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Obra de revitalização da Casa de Rondon fortalece a história de Vilhena

A antiga estação telegráfica foi a primeira construção na região que mais tarde deu origem a cidade de Vilhena.
 

Revista Imagem - 17/10/2020 08:00


O cuidado com a história de Rondônia fez o Governo intensificar os esforços para a obra de revitalização do Museu Marechal Cândido Rondon, popularmente conhecido como a Casa Rondon, em Vilhena. Cumprindo agenda no Cone Sul do Estado, o governador, coronel Marcos Rocha, acompanhando do superintendente Estadual de Turismo (Setur), Gilvan Pereira, verificou na quinta-feira (15) o andamento dos trabalhos iniciados em junho.


‘‘Esse é um local histórico e nós o estamos resgatando. Faz parte da lembrança de muitos adultos de Vilhena que quando crianças frequentavam esse lugar, e guardam boas lembranças, momentos felizes. E nós vamos fazer esse local ser maravilhoso novamente. Não só para o povo de Vilhena, mas para todos que tiverem interesse em visitar o local onde Rondon trabalhou com o telégrafo ’’, afirma o governador.


A casa localiza-se em local bucólico, cercada pelo verde e árvores, remetendo às boas lembranças de um passado cheio de coragem e determinação pela integração do Norte e desbravamento da região, afinal Rondon foi incumbido da importante missão de instalar linhas telegráficas em meio uma terra até então pouco explorada. Das suas estações, sugiram povoados que mais tarde se transformaram em cidades, como é o caso de Vilhena.


‘‘Isso representa o fortalecimento do turismo no município de Vilhena. É uma revitalização histórica e cultural. É uma obra de R$ 505 mil de recurso do Governo (estadual) e do Ministério do Turismo’’, explica o superintendente Gilvan.


Em reconhecimento a esse passado, o museu abriga elementos da história transcorrida nos primeiros anos de 1900. Toda parte do museu está sendo revitalizada preservando a originalidade das estruturas. No entorno, as marcações no chão e o erguimento de novas paredes indicam as novas construções que vão compor o cenário.


No pátio, a obra envolve pavimentação de dois mil metros quadrados, com acessibilidade, bicicletário, plantio de pelo menos 20 árvores nativas, implantação de oito bancos de concreto, entre outros feitos. Também será construído um bloco administrativo com uma área de 72 m² e vai conter seis banheiros, uma sala administrativa, cozinha e lanchonete. Quando estiver pronto, o museu ficará na responsabilidade da Fundação Cultural de Vilhena.

 

Texto: Vanessa Moura

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