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- Decreto da prefeitura proíbe realização do Enem em Vilhena
Município tem atualmente o maior número de casos ativos de covid-19, com quase mil pessoas contaminadas. Por Revista Imagem - 15/01/2021 15:20 O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) não poderá ser realizado em Vilhena neste mês de janeiro. A decisão será publicada ainda hoje em decreto pela Prefeitura de Vilhena, que segue recomendação do Ministério Público Estadual e decisão da Justiça Federal com abrangência em todo o território nacional. Para evitar a disseminação do novo coronavírus, a medida é tomada no momento em que Vilhena tem o maior número de casos ativos de covid-19 desde o início da pandemia, chegando a quase mil atualmente contaminados. Já assinado pelo prefeito Eduardo Japonês, o decreto será publicado no Diário Oficial de Vilhena nesta tarde. Foi alterado o artigo 10° do decreto 49.048 de 18 de abril de 2020, que estabelece as medidas de enfrentamento contra o novo coronavírus na cidade. Veja o texto na íntegra abaixo: “§ 13 - Fica suspensa, no âmbito do Município de Vilhena, toda e qualquer ação que resulte na organização e posterior aplicação da prova do ENEM, designada para os dias 17 e 24 de janeiro de 2021. a - a suspensão da prova do ENEM prevista no caput deste artigo tem por fundamento as normas restritivas mais rígidas de convivência social, expressas no Decreto no 49.048, de 18 de abril de 2020, assim como o acatamento da Recomendação n° 00112021-2-PJV exarada pelo Ministério Público Estadual e a decisão judicial proferida nos autos do processo no 5006658-652020.4.03.610012, em trâmite na 12° Vara Cível Federal de São Paulo com abrangência em todo o território nacional”. A decisão judicial prevê que o Governo Federal providencie nova data de realização da prova do Enem para as cidades que cancelarem as provas em janeiro. O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), do Ministério da Educação, porém, informou que vai recorrer da decisão judicial e não garantiu que fará nova aplicação da prova em 2021, a não ser a que já está programada para acontecer em novembro deste ano. CASOS DE COVID-19 - Vilhena tem atualmente o maior número de casos ativos de covid-19 desde o início da pandemia. São 948 pessoas contaminadas, conforme o boletim desta quinta-feira, 14. Além disso, a taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 87,8% (sendo 100% na UTI e 80% nas Enfermarias). Por Revista Imagem - Fonte: Semcom PMV
- Ex-vice-prefeito de Chupinguaia morre com covid-19
Darcizão estava internado desde o dia 26 de dezembro no Hospital Regional de Cacoal. Por Revista Imagem - 15/01/2021 12:20 O ex-vice-prefeito de Chupinguaia, Darci Pedro Rosa, morreu na manhã desta sexta-feira (15), vítima da covid-19. Ele estava internado no Hospital Regional de Cacoal desde o dia 26 de dezembro por conta da doença. Segundo parentes entrevistados, durante o natal ele já apresentava sintomas da doença. Em Cacoal, exames e tomografia confirmaram a infecção pelo novo coronavírus. Darcizão tinha 58 anos, e em Chupinguaia ocupou diversos cargos públicos. Em 1996 ele foi o primeiro vice-prefeito eleito de Chupinguaia, quando o então distrito foi emancipado de Vilhena. Darcizão também foi secretário municipal de obras, vereador e presidente da Câmara de Vereadores do município. Atualmente Darcisão morava em Alto Alegre dos Parecis onde se dedicava ao comércio de gado. Por Revista Imagem - Da Redação
- Infecção por covid-19 dá alguma imunidade, mostra estudo
Cientistas acreditam que proteção é de pelo menos cinco meses. Por Revista Imagem - 15/01/2021 10:10 Pessoas que tiveram covid-19 têm alta probabilidade de obter imunidade por pelo menos cinco meses, mas há evidências de que aquelas que têm anticorpos ainda podem ser capazes de transportar e disseminar o vírus, revelou um estudo de profissionais de saúde britânicos. Conclusões preliminares de cientistas da Public Health England (PHE) mostraram que reinfecções em pessoas que têm anticorpos para covid-19 de uma infecção anterior são raras - com apenas 44 casos encontrados entre 6.614 pessoas previamente infectadas. Mas os especialistas alertaram que as descobertas significam que as pessoas que contraíram a doença na primeira onda da pandemia, nos primeiros meses de 2020, podem agora estar vulneráveis a contraí-la novamente. Eles também advertiram que as pessoas com a chamada imunidade natural - adquirida por terem contraído a infecção - ainda podem ser capazes de transportar o novo coronavírus em seu nariz e garganta e transmiti-lo. “Agora sabemos que a maioria das pessoas que teve o vírus e desenvolveu anticorpos está protegida contra a reinfecção, mas isso não é total e ainda não sabemos quanto tempo dura a proteção”, disse Susan Hopkins, consultora médica sênior da PHE e uma das coordenadoras do estudo, cujas conclusões foram publicadas nesta quinta-feira (14). “Isso significa que mesmo se você acreditar que já teve a doença e está protegido, pode ter certeza de que é altamente improvável que desenvolva infecções graves. Mas ainda existe o risco de você adquirir uma infecção e transmiti-la a outras pessoas." Especialistas que não estiveram diretamente envolvidos na pesquisa pediram que as pessoas observassem suas principais conclusões. "Esses dados reforçam a mensagem de que, por ora, todos são uma fonte potencial de infecção para os outros e devem se comportar de acordo", disse Eleanor Riley, professora de imunologia e doenças infecciosas da Universidade de Edimburgo. Por Revista Imagem - Fonte: Agência Brasil
- Veja cinco dicas para se preparar para o Enem 2020
Em um ano de pandemia do novo coronavírus, com aulas presenciais suspensas, estudantes e professores tiveram que se adaptar. Por Revista Imagem - 15/01/2021 09:55 No próximo domingo (17), milhões de estudantes vão fazer a primeira prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020. Em um ano de pandemia do novo coronavírus, com aulas presenciais suspensas, estudantes e professores tiveram que se adaptar. Tiveram que transpor as salas de aula para dentro das próprias casas. Enfrentaram problemas de infraestrutura, internet de baixa qualidade ou mesmo ausência de conexão, entre outras questões. A dois dias para a aplicação da prova, a Agência Brasil reuniu cinco dicas para quem vai fazer o exame. Segundo os professores entrevistados, é importante levar em consideração que esse é um ano atípico e que os resultados talvez não sejam os esperados. Os participantes devem estar atentos às regras da prova e seguir as medidas de segurança para evitar o contágio pelo novo vírus. Separar o que levar no dia da prova Para participar do Enem é obrigatório levar documento oficial de identificação com foto, caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente e máscara de proteção facial. Sem esses itens não será possível fazer a prova. A dica da professora de língua portuguesa da Escola Estadual Amélio de Carvalho Baís, de Campo Grande (MS), Letícia Cintra, é que, com antecedência, os participantes separem o que vão levar no dia do exame. “O que a gente conseguiu estudar, nós já estudamos. A partir de agora é organizar a caneta, máscara, o álcool em gel. Olhar o seu Cartão de Confirmação da Inscrição para ver onde vai fazer a prova, para não deixar para a última hora”, diz. Cuidar da própria saúde Na reta final, é importante cuidar da própria saúde física e mental para ter energia no dia do exame, de acordo com o pré-vestibular UniFavela. “Sabemos o quão difícil este momento de quarentena pode estar sendo. Dificuldades para estudar, para manter os pensamentos leves ou até mesmo para se concentrar em coisas simples. Não se culpe por isso! O que está acontecendo agora, no Brasil e no mundo, é muito maior do que qualquer esforço que a gente faça”, diz cartilha divulgada pelo curso. “Tão importante quanto manter uma rotina de estudos é manter uma rotina de cuidados. Busque ao máximo dormir oito horas por dia. Além disso, tente entender os seus sentimentos, dar nome ao que você sente, expressar isso de alguma forma: escrevendo, cantando, dançando, chorando... Se permita sentir!”. Revisar o conteúdo Às vésperas do exame, o momento é de revisar o que foi aprendido até aqui. Para o professor e sócio-diretor da Evolucional, startup de educação que oferece simulados e estudos de desempenho para escolas de todo o país, Vinícius Freaza, o Enem deve seguir a tendência de anos anteriores, já que as questões são escolhidas a partir de um banco de itens elaborados ao longo dos anos. “Seguramente teremos questões produzidas este ano, deve aparecer alguma coisa de pandemia, mas o grosso continua seguindo tendência de anos anteriores”. A recomendação, então, para a reta final é que os estudantes refaçam as provas antigas e que saibam os assuntos mais recorrentes em cada uma das áreas avaliadas no Enem. Na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira é possível acessar as edições anteriores das provas e os gabaritos. Aprender por vias alternativas É possível também buscar revisar os conteúdos e ficar a par de atualidades por meio de vídeos, de podcasts e outras ferramentas. “Você pode, por exemplo, estudar sobre uma guerra, ou um fato marcante para o mundo, assistindo a um filme sobre essa temática. Existem muitos materiais disponíveis em plataformas de streaming e no Youtube que podem ser aproveitados nesse sentido”, diz a UniFavela. As redes sociais também podem ajudar, desde que sejam consultados conteúdos confiáveis, por exemplo de cursinhos reconhecidos ou de órgãos oficiais. O professor de física do Descomplica, Rafael Vilaça, recomenda que os estudantes acessem, por exemplo, as redes sociais do Inep, que é o responsável pelo exame. Lá podem ter dicas para a prova. “Entrar no Instagram do Inep e ver o que deu de spoiler sobre o exame, observar os temas tratados, para se cercar de repertório para a prova. O Inep falou muito sobre idosos, sobre leitura, alfabetização, são temas que podem cair na prova”, diz. Ter uma estratégia de resolução de prova Segundo o coordenador pedagógico do ProEnem, Leandro Vieira, é importante que os participantes tenham uma estratégia para a resolução da prova. “A gente vê muitos alunos que chegam para o dia da prova muito nervosos, muito ansiosos, e acabam não conseguindo se concentrar naquele momento. Importante que vá para a prova sabendo por onde vai começar, sabendo os conteúdos pelos quais vai iniciar. No primeiro dia, se é por redação, se é por ciências humanas, por linguagens. É importante pensar uma estratégia e segui-la ao longo da prova porque às vezes a ansiedade acaba paralisando a gente naquele momento”. O professor recomenda, no primeiro dia, que os estudantes iniciem as provas pela redação e que dediquem no máximo uma hora para a escrita do texto. Em seguida, deve resolver as questões sobre os assuntos com os quais tem mais afinidade. Enem 2020 Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para fazer as provas. O Enem 2020 terá uma versão impressa, nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação. Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Por Revista Imagem - Texto: Mariana Tokarnia
- Operação Verde Brasil 2 soma R$3,33 bilhões na aplicação de multas
Na segunda-feira (11), a ação completou oito meses de repressão a crimes ambientais na Amazônia Legal. Por Revista Imagem - 15/01/2021 08:55 Mais de R$3,33 bilhões é o montante de multas e termos de infração aplicados, até o momento, no contexto da Operação Verde Brasil 2. Na segunda-feira (11), a ação completou oito meses de repressão a crimes ambientais na Amazônia Legal. No escopo da missão está o combate aos focos de incêndio e ao desmatamento ilegal. As Forças Armadas atuam, integradas com as agências ambientais e de segurança pública, desde 11 de maio do ano passado. As atividades prosseguem até 30 de abril, em cumprimento ao decreto de N° 10.539 de 4 de novembro de 2020. Entre as ações recentes, na sexta-feira (08), 247 embarcações foram inspecionadas. Dentre elas, uma transportava irregularmente cerca de 600 metros cúbicos de madeira próximo ao município de Vila do Conde, no estado do Pará. Em 244 dias de operação, foram mais de 67 mil inspeções, patrulhamentos navais, terrestres e aéreos. Como resultado, os militares e agentes apreenderam 329 mil metros cúbicos de madeira, 1.602 embarcações e 513 veículos. Houve ainda a apreensão de 474 Kg de drogas, 123 mil armas e munições e a emissão de 286 Autos de Prisão em Flagrante Delito (APFD). O Comando Conjunto Amazônia, o Comando Conjunto Norte, o Comando Conjunto Oeste e o Comando de Operações Aeroespaciais (Comae), da Força Aérea Brasileira (FAB) permanecem ativados. As intervenções ambientais continuam nos estados do Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão, Mato Grosso, Roraima, Rondônia e Tocantins. As ações executadas estão sob coordenação do Centro de Operações Conjuntas do Ministério da Defesa. Diariamente, são empregados, em média, 2.790 militares e agentes da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio), da Força Nacional de Segurança Pública, da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam). Por Revista Imagem - Texto: Viviane Oliveira
- Atualização cadastral de servidores estaduais e inativos inicia na segunda
A medida obrigatória para todos os servidores e deverá ser feita no mês de aniversário de cada um. Por Revista Imagem - 15/01/2021 08:50 Inicia na próxima segunda-feira (18), a atualização do cadastro de servidores públicos estaduais, agora obedecendo ao mês de aniversário de cada um. Atualmente, o estado tem 54.039 servidores. O Governo de Rondônia cumpre desta maneira o Decreto nº 24.652/2020. Segundo o especialista em Políticas Públicas da Superintendência Estadual de Gestão de Pessoas (Segep), Gustavo Bodaneze, as alterações feitas no sistema facilitam a atualização. “Basta o servidor abrir o sistema (Portal do Servidor), que irá se deparar com campos simplificados aos quais adicionará seus dados; em seguida, o respectivo setor de Recursos Humanos (RH) analisa se estão corretos, e quaisquer falhas lhe possibilitarão a correção, até a aprovação consolidada”, explicou o analista. A medida obrigatória para todos os servidores, é regida pelo Decreto 24.652, e serve para: Atualização dos dados pessoais dos servidores para o eSocial, plataforma do Governo Federal que congrega todas as obrigações trabalhistas e previdenciárias de uso obrigatório para o Governo Estadual; Emissão de certidões, requerimentos e outros documentos; Remodelada este ano, a atualização está mais simplificada e com orientações ao usuário. Cada documento terá um texto explicando como o servidor deve preencher o campo. Mesmo com a eventual reprovação de algum dado, o servidor tem a oportunidade de corrigí-lo, entretanto, se não fizer a atualização estará sujeito à suspensão do pagamento mensal. Em janeiro há 4.586 aniversariantes. Todos terão que se atualizar a partir do dia 18, próxima segunda-feira. A atualização do servidor deverá ser feita a cada dia 1º de cada mês. Militares inativos (da reserva remunerada) também precisam atualizar seus dados, da mesma forma, pensionistas. Já o Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Rondônia (Iperon) é responsável pela atualização de servidores civis inativos, que com ele devem tratar de suas situações. Gustavo explica: “Quem aniversaria em janeiro terá até o dia 24 de fevereiro para atualização. Janeiro será diferente devido aos ajustes no sistema, mas na sequência tudo deve ser feito a partir do primeiro dia do mês”. Por Revista Imagem - Texto: Montezuma Cruz
- Vilhena tem 3 novas mortes por covid-19 e chega a 15 óbitos em 14 dias
Mortes na primeira quinzena do mês correspondem a 14,5% do total de óbitos registrados em quase 10 meses de pandemia em Vilhena. Por Revista Imagem - 15/01/2021 08:05 Três pacientes (homens com 57, 72 e 77 anos) morreram vítimas da covid-19 nesta quinta-feira (14) em Vilhena, aumentando para 15 o número de mortes provocadas pela doença somente nesse mês de janeiro. A quantidade de óbitos na primeira quinzena do mês corresponde a 14,5% do total de mortes registradas em 284 dias de pandemia em Vilhena. Ao todo, 103 pacientes morreram por conta da doença no município (foram 88 óbitos de vilhenenses e 15 de moradores de outras cidades). E não são apenas as mortes que estão em alta. O primeiro mês de 2021 tem sido o mais crítico desde o início da pandemia em 5 de abril de 2020. Em 14 dias foram registrados 1.036 casos de covid-19, o que corresponde a 17,5% do total de casos registrados desde de abril do ano passado. Nesta quarta-feira foram mais 108 casos elevando o número total de diagnósticos para 5.908. Segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura de Vilhena, há atualmente no município 948 casos ativos, ou seja, são pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. Já a taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,49%, contra 1,87% no Estado e 2,50% no País. Ontem 36 pacientes estavam internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 35 de Vilhena e um de Cabixi. Destes, 16 estavam na UTI, sendo 10 intubados. Brasil e Mundo Já em Rondônia, foram contabilizadas 11 mortes e 1.215 novos casos de covid-19 nesta quinta-feira. No total o estado tem 1.976 óbitos e 105.952 casos confirmados. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 8,326 milhões, com 207,1 mil mortes. No mundo são 93,4 milhões de casos confirmados e 2 milhões de mortes. Por Revista Imagem - Texto: José Antonio Sant'Ana
- O ano de 2020 foi o mais quente já registrado, afirma Nasa
Aquecimento a longo prazo do planeta devido à queima de combustíveis fósseis, desmatamento e outras atividades humanas foram os grandes motivos. Por Revista Imagem - 14/01/2021 17:55 O ano passado foi, por uma estreita margem, o mais quente já registrado, anunciou a Nasa na quinta-feira (14). A notícia chega enquanto a crise climática deixa sua marca em 2020 por meio de altas temperaturas, enormes furacões e incêndios florestais sem precedentes. A elevação da temperatura média global vale para a terra e o oceano, superando o recorde anterior estabelecido em 2016 em menos de um décimo de grau. Devido a métodos ligeiramente diferentes usados, a Administração Oceânica e Atmosférica dos EUA (Noaa) julgou 2020 como um pouco mais frio do que 2016, enquanto o Met Office do Reino Unido também colocou 2020 em um segundo lugar. O programa de observação do clima da União Europeia coloca os dois anos em um empate. Apesar dessas pequenas diferenças, todos os conjuntos de dados ressaltaram novamente o aquecimento a longo prazo do planeta devido à queima de combustíveis fósseis, desmatamento e outras atividades humanas. Por Revista Imagem - Fonte: IG
- Pacientes com covid-19 no Amazonas serão transferidos a outros Estados
235 pacientes serão enviados a hospitais do Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Goiás e Distrito Federal. Por Revista Imagem - 14/01/2021 17:44 Com a rede de atendimento em colapso e sem oxigênio para tratamento da covid-19, o Amazonas terá de transferir parte dos seus pacientes a outros Estados. Segundo o governo local, no primeiro momento 235 pacientes serão enviados a hospitais do Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Goiás e Distrito Federal. Há estimativa de que até 750 pessoas tenham de deixar Manaus para serem atendidas em outros locais. Mais cedo, em entrevista à imprensa, o governador Wilson Lima (PSC) afirmou que o Amazonas vive "o momento mais crítico da pandemia, algo sem precedente". No ano passado, as redes de saúde e funerária do Estado já colapsaram. A crise se agravou nos últimos dias pela falta de oxigênio em unidades de saúde. Há ainda variante do novo coronavírus circulando no Estado. O secretário de Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, disse à imprensa que o consumo diário de oxigênio teve um pico de 30 mil metros cúbicos em 2020. Neste mês, o pico de consumo foi de 70 mil metros cúbicos num só dia. O governo federal irá apoiar a transferência dos pacientes, em aviões militares. O secretário nacional de Atenção Especializada em Saúde, Franco Duarte, disse que serão transferidos pacientes com quadros "moderados", que exigem uso de oxigênio, mas têm ainda condições de serem transportados. Em nota, o governo do Amazonas afirma que, na noite de quarta-feira, 13, "a empresa fornecedora da maior parte dos gases medicinais à rede pública estadual oficializou 'dificuldades em relação à execução do plano logístico para a entrega de insumos e a alta demanda que vinha ocorrendo' na rede pública de saúde". Com a nova explosão de casos de covid no Amazonas, o estoque de oxigênio acabou em vários hospitais de Manaus nesta quinta-feira, 14, levando pacientes internados à morte por asfixia, segundo relatos de médicos que trabalham na capital amazonense. O Hospital Universitário Getúlio Vargas, ligado à Universidade Federal do Amazonas (UFAM), ficou cerca de quatro horas sem o insumo na manhã desta quinta, o que gerou desespero entre os profissionais, segundo relatou ao Estadão uma médica da unidade, que não quis de identificar. O número de sepultamentos em Manaus quintuplicou em um mês, segundo dados divulgados pela prefeitura. Na quarta-feira, 13, 198 enterros ocorreram na capital, dos quais 87 tinham confirmação para covid-19 e sete eram de casos suspeitos. Em 13 de dezembro foram 36 óbitos, seis com resultado positivo para o vírus. Isto representa um aumento de 450%. Pazuello esteve em Manaus O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, deixou Manaus na quarta-feira, 13, em meio à crise pela covid-19. Na cidade que vive novo colapso, o general apresentou como solução o tratamento precoce, que, no vocabulário do governo federal, significa o uso de medicamentos sem eficácia comprovada, como a cloroquina e a ivermectina. "A medicação pode e deve começar antes desses exames complementares (de diagnóstico). Caso o exame lá na frente der negativo, reduz a medicação e tá ótimo. Não vai matar ninguém", disse Pazuello em discurso feito na segunda-feira, 11. O ministro ainda lançou o TrateCOV, aplicativo usado por médicos para diagnosticar a covid-19 que também estimula o uso destes fármacos não indicados para a covid-19. Mais de 340 profissionais de saúde de Manaus foram habilitados para usar o aplicativo. Na mesma data, uma equipe de secretários de Pazuello, reforçada por médicos entusiastas do tratamento precoce que viajaram ao Estado, fez visitas a unidades de saúde da capital. Além de escutar sobre a crise na cidade, o grupo deu orientações sobre a suposta evidência de benefícios do "tratamento precoce", segundo apurou o Estadão. Dias antes do périplo pelas unidades de saúde em Manaus, a secretária nacional Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Mayra Pinheiro, avisou ao município que as visitas serviriam para estimular adoção do "tratamento precoce". Em ofício enviado à Secretaria de Saúde local, Pinheiro ainda escreveu que seria "inadmissível" Manaus não prescrever antivirais sem eficácia comprovada. Sem citar qualquer prova, o presidente Jair Bolsonaro disse que a crise de saúde em Manaus deve-se à falta do “tratamento precoce”. Bolsonaro desestimula a adoção de medidas eficazes contra a pandemia, como uso de máscara e distanciamento social. “Não faziam tratamento precoce. Aumentou assustadoramente o número de mortes. Mortes por asfixia, porque não tinha oxigênio. O governo estadual e municipal deixou acabar oxigênio”, disse o presidente a apoiadores na terça-feira, 12. Grupos no Amazonas chegaram a protestar e pressionar o governo a recuar do fechamento do comércio, no fim de dezembro. "Muita gente acabou relaxando, pensando que estava tudo 'ok'. Mas o clima agora é diferente. Não há clima para novas manifestações", disse o governador Wilson Lima ao Estadão na última semana. Por Revista Imagem - Fonte: Estadão
- Governo Federal afirma que soja brasileira não "exporta desmatamento"
Ministério emitiu nota sobre declaração do presidente francês. Por Revista Imagem - 14/01/2021 17:34 O Ministério da Agricultura divulgou uma nota para reafirmar que a produção de soja no país é sustentável e que a cultura do grão "não exporta desmatamento" conforme afirmou o presidente francês, Emmanuel Macron, em suas redes. “A declaração do presidente francês, Emmanuel Macron, sobre a soja brasileira mostra completo desconhecimento sobre o processo de cultivo do produto importado pelos franceses e leva desinformação a seus compatriotas”, diz o comunicado divulgado nesta quarta-feira (13). Segundo a pasta, o Brasil é o maior produtor e exportador de soja do mundo, abastecendo mais de 50 países com grãos, farelo e óleo. “Brasil tem uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e utiliza tecnologias reconhecidas que ampliaram a sustentabilidade de sua produção agropecuária”, afirma a nota. Segundo o Ministério da Agricultura, o país detém domínio tecnológico para dobrar a atual produção com sustentabilidade, “seja em áreas já utilizadas, seja recuperando pastagens degradadas, não necessitando de novas áreas. Toda a produção nacional tem controle de origem”. Por Revista Imagem - Fonte: Agência Brasil
- MPT abre inquéritos para avaliar danos sociais do fechamento da Ford
Montadora anunciou na segunda-feira encerramento de atividades no país. Por Revista Imagem - 14/01/2021 17:30 O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu três inquéritos civis para avaliar os danos sociais do fechamento das fábricas da Ford no Brasil. Nesta semana, a montadora anunciou o encerramento das atividades das unidades de Taubaté (SP), Camaçari (BA) e Horizonte (CE). O MPT convocou hoje (14) uma reunião com representantes do Ministério da Economia e da Ford para abrir diálogo e coletar informações sobre o fechamento das fábricas. Segundo o Ministério Público, participaram o secretário especial da Previdência e Trabalho, Bruno Bianco Leal, e o secretário de Trabalho, Bruno Dalcolmo, além do diretor jurídico, Luís Cláudio Casanova, e do gerente de Relações Governamentais da Ford, Eduardo Freitas. A audiência foi conduzida pelo procurador-geral do MPT, Alberto Balazeiro, e contou com a participação das tês procuradoras do Trabalho que conduzem os inquéritos: Flávia Vilas Boas de Moura, Valdenice Amália Furtado e Celeste Maria Ramos Marques Medeiros. Os procuradores preocupam-se não só com a situação dos empregados das fábricas fechadas, mas com toda a cadeia produtiva de fornecedores que vai sofrer os impactos das mudanças. Fechamento Em nota divulgada na segunda-feira (11), a Ford citou os impactos da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus para justificar a decisão de fechar suas unidades no país. “A pandemia global da covid-19 ampliou os desafios do negócio, com persistente capacidade ociosa da indústria e redução das vendas na América do Sul, especialmente no Brasil”. O MPT informou que os representantes da empresa mantiveram essa argumentação durante a audiência e se comprometeram a enviar os dados solicitados pelos procuradores e pelo governo federal. A empresa deve concentrar agora a produção de veículos na América do Sul nas fábricas da Argentina e do Uruguai. Serão mantidos, entretanto, a sede administrativa para a América do Sul em São Paulo, o Centro de Desenvolvimento de Produto, na Bahia, e o Campo de Provas, em Tatuí (SP). Por Revista Imagem - Texto: Daniel Mello
- DER realiza manutenção em trechos críticos da RO-391 no Cone Sul
Rodovia estadual é umas das principais estradas do Cone Sul por onde passa o transporte de gado de corte e a produção de grãos Por Revista Imagem - 14/01/2021 17:24 O Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes (DER ) está realizando os serviços de manutenção nos trechos mais críticos da RO-391, uma das principais vias do Conel Sul do Estado. A rodovia é a principal estrada de acesso à BR-364, por onde é conduzida a produção de toda a produção de soja, milho e o transporte de gado de corte, uma vez que dá acesso a um dos maiores frigoríficos da região. “A equipe da 9° Residência Regional do DER de Vilhena estão fazendo o patrolamento, encascalhamento, compactação de aterros e drenagem com instalação de tubos metálicos. É imprescindível que a estrada esteja em condições de trafegabilidade em todas as estações do ano, pois dá acesso a outras estradas de grande fluxo como a do Boi e da Soja, por onde passam as carretas que transportam grãos, calcário e gado na região de Corumbiara, Pimenteiras e Parecis,” destacou Elias Rezende, diretor-geral-DER. De acordo com o residente da Regional de Vilhena, Rogério Henrique de Medeiros, 56 Km de estrada recebem manutenção no trecho entre o município de Chupinguaia até o trevo da Pedra na RO-370, região produtora de soja e de maior confinamento de gado do Brasil. As equipes estão trabalhando diariamente para concluir os serviços. A intenção do diretor-geral do DER, Elias Rezende é que nenhum produtor rural e pecuaristas que dependem das estradas para escoar a produção não fiquem prejudicados neste período chuvoso. Por Revista Imagem - Texto: Antonia Lima
- Avião parte hoje para buscar 2 milhões de doses de vacina da Oxford
As vacinas estão previstas para chegar ao Brasil no próximo sábado pelo Rio de Janeiro. Por Revista Imagem - 14/01/2021 11:26 Um avião da companhia aérea Azul vai decolar hoje (14) para a Índia, de onde retornará ao Brasil com dois milhões de doses da vacina contra a covid-19, informou o Ministério da Saúde. A aeronave sairá do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), às 13h, com destino a Recife. Após a escala, partirá direto para a cidade indiana de Mumbai. As vacinas estão previstas para chegar ao Brasil no próximo sábado (16). O avião pousará no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Ao chegar, as vacinas aguardarão o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que se reunirá no domingo (17) para analisar o pedido de uso emergencial, apresentado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira da AstraZeneca e da Universidade de Oxford no Brasil. Segundo o Ministério da Saúde, a vacina será distribuída aos estados em até cinco dias após o sinal verde da Anvisa, para, assim, dar início à imunização em todo o país, de forma simultânea e gratuita. O ministério disse ainda que, além do apoio da Azul, contará com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias Gol, Latam e Voepass para a logística de transporte gratuito da vacina para covid-19. A segurança no transporte das doses pelo Brasil será feita pelas Forças Armadas, em ação conjunta com o Ministério da Defesa. “O sucesso da operação de importação demonstra o excelente momento das relações Brasil-Índia e a solidez da Parceria Estratégica bilateral. Os dois países têm mantido, recentemente, frequentes contatos em alto nível, pautados por espírito de solidariedade e cooperação no enfrentamento da pandemia de covid-19”, diz nota conjunta assinada pelos ministérios da Defesa e das Relações Exteriores. Aeronave O avião que partirá hoje para a Índia é um Airbus A330neo, maior aeronave da frota da companhia e estará equipado com contêineres específicos para garantir o controle de temperatura das doses de acordo com as recomendações do fabricante. Ontem (13), a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou as empresas aéreas a transportarem vacinas refrigeradas com gelo seco na cabine de passageiros. O transporte só ocorrerá, entretanto, se não houver passageiros durante o voo. A medida alterou outra resolução da Anac, de dezembro do ano passado, que aprovou diretrizes para permitir, em caráter excepcional, o transporte de carga nos compartimentos de passageiros devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19). Por Revista Imagem - Texto: Luciano Nascimento
- Câmara autoriza R$ 11 milhões para o combate ao Coronavírus em Vilhena
A votação aconteceu na manhã desta quinta-feira, durante a 1ª sessão extraordinária do ano. Por Revista Imagem - 14/01/2021 11:07 A Câmara de Vereadores de Vilhena aprovou o Projeto de Lei 6.021/2021, que destina R$ 11.102.243,09 para o combate ao Coronavírus (Covid-19). A votação aconteceu na manhã desta quinta-feira (14), durante a 1ª sessão extraordinária do ano. O Projeto de Lei 6.021/2021 dispõe sobre autorização para abertura de crédito adicional especial, por superávit financeiro, no orçamento-programa da Secretaria Municipal de Saúde (Semus). Os mais de R$ 11 milhões ficaram em conta em 31/12/2020 e são provenientes do governo federal e estadual. O recurso será utilizado para aquisição de medicamentos, material penso, oxigênio, serviços de limpeza e higienização, entre outros. O Poder Executivo pediu urgência na aprovação do projeto, em virtude do aumento dos casos positivos da Covid-19 no município. A proposição foi aprovada por todos os vereadores presentes e segue para sanção do Executivo. Por Revista Imagem - Fonte: Assessoria CMV
- Vacinação começará ao mesmo tempo em todos os estados, diz ministério
Primeiras doses a serem distribuídas são de vacinas importadas: 6 milhões da CoronaVac e 2 milhões da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz. Por Revista Imagem - 14/01/2021 09:24 O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (13), durante coletiva de imprensa, que a vacinação contra a covid-19 deverá começar simultaneamente em todos os estados do país. Segundo o secretário executivo da pasta, Élcio Franco, os imunizantes devem ser distribuídos assim que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) validar o uso emergencial. A reunião da Anvisa que vai bater o martelo sobre os pedidos do Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceira com o consórcio AstraZeneca/Oxford, será realizada no próximo domingo (17). "É uma diretriz e nós iremos iniciar a vacinação simultaneamente nos 26 estados e no Distrito Federal. Então, não vai começar por um estado, ela começará em todos os estados ao mesmo tempo. Isso dentro de uma gestão tripartite, uma vez que quem executa a imunização é o município. É feita distribuição logística para os estados, secretarias estaduais de saúde, e destas para as secretarias municipais e para os postos de vacinação, até termos a capilaridade em nossos 38 mil postos de vacinação", informou. De acordo com Franco, todos os 5.570 municípios receberão doses de vacinas, começando pelas capitais. "Estamos aguardando ansiosamente autorização para uso emergencial e temporário das duas vacinas que foram solicitadas, a do Instituto Butantan, vacina produzida pelo laboratório Sinovac; e a da Fiocruz, vacina produzida pelo laboratório AstraZeneca em consórcio com Universidade de Oxford", destacou o secretário executivo. As primeiras doses a serem distribuídas são de vacinas importadas: seis milhões da CoronaVac (Sinovac/Instituto Butantan) e dois milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford/Fiocruz. Nos próximos meses, por acordo de transferência de tecnologia, tanto a Fiocruz quanto o Instituto Butantan vão produzir doses da vacina em território nacional para dar continuidade ao plano nacional de imunização. Questionado se o governo tem uma data para iniciar a vacinação, o secretário executivo disse que isso ainda não foi definido. Requisição de seringas Élcio Franco também informou que o governo federal fez uma nova requisição administrativa de 30 milhões de seringas a empresas do setor, após uma reunião com representantes da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (Abimo). "Nessa reunião com a Abimo, ficou acertado que, por meio de requisição administrativa, eles poderiam disponibilizar, até o final de janeiro, 30 milhões de seringas. Lembrando que o tempo todo nossa preocupação foi em usar os excedentes preservando os contratos [estoques] que haviam sido feitos com estados e municípios. Então, foi feita mais uma requisição administrativa com 30 milhões de seringas de 3 mililitros (ml), e mais 30 [milhões] de 1 ml", disse. Na semana passada, após reunião do presidente Jair Bolsonaro com os três principais fabricantes do país, o governo já havia requisitado outros 30 milhões de seringas e agulhas. Com as duas requisições administrativas, o governo afirma ter assegurado 60 milhões seringas, além dos estoques armazenados por estados e municípios. O primeiro lote desta requisição deve ser entregue até o final de janeiro. Repasses Durante a coletiva, o secretário executivo do Ministério da Saúde informou que desde o início da pandemia a pasta habilitou 19.517 leitos de UTI e prorrogou outros 19.334. Além disso, habilitou 1.914 leitos de suporte ventilatório. Élcio Franco disse ainda que foram encaminhados mais de 306 milhões de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para as redes de saúde. Em relação aos testes, segundo a pasta, foram distribuídos 11,7 milhões de kits RT-PCR, tendo sido realizados 8,6 milhões pela rede pública. Na rede privada, foram processados 6,4 milhões. Pandemia Desde o início da pandemia no país, há 11 meses, os mortos em consequência do novo coronavírus somam 205.964 e o total de infectados soma 5,25 milhões de pessoas. Por Revista Imagem - Texto: Pedro Rafael Vilela e Jonas Valente
- Veja o que pode e o que não pode no Enem 2020
Neste ano, além do documento com foto e da caneta preta, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista. Por Revista Imagem - 14/01/2021 08:56 O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) começa a ser aplicado neste domingo (17) e, para dar mais tranquilidade e não correr o risco de esquecer algo na última hora, a Agência Brasil elaborou uma lista do que é permitido e do que não é permitido nos dias de prova para que os candidatos, desde já, se organizem para o exame. Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para fazer as provas. O Enem 2020 terá uma versão impressa, nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. A lista do que é ou não permitido no exame é semelhante para as duas versões. Neste ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista. Os participantes que não estiverem com máscara de proteção facial não poderão ingressar no local de prova. A lista de documentos aceitos está disponível na página do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Entre eles estão a Carteira de Identidade, a CNH, o passaporte e a Carteira de Trabalho emitida após 27 de janeiro de 1997. Embora não seja obrigatório, é recomendado que os participantes levem também pelo menos uma máscara extra para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem. Como se trata de uma prova longa, também é recomendado que os participantes levem lanche e água e/ou outras bebidas, com exceção de bebidas alcoólicas que não são permitidas e podem levar à eliminação do candidato. É recomendado também que se leve no dia do exame o Cartão de Confirmação da Inscrição. Nele está, entre outras informações, o local de prova. O cartão pode ser acessado na Página do Participante. Caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, também na Página do Participante, imprimir a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho. Itens proibidos Os candidatos não podem portar, durante o exame, nenhum dispositivo eletrônico, como telefones celulares, smartphones, tablets, wearable tech, máquinas calculadoras, agendas eletrônicas e/ou similares, ipods®, gravadores, pen drive, mp3 e/ou similares; alarmes, chaves com alarme ou com qualquer outro componente eletrônico. Também não podem ter em mãos fones de ouvido e/ou qualquer transmissor, gravador e/ou receptor de dados, imagens, vídeos e mensagens. São ainda itens proibidos óculos escuros e artigos de chapelaria, como boné, chapéu, viseira, gorro ou similares; caneta de material não transparente, lápis, lapiseira, borrachas, réguas, corretivos, livros, manuais, impressos, anotações; protetor auricular, relógio de qualquer tipo. Infográfico - O que leva e o que não levar para a prova do Enem Infográfico - O que leva e o que não levar para a prova do Enem - Arte/EBC Esses objetos, caso o estudante leve para o exame, devem ser colocados dentro do envelope porta-objetos fornecido pelo aplicador, ao ingressar na sala de provas. A Declaração de Comparecimento também deve ser colocada dentro do envelope. O envelope deve ser lacrado e identificado, desde o ingresso na sala de provas até a saída definitiva do local de provas. Enem na pandemia As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação. Quem for diagnosticado com covid-19, ou apresentar sintomas dessa ou de outras doenças infectocontagiosas até a data do exame, não deverá comparecer ao local de prova e sim entrar em contato com o Inep pela Página do Participante, ou pelo telefone 0800-616161, e terá direito a fazer a prova na data de reaplicação do Enem, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Por Revista Imagem - Texto: Mariana Tokarnia
- Por pandemia, Justiça Federal suspende Enem no Amazonas
Exame ficará suspenso enquanto durar estado de calamidade. Por Revista Imagem - 14/01/2021 08:51 A Justiça Federal suspendeu na noite de ontem (13) a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no estado do Amazonas, em função do avanço da pandemia de covid-19. O primeiro dia de provas estava marcado para o próximo domingo (17), e o segundo dia para 24 de janeiro. Pela decisão liminar (provisória) do juiz Ricardo Augusto de Sales, da 3ª Vara Federal Cível do Amazonas, a realização do Enem no Amazonas deve ficar suspensa enquanto durar o estado de calamidade pública decretado pelo governo estadual. Na semana passada, o governador do Amazonas, Wilson Lima, publicou decreto que estende o estado de calamidade por mais 180 dias. O magistrado atendeu a um pedido de liminar (decisão provisória) feito deputado Marcelo Ramos (PL) e pelo vereador Amom Mandel (Podemos). Ambos destacaram números da pandemia e afirmaram que o estado se encontra na pior fase já registrada da pandemia, com elevado risco de contágio para os participantes do Enem. “Destaco que, aparentemente, malfere o princípio da moralidade administrativa se impor aos estudantes e profissionais responsáveis pela aplicação do Enem que se submetam a potenciais riscos de contaminação pelo covid-19, numa situação na qual o Poder Público não dispõe de estrutura hospitalar sanitária para dar o socorro médico devido àqueles que eventualmente necessitarem”, escreveu o juiz em sua decisão. Desde o fim do ano passado, o Amazonas vive um avanço nos números da doença e está com mais de 90% dos leitos clínicos e de UTI ocupados no estado, tanto na rede pública como na privada. De acordo com dados do governo estadual, foram confirmados 1.958 novas contaminações e 27 mortes nas últimas 24 horas, totalizando 218.070 contaminados e 5.810 mortos no estado desde o início da pandemia. A Agência Brasil entrou em contato com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela realização do Enem, para comentar a decisão e aguarda retorno. Suspensão nacional Na terça-feira (12), a Justiça Federal de São Paulo negou um pedido da Defensoria Pública da União (DPU) para adiar a realização do Enem em todo o território nacional. Na decisão, contudo, a juíza federal Marisa Claudia Gonçalves Cucio ressalvou que a imposição de medidas de isolamento mais severas por autoridades sanitárias locais e regionais seria um impedimento para a realização da prova. Nesses casos, “ficará o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira obrigado à reaplicação do exame diante da situação específica”, ordenou a magistrada. De acordo com dados do Inep, há 5,78 milhões de inscritos para realizar as provas presenciais do Enem em todo o Brasil. Por Revista Imagem - Texto: Felipe Pontes
- Saiba como pedir reaplicação do Enem em caso de infecção por covid-19
Pelo edital do Enem 2020, candidato com doença infectocontagiosa tem direito de remarcar provas. Por Revista Imagem - 14/01/2021 08:40 Candidatos inscritos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que estejam acometidos de covid-19 ou outras doenças infectocontagiosas podem solicitar a reaplicação das provas. O Enem será aplicado nos próximos dias 17 e 24 de janeiro (versão impressa) e nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro (versão digital). Já a reaplicação do exame está marcada para os dias 23 e 24 de fevereiro. Quem estiver doente deve comunicar a condição, antes da realização das provas, acessando a Página do Participante na internet. Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), para a análise da possibilidade de reaplicação, a pessoa deverá inserir, obrigatoriamente, no momento da solicitação, documento legível que comprove a doença. Na documentação deve constar o nome completo do participante, o diagnóstico com a descrição da condição, o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10), além da assinatura e da identificação do profissional competente, com o respectivo registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente, assim como a data do atendimento. O documento deve ser anexado em formato PDF, PNG ou JPG, no tamanho máximo de 2 MB. Pelo edital do Enem 2020, são doenças infectocontagiosas, para fins de pedido de reaplicação das provas: coqueluche, difteria, doença invasiva por Haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, Influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola, varicela e covid-19. O Inep reforça que os participantes que apresentarem sintomas na véspera ou no dia da prova não deverão comparecer ao exame, "primando pela segurança e pela saúde coletiva". "Em casos como esses, além de registrar o ocorrido na Página do Participante, o inscrito deverá entrar em contato com a Central de Atendimento do Inep (0800 616161) e relatar a condição, com o objetivo de agilizar a análise do laudo pela autarquia. A aprovação ou a reprovação da solicitação deverá ser consultada, também, na Página do Participante", informa a autarquia. Segundo o Inep, não só pessoas com problemas de saúde na data das provas poderão participar da reaplicação. Quem tiver problemas logísticos, como, por exemplo, falta de energia elétrica, também poderá comunicar o problema pela Página do Participante para fazer o exame em fevereiro. Protocolos O governo informa que protocolos relacionados à covid-19 na aplicação do exame incluem a disponibilização de álcool em gel nas salas e a obrigatoriedade do uso de proteção facial durante a prova. O participante poderá levar mais de uma máscara para troca ao longo do dia. As máscaras serão verificadas pelos fiscais para evitar possíveis infrações. O participante que não utilizar a máscara cobrindo totalmente o nariz e a boca, desde a entrada até a saída do local de provas, ou recusar-se, injustificadamente, a respeitar os protocolos de proteção contra a pandemia, a qualquer momento, será eliminado do exame, exceto em casos previstos na Lei n.º 14.019, de 2020. Também foram estabelecidas regras específicas para reduzir aglomerações durante a aplicação do Enem. Segundo o Inep, a ocupação das salas será de, aproximadamente, 50% da capacidade. Os colaboradores do Enem também deverão possibilitar o máximo de ventilação natural nos ambientes. Além disso, os portões serão abertos às 11h30 (horário de Brasília), 30 minutos antes do previsto nos editais. As pessoas consideradas de grupos de risco (idosos, gestantes e pessoas com doenças respiratórias ou que afetam a imunidade) ocuparão salas com no máximo 25% da capacidade máxima. Ainda de acordo com o Inep, esses participantes já foram previamente identificados na base de inscritos e alocados nas salas especiais. Por Revista Imagem - Fonte Agência Brasil
- Comitê de emergência da OMS analisa variantes do novo coronavírus
Uma terceira mutação, originária da Amazônia é considerada uma "variante preocupante", e pode impactar a resposta imunitária. Por Revista Imagem - 14/01/2021 08:38 O comitê de emergência da Organização Mundial da Saúde reúne-se hoje (14), antes do previsto, para discutir as variantes do novo coronavírus, que são mais contagiosas e têm preocupado as autoridades no mundo inteiro. As reuniões do comitê ocorrem normalmente de três em três meses, mas, "agora, o diretor-geral [da OMS] convocou os membros duas semanas antes do previsto para analisar assuntos que necessitam de um debate urgente. Trata-se das variantes recentes e do uso de certificados de vacinação e de testes para viagens internacionais", disse um comunicado da OMS, divulgado em Genebra. O comitê de peritos, presidido pelo francês Didier Houssin, vai reunir-se nesta quinta-feira, e as recomendações para a OMS e países membros serão publicadas após o encontro. As variantes do coronavírus - identificadas inicialmente no Reino Unido e na África do Sul - são particularmente contagiosas e circulam agora por dezenas de países, com uma nova vaga de contaminações e confinamentos, enquanto ocorrem as campanhas de vacinação. Números Segundo a OMS, o número de países e territórios onde já foi detectada a variante britânica pode passar de 50 e a variante identificada na África do Sul surgiu em 20, mas a organização considera que esta avaliação pode estar subestimada. Uma terceira mutação, originária da Amazónia brasileira e cuja descoberta foi anunciada no domingo pelo Japão, está sendo analisada e pode impactar a resposta imunitária, segundo a OMS, que fala no seu boletim semanal numa "variante preocupante". A pandemia de covid-19 provocou pelo menos 1.963.557 mortos resultantes de mais de 91,5 milhões de casos de infecção em todo o mundo. Por Revista Imagem - Fonte Agência Brasil
- Libertadores volta a ter decisão 100% brasileira após 15 anos
Brasil já protagonizou 2 das 3 finais entre times de um mesmo país na competição. Por Revista Imagem - 14/01/2021 08:30 Disputada pela primeira vez em 1960, a Libertadores só teve três finais entre times do mesmo país até hoje. A quarta será no próximo dia 30, entre Santos e Palmeiras, às 17h (horário de Brasília), no Maracanã, no Rio de Janeiro. O Peixe se classificou nesta quarta-feira (13), ao atropelar o Boca Juniors (Argentina). O Verdão avançou na terça-feira (12) ao superar o River Plate (Argentina) no placar agregado. Quinze anos depois, a decisão do maior torneio de clubes da América do Sul será 100% brasileira. A primeira vez foi em 2005, quando se enfrentaram São Paulo e Athletico-PR. Como a Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) avaliou que a Arena da Baixada (antes da reforma para a Copa do Mundo de 2014), em Curitiba, não tinha capacidade mínima para receber o jogo de ida, o Furacão teve de mandar o duelo no Beira-Rio. Após um empate por 1 a 1 em Porto Alegre, o Tricolor goleou no Morumbi, na capital paulista, por 4 a 0, e assegurou o tricampeonato sul-americano. No ano seguinte, o São Paulo voltou à decisão continental, desta vez contra o Internacional. Diferentemente de 2005, o primeiro jogo foi no Morumbi, com vitória colorada por 2 a 1, em grande atuação do atacante Rafael Sobis. O empate por 2 a 2 no Beira-Rio deu aos gaúchos o primeiro título da Libertadores. Em 2007, a Conmebol determinou que não poderiam mais ocorrer finais entre clubes do mesmo país. Por isso, nas semifinais daquele mesmo ano, apesar de estarem em lados opostos do chaveamento, Santos e Grêmio tiveram que se enfrentar antes da decisão. A medida foi mantida até 2017. Um ano depois, o confronto valendo o título voltou a reunir dois times de uma mesma nação. Desta vez, os argentinos Boca e River. O jogo de ida, na Bombonera, terminou empatado em 2 a 2. Após um ataque de torcedores ao ônibus dos Xeneizes no caminho até o estádio Monumental de Nuñez, também em Buenos Aires, a partida de volta foi suspensa e levada para o Santiago Bernabeu, em Madri, na Espanha. Os Millionarios ganharam por 3 a 1 e ficaram com o título pela quarta vez. A final entre Santos e Palmeiras será a primeira entre dois times de um mesmo estado do Brasil e também a primeira vez que a dupla se enfrenta em uma decisão no Maracanã. O Peixe tem oito títulos no estádio carioca: quatro Campeonatos Brasileiros (1962, 1964, 1965 e 1968), três Torneios Rio-São Paulo (1963, 1964 e 1997) e o Mundial de 1963. O Verdão ergueu duas taças no Maracanã: o Brasileiro de 1967 e a Copa Rio de 1951, competição que o clube pleiteia ser reconhecida como primeiro Mundial. Por Revista Imagem - Texto: Lincoln Chaves
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