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- Melki Donadon é internado com 75% dos pulmões comprometidos pela covi-19
Ex-prefeito de Vilhena estava apresentando sintomas da doença há cerca de 10 dias. Revista Imagem - Vilhena-RO | 22/01/2021 - 15:19 O ex-prefeito de Vilhena, Melki Donadon, precisou ser internado na Ala Covid do Hospital Regional na manhã desta sexta-feira (22). O político de 56 anos, deu entrada na unidade médica após ter sido atendido em um hospital particular onde foi constatada a gravidade do seu estado de saúde. Melki que começou a sentir os sintomas da doença a cerca de 10 dias, foi submetido a uma tomografia que constatou que 75% dos pulmões haviam sido atingidos pela covid-19. Paciente com comorbidades, Melki foi encaminhado ao Hospital Regional para tratar da infeção que recaiu sobre os pulmões. Segundo familiares, a princípio Melki não deve ser intubado, e será submetido a tratamento com máscara de oxigênio não invasiva para não sobrecarregar o funcionamento dos pulmões. Por Revista Imagem | Da Redação
- Salariômetro: reajuste salarial ficou abaixo da inflação em dezembro
O Salariômetro analisa os resultados de 40 negociações salariais, que são coletados no portal Medidor, do Ministério da Economia. Revista Imagem - Vilhena-RO | 22/01/2021 - 11:25 Em dezembro, o reajuste salarial no Brasil ficou abaixo da inflação (-0,9%). É o que revela o boletim Salariômetro, divulgado hoje (22) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O Salariômetro analisa os resultados de 40 negociações salariais, que são coletados no portal Medidor, do Ministério da Economia. O reajuste mediano negociado foi de 4,3% em dezembro, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), no acumulado de 12 meses, ficou em 5,2%. O piso salarial mediano [que corrige discrepâncias] negociado foi de R$ 1.333 em dezembro, enquanto o piso médio foi de R$ 1.442. “Em dezembro, tivemos um repique muito forte da inflação. E a inflação, na mesa de negociação, é medida pelo INPC. Como no final do ano tivemos um aumento muito grande, principalmente na alimentação, isso refletiu no custo de vida dessas famílias e o INPC mostrou isso”, disse Hélio Zylberstajn, professor da Faculdade de Economia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Projeto Salariômetro, em entrevista à Agência Brasil. Dezembro foi o único mês no ano passado em que o reajuste das negociações salariais ficou abaixo da inflação. Nos outros meses do ano, os reajustes se equipararam, com um pequeno reajuste real de 0,1% em fevereiro. Em todo o ano passado, 5.038 instrumentos foram negociados, sendo que 4.472 deles por meio de acordos coletivos e 566 por convenções coletivas. Em dezembro, a proporção de reajuste nessas negociações, que ficou abaixo do INPC, atingiu 70,2%. “São negociações que não deram nem a inflação acumulada. Só 10,6% ficaram acima [da inflação]”, afirmou Zylberstajn. Já as negociações salariais que terminaram em reajustes que corrigiram a inflação [ou seja, ficaram iguais à inflação] somaram 19,1%. “Para uma empresa que esteja disposta a repor a inflação com o sindicato, já teria que começar com 5,2%. Se for dar aumento real, teria que ser mais do que isso. E isso em uma época de recessão profunda”, acrescentou. Considerando-se todo o ano de 2020, o reajuste mediano nominal foi de 3% e o piso mediano de R$ 1.273. Para 2021, a Fipe prevê que os reajustes reais serão raros, já que as projeções para o INPC continuam altas, superiores a 5%, podendo chegar a 7% em junho. Por Revista Imagem | Fonte: Agência Brasil
- Distribuição de vacinas da AstraZeneca deve começar neste sábado
As 2 milhões de doses serão enviadas amanhã aos estados. Revista Imagem - Vilhena-RO | 22/01/2021 - 11:21 As 2 milhões de doses da AstraZeneca contra a covid-19 que devem chegar da Índia nesta sexta-feira (22) serão distribuídas aos estados a partir da tarde de sábado (23). Segundo o presidente Jair Bolsonaro, a Força Aérea Brasileira está à disposição para agilizar a distribuição da vacina pelo país. “Pode ter certeza que a Aeronáutica está aí para servir o Brasil e essa vacina, se chegar hoje à noite, amanhã começa a chegar a seus destinos”, disse Bolsonaro. Bolsonaro falou com a imprensa ao deixar o Palácio da Alvorada, após café da manhã com parlamentares na residência oficial. Ele reafirmou que a vacinação não será obrigatória e recomendou que as pessoas leiam os estudos dos imunizantes. “Ela tem que ser voluntária, afinal de contas não está nada comprovado cientificamente com essa vacina ainda. E peço que o pessoal leia o contrato com a empresa para tomar pé de onde chegaram as pesquisa e porque não se concluiu ainda dizendo que uma vacina é perfeitamente eficaz. Pelo que tudo indica, segundo a Anvisa, ela vai ajudar que casos graves não corram no Brasil, quem for vacinado”, afirmou. AstraZeneca As vacinas devem chegar ao Brasil nesta sexta-feira, no fim da tarde. A carga vinda da Índia será transportada em voo comercial da companhia Emirates ao aeroporto de Guarulhos e, após os trâmites alfandegários, seguirá em aeronave da Azul para o Aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de janeiro. De acordo com a Fiocruz, assim que chegarem à instituição, as vacinas passarão por checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem, com etiquetagem das caixas com informações em português. A previsão é que esse processo seja realizado até manhã de sábado (23) por equipes treinadas em boas práticas de produção. As vacinas devem ser liberadas para distribuição no período da tarde. “Ao longo de todo o trajeto até Bio-Manguinhos/Fiocruz, as vacinas estarão armazenadas em seis caixas do tipo pallets, que serão acondicionadas em envirotainers, pequenos containers utilizados para transportes de carga que necessita de controle de temperatura. Nesses envirotainers, as vacinas serão mantidas na temperatura entre 2 a 8ºC”, informou a Fiocruz. Por Revista Imagem | Texto: Andreia Verdelio e Heloisa Cristaldo
- Lançada com informações dos principais produtos agropecuário de Rondônia
Objetivo da Revista Agro é mostrar o potencial do setor no estado. Revista Imagem - Vilhena-RO | 22/01/2021 - 11:17 O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), lança neste mês de janeiro de 2021 a Revista Agro, um anuário que apresenta dados relativos à produção agropecuária do Estado no ano de 2020, destacando os índices e volumes de produção dos principais produtos agrícolas e pecuaristas de Rondônia, além da área de uso, sustentabilidade e economicidade do setor. O objetivo da Revista Agro é mostrar o potencial do setor agro em Rondônia, em todas as suas cadeias: na agricultura familiar, agricultura empresarial, verticalização das agroindústrias, extrativismo, agroecologia, comercialização, exportações, eventos agropecuários, entre outros. A ideia de criar a revista surgiu depois de uma reunião realizada com os coordenadores da Seagri, durante prestação de contas dos trabalhos executados pela secretaria, em várias áreas produtivas do Estado. “Nós percebemos a necessidade de divulgar as ações do Governo, para que chegue ao conhecimento da sociedade, principalmente dos produtores rurais. A Revista Agro é uma forma de prestação de contas, de transparência da Secretaria, além de mostrar a evolução e potencial que o Estado tem nas cadeias produtivas”, disse o secretário da Seagri, Evandro Padovani. A revista será publicada anualmente, ao final de cada ano, com divulgação dos melhores momentos e as conquistas no ranking nacional do setor produtivo do Estado de Rondônia. Serão confeccionados em torno de mil exemplares, para serem entregues às secretarias municipais, prefeituras e câmaras municipais, e estará disponível no site da Seagri, através do endereço: www.rondonia.ro.gov.br/seagri/institucional/boletim-informativo/. A Revista Agro 2019-2020 teve a participação de todas as coordenarias da Secretaria. “Temos uma equipe técnica comprometida com o desenvolvimento do nosso Estado, e contribuindo muito, principalmente com a agricultura familiar. Estamos atendendo ao pedido do governador, para que a gente avance cada vez mais nas ferramentas de divulgação, com o intuito de levar informação para o produtor, com o uso de novas tecnologias, sobre a produção do Estado e da comercialização”, contou o secretário da Seagri. Além de possuir um grande potencial para produção de alimentos, Rondônia se tornou uma nova fronteira agrícola, portal de produtos oriundos do resto do país. “O agronegócio de Rondônia vem todos os anos batendo recordes, gerando mais produtividade com o uso de novas tecnologias na agricultura de precisão e em todas as áreas. Saímos de um PIB de R$ 9,8 bilhões, chegando no final de 2020 com R$ 15 bilhões do VBP (Valor Bruto da Produção Agropecuária). A tendência é aumentar ainda mais”, finalizou Padovani. Por Revista Imagem | Texto: Sara Cicera
- TSE suspende consequências para quem não votou nas eleições de 2020
Medida considera que a persistência e o agravamento da pandemia da Covid-19 no país impõem obstáculos para a justificativa eleitoral. Revista Imagem - Vilhena-RO | 22/01/2021 - 11:13 TSE suspende consequências para quem não votou nas eleições de 2020 O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, assinou ontem (21) uma resolução suspendendo as consequências legais para quem não votou nas eleições municipais de 2020 e não justificou ou pagou a multa. Entre suas justificativas, a medida considera “que a persistência e o agravamento da pandemia da Covid-19 no país impõem aos eleitores que não compareceram à votação nas Eleições 2020, sobretudo àqueles em situação de maior vulnerabilidade, obstáculos para realizarem a justificativa eleitoral”. O texto da resolução sobre o assunto considera ainda a “dificuldade de obtenção de documentação comprobatória do impedimento para votar no caso de ausência às urnas por sintomas da covid-19”. A norma não estipula prazo para a suspensão das sanções para quem não votou e não justificou ou pagou multa. A medida ficará vigente ao menos até que o plenário do TSE vote se aprova ou não a resolução assinada por Barroso. Isso não deve acontecer antes de fevereiro, devido ao recesso forense. A resolução destaca que não se trata de uma anistia para quem não votou, pois tal providência somente poderia ser tomada pelo Congresso Nacional, frisa o texto da norma. O prazo para justificar ausência no primeiro turno encerrou-se em 14 de janeiro. O limite para justificar a falta no segundo turno é 28 de janeiro. Ambas as datas marcam os 60 dias após as votações, que ocorreram em 15 e 29 de novembro. Pela Constituição, o voto é obrigatório para todos os alfabetizados entre 18 e 70 anos. Em decorrência disso, o artigo 7º do Código Eleitoral prevê uma série de restrições para quem não justificar a ausência na votação ou pagar a multa. Enquanto não regularizar a situação, o eleitor não pode: – inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública, investir-se ou empossar-se neles; – receber vencimentos, remuneração, salário ou proventos de função ou emprego público, autárquico ou paraestatal, bem como fundações governamentais, empresas, institutos e sociedades de qualquer natureza, mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado, correspondentes ao segundo mês subsequente ao da eleição; – participar de concorrência pública ou administrativa da União, dos estados, dos territórios, do Distrito Federal ou dos municípios, ou das respectivas autarquias; – obter empréstimos nas autarquias, sociedades de economia mista, caixas econômicas federais ou estaduais, nos institutos e caixas de previdência social, bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo, ou de cuja administração este participe, e com essas entidades celebrar contratos; – obter passaporte ou carteira de identidade; – renovar matrícula em estabelecimento de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo; – praticar qualquer ato para o qual se exija quitação do serviço militar ou imposto de renda. Por Revista Imagem | Fonte: Agência Brasil
- Festival de cinema de Rondônia abre inscrições para selecionar filmes
O 1º Cine RO está marcado para acontecer entre os dias 10 e 25 de março. Evento será online por causa da pandemia da Covid-19. Revista Imagem - Vilhena-RO | 22/01/2021 - 11:07 A primeira edição do Festival de Cinema de Rondônia (Cine RO) deve acontecer entre os dias 10 e 25 de março. Na quarta-feira (20), a organização abriu as inscrições para selecionar os filmes do evento. O festival será totalmente virtual para respeitar as medidas de distanciamento social impostas pela pandemia da Covid-19. Podem se inscrever as obras produzidas no Brasil ou exterior, desde que o filme seja falado em língua portuguesa, ou tenha legenda em português. E os filmes devem ter sido finalizados entre janeiro de 2019 e janeiro de 2021. As categorias devem se encaixar em: curta de ficção, curta documentário, curta de animação, curta experimental, curta estudantil e longa metragem nacional. O prazo final para o envio das obras é o dia 20 de fevereiro. Inscreva-se gratuitamente e leia o regulamento Segundo o regulamento, o festival possui caráter competitivo, através de mostras, mas sem previsão de premiação em dinheiro, exceto no caso de filmes rondonienses. Dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail: contato@festcinero.com. O festival O evento acontece entre os dias 10 e 25 de março e pretende apresentar ao público filmes "esteticamente impecáveis e os que não buscam a perfeição técnica, mas apresentam discussões urgentes". A primeira edição promete multiplicidade, diversidade e representatividade. Além de assistir aos filmes, o público poderá se inscrever em workshops. A programação oficial ainda não foi divulgada pela organização. Conheça o site do evento O Cine RO foi um dos projetos contemplados pelo edital da Superintendência da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel) aberto a partir da Lei Aldir Blanc, destinada ao setor cultural durante a pandemia do novo coronavírus. Por Revista Imagem | Fonte: G1
- Servidor se inclui em lista para tomar vacina da Covid-19 em Rondônia
Diretor de UPA trabalha em unidade que atende pacientes com Covid-19, mas não atua na linha de frente, segundo a Semusa. Revista Imagem - Vilhena-RO | 22/01/2021 - 11:04 A Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de Porto Velho está apurando a conduta do diretor administrativo de uma unidade de pronto atendimento que incluiu o próprio nome na lista para receber a vacina contra a Covid-19. De acordo com a Semusa, neste momento, as vacinas são destinadas apenas aos profissionais que estão em contato direto com os pacientes infectados pelo coronavírus, o que não inclui servidores administrativos. Primeiro lote de vacinas contra Covid-19 chega em Rondônia Porto Velho inicia vacinação contra a Covid-19 Um documento foi enviado pela pasta aos diretores de cada unidade solicitando a lista com os nomes dos profissionais que se encaixam nos critérios estabelecidos. O diretor alvo da apuração se incluiu no grupo e recebeu a primeira dose do imunizante. De acordo com a chefe da Divisão de Imunização da Semusa, Elizeth Gomes, uma orientação foi solicitada ao Ministério da Saúde sobre a aplicação da segunda dose no servidor. O Ministério Público Estadual também foi informado da conduta. Conforme a secretaria, o município recebeu mais de 18 mil doses da Coronavac na primeira remessa enviada pelo Ministério da Saúde. Como cada pessoa precisa receber duas doses, apenas 9 mil profissionais de saúde serão atendidos na primeira etapa. Ao todo, são 20 mil trabalhadores em saúde na capital. "A gente confia que as instituições estejam priorizando quem realmente está na linha de frente porque a gente está atendendo o que chega pra gente na secretaria, mas não estamos aceitando nenhuma listagem discrepante. Onde tenha muita gente, a gente devolve e pede pra enxugar porque o número de doses que a gente recebeu vai dar pra atender apenas 50% do quantitativo de profissionais cadastrados", declarou a chefe da Divisão de Imunização. A Semusa informou ainda que a equipe de tecnologia da informação da prefeitura está cruzando os dados para saber se algum profissional colocou o nome/CPF em duas listas por trabalhar em mais de uma unidade. Cerca de 600 doses entregues à capital são destinadas a indígenas aldeados e idosos que vivem em casas de repouso. Até esta quinta-feira (21), mais de mil doses já haviam sido aplicadas. Após a divulgação do caso do servidor que tomou a vacina sem pertencer ao grupo prioritário, a prefeitura divulgou uma nota informando que quem tentar furar a fila da vacina sofrerá sanções administrativas. Veja a nota: Sobre o servidor que recebeu a vacina contra a Covid-19 sem estar no grupo prioritário, a Semusa esclarece que: 1. Apesar do profissional da saúde trabalhar dentro de uma unidade que acolhe pacientes com Covid-19, ele não atende diretamente pacientes com a doença e por isso não está no grupo prioritário que está sendo vacinado neste primeiro momento; 2. A Semusa ressalta que todos os profissionais que infringirem a regra estabelecida, recomendada pelo Ministério da Saúde e seguida na maioria dos municípios, sofrerão sanções administrativas; 3. A Semusa destaca que solicitou aos estabelecimentos de saúde (públicos e privados) uma relação dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente para a vacinação ocorrer de forma nominal. 4. Essas listas estão sendo entregues ao Ministério Público para que faça o acompanhamento do processo de vacinação; 5. É importante ressaltar que ao ser vacinado, o CPF da pessoa vai para uma plataforma única do MS atrelado ao número do lote da vacina recebida. O MS acompanha em tempo real a vacinação e faz o cruzamento de dados para identificar os profissionais que estão sendo vacinados; 6. A Semusa reforça que o município não recebeu doses de vacina suficientes para imunizar os quase 20 mil profissionais de saúde da Capital, por este motivo os de linha de frente estão sendo priorizados. Quando um novo lote de vacinar chegar, todos os profissionais de saúde serão contemplados. 7. Por fim, a Semusa reitera que tem seguido todas as orientações do Ministério da Saúde quanto ao processo de vacinação com transparência, celeridade e segurança. Por Revista Imagem | Fonte: G1
- Janeiro vermelho: 29 pessoas já morreram de covid-19 em Vilhena nesse mês
Ontem o município passou da casa das 100 mortes pela doença. O mês de janeiro registra 1.574 casos de covid-19, isso é 24,4% do total. Revista Imagem - Vilhena-RO | 22/01/2021 - 08:33 Vilhena registrou mais 2 mortes de pacientes em tratamento contra a covid-19 nesta quinta-feira (21). Os óbitos foram de 2 homens (72 e 81 anos), todos moradores de Vilhena. As mortes de ontem elevaram para 117 o número de óbitos provocados pela doença no município (foram 101 óbitos de vilhenenses e 16 de moradores de outras cidades). Somente nos primeiros 21 dias do ano, 29 pessoas vieram a óbito por causa da covid-19, o que corresponde a 24,7% do total de mortes registradas nos 291 dias de pandemia em Vilhena. Nesta quinta-feira também foram registrados mais 81 casos de coronavírus elevando o número total de diagnósticos para 6.446. O mês de janeiro já corresponde com 24,4% dos casos registrados em todo o período de pandemia no município: foram 1.574 casos de covid-19 nesses 21 dias. Segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura de Vilhena, há atualmente no município 1.197 casos ativos, ou seja, são pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. São 5.249 pacientes recuperados da doença até agora. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena é de 1,56%, A do estado é de 1,82% e a do país é de 2,48%. Até a noite de ontem, 33 pacientes estavam internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 29 de Vilhena. Destes, 15 estão na UTI, sendo 10 intubados. A taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 85,5% (sendo 100% na UTI e 60% nas Enfermarias). Brasil e Mundo Já em Rondônia foram contabilizadas 15 mortes e 1.310 novos casos de covid-19 nesta quarta-feira. No total o estado tem 2.070 óbitos e 113.778 casos confirmados. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 8,699 milhões, com 214,2 mil mortes. No mundo são 98,2 milhões de casos confirmados e 2,098 milhões de mortes. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana
- 67% da população vê vacina como principal estímulo para frequentar eventos
46% acreditam que a quarentena deve terminar em 2021. 42% não sabem quando pretendem retomar as atividades culturais. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 17:40 O brasileiro está consciente sobre os riscos de sair de casa e 67% da população voltaria a frequentar eventos fora de casa apenas após serem vacinados contra o COVID-19. O dado faz parte do novo estudo da Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, em parceria com o Hub Cultural, que traçou o Panorama Cultural do Brasil com informações sobre o consumo de cultura dos brasileiros, antes e durante a pandemia, dentro e fora de casa. Entre os principais estímulos para o retorno aos passeios culturais, ¼ dos entrevistados sairia de casa seguindo cuidados como protocolos de biossegurança (25%), limite de pessoas nos locais de visita (24%), apenas com remédio para tratar o COVID-19 (23%), higienização completa do local (21%), tapete de higienização na entrada (8%) e liberação do governo (8%). Foram ouvidos 1726 brasileiros em entrevistas digitais, englobando todas as faixas etárias, com renda entre até R﹩ 3 mil e mais de R﹩ 20 mil, sendo 59% mulheres e 41% homens. O estudo considerou pessoas do Brasil inteiro, sendo 49% da região Sudeste, 20% do Nordeste, 16% do Sul, 8% do Centro-Oeste e 7% do Norte. A pesquisa completa está disponível em https://www.hubcultural.com.br. Quando a aglomeração ainda era permitida, 48% tinha o hábito de ir à shows presencialmente, 39% iam ao teatro, 75% assistiam filmes no cinema e 35% frequentavam museus. "Sabemos que o brasileiro gosta de atividades culturais e, mesmo tendo o fator financeiro como impeditivo em muitos casos, se possível, ao menos um cinema sempre figurou na lista de entretenimento fora de casa por aqui", afirma Ligia Mello, sócia da Hibou. Atualmente, para 15% dos entrevistados o isolamento social já acabou, outros 46% acreditam que a quarentena deve terminar em 2021 e 35% não souberam opinar. Ao serem questionados sobre o retorno às atividades culturais presenciais, mesmo com pandemia, na contramão das indicações sanitárias, 7% afirmaram que já estão frequentando eventos culturais de naturezas diversas fora de casa. Por outro lado, 42% não sabem quando pretendem retomar as atividades culturais. Ao pensar em reunir família ou amigos para programas culturais, as primeiras opções que veem à cabeça dos brasileiros são: cinema, teatro, museu, show, música, exposição, viagem, locais históricos e parques, entre outros. A pesquisa apontou também que 6 em cada 10 pessoas acreditam que cultura é importante e precisa ser imparcial, já que 64% enxergam o entretenimento cultural como algo essencial. Além disso, 56% acreditam que essas atividades não devem incentivar o preconceito e 48% concorda que toda a forma de expressão deve ser respeitada. 36% acreditam que consumir cultura é a melhor forma de apreciar a vida. O cinema (75%) lidera a lista dos locais que eram mais visitados antes da pandemia, seguido de shoppings (72%), restaurantes e padarias para almoço (72%), restaurantes ou bares para happy hour no jantar (67%), parques públicos (64%), shows (48%), teatros (39%), entre outros. Em relação ao dinheiro investido em programas culturais no geral, antes da pandemia, confira no gráfico abaixo qual era o gasto mensal do brasileiro: Após a pandemia, 45% deve manter a mesma faixa de valor, 29% não souberam avaliar, 14% pretende diminuir e 12% vão aumentar o investimento nessa área. Por fim, de maneira geral, o brasileiro enxerga a importância da cultura no seu dia a dia e vê o Governo como um importante incentivador, já que 75% acredita que investir em cultura traz retornos essenciais à sociedade, nos âmbitos social, educacional e humanísticos. 69% apoia o incentivo à cultura, 72% acha que deve ter incentivo do governo e 65% acha a mesma iniciativa deve vir também do setor privado. "Os números de apoio à cultura no Brasil são muito relevantes. Com base nisso, podemos afirmar o que consumo desse tipo de entretenimento é um caminho interessante para se relacionar com o brasileiro em diversas esferas", completa Ligia Mello. Atividades com os filhos A rotina se tornou ainda mais intensa com a pandemia para os que possuem filhos. A pesquisa abordou também as opções dos pais para o entretenimento das crianças pensando na vida normal antes e pós quarentena. Entre os principais números, 84% optarão por parques públicos, 74% cinema, 72%shoppings, 56% atividades infantis em shoppings, 41% teatros, 39% clubes recreativos, 30% museus e 28% shows, entre outros. Trazendo esse olhar para o adolescente, a principal preocupação dos pais é com a segurança. Ou seja, eventos nos quais os filhos podem ir sozinhos ou acompanhados, antes e após a pandemia. Os números mudam um pouco, já que 79% prefere shoppings, 73% cinema, 58% parques públicos, 34% shows, 31% clubes recreativos, 30% eventos ou jogos esportivos, 15% teatros e 15% museus, entre outros. Entretenimento em casa Como forma de entretenimento, as famosas lives ocuparam um papel importante na vida dos brasileiros durante o confinamento. No entanto, 36% da população já cansou de acompanhá-las, 12% as assistiu e não gostou, 39% não se familiariza com o formato e 13% passou a gostar e acompanhar sempre. Ponto positivo para as lives é que trouxeram visibilidade para artistas desconhecidos e, com isso, 10% da população a descobriu novos artistas, enquanto 7% apenas acompanha as apresentações dos mais famosos. Em relação ao hábito de ler, 52% amam comprar livros em livrarias, 46% dos entrevistados têm mais de 50 livros em casa e 23% consumiu mais livros em função da pandemia. Para os amantes de música, 55% não têm um gênero preferido, mas aprecia boa música, 43% prefere utilizar o celular para ouvir música, 31 % assina serviços de streaming e 37% monta playlists nesses aplicativos de música. Outros 25% aproveitam o tempo em casa para descobrir novos artistas em seus gêneros preferidos. Apenas 2% não escuta música. A pesquisa completa está disponível para download em www.hubcultural.com.br. Por Revista Imagem | Texto: Guilherme Revitto
- Tarifa de importação de pneus para transporte de cargas é zerada
Imposto de 16% será retirado para diminuir custos para caminhoneiros. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 10:15 A partir de amanhã (21), os pneus para transporte de cargas entrarão no país sem pagar Imposto de Importação. A medida foi decidida pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), com o objetivo de reduzir os custos operacionais do transporte rodoviário de cargas no Brasil. Em nota, o Ministério da Economia informou ter atendido a pedido do Ministério da Infraestrutura. A Camex informou ter ouvido empresas do setor que, informaram que os preços dos pneus de carga no mercado nacional têm ficado mais caros por causa da alta do dólar, do aumento da demanda pelo produto e pela elevação do preço das commodities (bens primários com cotação internacional). A medida valerá a partir da publicação da resolução no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (21). Em 2020, 1,28 milhão de pneus novos de borracha, usados em caminhões, foram importados pelo Brasil, num total de US$ 141,8 milhões. Por Revista Imagem | Texto: Wellton Máximo
- Fundação Cultural de Vilhena abre inscrições para a Carteira do Artesão
Carteira permite artesão ganhar descontos em lojas parceiras, cursos de qualificação e participação em eventos da Prefeitura. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 10:15 A Fundação Cultural de Vilhena (FCV) abriu cadastro para a emissão da Carteira do Artesão. O cadastramento é simples, gratuito e deve ser feito via WhatsApp pelo número 98477-9791, das 7h às 13h, de segunda a sexta-feira. A carteira possibilita a participação do artesão nos eventos da FCV, que incluem exposição de seus trabalhos na Fundação, na Biblioteca, em eventos da Prefeitura ou em outros espaços públicos. Além de descontos em algumas lojas parceiras e cursos de qualificação. O presidente da Fundação, França Silva, explica que está em andamento o desenvolvimento da lei que permite a criação do Programa de Artesanato Municipal. “A partir dessa lei, que acredito que em pouco tempo esteja aprovada e que está agora na Procuradoria Geral do Município, conseguiremos emitir a Carteira do Artesão, atualmente em processo de criação. Por isso, já começamos com o cadastramento para que em breve a carteira já possa ser entregue, formando uma bela parceria entre a Fundação e os artesãos", garante o presidente. DOCUMENTOS Para a realização do cadastramento são necessários os documentos RG e CPF, foto 3x4, comprovante de residência e fotos de até três produtos do artesão. A coordenadora de eventos Hurby Santos, responsável pelo cadastramento, explica que será realizada uma videochamada com o artesão para uma conversa e conhecimento de seus produtos. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom
- Prefeitura divulga Plano Municipal de Vacinação Contra Covid-19, veja detalhes
Grupos prioritários para imunização foram definidos com base no Plano Estadual de Vacinação. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 10:15 A Prefeitura de Vilhena divulgou nesta quinta-feira (21) o Plano Municipal de Vacinação Contra a Covid-19. O documento publicado em seu site traz uma versão simplificada de todas as normas e procedimentos técnicos que serão aplicados na campanha municipal de imunização. Com o lema “Vilhena Protegida”, a iniciativa pretende estimular os vilhenenses a serem vacinados e define detalhes da vacinação, como grupos prioritários, locais de aplicação, regras de segurança, registro de dados e outros. “Como município temos uma missão importantíssima nesta pandemia: aplicar as doses das vacinas aprovadas. É uma responsabilidade gigantesca que nos preparamos nas últimas semanas para cumprir com zelo. A aprovação recente de duas vacinas no país nos permite vivenciar o começo do fim dos efeitos terríveis da covid-19. Ainda pode demorar alguns meses para tudo isso acabar, mas esse plano é a arrancada final dos nossos esforços contra o novo coronavírus”, explica o prefeito Eduardo Japonês. Solidarizando com os vilhenenses pelas restrições impostas até o momento por decretos municipais, Japonês lembra que os cuidados devem permanecer. O mesmo é reforçado pelo secretário municipal de Saúde, Afonso Emerick. “Usar máscara, evitar aglomerações em casa, respeitar as normas e higienizar sempre as mãos são algumas das principais maneiras de evitar a contaminação. Estamos recebendo muitos casos de jovens contaminados e, apesar de muitos sobreviverem, aqueles que pegam a doença podem ficar com sequelas por vários meses. É, realmente, uma doença muito agressiva”, conta o secretário. O PLANO Compilado e organizado pela Secretaria Municipal de Comunicação, o material foi desenvolvido pelo Setor de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde (Semus). No Plano é revelada a sequência de prioridades nos grupos da população que serão vacinados na cidade. Já iniciada, a imunização dos profissionais de Saúde e indígenas é a primeira fase, composta por 2.041 pessoas segundo estimativa da Semus. Neste primeiro dia de vacinação, na quarta-feira, 20, foram vacinadas 52 pessoas, sendo 51 profissionais de Saúde e 1 indígena. A segunda fase inclui, nesta ordem, os seguintes grupos: pessoas de 80 anos ou mais, pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas, pessoas de 75 a 79 anos, pessoas de 70 a 74 anos, pessoas de 65 a 69 anos e pessoas de 60 a 64 anos. A estimativa é que estes grupos contenham 5.066 pessoas. Já a terceira fase de vacinação em Vilhena estima contemplar 3.256 pessoas que apresentam alguma comorbidade como diabetes mellitus, hipertensão, doença pulmonar obstrutiva crônica, doença renal, doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, indivíduos transplantados de órgão sólido (do tórax ou abdômen), anemia falciforme, câncer e obesidade grave. Os trabalhadores da Educação, forças de segurança e salvamento, bem como funcionários do sistema prisional farão parte da quarta fase de imunização, compondo um grupo de 1.299 pessoas. Há ainda outros grupos prioritários, que juntos somam mais de 500 pessoas, ainda carecem de classificação de prioridade pelo Plano Nacional de Imunização. Estes são pessoas com deficiências institucionalizadas, pessoas com deficiência permanente severa, povos e comunidades tradicionais ribeirinhas e quilombolas, motoristas de caminhão, trabalhadores do transporte coletivo rodoviário e metroferroviário de passageiros, trabalhadores de transporte aéreo, trabalhadores portuários, população privada de liberdade acima de 18 anos e população em situação de rua. Aqueles que não se encaixarem em nenhum destes grupos prioritários serão vacinados na sequência em campanha ampla de imunização nos postos de Saúde, conforme as demais vacinações corriqueiras e anuais já realizadas no município. Acesse o PDF do Plano Municipal de Vacinação Contra a Covid-19 “Vilhena Protegida” no link: http://bit.ly/planopmvcovid. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom
- Conheça os programas que utilizam as notas do Enem
Sisu, ProUni e Fies utilizam resultados do exame que começou a ser aplicado no último domingo e segue no próximo dia 24. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 09:55 O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderá ser usado para acessar o ensino superior por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni). As notas, tanto da versão impressa quanto da versão digital do Enem 2020, serão divulgadas no dia 29 de março. O Sisu seleciona estudantes para vagas em instituições públicas de ensino superior. Para concorrer, os candidatos não podem ter tirado zero na prova de redação. O Sisu geralmente tem duas edições no ano. A primeira delas ocorre em janeiro. Neste ano, por causa da pandemia do novo coronavírus, o programa será adiado. Ainda não foi divulgada a data de realização do processo seletivo. As próprias universidades públicas também estão cumprindo calendários diversos. Muitas instituições suspenderam as aulas para evitar a propagação do vírus, o que levou ao adiamento da conclusão dos semestres de 2020. De acordo com o painel de monitoramento do Ministério da Educação, pelo menos em nove instituições federais, o ano letivo de 2020 se estende para 2021. Já o ProUni seleciona estudantes para bolsas de estudos em instituições privadas de ensino superior. As bolsas podem ser integrais, de 100% da mensalidade, ou parciais, de 50%. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. É preciso também não ter zerado a redação do Enem e ter obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas das provas. A primeira edição do ProUni deste ano, para que não ocorresse atraso na seleção, usou as notas do Enem 2019. Ainda não foram divulgadas as informações da próxima edição. A nota pode também ser usada para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que oferece financiamento a condições mais atrativas que as disponíveis no mercado. Além dos processos seletivos conduzidos pelo governo federal, as instituições de ensino públicas e privadas têm liberdade para usar as notas em processos seletivos próprios. Os candidatos podem checar nas instituições onde têm interesse em estudar quais são os critérios adotados. Instituições de ensino estrangeiras também utilizam as notas do Enem em processos seletivos. Atualmente, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) tem convênio com 51 instituições de ensino em Portugal. Cada instituição define as regras e os pesos para uso das notas. A lista das instituições está disponível no portal do Inep. Por causa do adiamento do exame, que estava inicialmente marcado para outubro e novembro de 2020, algumas instituições de ensino optaram por realizar apenas processos seletivos próprios para que os calendários do ano letivo não fossem impactados. Esse é o caso, por exemplo, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que anunciaram que não utilizarão o exame devido à incompatibilidade das datas. No caso da Unicamp, a instituição iniciará o semestre em 15 de março, antes da divulgação dos resultados, no dia 29. Enem 2020 O Enem começou a ser aplicado no último domingo (17) e segue no próximo dia 24. No primeiro dia de aplicação, o exame teve uma abstenção recorde de 51,5%. Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, 2.842.332 faltaram às provas. Nesta edição, o Enem terá uma versão impressa e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação. Os candidatos que tiverem sintomas de covid-19 e de outras doenças infectocontagiosas não devem comparecer aos locais de prova. Devem comunicar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) pela Página do Participante. Esses candidatos terão direito à reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Por Revista Imagem | Texto: Mariana Tokarnia
- Rondônia altera metodologia de atualização dos débitos tributários e do Refaz
As alterações entram em vigor no dia 1º de fevereiro de 2021. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 09:20 O Governo de Rondônia sanciona a Lei n° 4.952, publicada no Diário Oficial de terça-feira (19), que tem por objetivo reformular o cálculo dos acréscimos legais incidentes sobre o pagamento dos impostos estaduais, utilizando a taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), que antes era feita pela correção monetária com base na variação do Índice Geral dos Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), calculado pela Fundação Getúlio Vargas, e mais 1% de juros ao mês. Essa alteração é muito importante para o setor produtivo do Estado, onde empresas e contribuintes de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) contarão com uma nova metodologia de atualização dos débitos tributários, facilitando os pagamentos. O secretário de Estado de Finanças (Sefin), Luís Fernando Pereira, explica que o Governo do Estado sempre atualizou os débitos tributários (quando o cidadão deixou de pagar em dias o ICMS), passando a incidir correção monetária, com base na variação do IGP-DI, calculado pela Fundação Getúlio Vargas, e mais 1% de juros ao mês . “A partir da aprovação dessa Lei, o Estado de Rondônia deixa de atualizar os débitos tributários pelo Índice Geral dos Preços – Disponibilidade Interna mais 1%, para a taxa base da Selic, que serve para remuneração das aplicações e dos investimentos”, conta o secretário. Luís Fernando informa que essa mudança é importante, em especial nesse momento de pandemia que houve uma variação muito grande no valor da IGP-DI, acima da inflação de preços ao consumidor, tornando o valor das dívidas muito grande e até mesmo impagável. “Essas atualizações de taxas e débitos, baseadas no IGP-DI, estão atreladas à Unidade Padrão Fiscal de Rondônia (UPF), que serve para definir as taxas cobradas, pelo Estado, de serviços e contribuição. Então foi feita uma mudança, para que seja inserida, de agora por diante, a taxa Selic nos débitos tributários”. Em 2020, o governador Marcos Rocha formalizou por Decreto a alteração da forma de atualização da UPF, que passa a ser vinculada ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), e não mais ao IGP-DI, onde a atualização dos débitos tributários passa a ser vinculado à taxa da Selic. Com essa nova medida reduz-se o crescimento dos débitos tributários, tornando-se mais viável o pagamento pelos contribuintes. SELIC O sistema serve para realizar o cálculo de todas as demais taxas de juros da economia brasileira, onde, atualmente, todas as operações relacionadas aos títulos escriturais do Tesouro Nacional são registrados pelo Banco Central (BC). A taxa de juros da Selic encontra-se em 2% ao ano. REFAZ O Programa de Recuperação de Créditos da Fazenda Pública Estadual (Refaz), também teve alteração na Lei n° 4.953, para que as empresas possam aderir ao programa e ter a possibilidade de regularizar os seus débitos, evitando a falência, com capacidade de recuperação de economia e preservação de empregos. Com a continuidade da pandemia, o Refaz foi estendido até o dia 30 de junho de 2021. “Foi ampliada a data de corte dos débitos, que podem ser negociados através do Refaz. Antes, eles iam para débitos quando o fator gerador tivesse ocorrido até dezembro de 2017 e agora é possível incluir no Refaz os débitos ocorridos até junho de 2020. Foi ampliada a quantidade das datas dos débitos que podem ser incluídos no Refaz”, explica o secretário de Estado de Finanças. O índice de parcelas também aumentou em 120 meses, ou seja para dez anos. “Esse parcelamento ainda permite uma redução de 55% de juros e multas, conforme aumenta o número de parcelas, reduz esse percentual de desconto de juros e multa. Esse parcelamento, que antes era atualizado pelo IGP-DI mais 1%, também passa a ser atualizado pela taxa Selic em função da aprovação da Lei n° 4.952”, esclarece Luís Fernando. A expectativa de receber os débitos do Refaz , que somam R$ 77 milhões, é o potencial recebimento desses débitos que poderão ser renegociados. As alterações do Refaz e a alteração na metodologia de atualização dos débitos tributários entram em vigor no dia 1º de fevereiro de 2021. Por Revista Imagem | Texto: Elaine Barbosa
- Brasil tenta destravar vinda de ingrediente chinês para vacinas
Ministros e presidente da Câmara falam com embaixador chinês. Falta do produto pode interromper vacinação em fevereiro. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 09:05 O atraso na importação de ingredientes produzidos na China e essenciais para a distribuição no Brasil das duas vacinas já aprovadas no país – a Coronavac e a de Oxford/AstraZeneca – ameaça a continuidade do programa de imunização e mobilizou autoridades brasileiras de diferentes níveis para tentar resolver o impasse, ainda sem solução à vista. Estão parados na China, aguardando a liberação de Pequim, carregamentos do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) da Coronavac, usado pelo Instituto Butantan para elaborar o imunizante em São Paulo, e o da vacina de Oxford/AstraZeneca, que será processada e distribuída pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no Rio de Janeiro. O Butantan já zerou seu estoque para produzir novas doses, e devido ao atraso a Fiocruz adiou de 8 de fevereiro para março a entrega inicial do seu imunizante. A situação ficou mais dramática após o fracasso do governo brasileiro em tentar importar 2 milhões de doses prontas da vacina de Oxford/AstraZeneca feitas na Índia. Fontes diplomáticas ouvidas pelo site G1 e pelos jornais O Globo e Folha de S.Paulo afirmam que o atraso envolve questões burocráticas e diplomáticas e que a relação do governo de Jair Bolsonaro com Pequim está desgastada devido a inúmeros ataques do presidente e de seu entorno ao país asiático. Se o problema não for solucionado, a aplicação de vacinas no Brasil pode ter que ser interrompida em fevereiro por falta de doses. Na quarta-feira (20) de manhã, Bolsonaro cobrou de ministros que buscassem uma solução para o caso. Depois, participaram de uma videoconferência com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, da Agricultura, Tereza Cristina, e das Comunicações, Fábio Faria. Bolsonaro também solicitou uma conversa telefônica com o presidente da China, Xi Jinping, ainda sem data para ocorrer. O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, está afastado da interlocução com os chineses, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. O chanceler já se referiu ao coronavírus como "comunavírus" e saiu em defesa do filho do presidente, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), quando ele insinuou que o governo chinês usaria a tecnologia 5G da empresa Huawei para promover "espionagem" no país – o leilão do 5G no Brasil ainda não ocorreu e é de grande interesse para Pequim. Também entraram no circuito para liberar a exportação dos IFAs para o Brasil o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que conversou com o embaixador chinês na quarta-feira, e o governador de São Paulo, João Doria, que mobilizou o escritório do governo paulista em Xangai para atuar no caso. Embaixada da China diz buscar solução Após a reunião com os ministros Pazuello, Cristina e Faria, a embaixada chinesa no Brasil publicou mensagem em rede social afirmando que "a China continuará unida ao Brasil no combate à pandemia para superar em conjunto os desafios colocados pela pandemia". Não foram divulgados detalhes da conversa. Maia, que dialogou com Wanming separadamente, afirmou que o embaixador chinês disse que o atraso no envio do IFA ao Brasil decorria de obstáculos técnicos e não políticos. "Ele disse que trabalha junto ao governo chinês para que a gente possa acelerar – a exportação no nosso caso – desses insumos para que possamos restabelecer logo a produção", afirmou o presidente da Câmara. Já o governador de São Paulo, João Doria, disse, na quarta-feira, que o "mal-estar claro do governo chinês com o governo brasileiro" estava contribuindo para o atraso no envio do IFA. Segundo o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, a única autorização que falta para a exportação do ingrediente da Coronavac é a do Ministro das Relações Exteriores da China. Após as manifestações de Maia e Doria sobre o caso, o Palácio do Planalto afirmou em nota que o governo federal "é o único interlocutor oficial com o governo chinês". O Butantan aguara a liberação de um lote de 5,4 mil litros do insumo, que seriam suficientes para produzir cerca de 5 milhões de doses da Coronavac. Já a AstraZeneca espera começar a receber duas remessas mensais do IFA, que seriam suficientes para produzir 3,5 milhões de doses por semana. Araújo nega problema político Enquanto os ministros do governo se reuninam com o embaixador da China, o chanceler Araújo participou de reunião virtual com deputados da comissão externa da Câmara que avalia o combate à pandemia e negou que as dificuldades para importar doses da vacinas e o IFA sejam consequência de problemas políticos ou diplomáticos. "Nós não identificamos nenhum problema de natureza política em relação ao fornecimento desses insumos provenientes da China. (...) Nem nós do Itamaraty, aqui de Brasília, nem a nossa embaixada em Pequim nem outras áreas do governo identificaram problemas de natureza política e diplomática", afirmou. Para o chefe do Itamaraty, os atrasos se devem à demanda alta pelos insumos em todo o mundo neste momento. Ele não deu prazos para resolver a questão e apenas disse que o tema "está bem encaminhado" e que ele conduz pessoalmente as conversas com autoridades da Índia. Araújo afirmou que o país asiático é imenso e também está em campanha de vacinação, o que tornava o tema "sensível". Doses prontas da Índia A frustração do plano do governo federal de trazer 2 milhões de doses prontas da Índia está ligada não só à prioridade de Nova Déli para vacinar sua população, mas também a uma decisão tomada por Brasília em outubro do ano passado de não apoiar o país asiático em seu pedido de suspensão temporária das patentes de suprimentos e vacinas para o combate à covid-19, feito à Organização Mundial de Comércio (OMC), segundo informou o site G1. O Brasil foi contra a quebra de patentes e se alinhou aos Estados Unidos, à União Europeia e ao Japão, enfraquecendo a posição da Índia na OMC, o que provocou esfriamento da relação diplomática entre os dois países. O governo da Índia começará a exportar nesta quarta doses prontas da vacina para alguns países, mas o Brasilnão está na lista. Há também irritação na Índia com a publicidade dada pelo governo Bolsonaro à sua tentativa de comprar vacinas do país antes que o negócio tivesse sido fechado, o que envolveu até o adesivamento do avião que sairia do Brasil para buscar imunizantes. No caso da China, o país sofreu diversos ataques de integrantes do governo Bolsonaro desde o início da atual gestão. O próprio presidente afirmou, em outubro, que não compraria a Coronavac. Seu filho Eduardo faz provocações frequentes à China, culpou o país pela pandemia e insistiu que o uso de tecnologia chinesa na rede 5G no Brasil favoreceria a "espionagem" pelo país asiático. Abraham Weintraub, quando era ministro da Educação, disse que via alta probabilidade de novas pandemias começarem na China, pois os habitantes do país comiam "tudo o que o sol ilumina", e ridicularizou o sotaque dos chineses que falam português e trocam as letras R por L. Por Revista Imagem | Texto: Bruno Lupion (DW)
- Maioria diz acreditar que se previne melhor que os outros contra coronavírus
A média da nota atribuídas pelas pessoas para a própria prevenção foi de 7,7. Já em relação aos demais, a média foi de 4,2. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 08:30 Os brasileiros avaliam que estão adotando as medidas adequadas para se prevenir contra o coronavírus, mas veem os demais à sua volta menos precavidos. É o que mostra levantamento divulgado nesta quarta-feira (20) pelo Paraná Pesquisas. A pesquisa avaliou a percepção da população brasileira quanto ao comportamento individual na prevenção da covid-19. Cada pessoa entrevistada atribuiu uma nota de 0 a 10 para a própria prevenção. Também avaliou da mesma forma como vê os cuidados dos outros. A média da nota atribuídas pelas pessoas para a própria prevenção foi de 7,7. Já em relação aos demais, a média foi de 4,2. Os resultados variaram pouco entre as regiões do país. A nota média atribuída aos cuidados próprios contra o coronavírus foi numericamente maior no Sudeste e no Sul (7,8). Os sulistas também foram os que atribuíram a menor nota ao comportamento da população em geral: 4,1. Essa também foi a média das respostas no Norte e no Centro-Oeste. Os dados da pesquisa foram coletados de 16 a 19 de janeiro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram consideradas 2.080 entrevistas com moradores de 238 municípios brasileiros, nos 26 Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é estimada em 3,5 pontos percentuais e o grau de confiança do estudo é de 95%. De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil somou 211.491 mortes por covid-19 até quarta-feira (20). Por Revista Imagem | Fonte: Poder360
- Vacina da Johnson & Johnson é segura e produz resposta imune, aponta estudo
Pesquisa mostra que 90% dos voluntários desenvolveram anticorpos neutralizantes 30 dias após a aplicação, e subiu para 100% 57 dias após. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 08:20 A vacina contra covid-19 desenvolvida pela Johnson & Johnson obteve indicadores satisfatórios de segurança e produção de resposta imunológica, de acordo com resultados das fases 1 e 2 publicados no periódico científico The New England Journal of Medicine. Os resultados positivos foram obtidos após aplicação única do imunizante em voluntários, com duas dosagens diferentes. Essa característica é tida como o diferencial da vacina, já que representaria uma imunização acelerada da população. “Uma dose única da (vacina) Ad26.COV2.S induziu uma forte resposta humoral na maioria dos receptores da vacina, com a presença de anticorpos neutralizantes em mais de 90% dos participantes, independentemente da faixa etária ou da dose da vacina”, escreveram os pesquisadores da Janssen, braço farmacêutico da Jonhson & Johson, na conclusão do estudo. Os anticorpos aumentaram e se estabilizaram ao longo de uma análise de 71 dias, o que sugere a durabilidade da resposta imune da vacina, acrescentam os especialistas no estudo divulgado na semana passada. O Brasil é um dos países que a empresa desenvolve testes da vacina. A liberação para a condução de estudos de fase 3 ocorreu em agosto e previa 7 mil voluntários. Pessoas de outros países da América Latina também foram recrutadas, ainda que aquém do inicialmente planejado, já que a farmacêutica decidiu reduzir a quantidade global de voluntários. Os dados da fase 3 é que indicarão se o imunizante ofereceu proteção contra o desenvolvimento da covid-19, apontando a sua taxa de eficácia. No mais recente estudo, os pesquisadores divulgaram os resultados da aplicação da vacina em 805 participantes, entre adultos e idosos. Eventos adversos como fadiga, dor de cabeça e dor no local da aplicação foram notados, mas as pessoas tiveram rápida recuperação. Outros casos foram notados, mas os especialistas destacaram que não houve relação com o imunizante. Outro resultado relevante foi a resposta imunológica gerada pela vacina. A pesquisa mostra que 90% dos participantes desenvolveram anticorpos neutralizantes 30 dias após a aplicação. O número subiu para 100% quando os dados foram analisados 57 dias após o recebimento da dose, o que indica que uma menor parte do grupo demorou mais tempo para desenvolver a proteção. Os resultados foram obtidos tanto nos grupos mais novos como nos mais velhos, e também foi notado tanto nos que receberam dosagem menor quanto nos que receberam dosagem maior. A vacina da Johnson & Johnson está nos planos do Brasil. Plano divulgado pelo Ministério da Saúde em dezembro mostra a inclusão de 38 milhões de doses do imunizante. De acordo com o governo federal, 3 milhões de doses dessa vacina seriam disponibilizadas no segundo trimestre de 2021, 8 milhões, no terceiro trimestre, e 27 milhões, no quarto trimestre. Por Revista Imagem | Fonte: Estadão
- Brasil fica à frente apenas de três países na arrancada da vacinação
Os dados indicam que o Brasil ainda tem um longo caminho para percorrer no combate à Covid-19. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 07:55 Nos primeiros quatro dias de vacinação, o Brasil ainda não atingiu uma parcela significativa da população, em comparação ao mesmo período com outros países que já iniciaram a imunização. Desde que a primeira dose da CoronaVac, o imunizante desenvolvido pela Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, foi aplicada no domingo, 17, 31.544 brasileiros foram vacinados. No cálculo por 100.000 habitantes, os números da imunização no país são modestos e ficam à frente somente dos registrados por Bélgica, México e Costa Rica. Um levantamento produzido por VEJA comparou a situação dos 51 países do mundo que já iniciaram a vacinação nos primeiros quatro dias. Até as 18 horas desta quarta-feira, 20, o Brasil havia imunizado apenas 0,01 pessoa a cada 100.000 habitantes, deixando o país na 48ª posição da lista, somente acima de Bélgica (0,006), México (0,005) e Costa Rica (0,001). Os números mundiais são do site Our World in Data. Os Emirados Árabes Unidos atingiram a maior parcela da população após quatro dias do início da vacinação. O país do Oriente Médio imunizou quase 1 milhão de pessoas e chegou a quase 10 pessoas vacinadas por 100.000 no período. Seychelles, Bahrein, Islândia e Reino Unido vêm logo atrás. Os dados indicam que o Brasil ainda tem um longo caminho para percorrer no combate à Covid-19. Porém, em números absolutos, o cenário não é tão ruim. No total de vacinados em quatro dias, o Brasil ocupa a 16ª colocação entre os 51 países, logo atrás da vizinha Argentina. Por Revista Imagem | Fonte: VEJA
- Triste recorde: 6 pessoas morreram de covid-19 na quarta-feira em Vilhena
Em 290 dias de pandemia, município registrou 115 mortes pela doença, sendo 27 óbitos (23,4%) apenas nos primeiros 20 dias desse mês. Revista Imagem - Vilhena-RO | 21/01/2021 - 07:15 Seis pacientes em tratamento contra o coronavírus morreram nesta quarta-feira (20), estabelecendo um novo recorde de mortes diárias por covid-19 no município. Foram 3 homens (63, 66 e 82 anos) e três mulheres (54, 72 e 81 anos), todos moradores de Vilhena. As mortes de ontem elevaram para 115 o número de óbitos provocados pela doença no município (foram 99 óbitos de vilhenenses e 16 de moradores de outras cidades). Somente nos primeiros 20 dias do ano, 27 pessoas vieram a óbito por causa da covid-19, o que corresponde a 23,4% do total de mortes registradas nos 290 dias de pandemia em Vilhena. Nesta quarta-feira também foram registrados mais 96 casos de coronavírus elevando o número total de diagnósticos para 6.365. Segundo o Boletim Epidemiológico da Prefeitura de Vilhena, há atualmente no município 1.168 casos ativos, ou seja, são pessoas que ainda podem transmitir o vírus para outros. São 5.197 pacientes recuperados da doença até agora. A taxa de letalidade da pandemia em Vilhena subiu de 1,48% para 1,55%, A do estado é de 1,82% e a do país é de 2,48%. Até a noite de ontem, 34 pacientes estavam internados com covid-19 em isolamento na Central de Atendimento à Covid-19 e Hospital Regional de Vilhena, sendo 32 de Vilhena, 1 de Cabixi e 1 de Bebedouro (SP). Destes, 15 estão na UTI, sendo 10 intubados. A taxa de ocupação de leitos para covid-19 é de 85,6% (sendo 100% na UTI e 80% nas Enfermarias). Brasil e Mundo Já em Rondônia foram contabilizadas 14 mortes e 1.096 novos casos de covid-19 nesta quarta-feira. No total o estado tem 2.056 óbitos e 112.468 casos confirmados. No Brasil o número de casos confirmados já ultrapassou 8,639 milhões, com 212,8 mil mortes. No mundo são 97,2 milhões de casos confirmados e 2,080 milhões de mortes. Por Revista Imagem | Texto: José Antonio Sant'Ana
- Lei seca: Prefeitura proíbe venda de bebidas alcoólicas em Vilhena por 1 semana
Medida foi sugerida pela ACIV para combater a propagação do coronavírus na cidade. Revista Imagem - Vilhena-RO | 20/01/2021 - 19:30 Após deliberações do Comitê Gestor Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus em Vilhena, a Prefeitura de Vilhena acatou sugestão da diretoria da Associação Comercial e Empresarial de Vilhena (Aciv) em suspender a venda de bebidas alcoólicas em todos os estabelecimentos comerciais da cidade de hoje até a próxima terça-feira (26). “Fizemos uma reunião do Comitê no fim de semana e a sugestão da Aciv pareceu pesada para o momento, visto que a Procuradoria Geral do Município alertou que era uma medida drástica. Então, fizemos nova reunião nesta terça-feira e a Aciv insistiu na ideia, com o objetivo de controlarmos as festas particulares nas casas das pessoas. O Comitê optou por colocar o tema em votação e a proposta ganhou, virando o decreto de hoje”, explica o prefeito Eduardo Japonês. A decisão é semelhante a decretos emitidos em outras cidades como Ji-Paraná, em Rondônia, Belo Horizonte, em Minas Gerais, Presidente Prudente, em São Paulo, entre outras. Consentindo que a contaminação recente na cidade teve forte influência das reuniões informais nas casas das pessoas, o Comitê pretende evitar aglomerações na cidade neste fim de semana com o objetivo de controlar a escalada da covid-19. Há mais de uma semana com a UTI em 100% de lotação, a Saúde revelou que nesta quarta-feira a cidade alcançou também o recorde de óbitos em um único dia: seis, todos de Vilhena. Assim, no município já foram registrados até agora 115 óbitos, sendo 99 de vilhenenses. Em um patamar alto de contaminação desde o início de janeiro, a cidade está próxima da média de 100 casos por dia desde o dia 4 deste mês. Somente desde segunda-feira passada até o momento foram atendidas mais de 2,3 mil vilhenenses sintomáticos no Ambulatório Covid-19. “Entendemos que a associação comercial sabe o que o comércio representa para o município, entendemos que eles são seus representantes. E também entendemos que a cidade passa pelo pior momento na pandemia desde o início dos casos. Por isso, reforço: a prevenção de cada um é vital para que menos medidas drásticas sejam tomadas e mais vidas sejam salvas. A vacina chegou hoje e estamos começando o fim dessa pandemia. Dentro de poucos meses poderemos voltar nossa vida ao normal, se Deus quiser”, conclui o prefeito. A alteração no decreto foi publicada no Diário Oficial de Vilhena desta quarta-feira, 20 de janeiro, e pode ser acessada na última página do documento, disponível no link: http://dov.vilhena.ro.gov.br/ O texto da norma é como se segue: Art. 1º Fica proibida a venda de bebidas alcoólicas pelos estabelecimentos comerciais do Município, pelo período de 20 a 26 de janeiro de 2021. §1° As empresas deverão lacrar e/ou isolar os locais de exposição das bebidas alcoólicas ou retirá-las das prateleiras, freezers ou refrigeradores; §2° Fica autorizada à Vigilância Sanitária adotar as providências necessárias para o cumprimento deste decreto, com aplicação de multas e apreensão de produtos, se necessário. Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Por Revista Imagem | Fonte: Semcom PMV
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