Em Vilhena, Procon realiza 1.436 atendimentos durante a pandemia

Para se ter uma exata dimensão desses números, o Estado realizou 9.718 atendimentos em suas seis regionais durante o mesmo período.

Revista Imagem - 03/11/2020 07:26


O Governo do Estado vem trabalhando para atender as demandas e direitos dos consumidores rondonienses. Em Vilhena, o Procon (Programa de Orientação e Defesa do Consumidor) realizou durante a pandemia um total de 1.436 atendimentos, segundo informa a gerente do órgão, Kátia Louzada.


Para se ter uma exata dimensão desses números, o Estado realizou 9.718 atendimentos em suas seis regionais – somando os Procons municipais – durante o mesmo período.


De acordo a chefe do Procon, outras demandas também foram atendidas durante este tempo, a exemplo da continuidade das fiscalizações nos medicamentos indicados para o tratamento da Covid-19, itens de cesta básica e carne, gás de cozinha, postos de combustíveis, materiais de construção, além das medidas de segurança, como uso de máscaras, álcool 70%, em que as empresas são obrigadas a terem no interior dos seus comércios.


Funcionando em novo endereço, situado na avenida Tancredo Neves, 5.242, bairro Jardim Eldorado, em Vilhena, o Procon retomou seus atendimentos presenciais a partir de agosto, atendendo também as audiências conciliatórias intermediadas pelo órgão de proteção ao consumidor.


Ainda durante o período pandêmico, o Procon disponibilizou à comunidade o serviço de atendimento online por meio do endereço www.procon.ro.gov.br, espaço em que o consumidor poderá fazer sua denúncia ou reclamação.


No Cone Sul, o contato pode ser feito por intermédio do e-mail vilhena@procon.ro.gov.br; ou por meio das linhas (69) 3322-4941 ou 3322-3110.


Outra novidade informada pela gerente do Procon, trata-se do aplicativo Menor Preço Brasil, disponível em todas as plataformas. “Essa ferramenta auxilia o consumidor a acessar o melhor preço dos produtos ofertados como gás de cozinha, combustível, alimentos, entre outros, por meio de pesquisas online”, esclareceu Kátia Louzada.

Texto: Eraldo Erick

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