, os candidatos contarão com a assistência de um técnico em informática. “Se tiver algum problema no computador, o técnico pode tentar resolver imediatamente naquele computador. Se não puder, ele vai logar numa outra máquina, teremos máquinas reserva. Se não conseguir mesmo assim, se tiver problema ou se demorar demais para resolver, aí esse aluno vai poder participar da reaplicação da prova em papel”, explica Lopes. Da mesma forma que os estudantes que farão o Enem impresso apenas poderão sair com a prova meia hora antes do fim da aplicação, também os estudantes que fizerem o Enem digital, só poderão sair com a folha de rascunho 30 minutos antes do fim da aplicação. Eles podem anotar as respostas ali, para posteriormente conferir o gabarito oficial, que deverá ser divulgado para essa versão do exame até o dia 10 de fevereiro. As questões da prova serão diferentes das do Enem impresso. No entanto, como a prova utiliza o sistema de correção baseado na chamada teoria de resposta ao item (TRI), as provas terão o mesmo nível de dificuldade e os estudantes poderão concorrer juntos às mesmas vagas em programas que dão acesso ao ensino superior, como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que oferece vagas em instituições públicas e o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudos em instituições privadas. Pandemia As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no Enem digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação. Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas desta ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Por Revista Imagem - Texto: Mariana Tokarnia

  • Vilhena registra duas mortes por covid-19 e 112 casos na quinta-feira

    O total em Vilhena é de 5.235 pessoas infectadas e 92 mortas pela covid-19, sendo 78 óbitos de vilhenenses. Por Revista Imagem - 08/01/2021 07:30 Vilhena registrou dois novos óbitos de paciente com covid-19 e112 novos casos confirmados da doença. O total em Vilhena é de 5.235 pessoas infectadas e 92 mortas pela covid-19, sendo 78 óbitos de vilhenenses. Há atualmente no município 575 casos ativos de covid-19. Um dos óbitos registrados hoje é de paciente do sexo masculino com 70 anos morador de Ministro Andreazza. O outro é de paciente do sexo feminino com 63 anos de Vilhena. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,47%. No Estado a taxa ficou em 1,89% e no Brasil em 2,53%. Há 33 pacientes internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19, sendo 30 de Vilhena e três de outras cidades (dois de Chupinguaia e um de Ministro Andreazza), sendo 13 pacientes na UTI. A taxa de ocupação de leitos da Central de Atendimento à Covid-19 é de 94,2% (sendo 86,6% na UTI e 100% na Enfermaria). O Estado registrou até hoje 99,5 mil casos confirmados e 1.890 óbitos. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 7,961 milhões, com 200,4 mil mortes. No mundo são 88,4 milhões de casos confirmados e 1,905 milhão de mortes. Por Revista Imagem - Fonte Semcom PMV

  • Com número recorde em 24 horas, Brasil chega a 200 mil mortes por Covid-19

    País totalizou nesta quinta-feira 200.498 óbitos causados pela doença. Por Revista Imagem - 07/01/2021 18:20 Com 1.841 novas notificações em 24 horas - o número mais alto registrado na história da pandemia - o Brasil atingiu nesta quinta-feira (7) a marca de 200 mil óbitos causados pela Covid-19. O país é o segundo mais atingido pela doença do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Existem ainda 7.961.673 casos registrados desde o início da pandemia, sendo 94.517 notificados apenas de ontem para hoje. Desde novembro, o país apresenta uma elevação da curva epidemiológica, apontada por especialistas como uma segunda onda da doença. A contagem de casos realizada pelas Secretarias Estaduais de Saúde inclui pessoas sintomáticas ou assintomáticas; ou seja, neste último caso são pessoas que foram ou estão infectadas, mas não apresentaram sintomas da Covid-19. A média móvel de casos, que aponta a progressão da pandemia na semana, ficou em 40.814. Já a média móvel de óbitos, de 793 vidas perdidas por dia, é semelhante aos números do dia 19 de maio de 2020, quando o país registrou uma média de 696. Por Revista Imagem - Fonte IG

  • Idoso de 91 anos sofre abuso sexual dentro de hospital de campanha em Natal

    O caso aconteceu na noite desta quarta-feira. O criminoso foi pego em flagrante pelos funcionários do hospital. Por Revista Imagem - 07/01/2021 17:55 Em Natal , no Rio Grande do Norte , um idoso de 91 anos foi vítima de estupro dentro de uma unidade hospitalar da capital. O caso aconteceu na noite desta quarta-feira (06) e a vítima não teve a identidade revelada. As informações são do portal D24am . Segundo a Polícia Civil, o responsável pelo abuso é um homem de 37 anos que estava internado em um leito próximo ao do idoso. O autor do estupro foi pego em flagrante pelos funcionários do hospital, que acionaram a Polícia Militar. Um exame médico preliminar foi feito e constatou a existência de lesão no idoso. O responsável pelo crime, a vítima e as testemunhas foram ouvidos. O homem foi preso e transferido para a ala penal do Hospital Walfredo Gurgel. E, de acordo com o portal, a investigação é conduzida pela Delegacia Especializada de Proteção ao Idoso. Em nota, a Secretaria de Saúde de Natal disse que "lamenta profundamente o ocorrido, informa que tomou todas as medidas cabíveis, denunciando e colaborando com a polícia a quem cabe investigar e seguir com o processo". Por Revista Imagem - Fonte IG

  • Inadimplência cai no fim de 2020, apesar de alta no endividamento

    Levantamento foi feito pela Confederação Nacional do Comércio. Por Revista Imagem - 07/01/2021 17:55 A inadimplência caiu em dezembro, apesar de os consumidores estarem mais endividados, revelou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) de dezembro, o total de famílias com dívidas ou contas em atraso caiu de 25,7% em novembro para 25,2% em dezembro. Essa foi a quarta redução seguida do indicador. Em relação a dezembro de 2019, a proporção de consumidores inadimplentes cresceu 0,7 ponto percentual. A parcela das famílias que declararam não ter condições de quitar o atraso, permanecendo inadimplentes, caiu de 11,5% em novembro para 11,2% em dezembro. No mesmo mês de 2019, o indicador estava em 10%. Mais dívidas Depois de três meses seguidos de redução, o número de brasileiros com dívidas voltou a subir em dezembro. Segundo a Peic, 66,3% dos consumidores estavam endividados no mês passado, alta de 0,3 ponto percentual com relação a novembro. No comparativo anual, o indicador registrou aumento de 0,7 ponto percentual. Em relação aos tipos de dívida, a proporção de brasileiros que utilizam o cartão de crédito aumentou de 77,8% em novembro para 79,4% das famílias em dezembro. Essa foi a maior taxa desde janeiro de 2020. O cartão manteve-se como a principal modalidade de endividamento. A participação do cheque especial também subiu, de 5,3% para 5,5%. Recomendações Na avaliação da CNC, a alta do endividamento reflete a recuperação do crédito, estimulado pelos juros baixos e por estímulos concedidos durante a pandemia de covid-19. A entidade, no entanto, aconselha que os bancos alonguem os prazos de pagamento das dívidas para reduzir o risco de inadimplência no sistema financeiro. Isso porque grande parte do crédito ofertado durante a pandemia foi concedido com carência nas parcelas e deve começar a vencer no início deste ano. A CNC também recomenda que as famílias prestem mais atenção ao orçamento doméstico após o fim do auxílio emergencial. Para a entidade, o crédito pode voltar a funcionar como ferramenta de recomposição da renda, à medida que a recuperação do emprego enfrenta incertezas. Por Revista Imagem - Texto: Wellton Máximo

  • Provas do Enem não serão adiadas por causa da pandemia do coronavírus

    Inep diz que está preparado para prova em ambiente de pandemia. Por Revista Imagem - 07/01/2021 18:17 O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, disse nesta quinta-feira (7) que o cronograma do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deve ser mantido e que as provas não serão adiadas por causa da pandemia do novo coronavírus. “Nós nos preparamos para fazer uma prova em ambiente de pandemia”, afirmou Lopes, em entrevista à Agência Brasil. “Temos a segurança [de] que a prova deve ser feita e que as condições de aplicação são adequadas, são as que precisam ser tomadas." Lopes explicou que foram adotadas as medidas necessárias para a aplicação das provas. Ele destacou o papel do Enem para o acesso de estudantes ao ensino superior e a estrutura de organização do Inep, que considera capaz de oferecer um ambiente seguro de aplicação do teste. “Há universidades que estão usando exclusivamente a nota do Enem como meio de acesso ao ensino superior, e isso é importante porque, em vez de o aluno sair de casa para fazer várias provas, ele sai para fazer o Enem. Dada a nossa capacidade de organização e o tamanho do Enem – são 5,8 milhões de pessoas inscritas este ano –, temos condições de oferecer um ambiente seguro de prova que, eventualmente, uma faculdade menor não conseguiria”, enfatizou. O número de casos e de mortes por covid-19 vem aumentando no Brasil. De acordo com o Ministério da Sáude, ontem (6) foram notificadas 1.242 novas mortes. Foi o maior número diário desde 25 de agosto, quando foram registrados 1.271 óbitos. Ainda há 2.552 mortes em investigação. Até o momento, o Brasil contabiliza 198,9 mil mortes e 7,87 milhões de casos. Nesse cenário, nas redes sociais, ganhou força o movimento #AdiaEnem, compartilhado por professores, estudantes, parlamentares e outros apoiadores. “#AdiaEnem é defender a vida das pessoas. O Brasil está se aproximando das 200 mil mortes pelo novo coronavírus. Não se pode brincar com a vida dos estudantes e de seus familiares”, diz, em publicação no Twitter, a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes). O exame, que estava inicialmente agendado para outubro e novembro do ano passado, foi adiado após uma série de protestos virtuais. O Inep anunciou, então, diversas medidas para evitar a contaminação pelo novo coronavírus, aumentando a quantidade de locais de prova e reduzindo o número de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação. Além disso, quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas desta ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro. O Enem 2020 será aplicado na versão impressa nos dias 17 e 24 de janeiro e, na versão digital, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. Por Revista Imagem - Texto: Mariana Tokarnia

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